“¡Arriba, abajo, al centro y adentro!”. Às quintas-feiras, as Happy Hour no Sicario, casa do México em Matosinhos, convidam a brindar ao lado bom da vida com cocktails de assinatura à base de tequila e mezcal.
Esta quinta-feira, dia 13 de agosto, os aficionados da bebida mexicana terão motivos extra para uma visita: a José Cuervo, uma das mais conhecidas e reputadas marcas de Tequila, será a anfitriã de uma edição especial das noites de Happy Hour, com uma carta de cocktails exclusivos.
O convite mantém-se: das 19h00 às 21h00, dois cocktails pelo preço de um. Já a escolha torna-se ainda mais difícil. Apenas esta noite, estarão disponíveis quatro novos cocktails: Tommy’s Margarita com Tequila JC Especial Silver, sumo de lima e xarope de agave; Paloma que combina JC Especial Silver e soda caseira de toranja; Muletta uma deliciosa junção de JC Especial Reposado, sumo de lima, ginger beer e angostura bitter e por fim Fresh Velvet que, como o próprio nome já faz adivinhar, é uma opção refrescante de JC Tradicional Silver, sumo de lima, shrub e puré de abacate. Cada cocktail tem o valor de 6€.
Tendo como mote “al mal tiempo buena cara”, o Sicario celebra a vida à mesa, com pratos inspirados na cozinha de “las abuelas”, que levam a viajar pelas diferentes regiões do México.
O piloto, navegado por Luís Morgadinho, viveu um “carrossel de emoções” na sua primeira participação na prova madeirense. Um toque, logo na etapa inicial, condicionou por completo o resultado da dupla do Mitsubishi lancer Evo X. O 3º lugar entre os RC2N foi o resultado possível, numa jornada de grande esforço.
À partida para a Pérola do Atlântico, a equipa do Macambi Racing Team formada por Fernando Teotónio e Luís Morgadinho já contava com muitas dificuldades, resultantes do desconhecimento total das especiais muito próprias da ilha. E não foi, de todo, a estreia desejada. Depois de um começo cauteloso, com a primeira especial a servir e referência para com os adversários mais diretos, Teotónio e Morgadinho decidiram “aumentar um pouco o ritmo pois não está na nossa essência rodar a medo e muito abaixo dos limites” como nos salientou o piloto. Com este incremento de intensidade, a dupla assinou dois excelentes tempos na 2ª e na 3ª PEC, almejando entrar nos 10 primeiros entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis e assumindo um sólido 2º lugar entre os RC2N, logo atrás de uma dupla local.
Mas a 4ª classificativa seria madrasta e deitaria por terra todas
as ambições de Teotónio e Morgadinho para este rali. Um pequeno exagero
resultou num toque, que forçou a dupla a longos minutos de paragem e deixou o
Mitsubishi muito danificado. Com muito esforço conseguiram levar o carro até ao
fim da especial, mas, logo aí, verificaram não estarem reunidas condições para
continuar em prova, abandonando assim a luta no primeiro dia e quando ainda
faltavam mais 4 especiais para cumprir.
Parecia tudo perdido, mas, como
nos conta Luís Morgadinho, deu-se “um verdadeiro milagre. Os rapazes da
Domingos Sport são incríveis e, após horas e horas a tratar da mecânica e da “beleza” do carro e já noite dentro, completamente
exaustos, conseguiram colocar o Mitsubishi em condições para participarmos na
2ª e derradeira etapa, ao abrigo do Super Rally. A nossa equipa de assistência é
simplesmente fantástica e, mesmo sabendo que seria impossível recuperar posições,
quisemos aproveitar para rodar com o EVO X, ganhar experiência nestas
duras e diferentes estradas e fazer tudo para chegar ao fim, para amealhar pontos
que podem vir a ser preciosos na discussão do título”.
A segunda parte da prova seria muito mais calma e positiva. Fernando Teotónio e Luís Morgadinho cedo perceberam que, como refere o piloto, o carro “estava em boas condições mas, como é logico, longe de estar perfeito e, como tal, atendendo aos objetivos que temos para a época, optamos por uma toada cautelosa até porque terminar o rali era fundamental e, com o 3º lugar nos RC2N que, em termos de pontuação, corresponde ao 2º, conseguimos marcar pontos”, prevendo o piloto que “a batalha pelo título vai ser árdua e longa!”.
A equipa sai assim da Madeira com um sentimento agridoce. Ganhou experiência e logrou concluir esta dura prova, logo na estreia, mas viu a sua performance manietada pelas circunstâncias. Mas a garra que caracteriza Fernando Teotónio e Luís Morgadinho leva-os a prometer, desde já, que “em 2021 queremos voltar a este fantástico rali e para andar muito mais depressa!”
Hoje o “Formiga” foi, uma vez mais gigante. O português António Félix da Costa terminou a corrida em 2º, logo atrás de Jean-Erc Vergne, numa dobradinha da DS Techeetah que também assegurou o título de construtores.
Logo após o final da prova e até à cerimónia protocolar, as lágrimas e as emoções sem travão tomaram conta do talentoso piloto português. Logo aí, na entrevista ao Eurosport, não escondeu que os seus pensamentos estavam “nos momentos maus que atravessei na carreira e que, por vezes, quase me fizeram desistir. Estou muito feliz e muito agradecido por terem acreditado em mim. Mesmo aqui, na Fórmula E, os primeiros tempos foram difíceis, com muitas corridas na cauda do pelotão, mas a DS Techeetah apostou em mim e este título é o resultado de todo o apoio que têm dado”. O novo campeão mundial não esqueceu “a minha família e os meus amigos, bem como todos os portugueses. É para vós este título!”.
Quanto à corrida, voltou a ser uma jornada cheia de emoção e de lutas, sobretudo no miolo do pelotão, já que, la na frente, os dois homens da DS Techeetah fizeram valer a sua presença na primeira fila da grelha de partida. Vergne, que arrancou da “pole”, foi o primeior comandante, sendo depois suplantado por António Félix da Costa mas, já na segunda parte da corrida, devolveu a “graça” ao português, nu duelo que sempre pareceu controlado e com os dois a estarem mais focados nesse domínio da equipa. O francês venceria a corrida, ascendendo à segunda posição do campeonato, vendo e aplaudindo António Félix da Costa que lhe sucedia enquanto campeão do mundo, ao cruzar a meta na 2ª posição. Sebastien Buemi levou o seu Nissan ao 3º posto, estando assim de regresso aos bons resultados.
Ficam ainda a faltar duas corridas para o fecho de época da Fórmula E e onde o principal interesse se prenderá com a discussão dos lugares de pódio do campeonato, sendo ainda jornadas de consagração do novo campeão, com Félix da Costa a querer, seguramente, aumentar o seu pecúlio de triunfos. O circuito de Berlin-Tempelholf, numa versão que incluirá novas secções, volta a ver competição nos dias 12 e 13 de agosto.
Filipe Albuquerque esteve imparável na segunda jornada do European Le Mans Series em Spa-Francorchamps. O piloto português e o seu companheiro de equipa Phil Hanson, conseguiram a ‘pole postion’, a volta mais rápida e a vitória na corrida. Um feito que Filipe dedicou emocionado ao seu pai, falecido há duas semanas.
Estes resultados para além de ímpares colocam a dupla do Oreca #22 da United Autosports no comando do Campeonato, posição que o piloto português ambicionava antes mesmo do fim-de-semana começar: “Não poderia querer mais. Foi um fim-de-semana excepcional com todos os objectivos alcançados. Estou muito contente e ao mesmo tempo melancólico, pois o meu maior fã, o meu pai, já não está comigo para festejar mais esta vitória. Este resultado é para ele, esteja onde estiver”, referiu emocionado Filipe Albuquerque.
#22 Oreca 07 – Gibson / UNITED AUTOSPORTS / Philip Hanson / Filipe Albuquerque
Aparentemente o fim-de-semana foi perfeito mas Filipe teve uma corrida bastante desafiante: “Tivemos muitas lutas, ganhámos e perdemos posições. Não foi uma corrida nada fácil, até à saída de pista do nosso principal adversário. A partir daí ficámos mais tranquilos e fizemos uma gestão da nossa vantagem. Repetimos exactamente o mesmo resultado do ano passado aqui em Spa e passamos para a frente do Campeonato, o que é excelente. Agora, o objectivo e manter este registo de resultados nas próximas provas”, disse o piloto de Coimbra que volta a entrar em pista para a terceira jornada da época do ELMS já no próximo fim-de-semana de 29 e 30 de Agosto em Paul Ricard.
Segunda vitória em dois dias. António
Félix da Costa voltou ontem a mostrar-se imbatível em Berlim, na 7ª ronda do
Campeonato FIA de Fórmula E, alcançando, com esse resultado, uma vantagem
significativa no ranking provisório de pilotos, onde tem agora mais do dobro
dos pontos do seu rival mais direto.
Nunca antes um
piloto conquistara três pole-positions consecutivas numa única temporada do
Campeonato FIA de Fórmula E. Também nunca antes um piloto vencera três E-Prix consecutivos.
Mas o António Félix da Costa e a equipa DS TECHEETAH estão atualmente numa forma
olímpica e conseguiram estes feitos.
Na segunda das
seis corridas agendadas em nove dias, no antigo aeroporto de Berlin-Tempelhof,
o piloto português repetiu grande parte do cenário do dia anterior: alcançou com
o seu DS E-TENSE FE20 uma autoritária pole-position e, em seguida, uma vitória
indiscutível, depois de liderar de início até final. Tirando a volta mais
rápida da corrida que desta feita não ficou para si, o cada vez mais líder do
campeonato ganhou, de novo, tudo o resto! E como os seus adversários diretos na
corrida ao título não conseguiram andar no seu encalço, é com uma vantagem massiva
de 68 pontos que António Félix da Costa irá abordar os últimos quatro
confrontos da temporada.
BERLIN TEMPELHOF AIRPORT, GERMANY – AUGUST 06: Antonio Felix da Costa (PRT), DS Techeetah, DS E-Tense FE20 during the Berlin E-prix II at Berlin Tempelhof Airport on Thursday August 06, 2020 in Berlin, Germany. (Photo by Sam Bloxham / LAT Images)
No final António Félix da
Costa estava eufórico e confessava não ter“palavras para o que sinto.
Honestamente, nunca ousaria sonhar com o que está a acontecer. Garantir 3
vitórias consecutivas depois de partir da pole-position é uma loucura. Agora é
essencial continuar com esta mesma mentalidade nas restantes quatro corridas,
para que não deitemos tudo a perder nesta reta final do campeonato. Tenho total
confiança na equipa. Vamos manter-nos motivados até ao dia 13 de agosto, data
da última corrida da época.”
As 4 rondas que
faltam para terminar a Temporada 6
Este final
particularmente intenso da temporada continuará nesta mesma pista nos dois dias
do fim de semana, uma no sábado e outra no domingo (8 e 9 agosto), recorrendo-se,
nestes dois dias, ao traçado tradicional da pista, mas em sentido inverso ao das
últimas duas jornadas. A época 2019/2020 do Campeonato FIA de Fórmula E terminará,
depois, na quarta e quinta-feira da próxima semana (12 e 13 agosto), com os dois
últimos confrontos, num traçado uma vez mais alterado, desta feita integrando
algumas zonas complementares.
Assista às corridas em direto
Consulte aqui as diferentes plataformas em que pode assistir às corridas de Fórmula E.
Cada vez mais forte na condução do belo Renault Twingo S1600, o piloto de Lousada mantém a toada de ataque e continua a pontuar forte, marcando de forma bem positiva esta época de 2020.
À chegada ao circuito albicastrense, Sérgio
Dias e a sua equipa estavam com a motivação em alta. Ocupando o 4º lugar nas
contas do campeonato, o lousadense trazia fresca na memória a sua espantosa
exibição em Lousada, onde ombreou com os melhores.
E desde o primeiro momento que sentiu ter
todas as condições para continuar na senda do sucesso. O piloto rodou “forte
nos treinos, de onde saímos com muito boas indicações quanto à competitividade
do carro nesta difícil pista e, já nas mangas de qualificação, consegui estar
sempre forte e acutilante, obtendo bons resultados e garantindo um lugar na
final, que era um dos nossos objetivos primordiais. Não me canso de salientar o
quão competitiva e a nossa Divisão. Temos muitos pilotos fortes e é fantástico estar
a lutar com eles!”.
Partindo da terceira fila da grelha de
partida, Sérgio Dias protagonizou um forte arranque e, de repente, antes da
primeira curva, o lousadense deparou-se “com uma enorme confusão, que
resultou de um toque que envolveu vários pilotos. Mantive o sangue frio e
consegui passar por um autêntico buraco de agulha, no meio dos carros já atravessados,
embora tenha perdido algum tempo. Rodei depois forte até ao final da prova e
consegui ser 4º, sendo este um bom resultado”.
Desta forma, o Ralicross de Castelo Branco resultou em mais uma excelente operação pontual para Sérgio Dias, que continua assim nos lugares cimeiros do campeonato, no fecho desta primeira parte da temporada, motivando-o a “preparar muito bem a última fase da época, que arrancará em setembro. Vou dar tudo para conseguir chegar ao pódio final do campeonato, premiando o excelente trabalho da minha equipa e agradecendo o apoio dos meus patrocinadores, que têm sido fantásticos!”.
Enquanto João Novo se estreava nos SuperCar com uma exibição de gala, Gonçalo Novo também brilhava entre os iniciados. Os 2 pódios foram recompensa magra para o andamento dos dois jovens craques Motofil.
O resumo da
estreia de João Novo entre os SuperCar e logo aos comandos de um brutal Citroen
DS3 resume-se a um facto notável: o jovem piloto simplesmente exerceu um domínio
total e só uma penalização lhe tirou o triunfo que se apresentava como a lógica
recompensa para uma exibição de gala.
Apesar da sua
tenra idade, João Novo ostenta já uma capacidade de manter total intensidade no
andamento e na luta pela primazia, normalmente associada a uma farta experiência
competitiva, conseguindo sempre, independentemente do carro e da Divisão em que
esteja a competir assumir o protagonismo reservado aos eleitos que lutam pelos
triunfos.
Em Castelo Branco, o jovem craque da Motofil Sport dominou a seu belo prazer toda a potência do Citroen DS3 SuperCar, sendo o mais rápido nos treinos, “limpando” as vitórias em todas as mangas de qualificação e, chegado à grande final, almejou ser líder de fio a pavio. O balde de água fria viria após a bandeirada de xadrez quando uma penalização de 3 segundos o fez descer para º 2º lugar, mas sem ensombrar minimamente a exibição do piloto.
No fecho da
prova, João Novo mostrava-se “feliz e orgulhoso por ter sido tão
competitivo e logo numa decisão que exige muito dos pilotos. Foi um fim de
semana excelente. Já há bastante tempo que não andava no Citroen e esta prova
serviu para readquirir os conhecimentos e também evoluir a nossa condução. E
desfrutar ao máximo e divertir os aficionados.Adaptei-me bem
ao carro e à pista e provamos que podemos vencer. Espero que seja já na próxima,
em Mação!”.
Quanto ao “benjamim”
da equipa, o 2º lugar final na Iniciação foi o justo prémio para uma prestação
erguida na garra e na total entrega, mesmo nos momentos da jornada em que as
coisas correram menos bem.
Um problema no motor, que teve mesmo de ser substituído, levou o jovem Gonçalo a não alinhar em algumas das mangas de qualificação. Mesmo assim, não virou a cara à luta e na corrida decisiva, foi capaz de estar na refrega pelos lugares cimeiros, vendo coroar a sua exibição com um excelente 2º lugar final.
Para o piloto,
este pódio é “como se fosse uma vitória, principalmente por causa de
todos os problemas que enfrentamos. É um suto prémio para mim e para a equipa
que tudo fez para resolver os problemas e me deram um carro excelente para a
final. Estou feliz com o andamento que tenho demonstrado e agora vou em busca
da vitória nas próximas corridas”.
O campeonato regressa agora apenas no início de setembro, com a quarta prova a ser disputada e Mação.
Tendo liderado o primeiro dos 6 E-Prix a correrem-se em Berlim, desde a pole-position até à bandeira de xadrez, assegurando pelo meio a volta mais rápida, António Félix da Costa permitiu-se, no final de uma corrida incrível e emocionante, ampliar a sua vantagem no Campeonato FIA de Fórmula E 2010/2020. Com isso garantiu a pontuação máxima de 30 pontos que se irão mostrar preciosos para um dos finais mais intensos da história do automobilismo.
A longa interrupção do Campeonato FIA de Fórmula E devido à pandemia do coronavírus terminou ontem no antigo aeroporto de Berlin-Tempelhof, dando início a uma sequência de 6 corridas num período de apenas 9 dias. António Félix da Costa e a equipa DS TECHEETAH iniciaram a Temporada 6 como haviam terminado antes da crise sanitária: com uma vitória!
Aos comandos
de um DS E-TENSE FE20 mais fiável do que nunca, o piloto português fez a chamada
corrida perfeita. Já líder do campeonato, assegurou não só uma pole-position de modo muito autoritário,
eliminando a desvantagem de se encontrar no primeiro grupo da qualificação, como
depois dominou a corrida do início até final. Durante 45 minutos e mais uma
volta, o monolugar com o nº13, alimentado pela cadeia de tração DS Performance
nunca perdeu o comando da corrida. E, como cereja no topo do bolo, o novo
recruta da DS TECHEETAH até garantiu o ponto adicional de bónus que é atribuído
ao autor da melhor volta da corrida. Com 30 pontos somados num único dia, era
impossível para o António fazer melhor.
No final, o
português assumia-se “imensamente grato. O facto de no passado ter arrancado
em tantas corridas no meio do pelotão deu-me muita experiência, mas também
criou uma enorme fome de estar na frente. Estar agora aqui cria um sentimento
verdadeiramente extraordinário, mas apesar deste resultado, nunca vou tomar
como garantido um dia como este. Temos um dos melhores carros do pelotão da
Fórmula E. O motor da DS é incrível e a equipa deu tudo o que tinha para mim e
para o Jean-Éric, pelo que tudo o que posso expressar é gratidão a todos os
elementos que a compõem por esta vitória. Seguem-se mais 5 corridas e muitos
pontos em jogo antes de terminarmos a temporada aqui.”
BERLIN TEMPELHOF AIRPORT, GERMANY – AUGUST 05: Antonio Félix da Costa (PRT), DS Techeetah, DS E-Tense FE20 during the Berlin E-prix I at Berlin Tempelhof Airport on Wednesday August 05, 2020 in Berlin, Germany. (Photo by Alastair Staley / LAT Images)
Assegurando o
seu quarto pódio consecutivo e o segundo triunfo na presente temporada, António
Félix da Costa reforça a liderança do campeonato de Pilotos, tendo agora 41
pontos a mais que o seu adversário mais direto. Por sua vez, a DS TECHEETAH tem
uma vantagem de 36 pontos na tabela de Equipas.
Berlim 2 é já esta tarde e o português
parte novamente da “Pole”!
Este final particularmente intenso da temporada continuará, assim, nesta mesma pista, realizando-se hoje novo evento (corrida com partida agendada para as 18h00 em Portugal Continental). Dominando os treinos, António Celix da Costa parte novamente da “pole position”, antevendo-se mais uma grande exibição do português.
Seguir-se-ão mais duas corridas no fim de semana (uma no sábado e outra no domingo, usando o traçado inverso) e termina-se a época na quarta e quinta-feira da próxima semana, com os dois últimos confrontos, num traçado que irá integrar algumas zonas complementares.
Calendário das 5 últimas corridas da
Temporada 6 (Berlin-Tempelholf)
Hoje, 6 de agosto de 2020 (traçado invertido)
8 e 9 de agosto de 2020 (traçado tradicional)
12 e 13 de agosto de 2020 (traçado com novas secções)
A sorte continua a nada querer com o piloto da SRT Motorsport. Num fim-de-semana em que voltou a mostrar argumentos para lutar pela frente de corrida, o piloto ficou fora da corrida decisiva logo após o arranque, depois de sofrer um toque.
Começa a pertencer ao reno do fantástico, a busca por uma explicação para tudo quanto tem acontecido a António Sousa, nesta época a típica de 2020 do Campeonato de Portugal de Ralicross. O experiente líder da SRT Motorsport tem sofrido de tudo um pouco, desde problemas mecânicos a toques nas corridas que, com a exceção da prova inaugural em Sever do Vouga e, quase que só lhe falta ir a uma bruxa!
Castelo Branco marcou mais um episódio desta “série negra”. O fim-de-semana do lousadense ficou marcado por “alguns toques e azares que, quase sempre, nos foram impedindo de ter corridas limpas. Mesmo assim, o carro esteve ótimo e, desde os treinos, que demonstramos um forte andamento, que nos dava segurança quanto à possibilidade de um bom resultado final”.
Concluídas as mangas de qualificação, António Sousa garantiu um lugar na segunda fila da grelha e sentia-se “capaz de lutar pelo pódio, sabendo que nesta pista muito técnica, a experiência e a capacidade para ser agressivo podem compensar”. Foi muito rápido no arranque e “senti que iria abordar a primeira curva com possibilidade de subir logo algumas posições. Mas, de repente, senti um forte toque no meu carro e a minha corrida ficou logo ali arruinada. A suspensão traseira ficou muito danificada e não pude continuar”.
Logicamente triste, o lousadense desabafou
que “foi estar no sítio errado, à hora errada. Fomos apanhados no meio da
confusão e nada havia a fazer”. Sai de Castelo Branco com a convicção de que “temos
ritmo e capacidade para estar lá na frente e agora iremos preparar a próxima
prova com toda a força. Queremos colocar um ponto final nesta série negra!”.
O PTRX voltará no início de setembro, com uma deslocação a Mação.
Se bem o anunciou, melhor o concretizou. Após uma exibição de gala, Tiago Freitas foi 3º e subiu pela primeira vez ao pódio nesta época.
E o fim-de-semana até começou de forma negativa. Logo nos treinos, um pequeno despiste levou Tiago Freitas a ser mesmo assistido e a sair da pista com a equipa médica. Felizmente, foi maior o susto do que as mazelas e, mesmo combalido, ainda regressou a tempo de rodar algumas voltas nos treinos e marcar o 12º melhor registo. Perante este começo aziago, só restava ao piloto “arriscar tudo nas mangas para tentar chegar aos lugares da frente na grelha de partida para a final. Dei tudo e felizmente fui conseguindo lutar por bons resultados e, sobretudo perceber que estava sem qualquer condicionamento físico, sendo ainda de realçar que a minha equipa me colocou o kartcross bem afinado e competitivo”.
O 7º lugar e a consequente presença
na terceira fila da grelha de partida eram sinais encorajadores para a corrida
de todas as decisões. O piloto estava ciente de que “tinha pela frente uma dura
tarefa se quisesse chegar à luta pelo pódio, mas estava confiante e motivado”.
Mais do que nunca, o arranque
seria decisivo para o desenrolar da corrida e Tiago Freitas foi autor de uma
partida perfeita. O piloto explica que “consegui arrancar muito rápido e
evitei a confusão que se gerou na primeira curva, saltando para o 3º lugar.
Depois fui sempre dando tudo para manter o pódio e senti-me muito orgulhoso e
feliz quando vi a bandeira de xadrez. Foi fantástico!”
No fecho da jornada, cansado e com algumas dores, Tiago Freitas confessava ter sido “uma prova de loucos, onde mostramos a nossa garra e determinação e conseguimos um pódio saboroso. Quero agradecer à minha equipa de assistência, que tudo fez para recuperar o kartcross. Este pódio também é deles. Uma palavra para o Paulo dos Amortecedores pelo fantástico trabalho nas afinações da suspensão e à minha família por sempre estar comigo”. Este resultado, diz o piloto, mostra-se “fundamental para a nossa posição no campeonato e dá-nos muita força para as próximas provas”.
O Campeonato de Portugal de Kartcross regressa no próximo mês de setembro.