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  • OPEN: Teixeira & Teixeira, sociedade familiar com hábito de vitória!

    Na ausência do “patrão” Joaquim Santos, o Bompiso Racing Team reedita a dupla familiar transmontana formada por Joaquim Teixeira e Daniel Teixeira. Pai e filho têm brilhado, vencendo em várias disciplinas. Vão a Portimão obviamente com o foco na vitória.

    É já neste fim-de-semana que se avizinha que o Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, vira palco da jornada de abertura do Open de Velocidade 2020. A equipa costuma fazer alinhar nas lides de velocidade uma dupla formada por Joaquim Santos e Daniel Teixeira, deixando a luta no Campeonato de Portugal de Montanha para o multicampeão dessa modalidade Joaquim Teixeira.

    Compromissos profissionais afastam Joaquim Santos da jornada de Portimão, isto dias depois do “patrão” do Bompiso Racing Team ter dominado uma prova de Supercars no Ralicross. Assim sendo, Joaquim Teixeira foi convocado e junta-se ao seu filho Daniel para tripularem o Cupra TCR com que o pai brilhou na Rampa Porca de Murça, em fevereiro último, vencendo então a categoria Turismos.

    Joaquim Teixeira encara esta convocatória “com muita vontade porque, ao fim de muitos meses sem competição, a adrenalina aperta. Vou substituir o habitual colega Joaquim Santos e vamos procurar dignificar a equipa BOMPISO RACING TEAM, que em 2019 se sagrou campeão de TCR DSG no TCR IBERICO. Inicialmente a equipa não era para participar, mas como sei que o Daniel gostava muito de fazer esta prova, mas como o nosso colega e amigo Joaquim Santos, também mostrou vontade que o Daniel fizesse a corrida, optei por aceitar fazer equipa com o meu filho Daniel”. Reconhece que “a concorrência vai ser forte, mas é isso que nos dá mais alento para encarar a competição e tudo faremos para voltar a vencer!”. A sua presença no OPEN deve ser “apenas nesta prova, pois, se a equipa continuar nas restantes provas, será com a dupla Daniel Teixeira e Joaquim Santos”.

    Depois, já na pele de pai, o campeão de Montanha expressou o desejo de ver “o meu filho Daniel a correr em, pelo menos, duas das três provas do TCR Ibérico, uma em Espanha e uma em Portugal. Tem um talento imenso e merece essa oportunidade!”.

    Quanto a Daniel Teixeira, que é hoje, reconhecidamente, um dos mais talentosos “jovens lobos” da velocidade lusitana, esta prova inaugural será “fim-de-semana difícil, sobretudo de adaptação a um carro novo, o qual irei conduzir pela primeira vez no sábado de manhã. A este facto soma-se o nível muito alto de adversários que iremos defrontar, com muita experiência em TCR, pelo que iremos necessitar naturalmente de algumas provas para estar ao mesmo ritmo competitivo dos restantes. No entanto, parto com a ambição habitual de tudo fazer para conseguir um bom resultado, que dignifique o Bompiso Racing Team, bem como todos os nossos patrocinadores”.

    O jovem craque lembra ainda que “participação só foi decidida muito recentemente, após um esforço de várias partes, para que conseguíssemos reunir as condições necessárias. Nesta prova, não irei alinhar com o meu habitual colega nestas andanças, Joaquim Santos, que não poderá esta presente devido a compromissos profissionais, mas que estará muito bem representado pelo meu pai. Gostaria de salientar o apoio da BOMPISO, na pessoa do Joaquim Santos, fundamental para que esta nossa participação aconteça, bem como da Equipa MartinsSpeed, na pessoa do Luís Pedro Martins, que num panorama atípico, fez um esforço enorme para nos proporcionar as condições necessárias”.

    A competição terá quatro jornadas que vão visitar os três circuitos permanentes de Portugal (Portimão, Estoril e Braga) em julho, setembro, outubro e dezembro. As provas terão dois formatos: Sprint (2 corridas com duração de 20 minutos cada onde cada piloto fará uma prova) e Endurance (1 corrida com duração de 45 minutos com troca de piloto). Cada fim de semana de corridas terá duas provas Sprint e uma prova Endurance. Contas feitas, serão 95 minutos de corrida em cada uma das quatro jornadas propostas no calendário.

  • Pedro Rosário imperial na Costilha!

    Prometeu e cumpriu. Pedro Rosário assinou em Lousada uma exibição de alto nível, coroada com uma justa e brilhante vitória aos comandos do seu Semog.

    Foi um fim-de-semana a roçar a perfeição para Pedro Rosário. Dos treinos à corrida decisiva, o piloto revelou um andamento que se tornou muito difícil de bater pela forte concorrência luso-espanhola que enfrentou no Eurocircuito da Costilha, nesta segunda ronda do Campeonato de Portugal de kartcross.

    O piloto de Coimbra desde cedo que estabeleceu o mote. Mais rápido nos treinos de sábado, foi 2º na manga de qualificação inicial e terminou esse primeiro dia “com a certeza de que tinha máquina para vencer e que o meu andamento estava mesmo muito forte”.

    A manhã de domingo trouxe um Pedro Rosário “intratável”. Venceu as qualificações que havia para vencer e reclamou, com todo o mérito a “pole position” para a final.

    No arranque fica na segunda posição, mas, desde logo, assumiu uma pressão avassaladora sobre o líder provisório, até consumar a ultrapassagem. Uma vez na liderança, colocou os olhos na meta e recebeu a bandeirada de xadrez no comando, consumando assim uma brilhante vitória.

    No final, sorridente e feliz, piloto conimbricense confessava que “o prazer e a emoção estão de volta. Senti-me um jovem aos comandos do Semog!”, destacando “o excelente trabalho da equipa e a felicidade que sinto por ter demonstrado toda a minha rapidez e competitividade, sendo totalmente justa a vitória que alcancei!”, concluindo que “este triunfo nos coloca bem posicionados na guerra pelo título nacional, objetivo maior desta época. Vamos a Castelo Branco muito motivados e queremos voltar a vencer”.

    A 3ª prova do PTRKX será a 1 e 2 de agosto, no circuito da capital albicastrense.

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  • Carlos Vieira de regresso às pistas nacionais

    Campeão de Portugal de Circuitos, vencedor da Taça de Portugal e do Iberian Supercars Trophy, Carlos Vieira está de regresso às pistas nacionais para disputar o Campeonato de Portugal de Clássicos, ao volante do Ford Escort RS1600.

    Preparado pelo Team Novadriver, o Ford Escort RS1600, depois de passar para Grupo 5, foi totalmente revisto para que o campeão de Portugal de Circuitos possa lutar, como sempre, pelas vitórias à geral. Ciente da forte concorrência que vai enfrentar ao longo das quatro jornadas previstas no calendário possível desta temporada, Carlos Vieira está confiante na realização de uma época positiva, afirmando que de ”entrar com o pé direito e ganhar à geral e, por essa razão, passei o Ford Escort dos Históricos 75 para o Grupo 5, porque assim não será tão difícil tentar ganhar aos Porsche, tal como aconteceu nas corridas que ganhei no passado. Por isso, estão reunidas todas as condições para que possa ser muito competitivo já no Algarve e lutar pelas vitórias à geral.”

    A primeira jornada do Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos será realizada no Autódromo Internacional do Algarve nos dias 18 e 19 de julho. A qualificação será realizada no dia 18 (sábado) às 14.40, a primeira corrida disputar-se-á no dia 19 (domingo) às 10.25 e a segunda corrida será realizada às 15.25 horas.

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  • Tiago Ferreira foi 2º numa final atribulada

    O piloto do Peugeot 106 esteve sempre na luta pela vitória em Lousada, voltando a rubricar uma excelente exibição, coroada com um pódio.

    À partida para esta segunda jornada do PTRX, a moral de Tiago Ferreira era justificadamente alta, depois do bom arranque em Sever do Vouga, onde revelou sempre um andamento forte e entre os melhores da Nacional 1.6 A.

    A tática do piloto do TTC RX Team passou por “aproveitar os treinos para me adaptar à pista e afinar da melhor forma o Peugeot. Deu logo para perceber que iríamos ter um forte inimigo: o calor que foi tão intenso, ao longo do fim-de-semana, que afetou pilotos e carros e acabei a jornada esgotado como, aliás, penso que praticamente todos”.

    As mangas de qualificação correm-lhe de feição, tendo mesmo vencido a terceira e estado sempre na luta pela primazia, numa divisão em que impera o equilíbrio. A exceção, pela negativa, foi a quarta e última qualificação, onde Tiago Ferreira não alinhou porque “detetamos um problema mecânico e optamos por nos concentrar na sua resolução e colocar o carro em condições para a final”.

    Colocado na primeira fila da grelha, foi muito rápido a reagir ao fecho de semáforos e chegou á famosa primeira direita da Costilha bem colocado para discutir a liderança.

    Mas aí tudo se complicou. O pelotão protagonizou “uma enorme carambola, com muitos toques, que me atrasaram e depois foi fazer uma corrida de trás para a frente, sem baixar os braços”, coroada com um 3º lugar na pista, que seria segundo nas contas finais, após penalização do piloto que terminou a corrida na frente.

    O resultado é “muito bom, embora pudesse ser melhor pois estivemos sempre com andamento para lutar pela vitória, com este pódio a ser uma recompensa para o trabalho de toda a equipa. Pelas nossas contas, lideramos o campeonato, o que nos dá ainda mais alento e vontade de conquistar vitórias e tentar chegar ao título!”, concluiu Tiago Ferreira.

    O PTRX ruma agora a sul, com a 3ª prova a disputar-se em Castelo Branco, a 1 e 2 de agosto.

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  • Luís Alegria alinha em Portimão

    Ao volante do seu Datsun 1200, Luís Alegria vai estar à partida, já este fim de semana, da primeira jornada do Campeonato de Portugal de Clássicos 1300, que vai ter lugar no Autódromo Internacional do Algarve, de Portimão.

    Sobre aquilo que o espera, o piloto começou por dizer que “ vamos lá ver como irá correr. Sei que estamos apenas quatro carros inscritos, mas o espírito é  sempre o mesmo, independente do numero de carros. Como sempre, vou para lutar pela vitória. Espero conseguir encontrar o set up correcto, para tentar conseguir o melhor tempo entre os 1300, esperando que o carro corresponda, pois os adversários que vão estar em pista são bons e, por isso, estou a prever que  vão  ser duas corridas difíceis, mas vamos esperar para ver”

    A sua expectativa é conseguir “alcançar os meus objectivos, lutar pela vitória e subir ao pódio nas duas corridas”, conclui Luís Alegria.

    Luís Alegria e o Datsun 1200 irão fazer as verificações técnicas e documentais na sexta feira á tarde, para no sábado de manha dar lugar a sessão de treinos cronometrados, e à primeira corrida .No domingo o programa de provas é semelhante ao de sábado.

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  • Só a mecânica travou a enorme exibição de Jorge Machado

    Foi sempre ao ataque que o piloto lousadense assinou uma espantosa “faena” na arena da Costilha. O 8º lugar final sabe a pouco pois fez tudo para lutar pelo pódio.

    A 2ª prova da época tinha um sabor especial para Jorge Machado. A correr em casa, o piloto do HR Racing Team queria brilhar e sair de Lousada com um resultado forte, não só para esquecer de vez a malapata que o tinha atingido em Sever do Vouga mas sobretudo porque, como nos referiu, para ele “correr em Lousada, minha terra natal, é sempre muito especial e fico sempre com muitas ganas de me exibir ao meu mais alto nível, perante a minha família e os meus conterrâneos”.

    Se bom era esse desejo do piloto, melhor foi a forma como o colocou em pista.

    Desde os treinos que se revelou veloz e confiante na competitividade do seu Citroen C2 S1600, rodando sempre muito rápido e de forma consistente. Mas mangas de qualificação, lutou sempre sem tréguas nem falhas e, na meia-final, guindou-se ao 3º lugar, garantindo assim uma boa posição na grelha de partida para a corrida decisiva.

    E aqui, desde o arranque esteve sempre na guerra pelo pódio, lutando arduamente e revelando um andamento ao nível dos melhores, numa Divisão que é, claramente a mais competitiva e que tem um plantel de pilotos e carros verdadeiramente de luxo.

    Mas, uma vez mais, o azar bateu-lhe à porta. Um problema mecânico forçou-o à desistência e ao 8º lugar final nesta jornada lousadense. A classificação, mesma sendo positiva, revela-se míngua na recompensa para a exibição de Jorge Machado. No rescaldo, o piloto considerou que “foi um excelente fim de semana, com muito calor dentro e fora de pista. Conseguimos mostrar o nosso forte andamento e que podem contar comigo para novas lutas pelos lugares cimeiros nas próximas corridas, estando na luta pelo campeonato. Vamos trabalhar para tornar o C2 ainda mais fiável e esperar que, nas próximas corridas, a sorte esteja connosco!”.

    O HR Racing Team aponta já a mira para 3ª prova do PTRX, que se disputará na zona raiana da Beira Baixa. O Ralicross de Castelo Branco acontecerá a 1 e 2 de agosto.

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  • Open de Portugal de Velocidade vai começar e com muitas novidades

    É a única competição Portuguesa com “Prize Money” e tem estrelas do automobilismo como “padrinhos” do campeonato.

    O Campeonato Open de Portugal de Velocidade tem o seu início marcado para o próximo fim de semana, tendo como palco o Autódromo Internacional do Algarve (AIA) e pano de fundo uma série de novidades.

    A competição foi lançada em 2019 por iniciativa da Associação Nacional de Pilotos de Automóveis Clássicos (ANPAC) e da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK), e depois de um ano de estreia com enorme sucesso, a ANPAC deu lugar à Prime Promotion e ao AIA na promoção desta competição. Esta é a primeira novidade de 2020. Segunda novidade reside no patrocinador da competição, a conceituada marca de pneus Michelin. Em todas as jornadas do Campeonato Open de Portugal de Velocidade by Michelin, estará disponível o apoio técnico através da presença da Sport Pneus, responsável pela entrega dos pneus S9M (piso seco) e P2L (piso molhado).

    Tiago Monteiro e Filipe Albuquerque, pilotos portugueses que têm elevado bem alto a bandeira portuguesa no automobilismo mundial, passam a ser os embaixadores do Campeonato Open de Portugal de Velocidade by Michelin.

    O primeiro, ex-piloto de Fórmula 1 e atual piloto do WTCR, referiu que “sou um apaixonado pelo meu País e pelas corridas e por isso considero o Open de Velocidade uma excelente oportunidade para os pilotos mais experientes e também para quem se inicia no nosso desporto.”

    Por seu turno, Filipe Albuquerque, piloto do WEC, lembrou que “este formato de ‘sprint’ e ‘endurance’ é muito apelativo e será uma oportunidade única de ver carros de GT e de Turismos juntos, pelo que felicito a FPAK pela iniciativa e dou o meu apoio à competição”.

    Finalmente, mas com tanta importância como as novidades já reveladas, o Campeonato Open de Portugal de Velocidade by Michelin será a única competição portuguesa com um “Prize Money”, no valor de 15 mil euros. O Prémio Michelin oferece 10 mil euros em pneus, o Prémio Open de Velocidade entrega 5 mil euros em dinheiro e a promoção e divulgação da competição foi reforçada em termos de orçamento. A forma de distribuição dos prémios será anunciada oportunamente.

    A Prime Promotion e o AIA estão a fazer um esforço muito grande para devolver à velocidade nacional o prestígio que outrora conheceu e, num ambiente de pandemia, encara 2020 como o ano de lançamento de uma nova proposta para a velocidade portuguesa. Oportunamente, serão divulgadas novas iniciativas para a divulgação e promoção do campeonato.

    O calendário do Campeonato de Portugal Open de Velocidade 2020 foi duramente constrangido pela pandemia de Covid-19, atirando para os braços da promoção da competição a busca de um calendário equilibrado e que defendesse o prestígio da competição.

    Assim, a competição terá quatro jornadas que vão visitar os três circuitos permanentes de Portugal (Portimão, Estoril e Braga) em julho, setembro, outubro e dezembro. As provas terão dois formatos: Sprint (2 corridas com duração de 20 minutos cada onde cada piloto fará uma prova) e Endurance (1 corrida com duração de 45 minutos com troca de piloto). Cada fim de semana de corridas terá duas provas Sprint e uma prova Endurance. Contas feitas, serão 95 minutos de corrida em cada uma das quatro jornadas propostas no calendário.

    O Campeonato de Portugal Open de Velocidade 2020 abraçará quatro categorias: Open de Portugal GT (classes G1, G2 e G3), Open de Portugal de Turismos (classes T1, T2, T3, T4 e T5), Open de Portugal Superseven (classes SS1 e SS2) e Open de Portugal Kia Ceed GT Cup.

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  • Pedro Poças e o Porsche 924 preparados para nova época

    Depois duma grande revisão, feita ao longo do período de defeso, o Porsche 924 de Pedro Poças está preparado para mais uma época de velocidade que arranca em Portimão.

    De referir que o piloto de Vila Nova de Gaia, que ostenta o titulo de Vice Campeão na sua categoria, está mais ambicioso para esta época como nos explicou “ é um facto, este ano vou com mais ambições, já conheço as pistas e depois o trabalho de revisão feito pela Garagem Aurora, que me dá garantias dum bom trabalho, espero ter um bom desempenho”.

    Quanto à estratégia, o piloto diz que quer “ver se faço os treinos livres e rodar o mais possível, e conseguir encontrar os set up indicados para o Porsche 924, para depois nos treinos cronometrados tentar melhorar os meus tempos, de forma a poder partir o mais à frente possível. Sei de antemão que não vai ser uma tarefa fácil, mas é um objectivo que quero superar, tentar fazer duas corridas sem cometer erros, sempre muito concentrado, quem sabe se não irei ao pódio nas corridas, nunca se sabe, vamos lá ver como irá correr”, conclui Pedro Poças.

    Pedro Poças e o seu Porsche 924 irão fazer as verificações técnicas e documentais na tarde de sexta feira, tendo os treinos cronometrados marcados para sábado de manhã e da parte da tarde a primeira corrida. No domingo terá lugar nova sessão de treinos, e a segunda corrida do programa.

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  • Mazda CX-5 2020 aposta no reforço tecnológico

    Originalmente lançado em 2012, o SUV CX-5 foi o primeiro Mazda a exibir a nova assinatura de design Kodo – A Alma do Movimento, bem como a incorporar a nova e abrangente tecnologia Skyactiv (motores, chassis, carroçarias, sistemas, etc), estabelecendo novos padrões dinâmicos e alterando a percepção do nível de envolvência que um SUV compacto podia oferecer.

    Já a segunda geração do CX-5, de 2017, marcou o desenvolvimento da filosofia de design e engenharia Jinba Ittai, colocarando este SUV num patamar superior, destacando-se a introdução do sistema G-Vectoring Control (GVC), a primeira das Skyactiv-Vehicle Dynamic Technologies da Mazda, tornando o Mazda CX-5 mais confortável, refinado e dinâmico.

    O modelo seria actualizado em 2019, passando a basear-se nos diversos pontos fortes da segunda geração de modelos da Mazda, que está em comercialização, melhorando em duas áreas-chave: a qualidade do habitáculo e a dinâmica de condução. Mais dinâmico que nunca, com uma condução superior e um nível de refinamento apurado, este CX-5 cimentou a sua reputação como um dos SUV mais agradáveis de conduzir no seu segmento.

    O CX-5 tornou-se, entretanto, num modelo fulcral para a Mazda, representando aproximadamente 30% das suas vendas anuais, ascendendo a cerca de 2.870.000 as unidades comercializadas em 130 países de todo o mundo. O CX-5 continua a ser o modelo Mazda mais vendido no mercado europeu.

    Mantendo um design Kodo mais maduro e elegante, sublinhando uma proposta simultaneamente arrojada e sofisticada, o exterior do Mazda CX-5 de 2020 pode ser configurado com uma paleta de 10 cores de carroçaria, conjunto que passa a incluir a nova cor Polymetal Grey, estreada no Mazda3. Exteriormente não há quaisquer alterações para além do novo lettering nos emblemas identificativos.

    É por isso no interior, de elevado conforto, qualidade, design e funcionalidade, com um habitáculo projectado para criar uma configuração inteligente do lugar do condutor, integrando todos os principais controlos e instrumentação ergonomicamente colocados em torno do ponto focal do volante. Espelhando toda uma nova sensação premium, o Mazda CX-5 pretende competir com os melhores modelos da sua classe.

    O ecrã Mazda Connect, presente ao centro do tabliê, é agora de 8 polegadas, permitindo a apresentação de textos e grafismos maiores e com mais definição, nomeadamente no sistema de navegação, na visão ampliada a 360 graus em redor do veículo e nas informações relacionadas com o monitor de eficiência de combustível, que permite verificar, em tempo real e entre outros, a operação do sistema de desactivação dos cilindros do bloco a gasolina 2.0 Skyactiv-G. Esta geração 2020 adopta iluminação LED de alta qualidade na consola de tejadilho, luz central do habitáculo e luz da bagageira, de série em todas as versões da gama. O design do comando da chave foi, também, renovado.

    Mecanicamente, o Mazda CX-5 2020 conta com uma gama de motores Skyactiv em que se destaca o bloco a gasolina Skyactiv-G de 2,0 litros de 165 CV, disponível com transmissão manual Skyactiv-MT ou automática Skyactiv-Drive, ambas de 6 velocidades, e tracção dianteira. Novidade: o sistema de desactivação de cilindros, função que, dependendo da situação de condução e disponível nas versões de caixa de velocidades manual, permite desligar automaticamente 2 dos 4 cilindros do motor em situações de pouca carga, reduzindo-se as perdas por bombeamento e a resistência mecânica, bem como os consumos e as emissões de CO2.

    A gama de motores a gasolina do CX-5 2020 é completada por um motor a Skyactiv-G de 2,5 litros de 194 CV, com transmissão automática e tracção integral (AWD) inteligente Mazda i-Activ. Já no capítulo diesel, a oferta divide-se entre o bloco Skyactiv-D de 2,2 litros e 150 CV, com transmissão manual ou automática e tracção dianteira, e um bloco diesel Skyactiv-D de 2,2 litros e 184 CV, este apenas em versão de caixa automática e tracção integral.

    Todas as variantes de caixa automática contam, a partir de agora, com patilhas no volante, para uma mais rápida operação. Outros acertos pontuais foram feitos ao nível da afinação das suspensões (tipo MacPherson à frente e sistema multi-link atrás), direcção e travões, de forma a melhorar ainda mais a estabilidade de condução pela qual o CX-5 sempre foi conhecido.

    A performance off-road do Mazda CX-5 2020 evoluiu com a integração do sistema Off-road Traction Assist nas versões de tracção integral. Operando em conjunto com os sistemas AWD e TCS, elimina a patinagem dos pneus e distribui a quantidade correta de binário às rodas com aderência, maximizando a tracção. Também funciona em conjunto com o Hill Launch Assist (HLA), evitando o deslizamento em subidas com superfícies escorregadias.

    A gama Mazda CX-5 2020 em Portugal

    A gama do Mazda CX-5 2020 divide-se em 3 níveis de equipamento, desde o já bastante completo patamar Evolve, aos mais alargados conteúdos do habitual topo de gama Excellence, oferta que agora se vê ainda mais evoluída com a vasta dotação do nível Special Edition.

    No que se refere a preços, o intervalo de preços do Mazda CX-5 2020 com motorização a gasolina Skyactiv-G situa-se entre 32.910 € e os 42.230 €. Na vertente diesel Skyactiv-D, o valor indicativo para a aquisição da respectiva versão de entrada é de 41.521 €, ascendendo até aos 56.468 €. Destaque ainda para as variantes Special Edition de tracção integral i-AWD que podem ser adquiridas por 49.251 €, se equipadas com o motor gasolina de maior débito (2.5 Skyactiv-G de 194 cv), e por 62.176 €, se dotadas do motor diesel mais potente (2.2 Skyactiv-D de 184 cv).

    Fruto do elevado conteúdo de série inerente aos 3 níveis de equipamento do Mazda CX-5 2020, os opcionais disponíveis cingem-se a apenas 2 packs, o Pack Navi (400 €) para as versões Evolve e o Pack Leather (2.500 €) para as versões Excellence. Consoante a utilização e diferenciação que cada cliente pretenda para o seu Mazda CX-5, no portal www.mazda.pt estão disponíveis diferentes acessórios específicos para o modelo.

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  • PTRX: Nuno Araújo garante Top 10 numa jornada dura

    A corrida lousadense provou, uma vez mais, que a Divisão S1600 tem um nível competitivo “à Europeu”. O 9º lugar final foi o prémio para a boa exibição do piloto e mostrou que o Skoda Fabia MKIII já está fiável e tem uma grande margem de progressão.

    Dos treinos aos momentos decisivos, Nuno Araújo assinou uma exibição isenta de erros e nunca virou cara à luta, espremendo o “sumo” todo do atual estado de desenvolvimento do Skoda Fabia MKIII.

    Um dos pontos positivos deste fim-de-semana prende-se com o elevado grau de fiabilidade que o carro demonstrou, a que se juntou o foco do piloto que lhe permitiu, a espaços, estar perto do Top 5. Mas numa divisão em que, com exceção do atual campeão, está uma dezena de pilotos praticamente dentro do mesmo segundo, quanto ao tempo por volta, o “carrossel” classificativo é constante e basta uma manga de qualificação menos bem conseguida para ditar oscilações na classificação. No fecho, o 9º lugar final, a que se junta o 4º de Sever, representa mais uma boa pontuação para o campeonato e permite vincar que equipa e piloto estão na luta e há que contar com eles no futuro.

    Nuno Araújo sai de Lousada “contente com a minha prestação e muito orgulhoso do trabalho árduo que está a ser feita pela minha equipa de mecânicos e pela Integra Solutions, sendo já visível que, quando em comparação com 2019, o nosso Skoda está bem melhor, embora ainda um patamar abaixo do que é necessário para ombrear com os melhores carros do plantel”, ou não estivesse o ENI/EQS Racing Team a competir numa Divisão que apresenta um naipe de pilotos e máquinas sem paralelo nas outras do PTRX e que tem mesmo um nível pouco habitual em outros campeonatos nacionais. Aliás, o penafidelense destaca isso mesmo, dizendo sentir-se “muito orgulhoso por fazer parte de um plantel de pilotos com enorme talento, que torna emocionante e imprevisível cada corrida. Este é um desafio enorme e sei que ainda tenho muito que evoluir, mas é esse o meu foco!”.

    Para Hugo Branquinho, team manager da equipa, este fim-de-semana foi “mais um passo importante rumo aos nossos objetivos, a curto e médio prazo. Recolhemos muitos dados desta jornada em Lousada, verificamos a valia de algumas alterações que tinham sido introduzidas para esta corrida e sabemos claramente onde temos de melhorar e que evoluções têm de ser introduzidas no carro, para podermos proporcionar ao Nuno as condições para ele lutar pelas vitórias”.

    O ENI/EQS Racing Team aponta já a mira para 3ª prova do PTRX, que se disputará na zona raiana da Beira Baixa. O Ralicross de Castelo Branco acontecerá a 1 e 2 de agosto.

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