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  • Nissan LEAF NISMO estreia no Japão com afinação mais desportiva

    Nissan LEAF NISMO estreia no Japão com afinação mais desportiva

    Nova versão da terceira geração do elétrico japonês recebe suspensão, direção, travagem regenerativa e aerodinâmica específicas da NISMO, mas não tem lançamento previsto na Europa.

    A Nissan apresentou no Japão o novo LEAF NISMO, a versão de maior desempenho da terceira geração do modelo elétrico da marca. Desenvolvido sob o conceito de um “crossover desportivo ágil e inteligente”, o LEAF NISMO recebeu uma afinação específica do chassis, com novas molas, barras estabilizadoras, casquilhos e amortecedores equipados com válvulas swing valve. O objetivo passa por reduzir os movimentos da carroçaria e tornar a direção mais precisa, sem comprometer o conforto diário.

    A versão utiliza pneus Michelin Pilot Sport 5 e jantes Enkei de 19 polegadas. Os modos de condução também foram revistos, surgindo um novo NISMO Mode com resposta mais imediata do acelerador. Pela primeira vez num elétrico da divisão desportiva da Nissan, o modelo dispõe ainda de patilhas no volante para regular a intensidade da travagem regenerativa.

    O visual distingue-se através de novos defletores dianteiros, difusor traseiro e spoiler prolongado do tipo ducktail, elementos concebidos para melhorar a estabilidade e o apoio aerodinâmico. No habitáculo predominam os tons escuros e os apontamentos vermelhos. O volante apresenta marcador central, enquanto os bancos dianteiros recebem logótipos NISMO. Estão também disponíveis bancos desportivos RECARO com maior apoio lateral e regulação elétrica.

    A versão mais potente debita 160 kW, equivalentes a cerca de 218 cv, e 355 Nm de binário. A gama inclui ainda uma configuração de 130 kW e 345 Nm. Para já, o Nissan LEAF NISMO estará disponível apenas no mercado japonês, sem previsão de comercialização na Europa.

  • Miguel Nunes vence Rali da Madeira; Armindo Araújo impõe-se no CPR

    Miguel Nunes vence Rali da Madeira; Armindo Araújo impõe-se no CPR

    Miguel Nunes e João Paulo conquistaram pela segunda vez a prova madeirense, enquanto Armindo Araújo foi o mais forte entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis. Rúben Rodrigues reforçou a liderança do Nacional.

    Miguel Nunes e João Paulo inscreveram pela segunda vez os seus nomes no quadro de vencedores do Rali da Madeira. A dupla do Škoda Fabia RS Rally2 terminou a 67.ª edição com 31,3 segundos de vantagem sobre João Silva, em Toyota GR Yaris Rally2.

    Miguel Nunes aproveitou os problemas que afetaram os convidados Kris Meeke, Diego Ruiloba e Giandomenico Basso, mas confirmou igualmente a sua superioridade no confronto com João Silva, o principal rival no Campeonato de Ralis Coral da Madeira.

    Armindo Araújo cumpre missão no CPR

    Entre os pilotos do Campeonato de Portugal de Ralis, Armindo Araújo dominou e alcançou a vitória de que necessitava para recuperar terreno na luta pelo título. O oito vezes campeão nacional absoluto colocou o Škoda Fabia RS Rally2 no terceiro lugar da classificação geral e terminou 40,6 segundos à frente de Rúben Rodrigues.

    O açoriano respondeu com um importante segundo lugar no CPR, resultado que lhe permitiu reforçar a liderança do campeonato após a quarta ronda da temporada.

    A luta pelo terceiro posto foi intensa entre Pedro Almeida e Ricardo Teodósio, com várias mudanças de posição. O piloto do Toyota GR Yaris Rally2 levou a melhor no último dia, deixando Teodósio no quarto lugar. Hugo Lopes completou o Top 5 do CPR depois de superar Pedro Meireles na Power Stage. Diogo Marujo terminou em sétimo, após bater Guilherme Meireles no duelo decidido na última classificativa.

    João Rodrigues domina nas duas rodas motrizes

    João Rodrigues foi o grande vencedor do CPR 2RM. Na sua estreia na Madeira, o piloto do Peugeot 208 Rally4 liderou desde a segunda até à 15.ª classificativa e controlou de forma segura a oposição.

    Pedro Câmara alcançou o segundo lugar, depois de superar Anton Korzun, afetado por um furo e posteriormente por um despiste no último troço. Hélder Miranda terminou no terceiro posto, enquanto Pedro Silva colocou o Lancia Ypsilon Rally4 na quarta posição.

    A vitória na Madeira confirmou Miguel Nunes como uma das grandes referências da prova, enquanto Armindo Araújo recolocou-se na discussão do CPR, embora Rúben Rodrigues tenha saído da ilha com a liderança ainda mais sólida.

  • Ricardo Filipe: “Saímos da Madeira com pena pelo abandono, mas orgulhosos pelo ritmo que mostrámos”

    Ricardo Filipe: “Saímos da Madeira com pena pelo abandono, mas orgulhosos pelo ritmo que mostrámos”

    A participação da dupla Ricardo Filipe / Rui Rodrigues, em Skoda Fabia R5, na 67.ª edição do Rali da Madeira, terminou mais cedo do que o desejado, depois de uma transmissão ter cedido na parte final da PEC 7 (Ribeiro Frio), obrigando ao abandono quando a dupla rodava já na luta pelo Top 10 entre as equipas pontuáveis para o Campeonato de Portugal de Ralis e dentro do Top 20 absoluto da prova.

    Apesar do desfecho inglório, o balanço competitivo é claramente positivo. Depois da Super Especial Cidade do Funchal, disputada perante uma verdadeira enchente de público, Ricardo Filipe e Rui Rodrigues entraram no longo dia de sexta-feira com o objetivo de manter um andamento rápido, consistente e dentro do plano definido. A dupla foi cumprindo esse desígnio, registando boas sensações, bons tempos e confirmando a evolução que Ricardo Filipe tem vindo a demonstrar ao volante do Skoda Fabia R5.

    “Foi um final infeliz para um rali que estava a ser muito positivo. Estávamos já na parte final da PEC 7, em Ribeiro Frio, quando uma transmissão cedeu e fomos forçados a abandonar. Até aí, estávamos a fazer aquilo que tínhamos planeado: rápidos, consistentes e sem exageros”, afirmou Ricardo Filipe.

    O piloto algarvio, que defende as cores da Olha o Cogumelo, não escondeu a frustração pelo abandono, sobretudo pela forma como a prova estava a decorrer. A dupla encontrava-se numa fase de clara consolidação de ritmo, bem posicionada entre os concorrentes do CPR: “Quando abandonámos, estávamos já na luta pelo Top 10 entre as equipas que pontuam para o CPR e dentro do Top 20 da geral. Isso deixa-nos pena, naturalmente, porque sentíamos que havia margem para continuar a crescer ao longo do rali, mas também nos dá orgulho pelo trabalho que estávamos a fazer”.

    A extensão do problema não permitiu que a dupla pudesse regressar à estrada no sábado. Mesmo assim, Ricardo Filipe fez questão de destacar o empenho da estrutura e o apoio que tem recebido neste processo de evolução: “A ARC Sport tudo fez para recuperar o carro, mas infelizmente não foi possível alinhar na etapa de sábado. Quero agradecer muito à equipa pelo trabalho, pelo profissionalismo e pelo apoio que me tem dado, não só na preparação do carro, mas também na minha evolução enquanto piloto”.

    A presença no Rali da Madeira ficou ainda marcada pela enorme envolvência popular, desde a sessão de autógrafos no Casino até à Super Especial Cidade do Funchal, completamente cheia. Para Ricardo Filipe, esse ambiente voltou a confirmar o lugar especial que a prova ocupa no panorama dos ralis: “Os fãs da Madeira são únicos. A sessão de autógrafos, a Super Especial do Funchal e todo o ambiente nas estradas deram-nos uma energia incrível. É esse combustível humano que alimenta a nossa paixão e a vontade de dar tudo em prova”, destacou.

    Embora a prova tenha terminado antes do previsto, Ricardo Filipe sai da Madeira com sinais positivos para o futuro. O ritmo apresentado, a consistência demonstrada e a competitividade alcançada até ao momento do abandono reforçam a motivação da dupla e da equipa para os próximos compromissos da temporada.

    “Saímos da Madeira com pena pelo abandono, mas também com a certeza de que continuamos a evoluir. Este rali mostrou que estamos cada vez mais competitivos e isso dá-nos muita motivação para continuar a trabalhar”, concluiu Ricardo Filipe.

  • Castanheira de Pera prepara “shot de adrenalina” no Rally Series

    Castanheira de Pera prepara “shot de adrenalina” no Rally Series

    A quarta ronda do Castrol Portugal Rally Series disputa-se nos dias 5 e 6 de setembro, com mais de 40 quilómetros cronometrados e apenas cerca de 30 quilómetros de ligação.

    Castanheira de Pera recebe, nos dias 5 e 6 de setembro, a quarta ronda do Castrol Portugal Rally Series 2026, numa prova concebida para maximizar o tempo em competição e reduzir ao mínimo as deslocações entre classificativas. O Rally Series O Neveiro e a Lã terá mais de 40 quilómetros cronometrados, distribuídos por especiais de elevada exigência técnica, e apenas cerca de 30 quilómetros de ligação ao longo de todo o percurso.

    A configuração representa um novo passo na evolução do formato Rally Series, proporcionando uma jornada compacta, intensa e com poucos tempos mortos para pilotos, equipas e público.

    “Conseguimos um percurso extraordinário. Será um rali extremamente intenso, um ‘shot de adrenalina’, onde praticamente toda a jornada será vivida em competição”, destaca André Lavadinho, diretor-geral do Rally Series Promoter. “É, possivelmente, a expressão mais pura do conceito Rally Series até ao momento”, acrescenta.

    Arena junto à Praia das Rocas

    A Arena e a Fanzone serão instaladas junto à Praia das Rocas, no centro de Castanheira de Pera, concentrando a competição, as ativações dos parceiros e as iniciativas de entretenimento numa das zonas mais visitadas do concelho.

    António Henriques, presidente da Câmara Municipal, salienta a ligação histórica da região ao automobilismo e a oportunidade de divulgar “a qualidade das estradas, a beleza do território e a capacidade para receber grandes eventos”.

    Para Emanuel Moreira, diretor desportivo do projeto, o desenho do percurso traduz também ganhos operacionais e ambientais: “Significa menos tempo perdido, menores custos, maior sustentabilidade e muito mais tempo dedicado à competição. É exatamente este o caminho que queremos continuar a seguir”, sublinha.

    A organização local estará a cargo do Clube Automóvel da Marinha Grande, que se estreia no Rally Series. O seu presidente, Ferdinando Barros, assume o objetivo de preparar “uma ronda irrepreensível, capaz de ficar na memória de todos os participantes”. O programa promocional, as ativações dos parceiros e as restantes iniciativas da Fanzone serão divulgados nos próximos dias.

  • Miguel Nunes comanda na Madeira; Armindo Araújo domina contas do CPR

    Miguel Nunes comanda na Madeira; Armindo Araújo domina contas do CPR

    Piloto madeirense terminou a primeira etapa na liderança, com 15,2 segundos de vantagem sobre Armindo Araújo. Kris Meeke, Giandomenico Basso e Diego Ruiloba enfrentaram problemas num dia marcado por várias reviravoltas.

    Miguel Nunes é o líder do Rali da Madeira após uma exigente primeira etapa. Aos comandos do Škoda Fabia RS Rally2, o piloto madeirense assumiu o comando a meio do dia e não voltou a largá-lo.

    Armindo Araújo protagonizou uma exibição de grande nível, chegando a vencer uma classificativa à geral. O piloto do Škoda ocupa o segundo lugar absoluto, a 15,2 segundos de Miguel Nunes, e lidera destacado entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis. João Silva completa o pódio provisório com o Toyota GR Yaris Rally2, a 23,4 segundos da liderança. Miguel Caires surge no quinto lugar, seguido por Ricardo Teodósio e Pedro Almeida.

    Hugo Lopes, Pedro Meireles e Diego Ruiloba integram igualmente o Top 10, com o espanhol, vencedor das duas últimas edições, muito penalizado por problemas de transmissão no Citroën C3 Rally2.

    Giandomenico Basso passou grande parte da etapa no comando, depois de assumir a liderança logo na primeira classificativa do dia. Contudo, o italiano ressentiu-se fisicamente da aterragem no salto da Choupana, sofreu dois furos e acabou por abandonar no antepenúltimo troço. Kris Meeke, primeiro líder da prova após a superespecial Cidade do Funchal, deu um toque na classificativa inaugural de sexta-feira e perdeu muito tempo. Depois de regressar com o Toyota reparado, o britânico venceu todas as especiais da última secção, embora permaneça muito atrasado na classificação.

    Nas contas do CPR, Armindo Araújo foi claramente o mais rápido e aproveitou a jornada para recuperar terreno ao líder do campeonato, Rúben Rodrigues.

    O açoriano manteve o segundo lugar entre os concorrentes do Nacional, apesar de ter perdido tempo atrás do Toyota danificado de Kris Meeke em Palheiro Ferreiro. Ricardo Teodósio foi ganhando confiança no Citroën C3 Rally2 e terminou a etapa no terceiro posto do CPR, depois de superar Pedro Almeida por 2,9 segundos. Hugo Lopes também realizou uma recuperação consistente e ascendeu ao quinto lugar do campeonato na última classificativa, ultrapassando Pedro Meireles.

    José Pedro Fontes abandonou após um despiste no segundo troço do dia, quando discutia a liderança do CPR, enquanto Gonçalo Henriques ficou fora de prova logo na primeira classificativa.

    O Rali da Madeira termina este sábado, com Chão da Lagoa e duas passagens por Ponta do Sol, Ponta do Pargo e Lameiros. A entrega de prémios está marcada para as 19h30, no Funchal.

  • Primeiros campeões coroados no Nacional de Flat Track

    Primeiros campeões coroados no Nacional de Flat Track

    Luís Sousa, Duarte Fernandes, Miguel Fernandes e Enzo Pereira garantiram antecipadamente os respetivos títulos em Santiago do Cacém. Dirt Bike, Power Bike e Infantis A serão decididos na última ronda, em Chaves.

    A quinta e penúltima jornada do Campeonato Nacional de Flat Track 2026, disputada na pista oval de Aldeia dos Chãos, em Santiago do Cacém, consagrou os primeiros campeões da temporada, mantendo ainda três títulos em aberto.

    Na classe Dirt Bike, Ito González foi o grande dominador da ronda. O piloto do Team Satanás venceu as duas mangas de qualificação e a Final, isolando-se na liderança do campeonato com 12 pontos de vantagem sobre Miguel Fernandes. Com 49 pontos ainda disponíveis, a decisão fica adiada para Chaves.

    Miguel Fernandes garantiu, contudo, o título em Promo Bike, após vencer as três corridas da jornada, sempre à frente de Tony Martinez.

    Power Bike permanece em aberto

    Na Power Bike, Henrique Pinheiro venceu as duas mangas de qualificação, mas Luís Sousa levou a melhor na Final por apenas nove décimos de segundo. Pinheiro chega à última ronda com 29 pontos de vantagem, uma margem confortável, mas ainda insuficiente para assegurar matematicamente o título.

    Luís Sousa já celebrou, por outro lado, a conquista da classe Tracker. O piloto manteve a invencibilidade, somando 15 vitórias em outras tantas corridas disputadas esta temporada.

    Duarte Fernandes sucede a Alberto Abril

    Na Mini Flat Track, Duarte Fernandes garantiu antecipadamente o título nacional. Venceu a primeira manga de qualificação e a Final, apesar de uma queda na segunda manga, ganha por Alberto Abril.

    Nos Troféus Nacionais de Infantis, Enzo Pereira voltou a conseguir o pleno e assegurou o título de Infantis B. A decisão de Infantis A ficou adiada para Chaves. Enzo Mateus venceu as duas mangas de qualificação e a Final, passando a somar 228 pontos, mais 32 do que Leandro Felícia e 40 do que Tomás Mateus, ambos ainda matematicamente na luta.

    O Campeonato Nacional de Flat Track encerra a temporada no dia 6 de setembro, em Chaves.

  • Diego Rodrigues domina em Mogege e relança luta pelo título

    Diego Rodrigues domina em Mogege e relança luta pelo título

    Campeão nacional venceu a Superpole e as três finais Elite, reduzindo para apenas três pontos a diferença para Luís Oliveira. Francisco Salgado impôs-se na classe Open.

    Diego Rodrigues foi o grande dominador da segunda jornada do Campeonato Nacional de Super Enduro – Eduardo Coelho, Lda., disputada na noite de sábado em Mogege, Vila Nova de Famalicão. Perante cerca de três mil espectadores e num traçado revisto, mais fluido do que na edição anterior, o piloto da KTM respondeu à supremacia demonstrada por Luís Oliveira na ronda inaugural, em Penafiel.

    Diego Rodrigues começou por conquistar a Superpole, à frente de Luís Pinto Jr. e Luís Oliveira, antes de vencer as três finais da classe Elite. Luís Oliveira terminou sempre no segundo lugar e limitou a recuperação do campeão em título nas contas do campeonato. Luís Pinto Jr., aos comandos de uma Sherco, completou o pódio da jornada.

    Com estes resultados, Luís Oliveira conserva a liderança da classe Elite, mas Diego Rodrigues reduziu de 14 para apenas três pontos a diferença entre ambos.

    Francisco Salgado reforça comando da Open

    Na classe Open, Francisco Salgado voltou a vencer e consolidou a liderança do campeonato. O piloto da KTM triunfou em duas das três finais.

    Vasco Magalhães venceu a outra corrida e, com um quinto e um terceiro lugares nas restantes, assegurou a segunda posição da jornada. Norberto Teixeira completou o pódio, após terminar as três finais em quarto, quarto e segundo lugares.

    O Campeonato Nacional de Super Enduro prossegue a 16 de agosto, em Valpaços, com a terceira e penúltima ronda da temporada.

  • Dacia Striker: nova fórmula crossover para atacar o segmento C

    Dacia Striker: nova fórmula crossover para atacar o segmento C

    Novo modelo combina a posição de condução e a robustez de um SUV com a versatilidade de uma carrinha e a eficiência de uma berlina. Com 4,62 metros de comprimento, chegará em versões 4×2 e 4×4 e com uma gama alargada de motorizações eletrificadas.

    A Dacia vai reforçar a sua presença no segmento C com o novo Striker, um crossover concebido para complementar o Bigster e conquistar novos clientes, tanto particulares como empresariais. Antecipado em março, durante a apresentação do plano estratégico da marca para 2030, o Striker será uma peça importante na ambição da Dacia de aumentar o peso do segmento C nas suas vendas globais de 20% para 33% até 2035.

    A proposta procura reunir características de três tipos de automóvel: a posição de condução elevada e a capacidade fora de estrada de um SUV, o espaço e a versatilidade de uma carrinha e a eficiência dinâmica de uma berlina.

    “O Striker é uma resposta nova e complementar às expectativas atuais do setor automóvel, baseada num equilíbrio diferente daquele que encontramos nos SUV convencionais”, explica David Durand, diretor de Design da Dacia.

    Perfil baixo e postura robusta

    Com 4,62 metros de comprimento, o Dacia Striker apresenta dimensões próximas das de uma carrinha do segmento C. A distância ao solo é de 19 centímetros nas versões 4×2 e de 20 centímetros na configuração 4×4. Apesar da postura elevada, a altura total fica limitada a 1,53 metros, abaixo dos mais de 1,60 metros habitualmente registados pelos SUV do segmento, favorecendo a aerodinâmica e um comportamento mais próximo do de uma berlina.

    O design assenta numa linha de ombros bem definida. Acima desta, predominam superfícies fluidas, um para-brisas inclinado e uma linha de tejadilho alongada. Na zona inferior, os volumes tornam-se mais verticais e robustos.

    O Striker estreia ainda a nova assinatura luminosa LED em forma de “T” da Dacia, instalada nos quatro cantos da carroçaria. As barras de tejadilho integradas reforçam a vertente funcional e aventureira. As jantes de 17 polegadas serão complementadas por opções de 18 e 19 polegadas. A paleta incluirá sete cores a partir do nível Expression, entre as quais os novos Frost Green e Cosmic Blue.

    Extreme ou Journey

    A gama será estruturada em torno de duas abordagens distintas. O Striker Extreme destina-se a uma utilização mais aventureira, podendo combinar transmissão integral com o sistema de propulsão Hybrid 150 4×4. Esta versão inclui proteções exteriores em Starkle, estofos laváveis em TEP Microcloud e tapetes de borracha compostos por 50% de material reciclado.

    O nível Journey privilegia o conforto em viagens longas, acrescentando banco do condutor com regulação elétrica, bancos dianteiros e volante aquecidos, estofos em tecido e TEP Microcloud e porta da bagageira elétrica.

    Ambas as versões poderão dispor de controlo de velocidade em descida, sistema que atua automaticamente sobre os travões em declives acentuados ou com baixa aderência.

    Com uma gama abrangente de motorizações eletrificadas e multi-energias, o Striker pretende transportar para uma nova proposta de segmento C os princípios tradicionais da Dacia: robustez, funcionalidade, simplicidade e uma relação entre preço e produto particularmente competitiva.

  • Problemas mecânicos condicionam Luís Pedro Ferreira em Montalegre

    Problemas mecânicos condicionam Luís Pedro Ferreira em Montalegre

    Piloto terminou a quinta ronda do Campeonato Nacional de Rallycross no quinto lugar, garantindo pontos importantes apesar das limitações sentidas ao longo do fim de semana.

    Luís Pedro Ferreira enfrentou uma jornada difícil na quinta ronda do Campeonato Nacional de Rallycross, disputada em Montalegre, devido a problemas mecânicos que condicionaram toda a sua participação. Depois de um início positivo, com o terceiro lugar na Q1, a avaria de um componente comprometeu o funcionamento do motor e obrigou à sua substituição durante a noite.

    Apesar do enorme trabalho desenvolvido pela Ribas Motorsport, os problemas mantiveram-se nas restantes corridas. Na Final, Luís Pedro Ferreira teve de gerir o carro até à bandeira de xadrez, terminando no quinto lugar e assegurando pontos importantes para o campeonato.

    “Foi um daqueles fins de semana em que tudo o que podemos fazer é lutar com aquilo que temos. A equipa trabalhou praticamente toda a noite para me colocar novamente em pista e, por isso, desistir nunca foi opção”, afirmou.

    “Na Final, tivemos de gerir o carro até à última volta e garantir todos os pontos que ainda estavam ao nosso alcance”, acrescentou Luís Pedro Ferreira.

    O piloto agradeceu o esforço incansável da Ribas Motorsport, bem como o apoio dos patrocinadores, parceiros e de todos os que acompanharam a equipa ao longo do fim de semana. Segue-se agora novo período de trabalho, com o objetivo de regressar mais forte na próxima ronda.

  • Honda Jazz celebra 25 anos com mais de nove milhões de unidades vendidas

    Honda Jazz celebra 25 anos com mais de nove milhões de unidades vendidas

    Citadino japonês assinala um quarto de século como referência do segmento B, mantendo a aposta no espaço, na versatilidade e na eficiência da tecnologia híbrida e:HEV.

    O Honda Jazz celebra, em 2026, 25 anos de história. Ao longo de quatro gerações, o modelo ultrapassou nove milhões de unidades vendidas em todo o mundo, das quais mais de um milhão na Europa. Lançado com uma proposta centrada no aproveitamento inteligente do espaço, na funcionalidade e na facilidade de utilização, o Jazz tornou-se um dos modelos mais emblemáticos da Honda e uma referência entre os citadinos.

    Atualmente na quarta geração e disponível exclusivamente com motorização híbrida e:HEV, combina dimensões exteriores compactas com um habitáculo espaçoso e uma capacidade de bagageira que pode atingir 1.205 litros. A eficiência continua a ser um dos seus principais argumentos, com consumos anunciados a partir de 3,6 l/100 km em ciclo urbano.

    O equipamento de série inclui ainda o pacote Honda SENSING, câmara traseira e oito sensores de estacionamento. Entre os sistemas de assistência encontra-se o Traffic Jam Assistant, destinado a facilitar a condução em situações de trânsito intenso.

    Um quarto de século depois, o Honda Jazz mantém a fórmula que marcou o seu percurso: dimensões compactas, elevada versatilidade e uma utilização particularmente adaptada às exigências do quotidiano.