O histórico coupé da Honda está oficialmente de regresso às estradas nacionais, 25 anos depois. A primeira unidade do novo Prelude Hybrid foi entregue a 31 de julho e o modelo está disponível por 61.500 euros.
O regresso do Honda Prelude ao mercado português já passou do papel à estrada. A Honda Portugal entregou, no passado dia 31 de julho, a primeira unidade vendida da nova geração do coupé, assinalando o regresso do modelo ao país depois de 25 anos de ausência.
A primeira unidade entregue corresponde à versão Prelude Advance, na cor Moonlit White Pearl e com interior em pele bege. O novo Prelude combina o nome histórico com a atual tecnologia híbrida da Honda. O sistema e utiliza um motor a gasolina de 2,0 litros associado a uma unidade elétrica, desenvolvendo 184 cv e 315 Nm de binário máximo.
Uma das principais novidades é o sistema S+ Shift, que se estreia no Prelude e simula o som e a sensação das passagens de caixa. Em conjunto com o Active Sound Control, a tecnologia relaciona o som do motor com as rotações e a velocidade, acrescentando ainda reduções simuladas, ajuste de rotação e manutenção das relações para aumentar o envolvimento do condutor.
O Honda Prelude Hybrid está disponível em Portugal por 61.500 euros, preço chave na mão, beneficiando de cinco anos de garantia sem limite de quilómetros e igual período de Assistência em Viagem.
Campeão nacional em título foi a grande referência da primeira parte da temporada, mas Daniel Vilaça e Beatriz Correia mantêm a luta completamente aberta numa categoria que já conheceu vários vencedores.
Prosseguimos a série de editoriais dedicados ao balanço da emocionante e frenética primeira metade da temporada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Depois de analisada a luta pelo título absoluto, é tempo de colocar o foco na Categoria GT, uma das mais espetaculares do campeonato e onde potência, máquinas de sonho e pilotos de enorme qualidade têm proporcionado grandes momentos ao longo das cinco rampas já disputadas.
E, apesar de a temporada ter conhecido diferentes vencedores, existe um nome que se tem elevado acima dos demais: José Rodrigues.
O campeão nacional em título chega à pausa de verão no comando, com 103 pontos, mas a batalha está longe de decidida. Daniel Vilaça ocupa a segunda posição, com 95 pontos, apenas oito atrás do líder, enquanto Beatriz Correia é terceira, com 93, deixando os três primeiros separados por escassos dez pontos. Números que confirmam simultaneamente a autoridade de Rodrigues e a enorme intensidade de uma luta que promete aquecer ainda mais nas três derradeiras jornadas.
José Rodrigues transformou o Porsche numa máquina de ataque
A campanha de José Rodrigues tem sido musculada. O piloto bracarense voltou a fazer do Porsche 992 GT3 Cup com as cores da Repsol, preparado pela RACAR Motorsport, uma verdadeira arma de ataque às rampas, juntando velocidade, eficácia e uma impressionante capacidade para levar um GT muito para além da discussão interna da categoria.
Depois de André Fernandes (Porsche 991 GT-R) ter surpreendido e conquistado a vitória na jornada inaugural, em Murça, José Rodrigues respondeu logo na Rampa da Penha. Num traçado que conhece profundamente e perante forte concorrência, o campeão nacional impôs o Porsche 992 GT3 Cup e conquistou um triunfo importante, começando aí a construir a posição de força que hoje ocupa no campeonato.
A partir daí, Rodrigues tornou-se a grande referência da categoria. A Rampa Serra da Estrela-Covilhã foi uma das demonstrações mais claras dessa autoridade: dominou os GT ao longo de todo o fim de semana e colocou o Porsche num extraordinário sexto lugar absoluto, resultado particularmente expressivo perante a armada de Protótipos que ocupava os lugares da frente.
Mesmo numa temporada em que outros pilotos conseguiram chegar à vitória, Rodrigues respondeu através daquilo que melhor define a sua campanha: velocidade, regularidade e capacidade para somar resultados de enorme qualidade. Na Capital do Móvel, voltou a impor a sua lei. Nem um pequeno despiste junto à meta na derradeira Subida de Prova retirou brilho a um fim de semana em que voltou a vencer a categoria e terminou num excelente sétimo lugar absoluto.
Aliás, talvez nenhum dado traduza tão bem a dimensão da sua temporada como a classificação geral: José Rodrigues chega ao verão no oitavo lugar absoluto do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, com 44 pontos, misturado entre máquinas teoricamente muito mais vocacionadas para discutir os lugares cimeiros.
Na classificação específica dos GT, os 103 pontos conquistados colocam-no na liderança, oito pontos à frente de Daniel Vilaça e dez sobre Beatriz Correia.
José Rodrigues não está simplesmente a defender a coroa conquistada em 2025. Está a fazê-lo com a autoridade própria de quem continua a ser a grande referência dos GT na Montanha nacional.
Daniel Vilaça fez da regularidade uma arma
Mas os 95 pontos de Daniel Vilaça dizem muito sobre a qualidade da temporada que o piloto está a realizar. Aos comandos do Porsche 997 GT3 Cup preparado pela Monteiros Competições, o bracarense que defende as cores do Grupo Acrescentar e da Yintenzo tem conjugado rapidez e uma assinalável consistência, aparecendo regularmente nos lugares cimeiros e aproveitando praticamente todas as oportunidades para somar pontos importantes.
Na Serra da Estrela terminou no pódio e, na Capital do Móvel, voltou a elevar a fasquia, conquistando um excelente segundo lugar atrás de José Rodrigues.
Essa capacidade para estar constantemente presente transformou-se numa arma poderosa. Chega à pausa de verão em segundo, apenas oito pontos atrás do campeão, e perfeitamente envolvido na discussão do título.
Beatriz Correia está cada vez mais rápida
Se Vilaça tem feito da regularidade uma das suas grandes armas, a sua jovem conterrânea Beatriz Correia protagoniza uma das evoluções mais interessantes da temporada. A jovem piloto da JC Group Racing Team em nada se tem mostrado intimidada por ter dado o salto para os GT e está cada vez mais rápida e confiante com o Porsche 992 GT3 Cup, conseguindo transformar essa crescente competitividade em resultados.
Na Serra da Estrela assinou uma das suas melhores exibições da época, levando o Porsche ao segundo lugar dos GT depois de um fim de semana disputado a ritmo fortíssimo. Os 93 pontos que possui colocam-na apenas dois atrás de Daniel Vilaça e dez de José Rodrigues, números que transformam a jovem piloto numa candidata efetiva à discussão dos lugares mais importantes nas três provas que faltam disputar.
Temporada já com três vencedores diferentes
Mas uma das características mais interessantes destes GT é que o domínio de José Rodrigues não significou exclusividade nas vitórias. Logo na abertura da temporada, André Fernandes mostrou ao que vinha, levando o poderoso Porsche 991 GT-R da AF Motorsport ao triunfo na Rampa Porca de Murça. Foi uma entrada de luxo numa temporada onde, infelizmente, a presença de André Fernandes foi pontual.
Outro dos nomes incontornáveis deste balanço é José Carlos Pouca Sorte. O piloto demonstrou inequivocamente possuir andamento para discutir vitórias e chegou mesmo ao lugar mais alto do pódio na Rampa do CAR. A classificação oficial atribui-lhe 49 pontos, apesar de uma participação fortemente condicionada pelas ausências.
Infelizmente, problemas de saúde afastaram-no de quase todas as jornadas e impediram que pudesse dar continuidade aos resultados alcançados. A vitória que já conquistou diz muito sobre aquilo que poderia ter sido a sua temporada com uma participação regular. Fica, sobretudo, o desejo de que possa regressar em pleno para voltar a engrossar uma luta onde tem claramente argumentos para estar entre os melhores.
Participações de luxo aumentaram a fasquia
E olhar apenas para a classificação seria insuficiente para avaliar a qualidade do plantel GT que passou pelas primeiras cinco jornadas. Além de André Fernandes e José Carlos Pouca Sorte, pilotos como Carlos Vieira, o campeão luxemburguês Michel Fernandes e o espanhol António Gutiérrez Sánchez acrescentaram ainda mais qualidade e poder de fogo nas suas participações pontuais.
São presenças que ajudaram a explicar por que razão os GT se têm afirmado como uma das frentes mais apelativas do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
Cinco provas depois, José Rodrigues lidera, mas, apenas dez pontos separam os três primeiros classificados quando faltam disputar Boticas, Arrábida e Caramulo.
Agora faltam três rampas para descobrir se o campeão transformará essa autoridade numa nova coroa ou se os perseguidores ainda conseguirão mudar o rumo da batalha.
SUV elétrico venceu a categoria acima dos 40 mil euros no WK Snelladen 2026, alcançando uma potência média de carregamento de 381 kW e um pico de 452 kW.
O XPENG G9 voltou a colocar em evidência a sua capacidade de carregamento ultrarrápido ao vencer o WK Snelladen 2026 – Fast-Charging World Championship, na categoria destinada a veículos elétricos com preço superior a 40 mil euros. No teste realizado nos Países Baixos, o SUV elétrico carregou a bateria dos 10% aos 80% em apenas 11 minutos, registando uma potência média de 381 kW e um pico de 452 kW.
A iniciativa foi promovida pela publicação neerlandesa Autoblog em parceria com a Fastned, utilizando carregadores com potência máxima de 600 kW numa estação localizada em Lelystad. Os testes decorreram com temperaturas próximas dos 30 ºC e procuraram reproduzir um cenário de utilização real em viagens de longa distância.
Segundo os resultados divulgados, o G9 destacou-se não apenas pela potência máxima alcançada, mas sobretudo pela capacidade de manter uma curva de carregamento elevada e estável durante todo o processo.
Plataforma de 800V e tecnologia 5C
O XPENG G9 utiliza uma arquitetura elétrica de 800V em carboneto de silício (SiC) e tecnologia 5C Supercharging, combinação desenvolvida para permitir velocidades de carregamento elevadas durante períodos prolongados.
O modelo, que em Portugal foi distinguido como “Grande SUV do Ano” nos prémios Seguro Directo Carro do Ano/Troféu Volante de Cristal 2026, reforça assim os argumentos tecnológicos num dos segmentos mais competitivos do mercado de veículos elétricos premium.
Líder da divisão Cup do Campeonato de Portugal de Velocidade, o britânico da Art of Speed chega à fase decisiva da época apostado em transformar a consistência demonstrada em Vila Real na conquista do título.
Adam Fawsitt enfrenta as duas últimas jornadas do Campeonato de Portugal de Velocidade na liderança da divisão Cup, depois de uma primeira metade de temporada marcada por altos e baixos. O abandono na segunda corrida de Portimão contrastou com os dois segundos lugares conquistados em Vila Real, resultado que permitiu ao piloto do Porsche 911 GT3 Cup assumir o comando do campeonato.
«Saímos de Portimão, trabalhámos no carro e chegámos a Vila Real com uma mentalidade completamente diferente: consistentes, limpos e determinados a pontuar nas duas corridas. Foi essa consistência que nos colocou na liderança», explica.
Na sua primeira temporada completa com a Art of Speed, Fawsitt destaca também a evolução conseguida dentro da estrutura conimbricense: «A equipa eleva a fasquia. O Frederico tem sido fundamental, pressionando-me para ser mais preciso, mais consistente e para pensar no fim de semana como um todo.»
Vila Real constituiu um dos desafios mais exigentes da temporada, com Fawsitt a disputar sozinho as duas corridas sob temperaturas elevadas.: «Terminar com dois pódios e assumir a liderança significou muito. Foi uma demonstração de resistência, disciplina e capacidade de manter a cabeça fria.»
Com Jerez e Estoril ainda por disputar, o britânico mantém uma abordagem pragmática: «O objetivo é terminar todas as corridas e pontuar em todas. Para transformar a liderança no título não precisamos de heroísmos, mas de disciplina.»
O futuro poderá continuar ligado à Art of Speed. Fawsitt admite que está em cima da mesa um possível projeto na GTX para 2027: «É uma possibilidade que faz sentido e que iremos avaliar no final da temporada. A minha vontade é continuar a construir este percurso com a Art of Speed.»
Inspirado no CCGT concebido para as GT1, o novo CCGT1 é baseado no CC850, debita até 1.600 cv e foi desenvolvido como o Koenigsegg mais rápido de sempre em circuito. Serão produzidas apenas 70 unidades e todas já têm proprietário.
A Koenigsegg recuperou um dos capítulos mais fascinantes da sua história para criar o CCGT1, um novo hipercarro radicalmente orientado para circuito, mas mantendo homologação para utilização em estrada.
Apresentado durante a Monterey Car Week, o CCGT1 presta homenagem ao projeto de competição CCGT desenvolvido pela marca sueca para as antigas GT1. A nova criação utiliza como ponto de partida o CC850, mas recebe uma profunda transformação técnica e aerodinâmica que, segundo a Koenigsegg, faz dele o seu automóvel mais rápido de sempre em pista.
O coração do CCGT1 é um V8 biturbo capaz de desenvolver 1.280 cv com gasolina convencional e atingir 1.600 cv quando alimentado com E85. A refrigeração foi reforçada relativamente ao CC850 para responder às maiores exigências de uma utilização prolongada em circuito.
Caixa de nove velocidades com funcionamento sequencial
Uma das grandes novidades surge na transmissão. A conhecida Light Speed Transmission de nove velocidades recebe o sistema Koenigsegg Sequential Shift, concebido para proporcionar uma experiência próxima da de um verdadeiro automóvel de competição.
Existe pedal de embraiagem para arrancar, mas as restantes mudanças são efetuadas sequencialmente através de uma alavanca próxima do volante, sem necessidade de utilizar novamente a embraiagem.
Para quem preferir uma experiência mais tradicional, a marca disponibiliza como opção o Engage Shift System, que permite utilizar uma caixa manual de seis velocidades com grelha ou deixar a transmissão funcionar automaticamente.
Apesar da ligação estrutural ao CC850, praticamente todos os painéis da carroçaria são específicos do CCGT1. A enorme asa traseira recupera visualmente a inspiração do antigo GT1, mas utiliza agora regulação automática até 30 graus. Reduz a resistência nas retas, aumenta a carga nas curvas e funciona também como travão aerodinâmico nas desacelerações.
Em conjunto com o grande splitter dianteiro, fundo específico e difusor traseiro, o sistema permite gerar aproximadamente 800 kg de carga aerodinâmica a cerca de 250 km/h.
Track Package aproxima-o ainda mais da competição
Pela primeira vez, a Koenigsegg disponibiliza também um Track Package específico. Este acrescenta uma estrutura de segurança integral em carbono, bancos compatíveis com HANS, sistema de extinção de incêndios, escape de competição, macacos pneumáticos, afinações específicas de suspensão e travões, um segundo conjunto de jantes e pneus destinados à pista e alterações aerodinâmicas.
O pacote pode ser montado ou removido pela própria marca, permitindo transformar o CCGT1 para utilização intensiva em circuito e posteriormente devolvê-lo a uma configuração mais adequada à estrada.
Outra estreia é a utilização do denominado Ghost Fibre, um novo material que combina aramida e carbono e que, segundo a Koenigsegg, permite reduzir peso relativamente à fibra de carbono convencional, apresentando simultaneamente propriedades de proteção balística e isolamento acústico.
O regresso a um sonho interrompido
A escolha do nome está longe de ser apenas uma operação nostálgica. O CCGT original foi desenvolvido para permitir à Koenigsegg competir na categoria GT1 e chegou a ser construído segundo os regulamentos existentes na época.
O protótipo pesava menos de 1.000 kg antes da colocação do lastro regulamentar e utilizava um V8 atmosférico de 5,0 litros com 600 cv. Porém, pouco depois do início dos testes, as regras foram alteradas: os monocoques de carbono deixaram de ser permitidos e a exigência de produção passou para 350 automóveis por ano, tornando inviável a participação da pequena marca sueca.
Quase duas décadas depois, o CCGT1 recupera finalmente essa herança de competição, embora agora sem as limitações de um regulamento GT1. A produção ficará limitada a 70 unidades e toda a série já se encontra vendida, reforçando a exclusividade de um modelo que pretende unir num mesmo automóvel a utilização em estrada e uma experiência muito próxima de uma verdadeira máquina de competição.
A Zona Industrial de Pinhel volta a receber, este fim de semana, o espetáculo do Campeonato de Portugal de Drift. A quinta e penúltima jornada da temporada disputa-se nos dias 15 e 16 de agosto, com entrada livre e as categorias PRO e Semi-PRO ainda com muito por decidir.
O fumo dos pneus, as batalhas porta com porta e o espetáculo característico do drift estão de regresso a Pinhel, que nos dias 15 e 16 de agosto recebe a quinta prova do Campeonato de Portugal de Drift 2026.
A competição volta a instalar-se na Zona Industrial de Pinhel, palco de uma jornada que surge já numa fase decisiva do campeonato. Depois de Montemor-o-Velho, Campia, Sever do Vouga e Viseu, restam apenas Pinhel e a derradeira ronda de Lousada para fechar a temporada. O fim de semana promete novamente juntar competição e espetáculo, com entrada livre para o público.
Raman Kandratsenka chega destacado na PRO
Na categoria PRO, Raman Kandratsenka apresenta-se em Pinhel na liderança, com 444 pontos. Hugo Costa é segundo, com 369, numa diferença de 75 pontos entre os dois primeiros. A luta pelas posições seguintes está bastante mais apertada. Tiago Conde ocupa o terceiro posto, com 253 pontos, apenas três à frente de João Salvador. Filipe Vieira completa o Top 5, com 228.
Top 5 PRO 1.º Raman Kandratsenka — 444 pontos 2.º Hugo Costa — 369 3.º Tiago Conde — 253 4.º João Salvador — 250 5.º Filipe Vieira — 228
Joel Simões domina na Semi-PRO
Na Semi-PRO, Joel Simões chega à quinta ronda com uma vantagem ainda mais expressiva. Soma 456 pontos depois de ter conseguido a pontuação máxima da prova nas quatro jornadas já realizadas. Hugo Ramos segue no segundo lugar, com 346 pontos, enquanto Francisco Neves ocupa a terceira posição com 312. Vítor Martins, com 280, e Luís Pereira, com 245, completam os cinco primeiros.
Top 5 Semi-PRO 1.º Joel Simões — 456 pontos 2.º Hugo Ramos — 346 3.º Francisco Neves — 312 4.º Vítor Martins — 280 5.º Luís Pereira — 245
Qualificações sábado à noite
O programa desportivo reserva o sábado essencialmente para treinos e qualificações. Depois do briefing das 14h00, os treinos livres começam às 15h00 para a Semi-PRO e às 16h10 para a PRO, seguindo-se novas sessões ao longo da tarde e noite. As qualificações arrancam às 21h35 para a Semi-PRO, ficando a categoria PRO reservada para as 22h50.
No domingo, depois do briefing das 09h45, o warm-up começa às 10h30, seguindo-se as batalhas da Semi-PRO a partir das 11h35. A PRO entra nas batalhas Top 32 às 14h30, enquanto as fases finais estão previstas para as 16h05 na Semi-PRO e 16h30 na PRO. A entrega de prémios está marcada para as 17h20.
A prova é organizada pelo Vintage Motors Club Friends e integra oficialmente o Campeonato de Portugal de Drift, sendo admitidas as categorias PRO e Semi-PRO. Com os campeonatos a aproximarem-se da decisão e apenas Lousada a surgir depois de Pinhel, a jornada beirã poderá revelar-se determinante nas contas dos títulos de 2026.
A primeira metade da temporada de 2026 teve tanto de bem-sucedida como de atribulada para a Power House, uma das estruturas de referência do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
Ao longo das primeiras provas, a equipa poveira somou vitórias absolutas, conquistou a Taça de Portugal de Montanha, colocou diferentes pilotos nos lugares de pódio e confirmou a competitividade das máquinas que prepara e assiste.
Pelo caminho, enfrentou também problemas técnicos que condicionaram seriamente a defesa do título absoluto protagonizada por Hélder Silva e transformaram por completo as contas do campeonato.
Hélder Silva: do arranque perfeito a uma luta contra a mecânica
A classificação de Hélder Silva talvez seja a melhor demonstração de como esta primeira metade do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group foi imprevisível. O pentacampeão nacional começou exatamente como um campeão. Aos comandos da Norma FC20, venceu de forma autoritária a Rampa Porca de Murça e repetiu o triunfo na Rampa da Penha. Duas provas, duas vitórias e a sensação de que poderia voltar a assumir o controlo do campeonato.
Mas a mecânica decidiu baralhar completamente as contas. Na Rampa Serra da Estrela-Covilhã, problemas sucessivos condicionaram praticamente todo o fim de semana. Ainda assim, Hélder Silva conseguiu mostrar a velocidade habitual, assinando o melhor tempo absoluto numa das subidas e salvando um importante terceiro lugar.
Na Rampa CAR, os problemas técnicos agravaram-se de tal forma que o pentacampeão não conseguiu completar qualquer subida. Seguiu-se a ausência na Rampa Capital do Móvel, consumando uma sequência particularmente penalizadora para as suas aspirações.
O resultado é tão inesperado quanto elucidativo: depois de iniciar o campeonato com duas vitórias consecutivas, Hélder Silva chega à pausa de verão no quarto lugar da classificação absoluta, com 72 pontos, a 34 do líder, Tomás Pinto.
Continua a ser Hélder Silva e, por isso, ninguém poderá retirá-lo antecipadamente da discussão do título. No entanto, Boticas, Arrábida e Caramulo transformam-se agora em três provas nas quais o campeão não poderá desperdiçar oportunidades.
Afonso Santos conquistou a Taça de Portugal
A Rampa Internacional da Falperra marcou a única participação de Afonso Santos nesta primeira metade da época, mas o jovem piloto poveiro não precisou de mais do que essa oportunidade para deixar uma marca profunda.
Na estreia aos comandos da Osella PA2000 EVO2 LMR, Afonso Santos protagonizou uma exibição de enorme qualidade e conquistou a vitória absoluta na Taça de Portugal de Montanha 2026.
Num cenário de elevada exigência, perante uma concorrência forte e numa das rampas mais importantes e difíceis do calendário, o jovem piloto confirmou a sua capacidade de adaptação e voltou a evidenciar o enorme potencial que possui.
Nuno Caetano vive a melhor temporada da carreira
Se existe um piloto cuja trajetória ao longo destas cinco provas pode ser descrita como um verdadeiro crescendo, esse piloto é Nuno Caetano. O português radicado em Londres foi extraindo progressivamente todo o potencial da Osella PA2000 EVO2 LMR da Power House, aproximando-se dos lugares da frente até alcançar aquilo que há muito perseguia.
Depois de conquistar um excelente segundo lugar absoluto na Rampa CAR, Nuno Caetano chegou à Rampa Capital do Móvel determinado a atacar a vitória. Na Serra da Agrela, foi o homem a bater, dominou o fim de semana e conquistou o primeiro triunfo absoluto da sua carreira no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Foi uma vitória tão histórica quanto merecida, que confirmou a melhor temporada de sempre do “globetrotter” e o colocou definitivamente no centro das contas do campeonato.
Nuno Caetano chega à pausa de verão com 87 pontos, apenas seis atrás de José Correia e a 19 do líder, Tomás Pinto. Mais do que a proximidade pontual, a evolução exibida ao longo das últimas provas permite-lhe encarar a segunda metade da época no melhor momento da sua carreira.
Gonçalo Inácio cresce prova após prova
Gonçalo Inácio foi a aquisição mais recente da Power House. O piloto que defende as cores da Diatosta estreou-se com a equipa na Rampa da Penha, assumindo os comandos do BRC B49 EVO, e rubricou desde então exibições de grande nível.
Nas quatro provas que disputou, Gonçalo Inácio subiu sempre ao pódio dos Protótipos B, aproximando-se progressivamente dos lugares da frente. Esse crescimento teve um dos seus momentos mais marcantes na Rampa CAR, onde alcançou o primeiro pódio absoluto da carreira. Com 62 pontos, ocupa atualmente um excelente quinto lugar na classificação absoluta do campeonato e é terceiro entre os Protótipos B, a apenas cinco pontos do segundo classificado.
A consistência dos resultados, aliada à evolução demonstrada em cada prova, coloca Gonçalo Inácio entre os pilotos que mais se afirmaram durante esta primeira metade da temporada.
Sérgio Nogueira mantém-se na luta nos Protótipos B
A Power House continua igualmente responsável pela preparação e assistência do Silver Car S3 de Sérgio Nogueira. O piloto bracarense ocupa o segundo lugar na classificação dos Protótipos B e já subiu por três vezes ao pódio da divisão nas cinco provas disputadas.
A regularidade apresentada permite-lhe chegar à segunda metade da época totalmente envolvido na luta pelos primeiros lugares, constituindo mais uma frente competitiva de grande importância para a estrutura poveira.
Com as vitórias absolutas de Hélder Silva e Nuno Caetano, a conquista da Taça de Portugal por Afonso Santos, a afirmação de Gonçalo Inácio e a consistência de Sérgio Nogueira, a Power House fecha esta primeira metade da temporada com um balanço claramente positivo.
Os problemas técnicos impediram que todos os objetivos fossem plenamente concretizados, mas não diminuíram a capacidade competitiva demonstrada pela equipa. A segunda metade do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group será, por isso, encarada com ambição renovada, com a Power House envolvida em várias das principais decisões da temporada.
Francisca “Kika” Queiroz chegou à pausa de verão da Porsche Sprint Challenge Ibérica com 20 pontos de vantagem na Ladies Cup, ocupando um magnífico segundo lugar isolado na Classe Silver e somando 216 pontos na classificação absoluta, apenas um ponto atrás dos segundos classificados. Números que confirmam uma primeira metade de temporada de enorme nível.
A primeira metade da temporada de Francisca “Kika” Queiroz pode ser resumida através destes três indicadores, mas os números contam uma história ainda mais interessante quando analisados em detalhe: transformam-se no retrato de uma piloto que começou a temporada com o objetivo de lutar pela Ladies Cup, mas que, corrida após corrida, se tem afirmado também entre os protagonistas da classificação geral da PSCI.
“Estou muito satisfeita com a primeira metade da época. Conseguimos ser consistentes, evoluir de corrida para corrida e chegar à pausa de verão na liderança da Ladies Cup. Ainda há muito campeonato pela frente, mas é um bom indicador de que todo o trabalho da equipa e a preparação têm dado resultados.”
Valência confirmou uma nova dimensão
Se a consistência permitiu construir a liderança, Valência mostrou até onde pode chegar a competitividade da jovem portuguesa. A terceira ronda, disputada no Circuit Ricardo Tormo, transformou-se no melhor fim de semana de Francisca Queiroz em 2026. Em quatro corridas, “Kika” conquistou três vitórias na Ladies Cup e dois pódios absolutos, enfrentando diretamente alguns dos pilotos mais rápidos do campeonato e demonstrando que a sua presença entre os primeiros deixou de poder ser encarada como uma surpresa.
“Sem dúvida que Valência foi um fim de semana muito especial. As três vitórias na Ladies Cup e os dois pódios absolutos deram-me muita confiança e mostraram que temos ritmo para lutar pelos lugares da frente. Mais do que um ponto de viragem, foi a confirmação de que estamos no caminho certo.”
A própria escolha do circuito favorito desta primeira metade da temporada acaba por ser natural: “Valência. Além dos resultados, é um circuito muito técnico e divertido de conduzir. Foi onde senti uma maior ligação com o carro durante todo o fim de semana.”
Ladies Cup: liderar não significa poder relaxar
Os 20 pontos de vantagem oferecem a Francisca Queiroz uma liderança importante na Ladies Cup, mas estão longe de permitir qualquer tipo de gestão confortável. Pela frente estão duas adversárias que têm contribuído decisivamente para transformar a competição feminina numa das histórias desportivas mais interessantes da PSCI em 2026: Chloe Grant e Flame Airikkala.
E “Kika” não hesita em reconhecer a qualidade das suas adversárias: “É uma competição muito exigente e isso só me faz crescer. Tanto a Chloe como a Flame são pilotos muito rápidas e obrigam-me a estar sempre ao meu melhor nível. Quando a concorrência é forte, a evolução acaba por ser maior.”
Pedimos-lhe que definisse a Ladies Cup em apenas três palavras: “Competição. Evolução. Superação.” Três conceitos que descrevem igualmente bem a temporada que a própria portuguesa está a protagonizar.
LOB Motorsport: confiança para continuar a evoluir
Existe também uma componente fundamental por detrás da progressão demonstrada em pista: a continuidade da relação com a LOB Motorsport.
A renovação da ligação entre piloto e equipa permitiu dar sequência a um projeto onde o conhecimento mútuo, a confiança e a ambição continuam a crescer: “Significa muito para mim. Existe uma grande confiança entre mim e a equipa, e isso é fundamental. Sinto que a LOB Motorsport acredita no meu potencial e proporciona-me todas as condições para continuar a evoluir como piloto.”
Os resultados parecem confirmar essa evolução. Porque estar na liderança da Ladies Cup já seria, por si só, um excelente balanço. Mas fazê-lo enquanto ocupa simultaneamente o segundo lugar da Classe Silver e permanece a apenas um ponto do segundo posto absoluto confere outra dimensão à temporada de Francisca Queiroz.
Apesar da vantagem construída, Francisca recusa antecipar cenários. Ainda existe uma longa segunda metade da temporada pela frente e o objetivo passa por manter exatamente aquilo que a colocou nesta posição: consistência.
“O principal objetivo é manter a consistência, continuar a somar pontos e lutar pela conquista da Ladies Cup. Se surgirem oportunidades para voltar a lutar por pódios à geral, obviamente quero aproveitá-las.” É uma frase particularmente reveladora. O título da Ladies Cup constitui o grande objetivo, mas os dois pódios absolutos de Valência abriram outra perspetiva. Francisca sabe agora que, nas condições certas, pode lutar com os melhores pilotos da Porsche Sprint Challenge Ibérica.
E quando lhe perguntámos o que será necessário para transformar a atual liderança num título no final da temporada, a resposta foi inequívoca: “Para vencer a Ladies Cup em 2026 será preciso ser consistente em todas as corridas, nunca deixar de evoluir e acreditar até à última volta.”
“O talento não tem género”
Fora do carro, Francisca encontra na música, no convívio com a equipa e nos momentos de tranquilidade entre sessões a forma de aliviar a pressão de um fim de semana de competição: Mas é quando olha para quem sonha um dia seguir o mesmo caminho que surge uma das mensagens mais fortes desta conversa: “Que nunca deixem ninguém dizer que não são capazes. O automobilismo exige muito trabalho, dedicação e persistência, mas o talento não tem género. Se acreditarem no sonho e trabalharem todos os dias para o alcançar, tudo é possível.”
A meio da temporada, Francisca “Kika” Queiroz lidera destacada a Ladies Cup. É segunda na Classe Silver. Está a apenas um ponto do segundo lugar absoluto. E depois dos dois pódios conquistados em Valência, uma coisa parece cada vez mais evidente: já não está apenas a lutar para ser a melhor piloto feminina da PSCI. Está a lutar para ser uma das melhores da grelha.
Bernardo Kolbe e João Gil Neves chegam à derradeira ronda separados por apenas dez pontos, numa decisão que promete manter o título em aberto até à última das três corridas.
O Virtual Touring Car Championship 2026 conhece hoje o seu campeão em Monza, numa jornada final que promete ser decidida ao detalhe. Bernardo Kolbe parte para a última ronda na liderança do campeonato, com 725 pontos, apenas dez à frente de João Gil Neves, que soma 715. Com três corridas ainda por disputar, qualquer erro poderá alterar completamente as contas do título.
A diferença encurtou de forma significativa na ronda anterior, no Slovakia Ring. Kolbe venceu as duas primeiras corridas, mas uma escolha errada de pneus na derradeira manga abriu a porta à reação de João Gil Neves. O piloto da United Simracing aproveitou a oportunidade, conquistou a vitória e conseguiu recuperar 30 pontos numa única jornada, levando a discussão do campeonato para Monza praticamente em igualdade de circunstâncias.
Terceiro lugar também em aberto
A decisão não se limita ao título. Azra do Carmo e Beto Belo chegam a Monza empatados com 475 pontos na luta pelo terceiro lugar, enquanto Luís Miguel Fonseca está apenas cinco pontos atrás.
As características do circuito italiano prometem acrescentar ainda mais imprevisibilidade. O efeito de aspiração deverá manter o pelotão compacto nas longas retas, enquanto as fortes travagens e as chicanes de Monza deixam reduzida margem para erros. Com grelhas invertidas também em jogo, uma penalização, um abandono ou um incidente poderá ser suficiente para transformar completamente a classificação.
Três corridas. Dez pontos. Um campeão. Monza terá a última palavra no Virtual Touring Car Championship 2026.
Novo SUV 100% elétrico já está disponível em pré-venda no mercado nacional. A versão de lançamento One Edition combina motor de 163 cv, carregamento rápido até 167 kW e uma bagageira de 500 litros.
A Dongfeng abriu as pré-vendas em Portugal do novo VIGO, um SUV 100% elétrico do segmento B que chega numa versão especial de lançamento, denominada One Edition, com um preço chave na mão de 26.990 euros + IVA. As primeiras entregas estão previstas para o final do verão de 2026.
Com 4,30 metros de comprimento, o novo modelo aposta numa imagem de inspiração futurista e num habitáculo pensado para utilização familiar, procurando combinar dimensões adequadas ao ambiente urbano com espaço e versatilidade.
163 cv e carregamento dos 30 aos 80% em 18 minutos
A componente mecânica assenta num motor elétrico de 120 kW, equivalentes a 163 cv, alimentado por uma bateria LFP de 51,87 kWh. A autonomia anunciada atinge 340 km em ciclo combinado WLTP, podendo chegar aos 521 km em utilização urbana. O carregamento rápido em corrente contínua pode atingir 167 kW, permitindo, segundo a marca, recuperar dos 30 aos 80% da capacidade da bateria em 18 minutos.
No habitáculo surgem um painel de instrumentos digital de 8,88 polegadas e um ecrã central de 12,8 polegadas, acompanhados por carregamento sem fios de 50 W e vários sistemas de assistência à condução.
A bagageira oferece 500 litros de capacidade, incluindo um compartimento inferior oculto com 72 litros. Entre as soluções menos convencionais está uma porta da bagageira dividida em duas secções, cuja parte inferior pode funcionar como mesa de apoio ou banco. O VIGO dispõe ainda de tecnologia V2L com potência de 3,3 kW, permitindo alimentar equipamentos elétricos através da bateria do automóvel.
O Dongfeng VIGO One Edition beneficia de sete anos ou 300 mil quilómetros de garantia para a viatura, enquanto a bateria conta com uma cobertura de dez anos sem limite de quilometragem. A campanha de lançamento, com o preço de 26.990 euros + IVA, está prevista até 30 de setembro e encontra-se limitada ao stock existente nos concessionários aderentes. O valor inclui legalização e transporte para Portugal Continental, mas não a pintura metalizada.