O piloto do Mitsubishi vermelho ‘coroou’ a sua participação no evento Legend com uma exibição muito conseguida, pois aliou os objetivos de preparação para as próximas provas com o espetáculo para o público.
Nelson Silva e José Janela procuraram
sobretudo usufruir das sensações a bordo do Mitsubishi, sem a tensão própria
que naturalmente tinham tido nos ralis de Vieira do Minho e Terras
d’Aboboreira, provas “a doer” para os objetivos de época, sendo que no
RallySpirit Altice o que o piloto mais apreciou foi ter espetadores a assistir
às classificativas, coisa que também não tinha sucedido nas duas provas
anteriores: “Foi fantástico sentir novamente o público, tanto no final
como nas ligações e nas especiais!”.
Como esta participação na prova da X Racing
era encarada como um teste a abordagem foi diversa: “Fomos com a intenção
de fazer quilómetros. Andamos sempre com uma margem de segurança, uma vez que o
objetivo era apenas esse. Na super especial atacamos um pouco mais, para
brindar o público com algumas derrapagens e nos divertir-nos, como é óbvio”,
confirmou Nelson Silva.
A equipa também esteve presente neste
RallySpirit Altice com o regressado João Sousa, que tendo Bruno Abreu como
navegador num competitivo Peugeot 206 S1600, não foi tão feliz, “uma vez
que teve de desistir no segundo dia, devido a problemas elétricos”,
explicou Nelson Silva. Ainda assim João Sousa chegou a ter uma primeira etapa
em evolução, uma vez que evidenciava ainda uma certa falta de ritmo devido à
prolongada paragem (oito anos).
Nelson Silva já pensa na próxima participação da equipa: “O próximo passo é o Rali de Famalicão, a cotar para o campeonato Norte de Ralis e para o Desafio Kumho, onde ambos pretendemos uma boa classificação”.
Quando o hipercarro GR010 HYBRID da TOYOTA GAZOO RACING enfrentar as 8 Horas de Portimão, de 12 e 13 de junho 2021, na segunda ronda do Campeonato Mundial de Resistência (WEC – World Endurance Championship) da FIA de 2021 a marca vai celebrar a 100ª prova ao mais alto nível.
O passatempo disponível até dia 11 de junho em: https://passatempo-wec.toyota.pt/ vai testar o conhecimento dos aficionados do desporto motorizado, com um quiz online e que posteriormente, desafia os participantes a descobrirem se foram os contemplados com o bilhete após uma visita ao concessionário Toyota mais próximo.
Depois do Rali de Portugal, o principal objetivo do passatempo é celebrar 100 provas no WEC em Portimão e envolver o público com a emoção da competição automóvel, apresentando os atributos TOYOTA GAZOO Racing presentes na gama Toyota. Desde o GR Supra ao recém-lançado GR Yaris ou mesmo nas versões do Corolla e C-HR GR Sport.
Embora o Autódromo Internacional do Algarve (AIA) seja um novo circuito para o campeonato de resistência, é um local muito conhecido para a TOYOTA GAZOO Racing, que tem utilizado a pista portuguesa como local de testes há vários anos. Pilotos, Engenheiros visitaram a pista algarvia em dezembro, quando o GR010 HYBRID completou o seu primeiro teste de resistência e regressa agora pela primeira vez para uma corrida de 8 horas.
Foi uma magnífica jornada a que a “armada” Kumho viveu na segunda prova da temporada do Campeonato Sul de Ralis: 16 à partida e 15 à chegada, com 2 pódios absolutos e 4 presenças no Top 10. Os pneus Kumho dominaram por completo o pódio das duas rodas motrizes.
A edição 2021 do Rali Vila do Bispo deu seguimento ao Campeonato Sul de Ralis, sendo ainda a segunda prova da temporada do Desafio Kumho Sul e a quarta no que concerne às contas do Desafio Kumho Terra. Para os pneus Kumho, esta foi mais uma jornada de grande sucesso, com as equipas “calçadas” pelos pneumáticos coreanos a disputarem taco-a-taco a primazia absoluta e nas categorias, provando, uma vez mais, a grande competitividade dos pneus de terra da Kumho.
E o rali até começou com uma baixa importante na “armada”. Fernando Peres nem arrancou, devido a um problema na viagem para sul do navegador José Pedro Silva que não conseguiu chegar a tempo. A dupla do Mitsubishi Lancer EVO IX era claramente uma das favoritas à vitória, mas a sorte nada quis com eles. Nem por isso os Kumho ficaram fora do combate.
João Bica e João Sena
assinaram uma prova ao mais alto nível, estando sempre na luta pela vitória,
que lhes fugiu por apenas 9,7 segundos, alcançando mesmo assim um brilhante
segundo posto e levando de vencida a “guerra” na Divisão 1 do 4º Desafio Kumho
Portugal. Podia ainda ter sido melhor se não fossem os problemas na caixa de
velocidades no último troço.
Muito prejudicados pela
sua ordem de partida, pois tiveram de rodar muitas vezes no pó causado pela
equipa que os antecedia, Armando Carvalho e Ana Santos rubricaram uma excelente
exibição, levando o Mitsubishi Lancer EVO V a um magnífico 3º lugar da geral, correspondente
ao 2º posto na Divisão 1 Kumho.
Muito regulares, Nuno
Carujo e Daniel Martins lograram terminar no 3º lugar da divisão, a que somaram
ainda a 7ª posição da geral, em mais uma excelente operação pontual. A dupla
sofreu ainda um pequeno toque, mas sem consequências de maior.
Aos comandos do “velhinho” Mitsubishi Lancer EVO VI da PoolShop, Rui Rijo quebrou finalmente o “enguiço” e terminou uma prova em 2021. Na estreia do navegador Miguel Afonso da Luz, reclamou o 4º posto na Divisão 1 Kumho e o 8º lugar da geral. A equipa Vasco Tintim/Filipa Tintim (Subaru Impreza WRX) mostrou uma vez mais toda a sua fiabilidade e conquistou o 5º posto da divisão.
Trio de ataque domina duas
rodas motrizes
A prova algarvia foi palco de uma exibição coletiva a rondar a perfeição, por parte dos carros com duas rodas motrizes da Divisão 2 Kumho. Um trio de equipas destacou-se, lutando arduamente, quilómetro após quilómetro, não só pela primazia na competição reservada aos pneus Kumho, mas também pelo domínio da geral para os carros com tração apenas a duas rodas.
Entre estes, Rui Mendes e João Sebastião, foram os que mais tempo lideraram. A dupla do Toyota Corolla saltou para o comando na 1ª PEC e aí permaneceu até ao arranque da 5ª PEC, mercê de 3 vitórias e um 2º tempo nas quatro primeiras especiais da prova.
Mas nessa última classificativa, o volte-face aconteceu. Paulo Anselmo e Pedro Dias da Silva fizeram 14,98 kms finais contra o cronómetro ao ataque, registando um “tempo canhão” e vendo Rui Mendes assinar uma marca muito mais lenta do que tinha feito anteriormente na mesma especial, relegando o piloto do Toyota para o segundo lugar final. Com tudo isto, a equipa do BMW 316i reclamou a vitória no rali, quer no que respeita à Divisão 2 Kumho, quer nas duas rodas motrizes, em termos de geral. 7,7 segundos foi o tempo magro que separou primeiro e segundo, atestando bem a “guerra” que protagonizaram.
Vindos do Norte, Filipe
Ribeiro e Bruno Coelho não recearam o menor conhecimento das especiais e, apesar
de também terem enfrentado vários problemas mecânicos, ainda venceram uma PEC
entre os Kumho 2 e reservaram um lugar no pódio da divisão, recolhendo
preciosos pontos, sobretudo no que respeita às contas do Desafio Kumho Terra.
Quem também fez um
excelente rali foi Marco Ferreira. Tripulando um Citroen Saxo e sendo navegado
por Edgar Gonçalves, o piloto ultrapassou a dificuldade causada por ter no
carro um motor menos potente do que o habitual e foi 4º classificado na divisão,
na frente da dupla penafidelense Jorge Pinto/João Magalhães, muito rápidos com
o Vinnt S1000 que o piloto preparador vem desenvolvendo.
6º posto para Luís Nascimento e Leonido Madeira, num Opel Corsa-A, enquanto Filipe Silva e Ricardo Martins levavam o seu Citroen Saxo à posição seguinte. David Costa e João Costa foram oitavos, num BMW 3251, enquanto Viana Martins e Vítor Viegas almejavam pontuar em 9º, utilizando um Peugeot 206 que, ao longo de toda a prova, denotou graves problemas na caixa de velocidades. O Top 10 ficou completo com o 10º posto de Jaime Falcão e André Silva, num Mazda 323. Apenas uma dupla Kumho foi forçada a abandonar. A “fava!” saiu ao Peugeot 206 XS de Nuno Silva e Fernando Gonçalves, que já não concluíram a terceira especial do rali.
O 4º Desafio Kumho Portugal prossegue já no próximo fim-de-semana. Castelo Branco será o palco de mais uma prova que contará para os Desafios Kumho Asfalto e Centro.
O piloto do Subaru Impreza GT 4WD conclui a segunda prova do Campeonato Sul de Ralis sem percalços, apesar dos condicionalismos em que alinhou, nomeadamente a estreia de uma transmissão sem qualquer teste anterior à prova.
No Rali Vila do
Bispo o objetivo de José Baptista e do seu navegador Jorge Rita era
fundamentalmente concluir este evento organizado pelo Clube Automóvel do Sul. E
fê-lo terminando entre os 15 primeiros. Numa prova onde a preparação esteve
longe de ser a ideal.
“O Rali começou com muito nervosismo, devido a alguns problemas de última hora. Um pneu rebentado no carro com que treinamos o rali, o que nos deixou-nos com notas pouco verificadas. Depois, alinhamos com uma caixa de velocidades nova no Subaru, sem ter rodado um quilómetro antes!”, explica o piloto do Subaru. Apesar dos condicionalismos José Baptista e o seu copiloto não ‘baixaram os braços’ e adotaram a postura que mais lhes interessava para alcançarem o objetivo principal: “Começamos o treino na prova. Muito cuidadosos, fomos com calma e melhorando progressivamente, até que, já mais confiantes, lá fizemos a última especial num ritmo que é o nosso, acabando por ser um rali muito positivo”.
Quanto ao rescaldo, o piloto assume que “estamos felizes por terminar sem percalços. Mais felizes ainda com a homenagem que foi feita ao Gonçalo e ao José Santos. Sentimo-nos abençoados por ter ganho este troféu que é dedicado a eles, estejam onde estiverem”, acrescenta José Baptista, esperando de futuro poder alcançar resultados mais interessantes no Campeonato Sul de Ralis, para além das competições além-fronteiras que vão enfrentar.
Piloto da PoolShop Algarve conseguiu concluir com distinção a segunda prova do Campeonato Sul de Ralis, levando o Mitsubishi Lancer Evo VI à oitava posição final.
Depois de uma participação azarada no Rali Flor do
Alentejo/Cidade de Serpa, onde
desistiu apenas após dois quilómetros percorridos na primeira especial, Rui Rijo queria
imperiosamente terminar a prova do Clube Automóvel do Sul e acabou por consegui-lo realizando uma boa exibição, com resultado
a condizer, conseguindo assim uma evolução tão
ansiada como merecida.
Algo a que não é estranho o facto de no banco da direita ter um novo navegador,
Miguel Luz, que muito o ajudou a aperfeiçoar a forma como foi abordando as
especiais de classificação de terra algarvias.
No final essa melhoria de ritmo e um Mitsubishi Lancer Evo VI que no Rali Vila do Bispo não deu ‘dores de
cabeça’ à equipa, permitiu ao piloto da
PoolShop Algarve rodar bem dentro do ‘top ten’ absoluto, terminando no 8º posto, a que somou o 4º
lugar alcançado na Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Portugal, resultados que o deixam bastante mais satisfeito
do que no final da prova anterior.
“Estou muito feliz com o rali. O Miguel Luz
portou-se dez estrelas. Parece que temos copiloto. Estamos muito contentes com
o resultado. A margem de progressão é muito boa”, começa por dizer Rui
Rijo em jeito de balanço telegráfico
sobre a sua
participação nesta segunda prova do Campeonato Sul de Ralis. O piloto da
PoolShop Algarve destaca o facto de Miguel Luz ter “a mesma escola” que
o seu anterior navegador. “E isso é uma boa base e que nos permite
evoluir bastante, e penso que estão reunidos os ingredientes necessários para
que isto corra bem entre nós os dois. Como tal neste momento queremos fazer
quilómetros para nos entrosarmos cada vez melhor e para que os resultados
possam melhorar”, acentua.
Rui Rijo está assim mais otimista para o resto da temporada, e traçada já objetivos: “Já estamos na classificação do campeonato. Pensamos que no próximo rali vamos tentar terminar para pelo menos, irmos subindo na tabela classificativa e, no final, termos uma posição interessante no campeonato”. Quanto à opção pelo Lancer EVO VI, Rui Rijo explicou que “tivemos de ir a este rali com o Mitsubisi Evo VI, pois como sabem tivemos aquele problema em Serpa que não nos permitiu acabar o carro (Evo VIII MR) a tempo”, lembra o piloto da PoolShop Algarve.
E Rui Rijo adianta: “Neste momento continuamos sem o carro terminado, pois continuamos à espera do motor, que está retido na alfândega algures em Lisboa e como tal não vamos conseguir ir a Castelo Branco. Para compensar vamos ao Rali Alitém (Pombal). Se vamos com o Evo VI ou com o Evo VIII ainda não temos isso totalmente confirmado. Possivelmente poderá ser ainda com o VI”.
Automóveis de pré produção vão rodar nas estradas este
verão
Revelado
no Renault eWays: The Challenge towards Zero Emissions, o showcar Mégane eVision
anunciou a primeira aposta da Renault em automóveis elétricos do segmento C,
reforçando uma gama já constituída pelo Twingo E-Tech Electric (segmento A) e o
« best-seller » ZOE (segmento B). Isto só no que diz respeito a
propostas de passageiros zero emissões.
Baseado
na plataforma CMF-EV, o novo Mégane E-Tech Electric está equipado com um e-motor de 160kW (217hp)
e uma bateria de 60kWh, que lhe conferem uma autonomia até 450km em ciclo WLTP.
Também denominado de MéganE (pronunciando-se “Mégane e”), começa a revelar a
sua silhueta final, uma vez que, uma frota de 30 automóveis de pré produção vão
ser conduzidos por engenheiros da Renault, em estradas abertas, durante este
verão.
Produzidos na fábrica de Douai, todos os automóveis estarão cobertos com um padrão feito à medida pela Renault Design, que consiste num jogo de linhas e padrões inspirado no novo e icónico logotipo da Renault. Um design que cria uma camuflagem deslumbrante.
Ernesto Cunha e Rui Raimundo chegam confiantes a mais uma prova do Campeonato de Portugal de Ralis 2RM e já com alguns quilómetros de asfalto percorridos, tanto em testes como em ambiente competitivo. A participação no Rali da Bairrada e Rallyspirit serviram para reforçar esta confiança e evoluir a técnica após as primeiras provas de terra já realizadas.
Depois de duas semanas de pausa no campeonato habitualmente disputado, Ernesto Cunha aproveitou para arrecadar excelentes resultados em provas extra-calendário: Rali da Bairrada com um 2º lugar no Campeonato Centro de Ralis, acompanhado por Rui Raimundo e uma vitória à geral no Rallyspirit, com Valter Cardoso no lugar de co-piloto. “Estes últimos ralis serviram essencialmente para mudarmos o chip para Asfalto e acumular quilómetros em provas reais. Temos a certeza de que isso nos vai ajudar em Castelo Branco na nossa prioridade para esta época desportiva, o Campeonato de Portugal de Ralis 2RM”, refere Ernesto Cunha.
Com boas ambições para a prova Albicastrense, a dupla do Peugeot Rally4, procura vingar com um pódio entre as viaturas de duas rodas motrizes no campeonato. O piloto do Peugeot indica em tom positivo: “Já realizámos um teste em asfalto no carro com que vamos realizar a prova e voltaremos a testar com a The Racing Factory na semana do Rali de Castelo Branco. Tanto eu como o Rui Raimundo nos sentimos plenamente preparados para estarmos nesta prova ao mais alto nível com o 208 Rally4”.
A prova pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis e Peugeot Rally Cup Ibérica, vai ter lugar entre os dias 11 e 13 de junho na zona de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão e conta com um total de cerca de 100 quilómetros de especiais cronometradas.
O piloto transmontano rubricou duas fantásticas exibições na dupla jornada de arranque da Supercars Endurance, conquistando um pódio absoluto e dois pódios entre os TCR.
Foi muito positivo o arranque da nova
“aventura” do JT59 Racing Team / Bompiso na velocidade. A direção da equipa
optou por apostar na Supercars Endurance, com esta nova competição internacional
a justificar a escolha, ao apresentar em Jarama, nesta jornada inaugural, um
plantel rico em quantidade e em qualidade.
Coube a Daniel Teixeira a tarefa de defender as cores da equipa a solo neste primeiro embate e o piloto voltou a ostentar todos os seus pergaminhos: é veloz, é aguerrido e tem um sentido estratégico de corrida ao mais alto nível. Como tal, foi com normalidade que levou o Cupra TCR Daniel Teixeira ao 3º tempo da geral (2.º entre os TCR) em ambas as sessões de qualificação, na estreia no desafiante Circuito de Jarama.
Depois, na corrida inaugural, esteve sempre
no combate pelas posições de topo e viria a terminar na 3ª posição da geral e
como 2º entre os TCR, resultado que o deixou “satisfeito. Podíamos ainda
ter feito melhor, mas foi uma corrida intensa, bem disputada e com um resultado
que é muito positivo, neste arranque de temporada”.
Na
segunda corrida, Daniel Teixeira “abriu o livro” e dominou a seu belo prazer a
luta entre os TCR. Mas, quando se preparava para uma vitória clara, o pior
aconteceu: “É incrível, mas, quase a terminar, faltou-me combustível para acabar a
corrida. Até metemos mais quantidade que na primeira corrida, embora tivesse
terminado com uma boa reserva e não compreendo o que se passou agora. Podia ter
ganho entre os TCR, mas, enfim, isto faz parte das corridas!”, com o piloto
transmontano a salientar que ”saímos de Jarama muito satisfeitos, não só
pelos excelentes resultados mas por termos demonstrado que, mesmo perante
adversários com carros mais recentes, somos competitivos, temos andamento e
vamos lutar pelas vitórias e pelo campeonato!”.
Com a segunda prova do Supercars Endurance marcada para o Autódromo do Estoril, a 12 e 13 de julho, o JT59 Racing Team / Bompiso volta já a apontar a mira para o campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Em menos de uma semana, a equipa técnica tem de rever e preparar o Cupra TCR para que Joaquim Teixeira possa estar ao mais alto nível na Rampa da Penha Paisagem Protegida, que vai decorrer já a 12 e 13 de junho, em Guimarães.
É já no proximo fim de semana , dias 12 e 13 de Junho, que se realiza o Rali de Castelo Branco, prova organizada pela Escuderia de Castelo Branco e que para muitos é considerado o melhor rali do nosso País.
A correr em casa, a dupla Rodense Pedro Silva / Nuno Rodrigues da Silva,vai apostar todas as fichas numa excelente prestação, numa prova que conhece muito bem e que , certamente, vai decorrer com o grande apoios dos amigos, familiares e patrocinadores.
Pedro Silva admite: “ Como não poderia deixar de ser, no nosso rali irei lutar pela vitória nas duas Rodas motrizes até ao fim. Apesar de a adaptação ao novo carro ainda continuar e da luta que certamente a forte concorrência nos irá dar. Vou tentar andar o mais rapido possível com o 208 R2 sendo que o nosso objectivo passa, claramente , pela conquista do primeiro lugar nas 2RM.Estamos já a sentir um apoio incrível de todos, apoio esse que tenho a certeza que irá ser ainda muito superior , nos troços cronometrados e na estrada. Vamos lutar pela Vitória. Quero ganhar para dedicar esta vitória a todos os que me apoiam.”
O piloto Rodense vai fazer o Shakedown no Sábado de manhã em Vila Velha de Ródão, sua terra Natal e, na tarde desse mesmo Sábado, 11/6, inicia a sua participação no Rali, no troço Vilas Ruivas 2.
A cidade de Castelo Branco acolhe, já no próximo fim-de-semana, a primeira prova do Campeonato de Portugal de Ralis 2021 realizada em piso de asfalto e é na prova albicastrense que a dupla Rafael Cardeira – André Couceiro regressa à competição, aos comandos de um Renault Clio RS R3T.
Focado na
conquista da classe RC3N, o piloto do Sporting Clube de Portugal acredita que
esta temporada será um grande desafio. “Depois de um ano atípico com a
pandemia a impedir-nos de participar na quantidade de provas que
tínhamos planeado, trabalhámos bastante para conseguir ter as melhores
condições para participar no Campeonato de Portugal de Ralis em 2021. Incluídos
na competição dedicada a veículos de duas rodas motrizes, vamos lutar por
vencer a classe RC3N e lutar pelos melhores resultados possíveis das 2RM, em
todos os ralis onde iremos participar.”, começou por explicar o piloto da
Marinha Grande: “Sabemos do nível competitivo dos nossos concorrentes,
agravado com a presença de muitos pilotos espanhóis com andamentos muito
fortes. Vamos fazer o nosso trabalho e focar-nos em conquistar os nossos
objetivos, conscientes que qualquer erro poderá colocar em causa todo o projeto
delineado. Não posso errar! ”, garantiu o piloto que recentemente
renovou com o Sporting CP por duas temporadas, e que irá continuar a contar com
André Couceiro como navegador.
O Rali de Castelo Branco vai para a estrada nos dias 12 e 13 de Junho e conta com um total de sete provas especiais de classificação que perfazem 99,69 quilómetros contra o cronómetro e um total de 256,17 quilómetros.