Autor: VMotores

  • Nuno Figueiredo alcança título no Estoril

    Na chegada à última prova da temporada realizada no Autódromo do Estoril o campeonato ainda não estava decidido. Nuno Figueiredo podia matematicamente ser Campeão, mas estaria sempre dependente de terceiros. No final, o piloto alcançaria o grande objetivo da época.

    O primeiro contacto com a pista decorreu na sessão de treinos livres, com Nuno Figueiredo e a sua carrinha Volvo 850 a rubricarem o oitavo melhor tempo da sessão, em 2.12.090 à média de 113,5 km/h. Já na sessão de treinos cronometrados, Nuno Figueiredo e a sua sueca endiabrada conseguiram melhorar de forma acentuada, fazendo a sua melhor volta ao autódromo do Estoril em 2.08.695 à média de 116,5 km/h, garantindo assim o sétimo melhor tempo na geral, o qual determinaria a posição na grelha de partida.

    Na primeira corrida do fim-de-semana, realizada sábado de manhã e disputada debaixo de chuva intensa, Nuno Figueiredo fez uma boa largada recuperando de imediato algumas posições, Ao longo da corrida sempre com piso muito escorregadio e visibilidade reduzida, Nuno Figueiredo imprimiu um ritmo bastante forte que lhe permitiu ver a bandeira de xadrez na 3ª posição à Geral e 1ª posição na Classe L99, um resultado garantido à entrada para a última volta da corrida, conseguindo também a volta mais rápida na classe com 2.04.518 à média de 120,4 km/h.

    Na segunda corrida, com condições atmosféricas muito semelhantes à primeira, Nuno Figueiredo repetiria o 3º lugar à Geral e 1º lugar entre os L99, rubricando novamente a volta mais rápida da corrida da L99 com 2.05.753 à média de 119,2 km/h.

    Após a subida ao pódio para receber o troféu, o piloto disse-nos “com a diferença pontual existente à entrada para esta última prova, as perspectivas de vencer o campeonato estavam muito dependentes dos resultados dos meus adversários directos. Arranquei para as duas provas sem qualquer pressão e focado apenas em fazer o melhor resultado possível. Felizmente à medida que as corridas iam decorrendo o cenário também ia mudando a meu favor, e no final da segunda corrida, com alguma surpresa à mistura, consegui renovar o título. Foram duas corridas muito difíceis, em condições muito adversas e com piso muito escorregadio, tendo apanhado alguns sustos na segunda corrida, mas consegui levar a “sueca endiabrada” até ao final das duas corridas e assim tornar-me Bicampeão”. O piloto de Lisboa concluiu: “Dedico este título à minha equipa Monteiros Competição que sempre me entregou a Volvo nas melhores condições, a toda a minha família e a todos os patrocinadores que acreditaram e renovaram a confiança neste projecto.”

  • PTRX: Jorge Machado assinou época em grande num ano atípico e difícil

    O craque de Lousada lutou até ao fim pelo título que, pelas exibições e vitórias, esteve perfeitamente ao seu alcance. Aos comandos do seu Citroen C2 S1600, provou, à saciedade, todo o seu talento e foca já na época de 2021, onde quer voltar a estar na luta pelo cetro nacional. Mesmo, assim logrou assegurar o pódio na divisão rainha da modalidade.

    O arranque da época, ainda em fase pré pandemia, foi atribulado para Jorge Machado. Em Sever do Vouga, um conjunto de pequenos incidentes tirou o piloto da decisão da corrida, mas almejou garantir alguns pontos, com um 10º lugar final.

    Depois, o confinamento provocado pelo COVID-19 provocou um longo defeso e o regresso à competição seria remetido já para o início do Verão. Essa fase foi, segundo o piloto lousadense, aproveitada “para alguns testes que validaram uma profunda revisão que fizemos ao C2 e enfrentamos o recomeço com muita ambição, cientes de que poderíamos estar na luta pelos triunfos”.

    No entanto, a sorte nada quis com Jorge Machado. Em plena pista da Costilha, circuito de eleição e “da casa” para o piloto, um problema mecânico forçou-o a baixar os braços na corrida decisiva, quando estava na refrega pelo pódio, registando um 8º lugar final, nada consentâneo com o ritmo que apresentou durante todo esse fim-de-semana.

    O PTRX rumou depois a sul, até terras albicastrenses, com Castelo Branco a receber a terceira prova que foi palco de mais um momento aziago para Jorge Machado. Ao longo de todo o fim-de-semana, o craque de Lousada ostentou um nível competitivo verdadeiramente fora de serie, assegurando a 2ª posição na grelha de partida para a final. E no arranque, o piloto passou das palavras aos atos. Arrancou que nem um míssil, chegando ao final da reta a liderar, “com quase um carro de avanço sobre os outros. Então, pouco antes da abordagem à primeira curva, um toque de outro piloto atirou o C2 contra o muro e os danos levaram-me a abandonar”, recolhendo pontos com o 7º lugar final.

    A série de infortúnios terminou mesmo aí porque Jorge Machado reservou para a fase decisiva da temporada o melhor de si, da equipa e do C2.

    Mação e Montalegre, onde se disputaram, respectivamente, a 4º e a 5º prova do calendário, assistiram a verdadeiros recitais de condução do piloto, que suplantou toda a forte concorrência e colocou no seu palmarés duas fabulosas vitórias consecutivas que, para além de premiarem todo o seu talento e esforço, o recolocaram na luta pelo título nacional, a uma prova do fecho da temporada.

    Mas o balde de água fria estava para ser servido. Depois de indecisões e adiamentos, a FPAK anulou mesmo a última prova, prevista para Sever do Vouga, dando o campeonato por concluído e remetendo Jorge Machado a um positivo, mas agridoce, 3º lugar final no campeonato.

    No rescaldo, o craque lousadense, sente-se “muito orgulhoso da época que conseguimos. Julgo que demonstrei em pista ter andamento para lutar pelas vitórias e pelo título. A equipa esteve fantástica ao longo de toda a época. Nunca virou a cara á luta e fomos sempre trabalhando para melhorar o C2, tendo atingido um excelente nível competitivo. Estou muito orgulhoso das nossas exibições, muito feliz pelas duas vitórias obtidas e pleno de convicção de que seremos ainda mais fortes no futuro!”.

    No entanto, Jorge Machado não esconde alguma “desilusão com a anulação da última prova prevista no calendário. Estávamos em crescendo, a poucos pontos da liderança e tínhamos todas as condições para lutar pelo título. Julgo que a decisão poderia ter sido outra. No entanto, quero dar os parabéns ao Rogério que, pela excelente época que fez, é um campeão com mérito”.

    O lousadense fechou a sua análise da época 2020 com “um profundo agradecimento aos meus patrocinadores, à minha família e à minha equipa. Sinto-me muito apoiado e acarinhado e tudo farei para poder premiar quem me apoia com uma magnífica época em 2021!”.

  • C3 Rally 2: a evolução da arma francesa para os ralis

    Nova denominação, novo visual e nova imagem gráfica: o C3 Rally2 de 2021 traduz uma importante evolução face ao antecessor.

    Em 2021, o C3 R5 evolui, tornando-se C3 Rally2, em linha com as novas denominações oficiais instituídas para as diferentes categorias dos ralis. Essa alteração de nome também se reveste de uma oportunidade para estrear uma nova identidade visual específica no C3 Rally2. Em linha com o anterior design, a nova imagem gráfica monocromática apresenta-se em vermelho e branco – as cores icónicas da “Armada Vermelha” da Citroën – sendo que o número “2” assume uma série de curvas, contracurvas e projeções, sublinhando o facto de se tratar de um carro oficial de ralis, projetado para a competição cliente, com toda a experiência das equipas Citroën.

    Essa experiência também se reflete no interminável trabalho de desenvolvimento feito no modelo. A partir de 2019 a equipa dedicou-se à homologação de uma nova subestrutura traseira com vista à melhoria da estabilidade e da sensação em travagem, ao mesmo tempo que se redesenhou um braço da suspensão traseira para aumentar, ainda mais, a fiabilidade, trabalhando-se, também, nos amortecedores para pisos de terra, para afinar o equilíbrio do carro.

    Já durante a temporada de 2020 a equipa técnica da Citroën Racing centrou grande parte das suas atenções nos amortecedores para pisos de asfalto, ao mesmo tempo que se alcançaram evoluções para proporcionar um melhor feedback em condições de baixa aderência.

    Jean-François Grandclaudon, Diretor Técnico do Project C3 Rally2, lembra que “Desde a sua introdução em 2017, temos trabalhado constantemente e acumulado milhares de quilómetros na estrada, que nos permitem oferecer aos nossos clientes um carro cada vez mais rápido, adequado a todos os tipos de pilotos e com custos de exploração controlados. Na temporada que agora terminou foi feito ainda mais trabalho com os nossos dois pilotos de testes, o Mads Østberg na terra e o Yoann Bonato em asfalto. Ao longo dos últimos dois anos, o carro evoluiu muito, fruto, em especial, de uma série de componentes que não necessitaram de homologação, tendo os nossos esforços sido recompensados com diversos títulos nacionais e mundiais conquistados este ano, em importantes campeonatos. Não há necessidade de fazer uma revolução no C3 Rally2 de 2021. Vamos continuar a evoluir a excelente base que temos, robusta e rápida, tentando melhorá-la onde pudermos. Embora o desenvolvimento seja um processo interminável, estamos entusiasmados com a perspetiva de observar a performance dos nossos clientes com este carro, com estes upgrades.”

    Quanto a 2021, o novo ano assenta no desenvolvimento do novo C3 Rally2, sendo sete as atualizações técnicas planeadas para o primeiro trimestre. Na sequência dos cerca de 15.000 quilómetros de testes concluídos desde o seu lançamento comercial, bem como do enorme feedback dos clientes, o modelo será evoluído em três áreas-chave: performance, custos de exploração e condução.

    Com um foco inicial na performance, no início de janeiro registar-se-á a homologação de novo software para o motor, visando aprimorar ainda mais as estratégias operacionais do motor relacionadas com as fases de arranque e de folga no acelerador. Outras atualizações surgirão no final do primeiro trimestre: uma nova asa dianteira com aerodinâmica revista, uma nova rampa do diferencial dianteiro, proporcionando uma gama mais ampla de configurações, e um pedal com repartição de travagem ajustável, proporcionando um maior conforto aos pilotos, bem como novos apoios de motor, braçadeiras das pinças traseiras e coletores de escape, parta um aumento da sua vida útil. Todos estes novos upgrades serão integrados gratuitamente em todas as unidades C3 Rally2 encomendadas desde o dia 1 de dezembro de 2020.

  • Armindo Araújo e Luís Ramalho à conversa com a VMotores e a Golo FM

    Armindo Araújo e Luís Ramalho à conversa com a VMotores e a Golo FM

    MOTORSPORT HOJE: 1ª Temporada – Episódio #80

    O nosso programa foi até à The Racing Factory para conversar com Armindo Araújo e Luís Ramalho, campeões nacionais de ralis 2020, aos comandos de um Skoda Fabia R5 EVO daquela equipa nortenha.
    Numa conversa conduzida pelo jornalista Joaquim Amândio Santos, ficamos a saber tudo sobre a época que deu o sexto título da carreira do piloto e o segundo do navegador.
    Imagens e edição de Armando Leitão, com sonoplastia de Paulo Seabra.

  • Montanha: José Carlos Magalhães levou o M3 ao pódio final dos Legends

    MOTORSPORT HOJE: 1ª Temporada – Episódio #79

    O convidado desta edição é José Carlos Magalhães.

    Piloto polivalente, tem assumido uma carreira bem sucedida na Montanha e nos Ralis, sendo ainda um dos líderes do projeto MNE Sport.Veio até ao Motorsport Hoje para conversar sobre a sua carreira com o jornalista Joaquim Amândio Santos, com especial destaque para o título de Vice-Campeão de. montanha entre os Legends.As imagens são de José Bernardo Coelho e a edição de Armando Leitão.

  • António Rodrigues: um ano de ouro na Montanha

    MOTORSPORT HOJE: 1ª Temporada – Episódio #78

    Fez uma época de 2020 simplesmente notável. No primeiro ano em que enfrentou a “tempo inteiro” o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, António Rodrigues ousou exigir um papel entre os protagonistas principais e levou o seu BRC CM 05 Evo aos títulos de vice-campeão nacional absoluto e da categoria Protótipos.

    O médico dentista de Santa Marta de Penaguião é o convidado de Joaquim Amândio Santos, num episódio com imagens de José Bernardo Coelho e edição de Armando Leitão.

  • Filipe Albuquerque volta a fazer o Campeonato do Mundo de Resistência LMP2 com a United Autosports

    Campeão do Mundo de Resistência LMP2, Campeão do European Le Mans Series e vencedor das 24h de Le Mans em 2020, Filipe Albuquerque terá em 2021 um programa desportivo ao mais alto nível no que aos Campeonatos de Resistência diz respeito: para além do Campeonato Norte Americana de Resistência já confirmado há umas semanas, é agora altura de confirmar a presença, uma vez mais, no Campeonato do Mundo de Resistência LMP2 com a United Autosports.

    Em equipa que vence, não se mexe, e Filipe volta a juntar-se a Phil Hanson na luta pela revalidação do título, a quem se junta também o jovem piloto Fábio Scherer. Numa das melhores fases da sua carreira desportiva Filipe está ciente dos desafios que tem pela frente e dos objectivos que pretende alcançar: “Depois do que conseguimos em 2020, não posso ser modesto nos objectivos para 2021: quero revalidar o Título Mundial e quero ser Campeão Norte Americano. Se será tarefa fácil?! Não, não será. Mas as dificuldades e a exigência de trabalho, nunca me assustaram. Estou ciente das condições que tenho em mãos e sei que é possível alcançar estes feitos. É com isso em mente que vou arrancar para 2021”, começou por dizer.

    Desta forma Filipe irá disputar as duas provas mais exigentes em termos mundiais: as 24h de Daytona em Janeiro, prova que já venceu por duas vezes, e as 24h de Le Mans, prova que ganhou em 2020 e que disputará pelo oitavo ano: “Acho que disputar estes dois campeonatos e estas duas provas é o sonho de qualquer piloto de resistência. Não poderia pedir melhor”, continuou.

    Com a United Autosports pelo quinto ano consecutivo e partilhando o Oreca com Phil Hanson e agora com Fábio Scherer, o piloto de Coimbra está confiante: “Que vamos estar na luta pela revalidação do título. Temos um óptimo carro, o Phil tem evoluído como nunca enquanto piloto e isso viu-se bem na época passada e o Fábio, que agora se junta à estrutura, é um piloto jovem mas rápido. Acho que temos um conjunto muito forte que vai dar muita luta em pista”, rematou.

    A disputar dois campeonatos ao longo do ano, a agenda será cheia e começa já em Janeiro com as 24h de Daytona.

  • Novo Peugeot 3008 disponivel em Portugal já em Janeiro

    O novo Peugeot 3008 chegará aos concessionários nacionais da marca francesa, em janeiro de 2021. É um lançamento aguardado de uma marca que se tornou protagonista no mercado dos SUV e de um modelo que inegavelmente assumiu o papel de referência entre os seus pares, que sempre esteve à frente do seu tempo, e que agora define o tom de uma nova era de modernidade.

    O Peugeot 3008 é um líder e uma referência no mercado dos SUV Compactos. Com mais de 800 mil unidades produzidas desde o seu lançamento, em 2016, alcança excelentes performances comerciais em Portugal, na Europa e a nível internacional, e a sua qualidade é sublinhada pela conquista de mais de 70 prémios, entre os quais os galardões de “Carro do Ano” na Europa, em Portugal e vários outros países.

    O novo modleo representa uma nova incursão no mercado, surpreendendo permanentemente os clientes, com novos e maiores argumentos de peso, como um  design inspirado, ainda mais elegante e estatutário, com uma “injeção” tecnológica de última geração, por exemplo como o novo Peugeot i-Cockpit® e o manancial ainda mais amplo de ajudas à condução com novas tecnologias, uma gama de motorizações modernas e à altura deste modelo, onde se conta a nova oferta 1.6 PureTech 180 cv EAT8, entre outras novidades.

    O novo Peugeot 3008 incorpora, na perfeição, a transição energética da Marca e apresenta, a par dos motores térmicos, motorizações híbridas Plug-in, com tração às duas ou quatro rodas, que combinam prazer de condução e eficiência.

    Para complementar a experiência que propõe aos clientes, o modelo aposta ainda numa opção inédita “Black Pack” e apresenta-se na nova estrutura da gama PEUGEOT, composta por três níveis de equipamento – Active, Allure e GT – cada um deles complementado pelos respetivos upgrades designados de “Pack”. Os preços iniciam-se nos € 32.450 para as variantes térmicas e nos € 46.635 para as variantes HYBRID (nos € 31.571 se abrangidos pelas vantagens na fiscalidade nacional).

  • FIA confirma Rally Serras de Fafe e Felgueiras na abertura do ERC em Março

    Edição 2021 apresentará diversas novidades com a introdução de algumas classificativas novas, uma das quais em Boticas.

    O Conselho Mundial da FIA (Federação Internacional do Desporto Automóvel) já aprovou o calendário do ERC (European Rally Championship), confirmando o Rally Serras de Fafe e Felgueiras, de 12 a 14 de março próximo, como a primeira das oito provas de 2021. O rali organizado pelo Demoporto – Clube de Desportos Motorizados do Porto sucede ao “Fafe Montelongo” que nos passados dias 3 e 4 de outubro, em pisos de asfalto, integrou o Europeu.  Agora, o “Serras de Fafe e Felgueiras” vai correr-se em classificativas de terra, tal como sucederá no ano seguinte.

    “O contrato assinado com o promotor [Eurosport Events] já previa que em 2021 e 2022 a prova decorra em pisos de terra e essa foi uma das condições estabelecidas quando aceitámos, este ano, organizar o Rally Fafe Montelongo em asfalto, que na altura era a única hipótese que tínhamos para integrar o ERC.  É uma longa história que começou em 2018, quando surgiu a possibilidade de o rali fazer parte do Europeu e as conversações mantiveram-se em 2019, até que em junho deste ano ficou decidido avançar com um rali de asfalto, para nos dois anos seguintes passar a piso de terra”, explica Carlos Cruz, presidente do Demoporto.

    A edição 2021 do Rally Serras de Fafe e Felgueiras, cuja prova estará na estrada sábado e domingo (13 e 14 de março), já se encontra delineada, apresentando um total de 14 classificativas, 7 das quais diferentes, repartidas entre aqueles dois dias.

    Sem entrar em grandes detalhes, Carlos Cruz adiantou que o regulamento da prova já foi encaminhado para a FIA, para aprovação: “O Rally Serras de Fafe e Felgueiras do próximo ano será alargado a mais concelhos, como Vieira do Minho e Boticas. Há várias novidades, como é o caso de classificativas completamente novas. Mesmo em Felgueiras, uma das ‘especiais’ apresentará alterações”, acrescentou aquele responsável.

  • Adruzilo Lopes coloca pneus Kumho no 8º lugar absoluto do Campeonato de Portugal de Ralis

    A façanha torna-se ainda a mais relevante pois o lugar alcançado corresponde ao primeiro entre os que não utilizaram viaturas R5. E apenas só a ausência em algumas provas impediu o piloto de juntar a este resultado o título entre os RC2N.

    A época começou logo da melhor forma, com a conquista do triunfo entre os RC2N no Rally Serras de Fafe e Felgueiras, impondo assim Adruzilo Lopes os pneus Kumho nos desafiantes pisos de terra nortenhos, realizando aos comandos do Mitsubishi EVO IX da Domingos Sport uma fantástica exibição que foi ainda coroada com um 8º posto entre todos os concorrentes do campeonato.

    O calendário competitivo do piloto só teria recomeço no Rai Vinho Madeira, onde Adruzilo Lopes optou por alinhar com um Peugeot 208 VTi R2. Acompanhado, como sempre, pelo navegador Paulo Silva, viu a sua prova muito condicionada por problemas de motor no primeiro dia. Mesmo assim, venceu três especiais entre os 2R2M ao longo do rali e conseguiu ser 9º classificado na luta pelos pontos pelo campeonato principal.

    O Mitsubishi EVO IX regressou às lides no Rai Alto Tâmega e Adruzilo Lopes não deu veleidades aos adversários do Grupo RC2N, vencendo e juntando a esse feito mais um 8º lugar nas contas da geral do CPR.

    Já o Rali Vidreiro teria um desfecho precoce e trágico que abalou todos quantos fazem parte do CPR. No momento em que o mesmo foi interrompido, Adruzilo Lopes era 9º da geral e liderava o grupo, sendo esses os resultados que viriam a ser homologados.

    Na terra se iniciou a época de 2020, na terra a mesma teve o seu fim. O Rali Terras D’Aboboreira foi o palco de uma prova magnífica e onde o piloto Kuhmo voltou a puxar dos galões e a assinar uma “faena” impressionante, fechando o campeonato com um brilhante 8º posto e mais uma vitória no grupo.

    No balanço final da época, ficam assim as 4 vitórias no Grupo RC2N e o pleno de presenças dentro do Top 10 absoluto do CPR. A isto se junta o facto de ser o piloto melhor classificado na geral final, entre os que não usaram os R5 como arma competitiva.

    Para Alfonso Salgueiro, diretor geral da ASR Tyres, empresa representante da Kumho Motorsport na Península Ibérica, estes resultados “são notáveis e sendo muito frutos do mérito do piloto, revelam também a competitividade dos pneus Kumho nas mais diversas condições e pisos e o esforço que a ASR Tyres tem feito, em conjunto com a Kumho, para evoluir e aumentar a nossa aposta e presença no desporto automóvel”.

    O responsável galego considera ainda que “esta parceria com o Adruzilo Lopes foi muito importante não apenas pelos excelentes resultados, mas também pelo enorme trabalho de desenvolvimento dos pneus que que com ele efetuamos, a exemplo do que temos vindo a fazer com pilotos consagrados nos diferentes mercados europeus onde estamos presentes”.

    Alfonso Salgueiro garante que “vamos continuar em 2021 a apostar neste tipo de parcerias, estando a ser preparado um plano que aumentará muito mais o nosso esforço no Motorsport!”.