Autor: VMotores

  • Argentino Franco Girolami vence segunda corrida em Zandvoort

    O argentino Franco Girolami (Honda Civic Type T FK7 TCR) foi a grande estrela da segunda corrida da terceira jornada do TCR Europa, na pista holandesa de Zandvoort, ao conquistar a liderança à terceira volta, não dando qualquer hipótese ao piloto local Niels Langeveld (Hyundai Elantra N TCR), para no final festejar a sua primeira vitória neste campeonato.

    Graças a este triunfo, Girolami passou a liderar o TCR Europa, com 154 pontos, superando o espanhol Mikael Azcona (143), ausente por estar a competir na primeira prova do ETCR, em Vallelunga (Itália).

    A história desta segunda corrida no que à vitória diz respeito escreveu-se na primeira volta, quando Girolami, que largara da segunda fila da grelha, atrás de Taoufik e de Langeveld, ultrapassou o holandês para ascender ao comando. Logo a seguir, e na sequência do acidente que deixou Felice Jelmini (Hyundai Elantra N) fora de prova, devido a um ‘toque’ de Klim Gavrilov (Audi RS 3 LMS), o Safety Car esteve em pista durante quatro voltas, para permitir a retirada do carro do piloto italiano. Quando a corrida foi retomada já Tom Coronel (7º na primeira passagem pela meta) estava fora de “combate”, devido a problemas no Audi, porventura resultantes do contacto com um adversário.

    Na frente, Girolami nunca deixou espaço que permitisse a Langeveld oportunidade para o surpreender e no meio do pelotão Jack Young, que já havia ganho duas posições, viu a sua progressão cair por terra, ao cometer um erro e cair para os últimos lugares. Contudo, não baixou os braços e com um forcing final verdadeiramente notável ainda conseguiu entrar no “top 10”.

    A luta pelo último lugar do pódio esteve bastante animada, pois se o francês Jimmy Clairet logrou manter o Peugeot 308 no terceiro lugar desde a partida, logo atrás esteve um irreverente Isidro Callejas (Honda Civic Type R FK7) que nunca lhe deu tréguas até consumar a ultrapassagem. O jovem espanhol, de apenas 16 anos, estreante no TCR Europa, conquistou o seu melhor resultado da temporada. Em plano de destaque esteve também o sérvio Dusan Borkovic (Audi RS 3 LMS) que fez uma corrida de trás para a frente, depois de ter largado da oitava posição da grelha. E tanto os dois Hyundai da Sébastien Loeb Racing, de Taoufik e de Bennani, como o Peugeot de Jimmy Clairet não lhe resistiram.

    Corrida 2

    1º, Franco Girolami, PSS Racing Team, Honda Civic Type R FK7 TCR, 15 voltas

    2º, Niels Langeveld, Sébastien Loeb Racing, Hyundai Elantra N TCR, + 1.979s

    3º, Isidro Callejas, Brutal Fish Racing Team, Honda Civid Type R FK7 TCR, + 7.121

    4º, Dusan Borkovic, Comtoyou RAcing, Audi RS 3 LMS TCR, + 8.069

    5º, Jimmy Clairet, Team Clairet Sport, Peugeot 308 TCR, + 9.840

    Campeonato

    1º, Franco Girolami, 154 pontos; 2º, Mikael Azcona, 143; 3º, Tom Coronel, 132; 4º, Jimmy Clairet, 132; 5º, Mehdi Bennani, 126.

    A quarta jornada da época do TCR Europa está marcada para 29/31 julho, no circuito belga de Spa-Francorchamps.

  • Feliz da Costa 6º na 1ª corrida no México

    António Félix da Costa terminou no 6º lugar a primeira corrida do E-Prix de Puebla, tendo, com isso, ascendido ao segundo lugar do Campeonato de Pilotos.

    A oitava corrida da Temporada 7 do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula E realizou-se no Autódromo Miguel E. Abed, em Puebla, México, no que foi uma estreia desde o lançamento da disciplina. Ontem (sábado), por ocasião do primeiro dos dois confrontos do presente fim de semana, os pilotos da equipa DS TECHEETAH alcançaram resultados muito diferentes. Depois da vitória no Mónaco, António Félix da Costa voltou a marcar pontos, ao terminar a Corrida 1 no sexto lugar. Quanto a Jean-Éric Vergne, foi atingido com o azar, já que numa altura em que lutava por um lugar no pódio, viu-se empurrado contra o muro por um concorrente, à saída da zona dedicada ao Attack Mode.

    Autor de uma excelente recuperação do 11º até ao sexto lugar, António Félix da Costa mostrou-se satisfeito no final. O Campeão em título regressou ao segundo lugar do campeonato, a apenas dois pontos do líder. “Fizemos uma operação muito boa”, confidenciou o piloto português. “Fazer parte do Grupo 1 na Qualificação nunca é fácil, mas conseguimos manter-nos no sexto lugar. No final alcançámos um resultado decente, ainda que pudéssemos ter feito melhor, não fossem alguns erros da minha parte. A boa notícia é que temos uma segunda oportunidade, sendo que estou confiante porque o ritmo adotado nesta primeira corrida foi ótimo.”

    A partida da que será a nona prova do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula E 2020-2021 está agendada às 22h00 (hora em Portugal Continental), tendo transmissão direta nos canais Eurosport 1 e Eleven Sports (início do programa meia hora antes).

  • Toque ‘trava’ exibição notável de Tiago Ferreira

    O piloto do Peugeot 208 S1600 esteve em excelente plano na segunda jornada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, até sofrer um toque, que travou a sua incrível progressão ao longo do fim-de-semana em Montalegre.

    Partindo para a prova transmontana com o claro intuito de ganhar mais experiência e evoluir, Tiago Ferreira entrou determinado e com um andamento consistente, que no primeiro dia lhe valeu um notável quinto lugar.

    Um desempenho que se prolongou para domingo, onde almejou ser sétimo da geral após as duas mangas de qualificação. Só que um toque de um adversário mal a corrida de acesso à Final se iniciou acabaria por ‘travar’ a evolução do piloto do Peugeot. “Na partida para a semifinal não passamos da primeira curva, pois um toque danificou o nosso carro e não pudemos continuar”.

    Tiago Ferreira lamenta o sucedido, apesar de saber de antemão que situações destas são frequentes no rallycross. “Foi um fim-de-semana agradável e de aprendizagem. Estávamos na luta para almejar um lugar na final, pois estávamos cada vez mais rápidos. Foi pena o toque que nos atirou para fora da corrida, pois estou certo de que estávamos a demonstrar andamento para poder ir mais longe e sair de Montalegre com um resultado de grande nível.”, remata Tiago Ferreira, que, no entanto, realça “a satisfação que sentimos por ver que estamos a conseguir evoluir, não apenas na minha condução, mas também na forma como entendemos o Peugeot e o fazemos ficar mais competitivo. Estamos muito entusiasmados com o que poderemos vir a fazer no futuro!”. O piloto espera agora ter mais sorte na terceira ronda do Campeonato de Portugal by Diatosta, que se realiza entre 2 e 4 de julho em Sever do Vouga.

  • Tom Coronel venceu primeira corrida em Zandvoort

    O holandês Tom Coronel (Audi RS 3 LMS) venceu em casa, na tarde deste sábado, a primeira corrida da terceira jornada do TCR Ibérico, no circuito de Zandvoort, depois de aguardar pelo momento certo para desferir o seu ataque, primeiro ao seu colega de equipa Nicolas Baert e a seguir ao então líder Jack Young, de quem cortou a linha de chegada com 1.817s de vantagem.

    Young, autor da “pole position”, esteve no primeiro lugar mais de metade das 13 voltas, na sequência de um bom arranque, ao contrário de Coronel e, mais ainda, do argentino Franco Girolami, que caiu de terceiro para oitavo. Na terceira volta, com uma ultrapassagem algo temerária, Coronel apoderou-se do segundo lugar de Nicolas Baert, ainda que depois tivesse sido superado por Dusan Borkovic, embora por pouco tempo.

    Cada vez mais próximo do líder Young, o veterano piloto holandês pressionou o jovem britânico durante várias voltas até consumar a ultrapassagem e, progressivamente, afastar-se para garantir um triunfo tranquilo. Young, por seu turno, dispunha de uma vantagem confortável em relação ao terceiro, Borkovic.

    O dinamarquês Niels Langeveld acabou por seu o melhor piloto da Hyundai, pois se de início o marroquino Mehdi Bennani, campeão em título, graças a uma excelente partida desde o décimo lugar da grelha, ainda rodou na quinta posição, a partir da terceira volta começava a atrasar-se, acabando no 12º lugar final. Ao invés, o argentino Franco Girolami (3º na grelha de partida) foi autor de uma boa recuperação até ao “top 5”, para terminar na frente de Nicolas Baert. Este, a partir do momento, aquando da ultrapassagem de Coronel, em que se viu obrigado a ir à areia da escapatória, perdendo ainda uma posição para Borkovic, não resistiu aos ataques tanto de Langeveld como de Girolami. Jimmy Clairet, um dos “heróis” da jornada anterior, em Le Castellet (França), esteve mais discreto, embora tivesse rodado sempre no “top 10”, para terminar na sétima posição.

    Corrida 1

    1º, Tom Coronel, Comtoyou Racing, Audi RS 3 LMS TCR, 13 voltas

    2º, Jack Young, Brutal Fish Racing Team, Honda Civic Type R FK7 TCR, + 1.817s

    3º, Dusan Borkovic, Comtoyou Racing, Audi RS 3 LMS TCR, + 8.047

    4º, Niels Langeveld, Sébastien Loeb RAcing, Hyundai Elantra N TCR, + 8.333

    5º, Franco Girolami, PSS Racing Team, Honda Civic Type R FK7 TCR, + 9.383

    Campeonato

    1º Mikael Azcona, 143 pontos; 2º, Tom Coronel, 132; 3º, Franco Girolami, 114; 4º, Jimmy Clairet, 108; 5º, Mehdi Bennani, 105; 6ºs, Jack Young e Nicolas Baert, 92; 8º, Niels Langeveld, 89; 9º, Dusan Borkovic, 86; 10º, Felice Jelmini, 83. 

  • Resultado amargo não premiou andamento forte de Jorge Machado em Montalegre

    O piloto de Lousada saiu da segunda prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta com sensações mistas. Se por um lado mostrou um forte andamento, por outro saiu de Montalegre algo frustrado por não ter conseguido chegar à final da Divisão S1600.

    Tal como vem sendo habitual, Jorge Machado mostrou-se um dos protagonistas mais aguerridos daquela que é considerada atualmente a categoria ‘rainha’ do rallycross nacional, exibindo sempre uma grande garra aos comandos do endiabrado Citroën C2 S1600.

    O lousadense materializou o seu forte andamento terminando o primeiro dia no segundo lugar da classificação geral. No domingo prosseguiu na luta e sempre na disputa dos lugares cimeiros e repetiu o resultado após as quatro mangas de classificação, sendo primeiro nas contas do campeonato.

    Jorge Machado seguiu naturalmente para a semifinal, bem posicionado na linha da frente da grelha de partida. Só que no começo do embate acabou por ficar ‘embrulhado’ numa confusão que se gerou no seio do pelotão e tudo ficou comprometido. “Arrancamos bem, mas no final da reta houve alguma confusão e fiquei um pouco para trás. Lutamos e demos tudo que tínhamos, mas não foi suficiente para chegar ao quarto posto que dava acesso à final”, contou o piloto do Citroën C2 S1600.

    O piloto de Lousada não esconde a sua grande deceção, pois sabe que estava ao seu alcance uma possível subida ao pódio: “Saímos tristes e contentes desta jornada, contentes pois durante as mangas estivemos fortes e na luta pelos lugares da frente, tristes que perdemos a oportunidade de ir a final para amealhar mais pontos!”.

    Jorge Machado começa já a trabalhar para a próxima prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, que terá lugar entre 2 e 4 de julho em Sever do Vouga.

  • Sérgio Dias sempre em crescendo na “batalha” de Montalegre!

    O piloto de Lousada esteve ao seu melhor nível na segunda prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, em Montalegre, sendo um dos protagonistas nas lutas pela supremacia, culminando com a obtenção da sexta posição na supercompetitiva Divisão Super1600.

    Sérgio Dias mostra-se cada vez mais entrosado com o Renault Twingo S1600, e apesar de algumas dificuldades com o ‘set-up’ do carro francês na jornada de sábado, que não lhe permitiram exprimir todo o seu potencial, foi subindo na classificação ao longo do fim-de-semana, logrando concluir as quatro mangas entre os dez primeiros.

    Seguiu-se uma semifinal onde mais uma vez o piloto lousadense mostrou a sua garra, fazendo uma prova de trás para a frente, conseguindo terminar este confronto no quarto posto. Um desfecho que lhe deu o ‘passaporte’ para a final. Na derradeira e decisiva corrida, Sérgio Dias atacou, procurou por todos os meios discutir os lugares cimeiros, mas a enorme competitividade da Divisão S1600 e o nível dos carros em presença não permitiu que fosse além do sexto posto final.

    “Estou contente por ter chegado à final, face a tão bons pilotos, mas foi uma prova difícil, pois não conseguimos mostrar o nosso real valor durante as mangas, tendo arrancado sempre de posições atrasadas. O que dificultou a nossa progressão”, confessou o piloto do Renault Twingo.

    Ainda assim Sérgio Dias diz-se por ter mostrado alguns ‘rasgos’ de competitividade, “pois conseguimos melhorar nas corridas decisivas e estar entre os melhores. Agora vamos preparar da melhor forma a próxima jornada para poder andar mais a frente possível”. O que significa que o piloto de Lousada vai preparar com todo o cuidado a terceira jornada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, que se disputa entre 2 e 4 de julho em Sever do Vouga.

  • Gonçalo Novo garante pódio em Montalegre, numa jornada inglória para João Novo

    A dupla dos “jovens lobos” da Motofil teve sortes diferentes na segunda jornada do ano do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta. Gonçalo Novo esteve em grande plano, enquanto João Novo viveu uma jornada agridoce, com uma penalização a impedir a sua ida à final.

    A equipa Motofil chegou a Montalegre firme no propósito de voltar a dar todas as condições aos seus dois jovens pilotos para brilhar. E estes tudo fizeram para tentar corresponder. Gonçalo Novo assumia antes da prova que vinha com tudo. E as expetativas do piloto do Toyota Starlet para esta ‘visita’ a Trás-os-Montes eram justificadas, pois em Lousada tinha realizado uma exibição notável e uma das primeiras posições era um objetivo perfeitamente justificável, como o confirmou o desempenho no sábado, numa jornada de muito calor.

    “No primeiro dia correu bem e lutamos pelos lugares cimeiros. No domingo problemas técnicos condicionaram as duas mangas de qualificação”, explica Gonçalo Novo, que conseguiria na final chegar à segunda posição, refletindo a sua excelente velocidade em pista e a forma focada como abordou a corrida decisiva. Mas… “à posteriori fomos penalizados numa posição e acabamos em terceiro, numa decisão que respeitamos, mas que nos deixa tristes”. No entanto, o jovem piloto da Motofil sentia-se “muito feliz com a minha exibição e com o excelente nível de preparação do Starlet. Agradeço imenso à minha equipa!”.

    Mas o espetáculo exibicional proporcionado pela Motofil não se resumiu ao piloto do Starlet amarelo, uma vez que João Novo voltou à Super 1600 com uma atuação de destaque. Aos comandos do Citroën C2 S1600 conseguiu lutar pelas posições cimeiras ao longo de todo o fim-de-semana. E “apesar da concorrência feroz, pois esta divisão está fenomenal!”, concluiu a jornada transmontana em bom plano, evidenciando uma grande evolução.

    O nono posto no final das quatro qualificações foi o reflexo da aprendizagem do jovem piloto da Motofil, que na divisão ‘rainha’ do rallycross nacional brilhou ao realizar um grande arranque na semifinal que o levou até ao quarto posto. Isso daria acesso à final se a organização não lhe tivesse atribuído uma penalização que o afastou da corrida decisiva.

    “Face a adversários muito fortes demos muita luta, e foi pena que não tivesse podido mostrar mais na final, pois penso que conseguiria sair de Montalegre com um excelente resultado. Por isso não deixo de estar dececionado com o desfecho”, declarou João Novo, que na prova transmontana tinha a consciência de poder discutir o pódio.

  • Um toque travou exibição de gala de Pedro Rosário em Montalegre

    O consagrado piloto de Coimbra voltou a provar porque já e uma “lenda” no kartcross. Ano após ano, está sempre na discussão das vitórias e em Montalegre voltou a ser um dos protagonistas. Só um toque o colocou fora da luta.

    À chegada ao traçado de Montalegre, Pedro Rosário e a sua equipa tinham um objetivo: rodar forte desde o início, para deitar para rás das costas de vez a malapata da corrida anterior, em Lousada.

    E se bem o decidiram, melhor o executaram e Pedro Rosário começou desde logo o seu recital de condução, vencendo a primeira manga, coroando o dia com um 2º lugar na manga seguinte, o que o guindava, após a qualificação, à liderança pontual do campeonato. Nas mangas de domingo alcançou, respetivamente, um 2º e um 3º lugar, voltando a ser segundo na semifinal, numa corrida onde duelou pela vitória de fio a pavio. Na final, arrancou que nem “um foguete”, mas a sorte terminou logo ali. Sofre um toque nessa fase inicial da corrida, ficando irremediavelmente atraso no pelotão, terminando nu frustrante e injusto 12º posto.

    No fecho da jornada, Pedro Rosário lamentava que “um azar com um pequeno toque tivesse prejudicado a nossa prestação. Mas, por outro lado, saímos de Montalegre muito satisfeitos com o nosso andamento e a certeza que, num campeonato em que temos uma dezena de pilotos muito rápidos e capazes de vencer, nos estamos lá. Mostramos que vamos estar na luta pelo título e que todos têm de contar connosco nesta árdua batalha. Em Sever o nosso mote será continuar a dar tudo e queremos, pelo menos, chegar ao pódio e estar na luta pelo triunfo!”.

    A próxima prova do Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta, terá lugar entre 2 e 4 de julho em Sever do Vouga.

  • Miguel Ramos e Henrique Chaves nas duas corridas de 60 minutos no popular circuito de Zandvoort.

    Uma ultracompetitiva grelha de vinte e oito dos melhores carros de GT da atualidade, representando oito marcas, participarão neste evento de três dias da Sprint Cup. Esta prova em Zandvoort antecede a dupla jornada de testes (22/23 de junho), para as 24h de SPA que se disputarão no final de julho.

    A batalha na Sprint Cup entra num fase crucial nesta visita a Zandvoort para as duas corridas de 60 minutos. A segunda prova deste formato mais curto vem no seguimento da corrida de abertura de Magny-Cours, onde Ramos e Chaves foram os vencedores da Pro-AM. Das paisagens do interior de França, passamos agora para a costa do mar do Norte numa visita ao hist´rico circuito de Zandvoort e os seus 4,3km.

    O Verão está à porta, mas as condições atmosféricas em Zandvoort são conhecidas pela imprevisibilidade. De qualquer forma é um circuito em que as condições mudam muito rapidamente, pois ligeiros chuviscos que podem humedecer a pista, também são rapidamente anulados pelos raios de sol que a secam. Este é um desafio suplementar aos pilotos que devem adicionar estas variantes na gestão de ambas as corridas, acrescido do total desconhecimento do circuito, pois tanto Miguel Ramos, como Henrique Chaves e nem sequer a equipa, alguma vez estiveram em Zandvoort.

    “É importante referir que nem eu, nem o Henrique, nem a equipa conhecemos o circuito. Tenho noção que é muito importante para nós fazermos um bom fim de semana em Zandvoort, pois duas semanas mais tarde temos Misano e assim passamos para a segunda parte da Sprint Cup. Arrancamos muito bem em França com a vitória na Pro-AM e por isso estamos confiantes que temos condições para lutar sempre pela vitória”, comentou Miguel Ramos na antevisão da corrida a disputar em Zandvoort este fim de semana.

    A Fanatec GT World Challenge pode ser seguida ao vivo no YouTube  ou através da APP Oficial para IOS e/ou Android, disponível na App Store ou Google Play.

    • Sábado dia 19 de junho
    • 08:00 – 08:20 Qualifying 1
    • 12:30 – 13:30 Race 1 (60′, Rolling Start)
    • Domingo dia 20 de junho
    • 08:00 – 08:20 Qualifying 2
    • 13:30 – 14:30 Race 2 (60′, Rolling Start)
  • Rui Nunes com Top 5 em fim-de-semana duro em Montalegre

    A segunda prova do Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta transformou-se numa tarefa dura para Rui Nunes. Sempre rápido, o piloto alentejano enfrentou vários problemas, mas a sua garra e o seu talento levaram-no sempre a bom porto.

    É um dos consagrados do pelotão do kartcross nacional e prova-o em cada corrida. Rui Nunes assinou uma exibição digna de um “duro” na pista internacional de Montalegre, ultrapassando todos os obstáculos que um fim-de-semana cheio de peripécias lhe foi colocando à frente.

    Depois de ter percebido nos treinos que “o nosso ritmo era forte e deixava-nos com legítimas ambições a lutar pelos lugares de topo”, Rui Nunes garantiu um 4º e um 7º nas duas corridas de qualificação realizadas no sábado, resultados que o piloto considerou “positivos, embora queiramos sempre melhor. Cada momento das corridas desta modalidade é incrível, com muitos pilotos a poderem vencer e isso transforma cada manga numa caixa de surpresas. Podíamos ter feito melhor e era com esse mote que queríamos abordar a jornada decisiva de domingo”.

    E partiu ao ataque, mas os deuses nada quiseram com ele. Uma roda saiu na terceira manga, forçando-o a quedar-se pelos lugares derradeiros. Como tal, teve de fazer a quarta manga partindo da última linha e foi sempre ao ataque, acabando por concluir em 10º. E aí, Rui Nunes “puxou dos galões”, assinando uma corrida irrepreensível na semifinal e logrando terminar em terceiro, o que lhe deu um lugar na terceira fila da grelha para a “hora de todas as decisões”.

    Nada o parou e foi “sempre ao ataque. A luta foi incrível, mas consegui dar o meu melhor. O 5º lugar final foi positivo, mas fica um amargo de boca por não ter ido ao pódio. Este foi um fim-de-semana onde não estivemos tão fortes como em Lousada, mas continuamos a provar que estamos entre os candidatos. Pena o azar da roda pois prejudicou um pouco em termos de pontuação, mas nunca baixamos os braços e acabou por ser um bom resultado”. Agora, foca já “em Sever do Vouga. É uma pista desafiante, onde queremos voltar a estar na luta pela vitória”.