Autor: VMotores

  • Monte-Carlo: Evans lidera após dia 2. Ogier foi o mais forte mas furou.

    A Toyota dominou por inteiro a segunda jornada do Rallye de Monte-Carlo, prova inaugural do WRC. Sebastien Ogier foi o mais forte ao longo do dia mas um furo e dois piões fizeram-no perder tempo suficiente para deixar Elfyn Evans assumir o comando.

    A secção matinal desta sexta-feira contemplava 3 especiais e o campeão mundial em titulo simplesmente “limpou” tudo. 3 vitórias que o levaram sucessivamente do5 lugar em que começou o dia até ao comando, logo na 5ª PEC, segunda do dia. Um ritmo avassalador que nem os seus colegas de equipa pareceram capazes de seguir. Só que na 6ª PEC um furo levou o francês a cometer dois erros e a perder 34,7 segundos para Elfyn Evans, vencedor da especial, saltando o galês para a liderança do rali, a uma classificativa do fecho competitivo do dia.

    Ogier reagiu e ganhou a 7ª PEC, recuperando 16 segundos a Evans e terminando o dia a 7,4 segundos do líder, parecendo que a discussão da vitória estará entregue aos dois pilotos da Toyota mas, com as condições traiçoeiras em que está a ser disputada a prova monegasca, tudo poderá acontecer nos dois das que ainda falta cumprir.

    A braços com alguns problemas de motor no Hyundai i20 WRC, Ott Tanak cedo perdeu a liderança que tinha alcançado do Dia 1. O estoniano foi acumulando perda de tempo, especial após especial e terminou o dia a 25,3 segundos de Ogier, embora ainda haja muito rali pela frente. Tem logo atrás de si Kalle Rovanpera. O jovem prodígio chegou mesmo a comandar a prova, após a especial inaugural do dia, mas também viu os problemas he baterem à porta, na 6ª PEC, tendo mesmo chegado a parar. Está agora a longe dos três primeiros, rodando 27,8 segundos atrás de Tanak, mas assinando uma exibição de grande nível.

    O Top 5 fica completo com um apagado Thierry Neuville que, desde o arranque da prova, tem sentido muitas dificuldades para acompanhar o ritmo do da frente, estando já a 59,1 segundos do líder.

    Andreas Mikkelsen continuou a afirmar o domínio na principal categoria de suporte do WRC ao ganhar 4 das 5 especiais entre os concorrentes do WRC2. Depois de estabelecer uma pequena vantagem inicial no primeiro dia, o norueguês impôs um forte ritmo logo na sessão matinal, discutindo mesmo posições com o Hyundai i20 World Rally Car de Pierre Louis Loubet. Mikkelsen voltou à área de serviço da Gap na tarde desta sexta-feira com 47,1 segundos de vantagem sobre Adrien Fourmaux, nas contas do WRC2, e um impressionante sétimo lugar na geral.

    O desempenho da Fourmaux também foi impressionante. Apesar de ser incapaz de derrubar Mikkelsen no topo da tabela, a estrela do M-Sport Ford Fiesta Rally2 mostrou maturidade, com uma abordagem limpa em todos os troços..

    O francês venceu mesmo uma das especiais e está em nono na classificação geral durante a noite, sendo mesmo o melhor representante da M-Sport. O piloto do Citroën C3 Rally2 da equipa portuguesa Sports & You, Eric Camilli, está no 3º posto da categoria, a 2 minutos e 11,6 segundos do líder, tendo esta presença no pódio consolidada., o que, a acontecer, será um prémio justo para esta estreia da equipa portuguesa no Mundial.

    A jornada não foi, no entanto, isenta de sustos. Camilli teve uma saída de estrada na PEC 6, perdendo aí quase um minuto, afastando-se definitivamente do duo que luta pela vitória mas, a posição que ocupa, faz dele o melhor piloto oficial da Citroen Racing nesta prova de arranque do campeonato.

    A terceira etapa do Monte-Carlo decorrerá amanhã, a partir das 5.30 horas locais. O programa incluiu 3 especiais de classificação, com um total de 58 quilómetros ao cronómetro.

  • Legends: António Sarabando satisfeito com a evolução que assinou em 2020

    A época de 2020 serviu para evoluir o Peugeot 306 com que António Sarabando tem corrido .

    Não será demais recordar que a estreia deste piloto no Campeonato Portugal Legends verificou-se em 2019, quando o carro estava quase de série. Para o ano que passou de 2020, a situação foi  bem diferente, como António Sarabando nos explicou “o ano de 2020 foi para mim importante, pois foram feitas uma série de evoluções no 306 a nível técnico e, fruto disso, foram melhoradas as performances, embora sem se reflectirem em termos de resultados finais, pois a fiabilidade do carro não foi a que pretendemos, mas a verdade é que nas três provas em que alinhamos, ficou à vista de todos a evolução que o carro sofreu, e estamos no bom caminho, pois os tempos alcançados são demonstrativos disso mesmo”. 

    Depois, o piloto esteve “ausente em duas provas , em Braga por razões familiares, e depois na deslocação ao Estoril, por razões de saúde, pois fui alvo duma intervenção cirúrgica, e não tive o ok por parte do médico para competir, e, assim passei de piloto a espectador”. Quanto a 2021, António Sarabando afirmou que vai “continuar o nosso trabalho de evolução do Peugeot 306 de forma a tornar o carro bem mais competitivo“.

  • Monte-Carlo: Tanak domina o dia de abertura, Suninen fora após acidente

    Ott Tanak dominou a seu belo prazer a tirada inicial do Rallye de Monte-Carlo, prova inaugural do WRC 2021. Aos comandos do hyundai i20 WRC, o estoniano venceu as duas especiais do programa.

    Os pneus foram o principal assunto do dia, com a Pirelli substituindo a Michelin como o novo fornecedor oficial do WRC. Uma escassez de testes pré-evento na atribulada pré-epoca, fez com que as equipas fossem conservadoras nas suas escolhas de pneus, até porque a habitual sessão de Shakedown não foi permitida, no estrito cumprimento das medidas para prevenir a disseminação de COVID-19. Sabe-se que a borracha italiana tem menos aderência em condições de chuva e neve, mas isso aumenta consideravelmente sempre que a estrada seca.

    As estradas molhadas, orladas de neve, estavam longe de ser as melhores, mas Tanak é um homem com a missão de reivindicar o título e quer tirar proveito de qualquer hesitação entre seus rivais. No início de sua segunda temporada no i20 WRC da Hyundai, Tanak imprimiu um ritmo muiito forte e terminou a etapa inaugural com duas vitórias nas especiais e um avanço de 3,3 segundos sobre a jovem estrela finlandesa da Toyota, Kalle Rovanpera, que ganhou cinco segundos ao seu companheiro de equipe britânico Elfyn Evans, terceiro no final da jornada.

    O campeão em título, Sebastien Ogier, sofreu um grave acidente nos testes pré-evento, o que limitou sua experiência com a nova borracha e o seu desempenho foi ainda mais prejudicado por um problema de travões. Ogier terminou a etapa no 5º lugar, a 16,9 segundos de Tanak e apenas 9 décimos atrás do Hyundai de Thierry Neuville, a ser navegado pela primeiora vez por Martin Wydaeghe.

    Quem não optou por uma abordagem cautelosa foi Teemu Suninen. O piloto da M-Sport, cujo Ford Fiesta WRC estava no mesmo ritmo de Tanak nos dois primeiros setores da especial de abertura, despistou-se e caiu numa ravina, maltratando fortemente o Fiesta WRC. Pelo menos, o jovem francês Adrien Fourmaux deu uma alegria à equipa de Malcom Wilson, ao colocar o seu Ford Fiesta Rallye 2 na segunda posição das contas do WRC2, logo atrás de Andreas Mikkelsen, líder aos comandos de um Skoda Fabia Rallye 2 Evo.

    A diferença entre os dois é curta, cifrando-se em 8,9 segundos. O piloto russo Nikolay Gryazin está em terceiro lugar nesta categoria, ao volante do seu VW Polo. No WRC3, a Citroen terminou o dia com um podio completo. Os seus pilotos Yohan Rossel, Nicolas Ciamin e Yoann Bonato estão a dominar nesta categoria.

    A etapa de amanhã terá 5 especiais de classificação, com um total de cerca de 105 quilómetros contra o cronómetro.

  • 7 Citroën C3 Rally2 à partida do RALLY Monte-Carlo

    A Citroën Racing regressa ao palco do Campeonato do Mundo de Ralis da FIA com uma frota de sete C3 Rally2, que irão alinhar na prova de abertura da época de 2021, o conceituado Rally Monte-Carlo.

    Esta 89ª edição da prova monegasca permitirá acompanhar a dupla vencedora da edição passada, os franceses Eric Camilli / François-Xavier Buresi, da equipa portuguesa Sports & You, na primeira ronda rumo à tentativa de renovação do título no WRC2.

    O consagrado piloto francês da equipa portuguesa está “ansioso por dar início ao meu programa de competição para 2021 no Rallye Monte-Carlo e com o C3 Rally2. Estou focado na vitória e orgulhoso por vestir as cores da Citroën Racing. Com o seu suporte, bem como o do treinador do Olympique de Marseille, André Villas-Boas, conseguiremos transformar esta participação no prestigiado Rallye Monte-Carlo numa causa humanitária, consciencializando o público para a importância de fundações como a Ace Africa. No seguimento do teste efetuado no início do mês, conseguimos afinar o ‘setup’ do carro, preparando-o para as já habituais condições variáveis das classificativas. Estou desejoso de as enfrentar, bem como as duas outras provas do Campeonato do Mundo de Ralis em que irei participar com a Citroën Racing e a Sports & You.”

    De igual modo, Yohan Rossel, piloto francês que conta com o apoio da secção de Ralis da Federação Francesa de Automobilismo (FFSA Rally) é, também, membro do #C3Rally2Family, tendo previsto a sua participação em três outras provas depois do Rallye Monte-Carlo, pela equipa Santéloc. A acompanhá-lo nesta prova inaugural do WRC 2021 estará o colega de equipa Sean Johnston, e o seu copiloto Alexander Kihurani, piloto que participou em diversas provas do Mundial do ano passado. Já o jovem Nicolas Ciamin, de 23 anos, da equipa DG Sport, irá fazer o seu terceiro Rallye Monte-Carlo, tendo como objetivo a conquista dos títulos do WRC3 e do Campeonato da Bélgica de Ralis.

    O atual Campeão francês de ralis, Yoann Bonato, e o seu copiloto de longa data, Benjamin Boulloud, vão, também, dar início à sua época competitiva com uma presença no Rally Monte-Carlo, antes da sua participação nas 10 provas que compõem o Campeonato de França de Ralis, representando a equipa CHL Sport Auto. Após uma ausência de nove anos da prova monegasca, o piloto italiano Giacomo Ogliari está de regresso com o seu copiloto, Lorenzo Granai. Já a dupla belga Davy Vanneste / Kris D’alleine deu um salto em termos de carreira e irá fazer a sua estreia no WRC na mítica prova do Principado do Mónaco, antecipando a sua participação na ronda belga do calendário, o Rallye de Ypres, em agosto.

    Na sessão de testes organizada pela Citroën Racing, no início de janeiro, Yohan Bonato, Nicolas Ciamin e Eric Camili conduziram o novo C3 Rally2 pela primeira vez na zona dos Altos-Alpes. As equipas puderam aproveitar-as condições da estrada para se prepararem para este início de época de 2021, bem como para o desenvolvimento de um setup versátil para os clientes da Citroën Racing que irão participar em diversos ralis, a nível mundial, ao longo da presente época.

  • Toyota apresenta novo RAV4 Hybrid Black Edition

    Nova versão do RAV4 com novos acabamentos monocromáticos por dentro e por fora. Cor exterior Preto Atitude e jantes de liga leve de 19 polegadas na cor preto brilhante complementadas por acabamentos exteriores exclusivos na cor preta.

    Como o próprio nome indica, o novo RAV4 Hybrid Black Edition, na versão 4×2, tem como cor dominante o preto e reforça o posicionamento diferenciador e distinto do modelo no Segmento D-SUV. 

    A cor exterior Preto Atitude e as jantes em liga leve de 19 polegadas em preto brilhante destacam o design arrojado do RAV4. Mais detalhes exteriores desta versão Black Edition são a grelha dianteira, os pára-choques, os retrovisores e proteções inferiores que são também na cor preta. Na realidade os únicos elementos que não são na cor preta são as óticas e o emblema cromado da Toyota ao centro da zona frontal e traseira.

    No habitáculo, os bancos em pele sintética na cor preta com costuras cinza, combinam com o forro do tejadilho preto e os acabamentos interiores de elevada qualidade. Esta versão conta ainda com Teto panorâmico com abertura elétrica, Sistema de som JBL, Câmara panorâmica 360, Sistema de navegação e Carregador sem fios para smartphone. Permite ainda a integração com smartphone via Apple CarPlay e Android Auto e, tal como a restante gama, apresenta-se de série com o conjunto de sistemas de segurança ativa Toyota Safety Sense.


    O RAV4 criou o mercado de Sport Utility Vehicles (SUV) compactos e urbanos e desde a primeira geração permanece um “best-seller” internacional. Lançado no Japão e na Europa em 1994, o SUV da Toyota é, mais uma vez, o SUV mais vendido do mundo em 2020. Esta versão exclusiva do RAV4 Hybrid está disponível em Portugal até final do mês de janeiro 2021.

  • Esteban Ocon e o Alpine A110S ao «assalto» do Monte-Carlo

    O piloto do Alpine F1 Team Esteban Ocon fará, ao volante do Alpine A110S, uma série de passagens nas especiais do Rali de Monte-Carlo 2021, nesta quinta-feira, dia 21 de janeiro.

    Esteban irá pilotar, pela primeira vez, o Alpine A110S, enquanto piloto do Alpine F1 Team, nesta sua primeira participação num rali e irá percorrer duas especiais no dia de abertura do 89º Rali de Monte-Carlo, ao volante do automóvel VIP.

    Esteban Ocon considera que “esta é uma oportunidade fantástica e estou impaciente para esta minha estreia no Rali de Monte-Carlo, ao volante do magnífico Alpine A110S. Pude descobrir o Alpine A110 em outubro último, fazendo três voltas no Nordschleife. Este automóvel nasceu para este tipo de desafios, com curvas fechadas em terrenho montanhoso. Os ralis fizeram sempre parte dos meus sonhos e, portanto, pilotar o Alpine A110S no rali de Monte-Carlo é uma forma perfeita de começar o ano”.

    Depois do shakedown a primeira especial será a ES1 (às 13h10), num percurso de 20,58 km entre Saint-Disdier e Corps, seguida da ES2 que liga Saint-Maurice a Saint-Bonnet. O Alpine A110S, na tradicional cor azul, vai ostentar o nº 31.

    Esta semana, a Alpine terá cinco equipas na categoria R-GT do Rali de Monte-Carlo, com Cédric Robert, Emmanuel Guigou, Philippe Baffoun, Pierre Ragues e Raphaël Astier, ao volante dos Alpine A110 Rally.

  • Filipe Albuquerque já testou ao Acura para o IMSA WeatherTech Sportscar Championship

    Filipe Albuquerque sentou-se, pela primeira vez, ao volante do Acura ARX-05 da Wayne Taylor Racing com quem irá disputar o vulgarmente conhecido por Campeonato Norte Americano de Resistência.

    O piloto português e os seus companheiros de equipa, Ricky Taylor, Alexander Rossi  e Helio Castroneves estiveram em Sebring para o primeiro teste do ano com vista à preparação da primeira corrida da temporada, as emblemáticas 24h de Daytona.

    Sebring test, WTR, Acura Dpi, January 19, 2021. (Photo by Brian Cleary/bcpix.com)

    Depois de um dia de trabalho, Filipe Albuquerque chegou ao final satisfeito com o desempenho: “Foi o meu primeira dia em pista com a nova equipa e com o novo carro. Foi um começar de novo que me agradou bastante. A equipa é altamente profissional, os meus companheiros de equipa estão muito motivados e senti-me ‘em casa’. Foi uma primeira abordagem que me deixou bastante agradado. Agora é trabalhar na informação recolhida e preparar os dias que aí vêm”, começou por referir o piloto de Coimbra.

    Dia 23, sábado, terá lugar o habitual teste pré-Daytona: “Roar before the Rolex 24”, onde as equipas terão uma abordagem mais próxima daquilo que serão em termos competitivos, para logo depois no dia 24, domingo, efectuarem uma corrida, de duas horas, para preparar Daytona: “O teste é importante para avaliarmos o carro na própria pista e encontrarmos o melhor ‘set-up. A corrida de dia 24, que será disputada por mim e pelo Ricky Taylor, já contará em termos pontuais, e servirá sobretudo para a organização avaliar o ‘balance of performance’. Uma semana intensa para logo depois arrancarmos com as 24h de Daytona”, concluiu Filipe Albuquerque.

  • Joaquim Teixeira: “a época foi melhor e fui mais consistente!”

    Joaquim Teixeira faz um balanço bastante positivo da sua participação no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group em 2020, apesar da temporada bastante reduzida devido aos constrangimentos provocados pela pandemia.

    O piloto transmontano, que é também o dirigente da APPAM (Associação Portuguesa dos Pilotos de Automóveis de Montanha) sagrou-se vencedor da Divisão 4 Turismos e do Grupo TCR e vice-campeão nacional absoluto da categoria Turismos, aos comandos do Cupra Leon TCR do Bompiso Racing Team,

    Um naipe de bons resultados, atendendo às circunstâncias, faz com que Joaquim Teixeira faça um balanço positivo da época passada: “Com o reduzido número de provas que foi possível (em 2020) os resultados acabaram por ser o que aspirávamos. Manter-me pelo quarto ano consecutivo no pódio dos Turismos, após o primeiro ano ter sido campeão nacional. Tivemos pena que a última prova não se realizasse, porque a diferença entre o campeão e eu foram apenas dois pontos. Um desfecho que poderia ter sido alterado na tal prova que faltou, que à última hora foi anulada. Mas são as contingências do desporto automóvel. Umas vezes ganha um, outras ganha outro. E parabéns a quem vence”.

    “Para mim a época foi melhor. Fui mais consistente. A nível da equipa Bompiso, procurámos manter-nos no campeonato de Montanha e fazer também o Open de Portugal de Velocidade. Aí não fiz a primeira prova por motivos profissionais, o meu filho (Daniel Teixeira) fez três provas, falhando também uma por motivos profissionais. E na outra o Joaquim Santos também fez. Na última o Daniel teve de correr sozinho. Correu razoavelmente bem, porque conseguimos ser segundos na categoria TCR e terceiros no campeonato de turismos do Open, por termos falhado uma das provas. Mas acho que o balanço acaba por ser positivo”, refere também o piloto transmontano, numa alusão à outra frente onde a sua equipa e o Cupra TCR estiveram envolvidos.

    Bom começo e desempenhos na Serra da Estrela e Arrábida Caracterizando a curta temporada de 2020, Joaquim Teixeira menciona o bom começo de época que teve, e depois as limitações nas outras duas provas disputadas: “Murça correu-me bem. Obtive a vitória. A Serra da Estrela já sabia que não era a rampa mais adequada, devido à inclinação, e ao binário necessário para sair das curvas em potência, face a outras máquinas que têm outras condições. Na Arrábida, à chuva, já sabia que não tínhamos hipóteses, pois é quase impossível bater os 4×4”.

    “Estava à espera de outras provas, onde o meu carro poderia ser mais competitivo, que acabaram por não se realizar. Mas dentro daquelas provas que se realizaram acho que a época me correu bem. A primeira foi agradável, começar logo a vencer. Permitiu-me acalentar a esperança que poderia discutir o campeonato até ao fim. E contrariamente ao que se diz, embora eu seja transmontano e tenha residido muitos anos em Murça, não sou possivelmente a melhor pessoa que conhece o traçado, por que há outros que também moram a 15 ou 20 km da rampa. Foi o possível. Para o ano esperamos que corra melhor e que o campeonato seja mais longo”, considera o piloto transmontano sempre apontado a tirar o melhor partido das ‘armas’ que possui.

    Sobre aquilo que poderá ser 2021, Joaquim Teixeira prefere não ‘mexer em equipa que ganha’: “Em princípio irei manter-me nos Turismos. O Cupra é muito interessante de conduzir. Na primeira prova (de 2020) consegui explorar todo o potencial do carro, porque estava bom tempo e acho que tem condições para se manter competitivo dentro dos turismos, a lutar pelo pódio, mesmo com as alterações que vão acontecer este ano, pois vou ter mais concorrência. Vou manter. Não vou cometer loucuras, até porque quero manter uma viatura que me permita fazer montanha o mais tempo possível, com o Joaquim Santos e o Daniel a fazerem velocidade. Acho que é a viatura adequada, a nível de manutenção, performances e prazer de condução”, avança o piloto da Bompiso.

  • Nissan e Cruz Vermelha Portuguesa reforçam parceria na luta contra a COVID-19

    Numa altura em que a luta contra a COVID-19 exige esforços redobrados, a Nissan e a Cruz Vermelha Portuguesa reforçam a sua parceria. No âmbito do programa #EuAjudoQuemAjuda da Cruz Vermelha Portuguesa, a Nissan cedeu a esta entidade três Nissan Qashqai para apoiar o transporte de testes à COVID-19.

    Com a emergência da terceira vaga de COVID-19, a entreajuda entre pessoas e entidades torna-se ainda mais crítica. Tempo, por isso, de reforçar o combate nas próximas semanas, o que levou a Cruz Vermelha e a Nissan a estreitar a sua parceria para ajudar aqueles que todos os dias estão no terreno a ajudar quem mais precisa.

    No âmbito do programa #EuAjudoQuemAjuda da Cruz Vermelha Portuguesa a Nissan Portugal cedeu mais três automóveis para ajudar durante as próximas semanas no transporte dos testes à COVID-19 realizados pelo pessoal médico e sanitário da Cruz Vermelha Portuguesa. Antonio Melica, diretor-geral da Nissan em Portugal realça que: “depois de termos trabalhado com a Cruz Vermelha Portuguesa ao longo destes meses, sentimos cada vez mais que a nossa contribuição, mesmo que modesta, pode fazer a diferença para ajudar a travar a pandemia em Portugal. Por isso não hesitámos em responder afirmativamente ao desafio da Cruz Vermelha Portuguesa para reforçar a nossa parceira durante estas semanas que se avizinham e esperamos que o nosso exemplo possa inspirar outros neste caminho. É com muito orgulho que sentimos a confiança que esta reconhecida instituição humanitária deposita em nós para construir um futuro melhor para todos”.

    Segundo Francisco George, Presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, “O apoio da Nissan é de extrema importância para a capacidade de resposta da Cruz Vermelha no âmbito da prevenção e controlo da Pandemia. Estas viaturas agora cedidas, à semelhança do que aconteceu no início do ano, vão refletir-se numa ferramenta importante de trabalho para os nossos técnicos”.

    O Nissan Qashqai criou em 2007 o conceito de crossover, uma fórmula com um sucesso tremendo e que desde então se tornou no segmento com maior crescimento no mercado europeu, com dezenas de concorrentes a “copiar” o conceito inventado pela Nissan. Com mais de 56 mil unidades a circularem atualmente nas estradas nacionais, o Nissan Qashqai continua a liderar o segmento que criou e prepara-se para lançar a sua 3ª geração, que irá reforçar ainda mais os seus pergaminhos de pioneiro e líder.

    Para saber mais sobre a actividade da Cruz Vermelha Portuguesa visite www.cruzvermelha.pt.

  • Francisco Milheiro o conquistador da Taça de Montanha 1300

    O jovem piloto de Guimarães levou o seu Peugeot 106 ao título na Taça de Portugal de Montanha 1300 JC Group, na época de 2020.

    Tendo iniciado a sua participação no Campeonato de Montanha em 2019, Francisco Milheiro desde cedo revelou-se com um piloto rápido. Ao longo das duas épocas que já assinou, o vimaranense assumiu sempre protagonismo na luta pelos lugares cimeiros e viu todo o seu esforço recompensado com o cetro alcançado na época transacta.

    Para Francisco Milheiro, o ano de 2020 “foi fantástico. Iniciámos a época desportiva em Murça, com o Peugeot mas melhorado em todos os aspetos ,de forma a ser possível lutar pela conquista da Taça, algo que nunca seria possível atingir no ano anterior devido a falta de preparação do carro”. Murça foi uma prova muito exigente , estando presentes sete  participantes na minha categoria ,e onde considerava ter sido a minha pior prova no ano anterior. Rapidamente consegui fazer bons tempos e fomos recompensados com um 2º lugar final, algo que considero muito bom devido a falta de treino e conhecimento do set up do carro”.

    Após a paragem forçada, provocada pelo combate ao surto pandémico, o campeonato regressou na Rampa Covilhã Serra da Estrela. Foi uma jornada exemplar, com Francisco Milheiro a ser ” o mais rápido em todas as subidas, assinando assim uma vitória muito justa entre os 1300. Fiquei ainda muito satisfeito por ter alcançado um excelente Top 15 na geral da prova!”.

    Segui-se uma ida até Setúbal, com o mítico cenário da Arrábida a receber a terceira prova da temporada. O jovem vimaranense refere que “fui para essa prova com alguns cuidados, sabendo que uma vitória ou um lugar no pódio me colocavam numa posição privilegiada para chegar ao título. As condições meteorológicas foram muito desafiantes mas felizmente tudo correu bem e chegamos novamente a um bom resultado, que nos consolidou a liderança da taça”.

    Cancelada que foi, posteriormente, a Rampa de Boticas, ficou selado o titulo na Taça 1300, façanha que deixou Francisco Milheiro “bastante satisfeito, pois significou que cumprimos o nosso objetivo maior. Também ajuda a cativar patrocínios para a próxima época onde espero estar presente. Agradeço assim a todos os envolvidos neste projeto: a minha equipa, os meus patrocinadores e, de forma muito especial, o meu pai .”