Autor: VMotores

  • José Lameiro com fim-de-semana para esquecer em Montalegre

    A segunda prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta não foi, de todo aquilo que o piloto de Aveiro ambicionava, já que a mecânica do seu Skoda Fabia Supercar não quis colaborar.

    Depois do segundo lugar conseguido na jornada de abertura da temporada, em Lousada, José Lameiro tinha fundadas expetativas num bom resultado no traçado transmontano. Já confortável na condução do carro checo, as melhorias feitas na máquina permitiam pensar que a competitividade voltaria a ser grande nesta segunda ronda. Isto apesar da prova não contar com público e de ainda não poder contar com a sua claque ‘mancha negra’.

    Os treinos confirmariam um bom andamento por parte do piloto da Diatosta, que começou a planear uma estratégia semelhante para chegar à final da Divisão Supercar e obter um resultado, pelo menos, semelhante, ao conseguido em Lousada. Mas depressa José Lameiro percebeu que Montalegre não lhe iria correr de feição, já que o motor não aguentou e obrigou-o a uma desistência inglória.

    “Foi um fim-de-semana para esquecer”, desabafou o piloto aveirense que tinha fundadas expectativas, até porque nos “nos treinos e as sensações eram boas. Estávamos confiantes para o fim-de-semana, mas o azar bateu a porta e na primeira manga o motor do Skoda cedeu e fomos forçados a abandonar a prova”.

    Apesar do revés, Lameiro começa já a pensar na terceira ronda do campeonato, que será a prova mais próxima de casa, em Sever do Vouga, onde quer “voltar mais forte do que nunca e repetir, se possível, a exibição da primeira prova da época. Tudo iremos fazer para que o Skoda se apresente nas melhores condições para poder lutar pelas posições da frente e continuar a lutar pela renovação do título!”.

  • Parcídio Summavielle soma novo pódio na Rampa da Penha

    Aos comandos do seu Renault Clio R3, o piloto de Fafe voltou a ser um dos protagonistas do duelo sem tréguas pela primazia na Divisão turismos 3. Numa jornada em que a “dança da cadeira” da liderança foi emocionante, terminou num positivo 2º lugar, mantendo as aspirações ao título.

    Após quatro provas em que a discussão da vitória se fez sempre com diferenças mínimas, é já ponto assente que a luta entre o piloto fafense da Uzo e o seu principal adversário vai ser sempre “imprópria para cardíacos”.

    Na Rampa da Penha Paisagem Protegida, Parcídio Summavielle este ao nível que nos habituou, “espremendo” tudo do Renault Clio preparado pela PT Racing num traçado de que gosta particularmente, apesar de “ser uma das pistas onde as limitações regulamentares do meu carro o tornam menos competitivo. Mas gosto muito deste traçado técnico e onde as curvas encadeadas exigem muito ao nível da condução. Foi mais um fim-de-semana onde me senti muito bem e onde dei tudo em pista!”.

    No final e no somatória das duas melhores subidas, apenas 0,9 segundos impediram nova vitória para as cores da Uzo, com Parcídio Summavielle a considerar que “a vitória poderia ter pendido para qualquer um de nós. Foi uma questão de pormenores em cada uma das subidas”, destacando ainda “a felicidade que todos nós sentimos por termos uma rampa disputada com muito público e que se portou de uma forma irrepreensível!”.

    No final, o 2º lugar acaba por ser “um resultado muito positivo. Há que dar os parabéns ao Sérgio Nogueira que foi mais forte. Demos o nosso máximo e estou muito satisfeito com a minha equipa técnica. Provamos que somos competitivos e que vamos lutar pelo título até ao fim, mesmo sabendo que o nosso carro não é o mais competitivo”, defende o piloto de Fafe. O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora ao Douro Vinhateiro. A 3 e 4 de julho, será a vez de se disputar a Rampa de Santa Marta, em terras de Penaguião, a cargo do Clube Automóvel da Régua.

  • Mecânica trai António Sousa em Montalegre

    O piloto da SRT Motorsport deslocou-se à ‘catedral’ transmontana determinado a obter um bom resultado na Divisão Super 1600, mas ‘esbarrou’ um azar na final, que interrompeu a sua boa exibição até aquele momento decisivo do fim-de-semana.

    António Sousa deslocou-se a esta segunda prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta com o firme propósito de arrancar um bom resultado na ultracompetitiva categoria ‘rainha’ da modalidade. Muito embora ´nuvens negras’ começassem a pairar sobre a sua participação logo desde os treinos, a verdade é que os problemas surgidos no Peugeot 208 S1600 no dia de sábado foram prontamente solucionados. Isto apesar destes condicionarem esta primeira jornada de competição.

    “Após as duas primeiras mangas estávamos em 13º de classificação geral”, recordou o piloto de Lousada, que para domingo pretendia recuperar o terreno perdido e subir na classificação. A intenção foi materializada em resultados na terceira manga, onde um toque com um adversário voltou a comprometer o resultado da manga. De volta para a última manga, esta mostrou-se breve, com o Peugeot a partir A transmissão logo na partida. Deixando o piloto a pensar em ‘trepar’ mais algumas posições na semifinal já com os problemas no seu carro resolvidos. Isto apesar de arrancar da última linha dificultar a sua tarefa.

    Um arranque-canhão permitiu a António Sousa a ‘pular’ para o segundo posto da corrida, do qual não mais saiu. Já na Final, e largando da linha da frente, voltou a realizar uma excelente partida, que o deixou a lutar pelos lugares do pódio. Só que à terceira volta veio o ‘balde de água’ fria, quando uma rótula da roda traseira do 208 cedeu e hipotecou todas as hipóteses de um bom resultado.

    “Foi inglório. Mostramos que podíamos ter chegado ao pódio na semifinal e final. Mas mais uma vez a sorte nada quis connosco. Voltaremos mais fortes”, desabafou o piloto da SRT Motorsport, que prometeu “trabalhar para que o resultado seja bem diferente” em Sever do Vouga, “de modo que possamos ainda discutir uma posição condigna no campeonato”.

  • Rampa da Penha: Joaquim Teixeira soma e segue!

    O piloto da JT59 Racing Team/Bompiso alcançou a sua quarta vitória na Divisão Turismos 2 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group na Rampa da Penha Paisagem Protegida.

    Aos comandos do Cupra TCR Joaquim Teixeira chegou a Guimarães apostado não apenas em continuar a impor a sua lei na Divisão Turismos 2, mas também a discutir o triunfo na categoria de Turismos. Este segundo objetivo acabaria por se tornar muito difícil de ser atingido, muito por culpa de alguns problemas técnicos sentidos no primeiro dia da prova da Demoporto.

    “Conseguimos vencer os Turismos 2 e, julgo, de forma categórica. É uma vitória que premeia o nosso esforço e foi construída com muita segurança mesmo com adversários muito fortes. Infelizmente não logramos lutar pela vitória na categoria Turismos”, começa por referir o piloto transmontano, que recorda: “No sábado nas subidas de treinos tentamos fazer um bom tempo para evitar a previsão de chuva de domingo, mas continuamos a sentir um comportamento estranho no Cupra e que não permitia forçar o andamento até ao limite”.

    Joaquim Teixeira manteve o seu foco no seu principal objetivo, ajustando a sua estratégia às circunstâncias: “No domingo abdicamos de fazer o ‘warm-up’ para não agravar o comportamento do carro. E depois tentamos fazer as duas subidas de prova em gestão de tempos, para não sermos ultrapassados pelos nossos adversários, que estiveram muito fortes”, explica o piloto do JT59 Racing Team/Bompiso.

    O Cupra mostrou-se ‘intransigente”, apesar de, como recorda Joaquim Teixeira, “a equipa ainda ter tentado resolver o problema. Mas não foi possível detetar a causa, atendendo a que tivemos só três dias para fazer a intervenção entre o circuito de Jarama e a Rampa da Penha”.

    Essa limitação deixou o piloto transmontano “um pouco desiludido porque a minha noção era que, mesmo sendo muito difícil lutar pela vitória na categoria Turismos, e sendo os nossos adversários muito fortes, tudo iríamos fazer até à última subida. O que infelizmente não conseguimos”, acrescenta o piloto transmontano. No entanto, a invencibilidade na Divisão Turismos 2 continuou assegurada e, agora que dobramos o meio da temporada, a destacada liderança pontual faz antever que a conquista deste título está cada vez mais perto.

  • Trabalho da FR Power com mais uma senda vitoriosa na Penha

    Sucesso em toda a linha para os pilotos e equipas que confiam no trabalho da equipa técnica da Covilhã: duas vitórias, dois podios e os 3 carros no Top 10 absoluto!

    Na prova vimaranense, a FR Power quase saboreava um triunfo à ‘geral’ com António Rodrigues, conseguindo com este mais um triunfo na Divisão Protótipos B e um segundo lugar absoluto, para além do pódio de Joaquim Rino nos Protótipos B e a oitava posição absoluta de Nelson Andrade, que regressou para continuar a vencer na Taça de Portugal de Kartcross de Montanha.

    A prova da Demoporto mostrou mais uma vez que a FR Power é mesmo um bloco muito forte, com uma metodologia de trabalho assente num forte empenho numa meticulosa preparação técnica dos carros que assiste e numa capacidade de intervenção durante as provas que junta à rapidez a eficácia.

    Os dias que mediaram entre a Serra da Estrela e a Penha foram de grande azáfama, pois são dois traçados completamente diferentes, o que exigiu muitas alterações nos “setup” dos protótipos de António Rodrigues e de Joaquim Rino, sendo ainda necessário adaptar o kartcross de Nelson Trindade, alterando as especificações criadas anteriormente para Boticas.

    O trabalho árduo normalmente compensa e a FR Power viu o BRC CM 05 EVO do piloto de Santa Marta de Penaguião, que defende as cores da NJ Racing, estar na luta pela vitória na rampa vimaranense, terminando num fantástico 2º lugar da geral e vencendo uma vez mais entre os Protótipos B. Por seu lado, destaque para a fiabilidade ostentada pelo BRC BR49 EVO do piloto de Porto de Mós. Joaquim Rino levou o bólide da Articimentos ao terceiro lugar nos Protótipos B, almejando ainda ser quinto absoluto, assinando mais uma exibição de alto nível.

    Já quanto à performance do “Furacão da Madeira” voltou a brilhar com o AG1000. O kartcross esteve sempre irrepreensível, permitindo a Nelson Andrade exprimir todo o seu potencial, sobretudo na jornada de domingo, terminando num fantástico Top 8 da geral.

    “Foi um fim-de-semana espetacular, correu tudo bem, como previsto, e os resultados saíram”, começou por referir Rui Ferreira, o responsável pela equipa serrana.  O responsável pela FR Power diz que em termos de problemas técnicos não aconteceu “o ‘stress’ de outros eventos anterior, muito embora existissem pequenas coisas, normais de corrida, e afinações, mas tudo controlado e dentro do que era perspetivado antes da prova”.

    Agora, a FR Power quer aproveitar as quase três semanas que nos separam da Rampa de Santa Marta para “reunir com os pilotos e, para além das revisões totais que iremos fazer a todos os carros, proceder às mudanças e evoluções que se mostrem pertinentes para lhes dar o máximo de competitividade, de modo que coloquem todo o seu talento em pista!”.

  • José Carlos Magalhães estreia Toyota Carina E com pódio nos Legends

    Foi coroada de êxito a estreia do piloto da MNE Sport com um Toyota Carina E 2.0 GTi no Campeonato Legends de Montanha na Rampa da Penha Paisagem Protegida. O Toyota é a terceira “montada” diferente que Magalhães usa durante a corrente época.

    Em boa hora José Carlos Magalhães decidiu mudar de ‘montada’ para a prova vimaranense, pois desde logo mostrou que podia lutar pelos lugares cimeiros, ainda que não fosse a competitividade a maior razão para a escolha.

    “Optamos por este carro por uma questão mais comercial do que propriamente competitiva, embora o Toyota Starlet Grupo 5 pudesse ficar pronto muito em cima da prova”, lembra o piloto da MNE Sport, frisando que o intuito era “mesmo mostrar o que carro, que temos disponível para aluguer para a velocidade em circuitos ou até para a montanha. E ficou provado que efetivamente o carro é competitivo, ostentando rapidez e fiabilidade”.

    A segunda posição no Campeonato Legends de Montanha na prova da Demoporto acaba por ser um resultado esperado, pois segundo José Carlos Magalhães “esta segunda posição seria sempre aquela que, fosse com o carro que fosse, nós iríamos alcançar, em circunstâncias normais, pois temos sido sempre mais rápidos que a maior parte do restante plantel dos Legends”. O óbice está na impossibilidade de tentar chegar à vitória “pois combatemos contra um adversário cujo carro é muito superior, quer em potência, quer pelo facto de ser um quatro rodas motrizes.”.

    Como tal, a estratégia passou e passará sempre por “não falhar qualquer uma das subidas, de modo a amealhar todos os pontos possíveis em cada prova. Continuamos líderes e tudo faremos para assim permanecer.  Vamos fazer a contabilidade até ao fim do campeonato”, remata José Carlos Magalhães projetando já a segunda metade da temporada, onde espera “manter a rapidez e a fiabilidade, pois só jogando na eficácia e na regularidade, teremos algumas hipóteses”.

  • Joaquim Rino garante novo pódio na Penha

    Mercê de uma prova onde demonstrou estar cada vez mais seguro aos comandos do novo BRC BR49 EVO, o piloto de Porto de Mós subiu ao pódio ao garantir a terceira posição da Divisão Protótipos B do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group na Rampa da Penha Paisagem Protegida, almejando ainda colocar as cores da Articimentos na quinta posição absoluta.

    Joaquim Rino alcançou os objetivos a que se propôs na prova da Demoporto, tirando bom partido do BRC BR49 Evo com as cores da Articimentos preparado pela FR Power, rodando sempre nos lugares cimeiros dos protótipos B e no top cinco desde o primeiro dia. Desta vez sem mazelas mecânicas a apoquentarem a sua máquina e sempre a melhorar os tempos a cada subida de treinos e de prova, sendo muito importante para as pretensões da época esta subida de fiabilidade no novo protótipo que, dessa forma, permite ao piloto ir melhorando a sua adaptação e reforçando a confiança.

    “A evolução de tempos que conseguimos foi muito satisfatória nesta prova da qual gosto bastante, pois é um traçado muito técnico e onde qualquer erro se torna difícil de ultrapassar. Desafia as nossas capacidades e isso estimula-me muito”, começou por avaliar o piloto de Porto de Mós. O único problema, se é que se assim se pode dizer, teve a ver com “o camber atrás, que não conseguimos acertar da melhor maneira, pois estava a escorregar bastante e limitou um pouco a nossa progressão, sentindo que, com uma maior eficácia na tração, poderia rodar ainda mais rápido. Mas esteou satisfeito com a minha prestação, pois melhorei dois segundos relativamente ao tempo que detinha anteriormente na Penha”, assumindo ainda que “voltar a ficar dentro do Top 5 absoluto e juntar a isso novo pódio na divisão, faz-nos sair da penha bem posicionados nos campeonatos e isso estimula e premeia o nosso esforço”.

    Para a segunda parte da temporada Joaquim Rino está otimista, pois a sua evolução está a ser gradual, à imagem do que sucede com o potencial do BRC BR49 Evo com as cores da Articimentos: “Vamos ver se o conseguimos afinar mesmo ao milímetro para fazer uma segunda parte da temporada mais confortável, com melhores classificações. Tenho muito confiança na FR Power e sei que consigo ser rápido. Na próxima prova, em Santa Marta, tudo faremos para dar continuidade a esta senda de resultados positivos”.

  • Cláudio Baptista sempre a evoluir na Penha apesar dos problemas técnicos

    O piloto da Sucesso Automóvel registou sinais positivos na sua atuação na Rampa da Penha Paisagem Protegida apesar das grandes limitações ditadas pelo seu DS3 face à concorrência na   Divisão Turismos 3 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    Cláudio Batista prosseguiu a sua evolução na prova da Demoporto, onde, para além do ´handicap’ natural do seu carro, a mecânica do mesmo nem sempre colaborou e dificultou ainda mais a sua tarefa. Mesmo assim nunca ‘baixou os braços’, motivado pelo facto de estar praticamente a ‘correr em casa’ e ter contado com o forte apoio da família e amigos.

    “Vinha para esta rampa com um balanço positivo da prova anterior e satisfeito por estar a assinar uma época de evolução permanente, desde a primeira prova, alcançando resultados muito positivos e que têm premiado este regresso, três anos depois. Cheguei aqui e nas primeiras subidas consegui alcançar tempos muito satisfatórios e dentro do que esperávamos”, começa por referir o piloto fafense.

    Depois o DS3 começou a evidenciar alguns problemas: “Na última subida do primeiro dia comecei a notar alguns erros ao nível da eletrónica do carro. Detetei um problema. O carro entrava em modo ‘safety’ – cortava a rotação. Nas primeiras subidas de domingo também notei essa anomalia. Subi mesmo para pontuar, porque não conseguia fazer tempos razoáveis porque o carro só conseguia fazer 4000 rpm. Foi fazer a gestão para pontuar e sem causar danos ao Citroen, tendo agora três semanas para perceber o que se passa, resolver e preparar da melhor forma a Rampa de Santa Marta”.

    Apesar dos problemas sentidos na prova vimaranense e que o impediram de fazer melhor do que o 6º posto na Divisão Turismos 3, Cláudio Batista percebe a sua progressão após três anos de ausência das pistas. “Noto a minha evolução, a nível técnico. Já me sinto mais à vontade. Consigo andar mais rápido, muito embora tenha as minhas limitações de carro em termos de peso e potência, pois não me posso comparar com ninguém dentro da minha divisão. Mas já fico satisfeito por ver a minha evolução subida a subida”.

  • Exibição de gala leva Nuno Guimarães a mais um pódio!

    Rodando sempre ao ataque ao longo de todo o fim-de-semana, o piloto de Peso da Régua rubricou uma exibição de luxo na Rampa da Penha Paisagem Protegida, quarta prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. A “faena” foi premiada com o Top 4 absoluto e mais um pódio na Divisão Protótipos B, a que juntou a quarta posição absoluta.

    Sem ‘dores de cabeça’ com a mecânica do SilverCarS2 que sentiu na prova anterior, Nuno Guimarães pôde realizar uma prova dentro das suas capacidades, num traçado que aprecia bastante, por ser competitivo, curto e técnico.

    “Fiquei muito feliz com a minha exibição, com o andamento e com o resultado”, começa por avaliar o ‘Capitão’ da montanha. Acima de tudo o piloto da NJ Racing ficou satisfeito com “a facilidade com que os tempos foram saindo e a segurança e motivação reforçadas que tive este fim-de-semana a conduzir o SilverCar. Não tive a mínima preocupação com as reações que ele ia tendo, porque penso que já estava a adivinhar o que ia acontecer curva a curva”. A alegria de Nuno Guimarães está relacionada não apenas com a sua exibição e o desfecho da prova, mas também com a organização da rampa. “Saio daqui muito feliz com o resultado, com o andamento e acima de tudo um agradecimento à Demoporto por nunca ter desistido e estarmos aqui este fim-de-semana, com esta prova excelente”, observa.

    A rematar o piloto duriense deixa ainda uma palavra para a sua equipa: “Para a nossa equipa, a NJ Racing, foi um fim-de-semana de luxo, com um andamento brutal do António (Rodrigues), um segundo lugar à geral. Eu com um quarto lugar à geral e segundo nos Protótipos B. Acho que melhor era impossível e saímos daqui com um sentido de dever cumprido”.

    Agora, olhos postos na “Rampa de Santa Marta. É muito especial para mim e para todos na NJ Racing. Trazemos a marca nos nossos carros e somos embaixadores da prova e do Clube Automóvel da Régua. Por isso, sempre que competimos em Santa Marta, vivemos uma jornada que nos diz muito e onde as nossas famílias e a nossa fabulosa claque estão sempre ao rubro. Vai ser fantástico!”.

  • Rampa da Penha: E vão três para Eva Laranjeira!

    A piloto de Setúbal esteve imparável na Rampa da Penha Paisagem Protegida, dominando por completo as lides na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300 e rubricando uma das suas melhores exibições da temporada.

    Se nas duas provas anteriores Eva Laranjeira já tinha mostrado do que era capaz, somando dois êxitos indiscutíveis, agora na prova vimaranense conseguiu superar todas as expetativas, pois não se limitou a dominar a competição em que está envolvida como se cotou como um dos concorrentes mais rápidos da prova da Demoporto tripulando máquinas dotadas de motores até 1300 cc.

    A evolução da piloto setubalense da MNE Sport aos comandos do Peugeot 205 Rallye foi por demais evidente, notada na progressão de tempos subida a subida, desde os treinos, para na prova confirmar aquilo de que é capaz, pulverizando todos os tempos da Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300 e cotando-se entrebos melhores entre todos quantos rodaram com carros desta cilindrada.

    “Estou muito satisfeita com a minha exibição, porque ela mostrou a minha evolução. A minha confiança no Peugeot subiu exponencialmente e isso traduziu-se nos tempos que fiz, melhorando a cada subida”, começa por destacar Eva Laranjeira, que admite que o resultado alcançado “pressupôs, não só um grande empenho da minha parte, tentando aperfeiçoar a minha técnica de condução, mas também o trabalho realizado por todos os elementos da equipa técnica da MNE Sport”.

    Daí que a piloto de Setúbal tenha uma palavra de agradecimento: “Toda a equipa está de parabéns. Eles foram incansáveis no sentido de me darem um Peugeot muito competitivo, que me permitiu realizar os tempos que fiz e alcançar mais esta importante vitória”. Quanto à prova em si, a “Dama de Aço” da Montanha “Gostei muito desta rampa, que possui um traçado muito engraçado e desafiador. A organização também está de parabéns, pois decorreu tudo dentro dos horários previstos”, salientou também Eva Laranjeira.

    A piloto sadina sente que o título está agora mais perto do que nunca, e é nisso que se vai focar na segunda metade da temporada. “Quero continuar neste nível, se possível continuando a melhorar, ciente de que a concorrência está cada vez mais forte. Por isso vou preparar bem as próximas provas de modo a repetir mais vitórias como esta”, remata Eva Laranjeira.