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  • Kris Meeke abre Rali da Madeira na frente; Armindo Araújo lidera CPR

    Kris Meeke abre Rali da Madeira na frente; Armindo Araújo lidera CPR

    Britânico foi o mais rápido na superespecial Cidade do Funchal, batendo João Silva por nove décimos. Armindo Araújo assumiu o comando entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis.

    Kris Meeke é o primeiro líder da 67.ª edição do Rali da Madeira. Ao volante do Toyota GR Yaris Rally2, o piloto britânico cumpriu os 2,18 quilómetros da superespecial Cidade do Funchal em 1m34,4s.

    João Silva, num Toyota idêntico, terminou a apenas nove décimos, enquanto Miguel Nunes colocou o Škoda Fabia RS Rally2 no terceiro lugar, a 1,2 segundos do líder e somente três décimos do seu principal rival no campeonato regional.

    Diego Ruiloba, vencedor das duas últimas edições, foi quarto com o Citroën C3 Rally2, a 1,3 segundos, seguindo-se Giandomenico Basso, em Škoda Fabia RS Rally2, a 1,5 segundos.

    Alexandre Camacho, Armindo Araújo, Miguel Caires, Guilherme Meireles e Rúben Rodrigues completaram o primeiro Top 10 da prova.

    Armindo entra na frente do CPR

    Sétimo classificado absoluto, a 2,4 segundos de Meeke, Armindo Araújo assumiu a liderança entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis.

    O piloto do Škoda Fabia RS Rally2 ganhou mais de um segundo a Guilherme Meireles e ao líder do campeonato, Rúben Rodrigues, numa abertura curta que antecede um exigente dia de sexta-feira.

    No CPR 2RM, Rafael Cardeira entrou com o pé direito. O piloto do Peugeot 208 Rally4 superou Anton Korzun por 2,2 segundos, com João Rodrigues no terceiro lugar, à frente de Pedro Silva e Hélder Miranda. Gil Freitas, no Alpine A110 RGT+, assumiu o comando entre os concorrentes das viaturas RGT.

    O Rali da Madeira prossegue esta sexta-feira com sete classificativas e 114,18 quilómetros cronometrados. Santo da Serra, Palheiro Ferreiro, Santana e Ribeiro Frio prometem realizar a primeira grande seleção entre os candidatos à vitória absoluta e aos lugares de destaque no CPR.

  • PSCI aproxima-se dos 800 mil euros de retorno mediático na primeira metade de 2026

    PSCI aproxima-se dos 800 mil euros de retorno mediático na primeira metade de 2026

    A Porsche Sprint Challenge Ibérica reforça o seu posicionamento internacional ao atingir cerca de 785 mil euros de Media Value consolidado após as três primeiras rondas da temporada.

    A Porsche Sprint Challenge Ibérica continua a afirmar-se como uma das plataformas de comunicação mais relevantes do panorama ibérico do Motorsport. O mais recente Relatório de Media Value, desde o arranque da temporada até ao fecho da primeira parte com a ronda de Valência, atribui ao campeonato um retorno mediático consolidado de 784.792,49 euros, valor que confirma o forte crescimento da competição ao nível da exposição televisiva, cobertura editorial, distribuição internacional e presença digital.

    O estudo, desenvolvido segundo uma metodologia conservadora de equivalência mediática, integra quatro grandes áreas de valorização: televisão, imprensa digital especializada, transmissões internacionais e redes sociais oficiais, refletindo uma visão abrangente da capacidade da Porsche Sprint Challenge Ibérica gerar visibilidade para pilotos, equipas, patrocinadores e parceiros.

    A televisão continua a assumir um papel absolutamente determinante nesta valorização, representando cerca de 65% do retorno mediático total, com destaque para as transmissões em direto na V+ TVI, complementadas pela presença editorial nos diferentes canais da Media Capital, incluindo TVI e CNN.

    Também a cobertura editorial especializada registou um crescimento significativo. O relatório contabiliza mais de duas centenas de ocorrências editoriais, distribuídas por meios portugueses, espanhóis, ingleses, brasileiros, alemães e internacionais, reforçando a notoriedade da Porsche Sprint Challenge Ibérica em vários mercados europeus.

    A estratégia de internacionalização da competição continua igualmente a dar frutos. As transmissões oficiais através da Motorvision Germany, Parc Fermé TV (Itália) e, desde Valência, da Braking Zone TV Brasil, representam um valor adicional importante, contribuindo para alargar a presença do campeonato junto de novos públicos internacionais, incluindo o importante mercado brasileiro.

    Pela primeira vez, o relatório incorpora também uma valorização agregada da atividade das redes sociais oficiais da Porsche Sprint Challenge Ibérica. Instagram, Facebook e YouTube apresentam um crescimento exponencial em relação a anos transatos, refletindo o impacto da produção contínua de conteúdos, transmissões em direto, cobertura dos fins de semana de prova e interação permanente com uma comunidade altamente qualificada de fãs Porsche e Motorsport.

    Para José Monroy, Series Manager da Porsche Sprint Challenge Ibérica, “Os números agora apresentados confirmam que a Porsche Sprint Challenge Ibérica continua a crescer muito para além da vertente desportiva. Hoje somos uma plataforma capaz de oferecer visibilidade consistente aos nossos parceiros através da televisão, dos meios digitais, das redes sociais e da distribuição internacional. Este retorno mediático é o reflexo do trabalho desenvolvido por toda a organização, pelas equipas, pilotos, parceiros e media que acreditam no projeto.”

    O responsável acrescenta ainda: “Entramos agora na pausa de verão muito satisfeitos com o caminho percorrido. Conseguimos consolidar o campeonato como uma experiência premium, internacional e mediaticamente relevante, criando valor real para quem escolhe associar-se à Porsche Sprint Challenge Ibérica. Vamos trabalhar para, na segunda parte da época, incrementarmos o impacto, alargando ainda a mais a visibilidade do campeonato”.

    O relatório conclui que a Porsche Sprint Challenge Ibérica continua a consolidar-se como uma plataforma integrada de competição, comunicação e lifestyle, reunindo exposição televisiva em canal aberto, cobertura editorial especializada, distribuição internacional e um ecossistema digital próprio. Para patrocinadores, parceiros institucionais, equipas e pilotos, este posicionamento traduz-se numa capacidade crescente de gerar notoriedade junto do universo Porsche, do Motorsport e das marcas premium.

  • Primeiro Kartcross adaptado abre nova era no automobilismo inclusivo

    Primeiro Kartcross adaptado abre nova era no automobilismo inclusivo

    Projeto desenvolvido a partir de um Yacarcross SXC permite o acesso de pilotos com mobilidade reduzida, mantendo níveis de segurança equivalentes aos do chassis original.

    A Real Federação Espanhola de Automobilismo apresentou o primeiro Kartcross adaptado para facilitar o acesso à competição de pilotos com mobilidade reduzida. O projeto nasceu em 2022 por iniciativa de Albert Llovera e Marc Roma, tendo como base um veículo desenvolvido pela YACAR. Um dos principais desafios passou por facilitar a entrada e saída do habitáculo, levando à criação de uma abertura lateral com porta do tipo “asa de gaivota”.

    A alteração obrigou a intervir na estrutura tubular. As primeiras simulações não cumpriram os requisitos de segurança exigidos pela FIA, mas o reforço dos pontos críticos permitiu desenvolver uma nova solução, posteriormente avalizada pelo Departamento de Segurança da Federação Internacional do Automóvel.

    Marc Roma, que perdeu a mobilidade das pernas após um acidente de motocross em 2024, participou na apresentação do veículo e poderá ser um dos pilotos a beneficiar desta solução.

    O objetivo da RFEDA não passa pela criação de competições separadas, mas por permitir que os pilotos com mobilidade reduzida participem nas mesmas provas e em igualdade de condições com os restantes concorrentes. A estreia do kartrcross adaptado em competição poderá acontecer em 2027.

    Mais do que uma transformação técnica, o projeto representa um importante passo na eliminação de barreiras no desporto automóvel e poderá servir de referência para futuras adaptações noutras categorias.

  • Zeekr 9X chega em 2027 com 897 cv e luxo para seis ocupantes

    Zeekr 9X chega em 2027 com 897 cv e luxo para seis ocupantes

    Novo SUV eletrificado combina dois motores elétricos com um bloco 2.0 turbo, acelera dos 0 aos 100 km/h em 4,1 segundos e promete carregamentos dos 10 aos 80% em apenas 9,5 minutos.

    A Zeekr apresentou o novo 9X, o primeiro SUV de luxo da marca equipado com o sistema Zeekr Super Hybrid e cuja chegada ao mercado português está prevista para o início de 2027. Desenvolvido e desenhado em Gotemburgo, o modelo dispõe de seis lugares e combina dois motores elétricos com um propulsor 2.0 turbo de quatro cilindros, para uma potência total de 897 cv.

    A arquitetura elétrica de 900 volts permite acelerar dos 0 aos 100 km/h em 4,1 segundos e atingir 240 km/h. A autonomia combinada anunciada chega aos 737 quilómetros, enquanto o carregamento rápido em corrente contínua permite recuperar dos 10 aos 80% da bateria em 9,5 minutos.

    O habitáculo aposta fortemente no conforto, com bancos das duas primeiras filas aquecidos, ventilados e equipados com massagem. Os passageiros dispõem ainda de apoios de pernas extensíveis, cortinas de privacidade, ecrã OLED de 17 polegadas instalado no teto e sistema de som Naim.

    Para o condutor, o Zeekr 9X inclui um head-up display de realidade aumentada com 47 polegadas, painel de instrumentos de 13 polegadas e dois ecrãs OLED de 16 polegadas com resolução 3,5K.

    No domínio da assistência à condução, o SUV integra sensores LiDAR, apoio avançado em autoestrada e estacionamento remoto, com tecnologias desenvolvidas e testadas para as estradas europeias.

    “O Zeekr 9X é a nossa resposta à próxima geração de consumidores de luxo. Não é um luxo herdado de outra era, mas uma nova era de luxo, para além das convenções”, afirmou Lothar Schupet, CEO da Zeekr Europe. As especificações divulgadas são ainda preliminares e permanecem sujeitas à homologação final.

  • Sérgio Rego conquista sétimo título nacional de Supermoto

    Sérgio Rego conquista sétimo título nacional de Supermoto

    Piloto venceu as duas mangas da ronda noturna de Vila Nova de Poiares e garantiu antecipadamente a renovação do título. Alberto Abril também se sagrou campeão em Mini Supermoto.

    O Kartódromo de Vila Nova de Poiares recebeu a tradicional ronda noturna do Campeonato Nacional de Supermoto, quarta e penúltima prova da temporada, numa jornada em que Sérgio Rego e Alberto Abril asseguraram os respetivos títulos.

    Sérgio Rego venceu as duas mangas de Supermoto e conquistou o sétimo título nacional da carreira. O piloto encontrou forte oposição de Eduardo Patrício, profundo conhecedor do traçado, que terminou ambas as corridas no segundo lugar e sempre a pouco mais de dois segundos do vencedor. Afonso Cruz completou o pódio nas duas mangas, alcançando dois terceiros lugares.

    Na Mini Supermoto, Alberto Abril começou por vencer a primeira corrida com apenas quatro décimos de vantagem sobre Duarte Fernandes. Lourenço Vicente terminou no terceiro posto. Na segunda manga, Abril e Fernandes envolveram-se numa queda que afastou este último. Lourenço Vicente aproveitou para vencer, enquanto Alberto Abril terminou em segundo e garantiu os pontos necessários para renovar o título nacional.

    Na categoria R12, Vasco Camoesas regressou depois de uma prova de ausência e conquistou as duas vitórias. João Cancelinha e Lourenço Vicente dificultaram-lhe a tarefa, em corridas extremamente equilibradas. Na primeira manga, os três primeiros terminaram separados por apenas oito décimos de segundo. Na segunda, a diferença entre o vencedor e o terceiro classificado foi de exatamente um segundo.

    O título da categoria ficará, por isso, em aberto até à jornada final. Na MiniCup, Pedro Vilas Boas venceu a primeira corrida à geral com a sua moto de 90 cc, terminando 2,9 segundos à frente de José Pedro Batista, o melhor representante das 110 cc. Na segunda manga, José Pedro Batista respondeu com a vitória, superando Pedro Vilas Boas por 6,6 segundos. Apesar de terminar atrás do rival, Vilas Boas voltou a ser o melhor entre os concorrentes da MiniCup 90.

    O Campeonato Nacional de Supermoto regressa a 13 de setembro, no Kartódromo de Fátima, para a última prova da temporada.

  • Fafe recebe grande final do Castrol Portugal Rally Series

    Fafe recebe grande final do Castrol Portugal Rally Series

    A temporada de 2026 encerra nos dias 14 e 15 de novembro, num evento que recupera o espírito do Rali de Montelongo e promete decidir os títulos nas estradas míticas do concelho.

    O Castrol Portugal Rally Series vai encerrar a temporada de 2026 num dos territórios mais emblemáticos dos ralis nacionais. Fafe recebe, nos dias 14 e 15 de novembro, a derradeira ronda do campeonato e a consagração dos vencedores das diferentes categorias. Reconhecido internacionalmente pela paixão do público e pela ligação histórica ao desporto automóvel, o concelho prepara-se para acolher um evento que promete manter várias decisões em aberto até aos últimos quilómetros.

    Uma das grandes novidades será a escolha do piso de asfalto, recuperando a memória do Rali de Montelongo e da passagem do Campeonato da Europa de Ralis pela região, em 2020. A opção permitirá mostrar uma vertente diferente das estradas fafenses, habitualmente associadas aos troços de terra, e colocará pilotos e máquinas perante um desafio rápido, técnico e exigente.

    Duas classificativas exteriores e Arena no centro da cidade

    A competição de domingo incluirá duas classificativas exteriores distintas, desenhadas em estradas do concelho com potencial para criar diferenças importantes na classificação.

    A componente espetáculo continuará a ser um dos pilares do formato. Uma Arena instalada numa localização central de Fafe reunirá a competição, a Fanzone, as ativações dos parceiros, restauração e animação para toda a família. A proximidade entre o público, os pilotos e as equipas voltará, assim, a assumir um papel central, permitindo aos adeptos acompanhar o evento num ambiente acessível e concentrado no coração da cidade.

    Antes da viagem a Fafe, o campeonato passará por Castelo Branco, numa penúltima ronda com coeficiente de pontuação 1,5, através do sistema de Bónus Points previsto no regulamento. O aumento dos pontos disponíveis poderá alterar significativamente as classificações e lançar novas contas para a decisão final.

    Será, portanto, em Fafe que todas as histórias da temporada encontrarão o seu desfecho, perante um público reconhecido pela forma apaixonada como vive os ralis. A organização local estará a cargo da Demoporto, que já prepara o evento e destaca a capacidade do Rally Series para aproximar a competição dos adeptos.

    “Fafe tem uma ligação única ao desporto automóvel e estamos extremamente motivados para receber o Castrol Portugal Rally Series”, afirmou Carlos Cruz, líder do Demoporto, acrescentando que acredita “ profundamente neste formato pela sua capacidade de aproximar o público da competição, criar valor para os parceiros e proporcionar uma experiência diferente a quem participa. Estamos a trabalhar intensamente para construir um evento à altura da paixão que Fafe tem pelos ralis.”

    Com o regresso do asfalto, duas classificativas exteriores, uma Arena central e os títulos em discussão, a última ronda do Castrol Portugal Rally Series promete transformar Fafe no palco de uma grande festa de encerramento da temporada.

  • Kris Meeke bate Basso por um décimo no Shakedown da Madeira

    Kris Meeke bate Basso por um décimo no Shakedown da Madeira

    Piloto britânico colocou o Toyota GR Yaris Rally2 no topo da tabela em Água de Pena, numa sessão extremamente equilibrada entre os principais candidatos à vitória.

    Kris Meeke foi o mais rápido no Shakedown do Rali da Madeira, disputado esta manhã no traçado de Água de Pena. O britânico completou três passagens e melhorou em todas elas, estabelecendo como melhor marca 1m49,9s aos comandos do Toyota GR Yaris Rally2.

    Giandomenico Basso ficou a apenas um décimo de segundo. O italiano realizou quatro passagens com o Škoda Fabia RS Rally2 e terminou com o registo de 1m50,0s. Diego Ruiloba, vencedor das duas últimas edições da prova, completou igualmente quatro passagens e colocou o Citroën C3 Rally2 a quatro décimos da referência.

    Miguel Nunes foi o melhor piloto madeirense, terminando a sete décimos de Meeke com o Škoda Fabia RS Rally2. Armindo Araújo completou o grupo dos cinco primeiros, a 1,3 segundos do britânico.

    O Rali da Madeira inicia agora a competição propriamente dita, depois da cerimónia de partida realizada na Praça do Povo.

  • Tiago Montes regressou ao pódio em Vila Real sete anos depois

    Tiago Montes regressou ao pódio em Vila Real sete anos depois

    Piloto vila-realense recuperou até ao sétimo lugar absoluto na segunda corrida e conquistou o terceiro posto na Taça Legends 2000, aos comandos do Honda Integra.

    Tiago Montes protagonizou uma exibição muito positiva no Circuito Internacional de Vila Real, regressando ao pódio da sua prova “de casa” sete anos depois. Ao volante do Honda Integra, o piloto começou por registar 2m33,030s nos treinos livres, à média de 112,6 km/h. Na qualificação, assinou 2m34,808s e garantiu o 16.º lugar da grelha.

    Na primeira corrida, Tiago Montes realizou um bom arranque e terminou na 13.ª posição absoluta, estabelecendo como melhor volta 2m33,758s. O melhor desempenho surgiu no domingo. Depois de partir novamente de forma muito eficaz, o piloto envolveu-se na luta pelas posições dianteiras e recuperou até ao excelente sétimo lugar da classificação geral. Tiago Montes completou a sua volta mais rápida em 2m25,344s, à média de 117,7 km/h, garantindo ainda o terceiro lugar na Taça 2000.

    “Sete anos depois, estamos de regresso ao pódio no Circuito Internacional de Vila Real, com um terceiro lugar na Taça 2000. Não tínhamos o setup ideal para Vila Real, mas nunca deixámos de acreditar”, destacou o piloto.

  • José Pedro Fontes: «A vitória está ao nosso alcance»

    José Pedro Fontes: «A vitória está ao nosso alcance»

    Terceiros no CPR, José Pedro Fontes e Inês Ponte chegam ao Rali da Madeira confiantes no potencial do Lancia Ypsilon Rally2 HF Integrale em asfalto.

    José Pedro Fontes e Inês Ponte disputam, entre 30 de julho e 1 de agosto, a 67.ª edição do Rali da Madeira, quinta ronda do Campeonato de Portugal de Ralis. A dupla ocupa o terceiro lugar do CPR, depois de uma temporada marcada pela evolução do Lancia Ypsilon Rally2 HF Integrale e pelo primeiro pódio do projeto, conquistado no Rally de Lisboa.

    A recente participação no Rali da Calheta permitiu trabalhar na afinação do carro para as exigentes estradas madeirenses, onde Fontes já venceu no passado.

    “O Rali da Madeira é um dos pontos altos da temporada. O carro tem-se revelado muito competitivo no asfalto e acreditamos que vamos estar na luta pela vitória”, afirmou José Pedro Fontes. “O nosso objetivo é dar o melhor e lutar por um triunfo que sinto estar ao nosso alcance”, acrescentou.

    O programa inclui cerca de 200 quilómetros cronometrados ao longo de três dias, terminando no sábado com a Power Stage de Lameiros.

  • Filipe Albuquerque parte ao ataque das seis horas de Road America

    Filipe Albuquerque parte ao ataque das seis horas de Road America

    Piloto português regressa ao IMSA WeatherTech SportsCar Championship determinado a inverter uma temporada difícil e colocar o Cadillac #10 da Wayne Taylor Racing na luta pelos lugares da frente.

    Filipe Albuquerque regressa à ação este fim de semana, 1 e 2 de agosto, para disputar o Motul SportsCar Endurance Grand Prix, prova de seis horas integrada no IMSA WeatherTech SportsCar Championship e realizada no exigente circuito de Road America.

    Sem possibilidades realistas de discutir o título nesta fase da temporada, o piloto português e Ricky Taylor encaram a jornada sem pressão classificativa, mas com a ambição intacta. O objetivo passa por completar uma corrida limpa, aproveitar todas as oportunidades e lutar por um resultado de destaque com o Cadillac #10 da Wayne Taylor Racing. Depois de uma época em que os resultados nem sempre refletiram o potencial demonstrado, Filipe Albuquerque espera que Road America possa representar um ponto de viragem.

    “Sabemos que não estamos na luta pelo título, mas a nossa motivação e o desejo de vencer permanecem exatamente os mesmos. Tem sido uma época desafiante e os resultados nem sempre refletiram o nosso potencial. Em Road America queremos mudar essa dinâmica”, afirmou.

    BoP aumenta exigência para os Cadillac

    A tarefa da dupla será dificultada pelas mais recentes alterações ao Balance of Performance para a prova, que colocam desafios adicionais aos Cadillac. Num circuito rápido e particularmente exigente, a gestão do ritmo, dos pneus, do consumo e da estratégia deverá assumir um papel fundamental ao longo das seis horas.

    “Não será uma prova fácil. O atual BoP apresenta-nos mais desafios, mas, numa corrida de seis horas, existem muitas variáveis em jogo”, reconheceu Filipe Albuquerque. “Vamos dar o nosso melhor do primeiro ao último minuto para alcançar o resultado que toda a equipa merece”, acrescentou o piloto português.

    Sem nada a perder nas contas do campeonato, Filipe Albuquerque e Ricky Taylor procurarão também aproveitar a jornada para prosseguir o desenvolvimento e a afinação do Cadillac, recolhendo informação importante para as próximas provas. A atividade em pista inclui as sessões de treinos livres e qualificação, antes da corrida de seis horas, cuja partida está marcada para domingo, às 16h30 de Portugal continental, com transmissão em direto na Sport TV4.