Autor: VMotores

  • Joaquim Rino quer estar na luta pelo pódio absoluto em Boticas

    Depois de ter assinado uma grande exibição na Arrábida, coroada com um resultado muito positivo, o piloto da Articimentos quer fazer anda melhor em Boticas. Vencer a Divisão Protótipos B e estar no pódio absoluto são os seus alvos.

    Joaquim Rino é um dos “senadores” do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, estatuto justamente alcançado por toda a longa dedicação à modalidade que ostenta no seu currículo desportivo. Para 2021, decidiu apostar num espetacular BRC BR49 EVO e, após a primeira prova com o bólide, Joaquim Rino sente já que “esta será uma aposta ganha. Obviamente, são ainda poucos os quilómetros aos comandos do protótipo e ainda estou muito longe de retirar dele todo o seu potencial, mas, na Arrábida, deu claramente para perceber que me dá mais possibilidades para lutar pelos lugres de topo. Agora tenho plena noção de que a época 2021 será de evolução, sem enjeitar, de forma alguma, estar na luta pelos objetivos que sempre nos guiam”.

    Depois do Top 4 absoluto e do 2º lugar na Divisão Protótipos B, que premiaram a sua exibição na Arrábida, o piloto da Articimentos sente-se “entusiasmado com o que poderemos fazer na Rampa Internacional de Boticas. As expectativas estão altas e quero lutar pela vitória na divisão e fazer tudo para estar no pódio absoluto. A luta com o António Rodrigues e o Nuno Guimarães vai ser acesa, não tenho dúvidas, mas quero muito sair vitorioso nesta segunda prova da temporada”.

    O consagrado piloto realça ainda que “tenho total confiança na FR Power para, como sempre, me entregar o BRC nas melhores condições técnicas. A equipa do Rui Ferreira trabalhou a fundo para colocar o protótipo com as afinações mais corretas para Boticas e agora tenho de fazer o meu trabalho em pista. Vou dar o meu melhor”.

    O programa da Rampa Internacional de Boticas começa bem cedo, no sábado, 8 de maio. Às 9 da manhã, acontecerá a 1ª subida oficial de treinos, com a 2ª sessão a estar prevista para o meio-dia. Duas da tarde é o horário reservado para a primeira subida oficial de prova do CPM JC Group. O dia de domingo, 9 de maio, também terá arranque às 9.00 horas, com a 3º e última sessão oficial de treinos. As duas subidas finais a contar para a classificação estão aprazadas, respetivamente, para as 11.30 e as 13.30 horas.

  • Rui Madeira vai começar nas Camélias época intensa e ambiciosa

    Piloto de Almada vai ter um ano intenso, mas diverso dos anteriores, ditado pelo contexto em que nos encontramos e que não vai ser dedicado a nenhuma prova em particular, mas caracterizado por participações em eventos especialmente escolhidos. Ao consagrado Mitsubishi Lancer EVO junta-se um Skoda Fabia R5 como “armas” a utilizar por Rui Madeira ao longo da época.

    Rui Madeira continua a nutrir uma enorme paixão pelo desporto automóvel em geral e pelos ralis em particular, mas sente que na atual situação há outras prioridades. “Esta será certamente uma época diferente, pois em tempos de pandemia o nosso maior alento é a saúde de todos e o regresso à normalidade de um desporto que tanto amamos”, começa por explicar. Sente-se mesmo “honrado e privilegiado por poder montar, uma vez mais, um projeto desportivo. Quero agradecer aos meus patrocinadores, como a Galp, que me apoia há 28 anos, a MEO, a Delta Cafés e a Alugatudo. O seu apoio e a sua confiança dão-nos alento e vontade de continuar e de retribuir com excelentes participações em todas as provas!”.

    O piloto da margem sul adianta que a sua época esteve para se iniciar ao mais alto nível: “esteve perto de ter sucedido a participação no Rali Terras d´Aboboreira pois gostaria muito de pilotar um R5 em terra, mas a par de uma vida profissional cada vez mais exigente, tive o sentimento que não o faria da forma competitiva, pois são necessários muitos testes para acompanhar os mais jovens, e não queria de forma alguma, hipotecar a possibilidade de fazer um programa mais amplo com participações em provas Legends em que o convívio e a competição se aliam de forma única”.

    Mas Rui Madeira não tira o foco da sua intenção de alinhar em eventos que para si têm um significado especial e com um copiloto ao qual está ligado pela sua história desportiva. “Não será menos importante fazer o Rali das Camélias, navegado pelo Nuno Rodrigues da Silva, aos comandos de um Skoda Fabia R5, que já estava no programa de 2020, mas que a pandemia obrigou a que esta prova fosse só agora disputada”, adianta o piloto de Almada cujo “objetivo será naturalmente o de lutar pela vitória, pois Sintra sempre foi o local que marcou a minha estreia como espetador de um rali e logo no épico Rali de Portugal de 1981, o que representa sempre uma motivação extra”.

    Mas competir com uma das máquinas de referência nos ralis atuais não será a única forma de Rui Madeira estar presente na competição, pois a aura do passado também o chama. E aos comandos do famoso Mitsubishi Lancer EVO, participará em Ralis Legends como o RallySpirit, a Transmiera Cantabria e o Rali Legends Luso, a par da forte possibilidade de participar no Rally Legends San Marino com uma viatura de topo dos anos 90, oportunidade que o consagrado piloto encara “com muito entusiasmo. É um convite praticamente irrecusável e estamos a concertar todos os pormenores. Iremos fazer o anúncio oficial oportunamente e julgo que vai ser algo que vai ter muito impacto!”.

    O piloto almadense admite que “a época vai ser variada”, pois além deste preenchidíssimo programa ainda será “o embaixador do Rali de Lisboa. Esta é uma prova que me diz muito pois traz de volta à capital o fascínio dos ralis. Julgo que será uma das grandes novidades desportivas de 2021, inserida em Lisboa Capital Europeia do desporto.2021”. Aprova vai ter o centro nevrálgico na zona da Expo e uma “Street Stage” na Alta de Lisboa, sendo a Região Oeste a receber as restantes especiais do rali.

  • Cláudio Batista vai a Boticas com olhos postos na sua evolução

    Cláudio Batista disputa a segunda prova do Campeonato de Portugal de Montanha apostado em conseguir um resultado que lhe escapou na Rampa Pêquêpê Arrábida devido a problemas de transmissão no seu Citroën DS3 R1.

    Recorde-se que na prova inaugural da temporada o piloto de Fafe quis sobretudo conhecer o carro, mas quando negociava uma forte travagem a caixa de velocidades cedeu e foi forçado a parar. Depois de conseguir reparar o problema, “fazendo horas extraordinárias”, foi possível voltar à competição, embora de forma limitada, por utilizar uma caixa de velocidades de série. Mesmo assim, marcou os primeiros pontos da época. Este regresso após três anos de ausência, permitiu a Cláudio Batista readquirir ritmo, e focado na prova seguinte, a Rampa de Boticas, piloto e equipa começaram a trabalhar para chegar à prova transmontana nas melhores condições para poder discutir as posições cimeiras da sua Divisão.

    “Para a Rampa do Boticas trabalhamos na caixa de velocidades, por ter dado problemas na Arrábida”, começou por garantir o piloto minhoto, sublinhando: “Nesta fase inicial o meu problema foi que, com as dificuldades sentidas com a caixa de velocidades, não deu para perceber muitas coisas do carro, para melhorar. A minha prioridade é, por isso, rodar o máximo em Boticas para conseguir evoluir a minha adaptação ao Citroen DS3 R1”.

    Cláudio Batista tem assim objetivos claros nesta segunda ronda da temporada: “vou mais uma vez com o objetivo de rodar, de andar com o carro. Tentar perceber alguns pontos que posso melhorar nele. E tentar ver, subida a subida, os melhores tempos que vou fazer e ir-me adaptando ao carro, nunca esquecendo a possibilidade de subir na classificação da minha Divisão que é, claramente, das mais competitivas”.

    O programa da Rampa Internacional de Boticas começa bem cedo, no sábado, 8 de maio. Às 9 da manhã, acontecerá a 1ª subida oficial de treinos, com a 2ª sessão a estar prevista para o meio-dia. Duas da tarde é o horário reservado para a primeira subida oficial de prova do CPM JC Group. O dia de domingo, 9 de maio, também terá arranque às 9.00 horas, com a 3º e última sessão oficial de treinos. As duas subidas finais a contar para a classificação estão aprazadas, respetivamente, para as 11.30 e as 13.30 horas.

  • Montes Alentejanos abrem temporada de Todo-o-Terreno

    As competições de todo-o-terreno estão de regresso e cabe à Baja TT Montes Alentejanos, competição organizada pelo CPKA, receber os concorrentes para a primeira jornada desta temporada.

    Depois de um muito saudado regresso das competições às pistas do distrito de Beja em 2020, numa jornada muito apreciada por pilotos e equipas, os responsáveis do CPKA preparam para este ano uma prova com diversas modificações tendo em conta todos os condicionalismos que decorrem da prova não ir ser disputada na data inicialmente prevista e das limitações impostas pela pandemia do Covid 19.

    A adesão tem sido notável com o número de participantes a aproximar-se das duas centenas de inscritos. Está confirmada a participação dos principais pilotos e equipas que habitualmente disputam o Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno, a Taça de Portugal de Todo-o-Terreno e o Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno com muitas novidades a nível de máquinas. Nos próximos dias daremos conta dos nomes que serão protagonistas desta edição de 2021 do Baja TT Montes Alentejanos.

    A prova alentejana terá novamente a sua base em Beja, no magnífico Parque de Feiras e Exposições onde, na 6ª feira dia 14 a partir das 13 horas, terão início as verificações documentais e técnicas. Pelas 20 horas será realizado o desfile de apresentação dos participantes.

    No dia seguinte, sábado, a partir das 7h30m terá início o prólogo. Ao longo do dia Motos, Quads, SSV e Autos terão pela frente mais dois setores seletivos – Mértola e Beja – o primeiro com cerca de 72 km e o segundo com 84 km completando assim a 1ª etapa. A Zona Reabastecimento e de Assistência para os concorrentes do CNTT assim como a neutralização e respetivo Parque Fechado para os inscritos no CPTT e Taça de Portugal terá lugar em Serpa no Parque de Feiras e Exposições. No domingo a caravana do rali volta a estrada logo pela manhã para repetir a passagem pelos dois setores seletivos.

  • Nuno Guimarães pode arriscar mais em Boticas

    Na segunda prova da temporada o ‘Capitão’ aposta em continuar a adaptação ao SilverCarS2 e procurar ser cada vez mais rápido aproximando-se das posições de topo.

    Nuno Guimarães chega a Boticas apostado em mais uma vez lutar pelas posições cimeiras do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. O piloto da NJ Racing conseguiu na Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida o sétimo lugar absoluto, o quinto dos protótipos e terceiro da Divisão B, pelo que a intenção na prova do Demporto é prosseguir a sua adaptação ao SilverCar S2, que adquiriu na época passada.

    “Para Boticas a ideia vai ser a mesma que na Arrábida. Vamos continuar a adaptação ao carro. Tentar evoluir, andar mais depressa, numa pista onde tenho mais confiança, pois conheço-a melhor e penso que posso arriscar mais, sempre com respeito pelos adversários”, afirma Nuno Guimarães. Depois do bom começo e exibição na Arrábida, que o deixou muito motivado, o ‘Capitão’ mantém que a prioridade continuará a ser a adaptação ao SilverCar S2, pois “a ideia é evoluir, subia a subida e tentar o melhor resultado possível, se calhar um bocadinho mais acima do que foi na Arrábida. Mas tenho que contar com os meus adversários, que também estão bem preparados e também vêm motivados para esta prova”.

    Naturalmente que em Boticas Nuno Guimarães conta ter mais uma grande batalha com António Rodrigues e Joaquim Rino, que na primeira prova da temporada foram os seus grandes opositores, “num traçado que adoro” e onde sabe que vai “conseguir ser mais rápido” sentindo-se por isso “motivado e entusiasmado, até porque será um fim-de-semana emocionante, com aquela fantástica terra a receber o Europeu. Vamos viver intensamente um evento de grande nível”.

    As lides competitivas começam bem cedo, no sábado, 8 de maio. Às 9 da manhã, acontecerá a 1ª subida oficial de treinos, com a 2ª sessão a estar prevista para o meio-dia. Duas da tarde é o horário reservado para a primeira subida oficial de prova do CPM JC Group. O dia de domingo, 9 de maio, também terá arranque às 9.00 horas, com a 3º e última sessão oficial de treinos. As duas subidas finais a contar para a classificação estão aprazadas, respetivamente, para as 11.30 e as 13.30 horas.

  • Rali Flor do Alentejo Cidade de Serpa: Marco Ferreira focado nas 2 rodas motrizes

    O Rali Flor do Alentejo Cidade de Serpa marca o regresso do piloto de Santiago do Cacém ao Campeonato Sul de Ralis

    Marco Ferreira está determinado a começar a temporada com o ‘pé direito’ no Campeonato Sul de Ralis na classe das duas rodas motrizes e no 4º Desafio Kumho, ainda por cima num rali que traz recordações ao piloto de Santiago do Cacém que, no Citroën Saxo Cup, volta a ter no banco da direita Edgar Gonçalves e a contar com a equipa de assistência de Marcílio Martins. O foco para o próximo fim de semana no Rali Flor do Alentejo Cidade de Serpa é adotar um compromisso de andar rápido e ao mesmo tempo evitar percalços. A mesma opção que vai ter nos outros eventos fora do CSR.

    “Tenho um carinho especial pelo rali de Serpa, uma vez que foi o meu primeiro rali (em 2010)”, começa por dizer Marco Ferreira a propósito deste arranque de temporada, lembrando: “Nos últimos cinco anos fiz apenas três provas, pelo que o mais importante será acabar”, sendo que os objetivos são sempre os de andar nas posições cimeiras.

    “Obviamente que temos a ambição de fazer tempos para lutarmos pelos melhores lugares das duas rodas motrizes, mas sendo a primeira prova da época devemos ter uma postura cautelosa. O principal objetivo é o de conquistar o campeonato das duas rodas motrizes, mas esperamos uma concorrência forte, e por isso vamos ter de nos aplicar e não cometer erros que comprometam os resultados finais”, assume o piloto alentejano.

    Os planos de Marco Ferreira para este ano traçam uma clara prioridade para o Campeonato Sul de Ralis, mas no horizonte há mais algumas participações: “Para 2021 temos previsto fazer o CSR e pelo menos duas provas extra; o Rali das Camélias e o Rali de Lisboa”.  O piloto explica que em 2020 seria o seu “regresso dos ralis no Sul, mas não houve campeonato, apenas o Rali Vila do Bispo, o qual não conseguimos acabar, portanto estivemos muito tempo parados”. Marco Ferreira também explica que a sua preparação para a competição “faz-se na nossa garagem ou nas dos amigos, com ajuda destes, seja na preparação do carro ou na sua evolução”. Também adianta ter conseguido testar em terra em outubro e no passado fim de semana. “As evoluções que fizemos no carro ao longo destes últimos anos tornam-no muito diferente daquele com que competimos até 2015. Houve uma evolução profunda do Saxo, quer ao nível da travagem, da caixa de velocidades, suspensões e até de motor, tornando todo o conjunto muito mais competitivo”, explica ainda o piloto.

  • Ford Puma ST posto à prova: “David versus Golias”

    Uma batalha do tipo “David contra Golias”, mas não da forma como seria expectável.O novo Puma ST, o primeiro SUV à venda na Europa com assinatura Ford Performance, assume um lugar de destaque neste embate épico contra uma pequena, mas igualmente impressionante, versão minimalista de si mesmo, num entusiasmante vídeo tornado hoje público pela Ford.

    O vídeo “Puma ST vs. Puma RC” coloca o Puma ST, um SUV compacto de elevada performance, de 200 cavalos, conduzido pela estrela dos ralis Louise Cook, contra uma réplica telecomandada, à escala 1/10, controlada pelo piloto profissional Lee Martin, numa dramática corrida contra o cronómetro.

    Gravado no icónico circuito britânico de Brands Hatch, este confronto especial representa o derradeiro teste à agilidade do novo Puma ST. Fazendo uso das suas habilidades dinâmicas, sublimadas pelas sofisticadas Sports Technologies, o Puma ST consegue completar uma volta do Brands Hatch Indy Circuit num tempo-alvo de cerca de 60 segundos.

    Já a miniatura telecomandada do Puma ST tem como objetivo completar três voltas da pista de karts de Brands Hatch, com uma distância total de 220 metros por volta, numa réplica precisa do Indy Circuit, que reproduz na perfeição as suas desafiantes seis curvas. Com um tempo- alvo definido em cerca de 20 segundos por volta para o Puma ST à escala reduzida, este é um desafio que coloca à prova a performance de ambos os veículos e respetivos pilotos, promovendo um emocionante e renhido final. Introduzindo a já reconhecida dinâmica de condução Ford Performance no inovador Ford Puma, o Puma ST é propulsionado por um motor 1.5 litros EcoBoost, a gasolina, com 200 cavalos, e acelera de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos.

    Das suas Sports Technologies fazem parte um opcional diferencial autoblocante, único no segmento, molas de força vetorial e especificações únicas para a suspensão e direção de modo a proporcionar uma excecional resposta em curva. Os Modos de Condução selecionáveis incluem um Modo Track que altera as características da sua dinâmica para se alcançarem os melhores tempos por volta, bem como oferecer a mais pura experiência de condução.

    Louise Cook, piloto britânica de ralis que conta no seu currículo com o título de Campeã da Taça FIA de Carros de Produção para veículos de duas rodas motrizes e com uma dupla vitória no Campeonato Britânico de Ralis destinado a pilotos do sexo feminino, atribui ao Puma ST as melhores hipóteses de vitória.

    Quanto ao Puma ST RC, é um exemplar único, à escala 1/10, desenvolvido especialmente para esta corrida pela empresa britânica Designworks, que se baseia numa plataforma ARC R12FF e utiliza um motor elétrico 402 W que lhe permite atingir uma velocidade de 80 km/h. Desenhado ao pormenor para se assumir como uma réplica perfeita do modelo à escala real, o Puma ST RC conta igualmente com tração dianteira. A sua leve carroçaria foi construída em poliestireno de alto impacto (HIPS), utilizando para isso informações digitais de engenharia retiradas do Puma ST real e tecnologia de fresagem controlada por computador.

    Pormenores como as réplicas das jantes, dos retrovisores exteriores e das escovas limpa para-brisas foram impressos em 3D com grande detalhe. Até a pintura exterior Mean Green é idêntica à do SUV de produção, tendo sido utilizada a mesma tinta acrílica à base de água. A comandá-lo está Lee Martin, um piloto RC profissional, com seis títulos europeus e outros treze britânicos registados em seu nome.

  • António Rodrigues vai à luta por mais um pódio absoluto em Boticas

    A prova internacional organizada pelo Demoporto marca mais um momento de “combate” pela primazia entre os Protótipos B e pela presença no pódio absoluto para o piloto de Santa Marta de Penaguião, que defende as cores da NJ Racing e da Lusimed.

    Já não é motivo de qualquer espanto ver António Rodrigues no rol dos candidatos aos lugares cimeiros de qualquer rampa do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Depois de uma época 2020 ao mais alto nível, iniciou o ano corrente com mais uma exibição de grande porte, que o colocou no pódio absoluto da Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida, onde ainda fez papel de dominador na Divisão Protótipos B. O arranque de campeonato foi, lembra “quase perfeito. Saímos de Setúbal muito felizes e com a total consciência de que, face ao potencial do nosso BRC CM 05 EVO, melhor é praticamente impossível, mesmo tendo o carro sempre bem preparado, mercê do excelente trabalho da FR Power”, destaca António Rodrigues.

    O vice-campeão nacional em título sente que “podemos vir a ter outra excelente época, embora tenhamos consciência de qu a concorrência está ainda mais forte, seja em termos de geral, seja na minha divisão, onde o meu colega e irmão Nuno Guimarães e o Joaquim Rino têm tantas hipóteses quanto eu de vencer. Tenho de dar sempre o máximo para os suplantar e, quando aos protótipos do Hélder Silva e do José Correia são, em circunstâncias normais, inalcançáveis. Mas vamos sempre dar tudo e aproveitar todas as chances para tentar contrariar o favoritismo alheio!”.

    Em Boticas, num traçado “que gosto muito, apesar de ter um conhecimento ainda limitado pois, afinal, estou só na minha segunda época a tempo inteiro na Montanha”, António Rodrigues quer “estar novamente na luta pelo pódio absoluto e pela vitória nos Protótipos B. São os dois objetivos maiores para esta prova, onde também quero ver a minha evolução em relação aos tempos que fiz aqui em 2019”. Na Arrábida, o piloto sentiu algumas dificuldades “com o sistema de patilhas no volante para trocar de caixa e quero estar mais eficaz em Boticas”.

    As lides competitivas começam bem cedo, no sábado, 8 de maio. Às 9 da manhã, acontecerá a 1ª subida oficial de treinos, com a 2ª sessão a estar prevista para o meio-dia. Duas da tarde é o horário reservado para a primeira subida oficial de prova do CPM JC Group. O dia de domingo, 9 de maio, também terá arranque às 9.00 horas, com a 3º e última sessão oficial de treinos. As duas subidas finais a contar para a classificação estão aprazadas, respetivamente, para as 11.30 e as 13.30 horas.

  • José Batista corre em Serpa, numa prova com significado especial

    O piloto, que compete sobretudo na Extremadura espanhola, vai fazer uma ‘perninha’ em Serpa, no arranque do Campeonato Sul de Ralis. Prova tem um significado muito especial na sua carreira. Jorge Rita será o navegador que o acompanhará na temporada.

    José Batista e Jorge Rita abordam o Rali Flor do Alentejo com uma perspetiva diferente de quem alinha no Campeonato Sul de Ralis, já que a dupla do Subaru Impreza WRX compete habitualmente na vizinha Extremadura e em Serpa estará a recordar o começo de carreira. Por isso é uma perspetiva completamente dos seus adversários, mas nem por isso com menos vontade de alcançar um bom resultado.

    “O Rali de Serpa é uma prova muito especial para nós, pois foi nela que nos estreamos nos ralis regionais, e por isso é com muita satisfação que ali voltamos”, começa por dizer José Batista. Que em termos de objetivos já traçou prioridades: “A expetativa é, como sempre, chegar ao fim, andar no nosso ritmo, dar espetáculo e que as pessoas apreciem o nosso carro. Os objetivos para a época são os de realizar todas as provas sem desistências e tentar conseguir um bom lugar no campeonato de Espanha”.

    O piloto do Subaru explica que o Impreza WRX foi melhorado por forma a torná-lo mais competitivo e fiável, de modo que possa permitir alcançar o tipo de classificações almejados. “Durante o defeso aproveitamos para preparar melhor o carro, A equipa continua igual, o carro foi evoluído a nível da suspensão. O Subaru continua a ser um carro que o público adora e essa paixão demonstrada deixa-nos muito felizes”, considera José Batista, que admite ser o WRX “um carro que ainda conhecemos mal”.

    “Para 2021 apostamos forte no Campeonato da Extremadura de Ralis de Terra. Já tendo realizado o Rali de Mérida, contamos disputar as restantes três provas desta competição até ao final do ano”, adianta o piloto do Subaru, que estará em Serpa, em Vila do Bispo “e talvez no Rali Alitém. Contamos também fazer a Baja de Portalegre e as 24 horas de Fronteira com outro tipo de viaturas, logicamente”.

    O primeiro embate do piloto algarvio acontece no Rali Flor do Alentejo Cidade de Serpa, que acontece já nos próximos dias 7 e 8 de maio em Serpa, numa organização conjunta da Secção de Motorismo da Sociedade Artística Reguenguense e do Município de Serpa. Tem verificações facultativas na noite de 6ª feira e no sábado, dia 8, realizam-se as verificações durante a manhã e a partir das 12:00 disputam-se 6 troços num total de 60 kms.

  • Eva Laranjeira vai a Boticas focada na luta pelo comando entre os Clássicos 1300

    A piloto setubalense da MNE Sport vai enfrentar novos adversários na segunda prova da temporada e quer garantir um resultado que lhe permita chegar à liderança da Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300 JC Group. Progredir na adaptação ao Peugeot 205 Rallye é outro dos objetivos.

    O pódio no arranque de época, na prova realizada na sua terra natal, deu a Eva Laranjeira um reforço enorme de confiança e marcou de forma positiva o arranque de uma temporada em que piloto e equipa decidiram apostar numa mudança para os Clássicos 1300, colocando ao dispor da craque de Azeitão um belo Peugeot 205 Rallye.

    Eva Laranjeira sente-se “muito capaz de dar continuidade ao trabalho que ostentei em Setúbal. Num fim-de-semana muito emotivo, pois estava a correr na minha terra natal, consegui evoluir imenso ao longo de todas as subidas e os tempos foram a prova disso mesmo. Tenho perfeita noção que esta é só a segunda época da minha carreira como piloto e que tenho muito a aprender para chegar ao nível que ambiciono, mas darei sempre tudo, prova a prova, para merecer a confiança da equipa e da família, sobretudo do José Carlos Magalhães que é incrível no apoio que me dá!”.

    A Rampa Internacional de Boticas representará “mais um passo no meu caminho. É também um momento especial pois vou estar a competir integrada numa prova internacional, que muito nos honra”. Eva Laranjeira tem bem presente “os nossos objetivos para Boticas. Focar na adaptação ao Peugeot, usar bem as sessões de treino para conhecer o traçado, ganhar mão ao comportamento do carro e, nas subidas de prova, dar tudo para discutir a vitória, tendo presente que os meus adversários são bons e muito mais experientes”. A piloto não esconde que “a regularidade vai ser compensadora e, como tal, encaro as provas uma a uma, com a cautela necessária para garantir resultados e os respetivos pontos. Quero estar na luta pelo triunfo na Taça até ao fim, não só por mim para, sobretudo, pelo Zé e pela equipa!”.

    As lides competitivas começam bem cedo, no sábado, 8 de maio. Às 9 da manhã, acontecerá a 1ª subida oficial de treinos, com a 2ª sessão a estar prevista para o meio-dia. Duas da tarde é o horário reservado para a primeira subida oficial de prova do CPM JC Group. O dia de domingo, 9 de maio, também terá arranque às 9.00 horas, com a 3º e última sessão oficial de treinos. As duas subidas finais a contar para a classificação estão aprazadas, respetivamente, para as 11.30 e as 13.30 horas.