Autor: VMotores

  • Filipe Albuquerque com a Wayne Taylor Racing no Campeonato Norte Americano de Resistência em 2021

    Filipe Albuquerque vai disputar em 2021 a época completa do Campeonato Norte Americano de Resistência (IMSA WeatherTech SportsCar Championship) com a Wayne Taylor Racing partilhando a condução do Acura ARX-05 com Ricky Taylor em permanência e com Alexander Rossi  e Helio Castroneves nas provas mais longas. O piloto português enfrenta um novo desafio, com uma nova equipa e com um novo carro. No entanto, as ambições mantém-se inalteráveis, ser Campeão!

    Depois de a época impar que viveu em 2020 com o título de Campeão do Mundo de Resistência LMP2, Campeão do European Le Mans Series e vencedor das 24h de Le Mans, Filipe, que já foi bem sucedido no IMSA, com vários pódios e sobretudo duas vitórias nas 24h de Daytona, quer chegar ao título.

    E para isso conta com uma equipa vencedora. A Wayne Taylor Racing está no IMSA desde 2007 e desde então somou sucessos: venceu três vezes as 24h de Daytona, duas as 12h de Sebring e três vezes Petit Le Mans. Para além disso conta no seu currículo com três títulos de pilotos e oito de construtores. À equipa junta-se ainda a experiência de Ricky Taylor, actual campeão em título.

    Filipe Albuquerque está por isso munido das ‘armas’ necessárias para lutar pelo título: “Estou muito feliz com este novo projeto. A Wayne Taylor Racing é uma das melhores equipas do Campeonato, estão sempre na luta pelas vitórias. A minha motivação não poderia estar mais em alta. Os meus companheiros de equipa foram meus adversários no passado e conheço bem o seu potencial em pista. Acho que estão reunidas todas as condições para o sucesso”, começou por referir o piloto de Coimbra.

    O Campeonato Norte Americano de Resistência arranca a 30 de Janeiro com as 24h de Daytona pelo que Filipe tem bastante trabalho pela frente: “Costumo adaptar-me rápido às mudanças pelo que acredito estar na primeira prova do ano completamente à vontade com o Acura e com toda a estrutura técnica. Estou muito entusiasmado para começar a trabalhar. Espero que 2021 seja, em termos desportivos, tão bom como 2020. Seria um óptimo sinal…”, concluiu.

  • Luís Nunes: “Foi uma época difícil, mas acho que o nosso título é justo”

    Voltando a afirmar-se como uma das grandes figuras do Campeonato de Portugal de Montanha, Luís Nunes sagrou-se bicampeão nacional de Turismos em 2020 e ainda conseguiu um brilhante top 5 na geral absoluta da competição. O piloto do concelho de Valpaços fez o balanço de uma época atípica, mas que terminou com mais um título para o seu multifacetado palmarés.

    Campeão da categoria de Turismos em 2019, a época de Luís Nunes nem começou da melhor forma, em março, devido a problemas mecânicos que o impediram de lutar pela vitória na categoria na Rampa Porca de Murça. Contudo, o piloto do concelho de Valpaços não baixou os braços e impôs a sua rapidez nas provas seguintes, recuperando o comando do campeonato na Rampa da Arrábida, com mais uma vitória indiscutível nos Turismos.

    A anulação da Rampa de Boticas, devido à pandemia de COVID-19, definiu os novos campeões nacionais de Montanha com os resultados na Arrábida, tendo Luís Nunes confirmado o seu quarto título nesta disciplina do desporto automóvel, depois de também já ter sido campeão nas Perícias e na Velocidade. Um resultado que o levará a representar Portugal no prestigiado FIA Hill Climb Masters, em 2021.

    “Foi uma época atípica, difícil para todos, pelas circunstâncias que estamos a viver. Mas acho que o nosso título é justo”, afirmou o piloto do Ford Fiesta R5+. “Tivemos de recuperar os pontos perdidos em Murça e ser bicampeão acaba por ser uma recompensa por termos sempre acreditado que era possível. Tenho de agradecer à equipa ARC Sport e a todos os meus patrocinadores, em especial ao município de Valpaços, que represento com todo o orgulho. Um obrigado também à minha família, amigos e a todas as pessoas que me apoiam nas provas e fora delas”, referiu Luís Nunes, que além de ter sido campeão nacional de Turismos também venceu a Divisão 3.

  • Peugeot estreia novos SUV 4008 e 5008 e lança berlina 508 L PHEV

    Os novos Peugeot 4008 e 5008 são desvendados em Estreia Mundial ao público chinês, no stand da Dongfeng Peugeot no Salão de Cantão, duas novas propostas SUV que serão lançadas nos primeiros meses de 2021. O novo Peugeot 508 L PHEV, berlina híbrida plug-in moderna e dinâmica, é comercializada oficialmente a partir de agora.


    Com os novos Peugeot 4008 e 5008, que assumem o design inspirado e moderno dos modelos europeus, a marca francesa passa a contar na China com uma oferta SUV completamente renovada. O lançamento do Peugeot 508 L PHEV, a berlina híbrida plug-in reforça também a atratividade da gama. Trata-se do terceiro modelo eletrificado lançado no espaço de um ano, após o Peugeot e-2008 100% elétrico e o Peugeot 4008 PHEV 4WD, proposta híbrida plug-in de tração integral.

    A Dongfeng Peugeot está determinada em acelerar o seu desenvolvimento no mercado chinês, através da sua gama tecnológica de design atrativo. A marca envia um forte sinal aos clientes chineses, fãs do Leão, com o lançamento destes três novos produtos, associados ao 210º aniversário da Peugeot, no salão de Cantão.


    Novos PEUGEOT 4008 e 5008: design atrativo, gama SUV renovada

    Os novos SUV PEUGEOT 4008 e 5008 adotam o design dos seus congéneres europeus. As suas grelhas apresentam um motivo técnico, que nasce em redor do Leão colocado ao centro e se funde com os flancos, criando um efeito visual espetacular. As luzes LED verticais assinam a modernidade da secção frontal. Já os faróis traseiros com garras 3D e indicadores de mudança de direção progressivos destacam a tecnologia dos modelos. A sua silhueta geral combina elegância e dinamismo, com um aspeto felino.

    O PEUGEOT i-Cockpit® evolui para se tornar na referência no segmento C-SUV na China. O novo touchscreen central tem 10 polegadas e o cluster digital de 12,3 polegadas adota a tecnologia “normally black”, que permite criar contrastes otimizados e elevada legibilidade. O interior é enriquecido com detalhes específicos, incluindo um novo acabamento em couro bege claro.

    Os novos PEUGEOT 4008 e 5008 tornam-se, assim, modelos de topo na gama SUV da PEUGEOT DONGFENG. Após o lançamento dos PEUGEOT 2008 e e-2008 em maio último, a gama SUV é completamente renovada e reafirma a sua subida em gama.

    Estes novos modelos perpetuam o espírito de inovação da PEUGEOT, marca que celebra os seus 210 anos em 2020. O ADN da mais antiga marca automóvel do mundo assenta sobre os seus engenheiros e designers, que desafiam as normas para repensar padrões de mobilidade, de tecnologia e de estilo.

    Novo PEUGEOT 508 L PHEV, nova gama eletrificada

    Também a berlina híbrida plug-in PEUGEOT 508 L PHEV irá chamar a atenção dos visitantes no Salão de Cantão. O modelo dirige-se a clientes urbanos “hedonistas modernos” que se focam na qualidade dos produtos, nas novas tecnologias e na qualidade de vida que estas proporcionam.

    O design exterior do Peugeot 508 L PHEV inspira-se nos concept-cars Exalt e Instinct, pela silhueta dinâmica e afilada, bem como pelo design das suas grelhas. A assinatura na frente do capô presta homenagem ao 504. O Peugeot i-Cockpit (cluster digital, volante compacto e touchscreen, completado por teclas do tipo piano) dá ao interior um visual futurista e de elevada qualidade.

    O 508 L PHEV está equipado com um motor térmico 360 THP (injeção direta com turbo), associado a um motor elétrico Aisin. Estes motores são acoplados a uma transmissão automática Aisin, de 8 velocidades. A potência combinada atinge os 183 kW e um binário máximo de 360 Nm. São propostos três modos de condução: 100% elétrico, Híbrido e Sport. O prazer de condução é amplificado pelo chassis e pelas ajudas à condução semiautónomas Adas 2.0. A segurança é de topo, fruto de um dispositivo de proteção da bateria em caso de colisão, que foi testado em 12 condições extremas.

  • O Team Consilcar, de Edgar Condenso e Nuno Silva, disputou este domingo o derradeiro dia da Baja TT Dehesa Extremadura, evento que integra o Campeonato de Espanha de Rallyes de Todo-o-Terreno.

    Num dia em que a equipa alinhou em modo Super Rally, por não ter completado a etapa de ontem, a dupla tinha pela frente um Setor Seletivo (SS) composto por 150 quilómetros ao cronómetro, que acabaria por ser superado com sucesso, à luz dos condicionalismos. “Partimos da última posição e por isso foram muitos os pilotos com quem nos cruzámos e que tivemos de superar, o que obriga a uma atenção e cuidados extra”, explicou Edgar Condenso, que acrescenta: “Mas o que nos deixa mais satisfeitos, é que apesar da posição em que partimos e do muito pó que também apanhámos, rodámos ao longo de todo o SS entre o quarto e o quinto tempos, um ritmo que nos permitiu estar entre os mais rápidos do setor neste exigente evento.”

    Uma participação que se salda por um balanço positivo: “Depois do toque de ontem, sabíamos que hoje o dia não iria ser fácil, mas felizmente conseguimos terminar, que era o nosso objetivo, e com uma prestação, em termos de andamento, muito satisfatória”, frisou Nuno Silva. “Esta foi a nossa prova de encerramento de mais uma época de história do Team Consilcar. Muito obrigado a todos os nossos parceiros, equipa, família, amigos e adeptos. É graças a todos vocês que a nossa longevidade no todo-o-terreno é possível e o nosso desejo é que a temporada de 2021 chegue o quanto antes. Até para o ano!”, finalizou a equipa portuguesa.

  • Troféu Mighty Mini: Penalidades, Safety Car e discussão final aos centésimos de segundo

    O Troféu Mighty Mini foi ao Circuito do Estoril esta sexta-feira para disputar a terceira corrida do ano na 8ª edição dos 250 km do Estoril. Com o sol a brilhar e uma temperatura amena, estava dado o ponto de partida para um excelente dia de competição.

    A prova teve lugar curiosamente a uma sexta-feira devido às restrições impostas. Como vem sendo habitual nos dias que correm, não havia publico nas bancadas, mas que não deixou de contar com uma grande competitividade em pista.

    Com a sessão de qualificação pela manhã, a “Pole Position” foi para a dupla Jorge Setas/Armindo Ferreira, mas com os três primeiros dentro do mesmo segundo. No segundo lugar da grelha saíam a nova dupla Vasco Nina/Nuno Afoito e na terceira posição Rúben Veludo/Rui Costa (o vencedor de 2017). Na quarta posição, José Carvalhosa/Piero Dal Maso/Nuno Nunes que se estreavam no carro e na quinta qualificou-se o brasileiro João Fedorowicz (segundo no campeonato). Miguel Sardo/Paulo Frazão eram os sextos, Paulo Sousa/Francisco Pinto os sétimos e na oitava posição Mariana Pinto Abreu. A luta entre os oito fantásticos Mini prometia animação do início ao fim.

    Jorge Setas/Armindo Ferreira colocaram a sua experiência em jogo para se posicionarem na dianteira do grupo onde também vinha o Mini de José Carvalhosa/Piero Dal Maso, do rookie Rubén Veludo que fazia parceria com Rui Costa e da dupla Vasco Nina/Nuno Afoito. Miguel Sardo e Paulo Frazão tiveram um problema elétrico e atrasavam-se enquanto João Fedorowicz lutava com Paulo Sousa/Francisco Pinto e Mariana Pinto Abreu rodava na 7ª posição.

    Entretanto o Mini de Jorge Setas/Armindo Ferreira aproveitava o cone de um Datsun, fugindo do comboio inicial e ganhava terreno gerando ainda mais animação mais atrás com os Mini de Carvalhosa/dal Maso e João Federowicz a lutar com outro Datsun 1200.

    Quando tudo ia a correr bem para os líderes, numa das paragens obrigatórias, Jorge Setas/Armindo Ferreira entram nas boxes com um pneu rebentado e entregam a liderança ao brasileiro João Federowicz, que agora passava a comandar o grupo dos pequenos modelos britânicos após a primeira paragem.

    Safety car aumenta emoção e discussão termina às décimas

    João Fedorowicz que era então o líder, foi penalizado com um Stop-and-go por não cumprir o tempo de paragem obrigatório nas boxes e depois de realizar esta punição, é novamente penalizado por ter pisado a linha branca à saída das boxes, o que relegou o piloto brasileiro para o meio do pelotão dos Mini.

    Mas a menos de meia hora do final da prova entra o Safety Car devido ao Mini da dupla Rúben Veludo/ Rui Costa ter derramado óleo na pista e pelotão fica novamente todo agrupado. Assim no final eram 5 Minis que poderiam lutar pela vitoria colados atrás do Safety Car (Jorge Setas/Armindo Ferreira, Carvalhosa/Dal Maso, João Fedorowicz, Paulo Sousa/Francisco Pinto e Vasco Nina/Nuno Afoito). Estava assim lançada novamente a discussão pela vitória e tornar o final incerto. Só a 15 minutos para o término da prova é que pista fica novamente limpa.

    Quando o Safety Car sai para as boxes, há uma troca de posições entre todos e uma aguerrida luta pelo primeiro lugar. A dupla líder inicial acaba por fazer uma fantástica recuperação e ganha a prova por milésimos de segundo. Em segundo fica Paulo Sousa/Francisco Pinto que acabaram por conseguir o segundo lugar após uma prova muito regular e o terceiro a cortar a meta foi João Federowicz, mas este acabou por ser penalizado em 30 segundos (por não cumprir o último Drive Through imposto) e caiu para o quarto lugar. Assim, os terceiros classificados foram José Carvalhosa/Piero Dal Maso e os quartos classificados foram Vasco Nina/Nuno Afoito, a apenas, imagine, 0,553 segundos após 2 horas. Na categoria Mighty Mini, para pilotos com menos de 40 anos, a vencedora acabou por ser Mariana Pinto Abreu, a primeira vitória da jovem piloto, com o rookie do ano Rúben Veludo em segundo lugar.

    Para Diogo Ferrão “foi mais uma prova de cortar a respiração no Troféu Mini, onde apesar das duas horas, foi normal ver três carros a curvar lado a lado e as últimas ultrapassagens que se fizeram nas duas horas de prova. Uma palavra para os vencedores que tiveram o azar do furar um pneu, mas com garra e persistência e a sorte que lhes faltou no início, conseguiram colar-se aos lideres na entrada do safety car e ganhar a prova.”

    Neste ano atípico, ao contrário do que é habitual, o Troféu Mini não termina nos 250KM do Estoril, pois o evento de Jerez de la Frontera foi adiado para 12/13 de Dezembro onde serão decididos os vencedores do Troféu. Ainda existem 6 candidatos ao título a menos de 25 pontos quando existem 41 em disputa. Miguel Sardo, que faz a sua primeira época nos automóveis, os anteriores líderes Nuno/José Dias que falharam esta prova, o rookie Ruben Veludo que tem impressionado, Jorge Setas e Vasco Nina empatados na segunda posição a apenas 3 pontos do líder e o brasileiro João Federowicz, que passou nesta prova para a liderança do Troféu. Tantos candidatos e diferenças tão pequenas deixam antever uma prova mais competitiva em Jerez de la Frontera.

  • Daniel Berdomás leva Kumho ao triunfo no Rali de Terra de Madrid

    A aposta da ASR Tyres e da Kumho nos “jovens lobos” espanhóis já está a dar dividendos. Daniel Berdomás e António Solórzano deram aos pneus coreanos uma fantástica vitória entre as duas rodas motrizes no Rai de Terra de Madrid. Já a dupla formada por Pérez Abeijón e Brais Mirón rubricou uma grande exibição até a mecânica os forçar à desistência.

    As duas duplas Kumho assumiram desde o primeiro quilómetro protagonismo na luta pela primazia da categoria. Berdomás assinou o 2º tempo na primeira especial, com abeijón logo atrás, começando a provar que a simbiose entre os seus Peugeot 208 Rallye 4 e os pneus Kumho estava a tocar as raias da perfeição. A 2ª PEC da prova foi anulada e as duplas Kumho lançaram-se ao ataque no terceiro troço cronometrado, com Álvaro Pérez Abeijon a “voar baixinho”, vencendo a especial e saltando para o comando da classificação nas 2R2L, colocando-se Berdomás logo atrás de si, a menos de meio segundo.  Berdomás e Solórzano assaltaram o comando na classificativa seguinte, trocando de posição com a outra dupla Kumho, que caiu para o segundo posto, mantendo-se a diferença temporal em poucas décimas.

    A chuva viria a fazer a sua aparição na ronda vespertina. E caiu de tal forma forte que a primeira especial da tarde foi também anulada, ficando assim duas classificativas para cumprir. Berdomás atacou e venceu na primeira e chegou ao comando, mercê da desistência de Abeijón, devido a danos no radiador do Peugeot 208 Rallye 4, provocando ainda danos no motor. A última PEC, percorrida com o piso totalmente alagado, foi um autêntico cumprir de calendário para Daniel Berdomás e Antonio Solórzano. Partindo com quase um minuto de vantagem sobre os mais diretos adversários, a dupla Kumho abrandou o ritmo e carimbou uma brilhante vitória na categoria 2R2L na última prova do ano para o Campeonato de Espanha de Ralis de Terra.

    A ASR Tyres e a Kumho vão dar continuidade ao apoio a jovens pilotos. Está também a colocar em marcha o programa “Queres Ser Piloto Kumho?!” que, em 2021, será desenvolvido em Espanha e em Portugal. A iniciativa oferecerá descontos na utilização dos pneus Kumho e terá como prémio final a participação num rali aos comandos do novo Toyota Yaris GR-4.

  • Novo Kuga Hybrid entrou em produção

    Novo Kuga Hybrid é autocarregável e comuta automaticamente entre energia elétrica pura e energia de combustível para proporcionar uma condução sem esforço e um alcance de 1.000 km.

    A Ford expandiu ainda mais a sua linha de SUVs Kuga eletrificados com o novo Ford Kuga Hybrid, capaz de percorrer 1.000 kms, movido a combustível e eletricidade, sem ter de parar para reabastecer ou recarregar. De uso simples, a bateria autocarregável de 1,1 kWh do Kuga Hybrid é automaticamente carregada tanto pelo motor a combustível de 2,5 litros como pela utilização do carregamento regenerativo na travagem ou descida. A energia armazenada alimenta o motor elétrico para um melhor desempenho, apoia a eficiência do motor a combustível ou permite uma condução puramente elétrica. O Kuga Hybrid comuta automaticamente entre configurações de potência adaptando-se ao cenário de condução.

    O sofisticado motor híbrido do novo modelo é único na linha Ford Kuga. Proporciona a máxima eficiência de potência puramente elétrica, sem necessidade de recarregar a partir de uma fonte de energia externa, e a comodidade de condução, a gasóleo ou gasolina, de 1.000kms de autonomia total. O Kuga Hybrid é também o primeiro Kuga a combinar um motor eletrificado com a opção da sofisticada tecnologia de tração integral inteligente da Ford, dependendo do mercado, para uma experiência de condução otimizada. Tanto a tração às rodas dianteiras como as variantes de tração integral inteligente melhoram o caráter divertido de condução, 190 PS (187cv) utilizando uma função de mudança de velocidades simulada para a transmissão com repartição da potência. A tecnologia foi concebida para rivalizar com as mudanças de velocidade de uma transmissão automática convencional para um maior envolvimento do condutor.

    “Cada um dos nossos modelos eletrificados do Kuga traz um conjunto único de benefícios. Para o nosso novo Kuga Hybrid, além da eficiência de combustível e autonomia de condução que rivaliza com o diesel, temos também a confiança extra oferecida pela tração integral inteligente e o carregamento fácil sem necessidade de cabos para uma condução puramente elétrica”, disse Roelant de Waard, vice-presidente de Marketing, Vendas & Serviços da Ford Europa. “A Ford está empenhada em oferecer uma escolha de veículos eletrificados, para que cada cliente possa encontrar a solução perfeita que se adapta perfeitamente à sua vida. Nenhum modelo demonstra isso melhor do que o Kuga”.

    Este é um dos 17 veículos eletrificados que a Ford vai apresentar aos seus clientes na Europa antes do final do próximo ano. A produção do novo Kuga Hybrid está em curso na fábrica da empresa em Valência, Espanha. As avançadas baterias de iões de lítio do Kuga Hybrid são também montadas na fábrica de Valência, após um investimento de 24 milhões de euros numa nova instalação de montagem de baterias de última geração para apoiar a estratégia de eletrificação da Ford na Europa.

    O Kuga Hybrid completa a linha mais eletrificada de um modelo alguma vez oferecido pela Ford, e junta-se ao Kuga Plug-In Hybrid e ao EcoBlue Hybrid de 48-volts Mild-Hybrid, juntamente com os tradicionais motores a gasolina e gasóleo para uma gama abrangente de opções de motorização.

  • GT4 arranca em Jerez de La Frontera

    Neste ano atípico e complicado de diversos modos os eventos internacionais tem sofrido bastante. No entanto, estão agora reunidas para entregar o titulo das GT4 South European em 6 corridas em dois eventos. Os GT4 vão arrancar em Dezembro, nos dias 12 e 13, no fantástico circuito de Jerez de La Frontera no sul de Espanha.

    O anúncio por parte da União Europeia de que não irá voltar a fechar fronteiras, dá mais garantias à organização para a realização desta prova e que conta com diversas equipas estrangeiras que, obviamente, terão que se deslocar dos seus países de origem para os circuitos Ibéricos, onde esta competição se centra. 

    Como foi anunciado no inicio do ano, os moldes deste campeonato terão apenas dois dias de duração, onde serão realizadas três corridas: duas de sprint e uma de resistência, permitindo a presença na mesma equipa de 1 ou 2 pilotos. 

    Destacando que as corridas em ambos os eventos serão em conjunto com o Campeonato Andaluz e a GT Interseries, garantindo grelhas de partida com 15 ou mais carros.
    A visita ao circuito Espanhol em conjunto com o Campeonato Andaluz, que conta normalmente com dois Ginetta G50 GT4, será um inicio prometedor de um campeonato que junta carros de sonho, todos com o andamentos similares graças ao BOP da SRO e que deliciam o público e pilotos com o seu andamento e lutas em pista.

    A ronda seguinte será em Portimão, a 23 e 24 de Janeiro de 2021, com mais três corridas nesse fim-de-semana, desta vez em conjunto com os alemães da GT Winter Series, que o ano passado tinham 8 modelos GT4 na sua prova de Portimão.

    Equipas de 2020 voltam a apostar no GT4 South

    Antes de avançar, a organização contactou as equipas interessadas e irá contar com os Ingleses da Tockwith Motorsport, vencedores da categoria GTC em 2019 com o seu Ginetta G50 e que já apresentaram os seus pilotos, assim como a Bullitt Racing, neste momento só com o Mercedes AMG para o chefe de equipa. Por último. também a MDriving Racing Team, cujo Mercedes AMG venceu a Pro-AM em 2019, irá voltar com José Monroy e um segundo piloto ainda por apresentar.

    Diogo Ferrão, Responsável da Race Ready, referiu que “2020 foi um ano complicado, mas falando com as equipas e vendo o seu interesse, conseguimos em parceria com a Federação Andaluza e a GT Winter Series juntar esforços e avançar com um mini-Campeonato. Assim, em Jerez iremos juntar-nos aos dois GT4 do Campeonato Andaluz, esperando termos já seis GT4 à partida e em Portimão devemos estabelecer o record de GT4 a correr em Portugal na mesma corrida. Existem mais equipas em negociação, mas neste momento é o que podemos, para já, revelar.” 

  • Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida: Parcídio Summavielle conquistou o tri na Divisão 1!

    Com mais uma magnífica exibição, o piloto fafense conseguiu ainda garantir o Top 5 final do campeonato na Categoria Turismos.

    E a terceira prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group até começou com um momento de grande tensão para o piloto e a sua equipa. No sábado de manhã, pouco tempo antes da subida inaugural de warm-up, o motor do Renault Clio R3 recusou-se a funcionar. A equipa tentou tudo e parecia que o problema não ia ter mesmo solução até que, após muito trabalho lá se ouviu o rugir do carro francês, mesmo a tempo de alinhar. Parcídio Summavielle falou do episódio no final, afirmando que “num momento particularmente difícil quando pensávamos que só nos restava desistir, depois de tanta luta e sacrifício, mm piloto amigo, o José Carlos Magalhães, envolveu-me num abraço que ocultou a todos as lágrimas que me desciam as faces. Foi quando nos agarramos com mais empenho ainda ao trabalho que tínhamos pela frente e lá conseguimos colocar o carro a funcionar!”.

    E ao longo do fim-de-semana, Parcídio Summavielle foi sempre subindo “com aquela desconfiança de que algo poderia suceder. Sabia que tinha de terminar e pontuar para assegurar o título na minha Divisão e tentar ainda um resultado que me mantivesse no Top 5 entre os Turismos. Isso condicionou um pouco a vontade de atacar e acabamos por fazer refletir alguma prudência nos tempos realizados”.

    No fecho da prova, o 5º lugar na categoria e o 2º na divisão foram claramente mais do que suficientes para assegurar os objetivos da época. Já mais aliviado, o piloto fafense assumiu que “foi uma prova muito difícil e muito emotiva. Estava em um título, o terceiro seguido e felizmente conseguimos!”. Parcídio realçou que “fizemos bem o nosso trabalho, desta vez sem a colaboração da PT Racing, o que dificultou mais um pouco as coisas, mas o Rui Lopes foi enorme, fantástico e, com a sua chama gigante, lá foi dando conta do enorme desafio de ter sempre o Clio em condições. O Tri já cá canta!”.

    Parcídio Summavielle testou pneus Kumho

    A rampa de encerramento do CPM JC Group marcou também o que poderá ser o início de uma parceria.  A convite da ASR Tyres, importador dos pneus de competição Kumho para a Península Ibérica, Parcídio Summavielle “calçou” o Renault Clio com os pneumáticos da marca coreana. Para o fafense este “foi um convite irrecusável e quero agradecer à Kumho e à ASR Tyres, na pessoa do Alfonso Salgueiro, por me terem concedido o privilégio de testar os Kumho e logo com o desafio de enfrentar as condições que tivemos aqui na Arrábida”.

    Ao longo do fim-de-semana, Parcídio Summavielle utilizou vários compostos e ficou “muito impressionado com a evolução que os Kumho estão a ter. As misturas utilizadas são mais próprias para ralis, mas revelaram estar já a um nível muito alto, dando confiança para rodarmos a fundo, independentemente das condições do piso. Adorei!”.

    No fecho da prova e do campeonato, quis deixar uma palavra “de aplauso e agradecimento ao Clube Motorizado de Setúbal e à Câmara Municipal de Setúbal que tiveram a coragem, com o apoio da Secil, de realizar a Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida. Foram magníficos e provaram que há um Portugal que resiste, que se empenha e sobretudo que trabalha em prol da comunidade!”. Quis ainda realçar que “fui testemunha que foram respeitadas todas as regras de segurança sanitária, até para lá do exigido. Muitos parabéns!”.

    “Na próxima época gostaria de competir com um GT!” – revela Parcídio Summavielle

    3 títulos em 3 anos na sua Divisão, feito a que adicionou presenças nos lugares cimeiros da sua Categoria, mesmo tendo, na esmagadora maioria das provas competido com um carro muito limitado na competitividade face aos principais candidatos, fazem com que Parcídio Summavielle considere que “chegou a hora de tentar fechar este ciclo e partir para novos desafios. Com a ajuda dos amigos, estou a tentar montar um projeto ambicioso para 2021. Temos feito já contactos com equipas para aquilatar dos custos e das condições para poder atacar a Categoria GT no próximo Campeonato de Portugal de Montanha”. O piloto edil reconhece que “estamos numa altura muito difícil para conseguir patrocínios, mas vamos tentar com toda a alma. Uma coisa é certa, só abraçaremos esse desafio se tivermos condições para lutar pelo título!”.

  • José Carlos Pouca Sorte termina época com pódio entre os Turismos 2

    O piloto de Resende enfrentou vários problemas mecânicos mas conseguiu terminar a sua primeira época no campeonato maior com mais um pódio na sua divisão.

    Foi um fim-de-semana atribulado para José Carlos Pouca Sorte. O BMW M3 não quis colaborar e os problemas mecâncios que afetaram a máquina bávara condicionou o andamento do piloto.

    Na 1ª subida do evento rodou em 2.16.581, para logo de seguida na 1ª subida de treinos, acaba por fazer um tempo excelente, fazendo toda a rampa da Arrábida  em 2.13.218 à média de 83,7 km/h, sendo o 16ª na classificação geral. Mas na segunda subida de treinos um problema técnico impede que o piloto pudesse fazer esta subida. A equipa de assistência, tenta solucionar o problema e José Carlos Pouca Sorte vai para a largada para fazer a primeira subida oficial de prova, onde não consegue atingir o  final. 

    Depois de algum tempo a tentar solucionar o problema, no domingo de manha, logo na subida da warm up 2, José Carlos Pouca Sorte, debaixo de chuva torrencial, acabaria por fazer o melhor tempo de todo o fim de semana com 2.12.984 à média de 86,6km/h, para na segunda subida oficial de prova, volta a melhorar os tempos anteriores, fazendo toda a extensão da rampa da Arrábida em 2.11.081 à média de 87,8 km/h, sendo o 11º melhor tempo na classificação geral. Para a derradeira subida, José Carlos Pouca Sorte, ao “ataque” acaba por fazer o melhor tempo de todo o fim de semana encerrando com “ chave de ouro “ a sua participação na Rampa da Arrábida, fazendo 2.10.577 à média de 88,2 km/h. 

    No final depois de estar na posse dos troféus disse-nos “ consegui chegar ao fim, cheguei a pensar que tal não fosse possível, mas felizmente que a minha equipa de assistência conseguiu resolver o problema e o melhor que eu podia fazer era andar  depressa e melhorar os tempos, objectivo esse alcançado, por isso estou muito satisfeito, pois consegui o primeiro lugar na categoria E 1 B, e o segundo classificado nos Turismos 2.Agora há que começar a preparara a próxima época, pois infelizmente a Rampa de Boticas foi anulada”, conclui José Carlos Pouca Sorte.