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  • Afonso Santos responde ao azar com vitória na Power Stage do 6 Cities

    Afonso Santos responde ao azar com vitória na Power Stage do 6 Cities

    “Pocket Rocket” dominava entre os Júnior antes do abandono, regressou em Super Rally e terminou em grande, batendo todos os Rally4 na derradeira especial.

    A sorte nada quis com Afonso Santos no Rally 6 Cities North of Portugal. Mas, se o resultado final não refletiu aquilo que o jovem piloto da Póvoa de Varzim mostrou ao longo do fim de semana, a resposta dada no domingo deixou uma demonstração inequívoca de velocidade e competitividade.

    Aos comandos do Peugeot 208 Rally4 preparado pela PT Racing e navegado pela irmã Mafalda dos Santos, Afonso entrou na prova com uma estratégia muito clara: andamento forte, mas controlado, sabendo que esta poderia ser uma jornada determinante nas contas do Campeonato de Portugal Júnior de Ralis.

    E os primeiros quilómetros mostraram imediatamente que o “Pocket Rocket” estava preparado para discutir a vitória. Depois da segunda classificativa, Afonso Santos liderava entre os concorrentes do Júnior com mais de 35 segundos de vantagem sobre o adversário mais direto, construindo uma margem expressiva sem assumir riscos desnecessários.

    Tudo mudaria na terceira especial, a primeira passagem pelos 18,2 quilómetros de Ribeira de Pena, um troço que provocou muitas dificuldades e várias baixas no pelotão: “Começámos a sexta-feira com muita cabeça na subida da Penha e no sábado entrámos bem. Mas, logo na segunda especial do dia, cometi um pequeno erro num gancho, tocámos no interior da curva e uma pedra bicuda furou o radiador. Ficámos imediatamente impedidos de concluir a especial e o resto da etapa”, explica Afonso Santos.

    O abandono de sábado deixou a dupla sem possibilidade de concretizar a vantagem que tinha construído, mas os danos no Peugeot 208 Rally4 não impediram a PT Racing de reparar a viatura a tempo da derradeira etapa.

    Afonso Santos e Mafalda dos Santos regressaram assim no domingo ao abrigo do Super Rally, carregando uma pesada penalização de tempo, mas decididos a aproveitar cada quilómetro disponível.

    E a resposta foi impressionante. Sem qualquer possibilidade de lutar pela classificação absoluta, o “Pocket Rocket” foi aumentando progressivamente o ritmo e transformou a jornada final numa demonstração de velocidade. Terminou em 2.º lugar entre os Rally4 nas especiais 14 e 15, antes de reservar o melhor para o final.

    Na derradeira classificativa, segunda passagem pela Lameirinha, correspondente à Power Stage, Afonso Santos foi o mais rápido entre todos os Rally4, superando não apenas os adversários do Campeonato de Portugal de Ralis, mas também a forte representação internacional integrada nas categorias ERC4 e ERC Júnior.

    “Já no domingo, em Super Rally, não tínhamos nada a perder e decidimos aumentar o ritmo gradualmente. Acabámos por vencer a Power Stage entre os concorrentes RC4 do CPR e do ERC, o que foi muito positivo e mostrou o andamento que tínhamos”, destaca.

    Apesar do abandono na primeira etapa, Afonso Santos terminou o rali na 2.ª posição entre os inscritos no Campeonato de Portugal Júnior de Ralis. Por estar em Super Rally, não pôde recolher os pontos correspondentes a essa classificação, mas somou três pontos pela vitória na Power Stage, reduzindo a diferença para a liderança antes da derradeira prova da época.

    A dupla alcançou ainda um Top 4 nas contas do CPR 2RM, num fim de semana em que a classificação final conta apenas uma parte da história: “Foram quilómetros muito importantes. Tiramos o máximo proveito de cada segundo dentro do carro e ficámos com a certeza de que temos ritmo para estar na frente”, sublinha Afonso Santos.

    Depois de um Rally 6 Cities North of Portugal onde o azar interrompeu uma prestação que começava de forma dominadora, o foco passa agora integralmente para o Rallye Vidreiro Centro de Portugal.

    “Agora é olhar para o Rali Vidreiro. Vai ser uma autêntica final e vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para chegar ao título Júnior!”, conclui o “Pocket Rocket”.

  • Status Wellness junta-se à Porsche Sprint Challenge Ibérica e leva a cultura da performance e recuperação à Grand Finale

    Status Wellness junta-se à Porsche Sprint Challenge Ibérica e leva a cultura da performance e recuperação à Grand Finale

    A Porsche Sprint Challenge Ibérica anuncia a chegada da Status Wellness ao seu universo de patrocinadores, numa parceria que terá a sua estreia na Cascais Weekend Grand Finale, nos dias 31 de outubro e 1 de novembro, no Autódromo do Estoril.

    No automobilismo de competição, cada milésimo de segundo conta. Mas a capacidade de um piloto alcançar o melhor desempenho não depende apenas da velocidade, da precisão de condução ou da competitividade do automóvel. A preparação física, a concentração e a recuperação entre sessões são também componentes importantes de uma modalidade em que a exigência é permanente e cada detalhe pode fazer a diferença.

    É precisamente nesta ligação entre desempenho e recuperação que nasce a parceria entre a Porsche Sprint Challenge Ibérica e a Status Wellness, marca especializada em soluções de bem-estar, spas e saunas, que chega ao campeonato com uma proposta diferenciadora, aproximando o universo do wellness da tecnologia, da intensidade e da exigência do automobilismo de competição.

    «Status Wellness. Where Performance Meets Recovery» é a assinatura que traduz esta filosofia e que estará no centro da presença da marca na grande final da temporada.

    Um verdadeiro Pit Lane dedicado ao bem-estar

    Sob o conceito «Where Performance Meets Recovery», a marca levará ao paddock uma experiência dedicada ao bem-estar, à preparação física e à recuperação, demonstrando que a procura pela excelência no automobilismo vai muito além do desempenho em pista.

    Para materializar esta filosofia, a Status Wellness prepara a instalação de um espaço exclusivo no paddock do Estoril, denominado «Status Wellness Pit Lane», com aproximadamente 35 metros quadrados, dividido em duas áreas complementares.

    A primeira, «Warm Up Bay», estará associada à HotSpring®, através de spas de hidromassagem e do conceito «Heat for Speed». A experiência proposta contempla sessões de preparação antes da entrada em pista, com acompanhamento de indicadores como a temperatura muscular e a frequência cardíaca.

    A segunda, «Recovery Space», estará ligada à Auroom®, com uma sauna finlandesa e o conceito «Recovery for More Laps», proporcionando uma experiência centrada na recuperação e no bem-estar.

    Duas abordagens complementares, reunidas num mesmo espaço, que procuram demonstrar como a atenção ao corpo, à preparação e à recuperação pode integrar a cultura de desempenho que caracteriza o desporto motorizado.

    Filipe Mendes, CEO da Status Wellness, considera que esta parceria representa uma oportunidade de aproximar dois universos que partilham valores comuns: «É com enorme entusiasmo que nos associamos à Porsche Sprint Challenge Ibérica. Vamos levar ao paddock do Estoril o universo Status Wellness, com spas e saunas que os pilotos, equipas e visitantes poderão conhecer de perto. Acreditamos que a verdadeira performance também se constrói através da recuperação, do equilíbrio e da atenção a cada detalhe. É esta filosofia que queremos partilhar com o automobilismo, dentro e fora da pista.»

    Uma parceria que acrescenta valor à experiência PSCI

    A chegada da Status Wellness reforça a capacidade da Porsche Sprint Challenge Ibérica para estabelecer parcerias com marcas de diferentes setores, que encontram no campeonato uma plataforma de comunicação, relacionamento e contacto direto com um público particularmente ligado à tecnologia, à inovação e à procura da excelência.

    Esta colaboração pretende acrescentar uma nova dimensão à experiência vivida no paddock, proporcionando aos pilotos, equipas e convidados o contacto com soluções de bem-estar num ambiente dominado pela intensidade da competição.

    Para José Monroy, responsável pela Porsche Sprint Challenge Ibérica, a entrada da Status Wellness constitui mais um passo na valorização do campeonato: “É com enorme satisfação que damos as boas-vindas à Status Wellness à família da PSCI. Esta parceria acrescenta uma nova dimensão à experiência que proporcionamos aos pilotos, equipas e público, associando o bem-estar e a recuperação ao universo da competição. Estamos muito entusiasmados por iniciar esta colaboração na nossa Grand Finale, no Estoril.”

    A escolha da Cascais Weekend Grand Finale para a estreia da Status Wellness confere um significado especial à parceria.

    Nos dias 31 de outubro e 1 de novembro, o Autódromo do Estoril será o palco da última ronda da Porsche Sprint Challenge Ibérica 2026, num fim de semana que reunirá a emoção das derradeiras corridas da temporada, a celebração dos títulos e a apresentação de novas experiências no paddock.

  • Rui Madeira prepara ataque ao Rally de Asturias Carlos Sainz Tribute

    Rui Madeira prepara ataque ao Rally de Asturias Carlos Sainz Tribute

    Está praticamente tudo pronto para o arranque do XVII Rally de Asturias Histórico Carlos Sainz Tribute. Rui Madeira e Paula Madeira já estão nas Astúrias, onde cumprem os reconhecimentos das classificativas de uma das mais prestigiadas provas internacionais do universo Legends, numa participação em que o Mitsubishi Lancer EVO X da MPRO Professionals ostentará o número 6 nas portas.

    Para o “mundialista” português, os primeiros contactos com o percurso confirmaram as expectativas criadas antes da viagem. Estradas exigentes, grande variedade de ritmos e um cenário natural particularmente impressionante compõem um desafio onde experiência, precisão e capacidade de adaptação serão determinantes.

    “Começámos hoje os reconhecimentos e faltam-nos apenas três especiais. Os troços são muito interessantes, com paisagens lindíssimas e passagens por aldeias históricas. São traçados muito técnicos, com zonas rápidas e travagens fortes, alternando com sequências encadeadas e escorregadias devido à muita humidade provocada pelas zonas arborizadas”, descreve Rui Madeira.

    Perante uma lista recheada de equipas experientes e conhecedoras das estradas asturianas, Rui Madeira assume um objetivo simultaneamente ambicioso e realista para esta estreia: terminar entre os dez primeiros da classificação.

    “Gostaríamos de estar entre os dez primeiros no final. Sabemos que existem excelentes equipas, com um enorme conhecimento destes percursos, porque estamos perante especiais míticas utilizadas tanto no Supercampeonato de Espanha de Ralis como nos ralis históricos do Europeu. Vai ser um desafio muito interessante para percebermos onde nos situamos”, salienta.

    Especial atenção será dedicada às classificativas de sexta-feira disputadas já com menor luminosidade. A meteorologia e, particularmente, a possibilidade de nevoeiro poderão acrescentar mais uma variável às exigentes estradas asturianas.

    “Vamos estar muito atentos às especiais de sexta-feira à noite. Há características que nos fazem lembrar Sintra e sabemos que o nevoeiro pode aparecer e alterar completamente as condições. Será preciso ler muito bem a estrada e adaptar o ritmo ao que encontrarmos”, antecipa o piloto.

    Depois das boas indicações deixadas na curta estreia competitiva no Rally Legends Luso-Bussaco, Rui Madeira considera o Mitsubishi Lancer EVO X preparado para enfrentar este novo teste. A prova espanhola permitirá à dupla acumular quilómetros importantes e continuar o processo de conhecimento e evolução da máquina da MPRO Professionals num contexto competitivo especialmente exigente.

    Para Paula Madeira, esta participação terá também um significado muito particular. Será a sua primeira experiência em competição fora de Portugal, num evento que reúne várias das figuras que marcaram uma era dourada do Campeonato do Mundo de Ralis.

    “Vai ser a minha primeira competição fora de Portugal e fazê-la num evento onde vamos encontrar alguns dos ‘dinossauros’ dos tempos áureos dos ralis, como Carlos Sainz, Sébastien Loeb ou François Delecour, torna tudo ainda mais especial. Mas, quando colocamos os capacetes, estamos focados no nosso objetivo e naquilo que temos para fazer dentro do carro”, destaca a navegadora.

    Paula Madeira deixa ainda uma palavra de reconhecimento à organização pelo acolhimento proporcionado à dupla portuguesa. “Queremos agradecer à organização toda a simpatia e as excelentes condições que nos proporcionou para podermos estar presentes neste evento. Será uma edição particularmente especial para Carlos Sainz e Luis Moya, com quem voltamos agora a encontrar-nos em competição depois do Rally de Portugal de 2001”, acrescenta.

    A presença nas Astúrias representa assim um reencontro com uma geração particularmente marcante para Rui Madeira, que durante a sua carreira internacional partilhou classificativas e parques de assistência com muitos dos protagonistas agora reunidos neste evento de homenagem a Carlos Sainz.

    Com o número 6 nas portas, o desafio está lançado: desfrutar de um ambiente único e, perante uma concorrência de enorme qualidade, lutar por um lugar no Top 10 do Rally de Asturias Histórico.

  • Ricardo Loureiro fecha época com Top 4 no Caramulo e pódio no Campeonato

    Ricardo Loureiro fecha época com Top 4 no Caramulo e pódio no Campeonato

    A 35.ª Rampa do Caramulo marcou o encerramento de uma temporada muito positiva para Ricardo Loureiro, que terminou a última jornada do Campeonato de Portugal Clássicos de Montanha JC Group com um sólido 4.º lugar, garantindo ainda um excelente 3.º lugar na classificação final do campeonato.

    Ao volante do seu habitual Ford Escort MKII, Ricardo Loureiro voltou a evidenciar a consistência que marcou a sua temporada.

    Mesmo com a inesperada chegada da chuva no domingo, o piloto, que acumula a atividade desportiva com as funções de Presidente da Junta de Freguesia do Guardão, manteve um andamento seguro e eficaz ao longo dos dois dias, beneficiando da irrepreensível fiabilidade da sua máquina.

    “Foi um fim de semana dentro daquilo que era expectável. Tivemos a surpresa da chuva no domingo, que ninguém esperava, mas correu tudo muito bem e o carro esteve impecável. Já na Arrábida tínhamos começado a experimentar algumas soluções diferentes e fizemos o mesmo aqui no Caramulo. Sabemos que ainda existe uma diferença de competitividade para alguns dos carros da frente, mas estamos a trabalhar nisso e sabemos bem o que queremos para a próxima época”, explicou Ricardo Loureiro.

    O resultado alcançado na prova organizada pelo próprio Caramulo Racing Team colocou um ponto final numa campanha em que a regularidade e a capacidade de superar as limitações técnicas foram determinantes. Num campeonato com numerosos pilotos experientes e máquinas de elevado potencial, o 3.º lugar absoluto entre os Clássicos assume um significado especial.

    “Fazendo um balanço global da temporada, foi um ano muito interessante. Conseguimos o terceiro lugar no Campeonato Nacional, o que, tendo em consideração o número de pilotos inscritos e a qualidade das máquinas e dos adversários, é um resultado muito positivo. Espero sinceramente ter um carro mais competitivo na próxima época, para podermos discutir posições ainda melhores”, sublinhou.

    Apesar de a competição ter acabado, Ricardo Loureiro já tem os olhos postos em 2027. A evolução do Ford Escort MKII e a definição dos apoios necessários para a próxima campanha assumem-se como prioridades imediatas.

    “Agora é tempo de descansar um pouco, mas também de começar já a trabalhar na próxima época, porque isto não para. Se tudo correr bem, em dezembro queremos ter definido o número de provas que vamos disputar e perceber com que apoios e patrocinadores podemos contar”, adiantou.

    A jornada caramulense teve ainda um significado acrescido por marcar a estreia do Caramulo Racing Team como clube organizador da Rampa do Caramulo, responsabilidade que, na opinião de Ricardo Loureiro, foi assumida com enorme competência.

    “Quero dar os parabéns ao Caramulo Racing Team pela excelente organização. Tendo em consideração que foi a primeira vez que assumiu a organização da Rampa do Caramulo, penso que foi um grande sucesso”, destacou o piloto.

    Com um Top 4 na última prova e o 3.º lugar final no Campeonato de Portugal Clássicos de Montanha JC Group, Ricardo Loureiro encerra a temporada de 2026 com motivos de sobra para sorrir. Fica a satisfação pelos resultados alcançados, a emoção de terminar a época perante a sua gente e, sobretudo, a determinação de regressar em 2027 com um Ford Escort MKII ainda mais competitivo e renovadas ambições.

  • JOSÉ LAMEIRO FECHA A ÉPOCA COM VITÓRIA NO CARAMULO

    JOSÉ LAMEIRO FECHA A ÉPOCA COM VITÓRIA NO CARAMULO

    José Lameiro encerrou a temporada de 2026 a roçar a perfeição. O piloto da Diatosta conquistou uma vitória categórica na Super Challenge e colocou o Škoda Fabia MKIII no Top 10 da classificação geral absoluta da 35.ª Rampa do Caramulo, oitava e última jornada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    De regresso ao traçado onde se estreou nas provas de Montanha, Lameiro apresentou um ritmo forte e consistente durante todo o fim de semana. Sem cometer qualquer erro e beneficiando da excelente saúde demonstrada pelo Škoda, o piloto confirmou a recuperação competitiva já evidenciada nas rondas anteriores e impôs-se de forma inequívoca entre os Super Challenge.

    “Foi um final de época praticamente perfeito. Conseguimos a vitória na Super Challenge, entrámos no Top 10 absoluto e, acima de tudo, apresentámos um ritmo muito forte, sem erros e com o carro a corresponder de forma irrepreensível. Foi extraordinário regressar ao lugar onde tudo começou e terminar desta forma”, afirmou José Lameiro.

    O triunfo alcançado no Caramulo repetiu a receita do encerramento da temporada anterior. Em 2025, José Lameiro conquistara na Rampa da Arrábida a primeira vitória da sua carreira na Super Challenge; um ano depois, voltou a fechar o campeonato no lugar mais alto do pódio.

    “Parece uma cópia do que aconteceu em 2025. Voltámos a terminar a época com uma vitória, mas esta tem um significado ainda maior por tudo aquilo que enfrentámos ao longo do ano. Foi uma temporada muito atribulada, com momentos difíceis, e este resultado é o justo prémio para toda a equipa, para os nossos parceiros e para todos aqueles que nunca deixaram de acreditar em nós.”

    Depois de uma fase marcada pela recuperação do ritmo, da confiança e dos índices competitivos do conjunto, José Lameiro encerra 2026 com a certeza de que possui todas as condições para discutir objetivos mais ambiciosos na próxima temporada.

    “Terminámos o ano exatamente no nível que queríamos. Sabemos que ainda podemos evoluir, mas esta vitória deixa-nos muito confiantes e excelentes indicações para 2027. Queremos preparar tudo com o máximo cuidado porque o objetivo é claro: regressar ainda mais fortes e atacar o título nacional da Super Challenge.”

    O piloto da Diatosta deixou ainda uma palavra de grande reconhecimento ao Caramulo Racing Team: “A organização esteve irrepreensível na condução da prova e recebeu-nos com uma hospitalidade inexcedível. O Caramulo Racing Team está de parabéns pela qualidade do evento e pela forma extraordinária como acolheu pilotos, equipas e público.”

    A vitória no Caramulo colocou, assim, um ponto final brilhante numa época exigente e confirmou que José Lameiro e o Škoda Fabia MKIII estão novamente ao mais alto nível. 2026 terminou no lugar mais alto do pódio; 2027 começa já com o título nacional como alvo.

  • smart #5 enfrenta 3.700 km até Paris e confirma vocação para longas viagens

    smart #5 enfrenta 3.700 km até Paris e confirma vocação para longas viagens

    A smart acompanhou a World Shopper | Viver Elétrico numa roadtrip de 3.743 quilómetros entre Portugal e Paris, ao volante do smart #5 Premium. A viagem serviu para testar, em utilização real, a autonomia, consumos e capacidade de carregamento do SUV 100% elétrico.

    Ao longo de sete dias e com passagem por Portugal, Espanha e França, o smart #5 registou mais de 400 quilómetros de autonomia em autoestrada, a uma velocidade média de 120 km/h, terminando o percurso com um consumo médio de 21,7 kWh/100 km.

    A arquitetura elétrica de 800 V permitiu alcançar potências médias de carregamento próximas dos 280 kW, com recuperações dos 10 aos 80% da bateria em cerca de 18 minutos.

    “Depois de mais de 3.700 quilómetros pela Europa, o que mais valorizámos no smart #5 foi a combinação entre a autonomia em autoestrada, a rapidez dos carregamentos e o conforto a bordo. São três fatores que fazem uma grande diferença quando viajamos longas distâncias num automóvel elétrico”, destacou Ricardo Oliveira, da World Shopper | Viver Elétrico.

    O conforto e a tecnologia tiveram também peso na experiência, com destaque para a habitabilidade, o ecrã de 13 polegadas destinado ao passageiro, as portas USB-C de 60 W, as câmaras de 360º, o sistema de som Sennheiser com 20 altifalantes e o compartimento refrigerado na consola central.

    A viagem terminou no Paris Motor Show 2026, onde foi apresentado mundialmente o novo smart #2, recuperando o conceito de urbano de dois lugares que marcou a história da marca.

  • Carlos Barbosa estreia GR86 em Jarama e abre porta à GR Cup Spain para pilotos portugueses

    Carlos Barbosa estreia GR86 em Jarama e abre porta à GR Cup Spain para pilotos portugueses

    Mais do que um regresso ao volante, a presença de Carlos Barbosa no Circuito del Jarama teve um objetivo concreto: perceber se a GR Cup Spain pode transformar-se numa nova oportunidade competitiva para pilotos portugueses. Para isso, aceitou o convite da MSi e foi conhecer o Toyota GR86 exatamente onde interessava: em corrida.

    Depois de vários meses concentrado na organização da Type R Legacy Cup e das competições de endurance dos Citroën C1, Carlos Barbosa voltou a vestir o fato para uma estreia dupla: no histórico traçado madrileno e aos comandos do Toyota GR86 utilizado no troféu espanhol.

    A missão passou menos pelo cronómetro e mais pela avaliação. Conhecer as exigências técnicas do carro, perceber o funcionamento da estrutura da competição e analisar de que forma pilotos portugueses poderão integrar a GR Cup Spain foram as prioridades do fim de semana.

    “O Toyota GR86 revelou-se um verdadeiro carro de competição, exigente, desafiante e com muito potencial. Foi um fim de semana de aprendizagem, de recuperação de ritmo e de evolução a cada entrada em pista”, resumiu Carlos Barbosa.

    A experiência deixou também uma conclusão importante: há interesse em aproximar este conceito do mercado português e criar uma ponte para o campeonato espanhol.

    E o próximo passo já está marcado. Nos dias 21 e 22 de novembro, durante a última jornada da ANPAC no Circuito do Estoril, o Toyota GR86 estará disponível nos treinos privados para ser experimentado por vários pilotos.

    Jarama serviu para Carlos Barbosa perceber o carro. No Estoril será a vez de começar a perceber quantos portugueses poderão querer correr com ele.

  • Pedro Almeida: «Nunca baixámos os braços»

    Pedro Almeida: «Nunca baixámos os braços»

    Pedro Almeida e António Costa saíram do Rally 6 Cities North of Portugal na liderança do Campeonato de Portugal de Ralis. O segundo lugar entre os concorrentes do CPR, aliado ao nono posto absoluto no ERC, colocou a dupla do Toyota GR Yaris Rally2 no comando do campeonato quando falta apenas uma prova para o final da temporada.

    Num rali com 38 viaturas Rally2 e um nível competitivo particularmente elevado, Pedro Almeida voltou a mostrar velocidade. Venceu cinco classificativas, manteve-se na luta pelos primeiros lugares e respondeu aos contratempos que marcaram sobretudo a manhã do último dia.

    Furos e outras dificuldades condicionaram o ataque, mas não retiraram valor a uma prestação sem erros de condução e que acabou por produzir exatamente aquilo de que a dupla precisava: pontos suficientes para chegar à derradeira ronda na frente do CPR.

    Depois da vitória no Rallye Casinos do Algarve, Pedro Almeida voltou assim ao pódio e transformou duas provas consecutivas num volte-face completo na discussão do título.

    “Foi um rali com altos e baixos. Andámos verdadeiramente bem, fizemos uma prova limpa em termos de condução e estamos satisfeitos por acabar com este segundo lugar, que nos mantém na luta pelo título e deixa tudo em aberto para a última prova do Campeonato”, afirmou.

    O piloto sublinhou ainda a reação da equipa aos problemas encontrados: “Foi uma pena termos sofrido com os furos e com as dificuldades da manhã deste último dia, mas soubemos resistir, nunca baixámos os braços e continuámos a dar o máximo.”

  • Volvo usa inteligência artificial para antecipar acidentes que ainda não aconteceram

    Volvo usa inteligência artificial para antecipar acidentes que ainda não aconteceram

    Depois de mais de cinco décadas a estudar acidentes reais, a Volvo Cars está agora a usar inteligência artificial para criar milhões de cenários virtuais e preparar os seus automóveis para situações de risco extremamente raras — mas potencialmente graves.

    A tecnologia utilizada, denominada Gaussian Splatting, permite recriar digitalmente situações reais de circulação com elevado detalhe e, a partir daí, gerar milhares de variações do mesmo cenário.

    Um peão que surge inesperadamente, uma bicicleta num cruzamento, uma mudança repentina de faixa ou um obstáculo na estrada podem ser combinados de inúmeras formas, permitindo testar e treinar os sistemas de segurança antes de essas situações ocorrerem no mundo real.

    “Já utilizamos milhões de pontos de dados de situações que nunca chegaram a acontecer. Com esta tecnologia conseguimos partir de um cenário raro e criar milhares de novas variações para treinar e validar os nossos modelos”, explica Alwin Bakkenes, Head of Global Software Engineering da Volvo Cars.

    A utilização de inteligência artificial permite ainda acelerar o desenvolvimento dos sistemas ADAS, reduzindo processos que anteriormente dependiam sobretudo de quilómetros de testes em estrada e validação física.

    A abordagem prolonga uma filosofia com mais de 55 anos. Desde a criação do Volvo Accident Research Team, no início da década de 1970, a marca sueca tem utilizado acidentes reais como matéria-prima para desenvolver novas soluções de segurança.

    Agora, o passo seguinte é virtual: aprender não apenas com aquilo que já aconteceu, mas também com aquilo que poderá acontecer.

  • Hélder Silva vence no Caramulo, Power House monopoliza o pódio absoluto

    Hélder Silva vence no Caramulo, Power House monopoliza o pódio absoluto

    A Serra do Caramulo foi palco de um encerramento de temporada à altura da competitividade demonstrada ao longo das oito jornadas do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2026. A 35.ª Rampa do Caramulo reuniu milhares de espectadores, proporcionou disputas intensas e consagrou novos campeões nacionais, numa edição que assinalou também a estreia do Caramulo Racing Team como clube organizador.

    Depois de um sábado soalheiro, o domingo trouxe chuva ligeira e nevoeiro, por momentos bastante intenso. As condições obrigaram a Direção de Prova a declarar a segunda subida oficial com pista molhada, condicionando os tempos e as estratégias dos pilotos. O regresso do piso seco na derradeira subida permitiu que a luta pelas classificações se resolvesse em condições mais favoráveis.

    Hélder Silva regressa a vencer e Power House ocupa todo o pódio

    O regresso de Hélder Silva à competição, aos comandos do Norma FC20 M20FC, terminou com uma vitória sem contestação. O pentacampeão nacional assumiu a liderança no sábado e confirmou-a na última subida oficial, estabelecendo a sua melhor marca do fim de semana, 1m15,393s, próxima do recorde do traçado, que também lhe pertence.

    Com o acumulado de 2m31,219s, o piloto da Póvoa de Varzim venceu com 9,800 segundos de vantagem sobre o companheiro de equipa Nuno Caetano, no Osella PA2000 EVO2-PA30.

    O segundo lugar permitiu a Caetano conquistar o vice-campeonato nacional absoluto, encerrando uma temporada em que se afirmou regularmente entre os mais rápidos.

    O terceiro lugar constituiu uma das principais notícias da prova.

    Diogo Marújo, jovem piloto que se tem destacado nos ralis nacionais, estreou-se no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group aos comandos de um Osella PA21/S Evo da Power House e alcançou imediatamente um pódio absoluto.

    Quarto classificado no sábado, Marújo melhorou os seus registos e terminou a apenas 511 milésimos de Nuno Caetano, confirmando uma rápida adaptação às exigências dos protótipos de Montanha.

    A Power House colocou, assim, os seus três Protótipos A nas três primeiras posições da classificação geral.

    O quarto lugar pertenceu a Carlos Gonçalves, no Osella PA21/S da JC Group Racing Team, a apenas 220 milésimos do pódio, fechando aquela que foi a sua melhor temporada desde que iniciou a carreira na modalidade. José López-Fombona, com o Audi RS5 DTM, completou o Top 5, tendo sido o mais rápido na segunda subida oficial, disputada com piso molhado e nevoeiro. Na sexta posição terminou Sérgio Nogueira, vencedor dos Protótipos B com o Silver Car S3, resultado que lhe garantiu o terceiro lugar final no campeonato da divisão.

    Pedro Alves conquista o bicampeonato de Turismos

    Pedro Alves cumpriu no Caramulo o objetivo que perseguia: renovar o título nacional de Turismos. O piloto de Vila Real colocou o Cupra TCR da Befast Motorsport na sétima posição absoluta, vencendo a categoria e a divisão Turismo 2.

    A conquista representa o segundo título consecutivo de Turismos e o terceiro título nacional da sua carreira na Montanha.

    Nas restantes divisões, Daniel Pacheco venceu o Turismo 1, na estreia do seu novo Škoda Fabia N5, enquanto Aníbal Pinto, em Renault Clio RS, foi o vencedor do Turismo 3.

    Beatriz Correia vence duelo nos GT e garante o vice-campeonato

    A discussão pelo vice-campeonato nacional de GT proporcionou uma das lutas mais interessantes do fim de semana.

    Depois de Daniel Vilaça ter terminado o sábado com apenas 230 milésimos de vantagem, Beatriz Correia respondeu na jornada decisiva com a melhor subida da categoria, estabelecendo 1m27,925s aos comandos do Porsche 992 GT3 Cup,

    A piloto da JC Group Racing Team conquistou a vitória entre os GT, terminou na oitava posição absoluta e assegurou o vice-campeonato nacional, repetindo uma classificação anteriormente alcançada pela irmã, Gabriela Correia. levando de vencida.

    O pódio da categoria fechou com José Carlos Pouca Sorte no segundo posto, com o Porsche 991 GT3 Cup, enquanto Daniel Vilaça caia para terceiro no fecho da rampa e terminou também o campeonato na mesma posição.

    José Lameiro fecha a época com vitória no Super Challenge

    José Lameiro confirmou o domínio evidenciado desde sábado e conquistou a sua primeira vitória da temporada no Super Challenge.

    Aos comandos do Škoda Fabia MK3 Supercar da Diatosta, o piloto venceu a categoria e a divisão SC-A, terminando na nona posição absoluta, com 2m59,371s. Repetiu, assim, o desfecho de 2025, encerrando novamente a época com uma vitória no Caramulo.

    Alberto Pereira, em Honda Civic Type R, foi segundo da geral do Super Challenge e venceu os SC-C, à frente de Jorge Costela, que colocou o Citroën Saxo VTS no terceiro lugar absoluto da categoria. Nos SC-B, a vitória pertenceu a Miguel Gonçalves, com o BMW E36 Coupé, enquanto Tiago Teixeira, no Peugeot 106 Rallye, venceu os SC-D, superando Horácio Morais por apenas 87 milésimos de segundo.

    Rui Costa conquista o primeiro título nacional de Clássicos

    O Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group conheceu no Caramulo um novo campeão. Rui Costa, aos comandos do Ford Escort RS1600, confirmou a recuperação protagonizada na segunda metade da temporada, somando mais uma vitória e conquistando o primeiro título nacional da carreira entre os Clássicos.

    O piloto estabeleceu o acumulado de 3m08,159s, terminando com 3,134 segundos de vantagem sobre Flávio Sainhas, no Ford Escort MKI. Pedro Silva, com o Volkswagen Golf 16S da Sanguinho, completou o pódio, a 6,518 segundos do vencedor. Ricardo Pereira, em Ford Escort, e Ricardo Loureiro, com o Ford Escort MKII, fecharam os cinco primeiros classificados.

    Legends: resultado em pista aguarda decisão federativa

    No Campeonato de Portugal de Legends de Montanha JC Group, João Pires foi o mais rápido em pista, aos comandos do BMW E36 M3, terminando com o acumulado de 3m10,371s. António Barros, também em BMW E36 M3, ficou na segunda posição, a 5,692 segundos, enquanto António Silva, com o Honda Civic, completou o pódio, a 11,803 segundos.

    Este resultado colocava João Pires na posição de conquistar o título nacional. Contudo, na sequência das verificações técnicas e de um recurso relacionado com uma decisão de desclassificação do piloto de Montalegre, a classificação da prova e a atribuição do título permanecem dependentes de uma decisão federativa.

    Até à conclusão desse processo, os resultados obtidos em pista não devem ser considerados definitivos.

    Hugo Magalhães vence nos 1300

    No Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group, Hugo Magalhães confirmou a liderança assumida no sábado e conquistou mais uma vitória com o Suzuki Swift GTI.

    O piloto terminou com 3m31,772s, impondo-se por 3,512 segundos a Salvador Coelho, no Toyota Yaris. O terceiro lugar pertenceu a Luís Ribeiro, com o Fiat Punto 85 Sport, a 6,123 segundos do vencedor, alcançando um resultado de relevo naquela que foi apenas a segunda prova da sua carreira. Na divisão dos Clássicos 1300, venceu Domingos Fernandes, em Autobianchi A112.

    Destaque ainda para Nuno Fazendeiro, único participante na Taça de Portugal de Monolugares de Montanha – Prova Extra, que marcou presença com o Funspeed FS 2019 e registou tempos competitivos.

    Caramulo Racing Team estreia-se com organização de elevado nível

    A 35.ª Rampa do Caramulo assinalou também um momento importante na história da prova, com o Caramulo Racing Team a assumir, pela primeira vez, a responsabilidade máxima pela organização. Com o apoio da Secção de Desportos Motorizados da Associação Académica de Coimbra, o clube assegurou o cumprimento dos horários, um ritmo de subidas consistente e respostas eficazes às situações que surgiram ao longo dos dois dias, mesmo perante as condições meteorológicas adversas de domingo.

    O público correspondeu, marcando presença em grande número e contribuindo para o ambiente de festa que acompanhou o encerramento da temporada.

    Um dos momentos mais sentidos aconteceu durante o jantar oficial de sábado, com a homenagem ao fotojornalista Armindo Cerqueira, conhecido como «Foto GTI», desaparecido em 2026 e cuja ligação à Montanha e ao desporto motorizado português deixou uma marca duradoura.

    Caiu, assim, o pano sobre o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2026. Entre a vitória de Hélder Silva, o pódio integral da Power House, a estreia de Diogo Marújo e a consagração de novos campeões, a 35.ª Rampa do Caramulo confirmou o seu lugar entre os momentos marcantes da temporada. A Montanha encontrou no Caramulo o cenário certo para fechar mais um ano de competição