Foi uma apresentação oficial “musculada”. Perante centenas de convidados, a The Racing Factory inaugurou as suas instalações e apresentou Armindo Araújo e Luís Ramalho como “dupla de ataque” ao título nacional de ralis.Fique com a reportagem VMotores, conduzida pelo jornalista Joaquim Amândio Santos, com edição de imagem de Armando Leitão.
Os dados estão lançados e este casamento competitivo entre a
The Racing Factory e Armindo Araújo quer ser mais do que uma fábrica de
competição.
Quer ser uma verdadeira fábrica de titulos, a começar já no Campeonato de Portugal de Ralis 2020.
Depois de duas corridas/experiência em Jarama, em 2015 e 2018, em jeito de teste, a competição “Carrera M80” vai finalmente ser uma realidade. “O pedido de muitos pilotos para que houvesse uma competição nestes moldes foi o que nos fez avançar na organização desta competição, pois muitos pilotos possuem automóveis clássicos de competição com que gostariam de correr e não o podem fazer no Iberian Historic Endurance.
Assim, a Carrera M80 será composta por três provas, em 2020, que terão lugar em três circuitos diferentes em Espanha e que farão a delícia do público com os fabulosos automóveis da época, com Diogo Ferrão, CEO da Race Ready, a empresa responsável pela organização desta competição a referenciar que “começamos com três provas e logo veremos o que nos reserva o futuro face à adesão dos pilotos”.
O final dos anos 70 e os anos 80 foram os anos dourados nas corridas de turismo, com vários campeonatos de florescerem por toda a Europa, destacando-se as corridas de resistência do Campeonato Europeu de Turismo. Estas provas eram muito populares junto do público com grandes e impressionantes automóveis de turismo conduzidos no limite por Steve Soper, Roberto Ravaglia ou Tom Walkinshaw.
Também as provas do CET Espanhol ou do Campeonato Português de Turismos eram extremamente interessantes e disputadas com nomes como Luis Pérez-Sala, José Ángel Sasiambarrena, Antonio Albacete, Luis Miguel Arias a fazerem furor em Espanha ou nomes como os irmãos António e Carlos Rodrigues, Jorge e Alcides Petiz ou Ni Amorim, entre muitos outros famosos nomes, a levarem ao rubro o público português. Pode, agora, reviver todas essas emoções nesta competição Carrera M80.
“A ideia é oferecer uma nova competição para turismos «mais modernos», mas sempre com o espírito do Historic Endurance, de respeito pelos adversários, postura Gentlemen Driver e os já famosos 3 C (No Crashing, No Cheating and No Complaining)”, explica Diogo Ferrão. “Dentro do leque de automóveis aceites, também estão os carros com especificação de Troféu e não Group A, uma vez que esta foi a época da “explosão” dos troféus. Dada a enorme popularidade do Troféu Porsche 968 Espanhol na época, também iremos aceitar esses carros na nossa competição”, remata Diogo Ferrão, que espera ver colmatada uma lacuna na competição deste género de automóveis na Península Ibérica..
A provar que os carros de turismo desta época têm ganho cada vez mais interesse histórico entre pilotos e público é o facto de estarem a surgir cada vez mais campeonatos do género, onde a competição Carrera M80 se pretende incluir. As provas serão no formato de “semi-resistência”, com duas corridas de 40 minutos e com paragem para troca de piloto, de forma a haver a possibilidade de participarem dois pilotos no mesmo veículo.
As viaturas admitidas são as que estejam preparadas segundo as regras internacionais do anexo K publicado pela FIA.
Categoria Grupo 2 (GR2) Categoria para viaturas Turismo até 1982 de acordo com homologações FIA até (31/12/1982) e documentação FIA ou passaporte Nacional. Exemplos: BMW 323i, Ford Capri, Ford Escort MK2, Rover 3500 SD1, VW Golf GTI MK1, BMW 635 (gr2)
Categoria Turismos até 1400cc (T1400) Categoria para viaturas Turismo até 1994 em grupo 2, A ou N inferior a 1400cc, de acordo com homologações FIA até (31/12/1994) Exemplos: Toyota Starlet, Citroen Ax, Renault 5, etc
Categoria Grupo 1 e Grupo N (GR1/N) Categoria para viaturas Turismo até 1993 e viaturas homologadas para o Group 1 Portugal até (31/12/1993). Exemplos: VW Golf MK1, Datsun 1200, Ford Escort RS2000 etc
Categoria Turismos até 2000cc (T2000) Categoria para viaturas Turismo até 1994 até 2000cc Grupo A, N ou com especificação de troféu de acordo com homologações FIA até (31/12/1994). Exemplos: VW Golf MK2, Mk3, Honda Civic, Peugeot 205 GTI
Categoria Turismos superior a 2000cc (TMAX) Categoria para viaturas Turismo até 1990 com cilindrada superior a 2000cc e com homologação em Grupo A, N ou com especificação de troféu de acordo com homologações FIA até (31/12/1990). Exemplos: Rover Vitesse, BMW 635 CSL, Ford Sierra Cosworth, BMW E30 M3,
Categoria GT Troféu(GTCOPA) Categoria para viaturas Grande Turismo Pré-1993 GT com especificações de troféu. Exemplos: Porsche 944 Cup, Porsche 964 Cup, Porsche 968 CS Cup, Ferrari 348 Challenge, Ventury Trophy
Categoria H-INV Viaturas não pertencentes a nenhuma das categorias acima mencionadas, ou que as características da mesma não estejam de acordo com o Passaporte Técnico, Ficha de Homologação ou documentos de circulação do modelo. Certa viatura pode ser considerada elegível para participar na prova se a comissão organizadora considerar que a mesma beneficiará a generalidade dos concorrentes, o espetáculo e a organização.
Com a estreia da competição a dar-se no evento Racing Legends, em Valência no dia 29 de fevereiro, o calendário da competição Carrera M80 será composto pelas seguintes provas:
29 de Fevereiro /01 de Março 2020 – Valência – Racing Legends 23/24 Maio 2020 – Jarama – Jarama Classic 17/18 de Outubro 2020 – Jerez de la Frontera – Jerez La Leyenda
O restaurante das caves Taylor’s, no centro histórico de V. N. Gaia, sugere celebrar a efeméride com um menu exclusivamente acompanhado por Vinho do Porto, da entrada à sobremesa.
Corriam os anos 80 quando se cantava, em plena televisão nacional, “Vinho do Porto é vinho de Portugal”. Uma ode patriota a este símbolo português que é celebrado, em todo o mundo, no próximo dia 27 de janeiro. Com vista para o rio que em tempos embalava as pipas a bordo dos barcos Rabelo, o restaurante Barão Fladgate convida a provar o “Menu Taylor’s” – onde as propostas gastronómicas se fazem acompanhar de vinho do Porto.
Integrado nas caves Taylor’s, com mais de três séculos de história, o restaurante liderado pelo Chefe Ricardo Cardoso tem neste menu o apogeu da ligação entre gastronomia e vinho do Porto, evidenciando a sua versatilidade e conjugação com os vários momentos da refeição.
A experiência inicia-se com um refrescante Taylor’s Chip Dry White Port Tonic, que prepara o palato para a refeição. A acompanhar, serve-se a entrada de Vieiras sobre pera-rocha cremosa, abóbora assada, laranja, mini acelga, amêndoa do Douro tostada e molho de caril.
Segue-se o prato principal, que se apresenta com um dos ícones da casa, o Taylor’s Late Bottled Vintage 2014. O vinho acompanha um Vitelão com batata doce roxa, lapela de pimenta rosa, cebolinhas em vinho do Porto, cenouras baby sobre ervilha trufada e cogumelos trompetas da morte.
Perto do final, a sobremesa chega à mesa com Taylor’s 10 Year Old Tawny Port, servido com um Crème brûlée de caramelo sobre crumble de frutos secos, pipocas caramelizadas, groselhas e gelado de framboesa.
De forma opcional, o menu inclui ainda um suplemento que convida a provar uma seleção de queijos e a degustar o Quinta de Vargellas Vintage 2015, vinho de uma das quintas mais emblemáticas da Taylor’s, reconhecido pela sua inconfundível dimensão perfumada e exótica.
Este menu foi desenhado em parceria com a Diretora de Vinhos das unidades de turismo do grupo, Beatriz Machado. O objetivo foi dar a provar a versatilidade deste ícone do Douro, nas suas diferentes versões e combinações, de uma forma descomplicada.
A experiência do “Menu Taylor’s” está disponível ao almoço (12:30 – 15:00) e ao jantar (19:00 – 22:00), por 54,00€. O suplemento de queijos e Vintage acresce 18,00€.
Disputado sob um calor escaldante, o Santiago E-Prix deste fim de semana testemunhou uma brilhante performance do piloto português da DS TECHEETAH, António Félix Da Costa, que garantiu o seu primeiro pódio e o segundo lugar para a equipa.
Partindo da 10ª posição e progredindo no pelotão com uma assinalável mestria de condução, Félix da Costa liderou a corrida até à última volta, até ter de abrandar para arrefecer a temperatura do carro de forma a conseguir terminar a prova. NO fecho da corrida, o piloto português considerou ser “muito bom obter um primeiro pódio e lutar pela vitória com a minha nova equipa, logo ao cabo de três corridas. Ainda temos algum trabalho a fazer porque, nesta jornada, a nossa primeira vitória esteve totalmente ao alcance. Somos uma equipa nova e temos algumas coisas para melhorar.”
(Photo by Simon Galloway / LAT Images)
Quanto à vitória que esteve “logo ali”, Felix da Costa confessou que o triunfo fugiu porque “em termos da gestão de energia, cometemos um erro e pensei que estávamos bem para ir até ao fim da corrida. Foi por isso que fiz a ultrapassagem para a liderança da corrida, mas, logo de seguida, tive de abrandar subitamente para acautelar a temperatura do sistema. No final, é bem melhor terminar em segundo e pontuar do que não conseguir terminar a corrida.”
O seu companheiro de equipa, Jean-Éric Vergne, largou da 11ª posição da grelha e, mais uma vez, não teve uma jornada fácil depois de ter tido sido obrigado a abandonar devido a danos na asa dianteira do seu carro, quanto ocupava a terceira posição e lutava pela vitória.
A PEUGEOT
registou um excelente volume de vendas em Portugal no ano de 2019, com um total
de 31.043 Veículos de Passageiros e Comerciais Ligeiros, um aumento de 4,7% num
mercado que caiu 2,0%, o que lhe permitiu aumentar a sua quota de mercado para
11,8% e consolidar a vice-liderança. Foi também a marca que mais pontos de
quota somou (0,8 p.p.) no mercado português, em 2019.
A PEUGEOT foi a única marca
automóvel em Portugal que registou crescimentos consecutivos de quota de
mercado, ano após ano, na última década, espelhando o sucesso da estratégia da
Marca e dos seus produtos junto dos consumidores nacionais.
Os seus modelos mais vendidos
foram o Peugeot 208 com 5.667 unidades, o Peugeot 2008 com 4.979, o Peugeot 308
com 4.970 e o Peugeot Partner com 6.180. Os dois primeiros, que acabam de ser
completamente renovados, mantiveram toda a atratividade até ao final de vida.
A liderança na categoria SUV, a
chegada da nova geração do 208 e do 2008, e a introdução das novas tecnologias
elétricas e híbridas plug-in,
permitem à PEUGEOT enfrentar 2020 com elevado otimismo.
Num
mercado português que em 2019 registou quedas na ordem dos 2%, a Peugeot viu os
seus volumes de vendas crescerem em todas as vertentes: +4,7% no acumulado de Automóveis
de Passageiros e de Comerciais Ligeiros, +3% no mercado de Veículos de
Passageiros e +10,3% no mercado de Comerciais Ligeiros.
Para Hélène
Bouteleau, Diretora da Peugeot Portugal e Espanha, a a marca gaulesa “teve um ano de que pode
orgulhar-se e os resultados no mercado português são a melhor prova de que a
Peugeot é cada vez mais uma marca que satisfaz os portugueses. Este êxito
deve-se, não só à estratégia da Marca, proporcionando aos nossos clientes os
modelos e serviços que pretendem, com as tecnologias mais pertinentes, mas
também ao excelente trabalho realizado pelos nossos Concessionários e pela
equipa que se dedica com paixão a esta marca e pretende elevar cada vez mais a
experiência dos clientes a um patamar de excelência. Aliás, a Marca acaba de
ser uma vez mais reconhecida com o prémio Escolha do Consumidor pelo 7º ano
consecutivo. Com estes resultados olhamos com otimismo para o ano que agora
começa. Creio que 2020 vai estar repleto de desafios apaixonantes… E aí esperamos
ter a Peugeot na vanguarda do mercado, com a chegada dos nossos modelos
elétricos e híbridos plug-in”.
À
semelhança da última década, o ano de 2019 voltou a ser um ano de sucessos para
a Peugeot Portugal, que voltou a registar um excelente volume de vendas, com um
total de 31.043 viaturas (mais 1.381 unidades do que há um ano).
A cadência com que a Marca do Leão tem feito crescer a sua implantação no mercado nacional, de modo contínuo e gradual, torna-a na única a ter conseguido aumentar consecutivamente a sua quota de mercado em Portugal ao longo de cada um dos últimos 10 anos, evoluindo, por exemplo, dos 8,7% de quota registados em 2010 para os atuais 11,84%, já no limiar dos 12%.
Segundo
um estudo desenvolvido pela Netpress o retorno do Campeonato de
Portugal de Ralicross, Kartcross e Super Buggy foi em 2019 de
3.799.958,00 Euros.
Segundo a Netpress, empresa
especializada em gestão e análise de informação, em 2019 foram
monitorizadas 802 notícias relativas ao ralicross, kartcross e super
buggy nacionais, que em termos de AVE (Advertising Value Equivalent)
valeram € 3.799.958,00.
O AVE corresponde ao espaço equivalente
ocupado em publicidade, a preço de tabela. A Manchete calcula o AVE
contabilizando o espaço e a relevância que a marca ocupa na notícia,
cruzando-o com o valor do espaço publicitário da publicação.
Significa isto que teriam que ser
investidos quase 3.8 M€, para obter um resultado similar, ou seja: este
seria o valor do plano de comunicação auferido por patrocinadores,
parceiros, organizadores e pilotos.
Ainda segundo o mesmo estudo, o mês de
Julho foi o mais produtivo relativamente ao número de notícias (16%) e
também aquele que foi conseguido o maior valor de AVE (17%). Do total de
notícias, 74% pertencem a meios online, 14% a meios de imprensa escrita
e 12% a meios de televisão. O estudo não incidiu sobre a rádio.
“Estes são números que espelham o
trabalho que tem vindo a ser desenvolvido. Não é apenas o resultado do
trabalho exclusivo de 2019, mas é sim o fruto do trabalho feito nos
últimos anos, que se reflecte no retorno da época passada.” Afirmou Pedro Gil de Vasconcelos, promotor do Campeonato.
Com o arranque da época a aproximar-se a passos largos o promotor acrescenta ainda que:
“o PTRX é um campeonato com um potencial elevadíssimo, garante um bom
espectáculo para o público, com provas extremamente bem disputadas,
costumo dizer que cada fracção de segundo conta e por isso, os pilotos
encontram aqui uma competição em que a adrenalina é constante. Acho que a
principal garantia que o PTRX dá para todos é de tempo de qualidade.” Rematou o promotor.
A primeira prova do Campeonato de Portugal de Ralicross, Kartcross e
Super Buggy está agendada para sete e oito de Março, em Sever do Vouga.
Saber o que se vai encontrar após uma curva cega pode ser,
na maioria das vezes, muito útil, mas para os condutores esse conhecimento pode
mostrar-se ainda mais importante.
Fruto de uma nova tecnologia de conectividade automóvel da
Ford, isso passa a ser uma realidade. A função de Informação de Perigo na Via
(IPV) marca um passo significativo rumo a uma infraestrutura de transportes conectados,
ajudando os condutores a prepararem-se e, potencialmente, evitar determinados
perigos na estrada.
Quando estes se deparam com filas de carros repentinas, acidentes ou derramamento de cargas, possivelmente ainda sem estar a ver essas situações, a sua viatura pode receber um aviso prévio. Tal também se pode aplicar a outras situações, de tempestades de granizo, a inundações repentinas, ou até mesmo deslizamentos de terras. O despoletar do sistema, ocorre de acordo com as situações que se apresentam no percurso mais à frente. Pode activar os airbags, fazer piscar as luzes de aviso de perigo, ou os limpa para-brisas. Os anteriores sistemas de alerta de incidentes de trânsito contavam com o input de informações por parte dos condutores para que se gerassem alertas. A função de IPV opera de forma autónoma, sem a necessidade de qualquer interacção do condutor, para gerar informações e emitir avisos. Os perigos apenas serão exibidos se o sistema identificar que o incidente é susceptível de ter algum impacto na viagem do condutor, surgindo directamente no ecrã do painel de instrumentos.
A IPV foi projectada para ser mais benéfica para os condutores do que as informações de perigo obtidas a partir dos actuais sistemas de transmissão via rádio, que muitas vezes entregam notificações que não são relevantes. De série, no novo Ford Puma, sem custos associados no primeiro ano, a função IPV está a ser integrada em mais de 80 por cento da gama de veículos de passageiros da Ford, processo que decorre até ao final do presente ano. Acrescente-se que este benefício não se limitará, apenas, aos que viajam a bordo de modelos da Ford, pois as informações enviadas podem ser usadas para alertar os condutores de veículos de outros fabricantes e vice-versa.
A 4ª Gala da Montanha levou até ao Fórum de Santa Marta de Penaguião três centenas de convivas, entre pilotos, equipas, personalidades e aficionados. O evento foi palco para premiar os protagonistas principais da época de 2019 e para anunciar as novidades para 2020.
Casa cheia para a noite de consagração. A 4ª Gala da Montanha foi, pela primeira vez, realizada em Santa Marta de Penaguião e, uma vez mais, resultou numa noite intensa e de festa.
A Gala da Montanha é organizada
pelo Promotor do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, constituído pela
APPAM e pelos clubes organizadores das provas integrantes do CPM.
A primeira parte do
evento foi integralmente dedicado a destacar a boa “performance” do CPM JC
Group, quanto ao impacto público e mediático, sendo apresentados os números
relacionados com a exposição nos meios de comunicação social, ressalvando a
subida exponencial de quantidade de notícias e do aumento do valor publicitário
inerente a essa exposição.
Logo depois, foi tempo de conhecer as novidades para 2020. O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group arranca logo no início de março e desta feita por terras transmontanas, com a Rampa Porca de Murça. Ainda nos idos de Março, será tempo de rumarmos a sul, para voltarmos a Setúbal, com a Rampa PêQuêPê Arrábida, seguida da Rampa da Penha Paisagem Protegida, no início de Abril.
No começo de maio dá-se uma das grandes novidades. A rampa comum do CPM e do Europeu de Montanha muda-se de armas e bagagens para Boticas, já que, mercê de um acordo entre os clubes, o promotor, a FPAK e a FIA, Braga prescindiu, por esta época, do Europeu, recebendo o FIA Hill Climb Masters, em Outubro. Ainda em Maio, será tempo, no último fim-de-semana, de tocarmos no teto de Portugal Continental, com a realização da Rampa da Serra da Estrela, na Covilhã.
O CPM JC Group volta a
ter jornada dupla em Julho. Primeiro, será tempo de subirmos a Rampa de Santa
Marta e, quinze dias mais tarde, descemos ao centro, para encarar a mítica
montanha do Caramulo.
As férias de verão serão
um pouco maiores, pois a última prova do CPM JC Group decorrerá na reta final
de setembro, com nova jornada em Boticas.
Em termos regulamentares, o CPM JC Group tem algumas alterações relevantes. Quanto a títulos nacionais, estarão em jogo os títulos Absoluto, Protótipos, GT, Turismos, Clássicos e ainda de Legends.
A aproximação aos regulamentos da velocidade é ainda mais alargada. As antigas Divisões 5 e 6, onde se enquadravam os concorrentes do Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha, são agora substituídas em Grupos, distribuídos pelos H65, H71, H75, H81, Gr. 1 e 3 Nacional e GR5. No campeonato reservado aos Legends existirão os Grupos 85, 90, 99, especial, Livre, Feup 2 e Feup 3.
Uma referência ainda à
Categoria Protótipos. Esta é agora dividida em duas Divisões, A e B, numa busca
pela maior equidade desportiva.
Honra e Glória aos bravos
do campeonato
Para além dos prémios para todos os participantes nas 8 provas do CPM JC Group 2019, incluindo não apenas os classificados, mas também aqueles cujas participações foram mais pontuais, foram ainda distinguidas, ao longo da noite, personalidades e instituições pelo papel que desempenharam na elevação do Campeonato de Portugal de Montanha.
Jose Correia, CEO do JC Group, recebeu, sob fortes aplausos o prémio “Dinamismo Empresarial no Desporto Automóvel”, que foi outorgado ao grupo empresarial sediado em Braga, pelo apoio que concede, enquanto patrocinador principal do Campeonato, através das marcas JC Group, New Hope e Solar da Pena.
Com a sala de pé, numa forte ovação, Jorge Meira subiu ao palco para receber o prémio “Paulo Ramalho”, das mãos de Isabel Ramalho e Joaquim teixeira. O piloto nortenho tem sido uma figura sempre presente entre os pilotos do CPM, somando mais de duas décadas de participações nas provas de montanha, sempre plenas de garra e fairplay. Uma carreira notável, agora alvo de uma homenagem merecida, recebendo o prémio que honra a memória do grande Paulo Ramalho.
O credenciado
fotojornalista Armindo Cerqueira foi granjeado com o prémio “Carreira no COM”.
O profissional da fotografia portuense tem devotado parte da sua carreira ao
CPM, já desde os primórdios do corrente seculo, merecendo agora o reconhecimento
por parte do promotor.
O grupo Portugal Hill
Climb Fans foi, uma vez mais e com a toda a justiça, premiado, levando, desta
feita, para casa o prémio “Simply The Best”, distinguindo a claque bracarense
como o melhor parceiro do CPM em 2019.
Outra claque da zona dos
arcebispos levou para casa o prémio “Melhor Claque do CPM JC Group”.
Entusiastas, apaixonados e dedicados ao campeonato, os membros da claque NSF
colocam agora na sua vitrine este troféu que honra os seus pergaminhos.
Afonso o “Fã nº1” da
Montanha
1744.86 euros. Eis o valor
angariado junto dos convidados da gala e que reverteu para os tratamentos do
Afonso.
O Afonso é uma criança
que, vítima de uma paralisia cerebral provocada por hemorragias no cérebro nos
primeiros dias de vida, sofre de tetraparesia, ou seja, além das dificuldades
cognitivas, as funções motoras dos braços e pernas apenas respondem
parcialmente.
É um de trigémeos (Bernardo, Afonso e Tomás) e
aquele que tem enfrentado um longo e caro processo de recuperação, para o qual
os recursos da sua família, residente em Santa Marta de Penaguião, não são
suficientes.
Na última edição da Rampa de Santa Marta, o
Afonso vibrou com a passagem de todos os “craques” do campeonato e, no final,
já na entrega de prémios, ficou eufórico quando Joaquim Teixeira, piloto e
presidente da APPAM lhe ofereceu o boné oficial do CPM e ainda um dos troféus
que tinha acabado de conquistar.
Agora e com a Gala a decorrer na sua terra
natal, foi tempo da “família” da Montanha se unir e dar o seu contributo, para que
este jovem ”guerreiro” possa ter um futuro melhor.
A angariação de donativos está ativa nas redes
sociais, através da página oficial no Facebook “Vamos ajudar o Afonso” e esta é
uma casa merecedora da ajuda de todos nós!
O regresso dos ralis a Felgueiras é o grande destaque
da prova que vai abrir a época de ralis 2020. O Rali Serras de Fafe e
Felgueiras pontua para o Campeonato de Portugal de Ralis, Troféu Europeu de
Rails, Troféu Ibérico de Ralis e Campeonato de Ralis Norte e tem encontro
marcado com os aficionados de 27 a 29 de Fevereiro próximo.
Estamos já na contagem decrescente para quebrar o “jejum” típico do defeso de inverno e voltarmos às emoções dos Ralis. O primeiro embate vai ter lugar, como é tradição, na chamada “catedral dos ralis”. Fafe volta a ser o epicentro da primeira prova da temporada do Campeonato de Portugal de Ralis.
O Arquivo Municipal de Fafe foi o palco da apresentação oficial da prova. Casa cheia e, logo a abrir, a questão da candidatura ao Campeonato Europeu de Ralis foi abordada. Parcídio Sumavielle, Vice-presidente e vereador da C.M. Fafe vincou, na sua intervenção que “a nossa intenção é ir mais longe. Todos sabem que queremos organizar uma prova do Campeonato da Europa. Mantivemos silêncio sobre este tema, pois entendemos que só deveríamos avançar, caso não houvesse condições para que os Açores realizassem a sua prova.” O “Vereador dos Ralis” de Fafe, realçou ainda que: “quero deixar aqui claro, que os municípios de Fafe e de Felgueiras estão disponíveis para receber uma prova de outro calibre e, quem sabe, brevemente o Rali Serras de Fafe e Felgueiras possa contar para o Europeu.”
Rematou com uma novidade. O Rali de Montelongo, rali de
asfalto, que integra o Campeonato Norte de Ralis, é “candidato ao Europeu
de Clássicos. Criarmos requisitos para que o Montelongo possa ser uma prova com
outras condições.“
O primeiro ato da prova acontece a 21 e 22 de Fevereiro, datas para a realização dos reconhecimentos. Cada concorrente vai poder realizar duas passagens. A prova arranca no dia 27 de Fevereiro, com a realização das primeiras verificações técnicas e documentais. No dia 28, a partida oficial está prevista para as 3 da tarde sendo disputas duas passagens por Aboim/Monte. O primeiro dia de competição termina já noite dentro, com a Fafe Street Stage, especial mais dedicada ao espetáculo e que levará milhares às ruas do centro de Fafe.
Para Sábado, 29, está reservado o prato principal do cardápio competitivo. Vão ser disputadas dez provas de classificação, com passagens duplas por mais cinco troços. A prova terá o seu epílogo com o pódio final, em Fafe, às 19,00 horas.
Carlos Cruz, Presidente do DEMOPORTO, clube organizador,
realçou que “são já 33 edições, em que apostamos sempre em introduzir
novidades e daí, este ano, regressarmos a Felgueiras, com Santa Quitéria e Seixoso,
que voltam a receber a caravana dos ralis nacionais”, destacando ainda “a
nova versão de Luílhas, que agora se chama Luílhas/Guilhofrei, fazendo uma
incursão ao concelho vizinho de Vieira do Minho.”
A segurança é mais uma vez ponto importante para a organização
com “todas as classificativas a ter duas zonas espetáculo e queremos
chamar a atenção de todos para que estes serão espaços onde é possível assistir
ao rali, com toda a segurança.”
Questionado pela VMotores quanto à possível presença de World Rally Cars na prova, Carlos Cruz afirmou que “à organização ainda nada chegou oficialmente e, por isso, não existe nada em concreto. Gostaríamos muito e vamos ver o que acontece. No ano passado, tivemos cá o Dani Sordo e nunca se sabe se ele pode voltar a competir ou outro piloto do mesmo calibre.”
Já Ni Amorim, Presidente da FPAK, realçou a enorme
expectativa quanto à lista de inscritos, afirmando estar “convencido que o
Rali Serras de Fafe Felgueiras vai ser mais um sucesso, com uma lista de
inscritos notável. Teremos que esperar pela lista de inscritos final, pois tudo
indica que teremos a presença de vários pilotos estrangeiros.”
Ni Amorim realçou ainda o enfoque na protecção do meio ambiente, anunciando que “A Federação, este ano, em Fafe vai-se juntar a uma organização ambientalista e em parceria com a Câmara Municipal quer dar bons exemplos e implementar boas práticas. Entendemos que devemos contribuir para minimizar o impacto das provas e por isso vamos plantar algumas árvores de grande porte.”
Para os líderes dos municípios, a importância da prova é um
ponto mais do que assente.
Nuno Fonseca, edil de Felgueiras, não escondeu “a
enorme satisfação por ter os ralis de volta ao nosso concelho. Em Felgueiras é
enorme o entusiasmo e estamos a trabalhar para colocar os pisos nas melhores
condições e assim proporcionarmos a todos uma grande prova”.
Para Raúl Cunha, congénere de Fafe, o rali “é uma
forma bonita de abrir a época, na Catedral dos Ralis.”
O presidente fafense reforçou ainda que “este ano
vamos envolver os concelhos vizinhos. Vamos a Felgueiras, mas vamos também
fazer uma visita breve a Vieira do Minho. Como temos fronteiras comuns,
entendemos que o que é bom para Felgueiras, é também bom para Fafe e a nossa
aposta nos ralis, é igualmente boa para ambos os concelhos. Há um conjunto de
interesses que são comuns. Isto não depende só de quem dirige os municípios, é
também fruto de uma análise e de uma aposta económica das nossas terras. Temos
o desafio de manter e robustecer o rali, criando condições para receber outras
provas com outras dimensões.”
Os dados estão lançados. O Rali Serras de Fafe e Felgueiras está
aí e promete, uma vez mais, ser uma prova com um plantel de luxo, público a
condizer e emoção até ao fim.
Álvaro Parente disputará este ano o GT World Challenge Europe Endurance Cup aos comandos de um Bentley Continental GT3 da K-PAX Racing, equipa com quem foi Campeão nos Estados Unidos da América.
A bem-sucedida formação norte-americana resolveu este ano dar o salto para a mais importante competição europeia dedicada a carros de GT, que tem como prova maior as 24 Horas de Spa-Francorchamps, onde representará oficialmente a Bentley Motorsport e a sua escolha para liderar um dos seus carros recaiu no português.
Álvaro Parente volta a representar as cores da equipa da Califórnia, com quem conquistou o título de 2016 do Pirelli World Challenge, tendo como colegas de equipa aos comandos do Bentley Continental GT3 #9 Andy Soucek e Jordan Pepper, piloto oficial da Bentley Motorsport. A K-PAX Racing colocará ainda um segundo carro para Maxime Soulet, Jules Gounon e Rodrigo Baptista.
O piloto do Porto mostra-se bastante satisfeito por regressar à Europa com a estrutura que lhe permitiu conquistar tantos sucessos nos Estados Unidos da América. “É fantástico poder voltar ao GT World Challenge Europe Endurance Cup com a K-PAX Racing, uma equipa que me permitiu vencer um título e tornar-me no piloto com mais vitórias do GT World Challenge America. Sinto-me em casa e sinto que posso fazer a diferença e estou entusiasmado e desejoso para que a temporada tenha o seu início”, afirmou Álvaro Parente.
O GT World Challenge Europe Endurance Cup – que anteriormente era conhecido como Blancpain Endurance Cup – será disputado ao longo de cinco etapas, sendo a mais importante as 24 Horas de Spa-Francorchamps.
Esta competição, conhecida por ser o Campeonato da Europa de GT Endurance, é uma das mais competitivas do mundo, uma vez que todos os construtores do mundo dos Grande Turismo colocam os seus pilotos oficiais em pista na ânsia de bater os seus adversários.
O português, apesar de reconhecer a validade da oposição, considera que poderá estar na linha da frente ao longo da temporada deste ano do GT World Challenge Europe Endurance Cup. “Será um novo ambiente para a K-PAX Racing, mas já mostrou que é capaz de se bater com as melhores equipas do mundo, portanto, estou confiante. O Bentley Continental GT3 já provou ser um carro vencedor e, no Andy e no Jordan, terei dois colegas de equipa muito competitivos. Para além disso, farei equipa com o Andy pelo terceiro ano consecutivo e estamos determinados em continuar com a nossa habitual performance vencedora. Os nossos adversários são muito fortes, mas vamos trabalhar arduamente e penso que poderemos estar entre os candidatos aos lugares da frente durante a época”, sublinhou Álvaro Parente.
A temporada do GT World Challenge Endurance Cup terá o seu início em Monza, nos próximos dias 17 a 19 de Abril, e estender-se-á até Setembro, terminando com uma prova em Nurburgring, 4 a 6 de Setembro.