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  • Emanuel Teixeira e Mafalda dos Santos levam Toyota GR Yaris RZ ao pódio dos 4WD em Castelo Branco

    Emanuel Teixeira e Mafalda dos Santos levam Toyota GR Yaris RZ ao pódio dos 4WD em Castelo Branco

    Emanuel Teixeira e Mafalda dos Santos voltaram a estar em excelente plano, desta vez no Century 21 Diamond Rally Series Castelo Branco, levando o Toyota GR Yaris RZ ao 3.º lugar da Categoria 4WD e somando assim o segundo pódio da temporada.

    Depois do excelente 3.º lugar alcançado nas contas do Campeonato Promo de Ralis no Rali Terras d’Aboboreira, piloto e navegadora voltaram a transformar uma prestação consistente num resultado de destaque, agora num enquadramento competitivo diferente.

    Em Castelo Branco, a dupla enfrentou adversários fortes, equipados com viaturas de maior potencial competitivo, mas respondeu com eficácia e regularidade ao longo das oito classificativas disputadas em pisos de terra.

    Sem erros e mantendo sempre um ritmo competitivo, Emanuel Teixeira e Mafalda dos Santos asseguraram um merecido lugar no pódio dos 4WD e estiveram ainda envolvidos até final na luta por uma presença no Top 10 absoluto, terminando muito perto desse objetivo.

    “Chegámos a Castelo Branco com a intenção de fazer um rali sólido, andar num bom ritmo e procurar o melhor resultado possível na nossa categoria. Sabíamos que tínhamos adversários muito fortes e carros muito competitivos pela frente, por isso este pódio deixa-nos naturalmente muito satisfeitos”, destaca Emanuel Teixeira.

    Para Mafalda dos Santos, o resultado confirma também a qualidade do trabalho desenvolvido pela dupla: “Fizemos uma prova muito consistente, sem erros, e conseguimos cumprir aquilo a que nos propusemos. O 3.º lugar nos 4WD é um excelente resultado e estivemos ainda muito perto do Top 10 à geral, por isso saímos de Castelo Branco muito felizes”, salienta a navegadora.

    Para lá da componente desportiva, Emanuel e Mafalda destacaram também o ambiente vivido no Century 21 Diamond Rally Series Castelo Branco e a fórmula criada pelo Castrol Portugal Rally Series, conjugando competição com uma forte proximidade entre equipas e público.

    O Show Noturno de sábado, perante uma numerosa moldura humana, foi um dos momentos altos de um evento onde competição, espetáculo e convívio com os adeptos voltaram a andar lado a lado.

    Da Aboboreira, com um pódio no Promo, a Castelo Branco, agora no pódio dos 4WD: Emanuel Teixeira e Mafalda dos Santos continuam a transformar consistência em resultados.

  • Baja Portalegre 500 celebra 40.ª edição com 441 participantes

    Baja Portalegre 500 celebra 40.ª edição com 441 participantes

    A bp Ultimate Baja Portalegre 500 prepara-se para celebrar a sua 40.ª edição com 441 participantes, um número que confirma a dimensão de uma das mais emblemáticas competições do todo-o-terreno nacional. A prova, que arranca na próxima quinta-feira, 15 de outubro, volta aos míticos caminhos do Alto Alentejo, reunindo alguns dos principais protagonistas da modalidade, tanto portugueses como estrangeiros.

    Pontuável para as Taças do Mundo e Europeia de Bajas, bem como para os campeonatos nacionais das diferentes categorias, a edição de 2026 apresenta uma das listas de inscritos mais expressivas dos últimos 20 anos, num ano especialmente simbólico para uma competição cuja história começou em 1987.

    Nos automóveis, as atenções estarão concentradas em vários nomes de referência. Gonçalo Guerreiro, campeão nacional em título, e Luís Cidade, atual líder do campeonato, integram um pelotão onde também figuram três pilotos com um historial particularmente relevante em Portalegre: Miguel Barbosa, Ricardo Porém e João Ferreira, todos com vitórias na clássica alentejana.

    Motos lideram participação e prometem grande espetáculo

    As motos voltam a constituir a categoria mais numerosa, com 115 pilotos inscritos. Entre os principais candidatos destaca-se Micael Simão, líder do campeonato e vencedor da edição de 2025, que terá pela frente, entre outros adversários, António Maio, recordista absoluto da prova com oito triunfos.

    Também os SSV apresentam uma adesão expressiva, com 85 participantes, enquanto nos automóveis estão inscritas 65 equipas na competição FIA e outras 36 no evento nacional/FPAK.

    Os quads contam com 42 concorrentes, o mesmo número das categorias Promoção e Hobby. Destaque ainda para a Mini Baja, que reunirá 55 jovens pilotos, com idades entre os oito e os 16 anos, numa demonstração da vitalidade das novas gerações do todo-o-terreno.

    “Há 20 anos que não contávamos com tantos participantes”

    Para Orlando Romana, diretor de prova, a resposta dos concorrentes constitui um sinal claro do prestígio alcançado pela Baja Portalegre 500 ao longo de quatro décadas.

    “A forte adesão das equipas e dos pilotos que se inscreveram nesta edição especial é uma demonstração da importância que a prova tem, tanto em Portugal como além-fronteiras. Há 20 anos, desde a 20.ª edição, que não contávamos com um número tão elevado de participantes.”

    O responsável sublinha ainda o significado histórico desta edição e a ligação que a competição construiu com pilotos e adeptos.

    “Não temos dúvidas de que este evento, que nasceu em 1987, se tornou numa referência da modalidade e é isso que pretendemos celebrar. Acreditamos que estão reunidas todas as condições para que continue a ser um excelente evento de desporto motorizado, capaz de marcar todos aqueles que vivem a modalidade de forma apaixonada.”

    Quatro décadas de história também fora das pistas

    A celebração da 40.ª Baja Portalegre 500 não ficará limitada à competição. O programa inclui várias iniciativas evocativas da história da prova, com destaque para uma exposição de viaturas emblemáticas no Parque de Assistência, permitindo aos visitantes recordar algumas das máquinas que marcaram diferentes épocas do todo-o-terreno.

    Estão igualmente previstas competições específicas para automóveis e motos vintage, recuperando parte do ambiente das primeiras edições.

    Com uma participação histórica, antigos vencedores de regresso e milhares de adeptos esperados ao longo dos percursos, Portalegre prepara-se para quatro décadas de história celebradas no terreno onde a Baja construiu grande parte da sua identidade.

  • Manuel Espírito Santo: “Tínhamos ritmo para lutar pelo pódio”

    Manuel Espírito Santo: “Tínhamos ritmo para lutar pelo pódio”

    Manuel Espírito Santo encerrou a temporada de 2026 da European Le Mans Series (ELMS) com um sexto lugar na categoria LMP2 Pro/Am, na derradeira corrida do campeonato, disputada no Autódromo Internacional do Algarve. Um resultado que soube a pouco ao jovem piloto português, que chegou a liderar a categoria e tinha legítimas aspirações a terminar a época no pódio, perante o público nacional.

    Ao lado de John Falb e Rik Koen, Manuel Espírito Santo protagonizou uma prestação competitiva, mantendo-se na discussão dos lugares cimeiros durante boa parte da corrida. O trio chegou mesmo a assumir o comando dos LMP2 Pro/Am a meio da prova, confirmando o potencial demonstrado ao longo do fim de semana.

    Contudo, duas penalizações acabaram por comprometer as possibilidades de lutar pela vitória, afastando a equipa dos lugares do pódio e relegando-a para a sexta posição final.

    “É duro não conseguir dar este resultado aos nossos familiares e amigos”

    No final, Manuel Espírito Santo não escondeu a desilusão por deixar escapar um resultado que considerava perfeitamente ao alcance da equipa, sobretudo numa corrida disputada em casa.

    “Fica um sentimento agridoce, sem dúvida. Trabalhámos duramente todo o fim de semana e demos absolutamente tudo em pista. Chegámos a liderar a nossa categoria e tínhamos ritmo para lutar pelo pódio, o que torna estas penalizações difíceis de digerir, mas que fazem parte daquilo que acontece em pista.”

    O jovem português lamentou particularmente não ter conseguido proporcionar um resultado de destaque aos familiares, amigos e adeptos presentes no circuito algarvio.

    “É duro não conseguir dar este resultado aos nossos familiares e amigos presentes em Portimão. No entanto, as corridas são assim mesmo. Tiramos daqui grandes ensinamentos e o foco está já a 100% na preparação para a próxima época.”

    Apesar do desfecho menos conseguido, Manuel Espírito Santo termina a temporada com indicadores positivos quanto à sua competitividade, retirando da experiência acumulada ao longo de 2026 ensinamentos importantes para o futuro.

    Com a European Le Mans Series encerrada, o piloto português vira agora as atenções para 2027, estando já em curso o trabalho de preparação e planeamento da próxima temporada.

  • Pedro Lago Vieira e Paulo Lopes são bicampeões do Castrol Portugal Rally Series

    Pedro Lago Vieira e Paulo Lopes são bicampeões do Castrol Portugal Rally Series

    Pedro Lago Vieira e Paulo Lopes sagraram-se vencedores do Castrol Portugal Rally Series 2026, conquistando o segundo título consecutivo depois de triunfarem no Century21 Rally Series Castelo Branco. A dupla confirmou a conquista do campeonato a uma ronda do final, numa prova em pisos de terra em que soube conjugar velocidade, estratégia e gestão dos momentos mais delicados.

    À chegada à quinta ronda da temporada, Lago Vieira liderava a classificação e tinha a oportunidade de resolver antecipadamente as contas do título, beneficiando também do coeficiente de pontuação de 1,5 atribuído à jornada albicastrense.

    O piloto entrou determinado a impor um ritmo forte, apesar da reduzida experiência recente em pisos de terra, sobretudo aos comandos de uma viatura Rally2. Um furo na segunda passagem por Monte São Luís obrigou, contudo, a rever a estratégia, levando a dupla a privilegiar a gestão da vantagem até à chegada.

    “Estava muito ansioso por este rali, por ser em pisos de terra. Apesar de ser uma superfície que adoro, já não corria em terra há muito tempo e nunca num Rally2. Tínhamos uma estratégia de entrar forte e gerir a partir daí. Depois, um furo complicou-nos o plano, mas perdemos pouco e decidimos levar um ritmo tranquilo para conseguirmos aquilo que tanto procurávamos”, explicou Pedro Lago Vieira.

    A vitória absoluta, acompanhada pelo triunfo na categoria Rally2 e pela conquista do Star Award, atribuído à dupla com mais classificativas vencidas, confirmou uma temporada de grande nível.

    “Desde o início trabalhámos para elevar o nosso patamar e acho que conseguimos prová-lo este ano. Foi uma época fantástica, que ainda não acabou, mas estamos a cumprir aquilo a que me propus: lutar para vencer todas as provas”, acrescentou o bicampeão.

    Também Paulo Lopes destacou o trabalho desenvolvido ao longo da temporada, particularmente significativo por se tratar do primeiro ano de colaboração entre piloto e navegador: “Trabalhámos bastante durante o ano. Eu e o Pedro nunca tínhamos corrido juntos e foi verdadeiramente um trabalho de equipa. Assegurar o título a uma ronda do final demonstra que trabalhámos bem.”

    Miguel Freitas e Adruzilo Lopes completam pódio

    Atrás dos vencedores, a luta pelos restantes lugares do pódio manteve-se animada até às últimas classificativas. Miguel Freitas e Ricardo Teixeira, vencedores da edição de 2025, terminaram na segunda posição, a apenas 17,6 segundos, enquanto Adruzilo Lopes e Vítor Hugo completaram o pódio, a 25,6 segundos.

    Miguel Carvalho e António Reis foram quartos, a 36 segundos, com Nelson Trindade e Raquel Graça a encerrarem o Top 5 absoluto.

    A dupla destacou-se ainda com vitórias na categoria 4WD e na N5 Cup by RMC Motorsport, além do segundo lugar entre os Gentlemen.

    Pedro Silva vence duelo emocionante nas duas rodas motrizes

    Nas 2RM, a vitória foi conquistada por Pedro Silva e Ricardo Moura, depois de um duelo intenso com Gil Antunes e Diogo Correia. Durante a manhã, apenas um décimo de segundo separava os dois principais candidatos ao triunfo, numa disputa que se prolongou pela tarde.

    Problemas na última classificativa acabaram por comprometer as aspirações de Gil Antunes, que terminou a 38,8 segundos dos vencedores.

    “É muito bom ganhar, e ganhar em casa é do melhor que há, ainda por cima depois de uma luta ‘no braço’ com o Gil Antunes. Diverti-me imenso na terra este fim de semana, tanto na Arena como nas especiais, que eram desafiantes e muito exigentes. Demos tudo para ganhar e conseguimos”, destacou Pedro Silva.

    O piloto deixou ainda uma mensagem clara para a última ronda: “Temos o título quase na mão e, em Fafe, queremos terminar aquilo que começámos.”

    Francisco Piçarra e Paulo Silva completaram o pódio das 2RM, somando ainda os triunfos nas categorias Junior e 2WD. Filipe Nogueira e Fábio Paço terminaram em quarto, enquanto Telmo Neto e Sérgio Simões fecharam o Top 5 e venceram o Sideways.

    Nelson Silva impõe-se nos FIA Historic

    Entre os FIA Historic, Nelson Silva e Carolina Silva conquistaram a vitória, superando José Machado e André Bastos. João Sousa e Helena Maia completaram o pódio, à frente de Daniela Barata e Soraia Silva, vencedoras da categoria Ladies.

    José Machado chegou a mostrar andamento para discutir o triunfo, mas problemas mecânicos condicionaram a sua prestação. Também João Sousa enfrentou contratempos nos últimos metros, conseguindo, ainda assim, levar o novo Citroën Saxo VTS ao terceiro lugar e somar pontos importantes para o troféu.

    Nas restantes categorias, Nelson Trindade e Raquel Graça venceram entre os 4WD, à frente de Alexandrino Dinis e Luís Ribeiro e de Emanuel Teixeira e Mafalda Santos.

    Nos Gentlemen, Adruzilo Lopes foi o vencedor, enquanto Miguel Milheiro e Gonçalo Correia triunfaram na Rally5 e Pedro Silva e Ricardo Moura asseguraram também a vitória na Rally4.

    Fafe recebe as últimas decisões

    A ronda de Castelo Branco voltou a combinar a competição nas classificativas com a animação da Arena Monster Energy, reforçando a proximidade entre pilotos, equipas e adeptos.

    Para André Lavadinho, diretor executivo do Rally Series, o balanço da jornada foi particularmente positivo: “Castelo Branco voltou a demonstrar aquilo que queremos construir com o Rally Series: uma competição exigente, com grandes protagonistas na estrada, e um evento capaz de aproximar o desporto dos adeptos, das famílias e da comunidade local.”

    O responsável destacou igualmente a evolução desportiva do novo bicampeão, que iniciou a temporada de 2025 com um Toyota GR Yaris de troféu e chegou agora ao segundo título ao volante de uma viatura Rally2.

    Com Pedro Lago Vieira e Paulo Lopes já consagrados, o Castrol Portugal Rally Series prepara-se agora para a derradeira ronda, em Fafe, onde estarão em discussão os restantes títulos e posições finais de uma temporada que continua a reservar decisões importantes.

  • Century 21 Diamond Rally Series leva espetáculo às Docas de Castelo Branco

    Century 21 Diamond Rally Series leva espetáculo às Docas de Castelo Branco

    Parada oficial e Show Noturno marcaram o arranque da quinta ronda do Castrol Portugal Rally Series, que este domingo coloca os pilotos à prova em oito especiais

    O Century21 Rally Series Castelo Branco arrancou este sábado em ambiente de festa, levando o espetáculo dos ralis ao coração da cidade. A quinta ronda do Castrol Portugal Rally Series proporcionou uma jornada de proximidade entre pilotos, equipas e adeptos, culminando num Show Noturno que atraiu uma grande moldura humana às Docas de Castelo Branco.

    Antes da competição propriamente dita, o programa privilegiou o contacto com o público e os primeiros quilómetros de preparação para o desafio de domingo.

    A parada oficial levou as viaturas por alguns dos locais mais emblemáticos da cidade, com destaque para a Rotunda dos 3 Globos, onde os adeptos puderam observar de perto as máquinas e os protagonistas que vão disputar a penúltima jornada da temporada.

    Espetáculo nas Docas, competição nas especiais

    Ao longo da tarde e da noite, as Docas de Castelo Branco transformaram-se no epicentro da animação, reunindo pilotos, equipas e público num ambiente de festa que teve o seu ponto alto no Show Noturno.

    A iniciativa voltou a evidenciar uma das características distintivas do Rally Series: aproximar a competição das cidades que recebem as suas provas e proporcionar aos adeptos momentos de contacto direto com os protagonistas.

    Concluída a festa de sábado, as atenções viram-se agora para as oito classificativas de domingo, numa jornada disputada em pisos de terra e com pontuação majorada pelo coeficiente 1,5.

    Com pontos especialmente importantes em disputa, a ronda albicastrense promete assumir um papel determinante nas contas do campeonato, antes da derradeira prova da temporada, em Fafe.

  • Nuno Carvalho estreia Honda Integra com pódio na Rampa da Arrábida

    Nuno Carvalho estreia Honda Integra com pódio na Rampa da Arrábida

    Nuno Carvalho esteve em destaque na Rampa da Arrábida ao conquistar o terceiro lugar nos Super Challenge B, logo na estreia em competição com o Honda Integra. O piloto bracarense foi melhorando progressivamente os tempos ao longo do fim de semana e chegou mesmo a ocupar a segunda posição da categoria.

    A adaptação à nova máquina começou de forma positiva. Na primeira subida oficial de treinos, Nuno Carvalho registou 2m21,800s, tempo que lhe valeu o segundo lugar nos Super Challenge B.

    Na segunda passagem, já mais confortável com o comportamento do Honda Integra, baixou para 2m17,244s, mantendo-se entre os primeiros da divisão. Na primeira subida oficial de prova, realizada no final da tarde de sábado, voltou a melhorar, agora para 2m15,769s, fechando o primeiro dia no terceiro lugar.

    O domingo começou igualmente em crescendo. Na última subida de treinos, Nuno Carvalho assinou 2m15,004s, antes de realizar a sua melhor passagem de todo o fim de semana na segunda subida oficial de prova.

    Com 2m09,541s, à média de 97,26 km/h, o piloto de Braga subiu então ao segundo lugar dos Super Challenge B. Na derradeira subida, registou 2m11,776s, resultado que confirmou o terceiro lugar final da categoria.

    A estreia competitiva do Honda Integra terminou assim com um pódio e, sobretudo, com uma evolução clara ao longo das várias passagens, deixando boas indicações para os próximos desafios de Nuno Carvalho no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

  • Polestar alcança vendas recorde nos primeiros nove meses de 2026

    Polestar alcança vendas recorde nos primeiros nove meses de 2026

    A Polestar registou o melhor terceiro trimestre da sua história, com vendas estimadas de 14.371 veículos, e atingiu um novo máximo nos primeiros nove meses de 2026, período em que comercializou cerca de 44.790 unidades.

    A marca sueca de automóveis elétricos fechou o terceiro trimestre de 2026 com um crescimento homólogo de aproximadamente 1%, evolução que se repete também no acumulado dos primeiros nove meses do ano.

    Entre julho e setembro, a Polestar estima ter vendido 14.371 veículos, o valor mais elevado alguma vez alcançado pela marca num terceiro trimestre. Já entre janeiro e setembro, as vendas ascenderam a 44.790 unidades, estabelecendo igualmente um novo recorde para este período.

    Michael Lohscheller, CEO da Polestar, destacou a evolução conseguida apesar de um enquadramento de mercado mais exigente: “Registámos o nosso melhor terceiro trimestre de sempre, apesar de um contexto de mercado cada vez mais desafiante”, afirmou.

    O responsável assinalou também o início das entregas do Polestar 5 como um marco importante para a empresa, sublinhando ainda o papel do novo Polestar 4 SUV no alargamento da presença da marca.

    “O novo Polestar 4 SUV reforça a nossa gama e permite-nos chegar a novos grupos de clientes no segmento D-SUV, o maior e mais dinâmico segmento do mercado europeu de veículos elétricos premium”, acrescentou Michael Lohscheller.

    Os números dos primeiros nove meses de 2026 confirmam assim uma trajetória de crescimento sustentado para a Polestar, numa fase em que a marca procura ampliar a sua presença no mercado europeu de veículos elétricos premium.

  • Saída de estrada travou Diogo Marques na Rampa da Arrábida

    Saída de estrada travou Diogo Marques na Rampa da Arrábida

    Diogo Marques viu terminar prematuramente a sua participação na Rampa da Arrábida, depois de uma aparatosa saída de estrada na primeira subida oficial de prova. O jovem piloto de Vila Nova de Famalicão saiu ileso do acidente, mas os danos no Toyota Starlet impediram-no de continuar numa jornada em que tinha começado por mostrar andamento para lutar pela vitória no Campeonato de Portugal de Montanha 1300.

    O fim de semana começou de forma muito positiva para Diogo Marques, que logo na primeira subida oficial de treinos registou 2m16,043s, à média de 92,61 km/h, garantindo o segundo melhor tempo entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Montanha 1300. Na segunda passagem, o piloto famalicense melhorou significativamente, assinando 2m13,745s, à média de 94,20 km/h, mantendo-se na segunda posição e reforçando a ideia de que poderia discutir os lugares da frente. Na primeira subida oficial de prova, Diogo Marques partiu decidido a baixar ainda mais o tempo e aproximar-se da liderança. O ataque acabou, porém, por terminar numa saída de estrada seguida de capotamento, colocando um ponto final imediato na sua participação.

    “Coisas que acontecem. Na primeira subida de prova estava decidido em baixar um pouco mais o meu tempo, de forma a chegar à liderança, mas cheguei muito depressa àquela curva e não consegui evitar a saída de estrada”, explicou.

    Apesar da violência do acidente, o piloto não sofreu qualquer lesão: “Felizmente não tive nada. Fui visto pela equipa médica e não houve necessidade de ir a uma unidade hospitalar. Só foi pena os danos no carro, porque era impossível recuperá-lo para domingo.”

    Diogo Marques permaneceu na Arrábida durante o segundo dia a acompanhar a prova e os seus adversários, embora naturalmente desapontado com um desfecho que interrompeu uma jornada em que vinha demonstrando forte competitividade.

    “Foi pena, porque se tudo corresse bem acredito que conseguiríamos fazer um bom tempo. Agora vamos ver se o carro fica pronto para a última prova do campeonato, a Rampa do Caramulo.”

    A prioridade passa agora pela recuperação do Toyota Starlet, com o objetivo de estar presente na derradeira jornada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

  • Peugeot E-208 GTi chega a Portugal em janeiro com 281 cv e preços desde 44.900 euros

    Peugeot E-208 GTi chega a Portugal em janeiro com 281 cv e preços desde 44.900 euros

    O novo Peugeot E-208 GTi chega ao mercado português em janeiro de 2027, recuperando uma das siglas mais emblemáticas da marca francesa para uma nova era totalmente elétrica. Desenvolvido pela Peugeot Sport, o compacto desportivo anuncia 281 cv, aceleração dos 0 aos 100 km/h em 5,5 segundos e preços a partir de 44.900 euros.

    Quatro décadas depois do lançamento do 205 GTi, a Peugeot prepara-se para abrir um novo capítulo na história da sigla GTi com o primeiro modelo 100% elétrico a ostentar a designação.

    Concebido e desenvolvido em França pela Peugeot Sport e pela Peugeot Design, o novo E-208 GTi parte da base do E-208, mas recebe alterações profundas ao nível da motorização, chassis, travagem e gestão térmica, procurando transportar para a estrada parte da experiência acumulada no programa do Peugeot 9X8 no Mundial de Resistência.

    O motor elétrico M4+ desenvolve 281 cv e 345 Nm de binário, com a gestão eletrónica a beneficiar de soluções derivadas da competição. A Peugeot anuncia uma relação peso/potência de 5,5 kg/cv, aceleração dos 0 aos 100 km/h em 5,5 segundos, 80 aos 120 km/h em 3,2 segundos e velocidade máxima limitada a 180 km/h.

    Chassis profundamente revisto pela Peugeot Sport

    As alterações vão muito além da potência. O E-208 GTi é 25 mm mais baixo, apresenta vias alargadas em 56 mm à frente e 28 mm atrás e utiliza jantes de 18 polegadas com pneus 215/40 R18.

    Recebe ainda uma barra estabilizadora traseira de 31 mm, molas e amortecedores específicos e, sobretudo, um diferencial autoblocante mecânico, solução pouco habitual num elétrico desta dimensão e destinada a melhorar a capacidade de colocar a potência no solo.

    Na travagem, surgem discos dianteiros de 355 mm com pinças fixas de quatro pistões. O modo Sport desativa a travagem regenerativa e altera também a intervenção do controlo eletrónico de estabilidade, dando maior liberdade ao condutor.

    Até 375 km de autonomia

    A bateria mantém os 54 kWh de capacidade bruta, 51 kWh úteis, mas recebeu uma gestão térmica específica para permitir que o desempenho máximo seja mantido mesmo em utilização exigente.

    Com pneus Hankook Ventus S1 Evo3, disponíveis sem custo adicional, a autonomia WLTP pode chegar aos 375 quilómetros. Com os Michelin Pilot Sport 4S de série, o valor anunciado é de 352 quilómetros.

    O carregamento de 20 a 80% pode ser realizado em menos de 30 minutos num posto rápido de 100 kW, enquanto uma wallbox de 7,4 kW permite uma carga completa em cerca de 4h40. O modelo dispõe ainda de função V2L, permitindo alimentar equipamentos elétricos externos.

    Estética recupera referências ao 205 GTi

    A Peugeot procurou também estabelecer várias ligações visuais à tradição GTi. As jantes perfuradas de 18 polegadas evocam as utilizadas no 205 GTi, enquanto vários detalhes em vermelho surgem na grelha, óticas, passagens das rodas, pinças de travão, spoiler e habitáculo.

    No interior, o vermelho volta a dominar em tapetes, cintos de segurança e costuras, enquanto os bancos dianteiros recuperam elementos inspirados nos 205 GTi 1.6 e 1.9. O volante compacto combina pele perfurada e Alcantara e recebe uma calibração de direção específica.

    O novo Peugeot E-208 GTi chega a Portugal em janeiro de 2027 com um preço de tabela a partir de 44.900 euros. Durante a fase de lançamento, os clientes particulares poderão adquiri-lo desde 42.553 euros.

  • Marco Oliveira antecipa estreia do Škoda Fabia Rally2 Evo para Famalicão

    Marco Oliveira antecipa estreia do Škoda Fabia Rally2 Evo para Famalicão

    A estreia competitiva do novo Škoda Fabia Rally2 Evo de Marco Oliveira vai acontecer mais cedo do que inicialmente previsto. O piloto de Várzea do Douro, que defende as cores da Navaldouro, estará este fim de semana no Rali de Vila Nova de Famalicão, novamente navegado por Ricardo Sousa, depois de ter realizado no passado sábado, na Maia, o primeiro teste com a nova máquina.

    Quando anunciou a aquisição do Škoda Fabia Rally2 Evo que pertencia ao madeirense Rui Pinto, Marco Oliveira apontava inicialmente para o Rali União Alpendorada, Várzea e Torrão, em novembro, como palco da estreia. O plano foi entretanto antecipado e a dupla Marco Oliveira/Ricardo Sousa surge na lista de inscritos de Famalicão com o n.º 70.

    A mudança representa um salto importante para o projeto da Navaldouro, depois de várias temporadas com o Škoda Fabia N5. E as primeiras impressões deixaram claro ao piloto que a adaptação ao Rally2 exigirá tempo.

    “Testámos no passado sábado, na Maia, e temos a noção de que precisamos de adaptação ao carro. É muito, mas muito diferente do N5, carro que conhecemos. Temos o carro pronto para o rali”, explica Marco Oliveira.

    Famalicão será, por isso, encarado sobretudo como uma oportunidade para acumular quilómetros e começar a compreender os limites e reações do novo Škoda em ambiente competitivo. Mas sem abdicar da ambição.

    “Vamos a Famalicão em modo de teste, mas não vamos ser hipócritas: vamos andar ao melhor ritmo possível para conseguir o melhor resultado possível.”

    Concorrência forte permitirá primeiras comparações

    A lista de inscritos oferece exatamente aquilo que Marco Oliveira pretendia para esta primeira experiência: referências competitivas para perceber onde se posiciona com a nova máquina.

    Além do Škoda de Oliveira/Sousa, surgem Tiago Silva/Pedro Alves em Škoda Fabia R5, Ricardo Costa/Daniel Fernandes em Toyota GR Yaris Rally2, Edgar Reis/Fábio Ribeiro noutro Škoda Fabia Rally2 Evo e António Dias/Tiago Leite em Volkswagen Polo GTI R5.

    “Teremos alguns Rally2 para nos podermos comparar, o que será ótimo”, salienta o piloto da Navaldouro.

    A dupla conhece bem a prova famalicense. Em 2025, ainda com o Volkswagen Polo N5, Marco Oliveira e Ricardo Sousa terminaram no segundo lugar entre os concorrentes do Campeonato Norte de Ralis, a apenas 7,4 segundos de Tiago Silva/Pedro Alves. Em 2024 tinham vencido precisamente a classificação do campeonato Norte, depois de terminarem igualmente segundos da geral.

    Dois dias e quatro troços diferentes

    O Rali de Vila Nova de Famalicão, organizado pela Associação Team Baia e pontuável para o Campeonato Norte de Ralis, disputa-se sábado e domingo, 10 e 11 de outubro, atravessando 16 freguesias do concelho.

    No sábado, a competição começa com duas passagens por Vale D’Este, com 10,1 km, e Rota dos Moinhos, com 4,1 km. A primeira especial arranca às 16h33 e, depois das quatro classificativas, o programa termina com a City Stage Central Park, marcada para as 20h48.

    No domingo entram em cena dois troços diferentes: Rio Pele, com 7,93 km, e Rota das Minas, com 10,87 km, igualmente percorridos duas vezes. A última especial começa às 12h13, com o pódio previsto para as 13h00 no Mercado Municipal de Famalicão.

    Para Marco Oliveira e Ricardo Sousa, mais do que uma estreia, Famalicão representará assim o primeiro verdadeiro banco de ensaio competitivo de um projeto que abre uma nova etapa na carreira da dupla. E embora a prioridade seja conhecer o Škoda Fabia Rally2 Evo, a intenção fica assumida desde já: aprender, comparar e andar tão depressa quanto a adaptação permitir.