Na hora do arranque para mais uma temporada, o consagrado piloto lousadense assume o objetivo de estar entre os melhores num campeonato que promete ser o mais disputado de sempre.
Que melhor cenário para o arranque competitivo de uma nova época do que correr “em casa”?! Assim vai ser com António Sousa e com a SRT Motorsport. No próximo fm-de-semana, piloto e estrutura assentam arraiais no Circuito da Costilha, em Lousada, para disputar a prova inaugura do PTRX 2021.
Pela frente, tem uma árdua batalha:
integrar, uma vez mais, o pelotão da Divisão S1600 que, na época que agora se
avizinha, regista um aumento de qualidade e quantidade de carros e pilotos que
transforma esta divisão numa das mais competitivas a nível mundial.
O facto é, para o piloto de Lousada, motivo
para “estarmos todos entusiasmados. Vai ser, co toda a certeza, um
campeonato árduo espetacular e que vai exigir de nós total foco e entrega, seja
na condução, seja na preparação técnica do nosso carro”. António Sousa
considera que “desde os treinos às mangas, teremos sempre de estar no
limite, para conseguir fazer prevalecer as nossas ambições. A entrada na
corrida final será alvo, prova a prova, de uma luta sem tréguas e qualquer erro
terá um preço muito caro!”.
Durante o defeso, o Peugeot 208 S1600 foi alvo de “uma revisão total e introduzimos algumas melhorias que parecem surtir efeito, avaliando aquilo que conseguimos fazer em pista, no teste de pré-época que realizamos na Costilha”. Agora, é tempo de “ir à luta e dar tudo em pista. Estamos confiantes de que poderemos lutar pelas vitórias. Respeitamos muito os adversários, mas também temos noção do nosso valor!”.
O Campeonato de Portugal de Ralicross by DIATOSTA arranca assim a 23, 24 e 25 de abril, no Eurocircuito da Costilha, em Lousada, sob a égide do CAL.
O piloto e líder da equipa que representa as cores da Diatosta está ansioso por voltar a colocar o Skoda Fabia SuperCar em pista. É total o seu foco na renovação do título conquistado em 2020.
Já não existem quaisquer dúvidas de que a época de 2021 do Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta terá uma Divisão SuperCar ainda mais “musculada”. As confirmações de pilotos nacionais e internacionais, faz subir a fasquia competitiva da divisão onde mandam os carros mais potentes da modalidade. O cenário deixa José Lameiro, campeão em título, mais entusiasmado do que apreensivo pois “fico muito feliz por ver o nosso campeonato subir ainda mais de nível, sobretudo no que concerne aos SuperCar, divisão onde adoro correr”.
O piloto sabe que “vai ser um campeonato muito competitivo e o objetivo da renovação do título vai exigir muito de mim e da nossa equipa. Será um ano duro, mas muito desafiante”. O Skoda Fabia SuperCar com as cores da Diatosta foi revisto e aguarda “algum material para o evoluir e que ainda não chegou, devido a todos os constrangimentos no transporte que a pandemia tem causado. Estamos a fazer um grande esforço para a corrida de Lousada e, ainda antes dela, vamos realizar um pequeno teste, sabendo, no entanto, que tal não será suficiente para poder retirar todo o potencial do carro”.
Como tal, será “durante as corridas que evoluiremos, contando sempre com o excelente trabalho da minha equipa técnica, a DM Motorsport, que conta também com o apoio da IGV Racing. Juntos vamos desenvolver cada vez mais o Skoda, fazendo tudo para que eu tenha condições para renovar o título nacional!”. José Lameiro reservou um momento especial para referenciar “a nossa incrível claque, a Mancha Negra, que nos dá um alento extra em todas as provas. Em Lousada rerá de ser à distância, mas vão fazer-se sentir. São incansáveis!”.
Despindo
por momentos a “farda” de piloto, José Lameiro não quis deixar de publicamente
assumir “um agradecimento à Go Now, novo promotor do campeonato pela
forma como nos soube cativar para colocarmos a Diatosta como naming sponsor,
facto que muito nos orgulha e que diz bem do carinho que também temos pela
modalidade”.
O Campeonato de Portugal de Ralicross by DIATOSTA arranca já a 23, 24 e 25 de abril, no Eurocircuito da Costilha, em Lousada, sob a égide do CAL.
Quase 5 dezenas de inscritos ditam um plantel de luxo para a prova de abertura do CPM JC Group. Com grandes novidades no regulamento do campeonato e com a introdução da Taça de Portugal de Kartocross de Montanha, a Arrábida tem todos os ingredientes para ser uma prova emocionante.
Damas e Cavalheiros: liguem os motores!
E é caso para dizer: finalmente. Está na hora de vermos pilotos e máquinas brilharem no arranque da temporada 2021 do Campeonato de Montanha JC Group. Depois de ter tido honras de fecho na temporada passada, o Clube de Motorismo de Setúbal é agora anfitrião da prova de abertura desta nova época, assinando a 30ª edição da Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida. Fernando Matias, o líder da agremiação setubalense, enfatiza “a enorme satisfação que sentimos por ter conseguido, com um tremendo esforço por parte do clube da autarquia de Setúbal e dos nossos patrocinadores, erguer mais esta edição. Foi muito difícil, mas está tudo preparado para proporcionarmos um excelente fim-de-semana, sendo enorme a nossa satisfação por uma vez mais, contar com uma lista de inscritos extraordinária!”.
Muitos e bons: as lutas pelo domínio vão ser acesas!
Na categoria Protótipos, são cinco os “guerreiros” que
estão preparados para uma batalha épica. José Correia (Osella EVO 2 – PA 30)
inicia na Arrábida a defesa do título que brilhantemente conquistou em 2020. O
piloto e patrão do JC Group Racing Team terá opositores ferozes na dupla de
pilotos da NJ Racing, que incluiu o vice-campeão de 2020 António Rodrigues (BRC
CM 05 EVO) e o regressado Nuno Guimarães (SilverCar S2), o sempre veloz Hélder
Silva, que volta a confiar no potente BRC BR 53, cabendo ao consagrado Joaquim
Rino a grande novidade desta categoria: o piloto adquiriu um BRC B49 EVO e vem “com
tudo” para o campeonato, assumindo ambição de o discutir taco a taco.
A Categoria GT conta com “os suspeitos do costume”. Regressam
assim os grandes duelos de 2020, entre Vítor Pascoal (Porsche 991 GT3 Cup), Pedro
Silva (Porsche 997 GT3 Cup) e Pedro Marques (Porsche 991 GT3 Cup). Pascoal
quererá defender o seu título, cabendo a Silva e a Marques tentarem destronar o
campeão. Pela amostra da época transata, iremos ter corridas muito discutidas.
É na Categoria Turismo que temos a grande “revolução”
no regulamento do CPM JC Group. São agora três as Divisões onde os carros desta
Categoria se inserem.
A Divisão 1 é reservada aos carros de quatro rodas motrizes e tem na Arrábida quatro protagonistas. Luís Nunes, campeão nacional em título da categoria, volta a confiar no potente Ford Fiesta ST R5 para repetir a dose de 2020, sendo certo que terá pela frente adversários de grande valia. Nesta divisão, destaque para o regresso de José Pedro Gomes (Opel Astra OPC) e para a novidade da estreia do leiriense António Cruz Monteiro, aos comandos de um Peugeot 208 R5 T16. Ao trio junta-se Daniela Marques (Subaru Impreza), também ela felizmente de regresso às lides da Montanha.
A Divisão 2 esta reservada aos carros de duas rodas motrizes, com motores de cilindrada superior a 2000cc. São 5 os inscritos e entre eles destaque para Joaquim Teixeira (Cupra TCR) que, para além do favoritismo na sua divisão, é um “player” a ter em conta na luta pelo título da categoria, tendo sido vice-campeão na época transata e disputado o cetro até ao fim. Também em Cupra TC, Manuel Sousa vai continuar a sua evolução, a exemplo do que sucederá com José Carlos Pouca Sorte (BMW M3). Está também de volta o AudiRS3 LMS de Paulo Silva, ficando a lista completa com Frederico Formiga, num Fiat Stilo JTD.
Finalmente, na Divisão 3, onde correrão os carros de duas rodas motrizes, com motorização até 2000cc, apresentam-se 7 pilotos na contenda. Alberto Pereira, que foi campeão nacional em 2020, então conquistando o primeiro título Legends de Montanha, apresenta um Honda Civic Type R e, pela sua competitividade, assume claramente a posição de candidato, indo medir forças com outros nomes fortes da modalidade, entre os quais Parcídio Summavielle, sempre rápido aos comandos do Renault Clio R3 e de Sérgio Nogueira, o experiente bracarense que volta a confiar no Renault Clio RS, carro também escolhido pelo regressado Carlos Silva. Trevor Strecht (VW Golf MKIII) estreia-se nestas lides, onde também quer brilhar o fafense Cláudio Batista, aos comandos de um Citroen DS3 R1.
O Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group contará com um plantel de grande nível, apresentando 7 inscritos na Arrábida. Estão de volta os craques do Caramulo Racing Team, Ricardo Loureiro e Fernando Salgueiro, como sempre confiantes na competitividade dos seus Ford Escort MKII e terão de medir forças com forte concorrência. José Carlos Magalhães apresenta uma das grandes novidades da época, inscrevendo um Toyota Starlet Gr 5, sendo certo que na Arrábida o favoritismo terá de ir para o brutal Porsche Carrera RS de Mário Silva, com o consagrado piloto a estar, uma vez mais, presente numa das rampas que mais gosta. Junta-se a este naipe de luxo, Luís Moutinho (Ford Escort), Fernando Francisco (Ford Escort MKI) e Carlos Fava (VW 1303).
No que concerne à discussão das contas do Campeonato
de Portugal de Legends de Montanha JC Group, com o campeão a ter migrado para outras
lutas, a discussão do título está ainda mais aberta. José Carlos Magalhães, no
BMW M3 da MNE Sport e Carlos Oliveira (Ford Sierra Cosworth RS) assumem algum
favoritismo, que terão que provar frete ao Alfa Romeo de Bernardo Sá Nogueira e
aos Citroen Saxo de Pedro Lança e Bruno Carvalho.
A Taça de Portugal de Kartcross de Montanha JC Group terá na Arrábida a sua estreia absoluta. São 3 os “bravos dos aranhiços” que vão discutir a vitória. Sérgio Mateus e Nelson Rocha tripularão kartcross da Semog, enquanto Nelson Andrade confia num AG 1000. Espetáculo é coisa que está garantida à partida!
Nas Taças de Portugal reservadas aos 1300cc, Francisco
Milheiro (Peugeot 106) começa a defender o título de 2020, tendo como opositor
Rui gama (Peugeot 106). Nos Clássicos, Daniel Rolo apresenta-se com o potente
Datsun 1200 Coupé, tendo pela frente José Pedro Figueiredo Datsun 1200) e Eva
Laranjeira, que mudou para esta luta, apresentando como argumento um Peugeot
205 Rallye construído pela MNE Sport.
O programa competitivo da edição 2021 da Rampa PÊQUÊPÊ
Arrábida inicia-se às 10.45 horas da manhã de sábado, com a primeira sessão de warm-up
a dar tiro de partida para o galgar dos 3,1 kms do traçado. Quinze minutos
depois do meio-dia será dado início à 1ª subida de Treinos Oficiais, estando
marcada para as 14.30 horas a 2ª subida de treinos.
Às quatro e meia da tarde decorrerá a 1ª subida “a doer”, com a “armada” da Montanha a enfrentar o traçado da Arrábida já na discussão da primazia e da classificação, naquela que é a única Subida oficial de prova do primeiro dia de competição. As lides competitivas recomeçarão as 9.45 de domingo, com mais uma sessão de warm-up. O segundo dia contém ainda a 3ª sessão de Treinos Oficiais (11.15) que, como habitualmente, antecederá a chamada “hora do tudo ou nada”. Pela frente e para concluir em grande o evento, duas subidas oficiais de prova que, como habitualmente, se revelarão decisivas para o arrumar das contas deste arranque de temporada. Estão previstas, respectivamente, para terem início às 14.00 e 15.45 horas. O programa contará ainda com uma Rampa Regional, que conta com 18 inscritos.
Excepcionalmente, devido às enormes contingências provocadas pelo combate ao surto pandémico, não será realizada a cerimónia de distribuição de prémios, havendo lugar à entrega dos mesmo junto ao secretariado.
Nada fazia prever, mas a verdade é que o Peugeot 106 do Team MMA, com a dupla Carlos e Afonso Gonçalves, cedo seria obrigada a desistir com uma transmissão partida, que deitou por terra todas as esperanças na obtenção de uma boa posição no final desta edição do Rali Viera do Minho.
A verdade é que tudo corria pelo melhor a bordo do Peugeot 106 do Team MMA com Carlos e Afonso Gonçalves, quando a meio do terceiro troço, uma transmissão partida deitou tudo a perder, obrigando a dupla maiata a ter de encostar na berma, passado numa questão de segundo de participante a espectadora.
Na chegada ao parque de assistência, muito desapontado Carlos Gonçalves dizia-nos “ esta desistência custou um bocado. Custou porque estávamos com um andamento muito bom, estava mesmo ao ataque, quando a transmissão cedeu, foi pena, os ralis tem destes imprevistos, mas as regras do jogo são estas., nada a fazer, vamos arrumar tudo colocar o 106 no atrelado, e regressar a casa, pois aqui já não estamos a fazer nada, e de seguida preparar tudo para o próximo rali”, dizia-nos Carlos Gonçalves desapontado com tudo isto.
Um problema mecânico, já na parte final da prova inaugural da temporada, deitou por terra os esforços de Rui rijo e Marco Vilas Boas, numa altura em que a dupla da POOLSHOP ALGARVE lutava pelo pódio entre os Kumho e tinha praticamente garantido um Top 10 absoluto no rali de Vieira do Minho.
A temporada 2021 de Rui Rijo arrancou a norte. Dando seguimento ao seu objetivo de integrar no seu calendário algumas provas fora da região sul, o piloto algarvio alinhou no Rali de Vieira do Minho aos comandos do seu habitual Mitsubishi Lancer EVO VIII MR, tendo a seu lado Marco Vilas Boas. Ciente de que o seu desconhecimento dos troços cronometrados desenhados na Serra da Cabreira, lhe criavam um grande handicap face à forte concorrência nortenha, Rui Rijo encarou a prova como “mais um momento d aprendizagem e desenvolvimento das minhas capacidades, servindo ainda para ganhar ritmo, após este longo defeso”.
Com
uma entrada cautelosa, cedo se viu a rodar perto do Top 10 absoluto do rali e dentro
da luta pelo pódio na Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Portugal que, juntamente
com a ambição de lutar pelos lugares cimeiros do Campeonato Sul de Ralis, se
assume como um alvo, mormente a luta pelo pódio final nos Desafios Kumho Terra e
Sul.
A prova não foi isenta de peripécias pois, logo na 2ª PEC, Rui Rijo teve “uma ligeira saída de estrada, mas sem consequências de maior, a não ser a perda de algum tempo”. O piloto da POOLSHOP ALGARVE atacou na terceira especial e fez o mesmo na 4ª PEC, subindo ao Top 10 da prova e cimentando o almejado pódio Kumho. Mas o pior cenário estava prestes a cumprir-se, já após sair da 4ª especial, a “embraiagem do Mitsubishi cedeu e não nos restou mais do que tentar chegar à assistência, onde cedo se percebeu que não dava para continuar”.
Foi
um fim inglório, mas que Rui Rijo encara “com naturalidade. Ficamos obviamente
tristes, mas o rali foi bom para nós. A prova é muito gira, com troços fantásticos
e muito diferentes, onde aprendi muito e saio de Vieira do Minho entusiasmado,
pois gostei do meu andamento. Agora, temos de olhar já para a próxima prova e
prometo que vou forçar mais o andamento em Serpa!”.
O piloto da Poolshop Algarve volta assim aos comandos do Mitsubishi nos próximos dias 8 e 9 de maio. O palco será então o Rally Flor Do Alentejo Cidade De Serpa, prova inaugural do Campeonato Sul de Ralis 2021.
A estreia do piloto vianense no CNR 2021 foi muito positiva. No seu primeiro rali em terra, Nelson Silva, acompanhado por José Janela, rodou sempre dentro dos limites, focado na evolução, conseguindo terminar e reunir bons pontos para o Campeonato Norte de Ralis e para o Desafio Kumho.
Nelson Silva e José Janela, aos comandos de um Mitsubishi Lancer EVO VI, terminaram o rali de Vieira do Minho com um triplo objetivo cumprido: concluir o rali, evoluir a competitividade do piloto e da equipa em pisos de terra e pontuar de forma sólida nas diversas frentes em que vão estar envolvidos em 2021. A prova do Motor Clube de Guimarães revelou um Nelson Silva que, mediante as limitações d sua ausência de experiência em pisos de terra, optou por uma toada em crescendo, registando evoluções significativas nos tempos, ao longos das diferentes passagens por cada classificativa, revelando sempre muita segurança e confirmando que a sua margem de progressão é enorme.
No rescaldo, o piloto mostrava-se “muito
satisfeito com o resultado e a exibição. Este foi um rali muito desafiante para
mim. Nunca tinha corrido em pisos de terra e, antes desta prova, só realizei um
teste. As especiais eram fantásticas, mas a sua dificuldade exige um enorme
conhecimento, quer do traçado, quer da técnica específica para conduzir um
quatro rodas motrizes em terra e eu ainda estou numa fase muito inicial,
sabendo claramente que, no futuro, serei muito mais competitivo com o
Mitsubishi em terra!”.
Perante todos os condicionalismos, Nelson Silva mostra-se “motivado pois ter estado tão perto de terminar no Top 10 da geral do rali, ficando dentro dos dez primeiros entre os que pontuaram para o campeonato e, como bónus acrescido, o facto de ter terminado em 5º na classificação relativa à Divisão 1 Kumho, torna muito positiva esta nossa estreia neste tipo de piso”. Não quis deixar de destacar “o excelente contributo do José janela, meu navegador, que me tem ajudado imenso a evoluir e da minha equipa de assistência que me entregou um carro perfeito. Espero no futuro lhes dar resultados ainda mais positivos e estou ciente de que, quando chegarmos ao asfalto, que é a minha praia, serem muito mais fortes!”.
A dupla regressa rapidamente à atividade, dentro de quinze dias. A segunda prova da temporada será o Rali Terras D’Aboboreira, disputado em pisos de terra e onde Nelson Silva quer dar mais um passo na sua evolução e adaptação a este tão desafiante tipo de piso.
Manuel Espírito Santo vai disputar em 2021 o Campeonato Espanhol de Formula 4 com a MP Motorsport, actual campeã em título. O jovem piloto de 17 anos, que fez um percurso bem sucedido no karting nacional nos últimos três anos, dá assim um passo em frente na sua carreira para competir ao mais alto nível numa das principais categorias de formação além fronteiras.
A internacionalização da carreira desportiva de Manuel Espírito Santo vai ser apadrinhada e acompanhada por Pedro Lamy, que vê no jovem piloto um potencial enorme para vir a ser bem sucedido no panorama automobilístico internacional. O Campeonato será composto por sete jornadas triplas sendo que o piloto do Estoril irá ser um dos pilotos estreantes no campeonato. Apesar da novidade, Manuel já fez uma série de testes para se habituar ao monolugar e às exigências da equipa e tudo parece estar no caminho certo para a primeira jornada que vai ter lugar no emblemático circuito belga de Spa-Francorchamps a 30 de Abril e 1 de Maio.
“Estou muito feliz com este passo na minha carreira. Este é apenas o meu quarto ano de competição pelo que é com orgulho que me vejo integrar a experiente MP Motorsport no Campeonato de Espanha de F4. Para este primeiro ano, o meu objectivo principal, é adaptar-me a esta nova realidade e evoluir enquanto piloto. Já fiz alguns testes, correram bem. Mas testar e competir são duas coisas distintas. Estou por isso desejoso que chegue o fim-de-semana de competição em Spa para perceber o meu andamento, onde me situo face à concorrência e onde posso melhorar. Sei que posso contar com todo o conhecimento da equipa, mas também do Pedro Lamy que está sempre comigo e que tem sido peça fundamental na minha evolução”, começou por dizer Manuel Espírito Santo.
Pedro Lamy ‘mentor’ de Manuel está satisfeito com o percurso que o jovem piloto está a fazer: “O Manuel é um piloto muito trabalhador e focado. Gosta de aprender e de ouvir os mais experientes. Estão por isso reunidas as condições essenciais para uma boa evolução. Acredito no seu potencial. Tem um longo percurso a fazer, mas as carreiras bem sucedidas não se conseguem de um dia para o outro. Ele tem mostrado uma boa adaptação e estou certo que vai conseguir bons resultados para piloto estreante que é”, referiu.
Calendário Campeonato de Espanha de F4 2021 30 de abril e 1 de maio – Spa-Francorchamps – Bélgica 29 e 30 de maio – Navarra – Espanha 17 e 18 julho – Portimão – Portugal 31 de julho e 1 de agosto – Motorland – Espanha 18 e 19 de setembro – Cheste – Espanha 2 e 3 de outubro – Jerez – Espanha 13 e 14 de novembro – Barcelona – Espanha
Adruzilo Lopes e Fernando Peres brilharam ao mais alto nível e ofereceram aos pneus Kumho o primeiro duplo pódio absoluto da época.A Kumho colocou 5 equipas no Top 10 de uma prova onde alinharam duas dezenas de equipas com os nossos pneus.
O regresso dos ralis, após um defeso de
quase seis meses, aconteceu em Vieira do Minho, numa jornada em que os pneus
Kumho estiveram em grande. Destaque para a obtenção de dois lugares no pódio
absoluto da prova reservada ao CNR e, entre as equipas inscritas neste
campeonato a norte, a obtenção do pleno no pódio da geral pontual.
Foi impróprio para cardíacos o duelo que protagonizaram as duplas Adruzilo Lopes/Paulo Leones e Fernando Peres/José Pedro Silva, ambas tripulando Mitsubishi Lancer EVO IX, pela condição de melhor equipa Kumho na prova. Rodaram sempre a fundo e taco a taco, entrando para a última especial do rali separados por apenas 2,2 segundos, então com a vantagem a pender para Fernando Peres, mas que só tinha chegado a essa posição após 5 classificativas, já que Adruzilo Lopes rodou sempre na frente, até então.
Mas na derradeira passagem pelos 10,39 kms
de Serradela/Anjos, Adruzilo Lopes foi mais forte e terminou com 2,2 segundos
de vantagem sobre Peres, com estes dois grandes campeões a darem um recital de
condução verdadeiramente magistral. Com este resultado Adruzilo Lopes lidera
agora o Campeonato Norte de Ralis.
Peres triunfa na Divisão 1
do DKP
Fernando Peres juntaria ainda ao 3º lugar
final da geral, correspondente ao 2º na pontuação do CNR, a vitória na Divisão
1 desta prova inaugural do 4º Desafio Kumho Portugal, aqui com jornada dupla a
contar para os Desafios Kumho Terra e Norte.
Prova de grande nível foi a que também
assinaram Gaspar Pinto e Bernardo Gusmão. O 4º lugar geral no rali,
correspondente ao 3º posto nas contas pontuais do Campeonato Norte de Ralis a
que juntaram a 2ª posição nesta divisão do DKP, premiou o andamento forte que
imprimiram ao Mitsubishi Lancer EVO VIII, provando, uma vez mais, que são candidatos
aos lugares da frente das competições que vão disputar.
O pódio desta divisão ficou completo com o
excelente 3º lugar que Tiago Almeida e Bruno Azevedo, que se apresentaram em
Vieira do Minho com um Mitsubishi Lancer EVO IX, embora pretendam fazer o resto
da época com um Mirage. A sua prova foi sólida e sempre em crescendo e
mereceram estar no pódio final desta divisão.
Regressados aos ralis após alguns anos de
ausência, Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues optaram por um ritmo controlado
e eficaz, indo paulatinamente aumentado o andamento e conseguiram chegar ao 4
lugar desta divisão já no último troço, por troca com Nelson Silva e José
Janela, que foram quintos. De relevar que Nelson Silva fez e Vieira do Minho a
sua estreia com o Mitsubishi Lancer EVO VI em pisos de terra e, como tal,
encarou esta participação como mais um passo na sua evolução. Juntou a isso
preciosos pontos na luta do DKP.
Quem não teve a sorte pelo seu lado foi o algarvio
Rui Rijo. O piloto da Poolshop Algarve estreou a seu lado o navegador Marco
Vilas Boas e estava na contenda pelo pódio da Divisão 1 do DKP quando a embraiagem
do Mitsubishi Lancer EVO VIII MR cedeu, forçando a equipa desistir após a 4ª
PEC.
Filipe Teixeira “voou”
para a vitória na Divisão 2
Uma exibição colossal e sem erros, levou a dupla formada por Filipe Teixeira e Bruno Coelho ao triunfo na Divisão 2 do DKP. Das seis especiais do programa, a equipa do Citroen C2 R2 só não venceu a primeira, dominando depois as lides entre os duas rodas motrizes Kumho, almejando ainda alcançar um excelente 7º posto da geral do rali, correspondente ao 2º lugar entre os duas roas motrizes do CNR. Notável!
Sempre muito regulares e eficazes na condução do Nissan Micra 1.3s, João Silva e José Azevedo voltaram a reclamar um pódio Kumho, terminando a prova no excelente 2º lugar. O pódio desta divisão ficou completo com o Peugeot 205 de Nuno Alves e Bruno machado. A sua prova foi cheia de peripécias, mas conseguiram trazer o carro francês até ao final e foram recompensados com um lugar de destaque.
Quanto a azarados nas contas da Divisão 2, destaque
para Hélder Miranda e Rui Teixeira. Lideraram a tabela de tempos desta divisão
na especial de abertura, mas uma ligeira saída de estrada na 2ª PEC coloco-os
precocemente fora do rali, pois, com a ausência de público, foi impossível recolocar
o carro de novo na estrada.
Jorge Pinto e João Magalhães viram-se fora de prova logo no primeiro troço cronometrado, quando cedeu uma transmissão do interessante VINNT S1000. Já Viana Martins e Gonçalo Palmeira atiraram a toalha ao chão quando danificaram a bomba de gasolina do Peugeot 206 na aterragem de um salto, durante a quarta especial. Vítor Rodrigues e José Vieira também não concluíram a jornada, devido à quebra da caixa de velocidades do seu Citroen Saxo, na terceira especial do rali.
Fora das contas do DKP, uma palavra para duas duplas azaradas. David Santiago e Ricardo Bettecourt protagonizaram um dos momentos difíceis do rali. A equipa do Peugeot 206 sofreu um acidente na primeira especial que, não só os colocou fora de prova, mas também os obrigou a serem transportados para o hospital, por prevenção. Felizmente, as informações são positivas e a sua recuperação será breve e total. Já Tiago Caetano e Luís Boiça também não concluíram o rali, devido à quebra de um apoio do motor do Citroen Saxo.
A Kumho volta a atacar já dentro de quinze
dias. O Rali Terras D’Aboboreira é o próximo palco para os nossos pneus,
contando para os Desafios Kumho Tyre Terra e Norte. A prova disputa-se nos dias
30 de abril e 1 de maio.
O hexacampeão nacional de ralis veio a Vieira do Minho “afinar” da melhor forma o seu ritmo para o principal objetivo da época. Acompanhado por Luís Ramalho, colocou o seu Skoda Fabia R5 Evo na liderança de todas as especiais, vencendo sem oposição a prova extra do rali.
Cabeça de cartaz da prova extra, Armindo Araújo deu assim o mote para uma época que terá arranque “a sério” dentro de duas semanas, no Rali Terras D’Aboboreira, prova inaugural do Campeonato de Portugal de Ralis. No final das cinco especiais incluídas no programa, a dupla campeã nacional reuniu um pecúlio de 51 segundos de avanço sobre o VW Golf GTi R5 de Pedro Meireles e Mário Castro, que asseguraram o 2º lugar, após um duelo travado com o Skoda Fabia R5 de Manuel castro e Ricardo Cunha, muito rápidos ao longo de toda a prova e que terminaram no 3º posto, a apenas 3,1 segundos da dupla do VW.
José Pedro Fontes e Inês Ponte foram 4ºs classificados. A equipa do Citroen C3 Rally 2 foi quem mais perto rodou dos futuros vencedores até à 3ª especial que disputaram. Aí, um problema fê-los perder bastante tempo e relegou-os para fora do pódio, embora ainda tenham encetado uma pequena recuperação, mas que não foi suficiente para desalojar de lá os adversários. Estreando um Citroen C3, a dupla açoriana constituída por Ruben e Estevão Rodrigues realizou uma prova muito bem conseguida, premiada com um Top 5 muito positivo e que lhes deixa boa sindicações para a época.
Agora e depois deste verdadeiro teste em competição, estes protagonistas preparam-se já para o verdadeiro primeiro momento “a doer”. O Campeonato de Portugal de Ralis arranca com o Rali Terras D’Aboboreira, nos dias 30 de abril e 1 de maio.
Acompanhado pelo seu compatriota Ervinas
Snitkas, o lituano rodou sempre “à parte” na discussão da vitória entre todos
quantos fizeram parte do pelotão do Campeonato Norte de Ralis, “voando”
baixinho a caminho de um triunfo incontestável.
Os números da vitória da dupla que representa as cores da Samsonas Motorsport falam por si: seis especiais, seis vitórias e um avanço sobre a concorrência mais direta que, no final se cifrou em 1.01,2 sobre quem mais perto conseguiu rodar dos lituanos. A dupla inscreveu assim o sue nome na lista de vencedores da prova organizada pelo Motor Clube de Guimarães que, por sua vez, assinou uma organização de grande nível.
O calor da contenda esteve um pouco mais abaixo. O 2º lugar no rali que, no caso, correspondeu ainda à luta pela posição de “melhor português”, foi alvo de um duelo aceso, sem tréguas e de fio a pavio, entre dois campeões nacionais: Adruzilo Lopes, navegado por Paulo Leones e Fernando Peres, acompanhado por José Pedro Silva. Com armas iguais (Mitsubishi Lancer EVO IX) e pneus iguais da Kumho, assinaram uma batalha épica.
A primeira passagem pelos dois troços da prova, Senhora da Fé/Serradela (10,86 kms) e Serradela/Anjos (10,39 kms) assistiu à supremacia de Adruzilo Lopes que terminou esta passagem inicial pelos dois troços com 11,7, com Peres a queixar-se do handicap resultante do seu nº1, que o fazia abrir a estrada. Aliás, a segunda passagem por Senhora da Fé/Serradela viu o piloto da Peres Competições ao ataque, ganhando 8,6 segundos a Adruzilo que ripostou na 4ª PEC, onde se superiorizou por apenas 0,7 segundos.
As duas duplas entraram para a derradeira dupla passagem, separadas por apenas 3,8 segundos. Peres voltou a atacar em Senhora da Fé/Anjos, ganhando 5,4 segundos a Adruzilo e chegando finalmente ao 2º posto. Foram para os derradeiros 10 quilómetros separadas por apenas 1,6 segundos. Hora do tudo ou nada!
E num forcing final, impróprio para cardíacos, foi Adruzilo Lopes a levar a melhor, ganhando 3,8 segundos a Peres e concluindo o rali com 2,2 segundos de vantagem, assegurando assim o 2º lugar na prova e a pontuação máxima para o Campeonato Norte de Ralis.
Quanto a Fernando Peres, juntou ao 3º lugar uma tranquila vitória no arranque do 4º Desafio Kumho Portugal, no que concerne às contas da Divisão 1 da competição organizada pela ASR Tyres. Nesta Divisão, o segundo posto entre os Kumho foi assegurado pela dupla Gaspar Pinto/Bernardo Gusmão (Mitsubishi Lancer EVO VIII), autores de uma prova muito sólida, isenta de erros e comum andamento forte que os guindou ao 4º posto da geral do rali.
Top 5 e vitória nas duas rodas motrizes para a jovem dupla formada por Hugo Lopes e Tiago Neves. Assinando um andamento sempre forte, colocaram cedo o seu Ford Fiesta na liderança dos 2R2L, não mais a largando até final. O 2º lugar foi garantido por Filipe Teixeira e Bruno Coelho, tripulando um Citroen C2, cabendo a esta dupla reclamar a vitória na Divião 2 entre os Kumho.