Diogo Marques prosseguiu a sua trajetória de evolução no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2026, assinando uma prestação muito positiva na Rampa Serra da Estrela/Covilhã, terceira jornada da temporada organizada pelo CAMI Motorsport.
Na estreia no exigente traçado serrano, o jovem piloto de Vila Nova de Famalicão voltou a demonstrar uma progressão consistente aos comandos do Citroën C1 da Famaconcret, preparado pela A. Miranda. Ao longo do fim de semana, Diogo foi melhorando gradualmente os seus registos, adaptando-se cada vez melhor às exigências de uma das rampas mais emblemáticas do calendário nacional.
O único contratempo surgiu na primeira subida oficial de prova de sábado, quando um problema técnico o obrigou a abandonar prematuramente. No entanto, a resposta foi exemplar. No domingo, o jovem piloto regressou determinado a recuperar o tempo perdido e voltou a baixar os seus cronos, culminando com a melhor marca pessoal do fim de semana na derradeira subida oficial de prova. A consistência demonstrada permitiu-lhe terminar na quarta posição do Campeonato de Portugal de Montanha 1300, resultado que confirma a evolução evidenciada ao longo da temporada.
No final, Diogo Marques mostrou-se satisfeito com o desempenho alcançado. “Correu bem. Tivemos aquele problema técnico no sábado, mas são situações que fazem parte das corridas. Tirando isso, fomos praticamente sempre a melhorar os tempos em cada subida e saio satisfeito com o resultado. Agora é tempo de começar a preparar a Rampa de Santa Marta. Quero agradecer a todos os patrocinadores, à Famaconcret pela cedência do carro, à A. Miranda pelo excelente trabalho de preparação e manutenção, bem como à minha família, amigos e a todos os que acreditam neste projeto”, afirmou.
A oitava edição do Penafiel Racing Fest terminou este domingo com um balanço amplamente positivo, consolidando o estatuto de um dos maiores eventos dedicados ao desporto motorizado em Portugal. Durante três dias, milhares de visitantes passaram por Penafiel para acompanhar um programa diversificado que voltou a transformar o concelho na capital nacional dos motores.
Organizado pela Câmara Municipal de Penafiel e pela CDDC – Cooperativa para o Desenvolvimento Desportivo e Cultural, em parceria com clubes e associações locais, o evento reuniu centenas de pilotos e equipas provenientes de várias regiões de Portugal e da Península Ibérica, proporcionando competição, espetáculo e animação para públicos de todas as idades.
Entre os momentos mais marcantes esteve, uma vez mais, o Rally Taça Joaquim Santos, prova que homenageia o lendário piloto penafidelense e que voltou a proporcionar grandes duelos nas classificativas do concelho. O programa integrou ainda o Super Enduro Urbano, o Trial Extremo 4×4, o Drag Racing, as corridas de motos clássicas e de 85cc, o Passeio de Automóveis Clássicos e diversas atividades paralelas na Fun Zone, que registou uma forte adesão do público.
Para Pedro Cepeda, Presidente da Câmara Municipal de Penafiel, a edição de 2026 voltou a demonstrar a capacidade organizativa do concelho para acolher eventos de grande dimensão: “O Penafiel Racing Fest voltou a demonstrar a capacidade de Penafiel para organizar eventos de grande dimensão e qualidade. Foram três dias de intensa atividade, com uma excelente participação de pilotos, equipas e público, que contribuíram para um ambiente verdadeiramente único”, afirmou.
Também Óscar Coelho, da CDDC, destacou o sucesso de mais uma edição e a identidade própria que o evento conquistou ao longo dos anos: “A diversidade de modalidades, a qualidade competitiva e a proximidade ao público continuam a ser marcas distintivas do Penafiel Racing Fest. Este resultado é fruto de um trabalho coletivo desenvolvido ao longo de muitos meses e do empenho de todos aqueles que acreditam neste projeto”, sublinhou.
Com mais uma edição concluída com sucesso, o Penafiel Racing Fest reforça a sua posição como uma referência incontornável do panorama motorizado nacional, continuando a afirmar Penafiel como um dos grandes palcos portugueses para a promoção do desporto automóvel e motociclístico.
O Caramulo Motorfestival regressa à Serra do Caramulo nos dias 4, 5 e 6 de setembro para a sua 21.ª edição, prometendo três dias de intensa celebração da cultura motorizada. Mais de 50 mil visitantes são esperados naquele que continua a ser o maior festival motorizado realizado em Portugal.
Um dos grandes destaques da edição de 2026 será a exposição “Fórmula Mágica”, considerada a mais ambiciosa mostra dedicada à Fórmula 1 alguma vez realizada no país. Distribuída por dois espaços distintos, reunirá alguns dos monolugares mais emblemáticos da história da modalidade, incluindo o Lotus 97T de Ayrton Senna, o Williams FW14 de Nigel Mansell, o Lotus 100T de Nelson Piquet, o Copersucar de Emerson Fittipaldi e o Ferrari F2005 de Michael Schumacher, entre muitas outras máquinas históricas.
A componente dinâmica do evento continuará a ter como ponto alto a Rampa Histórica do Caramulo, que volta a reunir centenas de automóveis nas vertentes de velocidade e regularidade. Entre as atrações mais aguardadas estará o regresso em ação do histórico Fórmula 1 Copersucar-Fittipaldi, um dos símbolos maiores do automobilismo brasileiro.
Outra das novidades passa pela recriação ao vivo da exposição “A Segunda Guerra Mundial ao Vivo e a Cores”, que sairá dos espaços museológicos para o exterior, proporcionando aos visitantes uma experiência imersiva através de veículos históricos, encenações militares e figurantes trajados à época.
Ao longo dos três dias, o público poderá ainda visitar o Museu do Caramulo e o Caramulo Experience Center, assistir ao Air Show, explorar a Feira de Automobilia, a Bikersville, a Motorlândia, a Pista TT e os parques dedicados a clássicos e veículos de competição.
No total, estarão reunidos mais de 1.700 automóveis, motociclos e aeronaves históricas e desportivas, consolidando o Caramulo Motorfestival como uma das maiores celebrações da cultura motorizada da Península Ibérica.
À semelhança dos anos anteriores, a entrada será gratuita e os visitantes poderão igualmente participar no evento ao volante dos seus próprios veículos clássicos, integrando passeios e concentrações organizadas ao longo do fim de semana.
José Carlos Magalhães, piloto e líder da MNE Sport, foi um dos grandes protagonistas da Rampa Serra da Estrela-Covilhã, ao protagonizar uma exibição de enorme intensidade competitiva no Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group.
Ao volante do icónico Peugeot 205 Rallye, apresentado na Covilhã com uma “alma” fenomenal e um nível de preparação exemplar, quer em fiabilidade, quer em performance, o piloto da MNE Sport discutiu a vitória até ao limite, numa batalha decidida por uns impressionantes 0,584 segundos no somatório das duas melhores subidas oficiais de prova.
Foi um duelo à décima, permanente, emotivo e de grande qualidade desportiva, frente a Armando Freitas, tricampeão nacional e líder invicto da temporada. A vitória acabou por sorrir ao atual comandante do campeonato, mas José Carlos Magalhães saiu da Serra da Estrela com a certeza de que a luta pelo título ficou bem mais aberta.
“Vim à Covilhã precisamente para abanar essa dinâmica e creio que consegui”
A ligação de José Carlos Magalhães à Rampa da Serra da Estrela é longa, profunda e emocional. Em 2026, o piloto cumpriu 24 anos de presença neste traçado, um palco que conhece em detalhe e onde voltou a demonstrar toda a sua ambição competitiva. “Este ano cumpri 24 anos de ligação à Rampa da Serra da Estrela, um traçado que conheço como poucos e que sinto verdadeiramente como meu. É uma subida que me diz muito e à qual regresso sempre com o mesmo objectivo: lutar pelo lugar mais alto do pódio do Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group”, afirmou José Carlos Magalhães.
O piloto da MNE Sport chegou à Covilhã consciente da força do líder do campeonato, mas determinado a alterar o rumo competitivo da temporada. “Esta época, o líder do campeonato vinha gerindo a sua vantagem com alguma tranquilidade. Vim à Covilhã precisamente para abanar essa dinâmica e creio que consegui. Desde a primeira subida deixei claro ao que vinha, determinado a tirar todo o sumo do meu Peugeot 205 Rallye e a transformar cada subida numa disputa ao centésimo”, sublinhou.
Um Peugeot 205 Rallye com garra, alma e andamento de vitória
A prestação de José Carlos Magalhães ganhou ainda maior relevo pela forma como o Peugeot 205 Rallye respondeu ao desafio da Serra da Estrela. O carro revelou-se rápido, consistente e competitivo em todas as fases da prova, permitindo ao piloto lutar taco a taco com o principal favorito à vitória.
Ao longo do fim de semana, cada subida confirmou que o conjunto piloto-carro-equipa estava preparado para discutir o triunfo. As diferenças foram quase sempre mínimas, com os dois principais candidatos separados por escassas décimas em praticamente todas as referências cronométricas.
A vitória ficou mesmo “logo ali” e poderia ter caído para qualquer dos lados. No final, mais do que um segundo lugar, José Carlos Magalhães e a MNE Sport levaram da Covilhã uma confirmação clara: há argumentos reais para disputar vitórias até ao final da temporada.
“A intensidade da luta manteve-se intacta até ao fim”
A derradeira subida oficial trouxe ainda um episódio decisivo. Um problema com um concorrente que partiu imediatamente antes obrigou José Carlos Magalhães e o seu adversário direto a repetir a subida, já em condições menos favoráveis.
“A última subida, a OF3, ficou marcada por um imprevisto: a avaria de um concorrente que partiu imediatamente antes de mim obrigou-me, a mim e ao meu adversário directo, a repetir a subida. Essa repetição aconteceu já em condições menos favoráveis, com pneus e travões fora do rendimento ideal, o que nos penalizou a ambos. Ainda assim, a intensidade da luta manteve-se intacta até ao fim”, explicou o piloto.
Mesmo nesse contexto, José Carlos Magalhães não baixou os braços. Pelo contrário, manteve a pressão, procurou cada centésimo e levou a decisão até ao limite absoluto. “No final de um dia intenso, o resultado somado ficou definido por uns curtíssimos 0,584 segundos. Fechei a prova no segundo posto do campeonato, mas saio daqui com a certeza de que demos tudo, subida após subida, e de que a luta pelo título está bem mais aberta do que parecia”, acrescentou.
Apesar de a vitória ter escapado por uma diferença mínima, o balanço da Rampa Serra da Estrela-Covilhã é francamente positivo para José Carlos Magalhães e para a MNE Sport: “Vim para lutar pela vitória e foi exactamente isso que fiz. Sabíamos que o adversário estava forte e confortável na liderança, mas uma corrida é para se correr até ao fim. O Peugeot 205 Rallye vai continuar a ser uma pedra no sapato da liderança nas próximas provas”.
Com esta exibição na Serra da Estrela, José Carlos Magalhães reforça o estatuto de grande candidato às vitórias no Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group e deixa uma mensagem clara para o que resta da temporada: a MNE Sport está na luta, o Peugeot 205 Rallye está competitivo e o campeonato ganhou um novo foco de emoção.
Borja García e Álvaro Bajo repartiram as vitórias de domingo, completando um histórico pleno da formação espanhola na terceira ronda da Porsche Sprint Challenge Ibérica.
Com temperaturas próximas dos 30 graus ambiente, mais de 35 graus em pista, baixa humidade e milhares de espetadores presentes nas instalações do circuito, entre eles muitos proprietários e entusiastas da Porsche, com destaque para a expressiva delegação do GT Marbella presente num passeio oficial, O derradeiro dia da terceira ronda da Porsche Sprint Challenge Ibérica 2026 proporcionou mais duas corridas Sprint de elevado nível competitivo no Circuit Ricardo Tormo.
No plano desportivo, a GT Corse assinou um resultado simplesmente perfeito. A formação espanhola conquistou as quatro pole positions, venceu as quatro corridas Sprint e assinou igualmente as quatro voltas mais rápidas do fim de semana, alcançando um pleno histórico.
Borja García vence Corrida 3 após nova demonstração de força
À imagem do que já tinha acontecido na Corrida 1, Borja García voltou a assumir o comando das operações logo após a partida lançada da Corrida 3. O piloto valenciano da GT Corse imprimiu um ritmo impossível de acompanhar pelos adversários, tornando-se o único piloto do fim de semana a baixar da barreira de 1m17s, ao rubricar a volta mais rápida da corrida em 1m16,961s.
Na bandeirada de xadrez, García apresentava uma confortável vantagem de 4,6 segundos sobre o segundo classificado, somando mais um triunfo absoluto e novo êxito entre os Silver.
Por trás do líder, a luta pelo segundo lugar animou grande parte dos 20 minutos mais uma volta da corrida.
Patrick Cunha (Veloso Motorsport) e Miguel Lobo (RGB Racing Team) protagonizaram um duelo intenso e permanente. Lobo procurou de todas as formas ultrapassar o piloto da Veloso Motorsport, mas Cunha defendeu-se com enorme eficácia, garantindo assim novo segundo lugar absoluto e mais uma vitória na Classe Bronze.
Miguel Lobo acabaria por ser recompensado com um merecido terceiro lugar no pódio, concluindo a corrida apenas 1,4 segundos atrás de Cunha. Durante parte da corrida, Diego Carrascal Vega também integrou esta luta, mas um incidente atrasou o piloto da GT Corse, que ainda assim recuperou até ao quarto lugar final.
Logo atrás terminou Francisca “Kika” Queiroz (LOB Motorsport), autora de mais uma exibição extremamente consistente que lhe valeu nova vitória na Ladies Cup.
A portuguesa bateu a finlandesa Flame Airikkala (AF Motorsport), sexta classificada, enquanto João Macedo Silva (RGB Racing Team) terminou imediatamente atrás da piloto nórdica. Flame e Macedo Silva protagonizaram vários momentos de luta direta ao longo da corrida, mas a piloto da AF Motorsport acabou por prevalecer, beneficiando ainda de uma penalização de cinco segundos aplicada ao piloto português por repetidas infrações aos limites de pista.
Álvaro Bajo capitaliza penalização de Barambio e fecha o pleno da GT Corse
A Corrida 4 acabaria por confirmar o domínio absoluto da GT Corse durante o fim de semana valenciano.
Partindo da pole position, Alejandro Barambio Perea assumiu a liderança após a partida lançada e começou desde cedo a construir uma pequena vantagem sobre os perseguidores. Atrás de si, Álvaro Bajo defendia-se dos ataques de Jorge Rodrigues (Veloso Motorsport), protagonizando um dos duelos mais interessantes da fase inicial da corrida.
No entanto, o rumo da prova alterou-se quando o Colégio de Comissários Desportivos aplicou a Barambio Perea uma penalização de drive through. Os comissários entenderam que o piloto da GT Corse assumiu uma posição incorreta durante o procedimento da partida lançada, ao reposicionar-se atrás do Safety Car antes do momento oficial do arranque, interferindo com a trajetória de outros concorrentes. A penalização relegou Barambio para o quinto lugar e comprometeu definitivamente as suas aspirações à vitória.
Na frente, Álvaro Bajo assumiu o comando e não mais o largou. O piloto espanhol construiu uma vantagem superior a seis segundos sobre Jorge Rodrigues, assinando também a volta mais rápida da corrida em 1m17,117s. O triunfo permitiu-lhe somar a segunda vitória do fim de semana e garantir igualmente o triunfo entre os Silver. Jorge Rodrigues consolidou rapidamente a segunda posição e ofereceu à Veloso Motorsport um saboroso pódio absoluto, complementado pela vitória na Classe Bronze.
Mas foi a luta pelo terceiro lugar que captou grande parte das atenções nos instantes finais. Francisca Queiroz e Chloe Grant (AF Motorsport) envolveram-se num duelo intenso que valia simultaneamente o último lugar do pódio e a vitória na Ladies Cup.
A piloto portuguesa resistiu a sucessivos ataques da jovem britânica e cruzou a linha de meta apenas 480 milésimos de segundo à frente da adversária, selando um extraordinário terceiro lugar absoluto. Com este resultado, Francisca Queiroz encerrou a ronda valenciana com três vitórias em quatro possíveis na Ladies Cup.
José Monroy dedica ronda de Valência a Rui Miritta
No final da jornada, José Monroy, Series Manager da Porsche Sprint Challenge Ibérica, destacou o elevado nível competitivo do fim de semana: “Valência voltou a mostrar tudo aquilo que caracteriza a Porsche Sprint Challenge Ibérica: corridas disputadas, um ambiente fantástico dentro e fora de pista, muito público, muitos proprietários Porsche presentes e um paddock cheio de vida.”
O responsável aproveitou ainda para dedicar simbolicamente a ronda a Rui Miritta, piloto da Monteiros Competições e membro muito estimado da família PSCI: “Quero dedicar esta ronda ao Rui Miritta. É um piloto muito querido por todos nós e um elemento muito importante da família Porsche Sprint Challenge Ibérica. Sabemos que atravessa um momento difícil após o violento acidente de viação que sofreu e estamos todos a torcer por uma recuperação total e rápida. Esperamos vê-lo de volta connosco o mais breve possível.”
A Porsche Sprint Challenge Ibérica entra agora numa merecida pausa de verão. A temporada regressará entre 11 e 13 de setembro para a realização da quarta ronda do campeonato, no Circuito Ángel Nieto, em Jerez de la Frontera.
A Polestar anunciou a chegada a Portugal do serviço Polestar Charge, uma nova solução de carregamento público que passa a disponibilizar aos clientes da marca acesso a cerca de 19 mil pontos de carregamento em território nacional e mais de um milhão em toda a Europa.
Desenvolvido em parceria com a Plugsurfing, o serviço integra algumas das maiores redes europeias de carregamento, incluindo IONITY, Powerdot, EDP, Repsol e KLC, permitindo aos utilizadores gerir todo o processo através de uma única aplicação ou cartão.
Entre as vantagens anunciadas está também a possibilidade de beneficiar de descontos até 30% em mais de 2.500 postos de carregamento em Portugal e cerca de 28 mil em toda a Europa, através de uma subscrição mensal opcional.
Segundo Miguel Pinto, Diretor-Geral da Polestar Portugal, a nova solução pretende “tornar a experiência de utilização de um veículo elétrico mais simples e intuitiva, eliminando a necessidade de múltiplas aplicações, cartões ou métodos de autenticação”.
O Polestar Charge está ainda integrado com o Google Maps, permitindo planear viagens de forma mais eficiente, localizar postos de carregamento compatíveis e ativar automaticamente o pré-condicionamento da bateria para otimizar os tempos de carregamento. Outra das novidades é a tecnologia Plug & Charge, que permite ao veículo comunicar diretamente com a infraestrutura de carregamento. Desta forma, o processo de autenticação e pagamento é realizado automaticamente, simplificando significativamente a utilização dos postos públicos compatíveis.
Com esta aposta, a Polestar reforça a sua oferta de serviços associados à mobilidade elétrica, procurando tornar o carregamento público mais simples, rápido e conveniente para os seus clientes.
Simplício Taveira voltou a demonstrar competitividade na terceira jornada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2026, terminando a Rampa Serra da Estrela/Covilhã na quinta posição da Divisão Super Challenge B, aos comandos do seu Peugeot 207.
Numa prova organizada pelo CAMI Motorsport e marcada por condições exigentes, o piloto da ST Car foi evoluindo de forma consistente ao longo do fim de semana, melhorando progressivamente os seus tempos numa das rampas mais desafiantes do calendário nacional.
Depois de iniciar a competição com o quinto melhor tempo da categoria na primeira subida oficial de treinos, Simplício Taveira mostrou rapidamente capacidade para aumentar o ritmo, subindo ao quarto posto na segunda sessão de treinos ao registar um tempo de 3m41,739s.
Ao longo das subidas oficiais de prova, o piloto de Vila Real manteve-se sempre entre os mais rápidos da divisão, conseguindo a sua melhor marca do fim de semana na segunda subida oficial de domingo, quando percorreu os 5,2 quilómetros do traçado serrano em 3m38,793s, um resultado que confirmou o seu andamento competitivo.
No final, Simplício Taveira garantiu a quinta posição entre os Super Challenge B, somando mais um resultado positivo numa temporada em que continua a evidenciar uma evolução consistente e uma crescente adaptação ao Peugeot 207.
A próxima oportunidade para o piloto transmontano prosseguir a sua campanha no Campeonato de Portugal de Montanha surgirá já na Rampa de Santa Marta, onde procurará continuar a aproximar-se dos lugares da frente da categoria.
Álvaro Muñiz e Néstor Casal foram os grandes vencedores do 59.º Rallye Ourense Recalvi, alcançando a sua primeira vitória numa prova do Supercampeonato de Espanha de Ralis (S-CER). A dupla do Škoda Fabia RS Rally2 liderou a competição desde as primeiras especiais e consolidou o triunfo na etapa decisiva de sábado.
Depois de iniciar o dia com um scratch na classificativa de Taboadela e de voltar a ser o mais rápido na Power Stage (TC Plus), Muñiz ampliou a vantagem para os adversários e geriu a margem nas especiais da tarde, assegurando um importante triunfo que reforça as suas ambições para o restante campeonato.
Na segunda posição terminaram José Antonio Suárez e Alberto Iglesias, também em Škoda Fabia RS Rally2. Apesar de terem perdido a invencibilidade na temporada, os campeões em título reforçaram a liderança do Supercampeonato graças a mais uma exibição consistente.
O pódio ficou completo com Pepe López e Dávid Vázquez, que recuperaram do azar sofrido na ronda anterior, no Rallye Ciudad de Utiel, regressando aos lugares de honra da classificação.
Diego Ruiloba e Ángel Luis Vela concluíram a prova na quarta posição ao volante do novo Lancia Ypsilon Rally2 HF Integrale, aproveitando a jornada para continuar o desenvolvimento do modelo italiano. O Top 5 ficou encerrado por Iván Ares e Borja Rozada, representantes da Toyota Breogán.
Unai de la Dehesa e Olatz San Miguel levaram o Citroën C3 Rally2 da Llarena Racing ao sexto lugar, terminando à frente de Sergi Pérez e Axel Coronado, que prosseguiram o processo de adaptação ao Toyota GR Yaris Rally2. José Luis Peláez, Giovanni Fariña e Nuria Pons completaram os dez primeiros classificados.
Nas competições de promoção, Adrián Blanco e Manuel Estévez repetiram o triunfo obtido em 2025 na Copa Hyundai i20N Rallye, enquanto Kilian Santana e Jonathan Hernández conquistaram a primeira vitória da carreira na Sandero Eco Cup Spain, liderando a competição do princípio ao fim.
Tomás Gomes esteve em excelente plano na ronda do Circuito de Navarra, protagonizando um fim de semana muito competitivo aos comandos do Caterham 340R. Num programa composto por três corridas, o piloto português demonstrou rapidez, consistência e capacidade para discutir os lugares cimeiros em todas as mangas.
A jornada arrancou da melhor forma com um sólido segundo lugar na Corrida 1, resultado que confirmou desde cedo o potencial demonstrado ao longo do fim de semana. Na segunda corrida, Tomás Gomes elevou ainda mais o nível da sua prestação, impondo um ritmo forte e uma condução irrepreensível para conquistar uma clara vitória, subindo ao lugar mais alto do pódio.
Já na terceira e última corrida da ronda espanhola, alguns problemas na caixa de velocidades condicionaram o rendimento do piloto, que ainda assim conseguiu terminar na quinta posição, somando pontos importantes para as contas do campeonato.
“Foi um fim de semana muito positivo em Navarra. Conseguimos mostrar um ritmo forte nas três corridas, começando com um P2 na primeira manga e alcançando a vitória na Corrida 2. Terminámos a ronda com um P5 na última corrida e saímos daqui satisfeitos com a consistência demonstrada e com os pontos conquistados”, destacou Tomás Gomes.
Com uma vitória, um segundo lugar e mais um resultado dentro do Top 5, o piloto português reforçou a sua posição entre os protagonistas da temporada, saindo de Navarra com a confiança reforçada para os próximos desafios do campeonato.
Foi uma edição memorável a oitava do Rally Taça Joaquim Santos, integrado no Penafiel Racing Fest 2026. Com inscrições esgotadas, mais de meia centena de equipas à partida, 36 classificadas à chegada e milhares de espectadores espalhados pelas classificativas do concelho de Penafiel, a prova voltou a afirmar-se como uma das maiores festas dos ralis nacionais.
Ao longo de oito especiais de classificação e mais de 50 quilómetros disputados ao cronómetro, os concorrentes enfrentaram estradas rápidas, técnicas e exigentes, proporcionando um espetáculo de grande qualidade.
Apesar da forte concorrência e do elevado número de candidatos ao triunfo, João Barros voltou a demonstrar porque é considerado o “rei” da prova. Navegado por Jorge Henriques e aos comandos do Skoda Fabia RS Rally2 da Fibromade, preparado pela Racing4You, o piloto paredense assinou uma exibição absolutamente dominadora, vencendo todas as classificativas do rali e conquistando de forma categórica a vitória final. Uma demonstração de força sustentada no profundo conhecimento das especiais penafidelenses, que permitiu a Barros arrecadar também a prestigiada Taça Joaquim Santos, atribuída ao piloto que conquista o maior número de vitórias em troços. Neste caso, venceu todos.
Pódio de luxo e lutas intensas em todas as categorias
Na segunda posição terminou a dupla formada por Pedro Meireles e Mário Castro.
Os campeões nacionais de 2014, aos comandos de um Skoda Fabia RS Rally2 da M&Costas, nunca conseguiram aproximar-se verdadeiramente dos vencedores devido ao desconhecimento de algumas classificativas, mas ainda assim concluíram a prova num meritório segundo lugar, a 44,1 segundos dos líderes. No final, assumiram o agrado pelo evento e prometeram regressar para lutar pela vitória.
Uma das grandes figuras do rali foi Marco Oliveira. Navegado por Ricardo Sousa, o piloto da Navaldouro protagonizou uma exibição de enorme qualidade ao volante do menos competitivo Skoda Fabia N5, terminando num excelente terceiro lugar absoluto, a 1m17,0s dos vencedores.
Também em destaque esteve o penafidelense Vítor Ribeiro. Acompanhado por Luís Boiça no Citroën DS3 R5 da Fevinor, foi quarto da geral e conquistou o troféu de Melhor Piloto Local, um dos galardões mais desejados da prova.
Nas categorias, os duelos foram igualmente intensos. Entre os Tração à Frente (FWD), Bruno Almeida e Joaquim Carvalhinho impuseram o Renault Clio RS após uma luta emocionante com Hélder Ribeiro e Tiago Ferreira, em Citroën Saxo S1600. No final, apenas 5,5 segundos separaram as duas equipas. Pedro Couto e Rúben Cunha completaram o pódio da categoria com o Renault Clio Rally4.
Já entre os Tração Traseira (RWD), a vitória sorriu ao jovem penafidelense Bruno Almeida, navegado por Ana Oliveira. Ao volante de um BMW E36, o piloto dominou a categoria e terminou com uma confortável vantagem de 58,7 segundos sobre António Silva e Francisco Pinto, em Opel Kadett. Vasco Peralta e Hélder Carneiro fecharam o pódio dos RWD.
Multidão impressionante celebrou a memória de Joaquim Santos
Mais do que uma competição, o Rally Taça Joaquim Santos voltou a ser um momento de celebração da história dos ralis portugueses e da memória do “Penafidelense Voador”, tetracampeão nacional de ralis e uma das maiores figuras da história do automobilismo português.
Perante uma moldura humana impressionante, a prova organizada no âmbito do Penafiel Racing Fest confirmou, uma vez mais, o estatuto de referência que conquistou no panorama automobilístico nacional.