Blog

  • Tiago Ferreira quer prosseguir evolução em Montalegre

    Depois de uma estreia positiva na categoria rainha do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta em Lousada, o piloto do Peugeot 208 S1600 aponta a um resultado ainda melhor na segunda ronda da temporada, em Montalegre.

    Ao ‘batismo’ de Tiago Ferreira na Divisão Super 1600 só faltou mesmo atingir a final, que só não conseguiu devido ao acidente na partida para a semi-final. O que em nada retira à sua exibição no Eurocircuito da Costilha, onde mostrou sempre rapidez e consistência, lutando de igual para igual com adversários muito mais experientes na condução dos potentes bólides da categoria.

    Em Montalegre Tiago só quer estar ao mesmo nível, ciente de que está ainda a descrever uma ‘curva’ de aprendizagem, sempre necessária quando se chega a uma nova categoria e se tripula um novo carro. Apesar desse facto percebeu que tem ritmo para, pelo menos, ‘perturbar’ a ordem estabelecida na categoria principal do PTRX.

    Sobre a sua estreia o piloto do Peugeot 208 considerou ter alcançado “os objetivos de rodar o máximo possível e evoluir, sabendo que se trata de uma divisão muito competitiva e qualquer descuido se paga caro”. Ainda assim lamenta ter falhado a final na estreia nos S1600 devido ao acidente. “Mas nada havia a fazer. Algo que é próprio das corridas e que vou tentar evitar em Montalegre”, observa.

    Tendo alcançado em Lousada a 13ª posição, a margem de progressão para as provas seguinte, incluindo o evento transmontano do próximo fim-de-semana, é enorme para Tiago Ferreira: “Penso que, mais adaptado ao carro, vou poder em Montalegre explorar um pouco mais o potencial do Peugeor 208 S1600 e isso permitir-me-á andar mais próximo dos meus adversários. Vou poder dar mais um passo em frente no pelotão dos S1600”, sublinha o piloto.

    Tiago Ferreira tem assim justificadas expetativas: “Irá ser uma prova bastante concorrida, mas iremos dar o nosso melhor e lutar manga a manga, para isso temos a confiança do nosso preparador a Matos Competições para nós entregar um carro no seu máximo”.

  • António Sousa disposto a acabar com a “série negra”

    O piloto da SRT Motorsport está determinado a lutar pela vitória na Divisão S1600 na segunda prova do Campeonato de Portugal de Ralycross by Diatosta, que se disputa no próximo fim-de-semana em Montalegre, fazendo esquecer os problemas sentidos em Lousada.

    Depois de uma prova de começo de época que foi totalmente para esquecer, António Sousa quer mesmo ‘passar uma esponja’ sobre esse fim de semana na pista onde correu ‘em casa’ e avançar para uma participação bem mais positiva, naquela que é a ‘catedral’ do ralycross transmontano, esperando que desta vez não se repita o problema no seu Peugeot 208 S1600 que ‘calou’ o motor do carro na pista da Costilha.

    O piloto da SRT Motorsport sabe que tem ritmo e potencial para andar com os melhores naquela que é atualmente a Divisão ‘rainha’ e a mais dura e competitiva do PTRX, sendo que o acerto nos ‘set-up’ serão também essenciais para que consiga extrair o máximo do Peugeot.  Para que tal suceda espera que a malapata que o tem apoquentado seja finalmente ultrapassada em Montalegre.

    “Em Lousada mostramos andamento e valor para lutar pela primazia no campeonato, mas tivemos aquele azar na semifinal. O que nos impossibilitou de ir à final e tentar discutir um outro resultado. Mas vamos para a próxima prova motivados e com vontade de lutar pela vitória como fizemos na época passada”, começa por referir António Sousa na projeção da sua deslocação a Trás-os-Montes. O piloto de Lousada confia no princípio de que não há ‘mal que sempre dure’, e sabe que em condições normais em Montalegre estará claramente na ‘luta’: “O que sucedeu na prova anterior foi puro azar. Estivemos sempre bem até a um pequeno problema que fez desligar o carro e impediu uma presença na final. Estamos fortes e confiantes de que em Montalegre irá correr melhor e que a concorrência terá forte oposição da nossa parte, tendo sido útil todo este tempo que mediou entre as duas provas, permitindo ao piloto testar e evoluir o Peugeot.

  • Jovens “lobos da Motofil com a ‘pontaria afinada’ para Montalegre!

    Gonçalo Novo e João Novo abordam a prova do Campeonato de Portugal de Rallycross Diatosta do próximo fim de semana na pista transmontana determinados a prosseguirem o seu percurso competitivo.

    Muito embora vivendo realidades algo diversas, os dois pilotos da Motofil só têm um objetivo: Tentar andar nos primeiros lugares, sendo que João Novo vai voltar ao “combate” nos S1600.

    Aos comandos do seu Toyota, Gonçalo Novo quer manter em Montalegre o mesmo registo da prova anterior em Lousada, onde a sua magnífica exibição no Eurocircuito da Costilha, culminou com a obtenção de um magnífico segundo lugar. Por isso em relação à prova deste fim-de-semana é perentório: “Vou para Montalegre com o objetivo de lutar novamente pelos lugares do pódio”.

    João Novo vem de uma participação na divisão SuperCar em Lousada, pois isso a prova transmontana será um ‘mudar de agulha’ para um regresso aos S1600 que está a gerar grande expetativa, dada a reconhecida competitividade do “jovem lobo” da Motofil.“Será um regresso ao Citroën C2, em que espero conseguir andar pelos lugares cimeiros da divisão mais concorrida do Campeonato de Portugal de Rallycross. É sempre enorme desafio para mim, mas vou sem qualquer receio e ciente de que posso lutar pelas posições de relevo!”, refere o piloto entusiasmado para o evento do fim-de-semana.

  • Jorge Machado aponta a novo pódio em Montalegre

    O piloto de Lousada pretende repetir a excelente exibição realizada na prova de abertura do Campeonato de Portugal de Ralycross by Diatosta, confiando no potencial do seu Citroën C2 S1600 na competitiva divisão ‘rainha’ da disciplina.

    Depois da exibição de luxo rubricada na prova de abertura da época em Lousada, onde, depois de vários acertos no seu carro, Jorge Machado conseguiu ‘trepar’ algumas posições na classificação, logrou dois quartos lugares, uma vaga na semi-final e depois um segundo lugar na final, onde uma grande atuação lhe permitiu subir ao pódio. As ambições do lousadense para jornada deste fim de semana em Montalegre são legitimamente grandes.

    Na Divisão S1600, que é mais competitiva da disciplina e sobre a qual estão direcionados mais holofotes no PTRX, a prioridade é repetir se não melhorar o desempenho da prova anterior, pensando sempre em ser consistentemente rápido e evitando quaisquer percalços.

    “Tal como se viu em Lousada é importante ser consistente, manter o foco naquilo que é essencial; passar sempre à fase seguinte para na fase decisiva estar em posição de discutir o pódio e a vitória, como sucedeu no arranque da temporada”, começa por afirmar Jorge Machado sobre a sua deslocação à ‘catedral’ transmontana do ralycross.

    Para o piloto do Citroën C2 S1600 a “entrega terá de ser total, pois o nível competitivo está muito alto”. Também quer “continuar a dar continuidade ao trabalho realizado desde a época passada”, mostrando “confiança na equipa e no Citroën C2 para estar à altura do desafio, fazendo como até aqui, pensando no campeonato, mas atacando prova a prova”, ciente de que tem de “estar no sítio certo para pontuar forte” e colocar-se “na luta pelos lugares de topo em cada evento, sendo que Montalegre não é exceção”.

    Jorge Machado mostra-se assim confiante na ‘dose certa’, até porque sabe que na prova do próximo fim de semana os seus adversários não lhe vão facilitar a tarefa. Antes pelo contrário. Estão bem-avisados do seu potencial e terão tendência para adotarem uma condução ainda mais agressiva, ainda que dentro das ‘regras’.

    “A concorrência está muito forte. Mesmo assim vamos à luta e acredito que iremos ombrear pelos lugares cimeiros. Vamos conscientes de que irá ser mais uma jornada dura e difícil. Mas têm de contar connosco”, remata o lousadense que espera celebrar outro grande resultado nesta segunda prova do PTRX 2021.

  • Nelson Andrade traz “tempestade” à Penha!

    O madeirense está de regresso ao Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e, como sempre, isso é sinónimo de espetáculo e velocidade. Aos comandos do kartcross AG1000, o ‘Furacão da Madeira’ prepara a sua estreia na prova do Demoporto.

    Se é verdade que a meteorologia oficial até prevê um fim-de-semana de canícula, também alerta para o facto de poderem acontecer trovoadas e afins, sendo habitual que a Rampa da Penha Paisagem Protegida nos presenteia com um sortido meteorológico ao longo do fim-de-semana, não menos verdade será que os aficionados poderão contar com uma “tempestade” competitiva com origem no Arquipélago da Madeira.

    Nelson Andrade dá assim continuidade à sua aposta no campeonato maior do país, neste ano de estreia da Taça de Portugal de Kartcross de Montanha JC Group, tendo se tornado, em pouco tempo, um dos mais aplaudidos pelos amantes da modalidade. Este reconhecimento está a ser erguido pelo binómio rapidez/espetacularidade que o piloto impõe em cada uma das suas performances, almejando não só dominar as lides entre os kartcross mas, sobretudo, estar sempre na luta pelo Top 10 absoluto de um campeonato cuja competitividade é intensa.

    A Rampa da Penha Paisagem Protegida vai ser mais “uma completa novidade para mim. Traçado desconhecido, que me vai obrigar a um esforço suplementar no reconhecimento. Na Montanha, onde se decide cada subida por ínfimas frações de segundo, o conhecimento da pista é vital e esse vai ser mais um dos nossos handicaps”.

    No entanto, Nelson Andrade quer “trabalhar para conseguir um lugar entre os dez primeiros da geral”. O “Furacão da Madeira” tem noção de que “é ambicioso querer lutar por uma posição tão acima na tabela, pois o meu kartcross é o que tem menos argumentos, quando comparado com os carros que estão na luta pela geral, mas vamos com tudo, como sempre e sem qualquer receio!”. O AG1000 foi, como sempre, alvo “de uma profunda revisão por parte da FR Power. Tem sido muito bom trabalhar com a equipa técnica do Rui Ferreira. São excelentes e estão sempre a tentar melhorar o kartcross. Tenho plena certeza de que o AG1000 vai chegar à Penha forte e que me vai permitir ser muito competitivo!”.

    O piloto deixa uma palavra de “profundo agradecimento ao Município de Porto Moniz, pelo carinho e apoio com me honra, bem como às empresas Equinócio Construções, The Old Pharmacy Wine Bar, Steak & Sun Restaurante e Bravagym, patrocinadores de referência e que promovo com muito orgulho!”.

    Em termos de horário e alinhamento de subidas, a prova do Demoporto arrancará às 13.45 de sábado, dia e que se realizarão sucessivamente o warm up 1, duas subidas oficiais de treinos e a 1ª subida de prova para o CPM JC Group, tendo a rampa regional direito a uma subida de treinos e outra a contar para a classificação, dose que repetirão no domingo. O cardápio dominical terá início às dez da manhã, com o warm up 2, com os concorrentes do CPM JC Group a realizarem mais uma subida oficial de treinos, antes das duas subidas finais de prova que, como habitualmente, serão decisivas.

  • GT3 Cup com lotação quase esgotada para a segunda jornada em Portimão

    A segunda jornada da GT3 Cup, este próximo fim de semana, no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, vai ter lotação quase esgotada em termos de participantes, já que estão inscritos nada menos que 18 Porsche 997, mais cinco em relação ao arranque, em abril, deste novo troféu monomarca.

    O aumento do número de inscritos reflete o sucesso da competição promovida pela P21 Motorsport, na qual há a registar a chegada de mais um patrocinador, a Quinta da Pacheca, e com a particularidade de também fazer alinhar um carro com as suas cores.

    “Já era expectável, mesmo antes da prova de Braga, que o número de pilotos interessados em correr na GT3 Cup iria aumentar, só que não houve tempo para preparar os carros e depois dessa primeira jornada a procura aumentou. E é com agrado que vamos receber agora 18 inscritos e apenas não ‘esgotamos’ os 20 carros adquiridos à Porsche GT Cup da Argentina, porque quatro deles não vinham totalmente prontos a correr e ainda há mais por concluir. Mas tudo indica que na terceira jornada da GT3 Cup, no mês de julho e de novo na pista de Portimão, teremos os 20 Porsche na grelha de partida”, explica José Monroy, manager da P21 Motorsport, confessando-se radiante com a evolução da GT3 Cup:

    “Sempre considerei que era possível chegarmos a este número de participantes, atendendo à forma como a GT3 Cup foi delineada, mas claro que nada estava garantido, apesar de ser um projeto novo e diferente no panorama das corridas de velocidade em Portugal. Como nunca gostei de colocar as expetativas muito altas em tudo aquilo que faço, hoje sinto-me duplamente feliz ao ouvir os comentários dos pilotos, quer dos que correm quer dos que testaram o carro. As suas palavras enchem-nos de alegria e representam uma grande motivação, mas também um acréscimo de responsabilidade, em termos de futuro, para a equipa da P21 Motorsport”.

    O consagrado e veterano Mário Silva (PRO) é a grande novidade na jornada de Portimão, a que se juntam também os estreantes João Parreira (GD), Alfredo Barros (AM) e ainda as duplas Francisco Cruz/Paulo Gonçalves (AM), Rui Mirita/Hugo Guimarães (GD), Miguel Caetano/João Posser (GD) e Hélder Moura/José Rocha (PRO/AM).

    “Juntamente com o consagrado Mário Silva, damos as boas-vindas a um conjunto alargado de novos pilotos, uns com mais e outros com menos experiência, mas o importante é que, não tenho dúvidas, vão acrescentar, cada um à sua maneira, valor e competitividade à GT3 Cup”, acrescentou Monroy.

  • José Lameiro pleno de garra e motivação em Montalegre!

    O piloto de Aveiro quer repetir a boa exibição que teve na prova anterior do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, em Lousada, onde conseguiu um excelente segundo lugar nos SuperCars.

    No traçado transmontano José Lameiro mostra-se mais confiante, pois espera sentir-se “mais confortável”, pois na ronda anterior mostrou estar mais adaptado à condução seu Skoda Fabia, que também sofreu melhorias de modo a torná-lo mais competitivo para a jornada do próximo fim-de-semana.

    “Foram feitas algumas alterações e melhorias no carro para esta jornada. Testamos com afindo e ficamos muito satisfeitos com o comportamento do carro. Quanto à prova, vamos para Montalegre com um foco: vencer. Esperamos ter andamento para estar na luta e podem contar com o meu empenho total. Vou dar tudo em pista!”, adianta o piloto aveirense.

    E para que nada falhe na ronda de Montalegre José Lameiro e a sua equipa prepararam com cuidado a deslocação a Trás-os-Montes: “pois para além do trabalho da equipa na oficina e dos testes, fizemos ainda um pequeno ‘shakedown’ em Montalegre, tendo tudo corrido pelo melhor”.

    Quanto à estratégia, é simples: “Rodar a fundo desde os treinos e tentar lutar ‘manga’ a ‘manga’ pela liderança, tendo total confiança no nosso Skoda Fabia, que tem sido muito bem tratado pela DM Motorsport e pela IGV Racing”, diz ainda o piloto de Aveiro, que na prova deste fim-de-semana só lamenta a ausência de público, especialmente uns certos fãs muito especiais: “Mais uma vez, infelizmente, não vamos poder ter a ‘Mancha Negra’ em pista, mas sei que nos vão estar a apoiar de longe”.

  • Rampa da Penha: seis dezenas de inscritos atestam “saúde de ferro” da modalidade

    A quarta prova da temporada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group decorrerá na Penha, sob a égide organizativa do Demoporto. São 59 inscritos, a prometer um fim-de-semana em cheio para a jornada que assinala o dobrar do meio da época.

    É um traçado muito técnico e exigente aquele que espera a “Família da Montanha” em Guimarães. 2780 metros, com um desnível de 179 metros e uma inclinação média de 6,7%, até que se atinjam as células fotoelétricas que marcam a meta, puco antes do Santuário da Penha, icónico monumento religioso pertencente à Irmandade de Nossa Senhora do Carmo da Penha, entidade anfitriã do evento. Em termos competitivos, vão ser várias e acesas as batalhas pelo domínio, seja ele absoluto, seja nas categorias, divisões, grupos e classes.

    5 são os protótipos em ação. Na Divisão A, o duelo vai ser entre José Correia (Osella EVO2-PA30, líder do campeonato absoluto e da categoria e Hélder Silva, no BRC BR53. Correia foi melhor nas duas primeiras provas da época e Silva respondeu na terceira, reduzindo a sua desvantagem pontual. Vai ser, certamente, uma luta muito intensa. Na Divisão Protótipos B, António Rodrigues está invicto.

    O piloto do BRC CM05 EVO da NJ Racing tem dominado, mas quer o seu colega de equipa Nuno Guimarães (SilverCar S2), quer Joaquim Rino (BRC BR49 EVO), têm vindo a evoluir e vão dar imensa luta.

    Nos GT, Vítor Pascoal e o seu Porsche 991 GT3 Cup estão de regresso e vão voltar a medir forças com Pedro Marques, em carro idêntico. Este tem sido superior desde o início da temporada, mas este é um duelo de “aposta tripla”.

    Mais de duas dezenas de inscritos atestam a vitalidade da Categoria Turismos.

    Na Divisão 1, Luis Nunes (Ford Fiesta ST R5) é sempre o “alvo a abater”, com esse desiderato a estar nas “miras” dos Subaru Impreza de Daniela Marques e Pedro Marques, do Opel Astra OPC de José Pedro Gomes e do Mitsubishi Lancer EVO VII de Francisco Morgado.

    Já na Divisão 2, é Joaquim Teixeira (Cupra TCR) quem assume o favoritismo, tendo de suplantar o outro Cupra TCR de Manuel Rocha e Sousa, bem como o Audi RS3 LMS de Paulo Silva e o quarteto de BMW tripulados, respetivamente, por Luís Silva, José Carlos Pouca Sorte, Rui Pinheiro e Miguel Gonçalves, estando ainda de regresso Jorge Meira, num Seat Leon.

    Quanto às lides da Divisão 3, está tudo reunido para mais uma “luta sem quartel” entre Parcídio Summavielle e Sérgio Nogueira, tendo Alberto Pereira (Honda Civic Type R) como “outsider” de relevo, que tem melhorado prova após prova. Parcídio e Sérgio dividiram as vitórias nas provas anteriores, parecendo um nível acima dos demais, tal o ritmo que impõem aos seus Renault Clio. A divisão tem ainda inscritos dois Citroen Saxo, a cargo de Arlindo Beça e José Cardoso, outro Clio RS, tripulado por Carlos Silva, o Toyota Corolla de Francisco Vieira Leite e o Citroen DS3 R1 de Cláudio Baptista.

    A Penha vai poder contar com todo o espetáculo proporcionado por Nelson Andrade, aos comandos do kartcross AG1000. O “Furacão da Madeira” vai querer, uma vez mais, lutar por um lugar entre o Top 10 absoluto da prova, a exemplo das outras duas provas da época onde esteve presente.

    Quanto ao Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group, Fernando Salgueiro e Ricardo Loureiro voltam a assumir o favoritismo, mercê do que têm feito ao comando dos seus Ford Escort MKII. O bracarense Daniel Vilaça (BMW 1602) deverá querer voltar a saborear uma presença no pódio, feito que também estará no pensamento de Carlos Fava (VW 1303) e de José Dinis (Ford Escort).

    Quanto à análise da competição entre os Legends, parece difícil que alguém venha a contraria o favoritismo do Mitsubishi Lancer EVO VI de Manuel Pereira, tal o domínio que este binómio tem exercido. José Carlos Magalhães (Toyota Starlet Grupo 5), Gonçalo Antunes (Citroen AX GTi), Renato Piairo (Toyota Carina E) e Roberto Meira (Fiat Punto 85 Sport), serão os adversários com essa difícil missão.

    São 6 os inscritos na Taça de Portugal de Montanha 1300. Entre eles, o atual detentor do troféu, Francisco Milheiro, que está de regresso ao campeonato, após ausência na Serra da Estrela. O piloto vimaranense do Peugeot 106 vai ter forte oposição por parte dos transmontanos Leonel Brás e Tiago Santos, ambos em Citroen AX Sport, a que se juntam mais dois Peugeot 106, tripulados por Rui Gama e João Silva e o Fiat Punto 85 Sport do antigo vencedor desta taça, João Diogo Santos.

    Entre os Clássicos 1300, a Penha será palco de mais um duelo entre Eva Laranjeira (Peugeot 205 Rallye) e Domingos Fernandes (Autobianchi A122 Abarth). A piloto de Setúbal vem de duas vitórias consecutivas e quererá dar seguimento a essa senda de sucesso, cabendo ao piloto de Armamar tentar contraria a tendência.

    Como motivo suplementar de interesse, teremos a competição extracampeonato. São 12 os inscritos na Rampa Regional, sendo de destacar que desta competição auxiliar têm “saltado” para o campeonato principal vários pilotos, realçando a sua importância como porta de entrada para a modalidade.

    Em termos de horário e alinhamento de subidas, a prova do Demoporto arrancará às 13.45 de sábado, dia e que se realizarão sucessivamente o warm up 1, duas subidas oficiais de treinos e a 1ª subida de de prova para o CPM JC Group, tendo a rampa regional direito a uma subida de treinos e outra a contar para a classificação, dose que repetirão no domingo. O cardápio dominical terá início às dez da manhã, com o warm up 2, com os concorrentes do CPM JC Group a realizarem mais uma subida oficial de treinos, antes das duas subidas finais de prova que, como habitualmente, serão decisivas.

  • Marco Ferreira conquista top 4 em Vila do Bispo

    No Rali Vila do Bispo o piloto do Citroën Saxo conquistou importantes pontos para o Campeonato Sul de Ralis e para o Desafio Kumho Sul, fazendo esquecer o desaire da prova anterior, alcançando um excelente quarto lugar entre os duas rodas motrizes.

    A prova do Clube Automóvel do Sul foi bem mais positiva para Marco Ferreira e Edgar Gonçalves do que o foi a sua passagem por Serpa. Mesmo tendo em conta a dureza do evento e também o facto do carro ter acusado a substituição do motor após o evento alentejano. Ou seja, “um rali que valeu pelos pontos conquistados”, numa prova que, mesmo sem a super especial noturna mereceu elogios do piloto de Santiago do Cacém, pois “a organização manteve o rali nos mesmos moldes do ano anterior, pelo que esperávamos andar bem”.

    “Logo nos reconhecimentos percebemos que iríamos ter dificuldades, pois apenas com as passagens dos carros de treinos o piso ficou muito degradado e com os trilhos muito marcados”, explica Marco Ferreira, que também não esquece o ‘handicap’ do carro, pois tinha “a consciência de que o Saxo não estava tão bem preparado como no ano anterior, visto termos sido obrigados a substituir o motor depois de Serpa e estarmos a utilizar uma unidade de recuso, sem o memos nível de preparação do motor habitual”.

    “Mas arrancamos dispostos a andar o melhor que conseguíssemos”, garante o piloto, confirmando a sua determinação de sair do Algarve com um bom resultado.  E logo nos primeiros quilómetros Marco Ferreira foi percebendo que o desfecho poderia ser bem diferente da participação no Rali Flor do Alentejo: “Na primeira especial tivemos a sensação de que estávamos rápidos, apesar de alguns erros cometidos. Mas perdemos 25 segundos para o primeiro dos duas rodas motrizes, tendo concluído no 14º lugar da geral, quarto das 2RM e primeiro da classe”.

    “Nas outras duas especiais da primeira secção tentamos aumentar o ritmo, mas cedo constatamos que dificilmente iríamos ter argumentos para discutir o pódio, pois o carro não tinha potência para sair das zonas lentas e muito cavadas. E nas zonas rápidas não permitia que fossemos a fundo, porque estava com a traseira muito instável”, admite o piloto do Citroën Saxo. Foi tentada uma alteração para melhorar o comportamento do carro, como conta Marco Ferreira: “Na assistência alteramos a afinação do Saxo, e sentimos algumas melhorias nas PEC 4 e 5 ao nível do comportamento em reta”. Só que mais uma vez a equipa se deparou com “troços cada vez mais duros e com trilhos mais fundos, extremamente difíceis para um duas rodas motrizes”.

    “Conseguimos chegar ao parque fechado com bastantes dificuldades, mas concluímos a prova em 14º da geral, quarto das duas rodas motrizes e segundos da classe, obtendo bons pontos para o campeonato”, destaca ainda o piloto visivelmente mais satisfeito do que no final da prova anterior. A rematar Marco Ferreira deixa ainda uma palavra para todos os que o apoiaram: “Agradecemos mais uma vez aos nossos patrocinadores e amigos pelo apoio e disponibilidade em ajudar-nos, e contamos estar na próxima prova mais competitivos”.

  • Gustavo Moura: “O Hyundai vai ser ainda melhor no Estoril”

    Gustavo Moura e o Hyundai Elantra N TCR foram as principais estrelas da jornada de abertura da SuperCars Endurance, no circuito espanhol de Jarama, ao somarem uma vitória e um quinto lugar na estreia do carro adquirido à Hyundai Motorsport. Tais resultados permitiram ao primeiro privado a correr com o novíssimo Elantra assumir a liderança do campeonato nascido da união de esforços entre a GT4 South European Series e o TCR Ibérico Endurance Series.

    O piloto de Paços de Ferreira não poderia sentir-se mais satisfeito e fazer um balanço positivo, no cômputo geral das duas corridas que abriram a temporada, nas quais ficou a conhecer melhor a nova “máquina” do construtor coreano.

    “O Hyundai, pelas suas características, vai ser ainda melhor no Estoril, em julho próximo. A geometria do carro foi desenhada para aquele tipo de circuitos, para além de eu conhecer muito bem o seu traçado, coisa que não sucedia em Jarama. Portanto, creio ter razões para estar otimista em relação ao futuro”, salienta Gustavo Moura que regressou a casa com ânimo redobrado para as restantes três provas da época.Esta primeira jornada dupla foi encarada como de aprendizagem, face à novidade que representava a estreia do Hyundai Elantra N TCR, mas sem perder de vista a oportunidade de conquistar bons resultados.

    “Aprendemos mais na segunda corrida do que na primeira, pois se nesta ainda era tudo novo, para a segunda decidimos não mudar nada no carro, para percebermos uma série de detalhes, constatando, por exemplo, que os calços de travão não aguentam duas corridas de 45 minutos. Se fizéssemos o que a Hyundai recomendou, talvez fosse tudo diferente. Contudo, importa sublinhar que o objetivo para a segunda corrida não era vencer, mas sim levar cada componente ao limite, para nas próximas provas, já com um conhecimento mais profundo, podermos tirar partido de todo o potencial do Elantra”.

    Moura não deixa de enaltecer o trabalho desenvolvido por todos os que têm estado na sua retaguarda e revela-se muito satisfeito com a aposta no Hyundai Elantra N TCR, a mais recente “arma” da marca coreana para as corridas da classe TCR.

    “Sem dúvida que este Hyundai foi uma boa escolha, pois é excelente, tal como também são a equipa P&B Racing e o Miguel Freitas, o engenheiro que me acompanha há várias épocas. Eu sou apenas uma peça da engrenagem, porque sem um bom carro, uma boa equipa e um bom engenheiro de dados, nenhum piloto faria milagres…”