Após os resultados interessantes obtidos na jornada inaugural na jornada inaugural que teve lugar em Portimão, Hugo Branquinho está muito motivado para a prova deste próximo fim de semana, que terá lugar no circuito Vasco Sameiro em Braga, prova organizada sob a égide do Cami.
Quanto às perspectivas para a corrida que se aproxima, Hugo Branquinho aponta como objectivo “ antes de mais terminar as duas corridas, de preferência sem problemas, mas sempre a evoluir”.
O piloto do Honda Civic quer “fazer a sessão de treinos livres, para poder encontrar o melhor set up para o carro, para depois nos treinos cronometrados lutar para tentar uma posição nas linhas da frente. Depois nas duas corridas é estar sempre muito concentrado, não cometer erros, evitar confusões em pista, e depois fazer as melhores classificações possíveis”, conclui Hugo Branquinho.
O hepta-campeão está a mostrar que quem sabe nunca esquece e é claramente o grande favorito ao título nacional. No ribatejo, reclamou mais um triunfo para o seu vasto palmarés.
À chegada a Mação, Pedro Rosário tinha um
objetivo: regressar aos triunfos. O piloto estava ciente de que “este
ano, para não fugir à regra desta modalidade, o Campeonato de Portugal de Kartcross
está extremamente competitivo. Bons kartcross, fantásticos pilotos e corridas inebriantes,
tal como eu esperava e como gosto!”. Como tal, em Mação, sabia que “teria
de estar ao meu melhor nível e contar com um kartcross perfeito para poder
lutar pela vitória, que seria fundamental para os nossos propósitos de chegar
ao título”.
Nos treinos, onde se preocupou mais “em rodar limpo e de forma consistente, para alcançar as melhores afinações e a minha melhor adaptação à pista”, Pedro Rosário rubricou o 2º melhor tempo e foi também no segundo final que terminou a manga de qualificação inicial. E aí, seria a última vez, durante o fim-de-semana, que olharia para uma folha classificativa com um nome acima do seu. Venceu e convenceu na 2ª e na 3ª manga, colocando-se na “pole position” para a Final.
As voltas da corrida decisiva demonstraram toda
a capacidade e experiência de Pedro Rosário. Instalou-se no comando após o
arranque, passando ao lado de qualquer confusão na curva inaugural e assinou
uma exibição imaculada, detendo todos os ataques dos pilotos que rodavam atrás
de si e, com todo o mérito, garantir assim ser o primeiro a receber a
bandeirada de xadrez, momento perfeito para erguer o punho em sinal de vitória.
Estava consumado mais um triunfo e consolidado o comando do campeonato, a duas jornadas do fim. Feliz, Pedro Rosário nem por isso entrou em “euforia. Esta é uma grande, merecida vitória, mas nada decide. A concorrência está tremenda e vamos ter campeonato até ao fim. Quero agradecer à minha equipa, aos meus patrocinadores e à minha família por toda a confiança e por todo o apoio que me dão. Esta vitória é para eles. Agora vamos fazer tudo para defender esta liderança até ao fim!”.
O Campeonato de Portugal de Kartcross volta agora apenas em Outubro. Nos dias 17 e 18 será Montalegre a receber a penúltima jornada do ano.
É uma das mais famosas e premiadas marcas de vinho do Porto, mas até agora o privilégio de conhecer e provar os seus vinhos era restrito à sua propriedade no Douro, a Quinta do Panascal. A Fonseca abre, em Vila Nova de Gaia, um centro de visitas, loja e sala de provas com uma experiência educativa e independente que permite uma visita livre e descontraída, ao ritmo de cada visitante.
São mais de 200 anos de história, condensados num
circuito, em que é possível descobrir mais sobre o processo de produção, viajar
até ao Douro e à Quinta do Panascal onde nascem os seus vinhos e ainda
acompanhar o envelhecimento dos seus reputados vinhos, em tonéis e balseiros. A
visita termina na sala de provas, onde é tempo de relaxar e desfrutar de um
cálice de Bin no. 27, um dos vinhos de assinatura da casa. Aqui, os vinhos do
Porto podem ser acompanhados por uma tábua de queijos ou chocolates, em dueto
perfeito.
A sala de provas funcionará como wine bar, onde os
apreciadores de vinho do Porto terão a oportunidade de provar, a copo, uma
coleção de mais de uma dezena de Porto Vintages – que já valeram à marca a
pontuação máxima de 100 pontos por quatro vezes na reputada revista Wine Spectator,
bem como o seu reconhecido Vinho do Porto orgânico, o Fonseca Terra Prima. Além
da prova a copo, há quatro experiências de degustação disponíveis: “Introdução
à Fonseca” (34,00€), “Experiência Vintages e Chocolate” (30,00€), “Experiência
Vintages da Fonseca” (40,00€), “Os Porto Vintage Clássicos da Fonseca” (80,00€).
Uma oportunidade rara, que poderá ser completada com pairings
de queijos, enchidos, amêndoas, chocolates e azeitonas. Destaque, a título de
exemplo, para a prova de dois Vintages (2016 e 2017) acompanhada por quatro
diferentes tipos de chocolates, desafiando a encontrar a melhor combinação. As
provas são devidamente apresentadas e comentadas pela equipa da casa, que
explica as características distintivas de cada vinho e as curiosidades do universo
Fonseca.
Localizada no centro histórico de V. N. Gaia (a poucos minutos a pé da outra casa do mesmo grupo, a Taylor’s) o centro de visitas Fonseca oferece uma experiência à imagem da marca: contemporânea, descontraída e entusiasta. Haverá ainda espaço para um cocktail especial por mês, que reflita a diversidade e diversão associadas à casa Fonseca.
A experiência individual tem o custo de 9,00€ por pessoa, incluindo um cálice de Bin no. 27. Se desejar explorar a versatilidade dos vinhos do Porto Fonseca, pode completar a sua Experiência Fonseca com um cocktail à base de vinho do Porto Fonseca por 10,00€. Pode ser pré-reservada através do e-mail visit@fonseca.pt e do telefone 220 133 102 ou 932 104 197.
Depois de ver a ambiciosa época internacional ficar fora de hipótese, devido ao surto pandémico, Rui Madeira vai finalmente “a jogo”, no ano em que comemora 30 anos de carreira. Serão 4 os ralis que contarão com a presença do consagrado piloto arquiteto e todos em território nacional.
São três décadas de carreira para o arquiteto
de Almada que, em Depois de uma longa espera, chegou a hora de ouvir rugir o
motor do Mitsubishi Lancer, saído então das oficinas da Ralliart, com que Rui Madeira
e Nuno Rodrigues da Silva vão novamente competir, comemorando os 30 anos de
carreira do piloto que 1995, deu a Portugal o título da Taça FIA de Grupo N,
dando então a Portugal o primeiro grande triunfo no Mundial de Ralis.
De fora ficam as provas inicialmente previstas, com a exceção do Spirit, pois, como lamenta Rui Madeira, foram “quase todas anuladas devido ao COVID-19, gorando assim os nossos planos internacionais. É uma situação totalmente compreensivel, devido a este momento grave e único que atravessamos e devemos é realçar a coragem dos organizadores, principalmente os nacionais, que estão a conseguir montar provas e, pelo que vem sucedendo, com todas as garantias de segurança e com sucesso competitivo. Estão de parabéns”.
E será em terras beirãs que a dupla “mundialista” voltará a estar no habitáculo do seu Lancer. O Constálica Rali de Vouzela terá honras de abertura das “hostilidades” por parte da dupla. A prova organizada pelo GAS e que vai para a estrada no dia 27 de setembro, será em asfalto e, em jeito de antecipação, Rui Madeira garante que “estaremos lá para não só andar rápido, mas para dar espetáculo e assim honrar os pergaminhos dos nossos patrocinadores e da nossa carreira. Estamos muito contentes por finalmente poder competir e Vouzela tem tudo para nos agradar, pois, pelo que sabemos, tens excelentes especiais e é um rali que, ano após ano, tem vindo a ganhar prestígio”.
Seguir-se-ão os ralis Spirit, Luso e
Camélias, num calendário que “dentro dos condicionalismos, se revela bem
aliciante para nós e para quem nos apoia”.
Época
internacional poderá acontecer em 2021
Frustrados os planos iniciais para o
ano corrente, Rui Madeira não esconde que “gostaria de fazer transitar
para 2021, o ambicioso projeto que tínhamos garantido para este ano. Vamos
falar com os nossos patrocinadores e logo veremos se receberemos luz verde para
concretizar as presenças em ralis internacionais de grande prestígio, dentro
dos que se inserem no espírito Legends”, não rejeitando a hipótese de
alinhar “no Rali Fafe Montelongo, se este conseguir entrar, no próximo
ano, para o Europeu de Históricos. Gostaríamos muito de lá ir competir com o
Lancer, medindo, uma vez mais, forças com os melhores da Europa”.
João Ramos e Victor Jesus preparam-se para colocar um ponto final na paragem forçada que afetou todas as competições desportivas nacionais, com o regresso no próximo fim-de-semana ao Campeonato de Portugal de Todo o Terreno para disputar a Baja TT do Pinhal com a Toyota Hilux do equipa Toyota Caetano Motorsport.
Com duas provas efetuadas, e mais quatro por realizar até final da época num formato muito compacto face ao que é habitual, a dupla está preocupada pela proximidade de data em relação à próxima Baja, com apenas nove dias úteis e a falta de ritmo provocado pela paragem forçada pela pandemia.
João Ramos em discurso direto, refere-nos o que espera desta Baja TT do Pinhal: “Atravessamos um longo período de paragem que nos retirou ritmo a todos. A exceção para nós foi a organização do evento X-Day, onde pudemos rodar com a Hilux, mas num registo diferente da competição real. Vamos para a baja sem mais testes, realizando um shakedown para verificar e reativar o espírito de competição. As duas próximas provas realizam-se em sequência, deixam muito poucos dias entre elas para uma preparação técnica exaustiva conforme é nosso hábito, e isso é algo que nos vai condicionar o andamento na prova, pois não podemos arriscar quaisquer problemas que coloquem em causa a ida ao evento seguinte, e o objetivo é pontuar o mais possível no final em ambos”.
Quanto à prova do próximo fim-de-semana, o piloto da marca nipónica considera que “o percurso desta prova nunca me agradou particularmente, caminhos bastante apertados e enrolados, esta poderá ser diferente e vamos em breve perceber se algo também mudou neste ponto particular. Vamos ver como nos vamos posicionar face aos restantes. No campeonato, e assumindo que podemos não considerar um resultado para as contas finais, continuo a afirmar que somos candidatos ao título com os pontos que temos neste momento e com as provas que ainda faltam disputar, e podem contar connosco para esta luta. Desistimos numa prova, fomos segundos noutra, e assim, tudo está em aberto e vamos lutar até ao fim, e tentar não cometer erros.”
A Baja TT do Pinhal tem o seu arranque marcado para este sábado, dia 12 de Setembro e final no dia seguinte, atravessando vários concelhos da região do Pinhal Interior, nomeadamente Sertã, Proença-a-Nova e Vila Velha de Rodão Entre automóveis, motos, quads e SSV, são mais de 150 os concorrentes inscritos, com o percurso deste ano a integrar mais de 100 quilómetros de traçado novo face a edições anteriores. Para os concorrentes dos automóveis, a base operacional de assistência técnica estará localizada na Sertã.
O piloto do Peugeot regressou no Ralicross Verde Horizonte aos bons resultados, numa jornada difícil e que lhe exigiu muito “braço” nas lutas travadas na Divisão 1.6 A.
À partida para a quarta prova da temporada 2020 do Campeonato de Portugal de Ralicross, Tiago Ferreira e o TTC Racing Team só tinham olhos para um objetivo: regressar aos bons resultados, passando uma esponja na jornada atribulada de Castelo Branco.
Chegavam a Mação cientes de que “tínhamos
feito um bom trabalho na preparação do carro. A pista tem características muito
específicas e esperávamos que a nossa competitividade fosse alta”. No entanto,
mal chegou á pista, percebeu que iria ser “um fim-de-semana difícil. Desde os treinos
que senti que não estaríamos suficientemente fortes para lutar pela vitória.
Também reconheço que esta não é uma das minhas pistas favoritas. No entanto, não
baixamos os braços e fomos à luta para tentar estar o mais na frente que fosse
possível”.
Se bem o pensou, melhor o fez e, no fecho das mangas de qualificação, almejava reclamar um lugar na primeira fila da grelha de partida para a final. E durante as voltas de todas as decisões, Tiago Ferreira deu “tudo quanto tinha para dar. Foi uma corrida espetacular. Estão todos muito fortes e a discussão dos lugares cimeiros é curva a curva. Tentei não cometer erros e felizmente consegui terminar no pódio”. O resultado permitiu ao piloto “amealhar pontos importantes. Faltam apenas duas provas para o fecho da época e estamos na luta pelo título. Vamos queres estar na discussão até à derradeira jornada e vamos com tudo!”.
O Campeonato de Portugal de Ralicross volta agora apenas em Outubro. Nos dias 17 e 18 será Montalegre a receber a penúltima jornada do ano.
A partir de 12 de setembro e até 15 de novembro realiza-se a temporada 2020 da Taça do Mundo de Carros de Turismo (WTCR), a mais compacta e curta de sempre. Ainda assim, emoção não faltará a este campeonato realizado exclusivamente em solo europeu e onde corre o piloto português Tiago Monteiro. Prova a prova, acompanhe toda a ação do WTCR, com muitas ultrapassagens e manobras arriscadas do WTCR, em direto e em exclusivo, no Eurosport.
A pandemia de COVID-19 obrigou a organização do WTCR a mudanças significativas no seu calendário. A corrida de Marraquexe, Marrocos, marcada para 5 de abril e que abria o calendário da nova temporada de WTCR, teve de ser cancelada. A incerteza relativa à evolução da situação global levou à decisão de desenhar um novo calendário, que inclui apenas passagens pelo “Velho Continente”. De fora ficaram os palcos habituais de Macau, Malásia e China. Vila Real foi outra das provas anuladas e assim não teremos os habituais milhares de fãs de motores que enchem as ruas da cidade transmontana.
A nova época de WTCR terá apenas seis rondas e 16 corridas e passagens por Bélgica, Alemanha, Eslovénia, Hungria, Espanha e Itália. A primeira acontece já no fim-de-semana de 12 e 13 de setembro, no circuito belga de Zolder, que já tinha recebido corridas do extinto Mundial de Carros de Turismo (WTCC) e do Europeu (ETCC). Uma mudança de última hora não relacionada com a pandemia de COVID-19, isto depois do circuito austríaco de Salzburgring ter desistido de sediar o evento.
Ao todo há 20 inscritos a tempo inteiro na nova época do WTCR, de 12 países, sete marcas de carros e uma surpresa. Hyundai, Honda, Lynk & Co, Cupra, Audi, Renault e Alfa Romeo são os fabricantes que vão competir ao longo dos próximos meses. Pela primeira vez a grelha contará com um Renault, pilotado pelo britânico Jack Young, de apenas 18 anos, que será o 3.º mais jovem de sempre a competir no campeonato. O campeão em título, Norbert Michelisz apresenta-se para mais uma temporada com a ambição de renovar o cetro. O húngaro terá de lutar pela vitória corrida a corrida contra pilotos de elevado calibre, como Yvan Muller, Gabriele Tarquini, Nicky Catsburg, Luca Engstler, Esteban Guerrieri, Néstor Girolami, Tom Coronel ou Thed Bjork.
Tiago Monteiro é único piloto português no WTCR. Vai estar ao volante de um Honda Civic Tyoe R da All-Inkl.de Munnich Motorsport e acredita ter em mãos um carro que lhe permite lutar pelo título.
“Começo a temporada com o objetivo de lutar pelo campeonato. Não estaria aqui e não faria esse esforço extra apenas para correr. Já compito há 24 anos e estou nos campeonatos de Turismos desde 2007. Amo isto, mas não quero ser apenas ser um número. Eu quero mesmo ganhar o campeonato porque ainda sinto que me foi roubado em 2017. Por isso vou fazer tudo o que poder para ser campeão”, revelou Tiago Monteiroem entrevista dada ao site oficial da FIA WTCR.
Foi a vez do “benjamim” reclamar os louros da vitória. Gonçalo Novo alcançou a primeira vitoria da época entre os 1.4, enquanto João Novo terminou novamente em 2º nos SuperCar.
A Motofil
Sport saiu de Mação com mais uma jornada cumprida dentro das fronteiras do êxito
e a tocar as raias da perfeição, juntando ao seu palmarés mais dois resultados
de grande fôlego.
Depois de várias
provas em que a sua evolução foi sempre notória e em que a “ameaça” de chegar
ao triunfo começou a pairar cada vez mais no ar, chegou finalmente a hora de
Gonçalo Novo. O “jovem lobo” da Motofil assinou no Ralicross Verde Horizonte
uma exibição de fino recorte, dominando os acontecimentos entre os 1.4
reservados a quem está a dar os passos iniciáticos no Campeonato de Portugal de
Ralicross.
A vitória foi
construída desde muito cedo, com Gonçalo Novo a vencer três das mangas de qualificação,
reclamando consequentemente a “pole position” para a corrida de todas as decisões.
Na Final, o domínio foi de fio a pavio. Um arranque limpo garantiu-lhe a
liderança que conservou com toda a segurança até à bandeirada de xadrez.
“Estou muito
feliz, por mim e pela minha equipa. Esta vitória é o prémio para todos e
deixa-me ainda mais motivado para continuar esta carreira”, com o jovem
piloto a destacar ainda que “ficamos com mais condições de lutar pelo título
e vamos tentar tudo para o conseguir”.
Cada vez que
João Novo está em pista, aos comandos de um potente SuperCar, rapidamente todos
quantos estão a ver esquecem a sua tenra idade, tais os dotes de condução que,
jornada após jornada, vem a demonstrar, tornando-o já num caso sério de
competitividade, que o transforma sempre num dos favoritos.
Em Mação, viu-se forçado a utilizar um menos competitivo Peugeot 206 SuperCar, devido a um problema de última hora com o Citroen DS3. Nem isso o desmotivou. Pelo contrário, pois foi para a exigente pista de Mação “espremer” tudo quanto podia do Peugeot e levou o “leão” francês à vitória em dias das quatro mangas de qualificação.
Na final, João
Novo deu tudo e realizou uma prova em erros, sempre ao ataque, a tentar chegar
ao comando, mas sem poder fazer muito mais, face à maior competitividade do
carro vencedor. Garantiu um positivo 2º lugar e mostrava-se “contente
sobretudo pela minha exibição e pelo facto de uma vez mais, a equipa ter
preparado muito bem o carro. O Peugeot tem os seus limites e, perante isso, só
posso estar orgulhoso do que fizemos aqui. Vamos à próxima corrida com o foco
na vitória”.
O Campeonato de Portugal de Ralicross volta agora apenas em Outubro. Nos dias 17 e 18 será Montalegre a receber a penúltima jornada do ano.
A ANPAC vai realizar no Circuito Vasco Sameiro a segunda jornada do Campeonato de Portugal de Velocidade para Clássicos, Clássicos 1300 e Legends, já nos próximos dias 12 e 13 de setembro.
Após o tremendo sucesso alcançada no regresso à ação no
Autódromo Internacional do Algarve (AIA), passado o fastidioso período de
confinamento, os pilotos dos Clássicos, Clássicos 1300 e dos Legends vão
defrontar o exigente traçado bracarense com a promessa de muito calor.
Para o ANPAC Racing Weekend de Braga, as listas de inscritos
conheceram um crescimento assinalável com 26 carros nos Clássicos e
Clássicos 1300 e 31 carros nos Legends, totalizando 57 carros em pista, um
valor muito significativo face ao momento que se vive no país.
Como tal, João Macedo Silva, presidente da ANPAC afirma estar “muito
satisfeito pela forma como decorreu a primeira jornada das competições organizadas sob a égide da ANPAC e por isso desejamos que pilotos,
assistentes e demais pessoas necessárias á organização das corridas dos Clássicos, Clássicos 1300 e Legends, mantenham a
mesma disposição e postura exibidas no Autódromo Internacional do
Algarve no Circuito Vasco Sameiro. Acreditamos que podemos ser um exemplo no
cumprimento das regras de segurança face ao
Covid-19, a mesma crença que temos
numa segunda jornada muito competitiva com lutas pela vitória em todas as
classes numa pista reconhecidamente dura para homens e máquinas.”
Repleto de rookies e pilotos experientes, o Troféu Mini recebe em Braga mais um piloto que se estreia ao volante do pequeno modelo, o jovem engenheiro António Camilo, que já correu noutras categorias de clássicos e vem agora integrar o animado grupo dos Minis. Com esta chegada, são já 12 os inscritos neste Troféu, até porque Vasco Nina, que fez a sua estreia no Algarve, gostou tanto que também vai estar presente em Braga.
Por agora a única representante feminina no Troféu, Mariana Pinto Abreu, quer reverter a má sorte da primeira prova e tal como a piloto disse no Algarve, “agora é trabalhar para na próxima correr melhor”. Certamente que vai correr melhor! Rúben Veludo, outro rookie que entrou este ano, vem embalado com os bons resultados alcançados na primeira prova, com uma vitória e um segundo lugar na categoria Mighty e não quererá perder a embalagem, só que vai haver, certamente, ossos duros de roer.
A dupla João Cavaleiro e Silva/Rui Salvada, que entram no segundo ano de competição, querem começar a impor-se no seio do Troféu, mas as rápidas e experientes duplas locais dos irmãos José Dias/Nuno Dias e André Pinto/Jorge Setas, ao jogarem em casa querem repetir as vitórias alcançadas nas corridas do ano passado e não vão “vender” o lugar mais alto do pódio facilmente. Também será interessante ver como Miguel Sardo, com experiência em competição, mas recém-chegado à velocidade e a Braga e João Neves, que é outro estreante, vão impor o seu andamento, já que é a primeira vez que visitam Braga. Essencial será manterem a sua curva de aprendizagem, sem esquecerem o fantástico grupo de brasileiros, sempre prontos a serem candidatos a ocupar os lugares cimeiros.
Serão, novamente, três equipas Brasileiras inscritas. João Fedorowicz já mostrou no Algarve que tem andamento para estar na frente, até porque venceu uma das corridas na primeira ronda, mas o simpático Gui Affonso foi o mais regular nas posições finais alcançadas, sempre à porta do podio. Ambos vão querer suplantar os seus companheiros Hélio e Henrique Mesquita, pelo que será interessante ver como o grupo se vai adaptar a uma pista que é a menos conhecida entre todos.
Diogo Ferrão, responsável pelo Troféu Mini, “o facto de termos a cada prova mais um piloto que se junta a este fantástico grupo dos Mini é um orgulho e alegra-nos, como organizadores, ver tantos carros em pista. Claro que quem ganha mais com este crescimento de inscritos são os pilotos, que têm mais adversários e estão em constante luta por uma posição e para quem vê também é fantástico, pois ver tantos Mini numa prova é sempre espectacular. Além disso, Braga é um circuito mais técnico e encadeado e será excelente para os Mini brilharem.”
O Troféu Mini entra em pista no sábado às 14h55 e às 17h30 para realizarem as sessões de qualificação 1 e 2. As respetivas corridas acontecem no domingo às 11h25 (1) e às 15h55 (2), naquele que se espera ser um fim-de-semana repleto de emoção.