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  • Novo Renault Arkana: uma abordagem híbrida ao estilo SUV-Coupé

    Com o lançamento do SUV Coupé Arkana, a Renault reinventa os cânones tradicionais do mercado, para se tornar a primeira marca generalista a oferecer um SUV Coupé no velho-continente. Um modelo que complementa a oferta da Renault no segmento dos familiares compactos (Mégane, Kadjar e Scénic) e que visa o segmento SUV, que continua a crescer aceleradamente um pouco por todo o mundo.

    O Novo Renault Arkana combina as caraterísticas de um SUV e de um Coupé, oferecendo avançadas tecnologias híbridas, com o melhor de ambos os mundos – uma confortável posição de condução sobrelevada, um generoso espaço habitável, uma apreciável capacidade para bagagens, bem como um estilo inovador e distinto.

    A nova proposta da marca francesa assegura uma experiência de condução ainda mais ágil e entusiasmante, especialmente com o nível R.S Line e com a última e mais evoluída tecnologia totalmente híbrida – E-TECH Hybrid – para além da restante oferta de motores 1.3 TCe, associados a um sistema micro-híbrido de 12V.  

    Seguindo as “pegadas” do Clio, Captur e Mégane, a Renault vai adotar a mesma estratégia e integrar o inovador sistema híbrido E-TECH no Novo Arkana. A motorização híbrida é a mesma que está disponível no Clio E-TECH Hybrid, que assegura que o Arkana arranque sempre no modo elétrico, oferecendo um acrescido prazer de condução em todas as situações. Esta motorização oferece um excelente rendimento energético, graças à inovadora caixa multi-modo, ao evoluído sistema de recuperação da energia em travagem e à alta capacidade do sistema de carregamento da bateria automático. Com o sistema E-TECH, o Arkana pode rodar até 80% do tempo em cidade no modo elétrico, reduzindo assim até 40% as emissões de CO2 e os gastos de combustível, quando comparado com uma motorização convencional a combustão. O condutor pode ainda tirar partido do sistema MULTI-SENSE, que permite selecionar modos de utilização distintos: My Sense para a condução diária, ECO para garantir consumos e emissões ainda mais reduzidos e Sport, que combina a potência dos motores para garantir melhores prestações dinâmicas. A versão E-TECH Hybrid estará disponível em toda a gama Arkana em 2021, incluindo no nível de equipamento R.S. Line.

    Para François Laurent, Diretor do Programa Arkana, “O Novo Arkana é mais um exemplo de que como a modernidade e a inovação estão imbuídas no ADN da Renault. É, a todos os níveis, um híbrido, e agrega, na perfeição, as caraterísticas intrínsecas de um Coupé e de um SUV, combinando a agilidade com a versatilidade. A tecnologia híbrida do Arkana, com o inovador sistema E-TECH no topo da oferta garante uma experiência de condução única, assegurando o prazer de condução, mas com reduzidas emissões de CO2 e uma maior economia e eficiência nos gastos de combustível.”

    O carro foi concebido para cumprir as expetativas dos diferentes mercados internacionais e espelha, na perfeição, a abordagem global do Grupo.  Na Europa, o novo Arkana é baseado na plataforma modular CMF-B da Aliança, a mesma que também equipa as últimas gerações do Clio e do Captur. Chegará ao mercado no primeiro semestre de 2021.

  • Teotónio e Morgadinho alinham em Vouzela para preparar Vidreiro

    Fernando Teotónio e Luís Morgadinho alinham no Constálica Rallye Vouzela já com os olhos postos na prova seguinte. O Rali Vidreiro é decisivo para as aspirações ao título nacional de RC2N. Como tal, este regresso ao CCR serve fundamentalmente de teste em competição, sem a dupla enjeitar a luta pelo triunfo na prova do GAS.

    E não é que a meio desta temporada, Fernando Teotónio e Luís Morgadinho, vão poder matar saudades não só das lides a Centro, que os levaram à vitoriosa época de 2019, mas também do Mitsubishi Lancer EVO IX que lhes serviu de arma nos títulos então alcançados?!

    A dupla do Macambi Racing Team assume assim um regresso extemporâneo ao calendário do Campeonato Centro de Ralis, onde medirá forças com um naipe de fortes adversários ao longo da edição 2020 do Constálica Rallye Vouzela.

    Quanto a objetivos, são muito claros: “perante a hipótese de estarmos presentes em Vouzela e tendo em conta os problemas que sentimos nos ralis anteriores e a proximidade do Rali Vidreiro, decidimos aproveitar a oportunidade para rodar no sentido de readquirimos confiança e ritmo e também de fazer alguns testes de pneus”, revele Fernando Teotónio. Para o piloto, este rali é “importante perante a responsabilidade que temos de estar no Vidreiro preparados para lutar ela vitória nos RC2N, único resultado que nos permitirá continuar a lutar pelo título. Esta não está a ser uma época fácil, mas sempre pautamos a nossa carreira pela entrega e pela garra e daremos tudo nas provas que faltam!”.

    Mas mesmo tendo em conta os objetivos maiores que transforma a presença em Vouzela num longo teste em competição, nem por isso a dupla enjeita lutar por aquilo que, em 2019, foi a receita habitual: vencer. “Mesmo sem ser esse o nosso objetivo principal e sabendo que estamos já um pouco desabituados do EVO IX, nunca entramos num rali apenas para andar e terminar. Não está nos nossos genes”, assume Luís Morgadinho. O team manager e navegador assume que “se o carro corresponder e se o nosso ritmo assim o permitir, queremos estar na luta pelos lugares de pódio, sem colocar de lado juntar mais uma vitória ao nosso palmarés”,

    Sob a égide do GAS (Gondomar Automóvel Sport), a prova terá todo o seu programa competitivo cumprido domingo, 27 de setembro. Serão 58,65 kms contra o cronómetro, distribuídos por 3 passagens pelas especiais de Sra. Castelo/Constálica (6,05km) e de Penoita/SIN Profile (13,50km).

  • RallySpirit adiado

    Agravamento da situação de saúde pública nacional justifica decisão. A precisamente um mês do arranque, o RallySpirit, prova incontornável no panorama dos Rally Legends internacionais vai ser, infelizmente, adiado. Uma decisão justificada pelo visível agravamento das condições de saúde pública do país, no contexto da pandemia COVID-19.

    De forma ponderada e responsável, entenderam os responsáveis da X Racing (entidade organizadora e promotora da prova), em conjunto com as autarquias de Barcelos, Porto e Vila Nova de Gaia, fortemente empenhadas no projecto, não estarem reunidas as condições mínimas de segurança em matéria de saúde pública para a realização do evento. Para além da actual conjuntura, acresce principalmente o espectro de um possível agravamento do quadro evolutivo da situação, que, a concretizar-se, obrigaria, à última da hora, ao definitivo anulamento da prova, prejudicando, inclusive, a sua viabilidade futura.

    E se é certo que este era um cenário indesejado por equipas, patrocinadores, parceiros, organizador e, sobretudo, pelos muitos fãs que o evento já granjeou, também é da mais clara justiça referir que a possibilidade de adiamento ou anulação ficou, desde sempre, “em cima da mesa”, na eventualidade de uma evolução negativa da situação assim o obrigar, quando, há cerca de três meses, o RallySpirit 2020 foi dado a conhecer.

    Assim que as condições o permitam, a prova, que este ano passou a integrar o “Slowly Sideways Europe” (competição que reúne alguns dos melhores Rally Legends mundiais), voltará, certamente, ainda mais forte e emocionante, confirmando as expectativas de que a sua sexta edição tem tudo para ser uma das melhores de sempre. Inicialmente agendada para 22/24 de outubro deste ano, o evento deverá agora, então, realizar- se durante o primeiro semestre de 2021, mais precisamente entre o final do primeiro trimestre e início do segundo, numa decisão sempre dependente da conjuntura da pandemia.

    Pedro Ortigão, um dos responsáveis da X Racing, sublinha: “É com profunda tristeza que somos forçados a adiar a 6a edição do RallySpirit. Contudo, numa atitude responsável e face ao panorama dos últimos dias e em conformidade com o compromisso desde sempre assumido com todos os intervenientes, esta é a única decisão prudente que podíamos tomar. Mais do que uma prova de componente marcadamente desportiva, o RallySpirit é um evento de envolvência emocional e, infelizmente, essa característica tão peculiar e apreciada, jogou, no actual contexto, contra a prova. O facto de mobilizar milhares de espectadores e promover a sua entusiástica concentração à volta de carros verdadeiramente emblemáticos, aos quais o apelo de proximidade é difícil de resistir, colocaria em perigo a segurança da saúde pública, que tem que assumir sempre estatuto prioritário.”

    Acrescentou ainda que “para nós, organizadores, este adiamento é um golpe muito duro. A grande imprevisibilidade que existe actualmente é o nosso principal inimigo e traz-nos enormes dificuldades na organização de um evento desta natureza”. Contudo, com o adiamento do evento para 2021, Pedro Ortigão também faz questão de referir que “fica aberta a porta das emoções para a realização do RallySpirit – caso a situação de saúde pública evolua no sentido positivo – no primeiro semestre de 2021, naquilo que gostaríamos que fosse interpretado como um claro sinal de agradecimento ao apoio de equipas, pilotos e espectadores, que continuam a acreditar e a incentivar o sucesso do RallySpirit”.

  • Nissan combina tradição, perícia e robôs para produzir o JUKE de dois tons

    O processo de pintura de dois tons do JUKE inspira-se no passado e baseia-se na perícia humana combinada com a precisão de robôs de alta tecnologia. As pinturas de dois tons respondem ao desejo de personalização dos clientes.

    Uma combinação de dois tons confere ao JUKE o seu carácter distintivo e ajuda os condutores a expressarem o seu próprio estilo. Olhar retrospetivamente para as tendências de estilo do passado provoca frequentemente uma de duas reações: profundo constrangimento ou a esperança de que algumas delas voltem a estar na moda. Isto é compreensível, dado que as tendências que melhor recordamos de qualquer era tendem a ser as mais polarizantes. Por isso, quando se tratou de trazer uma tendência antiga para a estética automóvel, aplicando dois tons de acabamento de pintura num automóvel, fez sentido para a Nissan recuperar esta tendência no seu modelo mais polarizante: o pioneiro e único Nissan JUKE.

    A nostalgia está também cada vez mais em voga nos mundos da moda, da arte e do design, especialmente no que respeita aos anos 80 e 90. Para se manter a par dos interesses dos clientes é importante que a Nissan reflita estas tendências e identifique os sucessos de décadas passadas, destacando-se a tendência de dois tons. E tendo em conta os arquivos da Nissan, com certeza existe uma rica herança de combinações de cor para escolher.

    A equipa por trás da pintura de dois tons do JUKE

    A tarefa de desenvolver a gama abrangente de cores da carroçaria foi incumbida ao estúdio de design de cor da Nissan Design Europe (NDE), Londres, enquanto a unidade de fabrico da Nissan em Sunderland teve a seu cargo o processo de precisão da pintura.

    A equipa da NDE em Londres, liderada por Lesley Busby, Diretora de Cor, identificou as cores e desenvolveu combinações de dois tons que viriam a constituir a paleta de cores completa do JUKE. Clare Errington, Diretora da Oficina de Pintura na fábrica da Nissan em Sunderland, foi responsável por assegurar que as cores seriam reproduzidas e aplicadas de forma precisa no fabrico do JUKE.

    Lesley, Clare e as respetivas equipas trabalharam durante mais de um ano até ser pintado o primeiro automóvel de um cliente com um processo de experimentação rigoroso para assegurar a precisão da cor.

    Para saber mais sobre o legado de design de veículos da Nissan com pintura de dois tons, visite www.newsroom.nissan-europe.com/pt.

  • Filipe Abrantes suspende época

    A representar as cores da JMR Competição no Citroen C2R2, Filipe Abrantes e Marco Vilas Boas, vão suspender a sua época desportiva e já não irão estar à partida do Constálica Rallye Vouzela.

    “São alguns os factores que nos levam a suspender a nossa época desportiva. Além de questões profissionais, existem ainda outras situações com as quais não nos revemos e, como tal não podemos continuar a compactuar. Nós, pilotos do Campeonato Centro de Ralis não podemos continuar a ser os bobos da corte. Se no passado já nos unimos e conseguimos levar os nossos intentos a bom porto, está novamente na altura de nos voltarmos a unir e conseguirmos os nossos objetivos”, referiu o piloto.

    “Numa altura em que a FPAK, Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, até baixou os valores das taxas, as organizações não podem continuar a inflacionar o preço das inscrições. Aumentou-se a quilometragem das provas mas o valor por quilómetro inflacionou bastante. As organizações não podem continuar a fazerem o que querem e bem lhes apetece e esperar que os pilotos continuem a aparecer como se nada se passasse”, afirmou Filipe Abrantes.

    “Não iremos marcar presença no Rali Vidreiro Centro de Portugal porque achamos que a comitiva do Campeonato Centro de Ralis não tem que integrar as provas do Campeonato Portugal de Ralis”, salientou o piloto. Para Filipe Abrantes, “fazermos as provas integrados no CPR faz com que não tenhamos nenhum tipo de visibilidade nem dos nossos parceiros e, encontramos os troços muito sujos e degradados pondo em causa a nossa performance e objectivos nas provas. Estamos cansados e fartos de sermos apenas e só pagantes e não termos benefícios nenhuns. Nos últimos anos temos batalhado nesta questão mas nada tem sido feito e continuamos a ter provas do “Regional” juntamente com as do Nacional. Gostamos de estar nos ralis para nos podermos divertir mas em segurança e também queremos ter e dar visibilidade a quem nos apoia. Espero que todos os pilotos se unam e consigamos fazer com que as nossas reivindicações sejam ouvidas e postas em prática”, concluiu Filipe Abrantes muito desagradado com os acontecimentos surgidos no Campeonato Centro de Ralis.

  • Pedro Dias da Silva e José Janela no “top five”

    Terminou ao início da tarde na Sertã mais uma edição da Baja TT do Pinhal, organizada pela Escuderia de Castelo Branco. Este regresso do Campeonato de Portugal de TT, depois de uma paragem de seis meses, ficou marcado por muita chuva e lama, que influenciaram de forma decisiva o desenrolar dos acontecimentos neste terceiro evento da temporada.

    Pedro Dias da Silva/José Janela levaram a Ford EXR 05 ao quinto lugar final, graças a uma segunda etapa de grande nível, na qual recuperaram três posições, depois dos problemas de travões na etapa de arranque e que os relegaram para o oitavo lugar na noite de ontem. Esta excelente recuperação deu-se num dia em que os pisos se apresentaram com lama, mas sem chuva e no final Pedro Dias da Silva confessava que “foi uma prova dura, mas o prémio final é bastante saboroso. Hoje conseguimos andar bem, apesar de algumas falhas de travões, felizmente menos acentuadas que as de ontem. A equipa está de parabéns pelo trabalho feito em condições muito difíceis como as que encontramos aqui este fim-de-semana. Agora temos menos de uma semana para colocar os carros a postos para a Baja TT Capital dos Vinhos.”

    Relativamente às outras duas equipas PRK, Edgar Condenso/Nuno Silva (Ford EXR 05) abandonaram ainda na primeira etapa, enquanto Mike Braun/Ivo Santos (Porsche Proto) se viram impedidos de retirar o carro do Parque Fechado esta manhã, devido a problemas elétricos.

    O Campeonato prossegue já no próximo fim-de-semana, de 25 a 27 de Setembro, com a Baja TT Capital dos Vinhos, levada a cabo pela Sociedade Artística Reguenguense.

  • João Ramos venceu e convenceu na Baja TT do Pinhal

    Na retoma do todo-o-terreno, João Ramos foi o piloto que mais se destacou. O piloto da Toyota Hilux, navegado por Vítor Jesus, venceu a Baja TT do Pinhal e obteve a pontuação máxima pois conseguiu, além do triunfo absoluto, ser o mais rápido nos dois sectores selectivos da competição organizada pela Escuderia Castelo Branco. Miguel Barbosa terminou em segundo lugar, enquanto o campeão nacional em título, Tiago Reis, fechou o pódio.

    João Ramos confirmou a supremacia evidenciada no primeiro dia com a vitória no final da Baja TT do Pinhal. Depois de ter sido o mais rápido na etapa inaugural, o portuense tinha um desafio suplementar para o segundo dia de competição: abrir a pista. O facto de sair à frente dos adversários podia, em teoria, penalizá-lo, mas isso não se verificou. Ramos passou no primeiro controlo de passagem com o segundo melhor tempo no sector, atrás de Miguel Barbosa. Mas a diferença era de apenas um segundo. No controlo seguinte, já estava na frente e, a partir daí, aumentou a diferença para concluir os quase 300 quilómetros de prova com uma vantagem de 3m09s sobre Miguel Barbosa. Com este resultado, Ramos repete o triunfo de 2018.

    “Foi uma prova extremamente dura. Muito enrolada, como é característico deste local. Pelo traçado ser tão enrolado, o roadbook é um trabalho incrível que o navegador faz. Parabéns à organização por todos os esforços e nós também estamos de parabéns”, salientou João Ramos mal terminou o último sector selectivo.

    O primeiro a dar os parabéns aos vencedores foi Miguel Barbosa, que faz um balanço positivo da sua participação na Baja TT do Pinhal. O piloto da Toyota Hilux não esconde que queria vencer, mas realça os pontos conquistados. “Correu bem. Terminámos em segundo lugar, conseguimos pontos importantes para o campeonato. Temos de fazer as provas todas até ao fim porque não fomos a Beja. Com a proximidade entre provas, era importante pontuar aqui. Obviamente que gostaríamos de ter ganho, mas parabéns aos vencedores que fizeram uma grande prova”, afirmou Miguel Barbosa.

    Já o campeão nacional, Tiago Reis, repetiu o terceiro lugar do ano passado a pouco menos de oito minutos do vencedor.

    A prova, que contou com o apoio dos municípios de Proença-a-Nova, Sertã e Vila Velha de Ródão, voltou a ficar marcada pelos percursos exigentes e desafiantes que colocaram pilotos e máquinas à prova. Que o diga o vencedor da edição de 2019, Nuno Matos, que, desta vez, não foi além do sétimo lugar.

    Na categoria T2, João Ferreira recuperou terreno e chamou a si a vitória na Baja TT do Pinhal. No início da segunda etapa, o piloto do Nissan Pathfinder estava em desvantagem e Georgino Pedroso entrava em acção para defender a liderança. Os dois protagonizaram um duelo intenso, com algumas trocas de posições. Mas, no final, foi Ferreira quem levou a melhor.

    Entre os T8, José Mendes foi o último a rir. O piloto da Mitsubishi L200 partiu para a derradeira etapa a mais de oito minutos do líder, Michael Braun, mas adoptou um ritmo constante e regular para assumir a liderança quando o adversário do Porsche Cayenne ficou de fora de prova. Destaque final para José Marrazes que, ao volante de um Nissan D21, acabou no primeiro lugar da Taça de Portugal de TT.

  • Campeonato de Portugal de Karting KIA manteve nível muito competitivo em Portimão


     Xavier Lázaro, Guilherme Morgado, Noah Monteiro, Rodrigo Testa, Jesse Doorgeest, Rodrigo Ferreira, Hugo Marreiros e Sérgio Carvalho venceram a terceira prova do Campeonato de Portugal de Karting KIA 2020, disputada este fim de semana no Kartódromo Internacional do Algarve, em Portimão, sob a organização da ACDME.
     
    A terceira jornada do Campeonato de Portugal de Karting KIA contou com 67 participantes e, em todas as categorias, assistiram-se a duelos bem interessantes pelas vitórias, mas também pelos lugares de acesso ao pódio e outras posições de relevo. A categoria X30, que contou com 22 participantes, voltou a proporcionar corridas bem intensas, assim como a Juvenil, em que o desfecho quanto ao vencedor foi sempre imprevisível.
     
    Na categoria Iniciação, Frederico Correia foi o mais rápido na sessão de treinos cronometrados e venceu as duas mangas de qualificação. Na Pré-Final, triunfou Xavier Lázaro, assim como na Final, somando a segunda vitória consecutiva. Francisco Correia e Guilherme Santos terminaram nos lugares do pódio, enquanto Francisco Iglésias, Martim Gomes, Duarte Vaz e Lourenço Antunes fecharam o top-7, respetivamente.
     
    Na categoria Cadete 4T, Lourenço Rocha começou por ser o mais rápido na sessão de treinos cronometrados, Martim Meneses impôs-se na primeira manga de qualificação e Guilherme Morgado triunfou na segunda. Na Pré-Final, Guilherme Morgado voltou a vencer, assim como na Final, onde Tomás Fernandes foi segundo classificado e Lourenço Rocha completou o pódio. Francisco Oliveira e Martim Meneses, encerraram, por esta ordem, o top-5.

    Rodrigo Vilaça foi o mais rápido na sessão de treinos cronometrados, enquanto Rodrigo Seabra venceu a primeira manga de qualificação e Pedro Cachada triunfou na segunda.
    Na Pré-Final, venceu Noah Monteiro, bem como na Final, tirando o melhor proveito de arrancar da pole-position para liderar de princípio a fim, festejando assim mais uma vitória, numa corrida em que teve como principal opositor Rodrigo Seabra. Gustavo da Silva completou o pódio, Pedro Cachada assegurou o quarto lugar e Rodrigo Vilaça fechou o top-5, fazendo uma notável recuperação desde o 12.º lugar.
     
    Na categoria Júnior, Duarte Pinto Coelho foi o mais rápido na sessão de treinos cronometrados e venceu as duas mangas de qualificação. Na Pré-Final, o piloto de Lisboa voltou a impor-se e na Final encetou mais um intenso duelo com Rodrigo Testa, piloto que viria a ver a bandeira xadrez na primeira posição. Duarte Pinto Coelho foi assim segundo classificado, Diogo Martins completou o pódio, enquanto Diogo Castro e o sul-coreano Kim Junho encerraram, por esta ordem, o top-5.
     
    Luís Alves foi o mais rápido na sessão de treinos cronometrados da categoria X30 e venceu a primeira manga de qualificação, enquanto que na segunda triunfou Miguel Silva. Na Pré-Final, impôs-se Jesse Doorgeest, piloto holandês que viria a bater toda a concorrência na Final, com Miguel Silva e Luís Leão a garantirem as terceira e quarta posições, enquanto Frederico Peters e Luís Alves fecharam, respetivamente, o top-5, num pelotão com 22 concorrentes.
     
    Na categoria X30 Super Shifter, Ricardo Borges foi o mais rápido na sessão de treinos cronometrados, mas depois foi Rodrigo Ferreira quem venceu as duas mangas de qualificação à geral e na Sénior, triunfando Hugo Marreiros na Master e Sérgio Carvalho na Gentleman. Na Pré-Final, Rodrigo Ferreira voltou a impor-se, assim como na Final, venceu à geral e na Sénior. Hugo Marreiros foi segundo classificado à geral e venceu entre os Masters, enquanto Sérgio Carvalho triunfou na classe Gentleman.
     
    A quarta prova está agendada para 17 e 18 de outubro e será disputada no Kartódromo Internacional de Braga.
     
    Todas as classificações em: http://cpkarting.pt/resultados/

  • Peugeot anuncia “le Mans Hypercar”

    Por ocasião da 88ª edição das 24 Horas de Le Mans, a marca francesa, em parceria com a Total, deu oficialmente início ao seu projeto conjunto de um “Le Mans Hypercar” (LMH), um novo regulamento que antevê uma nova era para a classe rainha das corridas de resistência, espelhando a transição energética de ambas as empresas.

    https://youtu.be/IbeBwNoywIk

    “Le Mans é o ‘Santo Graal’ do desporto automóvel”, refere Jean-Philippe Imparato, diretor da marca. “É a corrida que define quem é o vencedor e não o contrário. Para nós, essa realidade está representada em 3 vitórias, mas também no muito esforço, sofrimento, alegria e um incrível espírito de equipa com a Total, com quem celebramos, em 2020, 25 anos de colaboração entre as nossas duas empresas.”

    A escolha da categoria LMH foi ditada por vários critérios, incluindo o de uma certa liberdade em termos aerodinâmicos. Isto permite integrar os códigos estéticos da marca com o apoio do Design Peugeot. Esta colaboração já arrancou e permite, por ocasião da presente edição das 24 Horas de Le Mans 2020, desvendar um conjunto de esboços reveladores das primeiras linhas de design e introduzir os princípios fundamentais e regulamentares, em termos de dimensões.

    Para o efeito, iniciou o desenvolvimento de um Hypercarro híbrido eletrificado, cujo design icónico terá a assinatura “Neo Performance”.  Após o lançamento das várias fases de estudo para a arquitetura geral, o conceito de aerodinâmica e a escolha da arquitetura do motor, seguir-se-ão a definição final da estrutura elétrica e do conceito da cadeia de tração híbrida. Todos os departamentos técnicos da PEUGEOT Sport estão envolvidos nestes processos.

    Segundo Olivier Jansonnie, Diretor Técnico do Programa WEC, da PEUGEOT Sport, “O carro terá, assim, tração integral e, conforme exigido pelo regulamento, um motor elétrico com uma potência máxima de 200 kW no trem dianteiro. O nível total de potência será o mesmo de um carro 100% térmico de duas rodas motrizes (500 kW, cerca de 680 cv), mas dividido entre os dois eixos. Comparado com o que conhecemos atualmente em LMP1, o carro estará mais próximo dos modelos de estrada, ou seja, com mais peso e maiores dimensões (5 m de comprimento, contra os 4,65 m, e 2 m de largura, contra os 1,90 m)”.  Salientou ainda que “Este regulamento é muito diferente também porque integra um ‘BoP’ (Balance of Performance). Obviamente que estabelece certos limites, mas também abre muitas possibilidades técnicas de desenvolvimento, principalmente nas formas gerais, desde que não se exceda uma determinada performance aerodinâmica global, a aferir num túnel de vento à escala real (1:1) e que fará parte do ‘BoP’.”

    A PEUGEOT Sport está assim a desenhar uma nova trajetória energética reforçada com o lançamento da sua linha Peugeot Sport Engineered, modelos de estrada híbridos, de elevada performance, já materializada no novo Peugeot 508.

  • Toyota com a “pole” em Le Mans e Albuquerque dominou nos LMP2

    A marca nipónica vai ter o seu carro número 7 na frente da grelha de partida para a 88ª edição das 24 Horas de Le Mans e procura o terceiro triunfo consecutivo no Circuito de la Sarthe. Filipe Albuquerque sai na frente do pelotão dos LMP2.

    Foi o nipónico Kamui Kobayashi que estabeleceu a melhor marca. Aos comandos do Toyota TS050 que aprtilha com Mike Conway e José María López, rodou em 3.15’267s, sendo a terceira vez que alcança este feito. O piloto japonês mostrava-se “muito feliz por estar oura vez na pole. A equipa fez um trabalho fantástico e o carro estava perfeito. Na segunda tentativa, dei tudo para alcançar o recorde da pista mas, já no terceiro e ultimo setor, o tráfego impediu-me de chegar lá”.

    A sua marca foi 0,555 segundos mais lesta do que a estabelecida pelo Rebbellion nº 1 que provocou uma pequena surpresa ao garantir um lugar na primeira linha da grelha, relegando o Toyota nº 8 para o terceiro lugar na sessão reservada à “Hyperpole”.

    Filipe Albuquerque liderou qualificação entre os LMP2

    Já o português Filipe Albuquerque, acompanhado por Phil Hanson e Paul di Resta colocou o Oreca da equipa United Autosports na frente da grelha dos LMP2. Sempre muito rápido, Albuquerque está a demonstrar que quer dar seguimento à senda vitoriosa desta temporada.

    Apesar da posição na grelha não ser propriamente significativa para 24h de corrida, a realidade é que todos os pilotos querem sair na frente: “O nosso Oreca está com um excelente andamento, por isso se tudo correr dentro da normalidade vamos estar na luta. Temos os objectivos muito bem definidos: lutar pela pela vitória. Estamos na liderança do campeonato, queremos ser campeões e por isso não podemos ser modestos nas ambições mesmo que a prova em causa seja as 24h de Le Mans. Vamos dar o nosso melhor”, concluiu Albuquerque .

    Por sua vez António Félix da Costa ficou “à porta” de poder disputar a “Hyper Pole” mas, nos últimos segundos da qualificação, viu-se relegado para o 7º lugar, fora dos seis primeiros que avançariam para a discussão final. O piloto português campeão de Fórmula E está em Le Mans integrado na equipa JOTA, aos comandos de um Oreca 07 – Gibson que partilha com Anthony Davindson e Ricardo Gonzales.

    A edição 2020 da prova francesa arranca amanhã, sábado pelas 13.30h e terá transmissão integral no Eurosport. Todos os resultados podem ser consultados em: http://fiawec.alkamelsystems.com/.