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  • Na estreia da Zeekr no Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico, o 7GT conquistou o prémio de Melhor Novidade

    Na estreia da Zeekr no Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico, o 7GT conquistou o prémio de Melhor Novidade

    O Zeekr 7GT foi a novidade preferida do público na 10.ª edição do Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico, na Alfândega do Porto. Segundo a organização, o evento recebeu cerca de 24 mil visitantes em três dias, promoveu mais de 3.600 experiências de condução e recolheu perto de 4.800 respostas no questionário de eleição dos favoritos.

    O 7GT é um grand tourer 100% elétrico com arquitetura de 800 V. A Zeekr anuncia até 655 km de autonomia em ciclo WLTP e indica que o carregamento dos 10% aos 80% pode ser feito em 16 minutos num posto ultrarrápido compatível.

    A versão Privilege AWD, equipada com dois motores elétricos, dispõe de 646 cv e acelera dos 0 aos 100 km/h em 3,3 segundos. O modelo obteve cinco estrelas nos testes de segurança do Euro NCAP.

  • JAECOO 8 SHS-P: sete lugares, 428 cv e uma primeira impressão muito positiva

    JAECOO 8 SHS-P: sete lugares, 428 cv e uma primeira impressão muito positiva

    Estivemos na apresentação nacional do novo JAECOO 8 SHS-P, na Quinta da Melhorada, na Golegã, e tivemos oportunidade de realizar um breve teste dinâmico. Imponente, elegante e com um interior requintado, o novo topo de gama da marca chinesa deixou boas indicações na estrada e fora dela. Com sete lugares, tração integral e uma autonomia elétrica anunciada de 134 quilómetros, chega a Portugal por 55.900 euros.

    A JAECOO quer elevar a fasquia em Portugal e o novo 8 SHS-P assume esse propósito sem timidez. Depois da antestreia no SAHE, o SUV do segmento D foi apresentado esta quinta-feira à imprensa nacional, num cenário que permitiu conhecer os seus argumentos e experimentar, ainda que brevemente, as suas capacidades.

    O VMotores esteve presente e saiu deste primeiro contacto com uma impressão muito positiva. Proximamente, teremos oportunidade de realizar um ensaio mais longo e exaustivo, indispensável para avaliar consumos, autonomia e utilização quotidiana.

    Para já, ficam as primeiras sensações de uma proposta que reúne argumentos para reforçar a ambição da marca chinesa.

    Presença forte e um interior que convence

    Ao vivo, o JAECOO 8 impõe-se pelas dimensões e pela personalidade do desenho. Com 4,82 metros de comprimento e 1,93 metros de largura, combina uma silhueta elegante com uma frente dominada pela generosa grelha em cascata. Os pilares em preto criam um efeito de tejadilho flutuante, enquanto os puxadores retráteis e as jantes de 20 polegadas ajudam a compor uma imagem distinta.

    No habitáculo, a impressão é igualmente favorável. O ambiente é requintado, confortável e marcado por uma oferta de equipamento particularmente generosa. Os bancos em couro Nappa, o revestimento do tejadilho em camurça e o teto panorâmico com cortina elétrica contribuem para essa perceção, acompanhados por uma apresentação tecnológica que dificilmente deixará os apreciadores de equipamento indiferentes.

    À frente, os bancos dispõem de regulação elétrica, aquecimento, ventilação e massagem. Na segunda fila, também há aquecimento e ventilação, além de regulação da inclinação dos encostos. A configuração de sete lugares acrescenta versatilidade familiar e, com os bancos rebatidos, a marca anuncia uma capacidade máxima de carga de 2.021 litros.

    O tablier integra dois ecrãs de 12,3 polegadas, complementados por um head-up display. A ligação sem fios a Apple CarPlay e Android Auto, o carregador de smartphones de 50 W e o sistema de som Sony com 14 altifalantes, incluindo no apoio de cabeça do condutor, reforçam uma lista de equipamento extensa.

    Potência na estrada, eficácia fora dela

    O breve percurso realizado permitiu perceber que a presença do JAECOO 8 tem correspondência na resposta mecânica. Na estrada, mostrou disponibilidade e facilidade em ganhar velocidade; fora dela, revelou capacidade e eficácia na transposição dos obstáculos propostos pela organização.

    São primeiras indicações encorajadoras, que teremos oportunidade de aprofundar no ensaio. Neste contacto, porém, o conjunto transmitiu uma sensação positiva de conforto e capacidade, apoiado pela tração integral e pela suspensão com controlo eletrónico do amortecimento, designada CDC.

    O sistema híbrido plug-in SHS-P combina um motor a gasolina de 1,5 litros com três motores elétricos. Segundo os dados da marca, disponibiliza uma potência conjunta de 315 kW, equivalentes a 428 cv, e 580 Nm de binário. A aceleração dos 0 aos 100 km/h é anunciada em 5,8 segundos e a velocidade máxima é de 180 km/h.

    Existem seis modos de condução — Eco, Normal, Sport, Neve, Areia e Todo-o-terreno — e a capacidade de reboque chega aos 1.600 kg.

    Até 134 quilómetros em modo elétrico

    A bateria de 34,46 kWh é um dos principais argumentos desta proposta. A JAECOO anuncia uma autonomia elétrica de 134 quilómetros em ciclo combinado WLTP, que pode chegar aos 161 quilómetros em utilização urbana. A autonomia total declarada atinge os 1.000 quilómetros.

    São valores que apontam para a possibilidade de realizar muitas deslocações quotidianas em modo elétrico, desde que exista carregamento regular. A marca anuncia ainda um consumo combinado ponderado WLTP de 2,1 l/100 km, valor de homologação que não deve ser confundido com o consumo numa viagem realizada com a bateria descarregada.

    O JAECOO 8 admite carregamento rápido em corrente contínua até 70 kW, com uma passagem dos 10% aos 80% anunciada em até 25 minutos. A função V2L permite alimentar equipamentos externos com uma potência até 6,6 kW.

    Uma versão, equipamento abundante e preço de 55.900 euros

    Em Portugal, o JAECOO 8 SHS-P está disponível numa única versão, Exclusive, por 55.900 euros. Face à potência, à configuração de sete lugares e ao equipamento incluído, o preço constitui um dos argumentos mais apelativos deste primeiro contacto.

    No domínio da assistência à condução, inclui de série o sistema de câmaras com visão anunciada de 540 graus, cruise control adaptativo, assistente de condução em trânsito, deteção de fadiga e assistência à manutenção na faixa em situações de emergência.

    A garantia do automóvel é de sete anos ou 150.000 quilómetros, enquanto a bateria beneficia de oito anos ou 160.000 quilómetros. A assistência em viagem está incluída durante três anos.

    Com a chegada do 8, a JAECOO completa a sua gama portuguesa, juntando o novo topo de gama aos modelos 5 e 7. Para o VMotores, este primeiro encontro deixou uma ideia clara: há substância para acompanhar a imagem. O ensaio prolongado permitirá perceber até onde vão esses argumentos, mas a estreia deixou vontade de voltar ao volante.

  • Polestar leva 3 e 4 ao Salão da Mobilidade de Braga

    Polestar leva 3 e 4 ao Salão da Mobilidade de Braga

    A Polestar regressa ao Salão da Mobilidade, que decorre de 6 a 8 de novembro no Forum Braga, levando ao evento os Polestar 3 e Polestar 4, ambos disponíveis para test drives.

    O Polestar 3, SUV elétrico de elevada performance, e o Polestar 4, atualmente o modelo mais vendido da gama, estarão em exposição durante os três dias do certame, permitindo também aos visitantes experimentar os dois modelos em estrada.

    A presença em Braga insere-se na estratégia de aproximação da marca ao público português, num momento em que a Polestar continua a reforçar a sua implantação no mercado nacional.

    Nos primeiros nove meses de 2026, a marca registou em Portugal um crescimento de 19% face ao período homólogo, acompanhando o alargamento da gama e a chegada de novos produtos.

    O Salão da Mobilidade será assim mais uma oportunidade para a Polestar mostrar não apenas os seus automóveis, mas também a tecnologia e a experiência de condução com que procura afirmar-se num mercado elétrico cada vez mais competitivo.

  • Grupo Rodda lança Rodda Collection e entra no mercado automóvel de luxo

    Grupo Rodda lança Rodda Collection e entra no mercado automóvel de luxo

    O Grupo Rodda lançou a Rodda Collection, uma nova marca dedicada ao segmento automóvel premium e de luxo, com uma proposta assente numa seleção criteriosa de viaturas, atendimento personalizado e uma experiência de compra mais exclusiva.

    Integrada no universo Rodda, a nova insígnia assume uma identidade própria e claramente distinta da comunicação mais jovem e descontraída da Rodda e Rodda Usados. A aposta passa agora por valores como exclusividade, sofisticação e confiança, dirigidos a um cliente que procura mais do que simplesmente adquirir um automóvel.

    Todas as viaturas da Rodda Collection são alvo de uma curadoria específica e apresentadas através de uma abordagem visual própria, com sessões fotográficas profissionais e conteúdos dedicados.

    “Com a Rodda Collection, não estamos apenas a vender automóveis de excelência; estamos a proporcionar uma experiência de atendimento personalizada e memorável”, afirma Jorge Figueiredo, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Rodda.

    Fundado em 1945, o Grupo Rodda conta atualmente com presença em várias cidades da região Centro e representa um alargado portefólio de marcas automóveis. A Rodda Collection junta-se agora às restantes áreas próprias do grupo, reforçando a diversificação da oferta.

  • Status Wellness junta-se à Porsche Sprint Challenge Ibérica e leva a cultura da performance e recuperação à Grand Finale

    Status Wellness junta-se à Porsche Sprint Challenge Ibérica e leva a cultura da performance e recuperação à Grand Finale

    A Porsche Sprint Challenge Ibérica anuncia a chegada da Status Wellness ao seu universo de patrocinadores, numa parceria que terá a sua estreia na Cascais Weekend Grand Finale, nos dias 31 de outubro e 1 de novembro, no Autódromo do Estoril.

    No automobilismo de competição, cada milésimo de segundo conta. Mas a capacidade de um piloto alcançar o melhor desempenho não depende apenas da velocidade, da precisão de condução ou da competitividade do automóvel. A preparação física, a concentração e a recuperação entre sessões são também componentes importantes de uma modalidade em que a exigência é permanente e cada detalhe pode fazer a diferença.

    É precisamente nesta ligação entre desempenho e recuperação que nasce a parceria entre a Porsche Sprint Challenge Ibérica e a Status Wellness, marca especializada em soluções de bem-estar, spas e saunas, que chega ao campeonato com uma proposta diferenciadora, aproximando o universo do wellness da tecnologia, da intensidade e da exigência do automobilismo de competição.

    «Status Wellness. Where Performance Meets Recovery» é a assinatura que traduz esta filosofia e que estará no centro da presença da marca na grande final da temporada.

    Um verdadeiro Pit Lane dedicado ao bem-estar

    Sob o conceito «Where Performance Meets Recovery», a marca levará ao paddock uma experiência dedicada ao bem-estar, à preparação física e à recuperação, demonstrando que a procura pela excelência no automobilismo vai muito além do desempenho em pista.

    Para materializar esta filosofia, a Status Wellness prepara a instalação de um espaço exclusivo no paddock do Estoril, denominado «Status Wellness Pit Lane», com aproximadamente 35 metros quadrados, dividido em duas áreas complementares.

    A primeira, «Warm Up Bay», estará associada à HotSpring®, através de spas de hidromassagem e do conceito «Heat for Speed». A experiência proposta contempla sessões de preparação antes da entrada em pista, com acompanhamento de indicadores como a temperatura muscular e a frequência cardíaca.

    A segunda, «Recovery Space», estará ligada à Auroom®, com uma sauna finlandesa e o conceito «Recovery for More Laps», proporcionando uma experiência centrada na recuperação e no bem-estar.

    Duas abordagens complementares, reunidas num mesmo espaço, que procuram demonstrar como a atenção ao corpo, à preparação e à recuperação pode integrar a cultura de desempenho que caracteriza o desporto motorizado.

    Filipe Mendes, CEO da Status Wellness, considera que esta parceria representa uma oportunidade de aproximar dois universos que partilham valores comuns: «É com enorme entusiasmo que nos associamos à Porsche Sprint Challenge Ibérica. Vamos levar ao paddock do Estoril o universo Status Wellness, com spas e saunas que os pilotos, equipas e visitantes poderão conhecer de perto. Acreditamos que a verdadeira performance também se constrói através da recuperação, do equilíbrio e da atenção a cada detalhe. É esta filosofia que queremos partilhar com o automobilismo, dentro e fora da pista.»

    Uma parceria que acrescenta valor à experiência PSCI

    A chegada da Status Wellness reforça a capacidade da Porsche Sprint Challenge Ibérica para estabelecer parcerias com marcas de diferentes setores, que encontram no campeonato uma plataforma de comunicação, relacionamento e contacto direto com um público particularmente ligado à tecnologia, à inovação e à procura da excelência.

    Esta colaboração pretende acrescentar uma nova dimensão à experiência vivida no paddock, proporcionando aos pilotos, equipas e convidados o contacto com soluções de bem-estar num ambiente dominado pela intensidade da competição.

    Para José Monroy, responsável pela Porsche Sprint Challenge Ibérica, a entrada da Status Wellness constitui mais um passo na valorização do campeonato: “É com enorme satisfação que damos as boas-vindas à Status Wellness à família da PSCI. Esta parceria acrescenta uma nova dimensão à experiência que proporcionamos aos pilotos, equipas e público, associando o bem-estar e a recuperação ao universo da competição. Estamos muito entusiasmados por iniciar esta colaboração na nossa Grand Finale, no Estoril.”

    A escolha da Cascais Weekend Grand Finale para a estreia da Status Wellness confere um significado especial à parceria.

    Nos dias 31 de outubro e 1 de novembro, o Autódromo do Estoril será o palco da última ronda da Porsche Sprint Challenge Ibérica 2026, num fim de semana que reunirá a emoção das derradeiras corridas da temporada, a celebração dos títulos e a apresentação de novas experiências no paddock.

  • smart #5 enfrenta 3.700 km até Paris e confirma vocação para longas viagens

    smart #5 enfrenta 3.700 km até Paris e confirma vocação para longas viagens

    A smart acompanhou a World Shopper | Viver Elétrico numa roadtrip de 3.743 quilómetros entre Portugal e Paris, ao volante do smart #5 Premium. A viagem serviu para testar, em utilização real, a autonomia, consumos e capacidade de carregamento do SUV 100% elétrico.

    Ao longo de sete dias e com passagem por Portugal, Espanha e França, o smart #5 registou mais de 400 quilómetros de autonomia em autoestrada, a uma velocidade média de 120 km/h, terminando o percurso com um consumo médio de 21,7 kWh/100 km.

    A arquitetura elétrica de 800 V permitiu alcançar potências médias de carregamento próximas dos 280 kW, com recuperações dos 10 aos 80% da bateria em cerca de 18 minutos.

    “Depois de mais de 3.700 quilómetros pela Europa, o que mais valorizámos no smart #5 foi a combinação entre a autonomia em autoestrada, a rapidez dos carregamentos e o conforto a bordo. São três fatores que fazem uma grande diferença quando viajamos longas distâncias num automóvel elétrico”, destacou Ricardo Oliveira, da World Shopper | Viver Elétrico.

    O conforto e a tecnologia tiveram também peso na experiência, com destaque para a habitabilidade, o ecrã de 13 polegadas destinado ao passageiro, as portas USB-C de 60 W, as câmaras de 360º, o sistema de som Sennheiser com 20 altifalantes e o compartimento refrigerado na consola central.

    A viagem terminou no Paris Motor Show 2026, onde foi apresentado mundialmente o novo smart #2, recuperando o conceito de urbano de dois lugares que marcou a história da marca.

  • Volvo usa inteligência artificial para antecipar acidentes que ainda não aconteceram

    Volvo usa inteligência artificial para antecipar acidentes que ainda não aconteceram

    Depois de mais de cinco décadas a estudar acidentes reais, a Volvo Cars está agora a usar inteligência artificial para criar milhões de cenários virtuais e preparar os seus automóveis para situações de risco extremamente raras — mas potencialmente graves.

    A tecnologia utilizada, denominada Gaussian Splatting, permite recriar digitalmente situações reais de circulação com elevado detalhe e, a partir daí, gerar milhares de variações do mesmo cenário.

    Um peão que surge inesperadamente, uma bicicleta num cruzamento, uma mudança repentina de faixa ou um obstáculo na estrada podem ser combinados de inúmeras formas, permitindo testar e treinar os sistemas de segurança antes de essas situações ocorrerem no mundo real.

    “Já utilizamos milhões de pontos de dados de situações que nunca chegaram a acontecer. Com esta tecnologia conseguimos partir de um cenário raro e criar milhares de novas variações para treinar e validar os nossos modelos”, explica Alwin Bakkenes, Head of Global Software Engineering da Volvo Cars.

    A utilização de inteligência artificial permite ainda acelerar o desenvolvimento dos sistemas ADAS, reduzindo processos que anteriormente dependiam sobretudo de quilómetros de testes em estrada e validação física.

    A abordagem prolonga uma filosofia com mais de 55 anos. Desde a criação do Volvo Accident Research Team, no início da década de 1970, a marca sueca tem utilizado acidentes reais como matéria-prima para desenvolver novas soluções de segurança.

    Agora, o passo seguinte é virtual: aprender não apenas com aquilo que já aconteceu, mas também com aquilo que poderá acontecer.

  • A GAC aproveitou a 10.ª edição do Salão Automóvel Híbrido e Elétrico, na Alfândega do Porto, para reforçar a sua aposta no mercado português.

    A GAC aproveitou a 10.ª edição do Salão Automóvel Híbrido e Elétrico, na Alfândega do Porto, para reforçar a sua aposta no mercado português.

    A VMotores esteve presente na apresentação da marca aos jornalistas e prepara agora o contacto em estrada com os dois modelos que estiveram em destaque no evento: AION UT e AION V.

    Integrada em Portugal no Grupo JAP, a GAC levou ao SAHE os seus dois elétricos, ambos disponíveis para test drives ao longo do salão, numa demonstração clara da importância atribuída ao mercado nacional e, em particular, à região Norte.

    O maior foco esteve no AION UT, o modelo mais recente da marca. O compacto elétrico chega credenciado pelas cinco estrelas Euro NCAP, integra a lista de candidatos ao Car of the Year 2027 e conquistou o prémio Best Exterior Design nos Torino Automotive Design Awards 2026.

    Pensado sobretudo para utilização urbana e desenvolvido sobre uma plataforma elétrica de nova geração, o AION UT está disponível em Portugal nas versões Premium Green, Premium e Luxury.

    Depois da apresentação estática no Porto, segue-se aquilo que mais interessa: conduzir e testar no futuro próximo os AION UT e AION V e perceber, na estrada, o que a GAC realmente traz para um mercado elétrico cada vez mais concorrido.

  • «Fórmula Mágica» prolongada até 31 de dezembro e recebe Lotus de Mario Andretti

    «Fórmula Mágica» prolongada até 31 de dezembro e recebe Lotus de Mario Andretti

    A exposição “Fórmula Mágica”, a maior mostra dedicada à Fórmula 1 alguma vez realizada em Portugal, vai permanecer no Museu do Caramulo até 31 de dezembro. Mais de 80 mil pessoas já visitaram a exposição desde a inauguração, em julho.

    O prolongamento traz também alterações ao alinhamento. Saem os Williams FW14 e FW16 e os Lotus 100T e 97T/2, entrando em cena o Lotus 80/02 de 1979, pilotado por Mario Andretti.

    Continuam em exposição alguns dos monolugares mais emblemáticos da história da Fórmula 1, entre os quais o Ferrari F1-2000, com o qual Michael Schumacher conquistou o título mundial de 2000, o Copersucar FD04, de Emerson Fittipaldi, e o Van Diemen RF81, associado a Ayrton Senna.

    A mostra inclui ainda peças originais ligadas a figuras históricas da modalidade, simuladores e a experiência imersiva “The Senna Experience”, que procura recriar as sensações de condução de um Fórmula 1.

    Inaugurada a 18 de julho no Museu do Caramulo e no Caramulo Experience Center, a “Fórmula Mágica” ganha assim mais dois meses de vida e uma derradeira oportunidade para quem ainda não passou pelo Caramulo.

  • Polestar e Oxford tentam medir aquilo que a performance faz sentir ao condutor

    Polestar e Oxford tentam medir aquilo que a performance faz sentir ao condutor

    Potência, aceleração ou tempos por volta sempre foram as unidades de medida tradicionais da performance. A Polestar e a Universidade de Oxford decidiram acrescentar outra variável à equação: o próprio condutor. Um estudo-piloto procurou perceber como o corpo e a atenção reagem quando aumenta o desempenho do automóvel.

    A investigação, conduzida pelo SDG Impact Lab da Universidade de Oxford em colaboração com a Polestar, combinou telemetria do veículo com monitorização da frequência cardíaca, rastreio ocular, avaliações psicológicas e entrevistas.

    Doze condutores foram colocados ao volante de duas versões do Polestar 4, a Single Motor de tração traseira e a Dual Motor equipada com Pack Performance, em condução calma e dinâmica no circuito sueco de Gotland Ring.

    Os primeiros resultados mostram diferenças mensuráveis. Quando o ritmo aumentou, os participantes pestanejaram menos, apresentaram maior dilatação das pupilas e mantiveram o olhar fixo durante períodos mais longos, indicadores associados pelos investigadores a maior concentração e envolvimento na condução.

    Mais performance, mas menos esforço ao volante

    A comparação entre os dois Polestar 4 revelou também diferenças interessantes na forma como o desempenho chega ao condutor. Com 400 kW/544 cv, contra os 200 kW/268 cv da versão Single Motor, o Polestar 4 Dual Motor com Pack Performance registou, em voltas rápidas realizadas em condições equivalentes, mais 32% de aceleração máxima, mas exigiu simultaneamente menos 15% de esforço de direção.

    A versão Performance gerou ainda maiores forças laterais em curva e um número superior de eventos de forte aceleração.

    As próprias avaliações dos participantes acompanharam essa diferença. Numa escala de Desempenho/Dinâmica, o Dual Motor Performance obteve 89,2 pontos em 100, contra 67,7 do modelo de tração traseira. Na qualidade global da experiência, os valores foram de 93,0 contra 77,9 pontos.

    Mas talvez o resultado mais interessante tenha surgido fora dos números. Nas entrevistas, os participantes associaram a ideia de performance não apenas à intensidade física, mas também a confiança no automóvel, sensação de controlo e capacidade de permanecer profundamente concentrado na condução.

    Vários chegaram mesmo a comparar a experiência a uma “montanha-russa controlada”. Um dos participantes resumiu-a de outra forma: o automóvel “faz-nos sentir melhores condutores do que realmente somos”.

    “À medida que os automóveis elétricos redefinem o que pode ser a performance, quisemos compreender algo que não pode ser captado apenas por uma ficha técnica: a experiência humana ao volante”, explica Christian Samson, Head of Product Attributes da Polestar.

    Para Max Klapow, investigador do Oxford SDG Impact Lab, a conclusão aponta na mesma direção: “A performance não se resume simplesmente a ir mais depressa. Trata-se de proporcionar ao condutor uma sensação de confiança e de controlo através de respostas previsíveis do veículo.”

    Sendo ainda um estudo-piloto com apenas 12 participantes, os resultados não pretendem estabelecer uma nova fórmula definitiva para medir performance. Mas deixam uma pista interessante: num automóvel moderno, talvez o cronómetro conte apenas metade da história.