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  • Joaquim Rino conquista Top 2 motivador nos Protótipos B na Serra da Estrela

    Foi com garra e muita entrega que o piloto de Porto de Mós obteve um excelente 2º lugar na Divisão Protótipos B na Rampa Serra da Estrela Covilhã depois de ultrapassar algumas contrariedades no BRC BR49 Evo com as cores da Articimentos e cuidado pela FR Power.

    Joaquim Rino conseguiu ‘virar a página’ sobre os acontecimentos da prova anterior no evento do CAMI, ainda que mais uma vez o fim de semana no topo de Portugal Continental não tenha sido isento de problemas. No entanto, desta vez e contrariamente ao que sucedera em Boticas, foi possível ‘dar a volta’ à situação e atingir os objetivos delineados, que passavam claramente por não só voltar a estar no pódio da Divisão Protótipos B, mas também estar mais perto da discussão da vitória.

    No primeiro dia Joaquim Rino viveu momentos de algum ‘stress’.  “A Rampa Serra da Estrela começou mal, mas acabou bem. Já que tive um problema na bateria do BRC. Depois os pneus não chegaram a tempo, pois vieram de França. Andei um bocado com a traseira do carro a derrapar, mas depois correu bem”, sendo claro que começa a ser mais intensa a relação entre o piloto e o novo BRC, permitindo aumentar o ritmo e começar a estar pronto para ir aos limites do novo protótipo.

    “Saio desta prova com outra motivação. Estou agora na segunda posição do campeonato. Espero mantê-lo e se possível lutar pelo primeiro lugar”, refere ainda o piloto de Porto de Mós, que concluiu a prova do CAMI e menos de cinco segundos do vencedor da Divisão Protótipos B, juntando o segundo lugar nessa frente ao sexto lugar absoluto. Agora Joaquim Rino vai começar a preparar a prova seguinte, a Rampa da Penha Paisagem Protegida, em Guimarães, a 12 e 13 de junho, que marcará a chegada ao meio da temporada 2021.

  • Pedro Salvador com balanço positivo da estreia no GT-CER

    Pedro Salvador fez, no passado fim-de-semana, a sua estreia na temporada 2021. Aos comandos de um Porsche 911 GT3 Cup 4.0, participou com António Sainero na primeira ronda do Campeonato Espanhol de Resistência (GT-CER), que teve lugar no Circuito de Navarra.

    No regresso a Portugal, o piloto de Chaves faz um balanço positivo desta primeira prova: “Foi um fim de semana proveitoso e saímos de Navarra na segunda posição do Campeonato Espanhol de Resistência. Mostrámos bom andamento, discutimos a corrida 2, numa prova em que demos início à adaptação à pista e ao carro. O António Sainero, fruto da sua experiência, que é ainda um pouco reduzida, mostrou-se sempre a bom nível, sempre num crescendo de competitividade, acabando a prova a defender-se como um herói dos ataques que sofreu. Terminámos o fim-de-semana com um segundo e terceiro lugar na nossa categoria, terceiro e quarto lugar à geral, respetivamente”, explicou o piloto flaviense, antes de agradecer à  E2P, Escola de Pilotos “pela confiança e pelo convite que me foi feito para este projeto. Agradecer claro ao meu companheiro, António Sainero, que realmente é um miúdo com um talento enorme e com quem é um prazer fazer equipa, sem esquecer os meus parceiros, que tornaram esta participação possível. Estamos já de olhos postos na próxima prova e obviamente conscientes que temos de continuar a trabalhar para lutar pela vitória no campeonato, que é o nosso objetivo assumido.”

    A dupla Pedro Salvador-António Sainero sai de Navarra com 68 pontos, a 12 dos líderes Armaud Gomez-Oscar Gomez, que disputam a competição num Vortex V8, um carro que mudou de categoria esta temporada passando a pertencer à categoria GT-Cup, apesar de se assemelhar mais a um GT3. A próxima ronda do GT-CER disputa-se no Motorland, em Aragão, no fim-de-semana de 30 de julho e 1 de agosto.

  • Tockwith Motorsport regressa com dupla dose de Ginettas

    Tockwith Motorsport confirma a sua presença no novo Supercars Endurance, não com um mas dois Ginettas.

    A equipa baseada em Yorkshire, no UK mas com uma secursal em Guadix trás até à Peninsula Iberica duas duplas jovens de pilotos em duas classes distintas. O primeiro carro inscrito pela equipa inglesa é um Gineta G55 que lutará pelas vitorias na classe PRO. Ao volante deste novo carro estarão Marmaduke Hall e o chileno Nicolás Pino. Para Hall é um regresso à competição ibérica outrora denominada de GT4 South European Series mas desta feita o piloto britânico sobe para Classe Pro sendo que em 2019 foi o vencedor da classe GTC. Para Nicolas Pino será uma estreia em carros GTs após uma passagem pelo campeonato de Fórmula 4 do sudeste asiático.

    O Ginetta G55 GT4 recentemente adquirido pela Tockwith Motorsport debita 385 cv de potência pesando apenas 1085kg, onde a maior qualidade é a sua agilidade. Na frente GTC, serão Jemma Moore e Aubrey Hall ao volante do Ginetta G50 outrora vencedor desta mesma classe. Jemma Moore regressa aos GT4 após um fim de semana muito positivo em Portimão do ano de 2019. Aubrey Hall regressa aos GT’s depois de participar no fim de semana em Jerez no ano de 2020, ambicionando seguir as pisadas do irmão Marmaduke. Esta dupla de pilotos serão uns fortes candidatos às vitórias da categoria GTC. 

    Os Ginettas da equipa inglesa farão a sua estreia em pista já nos próximos dias 05 e 06 de Junho no circuito de Jarama. Farão parte de uma grelha composta por carros de homologação GT4 e TCR.

  • Joaquim Teixeira ‘mete ao bolso’ novo triunfo na Divisão Turismos 2

    Na Rampa Serra da Estrela Covilhã piloto da JT59 Racing Team/Bompiso voltou a rubricar uma boa exibição aos comandos do Cupra TCR apesar de um fim de semana onde sentiu algumas contrariedades.

    Joaquim Teixeira esperava na Covilhã rodar mais próximo do topo da categoria de Turismos. O que até seria possível caso não tivesse sentido as dificuldades encontradas no evento do CAMI. Por isso a vitória na Divisão Turismos 2 acaba por ser pouco sob esse ponto de vista. Mas o piloto transmontano chama a atenção para os condicionalismos sentidos: “Num fim-de-semana onde tive várias contrariedades mecânicas, o resultado final acaba por ser bem melhor do que cheguei a pensar obter”.

    “No entanto a boa resposta que deram os mecânicos da JT 59 Racing Team/Bompiso, tendo conseguido resolver todas as contrariedades, foram a chave da obtenção da minha vitória a Divisão Turismos 2, no grupo e na classe 10, que cheguei a admitir não conseguir”, assinala também Joaquim Teixeira. Analisando a sua exibição na Rampa Serra da Estrela, o piloto transmontano salienta que “o fim-de-semana começou muito bem, porque nas duas primeiras subidas de treino de sábado”, imprimiu “um ritmo muito forte, para depois poder aumentar ainda nas subidas de prova”. Mas depois tudo se complicou: “Um problema no Cupra impediu-me de fazer uma boa primeira subida de prova, e domingo de participar em todas as subidas de treinos”.

    Por isso Joaquim Teixeira considera que “dentro do possível, consegui o resultado” traçado pelos objetivos mínimos traçados para esta prova. “Mas fico com alguma desilusão, pois penso que tinha andamento, não para ganhar, mas pelo menos discutir, até à última subida, a vitória absoluta nos Turismos. Isto atendendo aos tempos que que consegui na fase de treinos, sem forçar ao limite o meu andamento”, admite. Para o piloto do JT59 Racing Team/Bompiso “foi difícil, até pela falta de confiança de que” lhe acontecesse “algum problema” que o impedisse de pontuar. Além disso, assinala: “Também os meus adversários nos Turismos 2 nunca me deram descanso, obrigando-me a lutar bastante para conseguir a vitória”.

    “Agora é tempo de reparar tudo, pois sexta-feira já estaremos em Jarama na corrida de Supercars, onde o meu filho Daniel vai participar na categoria TCR”, lembra Joaquim Teixeira referindo-se ao programa paralelo em que está envolvido também esta época o seu Cupra. E deixa desde já uma palavra para o trabalho da sua equipa na Covilhã: “Quero agradecer aos meus mecânicos Jorge e Filipe, à minha família que me apoia incondicionalmente em todas as provas nos bons e maus momentos e aos meus patrocinadores, porque sem eles não podia manter este projeto: Bompiso, Município de Boticas, Potauco, ENI, Jacinto Marques Oliveira, Intermarché de Alijó e Valpaços, Proef, CCT Construção Civil e Obras Públicas, Pizzeria Pasta Final e Grupo Óticas Preguiça”.

  • Luís Nunes assina terceira vitória da época na Rampa Serra da Estrela

    A Rampa Serra da Estrela recebeu este fim de semana a comitiva do Campeonato Portugal de Montanha. Uma prova onde Luís Nunes voltou a inscrever o seu nome no lugar mais alto do pódio na categoria Turismos e Divisão 1.

    “Foi um fim de semana exigente, onde tivemos forte concorrência pela frente, mas felizmente conseguimos imprimir um andamento rápido, confirmado com o melhor tempo em todas as subidas. Esta é uma rampa difícil, com um traçado que tem bastantes variações de ritmo e trajetórias, e conseguir este resultado deixa-nos muito satisfeitos”, frisou Luís Nunes, que refere: “Ainda assim, sei que poderíamos ter sido mais rápidos em algumas situações e é nesse sentido que queremos continuar a evoluir.”

    É já o terceiro triunfo do ano, depois das vitórias na Rampa Pêquêpê Arrábida e Rampa Internacional de Boticas, para o piloto do Ford Fiesta ST R5+: “De facto os resultados têm surgido, mas há muito trabalho não visível que é feito por toda esta fantástica equipa que me acompanha e a quem muito agradeço. Nem sempre temos tido provas isentas de problemas, como é natural, mas felizmente temos conseguido extrair os tempos necessários”, comentou o rosto da estrutura Nunes Sport.

    Com três vitórias em três possíveis e a pontuação máxima no campeonato, Luís Nunes deixa uma palavra especial: “Todos os projetos são o resultado de um trabalho de equipa a todos os níveis. Há muitas pessoas envolvidas. Quero por isso deixar um obrigado a todos e em particular aos nossos patrocinadores, que nos acompanham e são parte fundamental do nosso projeto. Poder retribuir com vitórias, deixa-nos bastante orgulhosos e só aumenta a motivação para continuar.”

    Quanto à renovação do título, o bicampeão da categoria Turismos, relembra: “Esse é o objetivo, mas a época é longa, ainda há cinco provas pela frente e tudo pode acontecer. Temos que manter o foco e continuar a trabalhar para podermos lutar pelo primeiro lugar em todos os eventos. É claro que é sempre melhor estar na frente, mas nada está garantido, por isso há que manter a concentração”, frisou Luís Nunes. O campeonato prossegue com a Rampa da Penha, dias 12 e 13 de junho.

  • Ramos, Chaves e Machitski abandonam em Paul Ricard.

    Não foi feliz a passagem do Lamborghini 77 por Paul Ricard. Um toque sofrido no turno inicial de Leo Machitski, levou ao abandono do carro da Barwell Motorsport.

    Após uma boa prestação na Q1 e Q2, respetivamente com Chaves e Ramos obtendo o primeiro lugar, já a Q3 de Machitski não correu tão bem, mas mesmo assim o tempo médio garantiu para o trio do Lambo #77, o 4º lugar na grelha para os Pro-AM.

    Segundo Miguel Ramos, “O Leo arrancou bem mas com cerca de 25 minutos de prova decorridos, envolveu-se num acidente com dois Mercedes danificando bastante o Lambo. A equipa ainda tentou recuperar o carro, mas com 40 minutos parados na box, constatamos que o sistema de iluminação para a noite não era suficiente e decidimos abandonar. Agora temos de nos concentrar em Zandvoort, um circuito novo para a equipa, para mim e para o Henrique”.

    A próxima prova (Sprint) terá lugar entre 18 e 20 de junho em Zandvoort (Holanda).

  • Cláudio Batista assinou uma “evolução com cabeça” na Serra da Estrela

    A estreia do piloto do Fafe na prova do CAMI foi marcada por um desempenho seguro que lhe permitiu chegar à vitória na sua classe e no grupo, sendo que a evolução foi constante apesar de ser a primeira vez que competiu no traçado covilhanense.

    Após as boas indicações dadas em Boticas, Cláudio Baptista enfrentava um grande desafio na Serra da Estrela, não só porque nunca tinha competido nesta prova, mas porque nesta terceira prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group enfrentava uma concorrência mais conhecedora do traçado. Assim procurou tirar o melhor partido do seu DS3 e ir melhorando os seus tempos a cada subida realizada, objetivo que cumpriu em pleno, pois foi notória e constante a sua evolução e o cronómetro foi sempre prova disso.

    “Foi uma evolução com ‘cabeça’. Ao longo do traçado fomos andando o mais rápido possível. Era uma rampa que não conhecia. Tentei evoluir subida a subida, arriscando im pouco”, confirma o piloto do DS3, destacando: “Para o final decidi arriscar mais, mas nem tudo é certo. Quando à vezes estamos nervosos e queremos fazer demais, torna-se tudo mais complicado. Deu para chegar à vitória na classe e no grupo. E estou satisfeito”.

    O facto de ter terminado entre os seis primeiros da Divisão Turismos 3 confirma a evolução que Cláudio Batista fez nesta Rampa Serra da Estrela. “Noto a minha evolução. Tenho mais confiança no carro, consigo ter mais andamento e não tenho qualquer receio de estar a competir numa divisão em que todos os outros pilotos têm carros mais potentes”. Para o fafense que defende as cores da Sucesso Automóvel o importante é que “aos poucos estamos a melhorar e vamos ver o que conseguiremos fazer nas próximas provas!”, acrescenta o piloto minhoto, já com o pensamento na próxima prova, a Rampa da Penha Paisagem Protegida que, por decorrer em Guimarães, é uma rampa “que me diz muito pois vou competir ao pé de casa, com a presença de muitos amigos e da família. Vai ser um fim-de-semana muito emocionante!” e que decorrerá a 12 e 13 de junho.

  • José Correia assina pódio na Rampa Serra da Estrela

    O atual Campeão de Portugal de Montanha, José Correia, apresentou-se este fim de semana à partida da terceira jornada do Campeonato Portugal de Montanha JC Group, a Rampa Serra da Estrela. Um evento exigente que o piloto, ao volante do seu Osella PA2000 Evo2, concluiu com o terceiro lugar em termos Absolutos e na categoria Protótipos.  

    “Foi um fim de semana onde não chegámos ao set up ideal, o que condicionou os nossos tempos ao cronómetro. Quando se compete a este nível e perante esta forte concorrência, a margem é nula”, comentou o piloto. Por outro lado, o traçado de 5.240m revelou-se também muito desafiante: “Havia zonas em que o piso era muito irregular, o que me levou por vezes a levantar o pé. E todos esses pormenores são decisivos”, explicou José Correia, figura central da JC Group Racing Team. 

    Um resultado que se traduz no entanto pelo terceiro pódio consecutivo esta época, em igual número de eventos, onde se destaca a vitória na ronda inaugural, a Rampa Pêquêpê Arrábida. “Mantemos o comando do campeonato, que era o principal objetivo para esta prova. Sabíamos que seria um fim de semana que nos colocaria dificuldades e o terceiro lugar acaba por ser positivo”, afirmou, acrescentando: “Na discussão do título a consistência é muitas vezes o mais importante. Por isso, estamos satisfeitos com este início de época, mas sabemos que há margem para evoluir e esperamos fazê-lo já na próxima prova.” 

    O calendário do Campeonato Portugal de Montanha JC Group tem na Rampa da Penha o desafio que se segue. Um evento agendado para os dias 12 e 13 de junho, que reserva aos concorrentes um percurso de 2.78 quilómetros ao cronómetro.

  • Rali da Bairrada amargo para Isaac Portela

    O concelho de Vagos acolheu, este fim de semana a segunda edição do Rali da Bairrada, prova inaugural do Campeonato Centro de Ralis 2021. Isaac Portela e Duarte Susano estavam confiantes em alcançar um bom resultado na prova organizada pelo Clube Automóvel do Centro, mas, alguns acidentes e uma penalização deitaram por terra as aspirações da dupla do Citroen C2R2.

    “Esta prova não começou da melhor maneira para nós. Uma falha na válvula de temperatura levou a que a ventoinha deixasse de funcionar. Com este percalço fomos forçados a penalizar. Depois, na primeira passagem pela especial de Boco, um concorrente que nos antecedia teve uma saída estrada, sem consequências físicas para eles, mas que levou à neutralização do troço”, explicou Isaac Portela.

    “Na terceira especial, Vagos ZIV aconteceu o mesmo. Uma dupla que nos antecedia teve uma saída de estrada que levou neutralização da especial. Ainda bem que em ambos os acidentes não houve consequências físicas para eles e, aproveitamos para lhes enviar um abraço de rápida recuperação e regresso,” afirmou o piloto.

    “Conseguimos alcançar excelentes tempos nos troços e, se não fossem as penalizações e os incidentes, teríamos conseguido ficar nos seis primeiros lugares, mas os ralis são assim. Agora é tempo de começar já a preparar o nosso próprio desafio, o Rally de Lisboa”, conclui, algo desalentado.

    O Rally de Lisboa, disputado em pisos de asfalto, irá decorrer nos dias 25 a 27 de Junho. Organizado pelo Clube de Promoção de Karting e Automobilismo, o Rally de Lisboa irá juntar os municípios de Lisboa, Loures, Mafra, Arruda dos Vinhos, Alenquer e Cadaval.

  • Hélder Miranda termina Rali de Portugal com Top 4 RC4 e entre os portugueses

    Com o seu Renault Clio R3T equipado com pneus Kumho, o piloto de Cabeceiras de Basto ultrapassou toda a dureza da prova portuguesa do Mundial de Ralis.

    Foi épica a exibição da dupla Kumho formada por Hélder Miranda e Hugo Pereira. Apostando num andamento onde o compromisso entre a velocidade e a precaução na abordagem aos pisos mais duros do Vodafone Rali de Portugal, a equipa de Cabeceiras de Basto logrou ser uma das quatro únicas equipas nacionais a concluir a prova mundialista do ACP.

    A esse feito, ainda mais relevante se considerarmos que foi a única equipa lusitana a utilizar um carro de duas rodas motrizes, Hélder Miranda e Hugo Pereira juntaram ainda um brilhante 4º lugar entre os RC4, conseguindo ombrear com várias duplas estrangeiras e ostentar uma competitividade muito relevante.

    Ao longo da prova, a dupla destacou sempre a boa performance dos pneus Kumho, quer pela sua fiabilidade, quer pela competitividade que lhes permitiu estar sempre estar em lugares de topo nos diferentes objetivos que perseguiam.