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  • Changan celebra primeiro ano em Portugal perto das 1.000 unidades

    Changan celebra primeiro ano em Portugal perto das 1.000 unidades

    A Changan assinala o primeiro aniversário da entrada oficial no mercado português com perto de 1.000 unidades entre veículos matriculados e contratos de venda sinalizados. A marca chinesa reforçou entretanto a gama, expandiu a rede comercial e tornou-se parceira automóvel oficial da Federação Portuguesa de Futebol.

    A Changan Portugal completou um ano de atividade no mercado nacional. A operação arrancou oficialmente a 19 de setembro de 2025, através de uma parceria de distribuição com o Grupo Auto-Industrial e tendo como primeiro protagonista o Deepal S07 EV.

    Doze meses depois, a marca aproxima-se da fasquia das 1.000 unidades, contabilizando matrículas e veículos com contrato de venda sinalizado, num crescimento acompanhado pelo alargamento da oferta disponível em Portugal.

    “O sucesso deste primeiro ano de atividade reflete-se não apenas na evolução dos nossos resultados comerciais, mas sobretudo na confiança que temos vindo a conquistar junto dos clientes e da nossa rede de concessionários”, afirma Sérgio Gonçalves, Diretor Comercial da Changan Portugal.

    Um dos momentos relevantes deste primeiro ano aconteceu a 22 de maio de 2026, quando a Changan formalizou uma parceria com a Federação Portuguesa de Futebol, tornando-se parceira automóvel oficial da FPF e da Seleção Nacional.

    A rede nacional é atualmente composta por 20 entidades, assegurando serviços de venda, após-venda, financiamento e aconselhamento ao cliente. A marca oferece uma garantia de sete anos ou 160.000 quilómetros nos veículos e de oito anos ou 200.000 quilómetros nas baterias.

    Gama Deepal cresce em Portugal

    Ao Deepal S07 BEV, modelo que marcou a estreia da Changan no país, juntou-se entretanto a família Deepal S05.

    O S05 BEV RWD dispõe de 272 cv e tração traseira, enquanto a versão BEV AWD utiliza dois motores elétricos, atingindo 435 cv, com bateria de 68,8 kWh, autonomia combinada WLTP até 445 quilómetros e aceleração dos 0 aos 100 km/h em 5,5 segundos.

    Mais recentemente chegou o Deepal S05 PHEV Ultra-Hybrid, com 258 cv de potência combinada, cerca de 100 quilómetros de autonomia elétrica e uma autonomia total anunciada superior a 1.000 quilómetros. O modelo admite carregamento rápido DC até 55 kW e inclui função Vehicle-to-Load de série.

  • Ernesto Cunha regressa ao CPR no Rali Casinos do Algarve

    Ernesto Cunha regressa ao CPR no Rali Casinos do Algarve

    Depois de uma pausa prolongada no Campeonato de Portugal de Ralis, Ernesto Cunha prepara o regresso à principal competição nacional já no Rali Casinos do Algarve, numa participação marcada pela vontade assumida de voltar a competir ao mais alto nível.

    Ernesto Cunha está de regresso ao Campeonato de Portugal de Ralis. O piloto da Marinha Grande confirmou que voltará ao CPR já no Rali Casinos do Algarve, próxima jornada da principal competição nacional.

    Depois de uma temporada em que optou por um programa mais seletivo, experimentando também projetos diferentes, Ernesto Cunha prepara agora o reencontro com um campeonato onde construiu parte importante do seu percurso desportivo.

    Campeão de Portugal de Ralis 2RM em 2022 e posteriormente protagonista entre os Rally2, Ernesto Cunha chegou a conquistar um pódio absoluto no CPR e regressa agora a um palco competitivo que conhece bem. Em 2026, o piloto manteve-se ativo, tendo recentemente estado em destaque no Portugal Rally Series, onde venceu entre os FIA Historic e 4WD aos comandos do Subaru Impreza STI.

    A vontade de regressar ao CPR foi assumida sem reservas pelo piloto: “Depois de uma pausa prolongada no Campeonato de Portugal de Ralis, está finalmente na hora de voltar à ação. Foi muita a vontade de voltar a fazer aquilo de que mais gostamos”, afirmou Ernesto Cunha.

    O Rali Casinos do Algarve será, assim, o palco escolhido para este reencontro com o campeonato: “O regresso é no Algarve. Estamos mais do que prontos para voltar à estrada, voltar a competir e voltar a viver isto juntos”, acrescentou.

    Para já, Ernesto Cunha coloca todas as atenções na preparação do regresso, numa prova que marcará o seu reencontro com o CPR e com um nível competitivo que conhece profundamente.

  • Nick Padmore vence Classic GP num sábado de grande ambiente no Estoril Classics

    Nick Padmore vence Classic GP num sábado de grande ambiente no Estoril Classics

    O segundo dia do Estoril Classics levou muito público ao Autódromo do Estoril e ficou marcado pela primeira corrida do Classic GP. Nick Padmore confirmou o domínio do Lotus 87, enquanto o Panoz LMP1 Roadster S brilhou na Endurance Racing Legends.

    O segundo dia do Estoril Classics confirmou a forte adesão do público à 10.ª edição do evento, com bancadas bem compostas e um paddock repleto de visitantes ao longo de um sábado preenchido por algumas das mais emblemáticas máquinas da história do automobilismo.

    A proximidade entre público, pilotos e automóveis voltou a ser uma das imagens de marca do evento. Entre sessões, o paddock transformou-se num verdadeiro museu vivo, permitindo aos adeptos observar de perto monolugares, protótipos e GT que marcaram diferentes épocas da competição automóvel.

    Nick Padmore confirma domínio no Classic GP

    O grande momento do dia foi a primeira corrida do Classic GP, com Nick Padmore a confirmar aos comandos do Lotus 87 a superioridade já demonstrada na qualificação.

    A vitória, contudo, esteve longe de resultar de uma corrida sem oposição. O Lotus 91 de Steven Brooks e o histórico McLaren MP4/1 de Steve Hartley, modelo associado à era de John Watson e Niki Lauda, protagonizaram uma intensa discussão pelos lugares do pódio ao longo das 13 voltas.

    O Arrows A4 de Simon Fish terminou igualmente muito próximo dos homens da frente, enquanto um Williams FW07B e um Tyrrell 011 completaram os seis primeiros, numa grelha capaz de transportar o público diretamente para o ambiente da Fórmula 1 do início dos anos 1980.

    Panoz vence duelo decidido por seis décimos

    Na Endurance Racing Legends, o espetacular Panoz LMP1 Roadster S confirmou que a sua configuração pouco convencional não lhe retira competitividade.

    Na primeira presença do modelo em Portugal, Olivier Galant conquistou a vitória depois de um intenso duelo com o DBA 03S de Emile Breitmayer, que havia conquistado a pole position e terminou a apenas seis décimos do vencedor.

    O MG EX264 LMP2 de Mike Newton completou o pódio, à frente do Courage C65 conduzido por Romain Belleteste e Martin O’Connell. Entre os GT, Markus Palttala impôs o Porsche 996 Bi-Turbo GT2 R.

    Também a The Gentlemen Challenge proporcionou espetáculo, com o Lister Knobbly Chevrolet de Luc Pierre Verquin a voltar a fazer valer a sua agilidade.

    Hipólito Pires e Manuel Gião, num Porsche 904/6 Carrera GTS, terminaram na segunda posição, num pelotão que contou com outros exemplares do modelo conduzidos por Stephan e Philipp Koenig e Luca Littardi.

    O Morgan SLR de John Emberson e Nigel Greensall e o Lotus XI de Jean Pascal Cuerel surgiram nos lugares seguintes, reforçando o caráter histórico de uma grelha dedicada aos grandes GT das décadas de 1950 e 1960.

  • Rui Madeira e Paula Madeira lideravam Legends Luso-Bussaco quando segurança obrigou ao cancelamento

    Rui Madeira e Paula Madeira lideravam Legends Luso-Bussaco quando segurança obrigou ao cancelamento

    Dupla portuguesa comandava a geral e a Categoria Sport, com 5,8 segundos de vantagem, quando o agravamento do risco de incêndio ditou o fim prematuro da prova.

    O Rally Legends Luso-Bussaco 2026 terminou de forma precoce e inglória, depois de o agravamento do risco de incêndio rural ter levado a organização a cancelar todo o programa competitivo previsto para sábado e domingo, mantendo apenas a jornada inaugural de sexta-feira.

    A decisão, tomada pelo Clube LusoClássicos em articulação com os municípios e estruturas de Proteção Civil envolvidas, surgiu num contexto particularmente delicado, agravado pela ocorrência de um foco de incêndio na zona da classificativa de Carapinhal, em Mortágua. Perante esse cenário, a segurança de participantes, público e território falou mais alto.

    Quando a competição foi interrompida, Rui Madeira e Paula Madeira lideravam a classificação geral e, naturalmente, a Categoria Sport, depois de pouco mais de dez quilómetros percorridos contra o cronómetro.

    Aos comandos do Mitsubishi Lancer EVO X da MPRO Professionals, a dupla portuguesa tinha construído uma vantagem de 5,8 segundos sobre a concorrência, confirmando desde os primeiros quilómetros as excelentes sensações deixadas pelo carro no teste realizado antes da prova: “Estava a ser um bom rali para nós, mas infelizmente, por motivos relacionados com os incêndios, o evento foi cancelado após a PEC 3”, começou por referir Rui Madeira.

    O piloto destacou sobretudo o enorme esforço desenvolvido pela organização na preparação de uma prova que, nos últimos anos, se afirmou como uma das referências nacionais do universo Legends: “Desta forma, todo o esforço das equipas, pilotos e, principalmente, da organização — que é fantástica e já elevou este rali a um nível altíssimo em todos os aspetos — acabou por cair por terra. É uma situação muito difícil para todos, sobretudo para quem trabalha durante meses para colocar uma prova desta dimensão na estrada”, sublinhou.

    Apesar da natural desilusão por ver interrompido um rali que começava de forma muito positiva, Rui Madeira deixou uma mensagem de confiança e apoio inequívoco ao evento: “Agora há que superar este incidente e temos a certeza de que o Rally Legends Luso-Bussaco vai voltar mais forte do que nunca. Da nossa parte podem contar connosco sempre. E cá estaremos em 2027 para lutar pela vitória”, afirmou.

    O programa de 2026 poderá ainda reservar novos desafios para Rui Madeira, com uma participação no estrangeiro num rali Legends ainda em cima da mesa e a forte possibilidade de regressar aos comandos do Hyundai i20 N Rally2 da CRN Competition, em novembro, na prova final do Portugal Rally Series, em Fafe. “Tenho seguido com atenção o crescimento deste campeonato e estou com muita curiosidade em disputá-lo, quer pelo nível competitivo que apresenta, quer pela forma muito própria como transforma cada prova num verdadeiro evento, onde a interação com os fãs é intensa e constante”, revela o piloto.

  • Dongfeng reforça gama em Portugal com os novos MAGE e VIGO

    Dongfeng reforça gama em Portugal com os novos MAGE e VIGO

    Marca estreia híbrido plug-in de 279 cv e novo SUV elétrico com 340 km de autonomia

    A Dongfeng apresentou oficialmente em Portugal os novos MAGE e VIGO, duas propostas SUV que reforçam a ofensiva eletrificada da marca no mercado nacional. O MAGE representa a estreia da Dongfeng nos híbridos plug-in em Portugal, enquanto o VIGO assume-se como uma nova proposta 100% elétrica.

    O grande destaque técnico vai para o Dongfeng MAGE, que estreia a tecnologia Mach PHREV 3 Power. O sistema combina um motor 1.5 Turbo, transmissão híbrida dedicada 4DHT e uma bateria LFP de 17 kWh, desenvolvendo 279 cv e 580 Nm de binário.

    Em modo exclusivamente elétrico pode percorrer até 86 km em ciclo combinado WLTP, valor que sobe para 136 km em utilização urbana, enquanto a autonomia total anunciada supera os 1.100 quilómetros. O consumo combinado WLTP é de 2,2 l/100 km.

    Com 4,69 metros de comprimento, o MAGE oferece uma bagageira de 525 litros e aposta igualmente na tecnologia a bordo, com ecrã central de 14,6 polegadas, Apple CarPlay e Android Auto, atualizações OTA e vários sistemas de assistência à condução. O carregamento rápido DC permite passar dos 30 aos 80% da bateria em 31 minutos.

    VIGO é a alternativa 100% elétrica

    Mais compacto, com 4,31 metros de comprimento, o novo Dongfeng VIGO utiliza um motor elétrico de 163 cv e 230 Nm, alimentado por uma bateria LFP de 51,87 kWh.

    A autonomia anunciada chega aos 340 km em ciclo combinado WLTP e aos 521 km em utilização urbana. O carregamento rápido DC pode atingir 167 kW, permitindo recuperar dos 30 aos 80% em apenas 18 minutos. Está igualmente disponível a função V2L, que possibilita utilizar a bateria para alimentar equipamentos elétricos externos.

    O espaço também é um dos argumentos, com uma bagageira de 500 litros à qual se junta um compartimento inferior adicional de 72 litros.

    Preços desde 26.990 euros + IVA

    Em Portugal, o Dongfeng MAGE Power-3 1.5T PHREV está disponível em campanha de lançamento por 28.490 euros + IVA, enquanto o Dongfeng VIGO One Edition parte dos 26.990 euros + IVA. Ambos contam com garantia de sete anos ou 300.000 quilómetros para o veículo e de dez anos, sem limite de quilometragem, para a bateria de alta tensão.

    As campanhas anunciadas são válidas até 30 de setembro de 2026, nos concessionários aderentes e limitadas ao stock existente. No MAGE, o preço não inclui legalização, transporte e pintura metalizada; no VIGO, legalização e transporte para Portugal Continental estão incluídos, ficando de fora a pintura metalizada.

  • Toyota Supra GT2: o “David” que desafiou os gigantes chega ao Estoril Classics

    Toyota Supra GT2: o “David” que desafiou os gigantes chega ao Estoril Classics

    Exemplar único construído a partir do Supra Mk.IV Bi Turbo é uma das máquinas mais aguardadas da 10.ª edição

    O Estoril Classics celebra este fim de semana a sua 10.ª edição e, entre as muitas máquinas históricas que vão passar pelo Autódromo do Estoril, há uma cuja história merece atenção especial. O Toyota Supra GT2 é um exemplar único, nascido de um projeto privado que ousou enfrentar os poderosos programas oficiais do GT europeu.

    A história remonta ao início dos anos 2000, quando Jean Pierre Signoret e Jacques Point decidiram transformar um Toyota Supra Mk.IV Bi Turbo num verdadeiro GT2. Sem apoio oficial da Toyota e numa época em que o Campeonato Francês FFSA GT era território de máquinas como os Chrysler Viper GTS-R e Porsche 911, o objetivo era tão simples de definir quanto difícil de concretizar: construir um carro capaz de lhes fazer frente.

    Para isso foram utilizados componentes oriundos dos GT500 japoneses, incluindo uma carroçaria em fibra de carbono, cubos de aperto central, travões AP Racing e jantes Enkei de 18 polegadas.

    O lendário 2JZ-GTE no coração da máquina

    O motor não podia deixar de ser um dos elementos centrais do projeto. O célebre seis cilindros em linha 2JZ-GTE foi preparado pela TEAM4 em colaboração com a ORECA, recebendo gestão eletrónica Magneti Marelli e diferentes mapas desenvolvidos pela ORECA Moteur para adaptação às exigências de qualificação, corridas longas ou condições de chuva.

    Com cerca de 1.200 kg e caixa sequencial Quaife de seis velocidades, o Supra beneficiou ainda do trabalho de desenvolvimento de Soheil Ayari, piloto com experiência em Le Mans.

    A estreia aconteceu em 2004 no Campeonato Francês FFSA GT. A sonoridade do seis cilindros, a aparência inspirada nos radicais GT500 e, sobretudo, a natureza independente do projeto rapidamente transformaram o Supra numa das máquinas mais carismáticas do pelotão, competindo em pistas como Dijon-Prenois, Magny-Cours e Nogaro.

    Depois de vários anos afastado da competição, o Toyota Supra GT2 encontrou uma segunda vida nas provas históricas. E é precisamente nessa condição que chega agora ao Estoril.

    A presença deste exemplar raro será, assim, mais um dos pontos de interesse de um Estoril Classics que comemora dez edições, proporcionando ao público português a oportunidade pouco comum de voltar a ver em ação uma máquina onde se cruzam engenharia japonesa, criatividade francesa e uma boa dose daquela irreverência que tantas histórias memoráveis deixou no automobilismo europeu.

  • Luís Outeiro vence em casa e adia decisão do título de MX1

    Luís Outeiro vence em casa e adia decisão do título de MX1

    Campeão em título dominou as duas mangas em Alqueidão, enquanto Paulo Felícia garantiu antecipadamente a coroa de MX Veteranos

    O Campeonato Nacional de Motocross regressou à ação em Alqueidão, após a pausa de verão, com Luís Outeiro a aproveitar da melhor forma a passagem pelo seu terreno. O piloto da Yamaha venceu as duas mangas de MX1 e adiou para a derradeira jornada a decisão do título.

    De regresso ao Crossódromo José Henrique Carvalho, após duas temporadas de ausência do calendário, a quinta e penúltima prova do campeonato, organizada pela Sociedade Recreativa Alqueidoense, deixou praticamente todas as contas por decidir para o Granho.

    Em MX1, Luís Outeiro foi soberano, impondo-se nas duas mangas diante de Gerard Congost (GasGas) e Martim Palma (Ducati). Foi a primeira vitória à geral do piloto de Alqueidão esta temporada e permitiu-lhe impedir a consagração antecipada de Congost.

    A matemática mantém Outeiro na discussão, embora a tarefa seja muito complicada: Congost parte para a última prova com 50 pontos de vantagem, estando 55 ainda disponíveis.

    Albisua reforça liderança em MX2

    Nos MX2, Gilen Albisua dominou as duas mangas, sempre diante de Valentino Vázquez, num fim de semana em que a GasGas ocupou os três lugares do pódio da geral. Destaque ainda para Martim Espinho, terceiro no regresso à competição depois de mais de um ano afastado devido à grave lesão sofrida em 2025.

    Albisua chega à decisão com 43 pontos de vantagem sobre Sandro Lobo, que ascendeu ao segundo lugar do campeonato. Tomás Santos caiu para terceiro depois de abandonar a segunda manga na sequência de uma forte queda.

    Na MX125 Júnior, Leonardo Gaio conquistou a primeira vitória na categoria, superando na geral Bernardo Pinto e Bernardo Caiado. Apesar disso, Pinto conserva a liderança do campeonato, agora com 12 pontos sobre o irmão Duarte Pinto.

    Também ficou adiada a decisão nos MX85. Um problema técnico retirou Guilherme Gomes dos pontos na primeira manga, mas o piloto da KTM respondeu com uma vitória clara na segunda. Thiago Rodríguez venceu a geral da jornada, à frente de Dinis Neto e Mirelis Ramírez, enquanto Gomes conserva 54 pontos de vantagem no campeonato.

    Nos MX65, Iker González manteve o domínio, somando duas novas vitórias e reforçando a liderança da classificação.

    Paulo Felícia já é campeão

    O único título decidido em Alqueidão foi o de MX Veteranos. Paulo Felícia manteve uma campanha absolutamente imaculada, alcançando a 10.ª vitória em dez mangas disputadas, resultado que lhe permitiu assegurar antecipadamente o título nacional.

    Todas as restantes decisões ficam reservadas para 11 de outubro, quando o Crossódromo do Granho, em Salvaterra de Magos, receber a jornada de encerramento do Campeonato Nacional de Motocross.

  • Simplício Taveira domina entre os Citroën C1 em Jerez

    Simplício Taveira domina entre os Citroën C1 em Jerez

    Piloto de Vila Real venceu a categoria nas duas corridas disputadas no circuito espanhol

    Simplício Taveira esteve em grande plano no Circuito de Jerez de la Frontera, assinando um fim de semana de domínio entre os Citroën C1. O piloto da ST Car foi o mais forte da categoria nas duas corridas, juntando às vitórias dois resultados dentro do Top 10 da classificação geral.

    O piloto de Vila Real começou por mostrar rapidez logo nos treinos livres, com 2:38.093, à média de 141,5 km/h. Na qualificação conseguiu baixar a marca para 2:37.765, correspondente a uma média de 141,7 km/h, garantindo o nono lugar na grelha de partida.

    Na primeira corrida, Taveira manteve um ritmo forte e consistente, evitando erros e impondo-se entre os C1. Cruzou a meta no oitavo lugar da geral e primeiro da categoria, assinando ainda a sua melhor volta em 2:36.990, o registo mais rápido de todo o seu fim de semana.

    O domínio repetiu-se na segunda corrida. Novamente o melhor Citroën C1 em pista, Simplício Taveira terminou na 10.ª posição absoluta, com 2:37.965 como melhor volta, completando assim uma passagem por Jerez com pleno de triunfos na categoria.

    “Foi um fim de semana muito positivo, inesperado até. O carro esteve excelente e o trabalho de toda a equipa foi sensacional. Dedico estes resultados a toda a equipa, à minha família, que esteve presente em força em Jerez de la Frontera, e aos patrocinadores, pois sem eles nada disto seria possível. Foi um domínio total, estou obviamente muito satisfeito e agora há que pensar na próxima participação”, destacou Simplício Taveira no final.

  • Castelo Branco será o “Game Changer” do Rally Series

    Castelo Branco será o “Game Changer” do Rally Series

    Terra, especiais totalmente novas e pontuação com coeficiente 1,5 prometem agitar as contas do campeonato

    O Castrol Portugal Rally Series entra na reta final da temporada com uma mudança radical de cenário. Nos dias 10 e 11 de outubro, Castelo Branco recebe a Ronda #5, penúltima prova de 2026 e primeira disputada em pisos de terra esta temporada.

    Depois de um calendário dominado pelo asfalto, pilotos e máquinas enfrentam agora oito Provas Especiais de Classificação totalmente novas, num percurso com mais de 40 quilómetros cronometrados e onde a ausência de referências anteriores promete tornar decisiva a capacidade de adaptação.

    Mas há outro fator capaz de transformar Castelo Branco num verdadeiro “Game Changer”: todas as categorias beneficiarão de um coeficiente pontual de 1,5x. Uma vitória poderá, assim, valer 37,5 pontos, dando à penúltima ronda um peso acrescido nas contas dos diferentes títulos antes da decisão final em Fafe.

    A maior Arena Rally Series da temporada

    O Parque de Desportos Motorizados de Castelo Branco será o centro nevrálgico do fim de semana e receberá a maior Arena Rally Series do ano. Secretariado, Parque de Assistência, fanzone e diferentes espaços de entretenimento estarão concentrados no mesmo local, que no domingo receberá também várias passagens competitivas.

    Antes, o sábado será especialmente dedicado à aproximação entre o Rally Series e o público. Depois do Shakedown e dos Co-Drives, os carros deixam o Parque de Desportos Motorizados pelas 17h00 para a Parada Oficial, atravessando alguns dos locais mais emblemáticos de Castelo Branco.

    O destino serão as Docas de Castelo Branco, transformadas no segundo grande palco do evento. A Fotografia Oficial de Família antecederá a Sessão de Autógrafos, marcada para as 18h30, colocando pilotos, equipas e máquinas junto dos adeptos.

    O programa de sábado termina no mesmo local, a partir das 20h30, com o Show Noturno, prometendo um dos grandes momentos de espetáculo de uma ronda que poderá revelar-se decisiva para definir quem chega a Fafe em condições de discutir os títulos de 2026.

  • Iberian Historic Endurance leva 49 clássicos ao Estoril

    Iberian Historic Endurance leva 49 clássicos ao Estoril

    Grelha máxima reúne 75 pilotos de 11 nacionalidades na corrida que encerra a 10.ª edição do Estoril Classics.

    O Iberian Historic Endurance está de regresso ao Autódromo do Estoril, entre 18 e 20 de setembro, integrado na 10.ª edição do Estoril Classics. Com 49 carros de 14 marcas e 75 pilotos de 11 nacionalidades, a competição apresenta a maior grelha do fim de semana e volta a atingir o limite máximo permitido pela pista.

    A corrida, novamente patrocinada pela Liqui Moly, reúne máquinas das categorias GDS, H-1971, H-1976, H-1965 e GTP & SC, numa diversidade que coloca no mesmo evento automóveis tão distintos como o Ford GT40 e o Datsun 1200.

    GT40, Lotus 23B e dois Datsun 240Z entre as atrações

    Entre as novidades está o regresso do Ford GT40 de Alex Collins, enquanto Filipe Nogueira e Carlos Cruz deverão estrear no Historic Endurance um Lotus 23B vindo do Reino Unido. Quase uma década depois, Rob Bergmans regressa com o raro Iso Rivolta 300 IR, juntando-se ainda o Elva MK7 de Carlos de Miguel e o Ferrari 308 GT4 de César Freitas.

    Destaque também para a estreia de dois Datsun 240Z. Filipe Martins e João Diogo Lopes apresentam um exemplar com história no automobilismo português, anteriormente utilizado por Carlos Peres e José Montes, enquanto Pedro Ramos e Filipe Carvalho aguardam na lista de reservas com outra unidade recentemente chegada da Dinamarca.

    A grelha recupera igualmente vários capítulos da história do automobilismo nacional. Manuel Ferrão estará presente com o Lotus Elan S3 do histórico Team Palma, enquanto a Aurora Motorsport coloca em pista dois Porsche, prolongando uma ligação à competição que atravessa várias gerações.

    Vitória promete discussão forte

    A corrida terá 50 minutos e paragem obrigatória nas boxes, com Tom Canning a regressar no Ginetta G10 depois da vitória alcançada em 2025.

    Entre os nomes com argumentos para discutir os primeiros lugares estará Paulo Lima, que dividirá o Ford GT40 da RP Motorsport com Jordi Puig. Lima venceu esta corrida em 2024 e chega ao Estoril depois de ter triunfado com o mesmo GT40 na Classic Cup disputada em julho.

    O Shelby Cobra Daytona de Olivier Muytjens surge como uma das referências entre os H-1965, enquanto a categoria H-1976 contará com uma forte representação Porsche, incluindo Pedro Bastos Rezende, Carlos Brizido/João Pina Cardoso, Bruno Duarte/Filipe Silva Jesus, Gerardo Garcia/José Antonio Zorrilla e Brice Pineau.

    Para além das cinco categorias, estará novamente em disputa o Index de Performance, classificação que pondera fatores como idade, cilindrada e tipo de carroçaria. O vencedor receberá um relógio exclusivo Cuervo y Sobrinos, prémio conquistado em 2025 pelo brasileiro Fabiano Vivacqua Jr., que regressa ao volante do Porsche 356 B.

    Os bilhetes para o Estoril Classics 2026 encontram-se à venda, com entrada gratuita até aos 15 anos quando acompanhados por um adulto. O acesso à bancada da reta da meta será igualmente gratuito para todos os espectadores.