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  • Mais um pódio e seis equipas Kumho no Top 10 no Rali Castelo Branco

    Mais um excelente resultado de conjunto para a “armada” Kumho, registando mais um pódio para o palmarés dos pneus coreanos, a que se juntaram mais seis presenças no Top 10 absoluto de um rali.

    Pedro Silva e Nuno Rodrigues da Silva, num Peugeot 208 R2 VTI, assinaram mais um pódio absoluto para os pneus KUMHO, ao garantirem o 3º lugar na prova respeitante ao Campeonato Centro de Ralis. A sua exibição foi sólida, construída com um misto de rapidez e segurança que os colocou sempre no centro das decisões e os levou a estar paulatinamente cada vez mais perto do pódio absoluto, que viriam a alcançar.

    Juntaram ao feito a vitória na Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Portugal, que teve em Castelo Branco mais uma jornada a contar para os Desafios Kumho Asfalto, Centro e Klássicos.

    Nesta Divisão, o 2º posto foi alcançado por Rui da Silva Santos e João Sebastião, que se viram muito prejudicados por problemas mecânicos no Subaru Impreza, que os impediram mesmo de poder lutar pela presença no pódio absoluto da prova. A dupla ostentou um andamento sempre forte e entre os melhores.

    Paulo Barata e António Santos abandonaram com problemas de travões no EVO IX, enquanto a dupla Paulo Correia/Tiago Amado desistiu com uma avaria no Renault Twingo R2.

    Problemas mecânicos estiveram ainda na origem das desistências das equipas José Ferreira/Mafalda Coelho (BMW 3169 e Ilídio Gameiro/Micael Cordeiro (Lancia Delta HF Turbo). A braços com problemas no Subaru Impreza, que nunca conseguiu fazer mais de 3000 rotações, Mariana Alves e Pedro Cardoso também se viram forçados a claudicar.

    Miguel Carvalho vence Divisão 2 depois de uma recuperação notável

    Na Divisão Kumho 2, o triunfo foi alcançado por um endiabrado Miguel Carvalho. Navegado por António Reis, o piloto do Peugeot 206 GTI sentiu problemas no início da prova, que o levaram a perder cerca de 40 segundos para a frente da corrida, mas “cerrou os dentes” e atacou fortemente, almejando chegar ao comando e ao triunfo na última especial!

    O 2º posto foi a recompensa da grande exibição protagonizada pela dupla António Almeida/Pedro Henriques, sempre exuberantes a conduzir o BMW 325, juntando a essa espetacularidade a rapidez visível nos tempos que alcançavam. O pódio ficou completo com o Renault Clio RS de Viana Martins e Gonçalo Palmeira que estiveram sempre na luta pela vitória e voltaram a protagonizar uma exibição muito sólida. Estão muito fortes neste início da temporada Kumho.

    A competitividade nesta divisão fica ainda mais clara quando verificamos os cinco primeiros ficaram separados por apenas 25 segundos. Frederico Monteiro e Paulo Santos levaram o seu Peugeot 206 GTI ao 4º lugar, mercê de uma prova muito eficaz, a exemplo do que fizeram José Dinis e Jorge Ferreira, na caminhada com o BMW 320i até um excelente 5º lugar final.

    6º posto para o belo BMW M3 Coupé de Hélder Cordeiro e Bruno Pereira, enquanto Fábio Santos e Ricardo Sismeiro asseguravam o 7º lugar, neste regresso à competição depois do acidente na Bairrada, sendo normal que o andamento da dupla do Citroen Saxo fosse mais contido do que habitualmente, até porque fisicamente Fábio Santos ainda está em recuperação.

    Manuel Alves e Alexandre Gomes, aos comandos de um BMW 320i, asseguraram a 8ª posição, na frente da dupla Vítor Gomes/Joel Oliveira (Peugeot 206 GTI). 10º lugar para Fábio Nunes e Filipe Oliveira, num Peugeot 206 GTI), enquanto a dupla feminina constituída por Daniela Lopes e Soraia Silva voltavam a pontuar, levando o seu Citroen Saxo Cup ao 11º posto final.

    No que respeita a abandonos, registaram-se 3 nesta divisão. Esse fim inglório foi madrasto para Tiago Pereira e Fernando Pereira que assinaram uma prova brilhante com o Peugeot 205. Mesmo com uma “montada vetusta”, a dupla esteve sempre na discussão do triunfo na Divisão 2. Venceram uma especial, passaram pelo comando, mas na penúltima especial foram forçados a deitar a toalha ao chão. Luís Almeida e Ricardo Bettencourt claudicaram no último troço cronometrado, com problemas no Fiat Stilo Multijet, enquanto a dupla Pedro Tondela/Rita Martins (Peugeot 106 Rally) ficavam logo na parte inicial da prova.

    No que concerne ao Desafio Kumho Klássicos, integrado no Campeonato de Portugal de Clássicos de ralis, Daniel Ferreira e Rodrigo Pinheiro levaram o Mitsubishi Carisma GT ao trinfo, depois de um rali em que alguns problemas impediram a dupla de poder lutar pelo pódio do campeonato, tendo demonstrado bem a sua rapidez com duas vitórias em especiais.

    Nuno Mateus, campeão nacional em título, não teve sorte na prova albicastrense. O piloto que é navegado por Roberto Santos, foi forçado a parar na 3ª PEC com problemas mecânicos no Mitsubishi Lancer EVO VI.

    O 4º Desafio Kumho Portugal volta à estrada com o Rali Alitém, aprazado para o primeiro fim-de-semana de julho. Contará para os Desafios Kumho Terra, Sul e Centro.

  • Fernando Teotónio vence e convence em Castelo Branco

    https://youtu.be/_hnrJ0nX780

    Fernando Teotónio e Luís Morgadinho alcançaram plenamente os seus objetivos no Rali de Castelo Branco, já que a dupla do Mitsubishi Lancer Evo X do Macambi Racing Team não só venceu o grupo RC2N como obteve um excelente 11º lugar absoluto.

    Foi um fim-de-semana a roçar a perfeição. Chegados a Castelo Branco na liderança da tabela pontual do campeonato reservado aos RC2N, Fernando Teotónio e Luís Morgadinho só tinham olhos para um objetivo: vencer. A jogar “em casa”, a dupla do Macambi Racing Team atacou forte e desde o primeior quilómetro, assinando uma excelente primeira etapa. Duas vitórias nos dois troços cronometrados e liderança sólida nos RC2N. com Fernando Teotónio a destacar “o forte ritmo que conseguimos impor. Utilizamos os novos Michelin e tiramos, em média, 18 segundos em cada uma das especiais, em comparação com 2020!”, permitindo que encarassem o segundo dia do rali “mais focados em subir na geral”.

    A jornada de domingo não permitiria ao piloto do Macambi Racing Team fazer muitos quilómetros, ‘salvando-se’ o resultado: “No segundo dia, infelizmente houve um acidente, quando fomos os primeiros a chegar a ele. Fizemos o protocolo de segurança que nos é pedido e, depois, no segundo troço não nos deixaram partir. Já não o fizemos. O que fez com que os dois troços da manhã para nós valessem zero. No restante, fomos sempre fortes, rápidos e o EVO X esteve impecável, graças ao excelente trabalho da Domingos Sport”

    Para a dupla do Macambi Racing Team, o Rali de Castelo Branco “foi uma excelente colheita de pontos, visto que ganhamos novamente entre os RC2N”, considera Luís Morgadinho. E isso deixa o navegador e coordenador da equipa bastante satisfeito com a prestação. O que o deixa menos contente são uma sucessão de factos que a nível de organização lhe deixam um sentimento “que houve coisas que deixaram muito a desejar”.

    O copiloto e coordenador da Macambi Racing Team confessa que deixa Castelo Branco com um sentimento misto: “Competitivamente foi um rali bom. Decorreram outras coisas menos boas, mas isso outros assuntos que ultrapassam a parte desportiva”. O Campeonato de Portugal de Ralis vai prosseguir apenas de 5 a 7 de agosto, com a realização do Rali Vinho Madeira.

  • Armindo Araújo vence o Rali de Castelo Branco

    Terceira vitória consecutiva na prova da Escuderia Castelo Branco. Ricardo Teodósio e José Pedro Fontes completam o pódio.

    O campeão nacional de ralis, Armindo Araújo, é o grande vencedor da edição de 2021 Rali de Castelo Branco. O piloto do Skoda Fabia R5 bateu Ricardo Teodósio, que terminou em segundo, por 6,4 segundos, enquanto José Pedro Fontes, que lutou pela vitória até à antepenúltima especial, completou o pódio, a 17,7 segundos do primeiro classificado. Não é uma nem são duas. São três, as vitórias que Armindo Araújo e Luís Ramalho alcançaram, de forma consecutiva, no Rali de Castelo Branco. Depois dos triunfos em 2019 e em 2020, o campeão nacional em título voltou a ser o mais forte nas estradas da Beira Baixa e carimbou, com o seu nome, a edição de 2021 desta prova pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis.

    “Entramos muito fortes e o José Pedro Fontes também, e ele acabou por cometer um erro numa zona onde também nós tivemos algumas dificuldades, mas conseguimos nessa especial ficar com uma vantagem que consideramos segura para defendermos a primeira posição. Atacamos quando precisamos e gerimos muito bem o nosso ritmo. Durante todo o rali estivemos na luta pela primeira posição, a margem mais distante para a liderança foi de 1.4s e por isso estivemos sempre confiantes que podíamos vencer. Foi isso mesmo que aconteceu e estamos muito satisfeitos com a segunda vitória consecutiva esta temporada e com a consolidação da liderança no CPR”, disse no final. Num fim de semana carregado de emoções fortes, nem todas foram positivas e a terceira vitória de Armindo Araújo na prova da Escuderia Castelo Branco tem uma dedicatória muito especial. “Não foram dias fáceis para mim, pois antes do rali iniciar recebi a triste noticia do falecimento da minha avó. Não me pude despedir dela e esta vitória é totalmente dedicada a ela”. 

    Num fim-de-semana marcado pelas temperaturas elevadas, superiores a 30º, os pilotos encontraram, na maior parte dos troços, piso seco. Contudo, a meteorologia instável, com várias trovoadas a trazerem a chuva para esta região no sábado e no domingo, criaram dificuldades adicionais. Que o diga José Pedro Fontes. Primeiro classificado no final da etapa inaugural, o piloto do Citroën C3 R5 partiu para o segundo dia ao ataque e voltou a ganhar tempo a Armindo Araújo nos 12,24 km de Dáspera – Sesmo – Salgueiral 1. Ainda assim, os dois apresentaram um ritmo muito semelhante, como se percebe pelas quatro décimas que os separaram nesta classificativa.

    O troço seguinte, Santo André das Tojeiras 1, foi decisivo para se saber quem seria o vencedor do Rali de Castelo Branco. As trovoadas que se fizeram sentir nessa noite deixaram marcas. Primeiro na estrada, José Pedro Fontes passou por uma curva, logo no início da especial, que tinha lama, o Citroën perdeu aderência e fez um pião. A equipa perdeu quase 20 segundos para Ricardo Teodósio, que venceu a classificativa, e 18,2 segundos para Araújo. O campeão nacional aproveitou o percalço do então líder e assumiu o comando do rali.

    A partir daí, e com duas provas especiais pela frente, o piloto do Skoda Fabia limitou-se a gerir a vantagem para selar mais um triunfo, em Castelo Branco, e consolidar o primeiro lugar no Campeonato de Portugal de Ralis. Quem também beneficiou do tempo perdido por José Pedro Fontes foi Ricardo Teodósio. O piloto do Algarve subiu à segunda posição e, a partir daí, tentou chegar à liderança, como revelam as vitórias nas três últimas classificativas da prova.

    Teodósio vence a Power Stage

    Armindo Araújo arrancou para o derradeiro troço do Rali de Castelo Branco com a vitória quase garantida. Apesar disso, a segunda passagem por Santo André das Tojeiras tinha um interesse adicional: havia pontos extra para os três mais rápidos neste teste.

    Ainda com a esperança de vencer o rali, Ricardo Teodósio entrou ao ataque e validou o andamento com a vitória na especial. Assim, juntou três pontos aos 20 do segundo posto em que ficou classificado. Bruno Magalhães, que colocou o Hyundai i20 R5 no quarto posto da classificação geral, foi segundo neste confronto particular. Por fim, o vencedor do rali, Armindo Araújo, ainda conseguiu um ponto para além dos 25 que alcançou com o triunfo.

    Líder desde a segunda especial do Rali de Castelo Branco, Carlos Fernandes fechou a sua participação com o oitavo lugar absoluto e a vitória entre os concorrentes com carros de duas rodas motrizes. O piloto do Peugeot 208 Rally4 venceu todos os troços nesta categoria e liderou a competição do início até ao final. Ricardo Sousa, também com um Peugeot 208, terminou em segundo, a 45,5s, enquanto Rafael Cardeira, em Renault Clio, fechou na terceira posição, a 2m40,4s do primeiro classificado.

    Ao volante de um Subaru Impreza, Nuno Carreira venceu o Rali de Castelo Branco para o Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis. A vitória foi evidente, com 48,8s de vantagem sobre o segundo classificado, Daniel Ferreira. O piloto do Mitsubishi Carisma GT foi o único, além do vencedor do rali, a marcar o melhor tempo em especiais. Pedro Leone, em Ford Escort RS Cosworth, completou o pódio.

    Na categoria dos GT, Paulo Carvalheiro completou a totalidade da quilometragem no Rali de Castelo Branco para levar o Porsche 911 GT3 Cup ao lugar mais alto do pódio.

    Perante a armada espanhola do Renault Clio Trophy Spain, Diogo Gago impôs-se e leva a vitória no Rali de Castelo Branco entre os concorrentes deste troféu. O piloto português ainda perdeu a liderança para Miguel Gutierrez, que arrancou para o derradeiro troço com nove décimos de vantagem sobre Gago. Aí, o luso estabeleceu o melhor tempo e venceu com 6,5 segundos sobre German Tabares, que entretanto subiu a segundo, e 9,8s sobre Gutierrez.

    Foi até à última. Na Copa Suzuki 2021, Diego Gonzalez venceu por uma unha negra. O piloto da Escuderia Ourense bateu Diego-Alvarez Bragaña por duas décimas de segundo e Aingeru Zaballa, que fechou em terceiro, ficou a 3,7 segundos do primeiro classificado. A competitividade deste troféu foi evidente, com os oito primeiros a terminarem o Rali de Castelo Branco separados por um minuto.

    Entre os concorrentes da Dacia Sandero Rally Cup, destaque para Victor Maria, que venceu. Sairo Rodriguez ficou na segunda posição, a 11,6 segundos, e Alberto Briones completou o pódio.

    André Cabeças ganha para o Campeonato Centro de Ralis

    O Rali de Castelo Branco também pontuou para o Campeonato Centro de Ralis. Neste particular, André Cabeças esteve em grande plano. O piloto do Mitsubishi Mirage Evo venceu todas as especiais da prova organizada pela Escuderia Castelo Branco e selou novo triunfo. O andamento evidenciado foi tal que o segundo classificado, Gonçalo Figueiroa, em Ford escort MKII, terminou a sua participação no rali a 55,8 segundos de diferença.

    A luta pelo derradeiro lugar do pódio foi uma das mais animadas da prova. No final, Pedro Silva foi quem levou a melhor. O piloto do Peugeot 208 completou o pódio, tendo ainda vencido as lides referentes à Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Portugal, enquanto Ricardo Coelho, em Toyota Starlet 1.3, teve de se contentar com o quarto posto, a 6,8 segundos do terceiro e a 1m51,7s do vencedor. Já Miguel Carvalho, impôs o seu Peugeot 206 GTI na Divisão 2 Kumho.

  • Rampa da Penha: Hélder Silva vence por 5 décimos!

    O piloto do BRC BR53 só garantiu o triunfo na prova da Demoporto na derradeira subida, após um duelo épico com António Rodrigues nesta quarta e emocionante ronda do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    O bom tempo contemplou praticamente todo o fim-de-semana desta Rampa da Penha Paisagem Protegida, onde se destacou a excelente organização da Demoporto, que conseguiu neste segundo dia fazer cumprir em bom ritmo os horários da prova, num evento que registou a presença de muito público, mas com regras, cumprindo os protocolos de segurança sanitária exigíveis nos tempos de pandemia que vivemos, com comportamento exemplar.

    A luta pela vitória absoluta nesta prova foi muitíssimo entusiasmante, entre Hélder Silva e António Rodrigues, que mesmo limitado por estar ao volante de um Protótipo da Divisão B foi o mais rápido na primeira subida de prova, realizada no sábado com o seu BRC CM05 da NJ Racing, preparado pela FR Power.

    Mas hoje, na segunda oficial da prova, Hélder Silva ‘puxou dos galões’, e com o seu BRC BR53 alcançou o ‘tempo-canhão’ de 1:27.666, que o levou ao comando da classificação provisória, após as duas primeiras subidas, enquanto António Rodrigues teve uma segunda subida menos bem conseguida, registando um tempo pior do que na véspera.

    Na terceira e derradeira subida oficial, Rodrigues andou a fundo, melhorou o seu tempo, mas não foi suficiente para contrariar no agregado o seu rival, Hélder Silva, que acabou por vencer de uma forma justa esta Rampa da Penha Paisagem Protegida. Isto apesar dos dois pilotos ficarem separados por apenas 5 décimos, com o piloto do BRC BR53 a impor-se também na Divisão Protótipos A,

    José Correia foi segundo teve um fim-de-semana difícil, vindo a conseguir a terceira posição absoluta e segunda da Divisão Protótipos A com o seu Osella 2000 Evo 2 PA30, vendo encurtar a sua vantagem no campeonato absoluto e na categoria Protótipos. Hélder Rodrigues surge cada vez mais como um sério candidato ao título absoluto, assim como António Rodrigues.

    Quanto à Divisão Protótipos B, destaque para excelente exibição de Nuno Guimarães. O ‘capitão’ da montanha, no SilverCar S2 da NJ Racing, foi 2º na divisão e 4º da classificação geral absoluta, onde o top 5 foi completado por Joaquim Rino, no BRC BR49 Evo da Articimentos, que foi também terceiro da Divisão Protótipos B, e se mostrou cada vez mais competitivo.

    Nos GT, Vítor Pascoal, o campeão em título, conseguiu finalmente desfeitear Pedro Marques esta temporada. No sábado o piloto de Baião perdera para o transmontano na primeira subida oficial de prova nesta ‘guerra’ de Porsche 911 GT3 Cup, mas hoje esteve muito mais forte, e foi sempre o mais rápido nas duas subidas oficiais, terminando esta prova com 1,7 segundos de vantagem sobre Marques, que continua a ser o líder do campeonato na categoria.

    Uma referência para Nelson Andrade. O denominado “Furacão da Madeira”, voltou brilhar bem alto, levando o seu Kartcross AG1000 a tempos que o colocaram sempre dentro do Top 10 absoluto, registando mais um triunfo na Taça de Portugal de Kartcross.

    Luís Nunes não dá hipóteses, quer na categoria de Turismos, quer na Divisão 1. E pode ser repetitivo, mas a verdade é que o piloto do Ford Fiesta ST R5 esteve sempre um patamar acima e impôs-se sem qualquer oposição. Juntou a isto um brilhante sétimo posto da classificação geral absoluta. Na Divisão 1 José Pedro Gomes foi segundo, conseguindo realizar uma prova excelente com o seu Opel Astra OPC a funcionar como um relógio, que lhe permitiu também subir ao último lugar da categoria Turismo, logo atrás de Luís Nunes e de Joaquim Teixeira. Já Francisco Morgado, no Mitsubishi Lancer Evo VII, assegurou a terceira posição na Divisão Turismos 1.

    Joaquim Teixeira e o Cupra TCR da JT59 Racing Team/Bompiso voltaram a não dar hipóteses aos adversários na Divisão Turismos 2. O piloto transmontano só não foi o mais rápido numa das subidas de treinos, sendo que nas de provas deixou sempre bem distante o segundo classificado, que acabou por ser Luís Silva, já mais adaptado ao seu BMW M3 neste seu regresso, ficando a 2,5 segundos do vencedor da Divisão. O 3º lugar foi para o bracarense Rui Pinheiro, que no seu BMW M3 conseguiu andar sempre muito forte. Sendo de destacar que Teixeira juntou ao triunfo nos Turismos 2 e segunda posição na categoria de Turismos.

    Sérgio Nogueira e Parcídio Summavielle voltaram a protagonizar um duelo aceso na Divisão Turismos 3, e desta feita foi o piloto de Braga no Renault Clio RS na NS Racing Team a ser o mais forte, terminando com apenas 7 décimas de vantagem sobre o seu opositor de Fafe que defende as cores da Uzo, que foi segundo. Isto após uma luta cerrada ao longo de todas as subidas, prometendo discussão pelo título até ao final da temporada. Nogueira já leva três vitórias em quatro possíveis, enquanto Parcídio se impôs na outra. 

    A terceira posição foi Alberto Pereira, que mostrou estar cada vez mais habituado à condução do Honda Civic Type-R. Ainda pareceu capaz de se intrometer na discussão pelo triunfo, mas teria que se contentar com um excelente último lugar do pódio, apesar de um susto na última subida oficial de prova, que não concluiria devido a um despiste.

    No Campeonato Legends de Montanha, Manuel Pereira e o seu Mitsubishi Lancer Evo VI não deram quaisquer veleidades à concorrência, tal a sua superioridade. Mas não alinhou em nenhuma das subidas de sábado e estava hoje obrigado a realizar dois tempos para conseguir classificar-se. Só atacou nas duas subidas, realizou dois excelentes tempos e claramente venceu sem qualquer oposição. O segundo posto foi para José Carlos Magalhães, que fez uma boa operação em termos de campeonato e estreou da melhor forma o Toyota Carina E 2.0 GTi.  A completar o pódio esteve Gonçalo Antunes, em Citroën AX GTi.

    No Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha, uma nota negativa são as ausências na classificação de Ricardo Loureiro, no Ford Escort MKII e de Daniel Vilaça, no BMW 1602. Porque o primeiro era claro candidato à vitória e o segundo ao pódio. Vilaça viu o motor do carro de Munique ceder logo no primeiro dia e já não alinhou este domingo, enquanto Loureiro não conseguiu alinhar nas duas oficiais de prova de hoje, ficando fora da classificação, também devido a problemas de motor.

    Com tudo isto, Fernando Salgueiro chegou a mais uma vitória. O homem do Ford Escort MKII do Caramulo Racing Team não teve muitos problemas para vencer destacado, e desta forma também lidera no campeonato. A segunda posição foi para José Dinis no seu Ford Escort MKI, sempre muito regular ao longo da prova, sendo que o veterano Carlos Fava conquistou mais um pódio aos comandos do seu Volkswagen 1303.

    Na Taça de Portugal de Montanha 1300 Armando Freitas e o seu Toyota Starlet 1.3 dominaram a seu bel-prazer nas subidas oficiais do fim-de-semana. O piloto realizou os três melhores tempos absolutos e depois no agregado não teve grandes problemas para levar de vencida a concorrência. Quem mais se aproximou de Freitas foi Leonel Brás, que esteve de regresso aos comandos do seu Citroën AX Sport, assegurando um bom segundo lugar na competição. Sempre a baixar os seus tempos, o jovem vimaranense Francisco Milheiro – detentor da Taça e líder da classificação da competição – conseguiu alcançar um pódio que lhe é bastante vantajoso.

    Eva Laranjeira selou o terceiro triunfo consecutivo em quatro provas na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300 JC Group. A setubalense tirou bom partido do Peugeot 205 Rally ao longo da subida de prova de sábado e nas duas de domingo, ficando assim mais perto do título. A piloto do Team MNE Sport mostrou que está cada vez mais rápida aos comandos do carro francês. Domingos Fernandes, no Autobiachi A112 Abarth, sai da Rampa da Penha Paisagem Protegida com um segundo lugar, que é uma excelente operação em termos de campeonato.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora ao Douro Vinhateiro. A 3 e 4 de julho é a vez do Clube Automóvel da Régua organizar a Rampa de Santa Marta, quinta prova da temporada.

  • Rali de Castelo Branco: Fontes em vantagem no duelo com Armindo Araújo

    José Pedro Fontes é o maior protagonista do Rali de Castelo Branco depois do primeiro dia de competição. O piloto do Citroën C3 R5 está na frente da prova com um segundo de vantagem sobre o segundo classificado, Armindo Araújo, que corre com um Skoda Fabia R5. Também com um carro do construtor checo, Ricardo Teodósio ocupa o último lugar do pódio a 14,5 segundos do líder.

    Num dia marcado pelo intenso calor e com trovoadas que criaram alguma apreensão às equipas no momento de escolherem os pneus, Armindo Araújo entrou ao ataque na prova de qualificação. Apesar de o tempo não contar para o resultado do Rali de Castelo Branco, dava-lhe uma vantagem: seria o primeiro a escolher a ordem de partida. O campeão nacional optou por ser o primeiro na estrada para encontrar o asfalto limpo. Mas a vantagem teórica que isso lhe poderia não foi tão evidente.

    José Pedro Fontes, que era o quarto na estrada, entrou a ganhar e mostrou que está em Castelo Branco para vencer como em 2015 e em 2017. O piloto navegado por Inês Ponte bateu Araújo por 0,4 segundos na classificativa Vilas Ruivas 1 e assumiu-se como primeiro líder da prova organizada pela Escuderia Castelo Branco. Na especial seguinte, Foz do Cobrão, Araújo deu réplica a Fontes. O piloto do Skoda foi o mais rápido ao longo dos 14,67 km do troço e subiu ao primeiro lugar.

    A etapa inaugural teve três classificativas. Os dois primeiros partiram para os derradeiros 16,31 km, de Vilas Ruivas 2, separados por 0,1 segundos. Aí, Fontes voltou a evidenciar toda a competitividade do Citroën em asfalto e terminou a etapa na frente com um segundo de vantagem sobre Araújo.

    “Foi um dia difícil, com muito calor, o que torna as condições especialmente exigentes para os pneus, mas a equipa deu-me um carro perfeito e os pneus Pirelli portaram-se muito bem. Estamos em primeiro. É importante sair à frente no dia de amanhã, mas ainda há muito rali”, afirmou José Pedro Fontes. Por sua vez, Armindo Araújo assume que tudo correu bem e que andou “sempre ao ataque”, mas isso não foi suficiente porque “o José Pedro Fontes foi muito rápido no último troço”. Ainda assim, o campeão nacional sabe que “está tudo em aberto para amanhã” e que “a escolha de pneus pode ser decisiva” na definição da classificação final.

    O duelo pela liderança concentrou a maioria das atenções no primeiro dia do Rali de Castelo Branco. Ricardo Teodósio não conseguiu acompanhar os dois adversários que estão à sua frente e está, neste momento, no terceiro posto. O algarvio foi terceiro nas duas passagens por Vilas Ruivas e é o bom desempenho nesse troço que lhe garante a posição com 4,5 segundos de vantagem sobre o quarto classificado, Bruno Magalhães.

    No Hyundai i20 R5, Magalhães não entrou da melhor forma no dia. Na prova de qualificação fez apenas sétimo. Mas em competição, revelou-se mais rápido e a melhorar de troço para troço. Começou com o sexto melhor registo, foi quarto nas segunda e terceira especiais e ocupa a mesma posição na classificação geral. Miguel Correia, em Skoda Fabia R5, é quinto, a 20,7 segundos de Fontes mas a apenas dois segundos de Magalhães, enquanto Pedro Meireles parte para a segunda etapa em sexto, a 29,8s do primeiro classificado.

    Depois do bom tempo na qualificação, Bernardo Sousa não está a conseguir traduzir essa rapidez em prova. Se na prova matinal tinha sido o terceiro mais rápido, nas classificativas já realizadas não foi além do sétimo melhor tempo e ocupa esse mesmo lugar.

    Carlos Fernandes em destaque nas duas rodas motrizes

    Carlos Fernandes, que compete com um Peugeot 208 Rally4, está dentro do top-ten, em nono lugar. Mas o grande destaque vai para a liderança entre as viaturas com duas rodas motrizes. O piloto navegado por Valter Cardoso venceu dois dos três troços do dia nesta categoria e completou a primeira etapa com 18,9s sobre o segundo classificado, Ricardo Sousa, que também corre com um Peugeot. Numa viatura igual à do líder, Ernesto Cunha é terceiro a 22 segundos de Fernandes.

    Paulo Carvalheiro é o único concorrente em prova com um GT. O piloto do Porsche 911 GT3 Cup preparava-se para discutir a vitória com Miguel Campos mas este último foi forçado a abandonar logo na primeira especial, com problemas mecânicos no seu Porsche.

    Na competição reservada aos Clássicos, Nuno Carreira está na frente com uma vantagem confortável para a concorrência. O piloto do Subaru Impreza tem 1m09,9s de vantagem sobre Henrique Silva (Mitsubishi Lancer Evo V). A luta por esta posição está ao rubro pois Daniel Ferreira, que é terceiro, tem o seu Mitsubishi Carisma GT a 0,9s do segundo lugar.

    O Rali de Castelo Branco pontua para três troféus monomarca espanhóis. Na competição reservada aos Renault Clio, o líder é um português. Diogo Gago foi o mais rápido e está na frente com 3,8 segundos de vantagem sobre German Tabares. Na Copa Suzuki 2021, a luta está ainda mais intensa. Diego Gonzalez é o primeiro da armada dos Swift Sport 1.4 com 2,3 segundos de vantagem sobre Juan Pedrero. No troféu Dacia Sandero Rally Cup, Victor Maria comanda e controla. O piloto espanhol tem 15,1 segundos de vantagem sobre o seu compatriota, Sair Rodriguez.

  • Rampa da Penha: António Rodrigues na frente por 10 mílesimas!

    No fecho do primeiro dia de competição, a “guerra” pelo triunfo absoluto está “ao rubro”. Depois de ter dominado as 3 subidas de treinos Hélder Silva (BRC BR53) viu o piloto do BRC CM05 EVO da Nj Racing suplantá-lo por uma diferença ínfima na única subida “a doer”.

    Pela amostra da “1ª dose” tomada nesta jornada de sábado, a quarta prova do campeonato de Portugal de Montanha JC Group tem tudo para ser uma “vacina” perfeita para todo o suplício sofrido pela organização até conseguir assegurar a realização da prova. Organização eficaz, plantel rico em qualidade e quantidade e bom comportamento por parte de todos quantos estiveram no local, atestam que o evento tinha todas as condições para ser aquilo que está a conseguir demonstrar entregar: um espetáculo fantástico e em total segurança. Em termos desportivos foi um dia inesquecível. Batalhas sem tréguas e de intensidade máxima, seja na discussão absoluta, seja nas categorias e divisões.

    Um nome sai para o descanso em grande: António Rodrigues. Aos comandos do BRC CM05 EVO da NJ Racing, preparado pela FR Power e pertencente à Divisão Protótipos B, o médico dentista de Santa Marta de Penaguião esperou pela “Hora H” para brilhar.

    Foi sempre rápido nas subidas de treinos, mas sem parecer poder incomodar Hélder Silva que, num BRC BR53 da Divisão Protótipos A, parecia se encaminhar para um domínio total da jornada, sendo o mais rápido nas 3 subidas de treinos. E até foi novamente muito rápido na subida oficial, mas viu António Rodrigues “voar” nos 2,8 quilómetros do traçado e cravar 1:28,349 no cronómetro, batendo o poveiro por 10 milésimas de segundo. A luta para amanhã promete!

    3º lugar na subida a contar para a classificação assegurado por José Correia (Osella PA2000 EVO2-PA 30), que rodou a 2,1 segundos do duo da frente. Na Divisão Protótipos B, Nuno Guimarães (SilverCar S2) foi o segundo melhor, rodando em 4º da geral, na frente de Joaquim Rino (BRC BR49 EVO), 3º da divisão e 6º da tabela absoluta.

    Pelo meio, o 5º lugar da geral foi assegurado por Luís Nunes, uma vez mais dominante na Categoria Turismos e, logicamente, na Divisão Turismos 1, onde está muito distante dos demais. Aqui, é José Pedro Gomes (Opel Astra OPC) que termina o 1º dia em 2º, enquanto Francisco Morgado (Mitsubishi Lancer EVO VII) está com 3º tempo.

    A batalha dos Porsche 991 GT3 CUP da categoria GT foi favorável nesta primeira subida de prova a Pedro Marques, que bateu Vítor Pascoal por apenas 3 décimos de segundo, tendo os dois assegurado, respetivamente, o 7º e o 8º posto da geral.

    Logo atrás, no 9º lugar da geral, mais um dos pilotos em evidência. Joaquim Teixeira esteve endiabrado aos comandos do Cupra TCR e levou de vencida a forte concorrência na Divisão Turismos 2, nesta jornada inaugural. Tem atrás de si nesta divisão Luís Silva (BMW M3), a 3,8 segundos, sendo o regressado Rui Pinheiro a aparecer num excelente 3º lugar.

    O Top 10 absoluto ficou completo com o “fenómeno” Nelson Andrade. O piloto madeirense do kartcross AG1000 continua a dar recitais de condução e a bater-se por um lugar entre os melhores do campeonato.

    6 milésimas de segundo. Leva mais tempo a escrever do que o tempo real que significa. Eis a diferença entre primeiro e segundo na Divisão Turismos 3 após a primeira subida de prova. Foi mais um novo episódio do “duelo de titãs” que Sérgio Nogueira e Parcídio Summavielle estão a protagonizar desde o início da temporada, aos comandos dos seus Renault Clio RS. Nogueira foi o mais rápido e vai para o descanso na liderança, mas tudo pode acontecer. No 3º posto da divisão, está um motivado Alberto Pereira, cujo Honda CIvic Type R apareceu aqui na Penha com um nível de andamento muito superior ao que tinha ostentado em provas anteriores.

    A estrear um Toyota Carina E 2.0 GT-i, o líder do Campeonato de Portugal Legends de Montanha José Carlos Magalhães foi o mais forte nesta luta particular, numa jornada onde quem mais perto dele rodou foi Gonçalo Antunes (Citroen AX GTi). O 3º melhor após a única subida de prova foi Renato Piairo, também num Toyota Carina E.

    Quanto aos Clássicos, nova “dose” da luta entre os homens do Caramulo Racing Team. A dupla dos Ford Escort MKII foram alternando no alto da tabela de tempos, mas, na subida mais importante, Fernando Salgueiro foi mais forte do que Ricardo Loureiro, por 1,5 segundos. Atrás dos dois, o terceiro posto é assegurado, após o dia de arranque, por José Dinis, num Ford Escort MKI.

    A TPM 1300 registou 6 presenças neste primeiro dia na Penha e um nome se salientou: Armando Freitas. Aos comandos de um Toyota Starlet que evidencia um excelente nível de preparação, o piloto levou de vencida a forte concorrência e vai para o descanso antes da jornada decisiva no comando, com segundo e meio de vantagem sobre Leonel Brás, de regresso a esta Taça com o seu Citroen AX Sport. Francisco Milheiro realizou uma boa subida de prova e colocou o Peugeot 106 no 3º lugar, a 2,5 segundos do comandante.    

    Entre os Clássicos 1300, o dia correu de feição a Eva Laranjeira. A piloto do Peugeot 205 Rallye está cada vez mais forte aos comandos do Peugeot 205 Rallye e foi progressivamente melhorando os seus tempos, terminando a subida de prova com mais de 22 segundos de vantagem sobre a concorrência. Destaque para o facto de Domingos Fernandes (Autobianchi A112) ter alcançado o melhor tempo numa das subidas, acabando o dia na segunda posição.

    O menu competitivo dominical terá início às dez da manhã, com o warm up 2, com os concorrentes do CPM JC Group a realizarem mais uma subida oficial de treinos, antes das duas subidas finais de prova que, como habitualmente, serão decisivas.

  • Eva Laranjeira quer terceiro triunfo consecutivo

    A piloto de Setúbal mostra-se confiante para repetir na Rampa da Penha os êxitos conseguidos nas duas provas anteriores na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300 JC Group.

    Depois de na Serra da Estrela ter alcançado uma vitória concludente, que resultou do triunfo conseguido em Boticas Eva Laranjeira mostrou muita confiança e adaptação ao seu Peugeot 205 Rally, que parece agora dominar totalmente.  Daí que espere fazer o mesmo este fim-de-semana em Guimarães.

    “Estou bastante confiante naquilo que posso fazer com o Peugeot, que fui conhecendo melhor ao longo destas primeiras provas do ano. Claro que a Penha é um traçado diferente do da Covilhã, muito curto, onde as diferenças se vão fazer por detalhes. Por isso quero entrar concentrada e começar logo a melhorar os meus tempos”, começa por dizer a piloto da MNE. Na Penha Eva Laranjeira estará a competir mais perto de ‘casa’, pois reside em Braga, pelo que esta também é uma prova muito especial para si: “Vou estar quase a competir em ‘casa’, por isso quero fazer boa figura diante de familiares e amigos. Mais uma vez vou dar o meu melhor, esperando que não haja quaisquer problemas no Peugeot, permitindo-me concentrar apenas em progredir subida após subida”.

    “A concorrência certamente que não me vai facilitar a tarefa. Por isso vou estar concentrada de modo somar mais um êxito e a manter a liderança da Taça de Clássicos de Montanha 1300”, acrescenta a piloto setubalense.

    Em termos de horário e alinhamento de subidas, a prova do Demoporto arrancará às 13.45 de sábado, dia e que se realizarão sucessivamente o warm up 1, duas subidas oficiais de treinos e a 1ª subida de prova para o CPM JC Group, tendo a rampa regional direito a uma subida de treinos e outra a contar para a classificação, dose que repetirão no domingo. O cardápio dominical terá início às dez da manhã, com o warm up 2, com os concorrentes do CPM JC Group a realizarem mais uma subida oficial de treinos, antes das duas subidas finais de prova que, como habitualmente, serão decisivas.

  • José Carlos Magalhães de Carina E na Penha

    O piloto da MNE Sport alinha na prova vimaranense não com o habitual Toyota Starlet Grupo 5, mas com Toyota Carina E. Uma decisão que se prende com a vontade de divulgar o carro que neste momento possui para alugar. Memso assim, o pódio entre os Legends é objetivo.

    Esta é mesmo uma prova especial para José Carlos Magalhães que na prova da Demoporto publicita o carro e a equipa numa zona de influência, apesar de se manter envolvido no competitivo no Campeonato de Portugal Legends de Montanha. Será o terceiro carro diferente que o piloto utiliza, depois de ter começado a época com o BMW M3 e de ter passado depois pelo Toyota Starlet Grupo 5.

    Mesmo com esta alteração, os objetivos são os mesmos que teve na Serra da Estrela: “Será o pódio, como sempre e a pensar no campeonato, pois estou na liderança. Ao contrário do previsto estou presente ao volante do Toyota Carina E, algo que tem razões comerciais e tem a ver com a zona onde se disputa esta rampa”.

    José Carlos Magalhães pretende manter o comando do campeonato, que conseguiu preservar com os pontos arrecadados na Covilhã. “Como sempre vamos tentar ao máximo cumprir com todos os objetivos, apesar de ser numa viatura diferente”, acrescenta o piloto, bastante motivado para fazer boa figura nesta quarta prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    Em termos de horário e alinhamento de subidas, a prova do Demoporto arrancará às 13.45 de sábado, dia e que se realizarão sucessivamente o warm up 1, duas subidas oficiais de treinos e a 1ª subida de prova para o CPM JC Group, tendo a rampa regional direito a uma subida de treinos e outra a contar para a classificação, dose que repetirão no domingo. O cardápio dominical terá início às dez da manhã, com o warm up 2, com os concorrentes do CPM JC Group a realizarem mais uma subida oficial de treinos, antes das duas subidas finais de prova que, como habitualmente, serão decisivas.

  • Rampa da Penha: Joaquim Teixeira de ‘olho’ na vitória

    O piloto da JT59 Racing Team/Bompiso inicia hoje para a Rampa da Penha apostado em fazer aquilo que fez em todas as provas anteriores no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group; vencer a Divisão Turismos 2.

    Aos comandos do Cupra TCR Joaquim Teixeira vem colecionando êxitos numa rota que aponta para a renovação do título na divisão e de, pelo menos mais uma presença no pódio final da categoria. No entanto, e contrariamente ao que sucedeu na Covilhã, mostra-se algo apreensivo quando às previsões climatéricas da prova vimaranense.

    “Para a Rampa da Penha os meus objetivos vão estar condicionados pela previsão meteorológica, porque para domingo aponta para a queda de chuva”, começa por referir o piloto transmontano.  Mas caso não se confirmem os seus receios o ‘caso’ muda de figura. Assim Joaquim Teixeira assume: “Com tempo seco o meu objetivo é de lutar pela vitória na categoria de Turismos e na Divisão Turismos 2. Mas sei que não será fácil, porque os meus adversários estão cada vez mais competitivos, embora também tenha perfieta noção do nosso valor”.

    Opiloto do JT59 Racing Team/Bompiso sente que “para poder ter aspirações a lutar pelos dois títulos terei de ser muito rápido e consistente e tudo farei para conseguir esse objetivo” e não esquece a maratona que a sua equipa realizou para que seja possível estar à partida da prova do próximo fim-de-semana com um Cupra TCR nas melhores condições técnicas: “Quero dar os meus parabéns aos meus mecânicos, que após um Circuito de Jarama muito exigente tiveram de mudar todo o ‘set-up’ de circuito para montanha, para que o Cupra esteja nas melhores condições na Rampa da Penha”, remata Joaquim Teixeira.

    Em termos de horário e alinhamento de subidas, a prova do Demoporto arrancará às 13.45 de sábado, dia e que se realizarão sucessivamente o warm up 1, duas subidas oficiais de treinos e a 1ª subida de prova para o CPM JC Group, tendo a rampa regional direito a uma subida de treinos e outra a contar para a classificação, dose que repetirão no domingo. O cardápio dominical terá início às dez da manhã, com o warm up 2, com os concorrentes do CPM JC Group a realizarem mais uma subida oficial de treinos, antes das duas subidas finais de prova que, como habitualmente, serão decisivas.

  • Macambi Racing Team quer brilhar em Castelo Branco

    Fernando Teotónio e Luís Morgadinho motivados para a prova que para dupla do Mitsubishi Lancer Evo X é quase ‘em casa’. Objectivo: vencer e reforçar a liderança do RC2N no CPR.

    O piloto do Fundão enfrenta a prova do fim-de-semana ciente do desafio que tem pela frente, mas também com a motivação de estar a competir diante do seu público. Acompanhado, como sempre, pelo seu navegador e team manager Luís Morgadinho, Teotónio irá procurar vincar a superioridade perante os adversários nas especiais da Beira Beira, as primeiras em asfalto do Campeonato de Portugal de Ralis de 2021.

    “O Rali de Castelo Branco é o rali da nossa terra, da nossa zona. Espero que corra tudo bem. Vamos fazer tudo por isso”, começa por dizer Fernando Teotónio antes do início das ‘hostilidades’ na prova organizada mais uma vez pela Escuderia de Castelo Branco. O piloto da Macambi Racing Team espera poder lutar para manter a sua posição no campeonato, e para isso conte com um Mitsubishi colaborante: “Esperamos que o Mitsubishi Lancer EVO X esteja à altura, bem preparado, como sempre, pela Domingos Sport. Vamos fazer tudo o que está ao nosso alcance para conseguir um ótimo resultado”.

    E não tem quaisquer dúvidas quanto à “receita” a aplicar: “A ideia é atacar logo no primeiro dia, para garantir uma boa vantagem entre os RC2N, para tentarmos no dia a seguir lutar por lugares mais altos no campeonato nacional. Vamos tentar aproximar-nos o mais possível dos R5, de preferência imiscuir-nos na luta próximo deles”, assume Fernando Teotónio. O piloto do Fundão admite que a sua estratégia é ambiciosa, sendo que os adversários serão apenas um dos obstáculos: “Veremos o que conseguiremos. Sei que vai ser difícil, que vai estar muito calor, vai ser um rali muito complicado, muito quente, mas faz parte. O teste de adaptação ao asfalto correu muito bem. Nós cá estamos para a luta, sabemos o nosso valor e tudo faremos para prevalecer!”.

    O Rali de Castelo Branco tem este sábado, dia 12 de junho, três provas especiais de classificação que compõem a primeira etapa, num total de 47,29 quilómetros contra o cronómetro. No domingo, dia 13 de junho, serão cumpridos mais 52,40 de especiais.