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  • PTRX: toques condicionam resultado de Joaquim Machado

    O Circuito Internacional de Montalegre recebeu, no passado fim de semana, a penúltima prova dos Campeonatos de Ralicross. A que é considerada a divisão rainha, a Super 1600, esteve ao rubro. Em jogo está o título de Campeão de Portugal. Joaquim Machado é um dos candidatos ao primeiro lugar.

    O fim de semana começou com azar no sorteio, a sorte insiste em dar ao piloto lousadense um lugar no final da grelha. Mesmo assim, Machado foi amealhando pontos. No sábado, o terceiro e segundo lugares, obtidos nas duas qualificações, eram suficientes.

    Dada a partida para a terceira corrida de qualificação, Machado ocupa o primeiro lugar na série. Estava bem encaminhado para a vitória. No entanto, toques durante a corrida levaram a que o Peugeot 208 ficasse sem travões“. Foi uma sensação desesperante. Não me apercebi, continuei a andar ao máximo, sempre a defender a primeira posição”, comentou Machado. “Quando precisei de travar, simplesmente os travões não estavam lá, reduzi ao máximo. Nem sei como o motor aguentou. Os corretores foram fatais e não havia como evitar o capotanço”.

    Com a viatura danificada, a Kaxa & Motor teve muito trabalho pela frente. Havia agora que trocar o tubo do travão, danificado devido aos toques. E, acima de tudo verificar os estragos no motor. Uma corrida contra o tempo, onde até a eletrónica teve de ser revista. Tudo pronto para a final, o lugar, ocupado na grelha, não era dos melhores, fruto da ausência na quarta manga. Mas, como sempre, Machado lutou pelo melhor lugar possivel. Conquistou o terceiro lugar na final, o lugar possível e que serve os objetivos.

    A decisão sobre o Campeonato foi adiada para a última prova, que será em Sever do Vouga a 14 e 15 de novembro.

  • PTRX: A sorte nada quis com Frederico Santos em Montalegre

    O regresso do piloto do Mitsubishi EVO VI ao PTRX ficou marcado pela grande exibição que assinou na pista montalegrense e pela “malapata” que parece continuar a querer impedir Frederico Santos de brilhar. Um toque provocou danos no carro e colocou o piloto fora da final.

    Em Lousada, um incidente de corrida arruinou as pretensões de Frederico Santos e, já então, após uma exibição em pista que o estava a colocar entre os candidatos ao pódio ou esmo ao triunfo. Agora e num regresso feito com todo o cuidado e muita ambição, o piloto voltou a não ter o favor divino do seu lado.

    Mas a história da presença de Frederico Santos no Ralicross de Montalegre vai muito mais além do que o desfecho negativo. O piloto, nada receoso por ter de enfrentar carros muito mais potentes do que o seu, rubricou mais uma exibição de fino recorte. Ao longo dos treinos, procedeu “ao teste do carro, que já não conduzia em competição há quase três meses e cedo percebemos que estava ótimo. Fizemos as afinações que entendemos importantes para esta pista e enfrentámos as mangas de qualificação muito motivados”.

    E isso viu-se em pista, nas três primeiras mangas, jogou forte, bateu-se com os fortes SuperCar e dominou as contas da sua divisão, mostrando-se capaz de ombrear com os adversários melhor equipados, sem qualquer receio.

    Mas a sorte quis que ainda não fosse desta vez que Frederico Santos construía o resultado relevante que já merece. Na quarta manga de qualificação, sofre um toque que “danificou uma peça do meu Mitsubishi. A sua substituição em tempo útil revelou-se muito difícil e, perante tal cenário, tivemos que optar por abandonar e começar, de imediato a preparar a prova de Sever do Vouga”. Aí, o piloto quer “voltar a dar tudo e, esperamos nós, vamos acreditar que conseguiremos te ruma prova sem incidentes que nos impeçam de ir à final e aí lutar pelos lugares cimeiros”.

    A jornada final do PTRX vai ter lugar em Sever do Vouga, nos dias 14 e 15 de novembro.

  • Horizon: Um percurso dedicado à descoberta do design do Nissan ARIYA

    Para homenagear os criadores que tornaram possível o crossover coupé totalmente elétrico Nissan ARIYA, a Nissan revela o seu percurso de descoberta com a história não contada sobre o design do ARIYA: Horizon. Uma revista digital personalizada repleta de histórias, fotografias e vídeos exclusivos, a Horizon oferece uma perspetiva sem precedentes sobre a conceção de um automóvel verdadeiramente revolucionário. Contando as histórias de design do ARIYA com detalhes até agora nunca revelados, traça o início do processo de design pela lente das equipas de design altamente qualificadas da Nissan.

    Mergulhando bem no centro da Nissan Design Europe, o foco da Horizon vai desde designers e gestores de cores, a moldadores de argila e modeladores digitais. As piadas pessoais partilhadas por estas equipas revelam as paixões, inspirações e criatividade que deram origem à conceção do ARIYA, desvendado com exatidão a forma como o primeiro esboço foi transformado num conceito de design detalhado. Desde a estreia mundial do ARIYA, em julho, os clientes espalhados pela Europa mostraram um grande entusiamo pelo automóvel, sendo que mais de 10.000 pessoas registaram já o seu interesse.

    «A inovação é definida olhando para além do horizonte, explorando os limites da tecnologia e da criatividade para criar algo novo e entusiasmante. É precisamente isso que o design do Nissan ARIYA representa», explicou Matthew Weaver, Vice-presidente da Nissan Design Europe.

    Reveladas ao longo de uma série de seis histórias exclusivas, as funcionalidades oferecem aos leitores detalhes sobre como o conceito de design do ARIYA ganhou vida, incluindo conversas fascinantes entre designers, diários de design dos artesãos por detrás do automóvel e uma exploração dedicada à influência da arte japonesa. Cada história oferece um olhar mais atento para o trabalho de equipa, dedicação e paixão que ajudaram a definir o ARIYA como o novo ícone de Mobilidade Inteligente da Nissan e um automóvel que superará as expectativas do cliente.

    As histórias cativantes que se podem ler na Horizon ganham ainda mais vida graças a uma empolgante série de vídeos, disponíveis em toda a revista digital e no canal do YouTube da Nissan. A revista estará disponível em formato impresso com uma tiragem limitada e digitalmente.

    Weaver acrescenta: «O ARIYA abre um novo capítulo para a Nissan. Representa a nossa nova linguagem distinta de design: Futurismo Japonês Intemporal. Esta filosofia honra o ADN japonês da Nissan com uma perícia requintada, mas integra também uma perspetiva inovadora em torno da nossa visão para um futuro mais ligado e elétrico». O trabalho árduo, a dedicação e a paixão que as equipas da Nissan Design Europe e de todo o mundo depositaram no ARIYA deram vida a esta visão. Através da Horizon, podemos partilhar as nossas próprias experiências sobre como essa visão está a ser totalmente concretizada com o ARIYA e o que isso significa para todos aqueles que estiveram envolvidos na sua conceção. Esperamos que a nossa história permita que as pessoas mergulhem totalmente num mundo novo e emocionante do design de automóveis elétricos», conclui Weaver.

    Também pode juntar-se às 10.000 pessoas que já registaram o seu interesse e ser o primeiro a receber atualizações exclusivas sobre o ARIYA visitando o site da Nissan em Portugal. A e-zine Horizon está disponível aqui. A Horizon tem uma funcionalidade de partilha no canto superior direito da versão digital para que possa ser partilhada com outras pessoas e a série de vídeos no YouTube pode ser vista aqui.

  • PTRX: João Novo dá nova vitória às cores da Motofil

    O jovem craque esteve imparável entre os SuperCar em Montalegre e conquistou a vitória que tem vindo a perseguir. Já Gonçalo Novo registou mais um pódio entre os iniciados, depois de uma corrida de grande nível que o levou até ao segundo posto.

    O Ralicross de Montalegre, penúltima prova da temporada 2020 do PTRX, revelou-se uma jornada onde a equipa Motofil voltou a provar todos os seus pergaminhos e a sua demanda constante pela primazia. Novamente apostando numa dupla frente, ao inscrever João Novo e o Peugeot 206 SuperCar na divisão mais 2musculada e Gonçalo Novo e o Toyota Starlet na Iniciação, a Motofil apresentou-se no circuito raiano ao Gerês com o propósito firme de brilhar.

    E se bem o fez e preparou, melhor o executou. A jornada viria a revelar-se um recital de condução e capacidade técnica dos pilotos e da equipa, acrescentando ao palmarés mais um fantástico resultado de conjunto.

    E aqui, o destaque vai para João Novo. Cada vez mais sólido na sua condução e na adaptação aos SuperCar, o piloto da Motofil não deu veleidades à forte concorrência que enfrentou e dominou a seu belo prazer as mangas de qualificação, garantindo a pole position para a corrida de todas as decisões. Aí, a luta foi árdua, transformando a corrida num fantástico espetáculo e, apesar da forte oposição que só valoriza a sua exibição, João Novo resistiu e chegou solidamente à bandeirada de xadrez no comando, reclamando um triunfo tão justo quanto brilhantemente alcançado.

    No fecho da prova, o piloto estava “muito feliz por ter chegado a esta vitória, que vinha perseguindo e que só não aconteceu ontem por pequenos incidentes. Estou a evoluir e sinto-me muito capaz de discutir os triunfos em todas as circunstâncias. Vamos a Sever do Vouga para tentar vencer de novo”.

    Gonçalo Novo conquista mais um pódio

    Por seu lado Gonçalo Novo voltou a rubricar uma exibição bem conseguida nas lides da Iniciação. Desde o início do programa do fim-de-semana, que conseguiu colocar o seu Toyota Starlet na luta pelos lugares cimeiros, chegando à final em condições de garantir o pódio, feito que alcançou com talento e naturalidade, registando mais um excelente 2º lugar, que se transforma numa boa operação pontual para as contas finais do campeonato. O piloto sentiu-se “sempre muito bem, ao longo de toda a prova. Não cometi erros, o carro esteve excelente e consegui sempre estar na luta. Saio de Montalegre muito motivado para terminar em beleza o campeonato”.

    A jornada final do PTRX 2020 vai ter lugar em Sever do Vouga, nos dias 14 e 15 de novembro.

  • E vão duas vitórias consecutivas para Jorge Machado!

    Que final de época para o lousadense! Verdadeiramente endiabrado e a tocar as raias da perfeição, Jorge Machado alcançou em Montalegre a segunda vitória consecutiva e é agora um dos mais fortes candidatos ao título na Divisão S1600.

    Primeiro Mação e agora Montalegre. Jorge Machado está a revelar todo o seu talento e, principalmente, toda a sua capacidade estratégica para ler de forma perfeita cada momento em cada corrida.

    Iniciou a sua “faena” com uma utilização assertiva dos treinos onde “quis sobretudo afinar bem o Citroen C2 para um fim-de-semana que eu previa ser difícil e muito competitivo. A pista de Montalegre é muito desafiante e exige muito rigor na abordagem a cada curva. Saímos dos treinos satisfeitos com a afinação do Citroen e, felizmente, a mesma revelou-se perfeita para as qualificações, onde rodamos sempre fortes e a conseguir evitar as confusões próprias das corridas nesta divisão tão forte e tão espetacular!”. O craque lousadense esteve sempre na luta pelos lugares cimeiros e conseguiu um lugar na segunda fila da grelha de partida para a corrida decisiva.

    E, no momento da verdade, veio ao de cima a concentração e a experiência de Jorge Machado. Sai que nem uma bala e sobe ao terceiro lugar, onde roda a salvo dos toques e respondendo a rodas as pressões dos pilotos que vinham atrás. Na reta final da corrida, a sua consistência deu fruto e, perante um toque entre os dois primeiros, subiu ao comando da corrida e não mais o largou até à bandeirada de xadrez, conquistando, com todo o mérito, a segunda vitória consecutiva da temporada!

    Já com a Citroen C2 S1600 no parque fechado e com o capacete no braço, Jorge Machado não escondia a alegria nascida “de mais uma vitória incrível, que vem recompensar todo o esforço que eu e a equipa fizemos ao longo da temporada. Passamos por momentos difíceis, onde o azar nos bateu à porta, mas agora tudo está a ficar alinhado e somos os únicos a termos conseguido repetir um triunfo nesta temporada!”, coroando “da melhor forma este regresso à competição, após vários anos parado. Estou muito feliz!”.

    A merecida comemoração terá de ser breve porque, com mais esta vitória, Jorge Machado está agora numa posição privilegiada para atacar o título nacional e promete “dar tudo em Sever do Vouga para ser campeão!”. O campeonato terá a sua última e decisiva corrida nos dias 14 e 15 de novembro.

  • Desafio Kumho: Fernando Peres dá lição em Vila do Bispo sobre a arte de dominar um rali!

    Passam os anos, mas a arte e o talento continuam lá. O piloto portuense, acompanhado por José Pedro Silva, foi ao rali Vila do Bispo vencer e convencer. 5 especiais, outras tantas vitórias e mais um triunfo, oferecendo assim mais uma vitória absoluta aos pneus Kumho.

    Já em 2019, a dupla da Peres Competições tinha logrado executar uma “faena” idêntica, então no Rali Alitém. Quando em pisos de terra, Fernando Peres eleva o seu nível a um patamar que fica ao alcance de poucos e, desta feita em Vila do Bispo, o portuense voltou a não dar veleidades, ganhando tudo o que havia para ganhar e construindo uma vitória mais do que justa. À vitória no rali, juntou obviamente o domínio na Divisão 1 do Desafio Kumho Portugal 2020, que aqui tinha uma tripla jornada, ao contar para os Desafios terra, Centro e Sul.

    O 2º lugar foi ocupado pela dupla formada por Daniel Ferreira e Rodrigo Pinheiro, num Mitsubishi Carisma GT preparado pela Domingos Sport. Estes foram autores de uma prova muito positiva, sendo sempre segundos nas contas da divisão e assegurando ainda no final um bom 6º posto na geral. Quase que a “papel químico”, Rui Rijo e Gonçalo Assunção rodaram sempre no 3º posto e foi aí que concluíram a prova, tendo ainda conseguido que o seu Mitsubishi Lancer EVO IX os levasse até ao Top 10 absoluto do rali.

    A discussão do 4º lugar deu-se com um interessante duelo entre os dois Subaru Impreza inscritos na Divisão 1 Kumho. E seria a equipa estreante entre a “armada” Kumho a superiorizar-se. Vasco Tintim e a sua filha Filipa Tintim controlaram os acontecimentos, terminando no 4º posto, amealhando no final um avanço de 25 segundos sobre José Batista e Jorge Rita, que, mesmo assim, garantiram um excelente quinto lugar.

    Rui Mendes resistiu e venceu a batalha da Divisão 2

    Com um Toyota Corola 2.0 a funcionar que nem um relógio suíço, Rui Mendes e Bruno Pedrosa foram os grandes vencedores em Vila do Bispo, no que respeita às contas da Divisão 2 Kumho.

    Rápidos, constantes e focados em não cometer erros nem forçar a mecânica, Mendes e Pedrosa foram quatros na especial inaugural, saltaram para o terceiro posto na 2ª PEC e chegaram ao comando na terceira classificativa, de onde mais não foram desalojados. O trinfo dá-lhes assim alento para lutar pelo troféu a Sul. Mas quem dominou no início da prova esta divisão foi a dupla formada por Marco Ferreira e Edgar Gonçalves, imperiais nas duas primeiras especiais, que venceram, mas, no 3º troço, uma ligeira saída de estrada afetou o seu Citroen Saxo VTS, levando-os ao abandono.

    O pódio ficou completo com Viana Martins/Vítor Viegas (Opel Astra GSI) no segundo posto, cabendo a Bonito Ramos/Florival Neto (Peugeot 207) subir ao último degrau do pódio. A virtude competitiva das duas duplas ditou-lhes essas recompensas para as exibições sem mácula que realizaram. Sempre regular e no passo certo, Jaime Falcão voltou a “entregar a carta a Garcia”, registando mais um rali terminado e logo com um bom quarto posto e voltando a amealhar preciosos pontos. A regularidade compensa sempre!

    Paulo Anselmo e Eduardo Gonçalves quase que não chegaram a aquecer, pois desistiram logo no segundo troço, quando estavam na luta pelo comando da Divisão 2, devido a problemas mecânicos no seu BMW 318i. A lista de desistentes incluiu ainda Filipe Silva e Ricardo Martins. Crónicos candidatos a lutar pelos lugares de topo na Divisão 2, ainda forma terceiros no primeiro troço, mas, a partir daí, o motor do Citroen Saxo VTS decidiu começar a falar até os forçar a desistir.

    O 3º Desafio Kumho Portugal volta às lides já nos próximos dias 30 e 31 de outubro. A norte, o Rali Terras D’Aboboreia acolhe uma jornada a contar para os Desafios Terra e Norte, enquanto a sul, será em Portimão que se disputará mais uma jornada dos Desafios Asfalto e Sul.

  • Vitória em Magny Cours reforça comando de Miguel Cristovão

    Miguel Cristóvão, na companhia dos seus colegas de equipa, venceu este sábado a terceira ronda da temporada deste ano das Ultimate Cup Series, realizada em Magny-Cours, estendendo a sua liderança no Campeonato de Pilotos.

    O piloto de Cascais e a sua equipa tinham um intenso desafio pela frente, uma vez que para além da oposição, tinham de lidar com uma corrida realizada maioritariamente à noite, uma vez que a prova de quatro horas teve o seu início às 17h40 e o Sol pôr-se-ia às 18h54, o que deixava quase três horas de prova disputadas na obscuridade do traçado situado no centro de França.

    No entanto, o dia começou bem para Miguel Cristóvão, Julian Wagg e Alessandro Ghiretti que conquistaram da parte da manhã a pole-position para a corrida do final da tarde, elevando as expetactivas do trio do Ligier JS P3 número oitenta e oito da Team Virage. O piloto português voltou a ser o responsável pelo primeiro turno de condução e, depois de um bom arranque, começou a cavar uma vantagem para os seus perseguidores que ultrapassou os doze segundos, quando estavam cumpridas vinte e quatro voltas.

    No entanto, uma situação de Safety-Car acabaria por anular o esforço de Miguel Cristóvão, decidindo a equipa chamá-lo à boxe para realizar uma primeira paragem. Numa estratégia diferente da dos seus rivais, o piloto de Cascais passou a adoptar um ritmo intenso, no que foi seguido pelos seus colegas de equipa, acabando o trio do carro oitenta e oito por cruzar a linha no primeiro lugar com uma volta de vantagem para o segundo, vencendo pela segunda vez este ano em três corridas.

    “Fomos competitivos ao longo de todo o fim-de-semana e sabíamos que poderíamos vencer, mas as condicionantes de uma prova tão longa e disputada à noite poderiam jogar contra nós. Imprimimos um ritmo forte desde o início para podermos estar ao abrigo de qualquer contrariedade e o Safety-Car no meu turno mostrou que tudo podia acontecer. Contudo, a equipa reagiu muito bem, mudando a estratégia e, depois, com um ritmo forte, conseguimos colocar-nos ao abrigo de problemas e vencer confortavelmente”, afirmou o português.

    Com o resultado de Magny-Cours, Miguel Cristóvão estenderam a sua liderança no Campeonato de Pilotos das Ultimate Cup Series, quando metade da temporada está realizada, deixando o português confiante para as restantes corridas, duas delas realizadas em Portugal. “Com esta vitória temos uma vantagem mais alargada no comando do campeonato precisamente quando estamos na viragem da época. Os nossos adversários não nos vão dar facilidades, mas temos mostrado um nível competitivo muito elevado, o que nos deixa optimistas na luta pelo título. Para além disso, vamos terminar o campeonato no nosso país, o que me deixa ainda mais entusiasmado”, concluiu o português.

    A próxima prova da Ultimate Cup Series disputa-se também em Navarra, Espanha, nos próximos dias 13 – 15 de Novembro.

    CALENDÁRIO 2020
    3 a 6 de Setembro  – Dijon – França
    24 a 27 de Setembro  – Magny-Cours – França
    15 a 18 de Outubro – Magny-Cours – França
    12 a 15 de Novembro  – Navarra – Espanha
    26 a 29 de Novembro – Algarve – Portugal
    10 a 13 de Dezembro – Estoril – Portugal

  • João Vieira saiu satisfeito do Estoril Classic Festival

    João Carlos Vieira ao volante do seu bonito Porsche 914, esteve presente no Estoril Classic Festival, que teve lugar no autódromo do Estoril, onde demonstrou logo as suas intenções, tendo sido autor de grandes prestações. 

    O piloto que defende as cores da Jocavi e utiliza um 914 da marca de Estugarda, saiu do Autódromo do Estoril com a certeza de que tinha realizado uma prestação muito positiva na edição 2020 do Estoril Classic Festival.

    No fecho, João Vieira falou-nos um pouco do que foi esta prova, começando por nos dizer que “estou uito satisfeito por ter concluído dentro do Top 20 a corrida dos Historic Endurance e isto entre quarenta  participantes e onde o nível é muito alto”. O piloto refere, no entanto, que o resultado poderia ter sido melhor porque “fiz dois  piões que me retiraram cinco ou seis posições à geral, ao que acresceu uma penalização de trinta segundos por não ter cumprido o tempo obrigatório de paragem”.

    Por outro lado, como utilizou “pneus usados e por ter feito uma má escolha de pressões, começaram a aquecer demais na segunda parte da corrida e fui obrigado a levantar o pé. Só tenho a queixar-me de mim mesmo por ter falhado duas vezes e por não ter pensado da melhor forma para uma corrida de 50 minutos.

  • Vitória para Ramos e Chaves em Spa-Francorchamps

    Perfeita a estratégia da dupla Portuguesa do McLaren, que ajudou a desenhar em Spa-Francorchamps a sua segunda vitória da temporada deste ano do International GT Open. Vão para o último evento deste ano no comando do Campeonato de Pilotos.

    A estratégia que se começou a desenhar na Race 1 de sábado, foi semelhante à da anterior visita a Monza. Na ultima volta perderam o 3º lugar e desse modo limparam handicap para a corrida desta tarde, mas felizmente o resultado hoje foi diferente, pois conseguiram a vitória. Na corrida desta tarde um bom arranque de Chaves permitiu subir de 3º para 2º e começar desde logo a atacar o Ferrari de April que tinha feito a Pole, enquanto por outro lado se foi afastando do Aston Martin de Eastwood. No entanto as diferenças entre os três carros andava sempre entre 1seg e 0,5seg, ou seja tudo se manteve inalterado até à troca de pilotos, que ocorreu ao mesmo tempo para os três primeiros.

    Na segunda metade da corrida, Ramos entrou na frente, sendo de inicio pressionado pelo Aston Martin conduzido na altura por Yoluc que nas primeiras voltas ainda chegou a pressionar bastante, mas a meio do turno o piloto Português conseguiu uma ligeira vantagem, que permitiu começar a gerir a corrida da melhor forma. Na ultima volta o Aston ainda foi ultrapassado pelo Bentley de Crestani que fez uma recuperação extraordinária durante esta segunda metade da corrida.

    No global foi uma fantástica vitória para os Portugueses, tal como comentou Miguel Ramos, “A nossa estratégia resultou em pleno. No sábado limpamos handicap para hoje podermos estar mais competitivos. São assim as regras, tendo que nos habituar e jogar com elas. Ainda por cima estávamos com mais 20kg de lastro e tínhamos de fazer uma corrida muito inteligente. O Henrique estava com bom ritmo e manteve o April sempre sobre pressão e isso foi muito importante para estarmos próximos na altura do Pit-Stop. Quando entrei para o meu stint, apanhei pista livre à frente e estávamos no primeiro lugar, ainda que o Yoluc no Aston me tivesse tentado pressionar, ao que consegui responder e restabelecer a diferença. No final da corrida o Fabrizio no Bentley ainda conseguiu passar o Yoluc, mas todos sabíamos que ele estava com uma penalização de 15seg e por isso iria cair bastante na classificação. Contudo, nem se chegou a aproximar de nós e com isso ganhamos na pista que é sempre o mais bonito de acontecer. Por fim, deixo uma palavra em especial a um amigo, dedicando esta vitória ao pai do Fabrizio Crestani que está no Hospital e daqui lhe envio um forte abraço desejando uma rápida recuperação”.

    Já Henrique Chaves afirmou que “hoje queríamos mesmo vencer! Por um lado, porque considerávamos que tínhamos ritmo para isso e, por outro, era importante para o campeonato. Arranquei bem e ganhei uma posição e, depois, sabia que se mantivesse o primeiro classificado por perto, o Miguel ficaria no comando e foi o que aconteceu. O Miguel esteve muito bem no seu turno, levando o carro até ao triunfo. Foi uma prova em que todos nós maximizámos o nosso potencial e isso foi determinante para o triunfo”

    A próxima e ultima prova do GT Open 2010 terá lugar em Barcelona (Espanha) entre 30 de Outubro e 1 de Novembro e a dupla Portuguesa Miguel Ramos e Henrique Chaves mantêm a liderança com os mesmos 8 pontos de vantagem para a dupla do Ferrari, Louis Prette – Vincent April que tinham na chegada à Bélgica.

  • Miguel Nunes chega ao tetra na Madeira

    texto: Joaquim Amândio Santos * Foto de destaque: João Tiago

    Ao triunfar no Rali Cidade de Santana, o piloto da The Racing Factory selou o título regional madeirense, a uma prova do fecho do campeonato, mercê das quatro vitórias alcançadas em outras tantas provas já disputadas na Pérola do Atlântico.

    E esta vitória acabou por ser muito tranquila. Miguel Nunes, acompanhado pelo navegador João Paulo, impôs o Skoda Fabia R5 EVO em 6 das 7 provas especiais de classificação, não dando veleidades aos adversários presentes. No fecho das contas deste Rali Cidade de Santana, o segundo lugar foi assegurado por Rui Fernandes/Ricardo ventura (Ford Focus WRC9, enquanto Filipe Pires/Vasco mendonça colocavam o seu Mitsubishi Lancer EVO X no último degrau do pódio.

    O piloto sagra-se assim campeão ‘em casa’, pois é natural do Faial, dominando o rali onde venceu Depois dos títulos alcançados em 2010, 2012 e 2014, Miguel Nunes volta assim a sentir o ‘sabor’ do título regional de ralis, festejando na sua terra natal o quarto título regional da carreira, num momento que rotula de “muito emocionante. Seis anos depois é fantástico conseguirmos voltar a ser campeão!”.

    Quando ao desenrolar da prova, Miguel Nunes refere que o rali “foi encarada de uma forma diferente. Os principais adversários decidiram não participar e isso levou-nos a abordar o rali com a cautela necessária para terminarmos a prova e fechar as contas do título. Mesmo assim, na aprte final da prova, testamos soluções no carro e imprimimos um andamento mais forte, mas sempre entro dos limites de segurança. Vencemos e conseguimos o título, tornando a prova perfeita!” .

    No que respeita ao futuro, o piloto está focado no que falta desta época e só tem previsto “fazer a ultima prova para cumprir o campeonato na íntegra, respeitando o acordo com os patrocinadores. Vamos para o ultimo rali para ganhar!”. Quanto a 2021, o piloto quer “continuar este trabalho com a The Racing Factory, que resultou na perfeição e vamos falar com os patrocinadores para tentar no próximo ano chegar ao quinto título madeirense”.

    Neste Rali Cidade de Santana também ficaram fechadas as contas de outros títulos. Filipe Pires garantiu a vitória no Grupo RC2N, o mesmo fazendo Filipe Freitas (Porsche 911 GT3 Cup) entre os R-GT, terminando o rali no 4º lugar da geral. Rui Fernandes (Renault Clio IV RS) sagrou-se vencedor da Taça para os RC3.