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  • Alexandre Pinto e Bernardo Oliveira lideram Baja Morocco com o novo Odyssey CR-X

    Alexandre Pinto e Bernardo Oliveira lideram Baja Morocco com o novo Odyssey CR-X

    Campeões do Mundo de Rally Raid em SSV aproveitam prova marroquina para desenvolver a nova máquina antes do Rally de Marrocos

    Alexandre Pinto e Bernardo Oliveira estão a protagonizar uma estreia muito positiva do novo Odyssey CR-X em competição. A dupla portuguesa, atual campeã do Mundo de Rally Raid em SSV, segue na liderança da categoria na 6.ª edição da Baja Morocco, que termina esta segunda-feira, em Merzouga.

    A competição, iniciada a 17 de setembro, está a servir um duplo propósito para a dupla da Old Friends Rally Team. Para além da luta pelo resultado, Pinto e Oliveira estão a acumular quilómetros e a recolher informação importante para o desenvolvimento do novíssimo CR-X da BBR, tendo já enfrentado etapas particularmente exigentes ao nível da navegação.

    “Está a ser um rali muito interessante, com etapas difíceis, principalmente na navegação. O Bernardo está a ter aqui um trabalho árduo”, destaca Alexandre Pinto.

    CR-X convence nos primeiros quilómetros

    A estreia competitiva do novo SSV tem proporcionado à dupla a oportunidade de perceber melhor o potencial da máquina e identificar os aspetos a desenvolver, num verdadeiro teste em condições reais de competição.

    “Falando um pouco sobre o novo carro da BBR, o novo CR-X está a portar-se lindamente. Temos conseguido recolher algum feedback para o desenvolvimento do carro, para entender melhor onde pode dar mais ou o que temos de alterar. Esse é, principalmente, o trabalho que estamos aqui a fazer e está a ser muito positivo.”

    A Baja Morocco assume ainda particular importância por anteceder um dos grandes compromissos da temporada. Alexandre Pinto e Bernardo Oliveira preparam-se para disputar o Rally de Marrocos, prova do Campeonato do Mundo de Rally Raid, aproveitando estes dias em competição para chegar ao próximo desafio com mais quilómetros e conhecimento do novo Odyssey CR-X.

    “Está também a ser um bom treino para nós para o Rally de Marrocos, a verdadeira corrida do Campeonato do Mundo, que será daqui a sensivelmente uma semana. Estamos a acumular alguns quilómetros, o que é sempre bom. Espero que cheguemos ao fim desta Baja de Marrocos com o objetivo cumprido: desenvolver o carro, testar e acumular quilómetros.”

    Com a liderança entre os SSV à entrada para o derradeiro dia, a dupla portuguesa procura agora completar em Merzouga uma estreia que, independentemente do resultado final, já está a fornecer indicações importantes para o próximo desafio mundialista.

  • Sociedade Comercial C. Santos e Petronas homenageiam mecânicos com dia de adrenalina

    Sociedade Comercial C. Santos e Petronas homenageiam mecânicos com dia de adrenalina

    Primeira edição da iniciativa reuniu profissionais de oficinas clientes no Kartódromo Cabo do Mundo

    A Sociedade Comercial C. Santos, em parceria com a Petronas, promoveu a primeira edição do “Dia do Mecânico – Soc. Com. C. Santos/Petronas”, reunindo profissionais das oficinas clientes da linha de lubrificantes da marca para uma jornada diferente no Kartódromo Cabo do Mundo, em Matosinhos.

    Realizada a 19 de setembro, a iniciativa combinou convívio, diversão e competição, procurando reconhecer o papel dos mecânicos no setor automóvel e, simultaneamente, reforçar a proximidade com as oficinas parceiras.

    Embora o Dia Internacional do Mecânico seja assinalado a 24 de fevereiro, a Sociedade Comercial C. Santos decidiu criar uma celebração própria em setembro, fazendo coincidir o encontro com o regresso à atividade após o período de férias de verão.

    “Embora a data oficial do mecânico seja em fevereiro, quisemos criar o nosso próprio momento de celebração em setembro, marcando o arranque do novo ano de trabalho pós-férias com uma energia diferente”, explica Ricardo Soares, diretor de peças e lubrificantes da Sociedade Comercial C. Santos.

    Para a empresa, o evento pretende ser mais do que uma ação pontual, valorizando profissionais considerados fundamentais para o funcionamento das oficinas e de toda a estrutura de pós-venda automóvel. “Os mecânicos são a espinha dorsal do pós-venda e do setor automóvel no seu todo. Com esta iniciativa, quisemos prestar uma justa homenagem a estes profissionais e, ao mesmo tempo, proporcionar um momento diferente de descontração e saudável competição. A proximidade e a confiança que mantemos com as oficinas nossas clientes são fundamentais para o nosso negócio, e eventos como este fortalecem ainda mais essas relações”.

    Depois da receção conseguida nesta primeira edição, Sociedade Comercial C. Santos e Petronas pretendem dar continuidade ao “Dia do Mecânico”, consolidando-o como um encontro anual a realizar durante o mês de setembro.

  • Nuno Breda e Manuel Almeida estreiam-se nas 24 Horas de Portimão com P7

    Nuno Breda e Manuel Almeida estreiam-se nas 24 Horas de Portimão com P7

    Dupla integrou a equipa Zome ao volante de um Caterham SS600 e terminou satisfeita a primeira experiência numa corrida de resistência de 24 horas

    Nuno Breda e Manuel Almeida concluíram com um positivo sétimo lugar na categoria Gentleman a estreia nas 24 Horas de Portimão, disputadas nos dias 18 e 19 de setembro no Autódromo Internacional do Algarve.

    Integrados na equipa Zome e aos comandos de um Caterham SS600, os dois pilotos enfrentaram pela primeira vez uma corrida de resistência com 24 horas de duração, num desafio marcado pela exigência física, pela gestão da mecânica e pela necessidade de manter um ritmo consistente durante toda a prova.

    A dupla conseguiu adaptar-se às particularidades do Caterham e às exigências do formato, mantendo uma prestação regular que lhe permitiu chegar ao final e conquistar o P7 entre os Gentleman.

    “Entrar nas 24 Horas de Portimão com a equipa Zome foi um desafio incrível. Correr de Caterham SS600 exige muita concentração e adaptar-me a uma prova de resistência tão longa foi uma experiência fantástica. Alcançar o P7 na nossa categoria logo na estreia deixa-me muito satisfeito. Foi um fim de semana excelente, com uma equipa incrível, e quero sem dúvida repetir”, destacou Nuno Breda.

    Mais do que o resultado, a estreia permitiu aos dois pilotos acumular experiência num formato muito diferente daquele a que estavam habituados, num fim de semana em que a gestão do andamento e o trabalho coletivo assumiram particular importância.

    Também Manuel Almeida destacou o desempenho conseguido e, sobretudo, a experiência proporcionada pelas 24 horas de competição.

    “A dinâmica da corrida e o trabalho com a equipa Zome foram irrepreensíveis do primeiro ao último minuto. Para primeira vez numa prova com esta exigência, gerimos bem o ritmo, mantivemos a consistência e o P7 final é o reflexo disso. Gostei imenso de toda a vivência e da condução do Caterham. Ficámos claramente com o gosto de querer voltar a repetir uma prova de endurance.”

    Nuno Breda e Manuel Almeida encerraram assim a sua primeira participação nas 24 Horas de Portimão com um resultado positivo e, sobretudo, com a vontade assumida de regressar às competições de resistência no futuro.

  • Afonso Santos junta-se a projeto familiar que torna o Motorsport mais inclusivo

    Afonso Santos junta-se a projeto familiar que torna o Motorsport mais inclusivo

    “Pocket Rocket” marcou presença no Circuito Vasco Sameiro numa iniciativa criada para permitir que pessoas com mobilidade reduzida possam viver a experiência de conduzir em pista.

    Afonso Santos viveu este fim de semana um momento diferente e particularmente especial no Circuito Vasco Sameiro, associando-se a uma iniciativa dedicada à inclusão no Motorsport e à criação de novas oportunidades para pessoas com mobilidade reduzida.

    Na origem do projeto está uma história familiar. António Torres, primo de Afonso Santos, ficou paraplégico na sequência de um acidente de mota ocorrido há alguns anos.

    Na origem do projeto está uma história familiar. António Torres, primo de Afonso Santos, ficou paraplégico na sequência de um acidente de mota ocorrido há alguns anos. Perante essa realidade, António Torres decidiu procurar uma solução que lhe permitisse viver aquilo que até então parecia fora do seu alcance, e juntamente com David Santos, padrinho e tio de Afonso Santos, conseguiram uma solução que permite a experiência de conduzir um automóvel desportivo em pista.

    Nasceu assim a adaptação de um Peugeot 206 com um sistema desenvolvido pela Total Mobility, permitindo a condução por uma pessoa com mobilidade reduzida através de comandos específicos integrados no volante.

    A solução apresenta ainda uma importante componente de versatilidade. Em poucos segundos, retirando o aro responsável pelo comando do acelerador, que fica acoplado ao volante, o automóvel pode voltar a ser conduzido de forma convencional, fazendo com que David Santos partilhe igualmente a experiência do automobilismo ao volante da mesma viatura.

    A apresentação do projeto decorreu no Circuito Vasco Sameiro, em colaboração com a Comunidade Trackdays FastCar, com António Torres a experimentar com êxito pela primeira vez, levando a seu lado várias pessoas, com vários tipos de mobilidade reduzida, que puderam testemunhar a eficácia do sistema.

    Afonso Santos fez questão de marcar presença, contribuindo também com a sua experiência enquanto piloto: “Há momentos em que o automobilismo vale muito mais do que tempos, classificações ou troféus. Este foi, sem dúvida, um desses momentos”, destacou.

    Afonso esteve também ao volante do Peugeot 206 e partilhou algumas dicas e técnicas de condução, ajudando a explorar as possibilidades proporcionadas pela adaptação: “Poder contribuir para que alguém que se desloca em cadeira de rodas possa sentir a adrenalina, a emoção e aquele sorriso único que só conduzir em pista proporciona foi, para mim, muito especial”.

    Mais do que uma simples adaptação técnica, o projeto representa para a família a possibilidade de transformar uma paixão comum numa experiência efetivamente acessível: “Porque o Motorsport é paixão. E a paixão não pode ter barreiras”, sublinhou Afonso Santos.

    No final, o piloto poveiro deixou uma palavra especial para quem tornou a iniciativa possível: “Quero agradecer a todos os envolvidos e, em especial, ao meu padrinho David, ao meu primo António e à Total Mobility. É um projeto com um significado enorme para todos nós e foi um privilégio poder fazer parte deste momento”, concluiu.

  • Micael Simão, Tomás Paulo e Roberto Borrego vencem Baja de Reguengos

    Micael Simão, Tomás Paulo e Roberto Borrego vencem Baja de Reguengos

    Quarta jornada do Nacional de Todo-o-Terreno ficou marcada por decisões apertadas nas motos e pelas reviravoltas entre os SSV.

    Micael Simão, nas motos, Tomás Paulo, nos Quad, e Roberto Borrego, nos SSV, foram os grandes vencedores da Baja TT Sharish Gin Reguengos de Monsaraz Mourão 2026, quarta jornada do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno.

    Com um derradeiro setor seletivo de 175 quilómetros, a prova alentejana reservou algumas das principais decisões para o último dia, com particular destaque para o triunfo por escassa margem de Micael Simão e para a recuperação protagonizada por Roberto Borrego entre os SSV.

    Micael Simão vence por 14 segundos

    Nas motos, Micael Simão confirmou a vitória aos comandos da KTM, conquistando igualmente o triunfo na classe TT3. O campeão nacional terminou com apenas 14,4 segundos de vantagem sobre Tomás Dias, em Honda, que foi o melhor dos Juniores.

    Gustavo Gaudêncio, também em Honda, completou o pódio absoluto e venceu a TT1, enquanto José Luís Rijo, em GasGas, terminou no quarto lugar. Nélson Cunha levou a Kawasaki ao quinto posto e à vitória na TT2, com Fernando Ferreira a terminar imediatamente atrás e a impor-se entre os Veteranos.

    Um dos momentos determinantes da corrida aconteceu logo nos primeiros quilómetros, quando Bruno Santos, líder do campeonato e da prova à partida para a última etapa, abandonou na sequência de um despiste.

    João Duarte foi sétimo e segundo entre os Juniores, enquanto David Megre terminou em oitavo e terceiro da TT2. António Maio levou a Yamaha Ténéré à vitória na classe Trail, ao passo que André Barros venceu a Promoção e Joanna Modrzeewska foi a melhor entre as senhoras.

    Tomás Paulo regressa ao triunfo nos Quad

    Nos Quad, Tomás Paulo voltou às vitórias e recuperou a liderança do Campeonato Nacional. O piloto da Yamaha terminou com uma confortável margem de 16m02s sobre Martim Pedroso.

    Bem mais apertada foi a discussão pelo segundo posto, com Pedroso a superar por apenas cinco segundos o polaco Marcin Wilkolek, em Yamaha Raptor, que completou o pódio.

    Borrego vira classificação no último setor

    Nos SSV, o desfecho trouxe uma reviravolta. Roberto Borrego e Domingos Cunha, em Polaris, atacaram no derradeiro setor e recuperaram a liderança, garantindo a primeira vitória da temporada. Borrego venceu igualmente o Troféu Polaris.

    Tiago Guerreiro e Carlos Paulino, também em Polaris, terminaram no segundo lugar, a 1m04s, enquanto Rodrigo Melancia e João Diogo protagonizaram uma das grandes recuperações da jornada. Foram os mais rápidos nos 175 quilómetros finais e saltaram do nono para o terceiro lugar, vencendo ainda o Can-Am Challenge.

    Pedro Antunes e Nuno Batalha terminaram em quarto, resultado que permite a Antunes conservar a liderança do campeonato, enquanto Gonçalo Guerra, acompanhado pelo campeão nacional André Lopes, recuperou do décimo para o quinto lugar e venceu entre os Juniores.

    Menos feliz foi Vasco Martins, que iniciou o último dia no comando. Dois furos impediram o piloto do Can-Am, navegado por Rui Cascalho, de defender a liderança, acabando por terminar na sexta posição.

    Alexandre Silva e José Galveias venceram no Campeonato Stock, enquanto Rui Abreu e Gonçalo Guedes, em Polaris, garantiram o triunfo entre os SSV TT2.

  • Penalização retira pódio europeu a Maria Luís Gameiro em Reguengos

    Penalização retira pódio europeu a Maria Luís Gameiro em Reguengos

    Piloto portuguesa terminou em pista no segundo lugar entre os Ultimate, mas uma sanção após a chegada relegou-a para a quarta posição da categoria.

    Maria Luís Gameiro concluiu a 38.ª Baja TT Sharish Gin Reguengos/Mourão com sentimentos contraditórios. Na sua primeira participação em Portugal na temporada de 2026, a piloto de Cascais mostrou competitividade e consistência, chegando ao final da prova no segundo lugar entre os Ultimate para o Campeonato Europeu de Bajas, antes de uma penalização alterar o resultado conquistado em pista.

    Ao lado de Rosa Romero, Maria Luís Gameiro enfrentou uma Baja particularmente exigente e com características pouco favoráveis ao MINI JCW T1+, num percurso onde as viaturas mais leves e ágeis encontraram condições especialmente favoráveis.

    Ainda assim, a dupla manteve um andamento sólido desde o prólogo e foi evoluindo na classificação ao longo das especiais disputadas entre Mourão, Portel, Amieira e Reguengos de Monsaraz.

    Depois de uma primeira jornada consistente, a piloto portuguesa confirmou no sábado a sua competitividade nas duas longas passagens de 150 quilómetros, mantendo-se entre os principais protagonistas da categoria Ultimate. A gestão da mecânica e a crescente adaptação às características do terreno permitiram à dupla chegar ao último dia em posição de discutir um resultado de relevo.

    No domingo, Gameiro e Romero completaram a Baja com o segundo lugar dos Ultimate assegurado em pista, premiando três dias de andamento consistente e um trabalho eficaz dentro do MINI.

    Penalização muda resultado após a chegada

    O desfecho, contudo, acabaria por ser diferente. Já depois de concluída a competição, uma penalização retirou à dupla o segundo lugar entre os Ultimate, relegando Maria Luís Gameiro para o quarto posto da categoria nas contas do Campeonato Europeu de Bajas e para o sétimo lugar da classificação geral.

    Apesar da frustração provocada por uma decisão que alterou o resultado final, a prestação deixou indicadores positivos, sobretudo pela competitividade demonstrada numa prova pouco favorável às características do MINI JCW T1+ e pela capacidade da dupla para se manter na discussão dos lugares cimeiros ao longo dos três dias.

    No final, Maria Luís Gameiro destacou precisamente a qualidade da prestação da equipa e o trabalho desenvolvido durante toda a Baja, ainda que o resultado oficial tenha ficado aquém daquele que a dupla conquistara na estrada.

  • João Cancelinha é campeão de R12 por um ponto em final emocionante

    João Cancelinha é campeão de R12 por um ponto em final emocionante

    Vasco Camoesas venceu as duas mangas em Fátima, enquanto David Dias se estreou a ganhar na categoria principal.

    O Campeonato Nacional de Supermoto 2026 chegou ao fim no Fun Park – Kartódromo de Fátima, com a quinta e última ronda da temporada a proporcionar uma decisão emocionante na categoria R12. João Cancelinha sagrou-se campeão nacional por apenas um ponto, resistindo à recuperação protagonizada por Vasco Camoesas.

    Com os títulos de Supermoto e Mini Supermoto já entregues a Sérgio Rego e Alberto Abril, respetivamente, todas as atenções estavam concentradas no duelo da R12. Cancelinha chegou a Fátima com 15 pontos de vantagem, mas Camoesas tinha mais vitórias e sabia que um eventual empate pontual jogaria a seu favor.

    E fez tudo o que estava ao seu alcance. Vasco Camoesas venceu as duas mangas, elevando para sete o número de triunfos em dez possíveis ao longo da época. João Cancelinha e Lourenço Vicente alternaram entre segundo e terceiro lugares, resultados que permitiram a Camoesas recuperar 14 pontos.

    Faltou apenas um. João Cancelinha fechou a temporada com um ponto de vantagem e conquistou o título nacional de R12, no desfecho mais apertado do fim de semana.

    David Dias estreia-se a vencer

    Na categoria principal, o destaque pertenceu a David Dias, que alcançou a sua primeira vitória e fê-lo em grande estilo, impondo-se nas duas mangas.

    Na primeira terminou à frente do já campeão Sérgio Rego e de Simão Silva, enquanto na segunda Silva foi segundo, a apenas dois segundos do vencedor, deixando Rego na terceira posição.

    Em Mini Supermoto, Alberto Abril encerrou uma temporada praticamente perfeita com mais duas vitórias. O campeão terminou 2026 com nove triunfos em dez mangas, sendo acompanhado no pódio em Fátima por Gonçalo Ferreira e Lourenço Vicente.

    Também no Troféu MiniCup houve confirmações. José Pedro Batista, já vencedor entre as 110, ganhou as duas corridas, enquanto Pedro Vilas Boas garantiu o triunfo final nas MiniCup 90. Davi Ribeiro terminou em terceiro e segundo entre as 110, com Rafael Mendes a assegurar o vice-campeonato das 90.

    Fátima colocou assim o ponto final no Campeonato Nacional de Supermoto 2026, numa jornada marcada pela estreia vitoriosa de David Dias e, sobretudo, por uma decisão da R12 resolvida pela margem mínima de um único ponto.

  • Opel Astra GSE Line estreia-se em Paris e chega na primavera de 2027

    Opel Astra GSE Line estreia-se em Paris e chega na primavera de 2027

    A Opel vai estrear no Salão Automóvel de Paris de 2026 a nova versão GSE Line do Astra, que substituirá a atual GS a partir da primavera de 2027. A proposta reforça a imagem desportiva do compacto alemão e poderá ser combinada com motorizações elétricas, híbridas plug-in, híbridas e de combustão.

    A Opel prepara-se para alargar a identidade GSE a uma gama mais ampla, começando pelo Astra. Depois do Mokka GSE e do Corsa GSE, ambos 100% elétricos, a marca alemã apresenta agora o Astra GSE Line, versão que faz a sua estreia pública no Salão Automóvel de Paris.

    A grande diferença está no conceito: ao contrário dos modelos GSE de maior desempenho, a nova GSE Line pretende levar o visual mais desportivo da família GSE a praticamente toda a gama de motorizações.

    Assim, o Astra GSE Line poderá ser escolhido com sistemas 100% elétricos, híbridos plug-in, híbridos e motores de combustão interna, permitindo manter a liberdade de escolha mecânica sem abdicar da imagem mais agressiva.

    “Queremos que os nossos clientes possam experimentar também nos nossos outros automóveis esse carácter mais dinâmico, mantendo simultaneamente a liberdade de escolher o sistema de propulsão que melhor se adapta às suas necessidades”, explica Marc Fetzer, Vice-Presidente de Produto da Opel.

    Visual mais agressivo e detalhes próprios GSE

    Face à atual versão GS, o Astra GSE Line mantém um nível de equipamento semelhante, mas reforça claramente a componente estética.

    Na dianteira surgem novas inserções sob o Opel Vizor, com tratamento cromático específico, além da inscrição “GSE LINE” no para-choques.

    As jantes de liga leve com acabamento diamantado são de 17 polegadas de série, podendo opcionalmente crescer para 18 polegadas.

    No habitáculo, a assinatura GSE passa pelas costuras em amarelo vivo nos bancos, volante, painéis das portas e apoio de braço central, além dos pedais desportivos em alumínio.

    Opcionalmente, o Astra poderá ainda receber bancos desportivos específicos com apoios de cabeça integrados.

    Versão de 280 cv chega depois do lançamento

    A Opel confirma ainda que, depois da chegada comercial da GSE Line na primavera de 2027, será apresentada uma versão mais potente do Astra com 206 kW, equivalentes a 280 cv.

    A marca não revelou ainda todos os detalhes técnicos desta variante, deixando mais informações para a apresentação em Paris.

    A sigla GSE — Grand Sport Electric continuará, assim, a assumir um papel cada vez mais importante na estratégia da Opel, tanto nos modelos de estrada como no motorsport, onde a marca já utiliza o Mokka GSE Rally e prepara também o novo GSE 27FE para a Fórmula E.

    Com o Astra GSE Line, a Opel procura agora transferir essa imagem mais desportiva para uma proposta de maior volume, mantendo simultaneamente uma gama de motorizações ampla e diversificada.

  • Tom Bradshaw vence do último lugar e Bernie Ecclestone marca fecho do Estoril Classics

    Tom Bradshaw vence do último lugar e Bernie Ecclestone marca fecho do Estoril Classics

    A 10.ª edição do Estoril Classics terminou este domingo com as bancadas cheias, um paddock repleto de público e uma corrida memorável do Classic GP, na qual Tom Bradshaw levou o McLaren MP4/1 do último lugar da grelha até à vitória. A presença de Bernie Ecclestone acrescentou ainda maior simbolismo a um dia dedicado à história do automobilismo.

    O último dia do Estoril Classics 2026 voltou a proporcionar uma atmosfera especial no Autódromo do Estoril. Bancadas muito compostas, milhares de adeptos a percorrer o paddock e algumas das máquinas mais emblemáticas de diferentes épocas do desporto automóvel deram o enquadramento perfeito ao encerramento da 10.ª edição.

    Entre os muitos nomes presentes, um destacou-se inevitavelmente: Bernie Ecclestone. O antigo responsável da Brabham e figura central na transformação da Fórmula 1 moderna acompanhou de perto um programa em que vários monolugares da sua era voltaram a competir no traçado português.

    Bradshaw protagoniza recuperação memorável no Classic GP

    A segunda corrida do Classic GP, reservada a monolugares de Fórmula 1 até 1986, foi um dos grandes momentos do fim de semana. Tom Bradshaw, aos comandos do McLaren MP4/1, partiu do último lugar da grelha e protagonizou uma recuperação impressionante até à vitória.

    Na frente, Nick Padmore, vencedor no sábado e novamente ao volante do Lotus 87, arrancou da pole position e impôs inicialmente um ritmo forte. O britânico acabou, contudo, por não conseguir resistir à progressão de Bradshaw, terminando na segunda posição.

    Steven Brooks, com o Lotus 91, completou o pódio de uma corrida particularmente evocativa da Fórmula 1 dos anos 1980, acompanhada por Bernie Ecclestone a partir do paddock.

    Panoz repete vitória na Endurance Racing Legends

    Na segunda corrida da Endurance Racing Legends, o espetacular Panoz LMP1 Roadster S voltou a confirmar a sua competitividade. Olivier Galant repetiu a vitória alcançada na véspera, desta vez à frente do MG EX264 LMP2 de Mike Newton.

    O DBA 03S de Emile Breitmayer, que esteve envolvido na discussão pela vitória até à penúltima volta, terminou em terceiro, permitindo aos três protagonistas manterem-se novamente nos lugares de destaque.

    No The Gentlemen Challenge, o triunfo pertenceu ao Bizzarrini 5300 GT de Volker Hichert, invertendo o resultado do primeiro dia. O vencedor de sábado, Luc-Pierre Verquin, colocou o Lister Knobbly Chevrolet no segundo lugar, enquanto Carlos de Quesada e Catesby Jones, em Porsche 904/6 Carrera GTS, completaram o pódio.

    Guenat volta a vencer entre os protótipos

    A Classic Endurance Racing 2 voltou a colocar em evidência Maxime Guenat, que levou o Lola T286 ao primeiro lugar depois de uma corrida sólida. O Lola T282 de Stéphane Nguyen terminou em segundo, enquanto Yves Scemama, com o TOJ SC304, garantiu o terceiro posto.

    Guenat esteve igualmente entre as figuras do fim de semana noutra das corridas do programa, conquistando uma vitória aos comandos do Ford Capri RS 3100, depois de ter garantido a pole position. Os BMW 3.0 CSL de Olivier/Emile Breitmayer e Dominique Guenat/Guillaume Mahé completaram o pódio, recriando em pista o ambiente das grandes batalhas dos Turismos europeus.

    Já na Classic Endurance Racing 1, a vitória pertenceu ao Lola T70 Mk3B GT de Jan Magnussen/Chris Ward, numa corrida de uma hora recheada de algumas das máquinas mais emblemáticas das décadas de 1960 e 1970.

    O mítico Porsche 917 K de Claudio Roddaro terminou na segunda posição, enquanto o Lola T70 Mk3B Spyder de Emile Breitmayer completou o pódio.

    Barbot e Matos fecham Estoril Classics com vitória

    Coube ao Iberian Historic Endurance, em parceria com a Liqui Moly, encerrar o programa competitivo da 10.ª edição. Uma imponente grelha de 45 protótipos, GT e Turismos construídos até 1976 alinhou para uma corrida de 45 minutos que voltou a proporcionar espetáculo até final.

    Carlos Barbot e Pedro Matos, aos comandos do Merlyn MK4, conquistaram a vitória, terminando à frente de Carlos Brízido/João Pina Cardoso, em Porsche 911 3.0 RS.

    O Ford GT40 de Alex Collins completou o pódio daquela que foi a última corrida de um intenso fim de semana no Autódromo do Estoril.

    A edição de 2026 terminou assim com muito público, corridas disputadas e máquinas pertencentes a diferentes capítulos da história do automobilismo novamente em plena competição.

    Entre Fórmula 1, protótipos, GT e Turismos, o Estoril Classics voltou a cumprir a sua essência: colocar a história em movimento e permitir ao público não apenas recordar o passado, mas voltar a ouvi-lo, vê-lo e senti-lo em pista.

  • João Ferreira vence pela quinta vez consecutiva a Baja TT Sharish Gin

    João Ferreira vence pela quinta vez consecutiva a Baja TT Sharish Gin

    João Ferreira e Filipe Palmeiro voltaram a impor-se em Reguengos de Monsaraz, conquistando este domingo a Baja TT Sharish Gin Reguengos/Mourão. A dupla do Toyota Hilux Evo venceu três dos quatro setores seletivos e terminou com 8m25,1s de vantagem, antes de partir para o Rallye du Maroc.

    João Ferreira continua a construir uma relação muito especial com a Baja TT Sharish Gin Reguengos/Mourão. O piloto de Leiria conquistou este domingo a sua quinta vitória consecutiva na prova alentejana, novamente acompanhado por Filipe Palmeiro.

    Ao volante do Toyota Hilux Evo, o piloto oficial da Toyota Gazoo Racing África do Sul e da SVR voltou a apresentar-se em excelente nível, dominando uma edição particularmente exigente da Baja.

    Num percurso muito duro e castigador para homens e máquinas, João Ferreira venceu três dos quatro setores seletivos e construiu desde cedo uma vantagem confortável sobre a concorrência.

    Essa margem permitiu-lhe abordar o último dia com maior controlo, gerindo o andamento e procurando sobretudo preservar a mecânica do Hilux até ao final. A estratégia revelou-se acertada e a dupla terminou a prova com 8m25,1s de vantagem sobre o segundo classificado.

    “É um balanço bastante positivo. Vencemos pela quinta vez a Baja TT Sharish e diverti-me imenso. Foi uma prova dura, como nos tem habituado nos últimos anos, com um terreno muito, muito duro, mas estou contente”, destacou João Ferreira.

    O piloto português sublinhou também a forma como conseguiu construir a vitória e o trabalho realizado por toda a estrutura: “Vencemos três dos quatro setores seletivos de uma forma incrivelmente confortável. A equipa fez um trabalho excelente e tenho muito a agradecer-lhes, bem como ao Filipe Palmeiro, por todo o trabalho realizado ao longo deste fim de semana.”

    De Reguengos diretamente para Marrocos

    O triunfo ganha importância acrescida devido ao calendário particularmente apertado que João Ferreira e Filipe Palmeiro enfrentam.

    Já esta terça-feira, a dupla parte para Marrocos, onde irá disputar o Rallye du Maroc, quarta ronda do Campeonato do Mundo de Rally-Raid: “Agora é altura de rumar a Marrocos, mas estamos muito contentes com esta vitória aqui em Portugal”, acrescentou o piloto.

    Depois do recente triunfo na Baja Aragón e agora da quinta vitória consecutiva em Reguengos de Monsaraz, João Ferreira chega ao Rallye du Maroc embalado por uma sequência de resultados de grande nível e determinado em transportar para o Mundial o excelente momento competitivo.