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  • Sérgio Dias azarado em Sever do Vouga

    O piloto de Lousada foi, uma vez mais, um dos mais rápidos durante o fim-de-semana, mas na pista do Alto Roçário a sorte voltou a não querer nada consigo, nesta terceira prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta.

    Em Sever do Vouga Sérgio Dias ambicionava pelo menos alcançar, senão mesmo superar, a sexta posição na hipercompetitiva Divisão Super 1600, feito que o craque lousadense ousou alcançar em Montalegre, na corrida anterior. Mas dois percalços no seu percurso, que tinha tudo para ser até á final, acabaram por gorar as fundadas expetativas que tinha.

    “Numa das mangas, logo após o arranque, levei um toque e fiz meio pião, que me atrasou e condicionou o andamento”, começa por o piloto do Renault Twingo S1600, explicando ainda: “Na semifinal voltou a acontecer o mesmo, o que me prejudicou ainda mais, pois fiquei arredado da final com o tempo perdido nesse incidente quando tinha demonstrado, ao longo de todo o fim-de-semana andamento para estar na corrida decisiva”.

    A frustração do piloto é compreensível, já que sente que está ao nível de se bater com os seus adversários, mas acredita que a qualquer altura a série de resultados menos bons pode mudar: “Estamos mais próximos dos nossos objetivos. Apenas me falta uma pontinha de sorte. Continuamos fortes e mostrei que sou um dos pilotos mais rápidos do campeonato”. Assim, “Foi um fim-de-semana ingrato, pois estávamos claramente entre os melhores. Mas as condições da pista estragaram a minha prestação”, lamenta Sérgio Dias, que não ‘baixa os braços’ e pensa já próxima ronda do campeonato.

    Como tal, agora quer “preparar com todo o afinco a ronda de Montalegre, fazendo uma revisão profunda ao Twingo e ganhando forças para voltar a ir à luta, tendo como claro objetivo chegar à final na próxima corrida e aí dar tudo para conseguir a melhor classificação da temporada!”, quarta tirada da temporada e que se irá disputar de 23 a 25 de julho.

  • Rui Rijo conquista pódio Kumho no Rali Alitém!

    O Piloto da PoolShop Algarve alcançou um brilhante terceiro lugar da Divisão 1 do Desafio Kumho Sul e Desafio Kumho Terra na prova da Escuderia de Castelo Branco, onde alcançou um brilhante sétimo lugar absoluto ao volante do Mitsubishi EVO VI.

    https://youtu.be/lEQs-B7Zbxc

    No evento baseado em Albergaria dos Doze, Rui Rijo saiu da sua ‘zona de conforto’ mais a sul e, pela segunda prova consecutiva, voltou a ter Miguel Luz no banco da direita do Mitsubishi, realizando uma prova a todos os títulos notável. Na Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Portugal o piloto da PoolShop Algarve só foi batido pelo vencedor do rali e pelo segundo classificado na competição da ASR Tyres, para além de em termos absolutos ter rodando sempre do top dez absoluto, culminando a prova organizada pela Escuderia de Castelo Branco com uma brilhante sétima posição.

    Esta exibição e sobretudo os resultados conseguidos, foram importantes para o moral de Rui Rijo e da equipa, pois fizeram esquecer desaires de provas anteriores. “Correu tudo muito bem. Tivemos alguns percalços, como é normal nestes ralis novos. Não conhecíamos nada da prova. Além de que eu e o Miguel somos uma dupla muito recente”, começa por avaliar o piloto baseado no Algarve.

    Rui Rijo admite que, porque a dada altura o andamento parecia permitir chegar mais acima na classificação geral absoluta, arriscou um pouco mais: “No domingo, no final da 1ª secção, estávamos a tentar ver se conseguíamos chegar a um quinto posto. Arrisquei um pouco mais na 5ª Pec e tivemos uma pequena saída de estrada. Nada de especial em termos de consequências. Danificamos uma porta do carro. Mas isso fez-nos perder bastante tempo. Ficamos completamente arredados da luta para chegar ao quinto lugar. Mantivemos o sétimo posto e fizemos alguns tempos muito interessantes, que nos deixam animados para o futuro”.

    Em jeito de balanço final o piloto da PoolShop Algarve lembra que “o Mitsubishi Evo VI é já um carro com bastantes anos, mas que fez o que era necessário. Fizemos um belo rali, chegamos ao fim. O sétimo posto é um resultado muito bom para a experiência que temos. No cômputo geral temos cerca de 12 ralis. Eu fiz 12 ralis e com o Miguel Luz é apenas o segundo que fazemos juntos. Por isso acho que foi uma excelente posição, que nos permitiu pontuar forte nas contas dos Desafios Kumho Terra e Sul, dois dos grandes objetivos desta época”.

  • Joaquim Teixeira ‘demolidor’ em Santa Marta

    A exemplo do que o super-herói da Marvel faz aos vilões, o piloto da JT59 Racing Team/Bompiso foi um autêntico “Demolidor” de tempos e da oposição que lhe foi movida. Esteve igual a si próprio, logrando no Alto Douro Vinhateiro o seu quinto triunfo consecutivo na Divisão Turismos 2 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. O que o deixa na ‘pole-position’ para conquistar o título respetivo.

    A concorrência apresentou-se mais forte do que nunca nesta 6ª edição da Rampa de Santa Marta, mas Joaquim Teixeira mostrou-se irredutível aos comandos do Cupra TCR quando chegou o ‘momento da verdade’ e mais uma vez levou a melhor, ainda que os 1,9s que o separaram do segundo classificado espelhem a luta que os seus adversários lhe deram nos 3200 metros do sinuoso traçado duriense. Na prova do Clube Automóvel da Régua o piloto transmontano também alcançou o quinto pódio consecutivo na categoria de Turismos, ‘coroando’ mais uma vitória de ‘raça’ da JT 59 Racing Team/Bompiso no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    Após a prova Joaquim Teixeira não escondeu a sua satisfação: “Foi um resultado que me agradou bastante. Mais uma vez tive o privilégio com adversários muito dignos, que me dificultaram ao máximo esta vitória. Acho que quanto mais difíceis as vitórias mais saborosas elas se tornam. Tenho que dar os parabéns a todos os meus adversários, que nunca desistiram, e me obrigaram a imprimir um ritmo cada vez maior, mesmo sabendo que não poderia arriscar tudo, pois o Cupra TCR já vai estar a competir na próxima semana, em mais uma jornada de velocidade”.

    Este êxito com autoridade não significa que foi fácil para o piloto da JT 59 Racing Team/Bompiso, como fez questão de salientar.  “É a quinta vitória. Dá ideia que foi conseguida com facilidade. O que não é o caso, pois tenho adversários muito competitivos, com muito bons andamentos, o que só valoriza mais o que estamos a alcançar este ano”, enfatiza. Joaquim Teixeira diz que só arriscou “nas duas primeiras subidas de prova. Os treinos fiz só para ganhar ritmo. A terceira subida foi a controlar porque percebi que devia bastar. Santa Marta não tem um traçado fácil. Tivemos de arriscar bastante”.

    Como tal, o craque transmontano sentiu-se “satisfeito, pois para além de somar até agora o número de pontos máximos na minha Divisão 2 Turismos, que é o meu grande objetivo, também no absoluto de Turismos é a quinta vez que fico em segundo. E é o máximo que posso aspirar nesta categoria”, conclui o piloto transmontano, que lembrou que a competitividade no campeonato não se limitou à sua divisão, pois também a houve nos GT e nos protótipos.

    Três semanas separam agora o JT59 Racing Team/Bompiso do próximo desafio de Montanha. Será nos dias 24 e 25 de julho que o Targa Clube terá a responsabilidade de organizar a edição 2021 da Rampa do Caramulo, sexta prova da temporada.

  • Percalço ‘trava’ António Rodrigues em ‘casa’

    Foi um fim-de-semana agridoce para o piloto da NJ Racing na rampa do seu coração. A ‘Bala do Douro’ não fez a ‘festa em casa’ na 6ª Rampa de Santa Marta, mesmo se o segundo lugar entre os Protótipos B não se revela empecilho maior na sua caminhada para um cada vez mais provável título da divisão do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Também logrou terminar dentro do Top 5 absoluto.

    António Rodrigues tinha legítimas aspirações a conquistar a sua quinta vitória consecutiva na sua divisão e a mais uma vez discutir as posições do pódio absoluto, ainda para mais estando perante o seu público e sentindo o entusiasmo próprio de quem corre no concelho onde vive e tem raízes. Só que um pequeno toque e alguns ‘gremlins’ no seu BRC evitaram que isso acontecesse, tendo sido esta a jornada mais atribulada da temporada para o piloto dentista.

    Ainda assim, o piloto de Santa Marta de Penaguião evidenciou um excelente andamento sempre que tal se proporcionou, conseguindo limitar as perdas no cômputo final das três subidas da prova organizada pelo Clube Automóvel da Régua no sinuoso percurso de 3200 metros ‘desenhado’ entre as vinhas do Alto Douro.

    Um ‘sabor agridoce’, pois se por um lado António Rodrigues sai da sua terra com uma boa pontuação para o campeonato, certamente que ambicionava mais aos comandos do BRC preparado pela FR Power.  “Não correu tão bem como ambicionávamos. Houve uns toques, pois se calhar talvez me tenha retraído um pouco, pois já no sábado tinha cometido um pequeno erro, que me tinha custado uma paragem”, começou por admitir.

    A ‘Bala do Douro’ considera que, possivelmente, abusou “demais, e não consegui fazer a outra rotunda. As rotundas daqui acabaram por me causar este sabor agridoce, com que saio desta prova. Não foi aquilo que eu queria. Consegui ainda assim um segundo lugar. Mas estou um bocadinho triste com isso, pois queria ganhar em casa, como é obvio”, considerou António Rodrigues.

    O desfecho conseguido em termos de campeonato é muito mais interessante em si do que o desfecho na rampa, como avalia o piloto da NJ Racing: “Em termos pontuais mantemo-nos na mesma na primeira posição e vamos bem lançados para o título. Mas lá está, o que gosto mesmo é de andar, de usufruir totalmente do carro, e assim não foi tão agradável. Felizmente, estivemos sempre em família e o ambiente de enorme alegria e apoio que sempre nos rodeia faz-nos ultrapassar estes momentos menos conseguidos”.

    Três semanas separam-no agora do próximo desafio. Será nos dias 24 e 25 de julho que o Targa Clube terá a responsabilidade de organizar a edição 2021 da Rampa do Caramulo, sexta prova da temporada e onde António rodrigues poderá selar as contas do título.

  • José Baptista conquista Top 10 absoluto e Top 5 Kumho em Alitém

    O duplo bom resultado na prova organizada pela Escuderia Castelo Branco premiou uma exibição segura e onde a espetacularidade esteve sempre presente no andamento. Nem a potencial falta de entrosamento com Ricardo Trincadeiro, que se estreou no banco direito do Subaru, impediu a dupla de rodar forte ao longo de toda a prova.

    Ao longo das desafiantes seis especiais de classificação que, juntamente com uma “street stage” de exibição, preencheram o cardápio competitivo do Rali Alitém, terceira prova do Campeonato Centro de Ralis e que contou ainda para o 4º Desafio Kumho Portugal, a dupla formada por José Batista e Ricardo Trincadeiro foi construindo uma prestação sempre sólida, que os levou a concluir uma prova cuja dureza fica bem vincada no facto de metade do pelotão ter ficado pelo caminho.

    Dada a indisponibilidade do seu habitual navegador Jorge Rita, José Batista escolheu Ricardo Trincadeiro, copiloto da região onde se disputou a prova. Como é óbvio, sendo a primeira vez que piloto e navegador estavam juntos em competição, isso levou a que a dupla começasse a prova “de forma tímida, fruto da falta de confiança mútua entre mim e o Ricardo. Depressa percebemos que podíamos confiar um no outro. A partir daí foi sempre a melhorar, aumentando o ritmo. Adorei os troços. O piso é fantástico, as curvas são top e o público é entusiasta, sempre a apoiar!”.

    Esse entrosamento deu então a confiança que lhes permitiu ir paulatinamente subindo na classificação, tendo sido recompensados com um excelente 10º lugar à geral e um Top 5 nas contas do Desafio Kumho, duplo resultado que José Batista considera ”excelente para as nossas habituais ambições. É um prémio para a intensidade que colocamos ao longo de todo o rali”. Juntou ainda a este feito, a 2ª posição no Grupo onde a dupla esteve inserida.

    No final, o piloto e “patrão” do JMB Racing Team agradeceu “o excelente trabalho que tem sido feito no carro pelo preparador de Mortágua Leonardo Coelho. Quero ainda agradecer ao Ricardo Trincadeiro pela excelente navegação e aos organizadores do rali pela excelente prova que montaram”, deixando ainda um sentido “agradecimento especial à minha família e a todos os que nos apoiam e nos seguem!”.

  • Joaquim Rino soma novo pódio em Santa Marta

    Cada vez mais confiante no seu novo BRC BR49 EVO, o piloto de Porto de Mós assinou uma exibição forte em Santa Marta, alcançando na prova do Clube Automóvel da Régua mais um justo terceiro lugar a Divisão Protótipos B, a que juntou novo Top 5 absoluto no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    A quinta prova da temporada assistiu a uma das melhores exibições da época de Joaquim Rino. Aos comandos do BRC BR49 Evo com as cores da Articimentos e preparado pela FR Power, o consagrado piloto esteve muito sempre muito consistente, tirando bom partido do seu protótipo, que, à parte de um pequeno problema com a alavanca da caixa de velocidades, apresentou excelentes índices de fiabilidade. O carro tinha sofrido alterações técnicas antes da viagem até Santa Marta de Penaguião, de modo que o piloto da região Oeste se pudesse sentir mais confiante e capaz de extrair todo o “sumo” da sua nova “montada”.

    Agora que está mais habituado ao protótipo, que exige uma afinação perfeita, muito sensível, e como tal a exigir da parte de Rino um período de adaptação mais prolongado, de modo a extrair todo o seu potencial, dada a enorme carga aerodinâmica do BRC BR49 Evo.

    “Foi um fim-de-semana fantástico. Tivemos um pequeno percalço na caixa de velocidades na manhã de domingo. Mas antes e depois disso, correu tudo bem, com o BRC a estar nas melhores condições, dando-me confiança para tornar o meu ritmo mais intenso”, assinalou o piloto de Porto de Mós, que destacou o facto de ter “melhorado os tempos subida a subida, o que diz bem do potencial que ainda tenho para extrair deste RC. É um protótipo fantástico e, com o tempo, vai-me permitir ser ainda mais rápido. Fui sempre muito consistente e só na última subida é que não melhorei porque senti que o carro estava a escorregar um bocadinho mais, mas correu tudo bem”.

    A evolução na condução do BRC é um dos fatores que Joaquim Rino considera para os resultados e os tempos que vem realizando nas provas mais recentes, e que em Santa Marta foi mais uma vez determinante para a classificação alcançada. Isto apesar de ainda não extrair todo o potencial do seu protótipo: “Nuns locais sim, noutros ainda não consigo extrair toda a potência do carro. Mas estou a adaptar-me cada vez mais ao carro para dele retirar tudo quanto tem. Precisava de ter tempo para mais testes, mas a minha vida profissional é muto intensa e acabo por me sentar no BRC apenas nos fins-de-semana de competição. Felizmente, conto com o apoio da FR Power que tudo faz para que possamos evoluir”.

    Menos de três semanas separam Joaquim Rino do próximo desafio. Será nos dias 24 e 25 de julho que o Targa Clube terá a responsabilidade de organizar a edição 2021 da Rampa do Caramulo, sexta prova da temporada, prova e que o piloto da Articimentos quer “tentar ser ainda mais rápido e, quem sabe, alcançar o melhor resultado da época.

  • Quarta vitória de Eva Laranjeira e o título está à vista!

    A “Dama de Aço” da Montanha esteve imperial na sua estreia em Santa Marta. A piloto de Setúbal não deu veleidades à concorrência nos Clássicos 1300 e transformou a 6ª edição da Rampa de Santa Marta no palco para a sua quarta vitória na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300 2021, dominando os acontecimentos desde a primeira subida inaugural da prova.

    Eva Laranjeira ‘tomou-lhe o gosto’ e na prova do Clube Automóvel da Régua esteve mais uma vez ao mais alto nível, impondo um andamento demasiado forte para a concorrência nos 3200 metros do percurso serpenteante entre as vinhas de Santa Marta de Penaguião. Motivada pelos seus três anteriores sucessos consecutivos, a piloto setubalense não deu veleidades aos seus adversários aos comandos do Peugeot 205 Rallye, somando mais um triunfo para a MNE Sport, batendo a concorrência mais direta por mais de 20 segundos no cômputo das subidas de prova disputadas.

    Este é um nível incrível, sobretudo se atendermos ao facto de ser esta a primeira época que a piloto faz nos Clássicos 1300 e apenas a segunda época “a tempo inteiro” da sua carreira. Eva Laranjeira ficou radiante com este quarto triunfo em cinco possíveis, apesar de se tratar da primeira vez que competiu na prova duriense: “Foi espetacular. Eu nunca tinha feito esta rampa. Estava um bocado apreensiva, como é natural. Mas adorei o traçado. Correu tudo muito bem e os resultados foram mais positivos do que aqueles que estava à espera. Não podia estar mais feliz”.

    A apenas duas provas do final da época, a piloto sadina não esconde que o título na Taça de Portugal de Clássicos 1300 é um objetivo que deseja conquistar: “Efetivamente não posso escamotear que sou candidata ao título. É para isso que temos estado a trabalhar desde o início do campeonato e quando conseguimos atingir os nossos objetivos e estar a um passo de o conseguir não poderia estar mais contente. Vamos encarar com toda a seriedade as provas que faltam, com muito respeito pelos meus adversários, que muito prezo e admiro”.

    A “Dama de Aço” dedica o triunfo “sobretudo à equipa da MNE Sport. Foram incríveis e queria destacar o Ricardo Ermida, que se tem dedica de forma intensa ao Peugeot 205 Rallye, sendo para mim motivo de muita felicidade termos ganho esta prova na sua terra. Uma palavra muito especial para o Zé (José Carlos Magalhães). Sem ele nada disto seria possível. É quem me incentiva, me acarinha e é o principal responsável por tudo o que está a acontecer!”.

    Três semanas separam-na agora do próximo desafio. Será nos dias 24 e 25 de julho que o Targa Clube terá a responsabilidade de organizar a edição 2021 da Rampa do Caramulo, sexta prova da temporada.

  • Cláudio Batista continua a construir uma época sólida neste regresso à Montanha

    O piloto de Fafe esteve mais uma vez em bom plano na 6ª edição Rampa de Santa Marta. Tirou bom partido do DS3 R1 da Sucesso Automóvel que não deu problemas e lhe permitiu realizar uma prova sem sobressaltos na Divisão Turismos 3 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    Foram três anos de “jejum”, mas nem por isso revelaram qualquer menor intensidade. Cláudio Batista está a construir uma excelente época de 2021 e, na 6ª Rampa de Santa Marta, mostrou estar cada vez mais habituado ao carro, mostrando-se bastante competitivo nas diversas batalhas em que se viu, uma vez mais, envolvido. Top 5 na sua divisão, acumulando ainda mais duas vitórias para o seu palmarés, referentes ao grupo e à classe em que está inserido, apesar de tripular aquee que é claramente o carro menos potente do plantel. Até porque se trata de um carro R1, com especificações técnicas praticamente de origem.

    “Era uma rampa que era nova para mim. Uma prova que tive que gerir um bocado com cabeça. Não pensar muito nos tempos, mas mais no campeonato. Por isso fui-me adaptando, fui tentando realizar subidas cada vez melhores, mas sem abusar totalmente”, explicou o piloto fafense. Cláudio Batista afirma também que em Santa Marta de Penaguião, lhe permitiu ganhar mais experiência: “Fui notando a evolução à medida que fui subindo. É isso que pretendo. Quero fazer essa evolução, ver os tempos a baixar e pontuar forte, prova após prova. Tenho esperanças de terminar o campeonato no Top 5 da Divisão e com a vitória no meu grupo e na minha classe”.

    Três semanas separam-nos agora do próximo desafio. Será nos dias 24 e 25 de julho que o Targa Clube terá a responsabilidade de organizar a edição 2021 da Rampa do Caramulo, sexta prova da temporada, evento que o fafense da Sucesso Automóvel aguarda “com muita expectativa e com ambição de voltar a estar bem e a pontuar forte nas frentes em que estou a lutar”.

  • Nuno Guimarães ‘coroou’ com vitória a melhor exibição da temporada

    Não poderia ser melhor a exibição do “Capitão da Montanha” em “casa. O piloto do Peso da Régua alcançou a sua primeira vitória da época na Divisão Protótipos B do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group na 6ª Rampa de Santa Marta, culminando a sua melhor performance da época até à data.

    https://youtu.be/4p_1HRqIB-4

    A correr perante os seus, Nuno Guimarães soube tirar todo o partido do seu SilverCar S2, para, diante do público que tanto o aplaude ‘brindar’ os aficionados com uma condução que roçou a perfeição ao longo dos 3200 metros do percurso, que para além de lhe valer o triunfo na sua Divisão, também lhe proporcionou o quarto lugar absoluto e a menos de quatro segundos do vencedor desta 6ª edição da rampa duriense.

    O “Capitão” também mostrou estar já completamente feito ao seu SilverCar, que tinha estreado em 2020, mas que nesse ano pouca oportunidade tinha tido de rodar, sendo por isso esta a primeira época em pleno com a nova ‘montada’, reconhecendo que “está a levar o seu tempo toda esta adaptação ao meu novo protótipo. É, sem qualquer dúvida muito mais competitivo do que o anterior, mas exige muito do piloto e, sobretudo, exige paciência para que a adaptação produza frutos. Sinto-me agora muito mais capaz de o levar aos limites. Mas ainda não estou lá!”.

    Quanto à tática em Santa Marta “foi colocar a carne toda no assador”, começa por classificar Nuno Guimarães, referindo-se a este seu primeiro êxito na Divisão Protótipos B. Destacando o facto de ser logo “na nossa prova de casa, onde sentimos uma alegria redobrada por poder competir”, conseguindo “extrair o máximo, do meu carro, de mim próprio, das minhas performances. E senti-me seguro, senti-me à vontade”.

    Para o estado de espírito que o acompanhou ao longo do fim-de-semana, o ‘Capitão da Montanha’ afirma sem qualquer dúvida que “correr em casa ajuda, acredito cada vez mais nisso. E estou por isso muito feliz. Vivi muitas emoções, com os amigos, com a equipa, com a família. Acho que foi um fim-de-semana perfeito para mim”.

    Já para “a equipa foi menos um bocadinho”, admite Nuno Guimarães, também ‘team manager’ da NJ Racing, referindo “a infelicidade do Toni (António Rodrigues) ter dado um toque, quando estávamos numa luta mesmo de titãs. Arrancámos para a última subida com uma diferença mínima. E por isso estava tudo montado para que fosse um fim-de-semana de festa. Faltou aqui qualquer coisinha. A cereja no topo do bolo. Mas saímos daqui felizes porque as nossas posições pontuais nas batalhas em que estamos metidos são ótimas e os objetivos traçados são claramente possíveis de ser alcançados. Vamos com tudo para a próxima prova!”. Três semanas separam-nos agora do próximo desafio. Será nos dias 24 e 25 de julho que o Targa Clube terá a responsabilidade de organizar a edição 2021 da Rampa do Caramulo, sexta prova da temporada.

  • José Lameiro vence e convence em Sever do Vouga!

    Revelou-se acertada a aposta do piloto da Diatosta no Citroen DS3 R5 para substituir o habitual Skoda Fabia SuperCar. Autor de uma exibição em que aliou a rapidez à eficácia, José Lameiro conquistou “em casa” a primeira vitória da temporada e voltou claramente a poder sonhar com a renovação do título.

    Para muitos pilotos, não há melhor pressão do que a que resulta de ser correr “em casa”. Mas para José Lameiro, colocar o capacete e galgar o exigente traçado da pista do Alto do Roçário, em Sever do Vouga, é sempre “um momento único, emocionante e que me motiva ainda mais. Gosto muito de poder correr bem perto de casa e só lamento que as condições atuais tenham impedido a presença do público, pois este é sempre fantástico!”.

    E foi um fim de semana inesquecível para o piloto de Aveiro. Em momento algum, a aposta no Citroen DS3 R5 teve laivos de “solução de recurso”. José Lameiro foi capaz de extrair “todo o potencial que este carro tem. Fiquei impressionado com o que um R5 bem preparado consegue desenvolver e entregar em pista. A Sports & You e a DM Motorsport estão de parabéns pois tem este DS3 R5 em excelentes condições, mesmo sendo um carro da primeira geração dos R5. Não deu problema algum ao longo de todo o fim-de-semana”.

    Destacou ainda o facto de “a menor potência que este carro tem quando comparado com um SuperCar é clara, mas o carro tem um excelente comportamento em curva, nas travagens e um motor muito redondo que dá gosto utilizar. É mesmo muito interessante!”.

    Depois de mangas de qualificação muito disputadas, José Lameior não deu veleidades à concorrência na final, que dominou, contruindo assim uma vitória que o deixa “muito feliz. Este resultado dá fim a um início de época atribulado e é uma recompensa para todo o nosso esforço, principalmente da equipa técnica da DM Motorsport. Sabíamos que eramos capazes e foi ainda melhor que este primeiro triunfo acontecesse em Sever”. Com esta vitoria, José Lameiro sente que “voltamos a estar na luta pela revalidação do título e vamos com tudo para as próximas provas”, não deixando o piloto de agradecer “à minha família, à nossa claque Mancha Negra e a todos os que me ajudaram a conseguir realizar esta prova”.

    O piloto e patrão da Diatosta não quis deixar de enviar “um forte abraço ao Oscar Ortfeldt. Foi muito aparatoso o acidente que sofreu, mas são coisas das corridas. Ele tem sido muito importante para a evolução da nossa Divisão SuperCar e espero que esqueça rapidamente o sucedido. Queremo-lo connosco nas próximas provas!”. O Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta tem a sua quarta tirada aprazada para os dias 23,24 e 25 de julho. Pela segunda vez na temporada, a caravana vai rumar a Montalegre.