Alberto Pereira encerrou a temporada 2026 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group da melhor forma, impondo o inconfundível Honda Civic Type R amarelo na categoria Super Challenge C, na Rampa do Caramulo.
O piloto de Mesão Frio mostrou andamento desde as primeiras subidas e foi baixando de forma consistente os seus tempos. Depois de começar com 1m44,999s, chegou à primeira subida de prova de sábado com um forte 1m36,064s.
O domingo trouxe um desafio completamente diferente, com nevoeiro e chuva miudinha a condicionarem o estado do piso. Alberto Pereira soube esperar pelo momento certo e, à medida que as condições melhoraram, voltou a acelerar.
Na derradeira subida, já com o asfalto mais favorável, assinou o seu melhor registo de todo o fim de semana: 1m35,353s.
Foi o tempo que confirmou a vitória nos Super Challenge C e permitiu a Alberto Pereira fechar a época com uma exibição sólida e em crescendo, precisamente no momento em que mais contava.
José Carlos Pouca Sorte encerrou a temporada 2026 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group com um segundo lugar entre os GT na 35ª Rampa do Caramulo, aos comandos do Porsche GT3 Cup da Megamotors.
Depois de alguns meses afastado da competição, o piloto começou o fim de semana ainda à procura do melhor ritmo e da afinação ideal para o Porsche. A evolução foi, porém, evidente ao longo das subidas, culminando no melhor registo pessoal de 1m30,078s na derradeira manga de prova.
O tempo valeu-lhe o segundo lugar nos GT, atrás de Beatriz Correia e à frente de Daniel Vilaça.
“Os meses sem competir refletiram-se no andamento inicial e não foi fácil encontrar o acerto certo para o carro. A equipa da LM Garage, liderada pelo Miguel Costa, fez um grande trabalho e conseguimos melhorar de forma significativa até chegar ao segundo lugar”, destacou José Carlos Pouca Sorte.
Miguel Gonçalves encerrou a temporada 2026 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group com uma vitória nos Super Challenge B na Rampa do Caramulo e confirmou a segunda posição final na Divisão.
Ao volante do BMW E36, o piloto vimaranense foi uma das referências da classe desde os primeiros treinos, assumindo a liderança logo na manhã de sábado e reforçando-a na primeira subida oficial de prova, com 1m40,854s.
O domingo trouxe condições bem mais difíceis, com nevoeiro e chuva miudinha a alterarem por completo o estado do piso. Miguel Gonçalves soube gerir essa mudança e, já com a estrada a secar, fechou a derradeira subida em 1m41,839s, garantindo a vitória.
O resultado coroou uma temporada de grande regularidade. Miguel Gonçalves participou em sete das oito jornadas do campeonato e subiu ao pódio em todas elas, terminando o ano como 2º colocado dos Super Challenge B.
“Foi um regresso em cheio, com esta vitória. O carro esteve muito bem e conseguimos fechar a época da melhor forma. Agora é tempo de começar a preparar 2027”, resumiu o piloto de Guimarães.
Diogo Marujo dificilmente poderia ter escolhido melhor forma de se estrear no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Aos comandos da Osella PA21S da Power House, o jovem piloto terminou a 35ª Rampa do Caramulo no terceiro lugar absoluto, a apenas oito décimos de Nuno Caetano, vice-campeão nacional em 2026.
Sem experiência anterior numa barqueta, Marujo fez precisamente aquilo que se espera de quem tem talento: aprendeu depressa e melhorou os tempos de forma consistente ao longo dos dois dias, sem cometer erros e respondendo à forte concorrência com uma exibição de grande maturidade.
O terceiro lugar ajudou ainda a Power House a completar um pódio absoluto totalmente preenchido pelos seus pilotos, num resultado particularmente marcante para uma estreia.
“A sensação de conduzir uma barqueta é incrível. Conseguimos sentir a força G e também toda a aerodinâmica à medida que aumentamos a velocidade nas curvas”, explicou Diogo Marujo.
Já apontado como um dos jovens valores em ascensão nos ralis, mostrou no Caramulo que a adaptação à Montanha pode ser igualmente natural: “Foi uma prova bastante positiva e consegui adaptar-me bem ao carro. Para o ano gostava de fazer mais alguma rampa. Ainda não sei se será o campeonato todo ou apenas algumas provas.”
Não decidiu ainda quanto quer de Montanha em 2027. Depois do que fez na estreia, a Montanha provavelmente quererá mais de Diogo Marujo.
A 35.ª Rampa do Caramulo marcou o encerramento de uma temporada muito positiva para Ricardo Loureiro, que terminou a última jornada do Campeonato de Portugal Clássicos de Montanha JC Group com um sólido 4.º lugar, garantindo ainda um excelente 3.º lugar na classificação final do campeonato.
Ao volante do seu habitual Ford Escort MKII, Ricardo Loureiro voltou a evidenciar a consistência que marcou a sua temporada.
Mesmo com a inesperada chegada da chuva no domingo, o piloto, que acumula a atividade desportiva com as funções de Presidente da Junta de Freguesia do Guardão, manteve um andamento seguro e eficaz ao longo dos dois dias, beneficiando da irrepreensível fiabilidade da sua máquina.
“Foi um fim de semana dentro daquilo que era expectável. Tivemos a surpresa da chuva no domingo, que ninguém esperava, mas correu tudo muito bem e o carro esteve impecável. Já na Arrábida tínhamos começado a experimentar algumas soluções diferentes e fizemos o mesmo aqui no Caramulo. Sabemos que ainda existe uma diferença de competitividade para alguns dos carros da frente, mas estamos a trabalhar nisso e sabemos bem o que queremos para a próxima época”, explicou Ricardo Loureiro.
O resultado alcançado na prova organizada pelo próprio Caramulo Racing Team colocou um ponto final numa campanha em que a regularidade e a capacidade de superar as limitações técnicas foram determinantes. Num campeonato com numerosos pilotos experientes e máquinas de elevado potencial, o 3.º lugar absoluto entre os Clássicos assume um significado especial.
“Fazendo um balanço global da temporada, foi um ano muito interessante. Conseguimos o terceiro lugar no Campeonato Nacional, o que, tendo em consideração o número de pilotos inscritos e a qualidade das máquinas e dos adversários, é um resultado muito positivo. Espero sinceramente ter um carro mais competitivo na próxima época, para podermos discutir posições ainda melhores”, sublinhou.
Apesar de a competição ter acabado, Ricardo Loureiro já tem os olhos postos em 2027. A evolução do Ford Escort MKII e a definição dos apoios necessários para a próxima campanha assumem-se como prioridades imediatas.
“Agora é tempo de descansar um pouco, mas também de começar já a trabalhar na próxima época, porque isto não para. Se tudo correr bem, em dezembro queremos ter definido o número de provas que vamos disputar e perceber com que apoios e patrocinadores podemos contar”, adiantou.
A jornada caramulense teve ainda um significado acrescido por marcar a estreia do Caramulo Racing Team como clube organizador da Rampa do Caramulo, responsabilidade que, na opinião de Ricardo Loureiro, foi assumida com enorme competência.
“Quero dar os parabéns ao Caramulo Racing Team pela excelente organização. Tendo em consideração que foi a primeira vez que assumiu a organização da Rampa do Caramulo, penso que foi um grande sucesso”, destacou o piloto.
Com um Top 4 na última prova e o 3.º lugar final no Campeonato de Portugal Clássicos de Montanha JC Group, Ricardo Loureiro encerra a temporada de 2026 com motivos de sobra para sorrir. Fica a satisfação pelos resultados alcançados, a emoção de terminar a época perante a sua gente e, sobretudo, a determinação de regressar em 2027 com um Ford Escort MKII ainda mais competitivo e renovadas ambições.
José Lameiro encerrou a temporada de 2026 a roçar a perfeição. O piloto da Diatosta conquistou uma vitória categórica na Super Challenge e colocou o Škoda Fabia MKIII no Top 10 da classificação geral absoluta da 35.ª Rampa do Caramulo, oitava e última jornada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
De regresso ao traçado onde se estreou nas provas de Montanha, Lameiro apresentou um ritmo forte e consistente durante todo o fim de semana. Sem cometer qualquer erro e beneficiando da excelente saúde demonstrada pelo Škoda, o piloto confirmou a recuperação competitiva já evidenciada nas rondas anteriores e impôs-se de forma inequívoca entre os Super Challenge.
“Foi um final de época praticamente perfeito. Conseguimos a vitória na Super Challenge, entrámos no Top 10 absoluto e, acima de tudo, apresentámos um ritmo muito forte, sem erros e com o carro a corresponder de forma irrepreensível. Foi extraordinário regressar ao lugar onde tudo começou e terminar desta forma”, afirmou José Lameiro.
O triunfo alcançado no Caramulo repetiu a receita do encerramento da temporada anterior. Em 2025, José Lameiro conquistara na Rampa da Arrábida a primeira vitória da sua carreira na Super Challenge; um ano depois, voltou a fechar o campeonato no lugar mais alto do pódio.
“Parece uma cópia do que aconteceu em 2025. Voltámos a terminar a época com uma vitória, mas esta tem um significado ainda maior por tudo aquilo que enfrentámos ao longo do ano. Foi uma temporada muito atribulada, com momentos difíceis, e este resultado é o justo prémio para toda a equipa, para os nossos parceiros e para todos aqueles que nunca deixaram de acreditar em nós.”
Depois de uma fase marcada pela recuperação do ritmo, da confiança e dos índices competitivos do conjunto, José Lameiro encerra 2026 com a certeza de que possui todas as condições para discutir objetivos mais ambiciosos na próxima temporada.
“Terminámos o ano exatamente no nível que queríamos. Sabemos que ainda podemos evoluir, mas esta vitória deixa-nos muito confiantes e excelentes indicações para 2027. Queremos preparar tudo com o máximo cuidado porque o objetivo é claro: regressar ainda mais fortes e atacar o título nacional da Super Challenge.”
O piloto da Diatosta deixou ainda uma palavra de grande reconhecimento ao Caramulo Racing Team: “A organização esteve irrepreensível na condução da prova e recebeu-nos com uma hospitalidade inexcedível. O Caramulo Racing Team está de parabéns pela qualidade do evento e pela forma extraordinária como acolheu pilotos, equipas e público.”
A vitória no Caramulo colocou, assim, um ponto final brilhante numa época exigente e confirmou que José Lameiro e o Škoda Fabia MKIII estão novamente ao mais alto nível. 2026 terminou no lugar mais alto do pódio; 2027 começa já com o título nacional como alvo.
A Serra do Caramulo foi palco de um encerramento de temporada à altura da competitividade demonstrada ao longo das oito jornadas do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2026. A 35.ª Rampa do Caramulo reuniu milhares de espectadores, proporcionou disputas intensas e consagrou novos campeões nacionais, numa edição que assinalou também a estreia do Caramulo Racing Team como clube organizador.
Depois de um sábado soalheiro, o domingo trouxe chuva ligeira e nevoeiro, por momentos bastante intenso. As condições obrigaram a Direção de Prova a declarar a segunda subida oficial com pista molhada, condicionando os tempos e as estratégias dos pilotos. O regresso do piso seco na derradeira subida permitiu que a luta pelas classificações se resolvesse em condições mais favoráveis.
Hélder Silva regressa a vencer e Power House ocupa todo o pódio
O regresso de Hélder Silva à competição, aos comandos do Norma FC20 M20FC, terminou com uma vitória sem contestação. O pentacampeão nacional assumiu a liderança no sábado e confirmou-a na última subida oficial, estabelecendo a sua melhor marca do fim de semana, 1m15,393s, próxima do recorde do traçado, que também lhe pertence.
Com o acumulado de 2m31,219s, o piloto da Póvoa de Varzim venceu com 9,800 segundos de vantagem sobre o companheiro de equipa Nuno Caetano, no Osella PA2000 EVO2-PA30.
O segundo lugar permitiu a Caetano conquistar o vice-campeonato nacional absoluto, encerrando uma temporada em que se afirmou regularmente entre os mais rápidos.
O terceiro lugar constituiu uma das principais notícias da prova.
Diogo Marújo, jovem piloto que se tem destacado nos ralis nacionais, estreou-se no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group aos comandos de um Osella PA21/S Evo da Power House e alcançou imediatamente um pódio absoluto.
Quarto classificado no sábado, Marújo melhorou os seus registos e terminou a apenas 511 milésimos de Nuno Caetano, confirmando uma rápida adaptação às exigências dos protótipos de Montanha.
A Power House colocou, assim, os seus três Protótipos A nas três primeiras posições da classificação geral.
O quarto lugar pertenceu a Carlos Gonçalves, no Osella PA21/S da JC Group Racing Team, a apenas 220 milésimos do pódio, fechando aquela que foi a sua melhor temporada desde que iniciou a carreira na modalidade. José López-Fombona, com o Audi RS5 DTM, completou o Top 5, tendo sido o mais rápido na segunda subida oficial, disputada com piso molhado e nevoeiro. Na sexta posição terminou Sérgio Nogueira, vencedor dos Protótipos B com o Silver Car S3, resultado que lhe garantiu o terceiro lugar final no campeonato da divisão.
Pedro Alves conquista o bicampeonato de Turismos
Pedro Alves cumpriu no Caramulo o objetivo que perseguia: renovar o título nacional de Turismos. O piloto de Vila Real colocou o Cupra TCR da Befast Motorsport na sétima posição absoluta, vencendo a categoria e a divisão Turismo 2.
A conquista representa o segundo título consecutivo de Turismos e o terceiro título nacional da sua carreira na Montanha.
Nas restantes divisões, Daniel Pacheco venceu o Turismo 1, na estreia do seu novo Škoda Fabia N5, enquanto Aníbal Pinto, em Renault Clio RS, foi o vencedor do Turismo 3.
Beatriz Correia vence duelo nos GT e garante o vice-campeonato
A discussão pelo vice-campeonato nacional de GT proporcionou uma das lutas mais interessantes do fim de semana.
Depois de Daniel Vilaça ter terminado o sábado com apenas 230 milésimos de vantagem, Beatriz Correia respondeu na jornada decisiva com a melhor subida da categoria, estabelecendo 1m27,925s aos comandos do Porsche 992 GT3 Cup,
A piloto da JC Group Racing Team conquistou a vitória entre os GT, terminou na oitava posição absoluta e assegurou o vice-campeonato nacional, repetindo uma classificação anteriormente alcançada pela irmã, Gabriela Correia. levando de vencida.
O pódio da categoria fechou com José Carlos Pouca Sorte no segundo posto, com o Porsche 991 GT3 Cup, enquanto Daniel Vilaça caia para terceiro no fecho da rampa e terminou também o campeonato na mesma posição.
José Lameiro fecha a época com vitória no Super Challenge
José Lameiro confirmou o domínio evidenciado desde sábado e conquistou a sua primeira vitória da temporada no Super Challenge.
Aos comandos do Škoda Fabia MK3 Supercar da Diatosta, o piloto venceu a categoria e a divisão SC-A, terminando na nona posição absoluta, com 2m59,371s. Repetiu, assim, o desfecho de 2025, encerrando novamente a época com uma vitória no Caramulo.
Alberto Pereira, em Honda Civic Type R, foi segundo da geral do Super Challenge e venceu os SC-C, à frente de Jorge Costela, que colocou o Citroën Saxo VTS no terceiro lugar absoluto da categoria. Nos SC-B, a vitória pertenceu a Miguel Gonçalves, com o BMW E36 Coupé, enquanto Tiago Teixeira, no Peugeot 106 Rallye, venceu os SC-D, superando Horácio Morais por apenas 87 milésimos de segundo.
Rui Costa conquista o primeiro título nacional de Clássicos
O Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group conheceu no Caramulo um novo campeão. Rui Costa, aos comandos do Ford Escort RS1600, confirmou a recuperação protagonizada na segunda metade da temporada, somando mais uma vitória e conquistando o primeiro título nacional da carreira entre os Clássicos.
O piloto estabeleceu o acumulado de 3m08,159s, terminando com 3,134 segundos de vantagem sobre Flávio Sainhas, no Ford Escort MKI. Pedro Silva, com o Volkswagen Golf 16S da Sanguinho, completou o pódio, a 6,518 segundos do vencedor. Ricardo Pereira, em Ford Escort, e Ricardo Loureiro, com o Ford Escort MKII, fecharam os cinco primeiros classificados.
Legends: resultado em pista aguarda decisão federativa
No Campeonato de Portugal de Legends de Montanha JC Group, João Pires foi o mais rápido em pista, aos comandos do BMW E36 M3, terminando com o acumulado de 3m10,371s. António Barros, também em BMW E36 M3, ficou na segunda posição, a 5,692 segundos, enquanto António Silva, com o Honda Civic, completou o pódio, a 11,803 segundos.
Este resultado colocava João Pires na posição de conquistar o título nacional. Contudo, na sequência das verificações técnicas e de um recurso relacionado com uma decisão de desclassificação do piloto de Montalegre, a classificação da prova e a atribuição do título permanecem dependentes de uma decisão federativa.
Até à conclusão desse processo, os resultados obtidos em pista não devem ser considerados definitivos.
Hugo Magalhães vence nos 1300
No Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group, Hugo Magalhães confirmou a liderança assumida no sábado e conquistou mais uma vitória com o Suzuki Swift GTI.
O piloto terminou com 3m31,772s, impondo-se por 3,512 segundos a Salvador Coelho, no Toyota Yaris. O terceiro lugar pertenceu a Luís Ribeiro, com o Fiat Punto 85 Sport, a 6,123 segundos do vencedor, alcançando um resultado de relevo naquela que foi apenas a segunda prova da sua carreira. Na divisão dos Clássicos 1300, venceu Domingos Fernandes, em Autobianchi A112.
Destaque ainda para Nuno Fazendeiro, único participante na Taça de Portugal de Monolugares de Montanha – Prova Extra, que marcou presença com o Funspeed FS 2019 e registou tempos competitivos.
Caramulo Racing Team estreia-se com organização de elevado nível
A 35.ª Rampa do Caramulo assinalou também um momento importante na história da prova, com o Caramulo Racing Team a assumir, pela primeira vez, a responsabilidade máxima pela organização. Com o apoio da Secção de Desportos Motorizados da Associação Académica de Coimbra, o clube assegurou o cumprimento dos horários, um ritmo de subidas consistente e respostas eficazes às situações que surgiram ao longo dos dois dias, mesmo perante as condições meteorológicas adversas de domingo.
O público correspondeu, marcando presença em grande número e contribuindo para o ambiente de festa que acompanhou o encerramento da temporada.
Um dos momentos mais sentidos aconteceu durante o jantar oficial de sábado, com a homenagem ao fotojornalista Armindo Cerqueira, conhecido como «Foto GTI», desaparecido em 2026 e cuja ligação à Montanha e ao desporto motorizado português deixou uma marca duradoura.
Caiu, assim, o pano sobre o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2026. Entre a vitória de Hélder Silva, o pódio integral da Power House, a estreia de Diogo Marújo e a consagração de novos campeões, a 35.ª Rampa do Caramulo confirmou o seu lugar entre os momentos marcantes da temporada. A Montanha encontrou no Caramulo o cenário certo para fechar mais um ano de competição
Num sábado de sol, temperaturas amenas, excelente organização e muito público, o pentacampeão nacional dominou a primeira Subida Oficial da 35.ª Rampa do Caramulo. Nuno Caetano e Carlos Gonçalves completam o pódio provisório, enquanto o estreante Diogo Marújo surpreende com um excelente quarto lugar absoluto. Pedro Alves, João Pires e Rui Costa aproximam-se dos títulos nacionais.
A jornada inaugural da rampa ficou igualmente marcada pelo excelente trabalho do Caramulo Racing Team, que assume pela primeira vez a organização máxima da prova, contando com o apoio da Secção de Desportos Motorizados da Associação Académica de Coimbra. Horários rigorosamente cumpridos, excelente ritmo das subidas e resolução rápida dos pequenos problemas demonstraram o elevado nível organizativo.
E o espetáculo competitivo correspondeu às expectativas. O grande protagonista foi Hélder Silva, que regressou à competição em plena forma, colocando o seu rejuvenescido Norma FC20 M20FC no comando da classificação absoluta.
Depois de ter sido superado pelo companheiro de equipa Nuno Caetano na primeira subida de treinos, o pentacampeão nacional puxou dos galões quando chegou a hora da verdade, estabelecendo a excelente marca de 1m15,826s na única subida oficial do dia.
Nuno Caetano, no Osella PA2000 EVO2-PA30 da Power House, terminou a 2,340 segundos, mantendo bem vivas as aspirações ao vice-campeonato absoluto.
Na terceira posição surge Carlos Gonçalves, que continua a confirmar a sua excelente evolução aos comandos do Osella PA21/S da JC Group Racing Team, ficando a 3,314 segundos do líder e a menos de um segundo de Caetano.
Diogo Marújo surpreende na estreia e Sérgio Nogueira lidera os Protótipos B
Uma das grandes histórias deste sábado pertence a Diogo Marújo. O jovem piloto, que tem vindo a destacar-se nos ralis nacionais, está a realizar a sua estreia absoluta no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e não poderia ter começado melhor.
Aos comandos de um Osella PA21/S Evo da Power House, Marújo demonstrou uma rápida adaptação às exigências da modalidade, terminando num admirável quarto lugar absoluto, a 5,271 segundos de Hélder Silva e a apenas 1,957 segundos do pódio.
O Top 5 ficou completo com Sérgio Nogueira, o mais rápido dos Protótipos B, aos comandos do Silver Car S3, enquanto o espanhol José López-Fombona colocou o imponente Audi RS5 DTM na sexta posição.
Pedro Alves aproxima-se do título e José Lameiro domina o Super Challenge
Na sétima posição absoluta terminou Pedro Alves, que está a cumprir na perfeição a missão de conquistar o segundo título nacional consecutivo entre os Turismos.
O piloto do Cupra TCR preparado pela Befast Motorsport estabeleceu 1m27,519s, liderando a categoria e a divisão Turismo 2. Nas restantes divisões da categoria, Daniel Pacheco, que se apresenta com um Škoda Fabia N5, comanda a 1, enquanto Aníbal Pinto, em Renault Clio RS, lidera a 3.
Logo atrás de Pedro Alves, no oitavo lugar absoluto, surge José Lameiro, que está a dominar entre os Super Challenge com o Škoda Fabia MK3 da Diatosta.
O piloto estabeleceu 1m27,853s e está bem encaminhado para alcançar a primeira vitória da temporada na categoria, repetindo o triunfo com que encerrou a época de 2025.
Nas restantes divisões da categoria Super Challenge, Miguel Gonçalves lidera os SC-B, com o BMW E36 Coupé, Alberto Pereira comanda os SC-C, aos comandos do Honda Civic Type R, e Horácio Morais, em Renault Clio, é o mais rápido dos SC-D.
GT: Daniel Vilaça e Beatriz Correia separados por 230 milésimos!
A luta pelo vice-campeonato nacional de GT está ao rubro! Daniel Vilaça foi o mais rápido neste primeiro dia, colocando o seu Porsche 911 GT3 Cup na nona posição absoluta, com 1m29,752s.
Mas Beatriz Correia, da JC Group Racing Team, respondeu com 1m29,982s, terminando apenas 230 milésimos de segundo atrás do adversário.
Os dois pilotos bracarenses fecharam o Top 10 absoluto e prometem um duelo emocionante no domingo. José Carlos Pouca Sorte, com o Porsche 991 GT3 Cup, ocupa a terceira posição entre os GT.
João Pires e Rui Costa dão passos importantes rumo aos títulos nacionais
No Campeonato de Portugal de Legends de Montanha JC Group, João Pires começou da melhor forma a jornada que poderá consagrá-lo campeão nacional.
O piloto de Montalegre impôs o seu BMW E36 M3, estabelecendo 1m32,519s e terminando com 4,733 segundos de vantagem sobre o ainda bicampeão nacional António Barros, também em BMW E36 M3. António Silva, no Honda Civic, ocupa a terceira posição, a 6,956 segundos do líder.
Nos Clássicos, o cenário é igualmente favorável a Rui Costa, que continua a sua impressionante sequência de resultados com o Ford Escort RS1600.
O piloto dominou a jornada de sábado, registando 1m32,878s e terminando com 2,372 segundos de vantagem sobre Flávio Sainhas, em Ford Escort MKI. A terceira posição pertence a Pedro Silva, no Volkswagen Golf 16S, a apenas 220 milésimos de Sainhas.
Hugo Magalhães lidera os 1300 e Nuno Fazendeiro evolui no monolugar
No Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group, Hugo Magalhães foi o mais forte, colocando o Suzuki Swift GTI na liderança com 1m44,863s.
Salvador Coelho, em Toyota Yaris, terminou a 3,025 segundos, enquanto Luís Ribeiro, com o Fiat Punto 85 Sport, ocupa a terceira posição, a apenas 681 milésimos de Coelho. Uma diferença que promete animar a luta pelos lugares de honra.
Na Taça de Portugal de Monolugares de Montanha JC Group, Nuno Fazendeiro, único participante, conseguiu ultrapassar um problema técnico inicial e evoluir aos comandos do Funspeed FS 2019, estabelecendo na subida de prova a marca de 1m34,095s.
O programa de domingo, 25 de outubro, terá início às 10h00, com a última subida de treinos oficiais, seguindo-se a segunda e terceira subidas de prova, aquelas que determinarão os vencedores da jornada e os títulos nacionais ainda em disputa.
Com muito público, grande competitividade e uma organização à altura do desafio, a 35ª Rampa do Caramulo tem tudo para proporcionar um encerramento memorável do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2026.
Depois do terceiro lugar entre os GT alcançado na Rampa da Arrábida, António Gutierrez chega motivado à Rampa do Caramulo, derradeira jornada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2026.
O piloto espanhol fará a sua estreia no traçado do Caramulo aos comandos do Porsche GT3 Cup, com um objetivo claro: voltar a discutir os lugares do pódio.
“Vou estrear-me nesta rampa e quero lutar por uma posição no pódio dos GT. A lista de inscritos é forte e estarão presentes os principais adversários, por isso esperamos muita luta em pista”, afirma António Gutierrez.
A prioridade passará por encontrar rapidamente uma boa afinação para o Porsche durante as subidas de treinos, antes de atacar nas mangas de prova.
“Não haverá facilidades. Temos de trabalhar bem desde os treinos para depois dar o máximo nas subidas de prova e tentar atingir novamente o pódio”, acrescenta.
As verificações técnicas e documentais realizam-se na sexta-feira, com a competição a decorrer ao longo de sábado e domingo.
A 35.ª Rampa do Caramulo, agendada para os dias 24 e 25 de outubro, levará novamente a emoção da Montanha à serra mágica cravada no coração da região Centro de Portugal. Desta vez, com um significado muito especial: pela primeira vez, um clube local assume a responsabilidade pela organização da histórica competição.
O Caramulo Racing Team, presença habitual e parceiro ativo das edições anteriores, assume agora a batuta organizativa da oitava e última jornada de um campeonato que, uma vez mais, foi intenso, emocionante e competitivo, merecendo o entusiasmo de milhares de espectadores ao longo da temporada e alcançando uma expressiva projeção mediática.
Apesar de alguns dos títulos nacionais já estarem atribuídos, esta 35.ª edição da Rampa do Caramulo apresenta argumentos para proporcionar um encerramento à altura de uma época memorável. reúne 51 inscritos, distribuídos pelos diferentes campeonatos, com duelos prometedores, estreias de grande interesse e três títulos nacionais ainda em aberto.
Ausências dos campeões abrem novas perspetivas de vitória
José Correia, que conquistou na Arrábida o seu segundo título nacional absoluto, não estará presente no Caramulo. Também José Rodrigues, bicampeão nacional de GT, e Luís Nunes, que alcançou o oitavo título nacional da carreira ao conquistar o Super Challenge, optaram por não disputar a derradeira jornada. Também não estará presente Márcio Araújo, vencedor da Taça de Portugal de Kartcross de Montanha, competição que não terá representantes nesta última prova.
Hélder Silva regressa com o Norma para uma batalha de gigantes nos Protótipos A
A luta pela vitória absoluta promete ser um dos grandes atrativos do fim de semana, sobretudo pelo regresso do pentacampeão nacional Hélder Silva, novamente aos comandos da sua “barchetta” Norma FC20 M20FC. O piloto da Power House surge como um dos candidatos ao triunfo, mas terá pela frente adversários de enorme qualidade.
Desde logo, o seu companheiro de equipa Nuno Caetano, que alinhará com o Osella PA2000 EVO2-PA30. Protagonista de uma temporada de elevado nível competitivo, Caetano chega ao Caramulo ainda com a ambição de conquistar o vice-campeonato nacional absoluto, pelo que os pontos em disputa poderão revelar-se determinantes.
A Power House terá, aliás, três representantes entre os Protótipos A. E é precisamente no terceiro elemento deste trio que encontramos uma das novidades mais interessantes de toda a lista de inscritos. Diogo Marújo, um dos jovens valores em ascensão nos ralis nacionais, fará a sua estreia absoluta no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Para esta primeira experiência, terá à disposição um Osella PA21/S Evo.
Também entre os Protótipos A estará Carlos Gonçalves, do JC Group Racing Team, aos comandos do seu Osella PA21/S. Depois de ter alcançado na Arrábida o primeiro pódio absoluto da carreira, o piloto chega motivado para voltar a discutir os lugares cimeiros. E, como se estes argumentos não fossem suficientes, o Caramulo receberá novamente o espanhol José López-Fombona, com o sempre impressionante Audi RS5 DTM.
Nos Protótipos B, a lista apresenta apenas Sérgio Nogueira, aos comandos do seu Silver Car S3. Com o título nacional já entregue ao ausente Tomás Pinto, o piloto procurará aproveitar a última jornada para consolidar a sua posição nas contas finais do campeonato.
GT: Beatriz Correia e Daniel Vilaça discutem o vice-campeonato
Nos GT, a ausência do já bicampeão nacional José Rodrigues não significa falta de emoção. Bem pelo contrário. Beatriz Correia e Daniel Vilaça, ambos aos comandos de Porsche 911 GT3 Cup, chegam ao Caramulo envolvidos numa luta direta pela condição de vice-campeão nacional, prometendo um duelo intenso ao longo das subidas oficiais.
Mas não estarão sozinhos na discussão pela vitória. O regresso de José Carlos Pouca Sorte, ao volante do seu Porsche 991 GT3 Cup, acrescenta um adversário de peso. O piloto venceu na Rampa CAR, em Santa Marta de Penaguião, e apresenta-se novamente como um sério candidato aos lugares cimeiros. A lista fica completa com o espanhol António Gutiérrez Sánchez, também em Porsche 911 GT3 Cup.
Turismo: Pedro Alves procura renovar o título nacional
O Campeonato de Portugal de Turismos de Montanha JC Group é uma das três competições que chegam ao Caramulo com o título nacional ainda por decidir. Pedro Alves, aos comandos do SEAT Leon TCR, apresenta-se como o principal candidato à renovação do título, procurando transformar a última jornada da temporada em mais um momento de consagração.
Terá pela frente Daniel Pacheco, no Mitsubishi Lancer Evolution X, e Aníbal Pinto, com o Renault Clio RS. Uma particularidade interessante é que os três concorrentes representam divisões diferentes: Daniel Pacheco integra o Turismo 1, Pedro Alves o Turismo 2 e Aníbal Pinto o Turismo 3.
Super Challenge: José Lameiro quer repetir a vitória de 2025
Com o título nacional já entregue a Luís Nunes, todas as atenções do Super Challenge se concentram agora na luta pela última vitória da temporada. E o grande candidato é José Lameiro, aos comandos do Škoda Fabia MK3 Supercar, com as cores da Diatosta.
O piloto regressa a um traçado com significado muito especial na sua carreira, precisamente aquele onde se estreou nas competições de Montanha. O objetivo é claro: repetir o triunfo alcançado em 2025 e encerrar a temporada da mesma forma que terminou a anterior.
Na divisão SC-B, a discussão pela vitória envolverá Miguel Gonçalves, em BMW E36 Coupé, Nuno Carvalho, com o Honda Integra Type R, e Simplício Taveira, aos comandos do Peugeot 207 RC 1.6 THP. Já nos SC-C, a lista apresenta cinco concorrentes, com Alberto Pereira, em Honda Civic Type R, a surgir como principal favorito. Terá pela frente Jorge Gouveia, no Ford Escort, Abílio Aparício, em Peugeot 205, Francisco Vieira Leite, com o Toyota Corolla T-Sport, e Jorge Costela, aos comandos do Citroën Saxo VTS.
Finalmente, na divisão SC-D, estarão em competição Ivo Machado, com o Fiat Uno 45S, Horácio Morais, em Renault Clio, e Tiago Teixeira, aos comandos do Peugeot 106 Rallye. Horácio Morais apresenta-se como o candidato à vitória na última jornada.
Clássicos: sete inscritos de grande qualidade para decidir o título nacional
O Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group promete ser um dos grandes focos de interesse da 35.ª Rampa do Caramulo. Com sete inscritos de excelente qualidade e o título nacional ainda por atribuir, a derradeira jornada apresenta todos os ingredientes para uma batalha intensa.
Rui Costa, aos comandos do espetacular Ford Escort RS1600, surge como um dos grandes candidatos a esse duplo objetivo. Depois de quatro vitórias, o piloto chega ao Caramulo numa impressionante sequência de resultados, determinado a completar a recuperação protagonizada na segunda metade da temporada com a conquista do título nacional.
Mas terá pela frente adversários de grande valor, começando por Ricardo Pereira, com o Ford Escort RS2000, que promete ser um dos principais obstáculos às ambições de Rui Costa. Também Pedro Silva, aos comandos do Volkswagen Golf 16S, poderá assumir um papel de destaque, tal como Flávio Sainhas, o ainda campeão nacional em título, que regressa com o seu Ford Escort MKI determinado a terminar a época com uma exibição de grande nível.
Especial atenção merecerá igualmente Ricardo Loureiro (Ford Escort MKII), piloto do Caramulo Racing Team, que irá competir perante o seu público. Completam a lista Fernando Francisco, em Ford Escort MKI, e Renato Afonso, com o Toyota Corolla.
Legends: João Pires pode transformar o Caramulo na rampa da consagração
Também no Campeonato de Portugal de Legends de Montanha JC Group o título nacional continua em aberto. A ausência de Joaquim Soares, deixa João Pires numa posição favorável. O piloto de Montalegre, que lidera a classificação e apresenta o maior número de vitórias da temporada, chega ao Caramulo aos comandos do BMW E36 M3, determinado a celebrar o título nacional.
Mas, se as contas do campeonato lhe são favoráveis, a luta pela vitória na prova promete. Desde logo pela presença de António Barros, bicampeão nacional em título, também com um BMW E36 M3. Outro nome a merecer destaque é José Carlos Magalhães, com um Mitsubishi Lancer Evolution IV. A qualidade do piloto e as características do carro japonês, dotado de tração integral, coloca-o também na luta pela vitória entre os Legends.
A lista integra ainda Virgílio Faleiro, no BMW 325 iX, António Silva, em Honda Civic, Mário Barroso, com o Citroën AX GTI, Armindo Correia, em Peugeot 306, e o regressado Carlos Ramos, aos comandos do Peugeot 205 GTI.
Montanha 1300: Armando Freitas lidera pelotão de dez inscritos
No Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group, as contas do título já estão resolvidas, mas não faltam motivos de interesse para a última jornada. Armando Freitas, que conquistou na Arrábida o quarto título nacional da carreira, estará presente com o seu Toyota Starlet. O piloto de Fafe apresenta-se como o grande candidatos à vitória, mas encontrará oposição num pelotão diversificado.
Miguel Ângelo Oliveira, no Peugeot 106 XSI, e Hugo Magalhães, que já venceu esta temporada aos comandos do Suzuki Swift GTI, surgem entre os adversários a ter em conta. Também Salvador Coelho, em Toyota Yaris, Paulo Oliveira, no Peugeot 106, Luís Ribeiro, com o Fiat Punto 85 Sport, Domingos Fernandes, em Autobianchi A112, e José Pedro Figueiredo, aos comandos do Datsun 1200, integram a lista.
Destaque ainda para o regresso da «Dama de Aço» da Montanha, Eva Laranjeira, que voltará à competição com o Peugeot 205 Rallye da M&S Sport. Embora conste da lista de inscritos, Diogo Marques, não estará presente no Caramulo.
Entre os motivos de interesse da 35.ª Rampa do Caramulo encontra-se ainda a presença do monolugar Funspeed FS 2019, conduzido por Nuno Fazendeiro. O piloto terá à sua disposição uma máquina que poderá proporcionar tempos muito competitivos, acrescentando espetáculo adicional às seis subidas previstas no programa.
Seis subidas para fechar uma temporada memorável
A 35.ª Rampa do Caramulo seguirá o formato habitual das provas do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, com três subidas em cada um dos dois dias de competição, sempre com início às 10h00. No sábado, 24 de outubro, o programa contempla duas subidas de treinos e a primeira subida oficial de prova. No domingo, 25 de outubro, haverá uma última subida de treinos, seguida das duas derradeiras subidas oficiais, aquelas em que tudo será decidido: os vencedores da prova, os lugares de honra e os títulos nacionais que continuam em aberto.
Com o apoio da Câmara Municipal de Tondela, Junta de Freguesia do Guardão, Águas do Caramulo, Fuchs, JC Automóveis e Antichama, a 35.ª edição promete estar à altura do prestígio de uma das competições mais emblemáticas do automobilismo português.