Piloto das Terras de Oiro disputa pela terceira vez a prova madeirense e assume a ambição de lutar pela vitória, num momento decisivo da temporada.
Pedro Silva e Valter Cardoso estão preparados para disputar a 67.ª edição do Rali da Madeira, quarta jornada do Campeonato de Portugal de Ralis e uma das provas mais importantes da temporada para a dupla.
Ao volante do Lancia assistido pela Vision Motorsport, o piloto da Beira Baixa e das Terras de Oiro chega à Pérola do Atlântico no terceiro lugar da classificação em que compete e com o objetivo claro de se aproximar, ou mesmo alcançar, a segunda posição: “Somos terceiros no CPR e queremos muito sair da Madeira no segundo lugar ou muito perto dessa posição”, afirmou Pedro Silva.
A exigência das classificativas madeirenses não reduz a ambição da equipa, que parte determinada a discutir o melhor resultado possível: “A ideia é apenas uma: lutar pela vitória num rali muito difícil, onde tudo pode acontecer. Adoramos ir à Madeira e esta será a minha terceira participação neste magnífico rali”, destacou o piloto.
Pedro Silva sublinhou igualmente a importância dos parceiros que tornaram possível a deslocação da equipa à ilha: “Obrigado a todos os parceiros que estão connosco e, nesta prova em especial, àqueles que se juntaram para conseguirmos estar na Madeira. Vai ser uma grande festa e nós não podíamos faltar”, acrescentou.
O Rali da Madeira disputa-se entre 30 de julho e 1 de agosto, prometendo três dias de intensa competição nas exigentes estradas da ilha.
Novo hatchback aposta no design, na conectividade e numa utilização pensada para o ambiente urbano.
A Leapmotor apresentou o novo A05, modelo que adotará globalmente a designação B03 e com o qual pretende reforçar a sua presença no segmento dos automóveis elétricos compactos.
Desenvolvido sobretudo para jovens utilizadores urbanos, o novo hatchback combina dimensões compactas, habitabilidade, tecnologia e uma imagem contemporânea, seguindo a estratégia da marca de tornar mais acessíveis soluções habitualmente associadas a segmentos superiores.
Com 4,175 metros de comprimento, 1,790 metros de largura e 1,560 metros de altura, o Leapmotor A05 possui uma distância entre eixos de 2,605 metros. A marca promete, por isso, um habitáculo espaçoso, complementado por configurações flexíveis dos bancos, várias soluções de arrumação e uma bagageira com dois níveis.
No plano tecnológico, o modelo contará com sistemas avançados de assistência à condução e uma experiência digital apoiada por inteligência artificial. A iluminação, os materiais suaves ao toque e as diferentes possibilidades de personalização procuram conferir ao interior um ambiente mais cuidado e acolhedor.
A Leapmotor anuncia ainda uma autonomia elétrica de até 510 quilómetros segundo o ciclo WLTC, valor que permanece sujeito a homologação final, bem como capacidade de carregamento rápido.
Com o A05, a marca procura juntar facilidade de utilização, segurança, conectividade e praticabilidade num modelo destinado ao quotidiano, continuando a estratégia de democratização da mobilidade elétrica inteligente.
Heptacampeão nacional acredita que a estreia de um novo Skoda Fabia RS Rally2 pode marcar um novo ciclo.
Armindo Araújo e Luís Ramalho partem para o Rali Vinho Madeira determinados em relançar a temporada no Campeonato de Portugal de Ralis. Depois de um arranque de ano aquém das expectativas, a dupla do Team Armindo Araújo/The Racing Factory acredita que a prova insular poderá marcar um ponto de viragem, agora aos comandos de um novo Skoda Fabia RS Rally2.
Habitualmente muito competitivos nas exigentes estradas madeirenses, o piloto de Santo Tirso espera voltar a discutir os lugares cimeiros e recuperar terreno na luta pelo campeonato.
“Não conseguimos nas primeiras três provas alcançar os resultados que pretendíamos e queremos aqui na Madeira mostrar que conseguimos ser rápidos, como fomos em praticamente todas as provas do ano passado. Vamos estrear um novo carro, que já testámos nas estradas da ilha, e estamos muito confiantes de que podemos voltar a conseguir um bom resultado, à imagem do que tem acontecido nas últimas edições”, afirma Armindo Araújo.
Apesar da posição menos favorável na classificação do campeonato, o heptacampeão nacional garante que a ambição permanece intacta e que o objetivo passa por lutar pelas vitórias até ao final da temporada.
“Sabemos que neste momento não estamos na posição que desejávamos no campeonato, mas queremos manter a pressão na discussão das vitórias e na luta pelo título. O pensamento é dar o máximo e tentar vencer todos os ralis até ao fim da época. Depois faremos as contas. Os nossos adversários podem contar que nunca baixaremos os braços. Este é um rali muito exigente, mas é uma prova de que gostamos muito e para a qual estamos altamente motivados”, acrescenta.
O Rali Vinho Madeira arranca na quinta-feira com o Shakedown, seguindo-se a tradicional cerimónia de partida e a Super Especial da Avenida do Mar. A prova prossegue na sexta-feira e no sábado, com um total de 14 classificativas que prometem voltar a proporcionar um intenso duelo nas desafiantes estradas da ilha.
Piloto da JCP Racing recuperou de um arranque difícil, venceu uma série de qualificação e terminou a quinta jornada do Campeonato de Portugal de Kartcross no quarto lugar.
João Pinheiro esteve muito perto do pódio na quinta ronda do Campeonato de Portugal de Kartcross, disputada no Circuito Internacional de Montalegre. O piloto albicastrense da JCP Racing enfrentou algumas dificuldades durante o primeiro dia de competição, não conseguindo encontrar o ritmo desejado nas duas primeiras corridas de qualificação. No final de sábado, ocupava o sexto lugar da classificação geral.
A reação surgiu no domingo. Determinado a recuperar posições, João Pinheiro venceu a sua série na terceira qualificação e alcançou o quarto melhor resultado da geral. Na última corrida de qualificação, voltou a evidenciar um andamento competitivo, terminando no segundo lugar da sua série e também da classificação absoluta. Os resultados garantiram-lhe a quarta posição na grelha de partida para a Final.
João Pinheiro optou por cumprir a joker lap logo na primeira volta da corrida decisiva. Pouco depois, um incidente envolvendo outras viaturas obrigou-o a reduzir a velocidade, provocando uma perda de tempo que comprometeu a estratégia e a possibilidade de alcançar o terceiro lugar.
O jovem piloto manteve a pressão até à bandeira de xadrez, mas terminou no quarto posto, muito próximo do pódio. “No primeiro dia estive um pouco aquém daquilo que tínhamos planeado e não consegui rodar com um ritmo elevado. No domingo sabia que tinha de dar a volta à situação e penso que conseguimos fazer uma boa recuperação”, afirmou João Pinheiro.
“Saímos da Final com um sabor um pouco amargo, porque sabíamos que o pódio era perfeitamente possível até perdermos algum tempo com o incidente. Ainda assim, o resultado não deixa de ser positivo”, acrescentou. João Pinheiro encerrou a jornada agradecendo o apoio recebido por parte da equipa e de todos os que acompanham o projeto da JCP Racing.
Líder destacado do CPR venceu todas as provas que disputou e parte para o rali mais longo da temporada com margem confortável. Pedro Almeida, José Pedro Fontes, Gonçalo Henriques, Pedro Meireles, Armindo Araújo e Ricardo Teodósio precisam de reagir para manter viva a luta pelo título.
Rúben Rodrigues chega ao Rali da Madeira como o homem a bater no Campeonato de Portugal de Ralis. Aos comandos do Toyota GR Yaris Rally2 da Auto Açoreana Racing, o piloto açoriano venceu todas as jornadas em que participou e construiu uma vantagem importante antes da quarta das oito provas da temporada. Disputado entre 30 de julho e 1 de agosto, o Rali da Madeira assinala o final da primeira metade do campeonato e poderá revelar-se decisivo para clarificar a verdadeira dimensão das candidaturas ao título nacional.
Até ao momento, apenas outro piloto venceu uma prova do CPR em 2026. Pedro Almeida impôs-se no Rally de Lisboa, uma das jornadas opcionais juntamente com o Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão, e surge como o adversário mais próximo de Rúben Rodrigues, a 17 pontos do líder.
Nas contas finais do campeonato serão considerados os sete melhores resultados das oito jornadas, mas as diferenças já construídas pelo piloto da Auto Açoreana Racing obrigam os rivais a procurar uma reação imediata.
Concorrência obrigada a atacar
José Pedro Fontes chega à Madeira a 32 pontos da liderança, enquanto Gonçalo Henriques está a 35. Pedro Meireles tem uma desvantagem de 39 pontos e Armindo Araújo e Ricardo Teodósio encontram-se ambos a 41. A margem permite a Rúben Rodrigues adotar uma abordagem mais controlada, ao contrário dos principais perseguidores, que necessitam de reduzir o fosso antes da entrada na segunda metade da época.
O líder já demonstrou sentir-se confortável nas estradas madeirenses, como ficou patente na recente participação no Rali da Calheta, prova integrada no Campeonato de Ralis CORAL da Madeira. Contudo, o Rali da Madeira apresenta uma exigência muito superior. Com 15 classificativas e 202,52 quilómetros ao cronómetro, será a prova mais longa da temporada e uma das mais severas para as mecânicas.
Num rali desta dimensão, a fiabilidade, a gestão dos pneus e a capacidade para manter um ritmo elevado durante três dias poderão ser tão determinantes como a velocidade pura.
Fontes, Henriques e Meireles procuram resposta
José Pedro Fontes chega particularmente motivado a uma das suas provas preferidas e determinado a colocar o novo Lancia Ypsilon Rally2 entre os candidatos aos melhores lugares do CPR. Gonçalo Henriques procura finalmente uma jornada sem contratempos com o Hyundai i20 N Rally2, depois de uma primeira parte da temporada marcada por pequenos problemas. O comportamento do modelo nas estradas insulares será, contudo, um dos pontos de interrogação.
Pedro Meireles também precisa de aproveitar a Madeira para recuperar terreno, enquanto Armindo Araújo, protagonista da luta pelos títulos nas duas últimas temporadas, permanece entre os pilotos capazes de alterar o rumo do campeonato. Ricardo Teodósio completa o grupo de candidatos que ainda procura uma vitória em 2026 e para quem um resultado forte na ilha será fundamental.
Meeke, Ruiloba e Basso elevam fasquia
Embora não interfiram diretamente nas contas do CPR, três pilotos internacionais acrescentam qualidade e dificuldade à luta pela vitória absoluta. Diego Ruiloba regressa com o Citroën C3 Rally2 para tentar o terceiro triunfo consecutivo, depois de ter vencido as edições de 2024 e 2025.
Giandomenico Basso, tetravencedor da prova, alinhará com um Škoda Fabia RS Rally2 e procura acrescentar novo sucesso a um palmarés que inclui triunfos em 2006, 2007, 2009 e 2013. Kris Meeke regressa ao Toyota GR Yaris Rally2 com o objetivo de conquistar uma prova que ainda não figura no seu currículo. Campeão português em 2024, o britânico será seguramente um dos pilotos mais rápidos do pelotão.
Madeira apresenta candidatos próprios
Os principais protagonistas do Campeonato de Ralis CORAL da Madeira também entram na discussão pelos primeiros lugares. Miguel Nunes, atual líder regional, alinhará com um Škoda Fabia RS Rally2, enquanto João Silva defenderá as cores da Toyota com um GR Yaris Rally2. Alexandre Camacho apresenta-se com o estatuto de recordista da prova, somando seis vitórias, e volta a ser um dos nomes incontornáveis da luta pela geral.
Miguel Caires e Artur Quintal reforçam o grupo de pilotos locais com viaturas Rally2, num pelotão onde o conhecimento das classificativas poderá assumir particular importância.
João Rodrigues defende liderança nas 2RM
A competição do CPR destinada às duas rodas motrizes contará com sete participantes, incluindo os principais candidatos ao título. João Rodrigues chega à Madeira na liderança com o Peugeot 208 Rally4 e terá como adversários diretos Hélder Miranda, também em Peugeot, e Pedro Silva, aos comandos do Lancia Ypsilon Rally4.
Pedro Câmara regressa à competição nacional com outro Peugeot 208 Rally4, juntando-se a Rafael Cardeira e ao ucraniano Anton Korzun, vencedor da categoria na Madeira em 2025. Afonso Seixas completa o pelotão do CPR 2RM com o Renault Clio Rally5.
Com o líder absoluto invicto, vários candidatos obrigados a recuperar pontos e um conjunto de estrelas internacionais e locais capaz de discutir a vitória, o Rali da Madeira promete ser o primeiro grande momento de verdade na luta pelo título nacional de 2026.
Sever do Vouga recebe, no sábado, 1 de agosto, uma iniciativa dedicada ao desporto motorizado adaptado, com palestra de Paulo Azevedo, sessão de autógrafos e experiências em viaturas de competição.
A FICAVOUGA 2026 será palco do RACE4ALL, uma iniciativa dedicada à inclusão através do desporto motorizado, agendada para sábado, 1 de agosto, em Sever do Vouga. Organizado pelo Vouga Sport Clube e promovido pela Promolafões, o evento será desenvolvido em benefício da Associação Pró-Cidadão Deficiente Integrado e pretende demonstrar que a dedicação, a persistência e a igualdade de oportunidades podem ajudar a superar obstáculos aparentemente intransponíveis.
Inspirado pelo sucesso do Motor de Sonhos, recentemente realizado em Oliveira de Frades, o projeto foi acolhido pelo Município de Sever do Vouga e integrado num dos maiores certames anuais da região.
O programa começa às 10h00, no Centro das Artes do Espetáculo de Sever do Vouga, com uma palestra protagonizada por Paulo Azevedo. Conhecido pelo trabalho desenvolvido nas áreas da motivação, superação e empreendedorismo, o orador dará a conhecer os objetivos do RACE4ALL e partilhará histórias de vida capazes de demonstrar o impacto que a inclusão e a criação de oportunidades podem ter na vida das pessoas. A sessão será aberta à comunidade de Sever do Vouga e aos visitantes da FICAVOUGA.
Pilotos proporcionam experiências em carros de competição
Às 15h00 terá lugar uma sessão de autógrafos no recinto da feira, com Paulo Azevedo e pilotos oriundos das modalidades de Kartcross, Ralicross e Drift. Cerca de uma hora depois, a ação passará para a Rua do Sobreiral, onde serão realizadas sessões de co-drive.
Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida terão a oportunidade de ocupar o lugar de navegador e sentir de perto as emoções proporcionadas por uma viatura de competição. A iniciativa pretende criar um ambiente de proximidade entre pilotos, participantes e público, utilizando o desporto motorizado como instrumento para promover a acessibilidade, a igualdade de direitos e o respeito pela diversidade.
Realizada entre 28 de julho e 2 de agosto, a FICAVOUGA reúne música, gastronomia, artesanato, comércio, tradições e momentos de convívio que atraem anualmente milhares de visitantes a Sever do Vouga.
Em 2026, o RACE4ALL acrescenta uma nova dimensão ao programa, transformando o primeiro dia de agosto numa celebração da superação e da capacidade de concretizar sonhos. Porque, quando todos recebem a oportunidade de os viver, os sonhos não conhecem limites.
Os inéditos MG GO! e MG Cyber Concept antecipam um utilitário elétrico previsto para 2027 e um SUV de altas prestações, projetando a herança desportiva da marca para uma nova geração de modelos eletrificados.
A MG escolheu o Goodwood Festival of Speed 2026 para apresentar mundialmente dois novos concept cars, concebidos para combinar o legado desportivo da marca britânica com as mais recentes tecnologias de eletrificação. O MG GO! antecipa um futuro modelo elétrico do segmento B, cujo lançamento está previsto para 2027, enquanto o MG Cyber Concept apresenta a visão da marca para um SUV elétrico de grandes dimensões e elevadas prestações.
Os dois protótipos demonstram caminhos distintos para o futuro da MG, mas partilham a intenção de criar automóveis tecnologicamente avançados, acessíveis a um público abrangente e capazes de estabelecer uma ligação emocional com os utilizadores.
MG GO! recupera espírito dos desportivos compactos
Totalmente desenvolvido pela equipa do MG Design Centre, em Londres, o MG GO! é um compacto 100% elétrico inspirado em modelos como o MGB GT, MG Metro Turbo, MG ZR e MG EX4. A linguagem visual combina elementos retrofuturistas com uma abordagem contemporânea, procurando recuperar a simplicidade, elegância e personalidade que distinguiram alguns dos modelos mais emblemáticos da marca durante o século XX.
Mais do que um exercício de nostalgia, o MG GO! pretende antecipar um automóvel de utilização quotidiana com identidade própria, proporções compactas e uma componente emocional pouco habitual no segmento.
“Quisemos criar algo compacto e contemporâneo, mas também acolhedor, expressivo e imediatamente cativante, uma verdadeira expressão de tudo o que admiramos na marca MG”, explicou Carl Gotham, diretor de Design Avançado da MG em Londres. “Não se trata de olhar para o passado por si só, mas de recuperar a clareza, o charme e o apelo emocional que sempre distinguiram a MG, reinterpretando-os de forma relevante para os dias de hoje”, acrescentou.
Cyber Concept antecipa SUV elétrico de alta performance
O MG Cyber Concept aponta para um futuro modelo do segmento D e transporta a herança desportiva da marca para o universo dos grandes SUV elétricos. A inspiração passa pelo lendário MG EX181, automóvel desenvolvido para bater recordes de velocidade em terra, mas também pela capacidade de reinvenção que tem acompanhado a história da marca.
Com proporções robustas, superfícies esculpidas e uma postura assumidamente dinâmica, o protótipo procura conciliar a versatilidade de um SUV com o desempenho e o prazer de condução associados aos modelos desportivos.
A filosofia passa por criar um automóvel capaz de responder à utilização urbana, às viagens de longa distância e a percursos mais exigentes, sem abdicar de uma personalidade visual forte.
“A excelência do design começa nas pessoas e não nos produtos. A tecnologia e a inovação são essenciais, mas podem ser partilhadas. O caráter, esse, não”, afirmou Jozef Kabaň, vice-presidente de Design Global da MG. “Um bom design deve despertar curiosidade, entusiasmo e desejo. Deve fazer as pessoas parar, sorrir e querer descobrir mais”, sublinhou.
A participação da MG em Goodwood incluirá também o Future Motion Show, um espetáculo protagonizado por robôs de última geração. A iniciativa pretende demonstrar as competências da marca nas áreas da inteligência artificial, conectividade e condução inteligente, com recurso a sensores, câmaras e tecnologia LiDAR.
Além dos dois concept cars, estarão expostos seis modelos recentes da gama MG, representando propostas híbridas plug-in, Hybrid+ e totalmente elétricas. Entre eles encontram-se o SUV de sete lugares MGS9 PHEV, o MG4 Urban, o MG HS Plug-in Hybrid, o MG ZS Hybrid+, o tecnológico MG IM5 e o roadster elétrico MG Cyberster.
Com os novos MG GO! e Cyber Concept, a marca procura demonstrar que a eletrificação não implica abandonar a identidade desportiva construída ao longo de mais de um século, mas sim adaptá-la a novas formas de mobilidade.
Dupla da KIA-ACP Electric-BP triunfou na estreia da prova no Campeonato de Portugal de Novas Energias-PRIO e reforçou a liderança entre pilotos e navegadores.
Eduardo Carpinteiro Albino e José Carlos Figueiredo venceram o Eco Rally do Mondego, disputado este fim de semana e pontuável pela primeira vez para o Campeonato de Portugal de Novas Energias-PRIO. Aos comandos de um KIA EV4 da equipa KIA-ACP Electric-BP, a dupla alcançou um resultado importante para as contas do campeonato, reforçando a liderança das classificações de pilotos e navegadores.
Carlos Silva e Sancho Ramalho terminaram no segundo lugar da classificação de regularidade, com o BMW i3 da Prolama Competição, enquanto Emilien Le Borgne e Alexandre Stricher completaram o pódio ao volante de um Leapmotor T03 da Mini Inches Eco Team.
Nuno e Sofia Geada vencem eficiência energética
Na componente de eficiência energética, Nuno Geada e Sofia Geada foram os mais eficazes com um Mini Cooper SE. João Gonçalves e Pedro Condessa, também num Mini Cooper SE, terminaram na segunda posição, enquanto Carlos Silva e Sancho Ramalho juntaram o terceiro lugar nesta classificação ao segundo posto alcançado na regularidade. Paula Joaquim e Sofia Escarigo, em Tesla Model 3 Dual Motor, foram distinguidas como a melhor equipa feminina da prova.
Eduardo Carpinteiro Albino e José Carlos Figueiredo venceram ainda a Power Stage disputada no Kartódromo de Vila Nova de Poiares. Já Emilien Le Borgne e Alexandre Stricher conquistaram o Troféu Mondego.
Reservado a automóveis totalmente elétricos, o Eco Rally do Mondego apresentou um percurso total próximo dos 245 quilómetros, dos quais cerca de 148 integraram troços classificativos. A estreia no Campeonato de Portugal de Novas Energias-PRIO terminou com um balanço positivo nas vertentes desportiva e de sensibilização ambiental, reforçando a utilização da competição como plataforma de promoção da mobilidade elétrica.
O campeonato regressará entre 2 e 4 de outubro, com o Eco Rally da Madeira, prova igualmente integrada na FIA Eco Rally Cup. A temporada terminará nos dias 7 e 8 de novembro, com a realização do Fafe Eco Rally.
Grelhas com mais de 50 carros, crescente presença internacional, novas categorias e um paddock que junta profissionais, jovens talentos e gentleman drivers confirmam a maturidade do projeto promovido pela Race Ready.
A temporada de 2026 está a confirmar uma evolução construída ao longo dos últimos anos. O Supercars Endurance atravessa o período mais forte da sua história, apresentando, nas rondas disputadas em circuitos permanentes, mais de 50 automóveis distribuídos por duas grelhas. O crescimento do número de pilotos e equipas, o reforço da componente internacional e o aparecimento de novas categorias demonstram a maturidade alcançada pelo projeto promovido pela Race Ready.
Para Diogo Ferrão, responsável máximo da organização, os resultados são consequência de vários anos de trabalho, decisões estratégicas e capacidade para preservar a visão inicial, mesmo quando muitos duvidavam da viabilidade de um campeonato ibérico dedicado aos Grande Turismo. “Todas as histórias de sucesso se explicam pela conjugação de vários fatores. Destacaria, em primeiro lugar, a resiliência e a capacidade de adaptação”, afirmou.
“O projeto não foi inicialmente bem recebido, porque muitos consideravam que um campeonato deste nível seria demasiado caro para a realidade da Península Ibérica. Demonstrámos precisamente o contrário: apesar do glamour e das prestações dos GT, os custos de utilização são perfeitamente razoáveis.” Segundo Diogo Ferrão, a organização teve de adaptar progressivamente o formato às necessidades dos participantes, sem abdicar do conceito definido desde o primeiro dia.
Paixão e condições únicas na Península Ibérica
A equipa que sustenta o campeonato é apontada como outro dos pilares do crescimento. “Só uma equipa verdadeiramente apaixonada consegue suportar a pressão constante das equipas e dos pilotos, as longas semanas de preparação e a necessidade permanente de encontrar soluções para os imprevistos”, destacou o responsável da Race Ready.
A localização geográfica constitui também uma vantagem competitiva. A Península Ibérica dispõe de circuitos modernos, estruturas qualificadas, oficiais experientes e condições meteorológicas que permitem competir durante grande parte do ano. “Temos alguns dos melhores circuitos da Europa, técnicos altamente qualificados, estruturas de enorme qualidade e uma reconhecida tradição ao nível dos oficiais de prova”, salientou Diogo Ferrão.
“Tudo isto ajuda a explicar por que razão tantos pilotos internacionais escolhem o Supercars Endurance e por que motivo os pilotos ibéricos encontram cada vez menos razões para procurar alternativas noutros países.”
Campeonato torna-se escola para jovens talentos
A evolução não se limita à dimensão das grelhas. A qualidade do pelotão também aumentou, reunindo pilotos profissionais, jovens provenientes de vários continentes e equipas habituadas aos principais campeonatos internacionais. Para muitos pilotos em início de carreira, o Supercars Endurance passou a ser encarado como uma plataforma de aprendizagem antes da entrada em competições europeias de maior dimensão.
“Tem acontecido cada vez mais que jovens interessados em construir uma carreira nos GT chegam até nós por recomendação de profissionais internacionais e até de programas oficiais de construtores”, revelou Diogo Ferrão.
“Existe hoje a perceção de que realizar uma primeira temporada no Supercars Endurance representa uma excelente oportunidade para ganhar experiência, competitividade e maturidade.”
Profissionais e gentleman drivers no mesmo paddock
O campeonato mantém, contudo, uma das características presentes desde a sua criação: a capacidade de reunir pilotos profissionais e gentleman drivers, oferecendo contextos competitivos adequados aos diferentes níveis de experiência. A criação da GT4 Am respondeu precisamente às necessidades dos pilotos que começaram a competir mais tarde e não tiveram um percurso tradicional de formação.
“É muito interessante observar a evolução destes pilotos. Muitos começaram sem experiência significativa e, graças ao talento, à telemetria, aos modernos sistemas de aquisição de dados e ao apoio de pilotos mais experientes, conseguem reduzir os tempos por volta de forma impressionante”, explicou. “Ao fim de alguns anos, muitos já discutem posições com pilotos considerados profissionais.”
GTC conquista grelha própria
A mesma filosofia esteve na origem da divisão GTC, criada para permitir que modelos GT com homologações já terminadas continuassem a competir. Além de prolongar a vida desportiva destas máquinas, a categoria oferece uma porta de entrada mais acessível no universo do Supercars Endurance, sem exigir o investimento associado à aquisição de um GT4 recente.
“A GTC começou como uma categoria integrada na grelha dos GT4. O interesse cresceu de tal forma que passámos a ter condições para organizar corridas próprias, algo muito importante para o futuro da divisão”, sublinhou Diogo Ferrão.
A situação dos Turismos é diferente. Apesar da qualidade das máquinas presentes, o número de participantes continua abaixo das expectativas da organização. A BMW M2 Cup Iberia poderá desempenhar um papel importante no crescimento desta grelha, embora os atrasos iniciais na entrega dos automóveis tenham condicionado a estreia do projeto.
“O primeiro carro apenas chegou à Península Ibérica no final de abril, o que limitou as possibilidades de realizar testes com potenciais interessados”, explicou. “A partir de setembro, os prazos de entrega serão bastante mais curtos. Já temos cinco carros na Península Ibérica e teremos condições para organizar muito mais sessões de teste.”
Vila Real continua a ser um desafio
O crescimento registado nas rondas disputadas em circuitos permanentes não encontra ainda correspondência em Vila Real. As características do traçado citadino e a perceção de maior risco entre os participantes internacionais fazem com que a jornada transmontana apresente uma grelha mais reduzida e praticamente composta por pilotos portugueses.
“Em Vila Real acabamos por ter quase exclusivamente pilotos nacionais. Muitos estrangeiros gostam bastante da experiência, mas não regressam”, reconheceu Diogo Ferrão, destacando Adam Fawsitt como uma das exceções em 2026.
O responsável admite que será necessário analisar o tema em conjunto com os responsáveis pelo circuito para encontrar soluções capazes de atrair mais concorrentes internacionais.
Novos circuitos interessados no campeonato
A organização continua igualmente a estudar alternativas para o calendário, embora a compatibilização de datas com outras competições internacionais represente um desafio. “Todos os anos analisamos diferentes possibilidades. O problema é encontrar datas compatíveis com os campeonatos onde muitas das nossas equipas também competem”, explicou Diogo Ferrão.
“Mas é um excelente problema. Significa que existem muitos circuitos interessados em receber o Supercars Endurance, o que demonstra o crescimento do campeonato e do público conquistado em cada evento.” Depois da pausa de verão, o Supercars Endurance regressará à competição entre 25 e 27 de setembro, no Circuit Ricardo Tormo, em Valência, para mais uma jornada pontuável para o Iberian Supercars e para o Campeonato de España de Supercars.
Primeiro automóvel entregue foi um Zeekr 7X Privilege, reservado pelos clientes que aderiram à marca durante a sua apresentação oficial no mercado nacional.
A Zeekr assinalou o início oficial das entregas em Portugal com a entrega de um Zeekr 7X Privilege a um cliente, numa cerimónia realizada em Cascais. Os proprietários foram também os primeiros clientes a reservar um modelo da marca durante a estreia pública da Zeekr no mercado português, transformando esse primeiro contacto numa decisão de compra.
Representada em Portugal pela Salvador Caetano Auto, a marca inicia assim uma nova etapa da sua implementação nacional, onde dispõe atualmente de uma gama totalmente elétrica composta pelos Zeekr X, Zeekr 001, Zeekr 7X e Zeekr 7GT.
Primeiro cliente escolheu o Zeekr 7X mais potente
A primeira unidade entregue corresponde à versão Privilege do Zeekr 7X, um SUV elétrico de dimensões médias desenvolvido sobre uma arquitetura de 800 volts. O modelo anuncia uma autonomia de até 543 quilómetros no ciclo WLTP e permite carregar a bateria dos 10 aos 80% em 16 minutos. Com dois motores elétricos, a versão Privilege desenvolve 475 kW, equivalentes a 646 cv, e 710 Nm de binário. A aceleração dos 0 aos 100 km/h é cumprida em 3,8 segundos.
Desenhado na Suécia, o Zeekr 7X combina linhas exteriores simples e superfícies esculpidas com um habitáculo orientado para o espaço, a tecnologia e o conforto.
“Esta primeira entrega representa um novo marco na jornada da Zeekr em Portugal. Com o arranque das entregas aos clientes, os modelos começam a chegar às estradas portuguesas”, destacou Paulo Ferreira, COO da Zeekr Portugal. O responsável acrescentou que a marca pretende proporcionar uma experiência de mobilidade baseada na tecnologia, desempenho e qualidade de construção.
Quatro modelos elétricos disponíveis
Todos os modelos comercializados pela Zeekr em Portugal utilizam a arquitetura SEA — Sustainable Experience Architecture — e disponibilizam tecnologias como carregamento ultrarrápido, atualizações remotas, conectividade e sistemas avançados de assistência à condução. A marca destaca ainda que os quatro modelos da gama receberam a classificação máxima de cinco estrelas nos testes de segurança Euro NCAP.
Com a primeira entrega concluída, a Zeekr dá continuidade ao plano de expansão no mercado nacional, procurando afirmar-se no segmento premium da mobilidade elétrica através de uma oferta centrada no design, inovação e tecnologia.