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  • DS 7 Crossback E-Tense 4×4: requinte automóvel e tecnologia avançada

    Com valores referenciais – até 58 km de autonomia WLTP em modo zero emissões, 30 gramas de CO2 por quilómetro e 1,3 litros de gasolina aos 100 km WLTP, para 300 cavalos de potência e tração integral – o DS 7 CROSSBACK E-TENSE 4×4 coloca-se no topo dos SUV do segmento C e da indústria automóvel francesa, sendo o SUV com o mais elevado nível tecnológico e de requinte do seu segmento.

    A hibridização gasolina/elétrico plug-in da DS abre caminho a uma tecnologia de nova geração. Com os seus três motores, um bloco a gasolina turbo comprimido e dois motores elétricos para uma potência combinada de 300 cavalos, o DS 7 CROSSBACK E-TENSE 4×4 coloca o automóvel francês de novo num lugar de referência em termos de tecnologia e requinte.

    O DS 7 CROSSBACK E-TENSE 4×4 oferece 300 cavalos de potência e 4 rodas motrizes, até 58 quilómetros de autonomia 100% elétrica, 30 gramas de CO2 emitidos por cada quilómetro percorrido e um consumo médio de 1,3 litros de gasolina aos 100 quilómetros, de acordo com o novo ciclo de homologação WLTP.

    Desenvolvida em França, esta tecnologia é utilizada no SUV mais refinado do seu segmento. O motor PureTech de 200 cavalos de potência é acompanhado por dois motores elétricos, um de 110 cavalos (no eixo dianteiro) e outro de 112 cavalos (no eixo traseiro). As motorizações estão associadas a uma transmissão automática de oito velocidades, para uma potência combinada de 300 cavalos e 520 Nm de binário, distribuído por uma transmissão 4 rodas motrizes. A aceleração de 0 a 100 km/h é cumprida em 5,9 segundos e os 1.000 metros em arranque parado são alcançados em 25,9 segundos.

    O condutor pode escolher diferentes modos de condução para aproveitar ao máximo o binário ou para conduzir no modo zero emissões, que permite viajar até 58 quilómetros (ciclo WLTP) em modo 100% elétrico graças à bateria de 13,2 kWh. Neste modo 100% elétrico, o DS 7 CROSSBACK E-TENSE 4×4 pode chegar aos 135 km/h. Também estão disponíveis os modos “híbrido”, “sport” e “4 rodas motrizes”.

    Sendo um modelo plug-in híbrido, o DS 7 CROSSBACK E-TENSE 4×4 pode ter a sua bateria totalmente carregada em apenas duas horas, recorrendo a um ponto de carregamento wall-box dedicado, de 32A. A bateria também carrega durante a condução, graças a um avançado sistema de regeneração de energia herdado da tecnologia vencedora da DS na Fórmula E.

    Com os motores e a bateria alojados de forma ideal, o DS 7 CROSSBACK E-TENSE 4×4 oferece uma habitabilidade rigorosamente igual à dos outros modelos da gama. O estilo carismático e o requinte, tão caro à DS, são totalmente explorados com uma escolha única de materiais como Alcantara®, couro granulado ou couro nappa, bem como fortes sinais de identidade, como costuras Point Pearl ou o guilhochado Clous de Paris.

    O DS 7 CROSSBACK E-TENSE 4×4 está disponível numa nova cor Cristal Pearl e num interior de Inspiração DS RIVOLI Gris Galet.

    A tecnologia não se resume aos modos de propulsão. O DS 7 CROSSBACK E-TENSE 4×4 oferece o DS CONNECTED PILOT, um sistema de condução autónoma de nível 2, a DS ACTIVE SCAN SUSPENSION, com amortecimento pilotado, e o DS PARK PILOT, que permite estacionar sem fazer um único gesto (disponível a partir do segundo semestre de 2020), bem como o DS SAFETY, que inclui todos os elementos de segurança necessários atualmente à condução.

    Em Portugal, o DS 7 CROSSBACK E-TENSE 4×4 tem um preço recomendado que se inicia nos 53.800 Euros (versão Be Chic), sendo de destacar que as condições comerciais e a gama de produtos financeiros associadas a este modelo híbrido plug-in estão extraordinariamente bem adaptadas à fiscalidade nacional.

  • Mazda3 galardoado com o troféu“Women’s World Car of the Year 2019”

    O Mazda3 foi anunciado como o “Vencedor Supremo” do galardão “Women’s World Car of the Year 2019” e, para além de conquistar esse prémio máximo, também alcançou o 1º lugar da categoria “Family Car”.

    Iniciativa nascida em 2010, o “Women’s World Car of the Year” é votado por um painel de juradas do sexo feminino, em representação de mais de 30 países (integra uma representante portuguesa), as quais são convidadas a votar de acordo com critérios que as mulheres utilizam para a potencial aquisição de um automóvel novo.

    O Mazda3 adota uma linguagem de design Kodo mais amadurecida, que visa encarnar a essência da estética japonesa. Enquanto a sua forma geral apresenta movimentos simples e únicos, as subtis ondulações na carroçaria dão vida ao design, decorrentes das incidências de luz e dos reflexos que deslizam sobre a superfície. O resultado final traduz-se numa expressão mais natural e poderosa de vitalidade, face às anteriores propostas Kodo. Apesar de partilharem a denominação Mazda3, as variantes hatchback e sedan têm personalidades distintas, o primeiro com um design mais emotivo e o segundo com linhas mais elegantes.

    O modelo incorpora a Skyactiv-Vehicle Architecture da Mazda, base projectada para ajudar as pessoas a tirar o máximo partido do seu equilíbrio natural. A gama de mecânicas do modelo inclui os mais recentes motores Skyactiv-X, Skyactiv-G e Skyactiv-D, todos eles , com resposta imediata e garantindo um perfeito controlo da velocidade, qualquer que seja a situação de condução. Assente na sua filosofia de projecto de um automóvel em redor do ser humano, a Mazda evoluiu, dramaticamente, os atributos fundamentais de condução do Mazda3, tornando completamente naturais as sensações transmitidas pela aceleração, viragem e travagem.

    A Mazda visa criar uma ligação muito especial com os seus clientes, proporcionando-lhes produtos, tecnologias e serviços que agradam à grande maioria.

  • Super Seven by Toyo Tires decide-se no Estoril Racing Festival!

    Superando o recorde de inscritos de forma consecutiva, derradeira prova da temporada contará com 69 pilotos integrados em 64 carros Numa celebração do automobilismo, pilotos portugueses voltam a partilhar o espaço em pista com os concorrentes britânicos da 7 Race Series.

    Decorridas cinco emocionantes etapas, a caravana do Super Seven by Toyo Tires desloca-se no próximo fim-de-semana ao Circuito do Estoril para a última ronda de uma temporada histórica a todos os níveis.

    Num ano em que voltaram a ser decretados novos recordes no número de carros e participantes inscritos, recebendo ainda equipas de reconhecido prestígio no Team Nova Driver de César Campaniço e na Speedy Motorsport de Pedro Salvador, o Troféu de maior longevidade do automobilismo nacional enfrenta a derradeira prova de 2019 em ambiente de festa.

    A alimentar esse espírito contagiante partilhado pelos pilotos e equipas encontra-se a decisão dos três títulos em disputa nas categorias 420R, S1600 Pro e S1600 Business. Mas também o intenso programa desportivo, composto por seis corridas, das quais quatro terão pontuação a dobrar!

    Argumentos que continuam a fazer do Super Seven by Toyo Tires “uma das mais interessantes competições monomarca do automobilismo português”, afirma Tiago Raposo Magalhães.

    TUDO POR DECIDIR

    No plano desportivo, e embora tenha o título praticamente assegurado entre os 420R perante a fantástica época que realizou até ao momento, Pedro Salvador contará com a ameaça habitual de José Carlos Pires, Diogo Tavares, Francisco Villar, Gonçalo Lobo do Vale e J.J. Magalhães na luta pelo triunfo nas corridas que terão lugar no próximo fim-de-semana.

    Igualmente em bom plano e capazes de surpreender os ‘teoricamente’ mais velosos estarão os primos David e Sérgio Saraiva, o duo pai/filho composto por Diogo e Paulo Costa, Luís Calheiros Ferreira, Ricardo Rajani, Duarte Lisboa, Nuno Afonso, Daniel González-Vallinas, Rodrigo Galveias e o regressado Nuno Pires.

    A completar este grupo está Luís Lisboa, que acumulará as funções de diretor de equipa do Team Norte neste regresso às pistas no Super Seven by Toyo Tires.

    Com muito por decidir na S1600 Pro, o líder Bernardo Bello desloca-se ao Estoril Racing Festival com o objetivo de garantir o 1º título da carreira, sabendo que terá de superar um motivadíssimo Luís Filipe Oliveira e um rapidíssimo Francisco Figueiredo.

    Vencedor em Jerez de La Frontera, António Nunes de Almeida promete intrometer-se nesta luta e baralhar, assim, as contas do campeonato, dividindo novamente com o irmão, Rodrigo, o volante do Caterham, enquanto Miguel Couceiro também terá uma palavra a dizer neste regresso ao Super Seven by Toyo tires após o excelente desempenho na ronda espanhola.

    À procura de um lugar ao sol, Pedro Falé mantém intactas as suas aspirações de terminar no top 3 da categoria, um ano após ter festejado o título entre os Business. Demonstrando uma vitalidade à prova de bala, Pedro Lacerda quer concluir a temporada em grande nível, assumindo-se como mais um elemento a ter em conta na batalha pelos lugares do pódio.

    Já entre os concorrentes da categoria Business, José Kol Almeida parte com curta vantagem sobre Frederico Brion Sanches e Bruno Martins na definição do campeão. Três pilotos muito rápidos, mas que ainda assim terão de se defender dos ataques de Tiago Sousa e André Matos, dupla que tem surpreendido no ano de estreia no Troféu, e ainda de Fernando Costa e Stéphane Picciotto.

    Com início marcado para 22 de Novembro, o programa desportivo do Super Seven by Toyo Tires no Estoril Racing Festival arranca na Sexta-Feira com duas sessões de treinos privados na parte da manhã e quatro qualificações no período da tarde. No Sábado terão lugar as primeiras três corridas do fim-de-semana, decorrendo outras três no Domingo, 24 de Novembro — último dia da competição.

    Programa Estoril Racing Festival, 22-24 Novembro 2019

    Sexta-Feira, 22 de Novembro 2019

    09H25-10H35: Treinos Livres 1

    13H10-14H20: Treinos Livres 2

    15H45-16H00: Qualificação 1 (420R)

    16H05-16H20: Qualificação 2 (S1600)

    16H25-16H40: Qualificação 1 (420R)

    16H45-17H00: Qualificação 2 (S1600)

    Sábado, 23 de Novembro 2019

    08H45-09H10: Corrida 1

    12H15-12H40: Corrida 2

    14H20-14H45: Corrida 3

    Domingo, 24 de Novembro 2019

    10H00-10H25: Corrida 4

    11H50-12H15: Corrida 5

    13H15-13H40: Corrida 6

  • A ronda de Interlagos do WEC – Campeonato Mundial de Endurance 2019-20 no Brasil em fevereiro próximo está em dúvida

    O responsável máximo do WEC, Gerard Neveu, alertou as equipas sobre as dúvidas que tem referentes à corrida marcada para 1º de fevereiro, na casa do Grande Prêmio da Fórmula 1 do Brasil, em Interlagos, colocando em causa a sua realização..

    Ele explicou que o promotor do evento, Duduch Motorsports, estava contratualmente “atrasado em parâmetros diferentes”, faltando menos de três meses para o renascimento das 6 horas de São Paulo, realizadas pela última vez em 2014.

    Neveu explicou que os problemas com o promotor eram pelo menos parcialmente de natureza financeira.

    Ele ressaltou que era importante avisar as equipas com antecedência, sobre a incerteza, para que pudessem desacelerar seus preparativos para o evento.

    No entanto, Neveu afirma que o WEC ainda quer o Brasil de volta no calendário: “Esperamos sinceramente que estejamos no Brasil: trabalhamos muito com a equipe local nisso”, explicou.

    Uma decisão final sobre a continuidade do evento em Interlagos foi prometida por Neveu antes do final de novembro, afirmando que “Quando chegarmos ao Bahrein (para a próxima rodada do WEC em 14 de dezembro], não quero nenhuma discussão sobre isso”.

    Explicou ainda que estão já a estudar alternativas, negando, no entanto, que Austin, no Texas, fosse o único local viável para um evento que ocorre menos de dois meses antes da rodada de Sebring WEC na Flórida, em 20 de março, o que não envolveria um

    O WEC e a Duduch Motorsports têm contrato inicial de um ano para a corrida em São Paulo, com opções para mais duas temporadas.

    Neveu afirmou que quer apresentar um primeiro rascunho do calendário 2020/21 do WEC, ao longo do fim de semana no Bahrein no próximo mês.

  • Emov supera os 18.000 utilizadores em Lisboa e pretende expandir atividade para outros municípios

    O serviço de carros partilhados Emov superou os 18.000 clientes e mais de meio milhão de quilómetros percorridos na capital portuguesa, em ano e meio de serviço.

    Os clientes que mais utilizam o serviço encontram-se entre os 30 e os 44 anos (29%), embora cada vez mais jovens estejam a aderir ao fenómeno do carro partilhado: 15% dos utilizadores têm entre 18 e 29 anos. No que respeita ao género, são os homens os maiores fãs da mobilidade partilhada, contando o serviço com 70% de utilizadores do sexo masculino e 30% do feminino.

    A empresa introduz 30 novos DS 3 CROSSBACK com motor a gasolina PureTech de nova geração e está em negociações para ampliar a sua zona de serviço para o município da Amadora, começando por Alfragide

    O serviço de carro partilhado integra plenamente a plataforma de mobilidade Free2Move do Groupe PSA e muda o seu nome para Emov by Free2Move Carsharing

  • Citroën fora do Mundial de Ralis após 2021

    A Citroën vai deixar o Mundial de Ralis no final da temporada de 2021, anunciou ontem o director desportivo do grupo PSA, ao qual pertence a marca francesa, Jean-Marc Finot.

    Em declarações à revista Auto Hebdo, Jean-Marc Finot revelou que a marca «não fará parte dos ralis em 2022», ano em que entram em vigor novas regras que impõem motores híbridos, a gasolina e elétricos. Uma vez «que já estamos na Fórmula E (com a DS) e no Mundial de Resistência, não queremos fazer três programas diferentes com motores híbridos», explicou o mesmo responsável.

    Em declarações à France Presse, um porta-voz do grupo PSA confirmou que «decorrem, neste momento, negociações com Sébastien Ogier» para a temporada de 2020, pois o piloto francês tem contrato por mais um ano mas está a ser assediado pela Toyota, que acaba de perder o campeão mundial, o estónio Ott Tanak.

    “Nesta altura, qualquer cenário é pura especulação”, disse a mesma fonte.

  • CPM JC GROUP 2019: João Fonseca consagrado campeão em Boticas

    Sem surpresas, João Fonseca chegou aos títulos nacionais absoluto e de protótipos, conquistando logo nos treinos o ponto que lhe faltava para cumprir essa dupla façanha. Resolvida a questão, o piloto da Covilhã encetou um duelo sem tréguas com José Correia na luta pela vitória na prova, vencendo por apenas 0,5 segundos!

    Um simples ponto separava João Fonseca dos dois títulos nacionais que buscava, à partida da ultima prova da temporada. Para almejar tal, o piloto tinha de cumprir as três subidas oficiais de treinos, duas no sábado e uma na manhã de domingo, conquistando esse minguo ponto mágico, atribuído a quem participa nessas três sessões.

    Eram muitos os nervos no arranque da terceira subidao de treinos, mas o piloto do Silver Car EF 10 rodou então com todas as cautelas, sem qualquer preocupação com o tempo obtido, cruzando a linha de meta e dando, de imediato, asas à sua emoção, logo que percebeu que os títulos eram seus.

    João Fonseca agradeceu “à equipa, aos patrocinadores e aos amigos que me permitiram, quase prova a prova e com grandes dificuldades de meios e de orçamento, lutar por estes dois títulos nacionais agora conquistados. Estou muito feliz. São o corolário de um enorme esforço e julgo que são inteiramente justos”.

    O novo campeão nacional teve ainda uma palavra para os “meus adversários mais diretos, o Hélder Silva e o José Correia, que deram muita luta e foram sempre evoluindo prova a prova e sei que vão ser um caso sério na luta pelos títulos em 2020”, garantindo desde logo que “já estamos a trabalhar para ter melhores condições e estar na próxima época com tudo para defender estes dois títulos agora conquistados!”.

    Resolvida a questão do título, ficava ainda em aberto a luta pela vitória nesta Rampa de Boticas, oitava e ultima prova da temporada. E que luta!

    Fonseca tinha sido o mais rápido na 1ª subida oficial, ao fim da tarde de sábado, então com 0,9 segundos de vantagem sobre Hélder Silva (Juno CN 09) e 2,1 segundos em relação a José Correia (Osella PA2000 EVO2).

    Na segunda subida oficial, José Correia esteve imparável, rodando em 2:19.869, à espantosa média horária de 131,52 Km/h, no que viria a ser a melhor marca absoluta do fim de semana. Com este resultado, Correia subiu a segundo e reduziu a diferença para Fonseca para apenas 1,5 segundos. Hélder Silva caia para terceiro, agora a 3,1 segundos do líder.

    Ficou tudo em aberto para a subida final. Aqui Fonseca voltaria a ser mais forte. 2:20.051 foi o tempo que cravo no cronómetro, correspondente à sua melhor subida em Boticas, enquanto José Correia não conseguia melhor do que 2:21.204, sendo ambos dignos de triunfar mas levando João Fonseca a melhor e conquistando assim mais um triunfo absoluto na temporada.

    José Correia colocou as cores do JC Group Racing Team novamente no segundo posto, sendo claro que está cada vez mais forte e será um alvo a abater na próxima época.

    Hélder Silva concluiu num excelente 3º lugar, juntando mais um pódio ao palmarés da desta sua época muito positiva.

    Luís Nunes voltou a ser imperial aos comandos do seu Ford Fiesta ST R5. O “Furacão de Valpaços” não deu veleidades na luta pelo lugar logo após os 3 protótipos, voltando a obter um excelente 4º posto absoluto, vencendo claramente a Divisão Turismo 2, numa prova onde chegava já campeão nacional da sua categoria.

    Numa das suas participações esporádicas na Montanha, Luís Delgado voltou a provar toda a sua rapidez. Estreando um KIA CEE’D TCR, o piloto de Chaves dominou a Divisão turismo 4 e levou a “máquina” coreana ao 5º lugar da geral, ombreando com os melhores da categoria Turismo, onde foi segundo.

    Nuno Guimarães (BRC CM 02) voltou a ser muito rápido em Boticas, prova onde, normalmente, é sempre bastante competitivo. O 6º lugar final foi mais do que justo e fê-lo terminar o campeonato em alta.

    7º posto muito positivo para o estreante António Rodrigues. Subida após subida, foi revelando maior habituação ao CM 05 Evo, sendo recompensado com um lugar de destaque na classificação absoluta.

    Logo atrás, o 8º lugar da geral foi alcançado por Joaquim Teixeira que, uma vez mais, não deu veleidades aos adversários na Divisão Turismo 3, levando o Seat Leon Supercopa Mk3 a mais uma vitória. Este resultado permitiu ainda ao transmontano ser terceiro nas contas finais da categoria Turismo.

    Logo atrás de si, na nona posição, terminou Hugo Araújo. No primeiro dia da prova, o bracarense tinha enfrentado problemas no turbo do Subaru Impreza que quase o forçaram a desistir. O trabalho dos mecânicos durante a noite recuperou o carro e o piloto conseguiu realizar bons tempos e terminar no Top 10.

    O quadro de honra dos dez primeiros encerrou com a sempre espetacular Gabriela Correia.A “Princesa da Montanha” levou o seu Seat Leon Supercopa a mais uma sólida exibição, terminando a época já não como promessa mas sim como uma das grandes do plantel.

    O vencedor da Divisão Turismo 1 foi Parcídio Summavielle. O piloto do Skoda Fabia R5 encerrou assim a época com mais uma vitória e a que junto o 11º lugar na geral.

    Pedro Marques estreou o Porsche 991 GT3 Cup com uma vitória na Categoria GT e um positivo 12º lugar absoluto, que deixa boas indicações para a próxima época.

    Já no Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha, os treinos também consagram o campeão absoluto. Ricardo Salgueiro, a quem bastava alinhar, chegou ao título tão almejado de já não participou no resto da jornada.

    Com tudo isto assistimos ao domínio total de Carlos Oliveira, num Ford Sierra Cosworth RS, sendo acompanhado no pódio absoluto dos clássicos e da Divisão 5, por Paulo Teixeira (Ford Escort MKI) e Luís Coelho (BMW 325i), que se estrearam a saborear a consagração, na cerimónia final.

    Rui Gama, num Austin Clubman Salloon venceu a Divisão 6.

    De Boticas chega a história que conta o primeiro triunfo da temporada do jovem vimaranense Francisco Milheiro (Peugeot 106) na TPM1300.

    Com as contas finais da taça já seladas por João Diogo Santos, que esteve ausente em Boticas, Francisco Milheiro levou de vencida João Silva (Fiat Punto) e conquistou a sua primeira vitória da temporada.

    Nos clássicos 1300, José Pedro Figueiredo (Datsun 1200) dominou, na frente de Domingos Fernandes, num Autobiachi A112.

    Para a história ficam agora gravados os títulos alcançados.

    João Fonseca eleva-se como a figura maior do campeonato. Levou para a Covilhã as coroas de campeão absoluto e de protótipos.

    O transmontano Luís Nunes inscreveu o seu nome nos detentores do título de campeão de Turismos, que agora reside em Valpaços.

    A mítica montanha do Caramulo já pode juntar ao seu bornal de histórias épicas a saga de Ricardo Loureiro que se ergueu herói para reclamar o cetro de campeão entre os Clássicos.

    Já nas divisões, Parcídio Summavielle é o novo vencedor da Turismo 1, cabendo a Luís Nunes juntar mesma façanha na Turismo 2. Por seu lado, Joaquim Teixeira renovou a vitória na Turismo 3, sendo Pedro Marques quem almejou chegar ao triunfo na turismo 4.

    Entre os Clássicos, Carlos Oliveira vê a sua época recompensada com a vitória na Divisão 5, o mesmo sucedendo com Ricardo loureiro na Divisão 6.

    O Campeonato de Portugal de Monta JC Group entra agora no habitual defeso de inverno. Serão cerca de seis meses de interregno até os motores voltarem a ecoar nas mais míticas montanhas de Portugal.

  • Rampa da Arrábida: João Fonseca vence duelo épico

    O regresso da Arrábida ao Campeonato de Portugal de Montanha JC Group foi um autêntico “duelo ao sol” entre dois “pistoleiros”. João Fonseca e José Correia protagonizaram uma batalha que levou a rubro o muito público presente, num fim-de-semana em que o campeonato voltou a provar toda a sua competitividade.

    A bela e altiva serra da Arrábida, única pelo panorama que proporciona, encantou todos quantos foram até terras sadinas para saborear a sétima e penúltima prova da temporada 2019 do campeonato de Portugal de Montanha JC Group. O seu traçado desafiante que, ainda para mais, era novidade total para muitos dos pilotos do plantel, cobrou um “preço” caro traduzido pelos muitos erros e toques consequentes que foram sucedendo.

    Terão sido algumas as cutículas e unhas roídas, tendo sido muitos mais os aplausos com que o público brindou os dois grandes protagonistas da prova: João Fonseca e José Correia, autênticos “pistoleiros” aos comandos, respectivamente, de um Silver Car EF 10 e de um Osella PA2000 EVO-2 PA30.

    A sua luta foi sem tréguas e elevou a “performance” dos dois a um patamar à parte.

    No final, a vitória pendeu para o lado de Fonseca, que esteve imperial nas duas subidas finais de prova, com realce para a derradeira, onde “voou” até ao alto em 1:44.921, à média horária de 123,52 km/h, selando mais uma vitória que o coloca de novo no comando do campeonato. Com esse “tempaço” final, João Fonseca regressou ainda a terras beirãs com o estatuto de novo recordista deste também novo traçado da Arrábida.

    Dois pequenos erros na segunda subida de prova, quando rodava em modo “full attack”, foram condicionantes da progressão de José Correia que esteve na liderança da tabela de tempos , durante quase todo o programa competitivo. O patrão da JC Group Racing Team foi recompensado com um excelente 2º lugar que, pelo andamento registado, lhe terá sabido a pouco.

    À melhoria da sua condição física, ultrapassado que está o período de recuperação de uma intervenção cirúrgica, adiciona a cada vez maior adaptação ao Osella, ameaçando cada vez mais chegará à vitória que tanto almeja conquistar. Para o piloto de Braga ficou a satisfação de ter sido o mais rápido em 4 das sete subidas realizada, assumindo na Arrábida a sua melhor exibição da temporada.

    Logo atrás dos dois protagonistas da jornada, quedou-se Hélder Silva. Cedo verificou que não conseguiria colocar o seu Juno CN 09 na discussão do triunfo e apontou a mira ao 3º lugar absoluto final, que o mantém na luta pelo cetro nacional absoluto.

    O regressado Joaquim Rino colocou o seu BRC EVO 05 no 4º lugar, ficando logo atrás de si Luís Nunes, o melhor entre os carros de Turismo.

    Nunes e o seu Ford Fiesta ST R5 voltaram a rubricar uma exibição vibrante, sendo quintos da geral e dominando as contas da Divisão Turismos 2, onde foi secundado por Luís Silva (BMW M3), com este a assegurar ainda o 10º posto global e por João Guimarães (Peugeot 206 RC), terceiro na divisão.

    Nuno Guimarães (BRC CM 02) foi 6º da geral, depois de uma prova muito eficaz.

    O 7º posto o prémio mais do que justo para a “faena” de Parcídio Summavielle. O fafense está a tornar-se num caso sério de competitividade, formando com o seu Skoda Fabia R5 um conjunto extremamente competitivo. Venceu ainda a Divisão Turismo 1, na frente de Manuel Rocha e Sousa (Seat Leon Tdi).

    O 8º classificado registou na Arrábida o sexto triunfo consecutivo na Divisão Turismo 3. Joaquim Teixeira foi até à Arrábida assinar mais uma prestação de grande nível, coroada com esse triunfo e uma presença no Top 10.

    Sempre muito competitivo na pilotagem do Seat Leon Supercopa do Bompiso Racing Team, Teixeira construiu mais um resultado de grande nível.

    O alinhamento dos dez mais incluiu a 2ª classificada da divisão, Gabriela Correia, uma vez mais a provar que a sua juventude (17 anos) lhe dá garra e ganas, a que junta uma maturidade impressionante. Em apenas um ano de carreira desportiva, a “Princesa da Montanha” tem já um palmarés invejável. As contas do pódio da divisão fecharam com Sérgio Nogueira (Renault Clio RS).

    Pedro Marques (Cupra TCR) voltou a dominar a Divisão Turismos 4.

    Também de regresso às lides da montanha, Edgar Reis assegurou o 11º lugar final, vencendo ainda a batalha que travou com Mário Silva na Categoria GT, com ambos a usarem dos Porsche 997 GT3 Cup.

    A discussão pela primazia entre os clássicos voltou a ver um Flávio Saínhas sem rival. Aos comandos do seu Ford Escort MKI o piloto impôs o seu talento, reclamando mais uma justa vitória na geral dos clássicos, triunfando também na Divisão 5.

    Também desta divisão veio o seu principal oponente, Aníbal Rolo. O veterano voltou a rodar forte no seu Renault 5 Turbo e foi recompensado com um justo 2º lugar.

    O pódio absoluto dos clássicos fechou com o vencedor da Divisão 6. Fernando Salgueiro (Ford Escort MKII) chegou ao ultimo degrau do pódio depois de uma luta titânica com o seu colega de equipa Ricardo Loureiro. Este protagonizou uma forte saída de pista na ultima subida, que maltratou o Ford Escort MKII e lhe provocou ferimentos, sendo transportado de imediato para o hospital, estando já em franca e total recuperação. Com tudo isso, Loureiro conseguiu ser 2º da Divisão 6, tabela onde Carlos Fava (VW 1303) reclamou o 3º posto.

    Daniel Rolo não só dominou de forma imperial a luta pelo triunfo na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300,m como ousou colocar o seu Datsun 1200 Coupé sempre na primeira metade da tabela de tempos, isto entre 34 participantes.

    Bem longe de si, José Pedro Figueiredo (Datsun 1200) assegurou o 2º posto na TPCM1300, levando de vencida Domingos Fernandes (Autobianchi), que foi 3º.

    Nas contas da Taça de Portugal de Montanha 1300, João Diogo Santos voltou a impor o seu Fiat Punto 85 Sport, sendo novamente secundado por Francisco Milheiro (Peugeot 106).

    O campeonato ruma agora a norte, para o clímax final.

    Em pleno coração de Trás-os-Montes, Boticas vai receber a oitava e última prova da temporada. Momento de todas as decisões, a prova organizada pelo Demoporto vai ter ainda o aliciante de receber ser candidata a tornar-se o palco da edição 2020 do FIA Hill Climb Masters, competição que é uma autêntica taça das nações para a modalidade.

  • Em Murça chegou a hora de Hélder Silva

    A realizar uma época em crescendo, Hélder Silva vinha a “ameaçar” conquistar a sua primeira vitória ainda este ano. E aconteceu. Ao estar na hora certa, na posição certa, o piloto do Juno CN 09 não vacilou e tornou-se o novo “rei da montanha” da Porca de Murça.

    A sexta prova da temporada 2019 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group colocou no registo histórico mais um novo vencedor absoluto nesta modalidade.

    A proeza na Rampa Porca de Murça, organizada pelo CAMI Motorsport, foi assinada por Hélder Silva, em Junho CN 09. Triunfo justo e já merecido por tudo quanto tem feito no campeonato,O piloto da Póvoa do Varzim esteve rápido e consistente ao longo de todo o fim-de-semana e viu, desde muito cedo, João Fonseca, um dos principais candidatos à vitória, a ficar de fora da mesma. O piloto da Covilhã, líder do campeonato, foi mesmo forçado a desistir, já na manhã de domingo, ao não conseguir resolver os problemas electrónicos que afetaram o SilverCar EF10 ao longo de todo o fim-de-semana.

    Assim sendo, o duelo pelo triunfo ficou circunscrito a Hélder Silva e a José Correia (Osella PA2000 EVO2) que, em algumas das sessões de treinos, ainda chegou a ser o mais rápido, acabando o primeiro dia a menos de meio segundo de Hélder Silva que já comandava.

    Nas subidas decisivas de domingo, o “patrão” do JC Group Racing Team viu os seus esforços por terra, com um toque na segunda subida oficial de prova e uma ultima subida galgada com um tempo menos bem conseguido, saindo, no entanto de Murça, com mais um 2º lugar, resultado positivo para quem está a fazer a época de estreia aos comandos da potente “barchetta” italiana.

    O pódio absoluto consagrou Luís Nunes que, uma vez mais, ostentou uma condução irrepreensível ao volante do Ford Fiesta ST R5. O “furacão transmontano” chegou assim, finalmente, ao pódio absoluto que tanto procurava, sendo ainda o grande dominador da refrega brava pela vitória na categoria Turismo, onde levou de vencida uma “armada” fortíssima, com vários pilotos a lutarem até ao fim pelo pódio da categoria e pelas posições cimeiras da classificação global. Nunes foi também logicamente, o vencedor da Divisão Turismo 2, onde foi secundado pelo endiabrado Hugo Araújo que, uma vez mais, tudo fez para suplantar o transmontano, dando tudo com o Subaru Impreza da Bracardox, sendo recompensado com o 4º lugar da geral da rampa e o 2º posto entre todos os Turismo.

    Quem também cumpriu de forma brilhante os objectivos traçados antes da Rampa Porca de Murça, foi Joaquim Teixeira. A correr numa prova onde se sente como “peixe na água”, o transmontano do Seat Leon Supercopa Mk3 do Bompiso Racing Team deu tudo e esteve brilhante, sendo 5º da geral, 3º da categoria e o dominador da Divisão Turismo 3. Na classificação particular da sua divisão, foi, uma vez mais, acompanhado no pódio por Gabriela Correia (Seat Leon Supercopa Mk3), que juntou este 2º lugar a um excelente Top 8 na geral, cabendo a Sérgio Nogueira, desta feita pilotando um Citroen Saxo Cup, assegurar mais um pódio, ao ser 3º.

    Também não podem ser regateados aplausos à “performance” de Parcídio Sumavielle. Duas provas com o Skoda Fabia R5, duas vitórias na Divisão Turismo 1 e duas ocasiões em que, finalmente, se viu com material para lutar pelo pódio da categoria. Desta feita, foi 4º entre todos os Turismo, assinando ainda a 6º posição da geral da prova, tendo logo atrás de si Ricardo Gomes, 7º e segundo da divisão, no regresso à opção pelo Citroen DS3 R5.

    Nas contas dos Turismo 1, foi Alberto Pereira que colocou o Mitsubishi EVO VII no 3º posto, garantindo assim continuar na luta pela vitória final na divisão.

    Já na Divisão Turismo 4, Pedro Marques (Cupra TCR) venceu, juntando ainda um excelente 9º lugar absoluto na competição, mercê de uma exibição de bom nível.

    A época 2019 de Flávio Saínhas segue o mote do “ou vai ou racha!”. Em todas as provas em que o seu Ford Escort MKI não cedeu, o piloto da Covilhã venceu e dominou as lides do Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group, assinando a sua terceira vitória da temporada.

    Atrás de si mas sem conseguirem chegar perto, Fernando Salgueiro e Ricardo Loureiro, colocaram, respectivamente, os seus Ford Escort MKII no 2º e no 3º lugar, garantindo assim mais um excelente resultado para as cores do Caramulo Racing Team.

    Nas classificações das duas divisões dos clássicos, Saínhas foi, obviamente, vencedor da Divisão 5, sendo aqui secundado por Carlos Oliveira (Porsche 911 SC) e por Paulo Teixeira (Ford Escort MKI).

    Salgueiro e Loureiro foram 1º e 2º da Divisão 6, com Rui Gama (Austin Clubman Sallon) a ser 3º. O veterano piloto do Austin saiu ainda de Murça com a taça de vencedor na Fans Cup, organizada pelos Hill Climb Fans.

    Murça assistiu a uma magnífica “invasão” de carros com motores de cilindrada inferior a 1300cc. Sete deles competiram na TPM1300, animando muito a rampa, com os duelos que protagonizaram.

    Só não existiram “espinhas” no que respeita à vitória. A “jogar em casa”, o regressado Leonel Brás dominou com o seu Citroen AX Sport, não dando veleidades aos restantes.

    João Diogo Santos recolheu pontos precisos e cimentou a sua liderança nas contas da taça, ao ser segundo, conduzindo o habitual Fiat Punto 85 Sport. Também num Fiat, João Silva coroou a sua presença em Murça com uma presença no pódio, ao ser terceiro.

    Na TPCM1300, José Pedro Figueiredo (Datsun 1200) venceu, na frente de Domingos Fernandes (Autobiachi A122 Abarth).

    O campeonato vai agora “a banhos” com as merecidas férias de verão. A competição voltará em setembro, nos dias 7 e 8. A “caravana” rumará a sul, para disputar a Rampa da Arrábida PêQuêPê, mítico evento que está de volta ao CMP JC Group.

  • João Fonseca é o novo “rei” do Caramulo

    A 29º edição da Rampa do Caramulo coroou o piloto do Sporting Clube da Covilhã. O seu conterrâneo Flávio Saínhas vingou o desaire da prova anterior, chegando à sua segunda vitória da temporada entre os Clássicos.

    O título começa a estar logo ali. À vista. Após a discussão das cinco primeiras provas da época 2019 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e, quando estamos a apenas três do fecho do ano, João Fonseca deu um passo importante rumo ao título absoluto e nos Protótipos, vencendo a Rampa de Caramulo, no que correspondeu à quinta vez em que coloca no seu bornal o máximo número de pontos.

    Aos comandos do SilverCar EF10, o piloto do Sporting Clube da Covilhã dominou a prova do Targa Clube desde o arranque, sendo o mais rápido em todas as subidas de prova. Fonseca não logrou bater, nas duas subidas de prova que realizou na jornada final de domingo, o seu tempo de sábado. Para o seu tempo final, contaram essa primeira subida e a última que realizou, vencendo com um total de 2:37.278.

    Atrás de si, honras de presença no segundo degrau do pódio para Hélder Silva (Juno CN 09), que sai ainda mais motivado do Caramulo, por ter encurtado a diferença para Fonseca nos duelos diretos, subida a subida. No fecho, ficou a apenas 2,6 segundos de distância e “ameaça” chegar a um triunfo ainda esta época.

    Também cada vez mais forte está José Correia. A habituação ao Osella PA2000 EVO2 do JC Group Racing Team continua a dar frutos e o piloto garantiu mais um pódio absoluto, terminando no 3º lugar, a 5,4 segundos do vencedor.

    Quem saiu do Caramulo “cliente” das rampas foi Vítor Pascoal. O bicampeão nacional de ralis, na categoria GT, deu espetáculo com o seu Porsche 911 GT3 Cup, vencendo a categoria GT e garantindo o 6º lugar na geral absoluta. Promete voltar mais vezes.

    Na luta entre os muitos “galos” para o poleiro entre os Turismo, a competição foi brava e emocionante.

    No Caramulo, Luís Nunes voltou às vitórias. O autêntico “foguete” de Valpaços esteve imparável com o Ford Fiesta ST R5 e foi o justo vencedor global da categoria e na Divisão Turismo 2, garantindo ainda o 4º lugar da geral absoluta.

    Nesta quinta prova, Hugo Araújo e o Subaru Impreza da Bracardox não conseguiram contrariar o domínio de Luís Nunes. Saíram do Caramulo com o 2º lugar na divisão e na categoria, bem como com um excelente 5º posto absoluto. Registo para a 3ª posição na Divisão 2 do BMW M3 de Luís Silva, que reclamou ainda um 10º posto na geral final da prova.

    O jovem bracarense José Rodrigues voltou ao CPM JC Group, depois de ter corrido na Falperra. Esteve sempre muito competitivo ao longo do fim-de-semana e juntou desta feita o triunfo da Divisão 4 ao 3º lugar global dos Turismo. Forma com o seu Honda Civic TCR uma dupla de respeito.

    Quanto às contas da Divisão Turismo 3, destaque para a quarta vitória consecutiva de Joaquim Teixeira e do Seat Leon Supercopa Mk3 do Bompiso Racing Team. Não deu veleidades na luta pela divisão, sendo sempre o mais forte, ao longo de toda a prova. Gabriela Correia (Seat Leon Supercopa Mk3) voltou a ser segunda, cabendo novamente a Sérgio Nogueira fechar o pódio, tripulando um Renault Clio RS.

    Na Divisão Turismo 1, temos novo vencedor na época. Rendido ao poderio das quatro rodas motrizes, Parcídio Summavielle compareceu à partida da Rampa do Caramulo com um Skoda Fabia R5.

    Foi tiro e queda. Ninguém o conseguiu parar e não só venceu a divisão como terminou num magnífico 4º lugar da categoria, provando, uma vez mais todo o seu enorme talento.

    Sem capacidade para contraria o domínio do fafense, Alberto Pereira levou o seu Mitsubishi EVO VII ao 2º posto, na frente de Ricardo Gomes, 3º classificado no seu regresso ao volante do Mitsubishi EVO X.

    Faltou às duas primeiras provas da temporada, na Penha e na Falperra. Desistiu, com  problemas de motor, na Serra da Estrela. Nas duas únicas provas que fez até ao momento, sem qualquer problema, venceu e convenceu. De seu nome Flávio Saínhas e, prova após prova, ostenta um talento na condução que o transforma num crónico candidato aos lugares de relevo do Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group.

    No Caramulo, resistiu à pressão e ao duelo aceso que protagonizou com Ricardo Loureiro e Fernando Salgueiro, ambos a “jogar em casa” e sempre muito fortes com os Ford Escort MKII do Caramulo Racing Team. Na subidas de prova não deu hipótese e o seu Ford Escort MKI foi sempre o mais rápido. Vitória imperial na geral dos clássicos e na Divisão 5, onde foi secundado por Carlos Oliveira (Porsche 911 SC) e por Luís Moutinho (Ford Escort RS 1800), 2º e 3º, respectivamente. Loureiro foi um justo 2º classificado da geral dos clássicos, sendo ainda premiado com a vitória na Divisão 6, onde Salgueiro foi segundo e Rui Gama (Austin Clubman) terceiro.

    Nas contas das taças para os carros com cilindrada até 1300, João Diogo Santos (Fiat Punto 85 Sport) voltou a vencer a TPM 1300, na frente de Francisco Milheiro, (Peugeot 106). Domingos Fernandes levou o Autobiachi A122 Abarth ao triunfo na TPCM1300.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group prossegue já dentro de 15 dias. A 6º prova decorrerá em Murça, sob a égide organizativa do CAMI.