Autor: VMotores

  • Pedro Silva ao ataque no Vidreiro

    É já no próximo fim de semana que a dupla Pedro Silva / Nuno Rodrigues da Silva, vai marcar presença no Rali Vidreiro 2020 . A dupla aponta à luta pelos lugares cimeiros na prova do Campeonato Centro de Ralis.

    Depois do excelente resultado conseguida pela dupla de Rodão no ultimo Constálica Rally Vouzela, que lhes permitiu ascender ao 5º lugar Absoluto do Campeonato do Centro de Ralis (CCR), ao 2º lugar da geral das 2RM e também ao 2º lugar do Desafio Kumho , Pedro Silva e Nuno Rodrigues da Silva vão estar novamente ao ataque no próximo fim de semana , por terras da Marinha Grande, em mais uma edição do Rali Vidreiro.

    Para Pedro Silva esta participação é feita levando muito a sério “as características do traçado deste Rali, muito rápido e claramente a favorecer carros com mais potencia e mais rápidos que o nosso, prevejo mais dificuldades para voltar a conseguir o brilharete que fizemos em Vouzela. No entanto e, apesar destas naturais dificuldades do traçado, aliadas ao facto de irmos correr na casa dos nossos adversários mais directos, entraremos a disputar o Rali com a determinação e a convicção de sempre”.

    Garante que vão entrar “ao ataque , com o mesmíssimo espírito com que iniciámos em Vouzela e que tão bons resultados nos deu e que nos catapultou para lugares de destaque nas varias classificações que , neste momento , estamos a disputar. Vamos dar tudo para manter, ou até melhorar , o 5º lugar à Geral no CCR, e as posições no Desafio Kumho e nas 2RM. Vai ser sem duvida o maior teste da época mas vamos ao Vidreiro para mostrar que estamos no bom caminho , apostando numa toada consistente e agressiva, desde o primeiro metro. No final faremos as contas e essas espero que nos sejam bem favoráveis.Contamos com o apoio de todos!”


  • Daniel Nunes no Vidreiro

    Daniel Nunes e Nuno Mota Ribeiro vão estar presentes na próxima prova do Campeonato Portugal de Ralis, o Rali Vidreiro Centro de Portugal, que irá para a estrada nos dias 9 e 10 de Outubro de 2020. Aos comandos do Peugeot 208 R2 a dupla vai à Marinha Grande com intuito de vencer o Challenge R2&You e de conseguir andar nos lugares cimeiros da classificação, no que ao Campeonato Portugal de Ralis 2 Rodas Motrizes diz respeito.

     “Após o Rali Alto Tâmega reunimos e analisamos vários cenários mas a decisão recaiu em nos mantermos aos comandos do nosso Peugeot 208 R2 no Rali Vidreiro pois lideramos o Challenge R2&You e, como está no regulamento da competição, esta será a última prova onde queremos vencer e festejar a conquista do Challenge R2&You”, começou por referir o piloto Daniel Nunes.

     “Quanto ao Campeonato Portugal de Ralis 2 Rodas Motrizes, vamos tentar andar nos lugares cimeiros da competição, o que será um enorme desafio tendo em conta as diferenças existentes entre o nosso Peugeot e os novos Rally4 mas como gostamos de desafios e nunca atiramos a toalha ao chão, vamos fazer de tudo para alcançarmos os nossos intentos”, adiantou o piloto, que terá Nuno Mota Ribeiro na bacquet direita do Peugeot 208 R2.

     Organizado pelo Clube Automóvel da Marinha Grande, o Rali Vidreiro Centro de Portugal vai para a estrada nos dias 9 e 10 de Outubro de 2020 e contará com tripla passagem pelas especiais de Campos do Lis (9,96km), Pinhal do Rei (8,64km) e São Pedro Moel (13,55km) perfazendo 96,45 km ao cronómetro.

  • Joaquim Teixeira com olhos postos no pódio de Turismos

    Líder da Categoria após Murça, o piloto do Bompiso Racing Team está ansioso por este recomeço do campeonato. Quer estar forte na da Serra da Estrela e reclamar um lugar ao sol entre os melhores.

    Após uma paragem de largos, o Campeonato Portugal Montanha, regressa, já no próximo fim de semana, na Rampa Serra da Estrela e Joaquim Teixeira estará presente nesta segunda jornada com os olhos postos no pódio nesta categoria.

    O piloto transmontano disse-nos que “já estou com saudades de participar numa prova de montanha, pois a última prova realizou-se em Março. Vou para a Serra da Estrela com a motivação que sempre me tem norteado e focado em estar na luta pelo pódio na categoria onde participo. Este ano o campeonato será mais curto e temos de aproveitar todas as oportunidades para podermos ficar no pódio dos Turismos e da Divisão TCR, continuando assim a perseguir os objetivos traçados para a época”.

    Na opinião de Joaquim Teixeira, esta rampa que é muito bonita e segura, em condições normais permitia-lhe lutar mesmo pela vitória na categoria, mas realizada nesta altura do ano onde a probabilidade de chuva é enorme, “não é benéfica para mim pois, o meu Cupra TCR só tem duas rodas motrizes e, que embora seja competitivo, está em desvantagem no duelo contra viaturas de quatro rodas motrizes. Mas não deito a toalha ao chão. Não é essa a minha essência, pois o meu lema sempre foi só desistir após a última subida de prova!”.

    Joaquim Teixeira apresenta-se na Covilhã depois de ter realizado uma exibição fenomenal em Murça, nos idos de março, que o levou a vencer a geral da Categoria Turismos e a pulverizar a sua melhor marca no traçado transmontano. Aliás, o piloto quer utilizar o seu novo Cupra TCR para “se o tempo o permitir, realizar uma melhor marca do que em 2019”.

    Quanto à realização da prova nestes tempos conturbados pela pandemia, o piloto considera que “esta é a oportunidade de mostrarmos a quem manda neste país que o desporto automóvel pode realizar-se em condições de segurança e que não é aceitável a desvantagem que a nossa modalidade tem em relação a outras atividades que podem ter publico, como é o caso dos eventos políticos, touradas, espetáculos e afins”, rematando que “ o desporto automóvel não tem de andar a reboque do futebol, mas sei que só quando o futebol puder ter publico os outros também irão ter”.

    Joaquim Teixeira, não é aceitável que “várias modalidades e eventos que se têm realizado com publico, enquanto o nosso Campeonato continua a não poder ter. É uma tremenda injustiça!“. O piloto e líder da APPAM – Associação dos Pilotos de Automóveis de Montanha apela para que “todos cumpram as regras de segurança que nos foram impostas, porque só assim estamos todos em segurança, e podemos aspirar a que as restantes provas se venham a realizar”.

  • Can-Am On Road apresenta gama para 2021

    A MILFA, distribuidora em Portugal dos veículos do construtor canadiano BRP, vai disponibilizar em breve a nova linha de veículos Can-Am On Road. À semelhança do que aconteceu com a linha Off Road e Sea-Doo, desta vez foi a On Road que apresentou através das redes sociais as novidades para 2021, tendo atualizado a sua linha de veículos que continua divertida e fácil de conduzir.

    Com uma abordagem ligada à diversão na condução a Can-Am On Road, a marca nº 1 no mercado de veículos de três rodas, tem o objetivo de construir veículos adaptados a todos os condutores qualquer que seja o seu perfil ou estilos de vida. Com as inovações para os modelos de 2021, a marca pretende atrair novos, mais jovens e diversificados condutores.

    Assim, a linha de veículos Can-Am On-Road inclui dois modelos principais: o Ryker e o Spyder. O Can-Am Ryker foi construído para ser personalizável e acessível, tanto em termos de custo como na facilidade de uso. Este é o veículo ideal para quem gosta de aventura e procura passeios mais curtos e urbanos. Já o Can-Am Spyder, é adaptado a pessoas que procuram aventuras longas.

    O Can-Am Spyder RT conjuga o conforto e diversão para viagens de longa distância. E a novidade para 2021 é uma versão exclusiva Sea-to-Sky, numa alusão à famosa autoestrada Sea-to-Sky na Colúmbia Britânica. É um veículo luxoso, confortável e com rodas, acabamentos e símbolos novos, para um visual premium, bem como vem com assentos de espuma adaptáveis ​​que reduzem os pontos de pressão durante as viagens mais longas.

    A linha Can-Am Ryker também foi aprimorada para 2021 centrando a atenção nos acessórios e personalização. Desde o seu lançamento em 2018, o Can-Am Ryker tem sido um importante dinamizador para o crescimento da utilização dos veículos de três rodas. Agora com a linha de 2021 aperfeiçoada será ainda mais fácil conduzir o Can-Am Ryker.

  • Desafio Kumho: jornada dupla e animada no Rali Fafe Montelongo

    Nuno Mateus e Miguel Carvalho foram, respetivamente, os mais fortes na Divisão 1 e na 2, na jornada do primeiro dia. Já Miguel Teixeira impôs a sua lei na Divisão 2, na jornada de domingo da competição reservada às equipas com os pneus coreanos.

    Aproveitando a alteração da extensão do Rali Fafe Montelongo, mercê da sua inclusão no Europeu de Ralis, a ASR Tyres, entidade organizadora do 3º Desafio Kumho Portugal decidiu organizar uma jornada dupla, com pontuações diferenciadas, a contar para os Desafios Kumho Norte e Asfalto. No sábado e utilizando os mesmos troços do CNR, correu-se a jornada 1, com a 2 a integrar o percurso da Prova Extra de domingo.

    Nesse primeiro dia de prova, as contas da Divisão 1 saldaram-se através do apuro da resistência mecânica. Nuno Mateus e Roberto Santos (Mitsubishi Lancer EVI VI) reclamaram o triunfo, pautando a sua prova com um ritmo forte, mas sempre controlado, escapando a todas as muitas armadilhas de um percurso difícil. Para além da vitória nas contas Kumho da Divisão 1, a dupla ofereceu aos pneus coreanos um pódio na competição que contava para o Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis, ao concluir num excelente 3º lugar final.

    Gaspar Pinto e Bernardo Gusmão (Mitsubishi Lancer EVO IX) voltaram ao “calvário” dos problemas técnicos. Um braço partido na primeira seção do rali e um furo na segunda, relegou-os para o segundo posto da Divisão, depois de terem feito tudo para assegurar um triunfo que parecia natural, pelo andamento demonstrado ao longo de toda a jornada.

    No domingo, dia da jornada 2, as coisas pioraram ainda mais. Já integrados na chamada Prova Extra do Rali, que correspondia a uma segunda jornada pontual Kumho, a dupla voltou a ostentar um forte andamento, mas viram-se forçados a abandonar com nova avaria no Mitsubishi.

    Divisão 2: duas jornadas, dois vencedores diferentes

    Na Divisão 2, uma palavra especial para Filipe Teixeira e Bruno Coelho. Até ao toque que os forçou a desistir, assinaram um andamento infernal aos comandos do Citroen C2, liderando não só na Divisão 2 Kumho, mas na classificação geral das duas rodas motrizes. Atuação brilhante!

    Como tal, a vitória ficou à mercê de outros protagonistas. Miguel Carvalho e António Reis (Peugeot 206 Gti) estiveram sempre entre os melhores e, com a desistência de Filipe Teixeira, não mais largaram o comando levando o Peugeot a uma vitória saborosa, com 13,7 segundos de vantagem sobre os mais diretos perseguidores.

    E quem então mais perto rodou da dupla vencedora, tendo mesmo estado à frente, foram Nuno Alves e Bruno Machado (Citroen AX Gti), que assumiram uma prova muito forte e sempre entre os da frente, com o pódio a ficar completo com a presença de Vítor Rodrigues e José Vieira (Citroen Saxo), que beneficiou de um incidente caricato com a dupla Manuel Capela Morais e António Vieira (Skoda Fabia Tdi) que, já após terem concluído a ultima especial e quando se preparavam para festejar um pódio, tiveram um despiste na ligação para o fecho do rali, sendo forçados a abandonar. Inglório.

    Vindos de Valência em estreia absoluta nas estradas de Fafe e nas lides Kumho, Luís Patuel e Noemi Lopez (Abarth Punto Evo) garantiram o 4º lugar.

    Miguel Teixeira e Vítor Pereira (BMW E30) estavam entre os candidatos aos lugares cimeiros, mas um toque na segunda especial do programa forçou a desistência. Ainda no rol de desistentes, Pedro Costa e Amadeu Pereira (Renault Clio) abandonaram logo no 1º troço e José Carvalho e Nuno Monteiro (Honda Civic) retiraram-se com problemas na caixa de velocidades.Uma palavra especial para Filipe Teixeira e Bruno Coelho. Até ao toque que os forçou a desistir, assinaram um andamento infernal aos comandos do Citroen C2, liderando não só na Divisão 2 Kumho, mas na classificação geral das duas rodas motrizes. Atuação brilhante!

    Para a jornada 2, no domingo, partiram 4 equipas e o filme da vitória voltou a ter como protagonistas Miguel Teixeira e Miguel Carvalho. Ambos passaram pelo comando, mas Teixeira acabaria por impor o BMW E30, apostando numa toada que mesmo sendo rápida, incluiu alguma cautela perante as condições meteorológicas que, a espaços, foram muito duras.

    Já Carvalho juntou à vitória do dia anterior, um excelente segundo posto, assinando um fim-de-semana magnífico que lhe rendeu muitos pontos nas batalhas Kumho que está a travar. Luís Patuel e Noemi Lopez colocaram o Abarth Punto Evo no último degrau do pódio, terminando a sua vinda a Portugal com um saboroso 3º lugar.

    Quanto a Pedro Costa e Amadeu Pereira, voltaram a desistir e novamente com problemas no Renault Clio.

    João Silva vence na estreia da Divisão 3

    Pela primeira vez, inscreveram-se mais do que o número mínimo de participantes que o regulamento do Desafio Kumho obrigava para que existisse uma pontuação autónoma da Divisão 3, destinada a carros com cilindrada inferior a 1400cc.

    Enfrentando uma feroz oposição de uma autêntica “armada” Peugeot 106 da Copa, com seis equipas, João Silva e José Azevedo (Nissan Micra) assinaram um triunfo que premiou o seu andamento e a capacidade de gerir as dificuldades.

    Mas, o grande protagonista foi Rafael Cunha. Acompanhado por Gonçalo Cunha, o jovem piloto foi impressionante, destacando-se dos demais Kumho e imiscuindo-se na luta pelos lugares cimeiros da geral do rali. Uma saída de estrada pôs um fim amargo à sua exibição.

    Pedro Pereira e Sandro Trindade (Peugeot 106) terminaram num excelente 2º posto da Divisão, acompanhados no pódio pelos terceiros colocados, Rui Ferreira e Tiago Neves em mais um dos 106. João Fontes Pereira e Rita Martins foram quartos, almejando terminar a dura jornada de Sábado. Já no rol de desistências, encontrámos os 106 de Pedro Costa e Diogo Costa e de Paulo Pinto Francisco Gonçalves.

    O Desafio Kumho Portugal volta a viajar para o centro do país e, já no próximo fim-de-semana, terá mais uma jornada, no Rali Vidreiro, a contar para os Desafios Kumho Asfalto e Centro.

  • Miguel Campos está de volta no Vidreiro

    O Rali do Vidreiro, 5ª prova do Campeonato de Portugal de Ralis, vai contar com uma participação de peso: Miguel Campos está de volta à luta e, desta feita, apontado à batalha dos RGT

    Aos comandos de um Porsche 997 GT3 e tendo no banco do lado direito Rui Raimundo, Miguel Campos é uma das grandes novidades da edição 2020 do rali Vidreiro, próxima prova do Campeonato de Portugal de Ralis, que se disputa já no próximo fim-de-semana.

    O piloto procura com esta participação, “rodar o mais possível, por forma a ganhar ritmo de competição, pois nos horizontes está num futuro próximo, o regresso a tempo inteiro ao Campeonato. Está participação é bastante importante para voltar aparecer é para não perder ritmo”. O ex-campeão nacional tem tentado “voltar ao ativo a 100% mas não tem sido possível por falta de apoios. Já tenho alguns contacto feitos para o próximo ano mas com o covid penso que não vai ajudar, mas continuo a tentar, acho que ainda tenho muito potencial para lutar pelas vitórias no Campeonato!”.
    Esta participação vem no seguimento da colaboração de Miguel Campos com a Paulcar Competição. Surgindo o convite de forma espontânea pelo responsável da equipa Paulo Carvalheiro.

    De recordar as várias secções de testes em que o piloto tem participado com a equipa, e que têm permitido a evolução e fiabilidade dos dois Porsches que a Paulcar possui. e que vão estar no Vidreiro já que Paulo Carvalheiro, líder do projeto, continua no Vidreiro a sua positiva a participação no campeonato.

    Miguel Campos deixa um agradecimento especial a todos os que de alguma forma estão a permitir este regresso, referindo que” é um prazer poder voltar a correr no campeonato nacional desta vez ao volante de um carro que nunca conduzi em prova, por ser de tração traseira. Correr de Porsche para mim significa muito, porque sempre foi dos meus carros favoritos desde criança. Sei que a nível competitivo não vou entrar com ambições de lutar pela vitória à geral nas vou fazer o meu melhor dentro da minha adaptação ao Porsche 997 GT3. Quero agradecer ao Paulo Carvalheiro e à Paulcar Competição pelo convite e aos meus amigos em especial a Famaconcret e a Época que contribuíram para que fosse possível o meu regresso à competição “.

  • Joaquim Bernardes assinou boa exibição no Fafe Montelongo

    A dupla Joaquim Bernardes/Laurinda Alves do Team Manaia, ao volante do Volkswagen Golf, estiveram em grande plano no passado fim de semana no Rali Montelongo, num rali onde as condições foram muito duras.

    A participação da equipa em mais uma jornada do Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis, foi, segundo o piloto “ foi uma prova difícil, isso porque as condições atmosféricas foram adversas, foi chuva, nevoeiro, muita terra no meio da estrada, isso fruto das passagens dos R5 do Europeue destes atalharem e com isso deixarem muita terra e pedras no meio da estrada, tornando difícil segurar o carro”

    Como tal, considera que “esta edição do Rali Montelongo foi a prova possível, apesar de termos vencido  a classe.  Mesmo assim conseguimos recuperar em termos de geral nos dois últimos troços, feitos debaixo de muita chuva, mas a verdade é que  recuperamos, pois o meu carro não é muito potente, e o grip foi excelente .O carro não teve qualquer tipo de problema, cinco estrelas, foi mudar pneus, e reabastecer, de resto tudo perfeito. Vencemos a categoria H85, e continuamos  assim a consolidar a liderança nesta categoria, por isso estou satisfeito, balanço positivo, ainda mais valorizado com todas as dificuldades  com que nos debatemos nos troços, mas felizmente o Volkswagen Golf terminou direito e agora há que pensar na próxima prova”, conclui Joaquim Bernardes.

    Já a sua navegadora Laurinda Alves acrescentou QUE “ tal como dissE o Joaquim não foi uma prova fácil, pois a chuva e o nevoeiro provocaram algumas dificuldades, que foram superadas, O carro esteve bem, e vencemos uma vez mais a nossa categoria, estou muito satisfeita”, disse-nos a navegadora de Joaquim Bernardes.

  • Rampa Serra da Estrela: CPM JC Group está finalmente de regresso!

    Após um longo interregno, o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group reata atividade e logo no desafiante “teto” de Portugal Continental. Será sob a batuta do CAMI que a Serra da Estrela recebe um pelotão de cerca de 30 unidades, a prometer um fim-de-semana de acesa competição.

    Os 5200 metros do traçado da Rampa Serra da Estrela são o forte desafio que acolhe já no próximo fim-de-semana o regresso das lides da Montanha, após a paragem forçada provocada pelo surto pandémico e as dificuldades encontradas para reorganizar o calendário desta época.

    A rampa, que já teve foros de chancela europeia, vai integrar as comemorações dos 150 anos de elevação da Covilhã a cidade e apresenta-se com todos os condimentos para entregar um fim-de-semana de grande nível. Uma das novidades na edição deste ano, será a inclusão no programa de uma prova de Regularidade Sport, que será disputada no domingo e apresenta uma lista de inscritos com quase 20 concorrentes. Esta competição será dividida entre as categorias de Clássicos (para viaturas construídas entre 1961 e 1990) e Contemporâneos (a partir de 1991).

    Mas um dos destaques maiores vai para o regresso do campeão absoluto em título às lides do CPM JC Group. João Fonseca, que esta época se decidiu por um ano sabático, interrompeu felizmente essa paragem para competir na prova “de casa”.

    Novamente aos comandos do Silver Car EF10 que o guindou a uma época de sonho em 2019, onde conquistou praticamente tudo quanto havia para conquistar, João Fonseca será um osso duro de roer para os outros principais candidatos ao triunfo absoluto e entre os Protótipos.

    Entre eles, vai estar certamente José Correia. O piloto e patrão do JC Group Racing team é o líder do campeonato, após o triunfo na Rampa Porca de Murça, prova onde alcançou a sua primeira vitória absoluta na modalidade. Cada vez mais confiante e, logo, cada vez mais rápido, com a barchetta Osella PA2000 Evo2, José Correia tudo fará para continuar na senda dos triunfos e defender da melhor forma a liderança pontual.

    Já Joaquim Rino (BRC Evo 05) e António Rodrigues (BRC CM 05 Evo) vão querer dar continuidade às excelentes exibições e resultados a condizer de Murça, enquanto Hélder Silva, este ano melhor apetrechado com a aquisição de um BRC – BR53, quererá esquecer o abandono na primeira prova e se imiscuir na luta pelo triunfo na Serra da Estrela.

    A categoria GT continua a ser um feudo Porsche. São 3 as máquinas da marca de Stuttgart e ao comando de uma delas, um 991 GT3 CUP, estará Vítor Pascoal que em Murça não só dominou os acontecimentos nesta categoria, mas ousou ser terceiro à geral.

    É claramente favorito, tendo de medir forças com o seu colega de equipa Pedro Silva (997 GT3) e com Pedro Marques (991 GT3 CUP), que têm uma forte palavra a dizer na discussão da categoria.

    Entre os Turismo, Joaquim Teixeira, vencedor em Murça com o Cupra TCR e Luís Nunes (Ford Fiesta ST R5) assumem claro favoritismo, numa categoria que conta ainda com Gabriela Correia (Seat Leon Supercopa MK3), Manuel Rocha e Sousa (Cupra TCR), Parcídio Summavielle (Renault Clio) e José Carlos Pouca Sorte (BMW M39 na luta por um lugar no pódio final.

    Ricardo Gomes continua a sua saga carregada de pioneirismo, ao inscrever o Tesla P100 D EGT. Evoluir este GT elétrico único no mundo e continuar a sua adaptação a um estilo de condução totalmente diferente são os objetivos principais do rápido piloto bracarense que está, nesta época, a desbravar caminhos tecnológicos na Montanha.

    Na nova categoria Legends, são cinco os pilotos que corresponderam “à chamada” do CAMI.

    Alberto Pereira (Honda Integra Type R) e Carlos Oliveira (Ford Sierra RS Cosworth) quererão dar continuidade às presenças no pódio que conquistaram em Murça, tendo de enfrentar a esperada forte oposição de José Carlos Magalhães (BMW M3) e dos Alfa Romeo 156 Twin Spark tripulados por Raúl e Luís Delgado. A luta entre os Legends vai ser acesa!

    Nos Clássicos, favoritismo total para Flávio Saínhas (Ford Escort MKI) que terá de o justificar em pista, frente ao VW 1303 de Carlos Fava.

    Quanto às taças 1300, José Pedro Figueiredo (Datsun 1200) e Domingos Fernandes (Autoiachi A112) discutirão a primazia entre os Clássicos, enquanto Francisco Milheiro (Peugeot 106) aparece como favorito na competição para os carros atuais. Enfrentará na luta pela vitória Rui Gama (Peugeot 106) e Eva Laranjeira (Fiat Uno).

    Extracampeonato, estão ainda inscritos João Macedo (BMW 328 is) e Bruno Gonçalves (Vauxhall Corsa Turbo).

    O Parque de Assistência da Rampa Serra da Estrela abrirá às 8 da manhã de sábado, 10 de outubro. As verificações documentais decorrerão de forma exclusivamente eletrónica, em mais uma medida de cumprimento do plano de contingência da prova, enquanto as verificações técnicas decorrerão entre as 9.00 e as 11.00 horas, com escalonamento horário diferenciado consoante as categorias, conforme aditamento publicado.

    Os motores começarão a “rugir” às 14.00 horas. A sessão inaugural de “warm-up”, será sucedida das habituais duas sessões de treinos cronometrados, fechando o primeiro dia de competição com a 1ª subida oficial de prova, aprazada para as 17.30.

    No domingo, o programa é reatado às 10.30 horas, com nova sessão de “warm-up”. A terceira e última subida de treinos cronometrados do fim-de-semana decorrerá logo a seguir e antecedendo as duas subidas finais “a doer”, que nos levarão ao fecho da história competitiva da edição 2020 da Rampa Serra da Estrela.

    O evento terminará com a entrega de prémios, que também decorrerá conforme o plano de contingência da FPAK, sendo por isso muito limitado em comparação ao protocolo habitual.

  • Lukyanuk venceu duelo disputado até ao fim!

    Foi imprópria para cardíacos! A prova portuguesa, terceira ronda do Europeu de Ralis, ofereceu emoção a rodos mesmo até ao cair do pano. No arranque para a derradeira especial, Alexey Lukyanuk (Citroën C3 R5) partiu com apenas 3,8s de vantagem sobre Yoann Bonato (Citroën C3 R5) e 4,7s sobre Iván Ares (Hyundai i20 R5), depois de ter chegado a ter mais de 34s de avanço, já na tarde de domingo.

    O piloto russo, campeão da Europa em 2018 e atual líder do campeonato, conseguiu manter o comando no derradeiro troço, em condições de aderência precárias, fazendo exatamente o mesmo tempo de Ares e menos 0,8s do que Bonato. Assim, Lukyanuk garantiu em Fafe a segunda vitória da época, depois do triunfo em Itália, terminando com 4,6s de vantagem sobre Bonato e 4,7s sobre Ares.

    “Fiz um pião no troço anterior, não era bem o momento ideal para cometer um erro daqueles, mas isso deixou-nos ainda mais motivados”,admitiu Lukyanuk no final do rali. “Fizemos um bom trabalho na última especial, apesar da chuva. Posso estar orgulhoso. Um grande obrigado à equipa, à Pirelli e aos patrocinadores. Estamos curtos de orçamento e espero conseguir mais apoios para estar presente na próxima prova, mas agora é tempo de festa. vamos divertir-nos!”

    Bonato e Ares realizaram um rali estupendo. os dois pilotos não deram tréguas ao líder e não “limparam armas” no seu duelo particular pelo 2º posto. 1 décimo de segundo separou-os no final e elevou-os à categoria de protagonistas principais da prova, a a par com o vencedor.

    A última e emocionante passagem pela especial de Guilhofrei foi ganha pelo jovem Oliver Solberg (Volkswagen Polo GTi R5), que entre o acidente no Shakedown de sexta-feira, e problemas de turbo no sábado, não pôde discutir a vitória com Lukyanuk, seu principal rival no campeonato.

    Registo ainda para a prestação das equipas portuguesas, onde João Barros e Jorge Henriques (Citroën C3 R5) foram os melhores, no 13.º lugar global, depois de um rali muito consistente e onde, a espaços, pareceu poder ser coroado com uma presença no Top 10. A falta de regularidade competitiva não impede João Barros de continuar a demonstrar toda a sua rapidez.

    Pedro Almeida e Hugo Magalhães (Peugeot 208 Rally4) levaram as cores da equipa The Racing Factory a um pódio no ERC, concluindo a sua excelente exibição com o terceiro posto no FIA ERC3, sendo ainda 17.º da classificação geral. O piloto famalicense aproveitou a prova para rodar com o Peugeot e preparar a participação no Rali Vidreiro, próxima prova da Peugeot Rally Cup Ibérica.

    A terceira posição entre as equipas nacionais foi assegurada pelos seus colegas de equipa Aloísio Monteiro e Sancho Eiró(Skoda Fabia R5), 21.º à geral, depois de uma prova onde foi visível a falta de ritmo competitivo, mercê de uma paragem do piloto e patrão da estrutura superior a 11 meses. Mesmo assim, foram capazes de realizar alguns rempos de relevo e assinalar o regresso às ldies competitivas com mais uma prova europeia concluída.

    José Paula e Valter Cardoso(Peugeot 208 T16) em 25.º, Manuel Pereira e Pedro Magalhães(Peugeot 208 R2) em 28.º, e Mário Castro/Ricardo Cunha (Ford Fiesta R2T) no 30.º lugar final, completaram o rol de equipas lusitanas que lograram arribar ao parque fechado, concluindo a dura prova montada pelo Demoporto.

    ‘Terra de emoções’. O slogan das campanhas de promoção turística do município de Fafe bem se pode aplicar a esta edição de 2020 do Rally Fafe Montelongo, que marcou a estreia bem conseguida do Demoporto no calendário do FIA ERC (European Rally Championship).

  • Luís Mota triunfa entre os clássicos

    Acompanhado por Alexandre Ramos, o piloto do Lancer EVO VI chegou ao triunfo entre os Clássicos no rali Fafe Montelongo, após um duelo muito interessante com o Subaru de Nuno Carreira

    Luís Mota e Alexandre Ramos (Mitsubishi Lancer Evo VI) venceram a prova pontuável para o Campeonato de Portugal de Clássicos Ralis que integrou, este sábado, o programa do Rally Fafe Montelongo.

    A dupla Nuno Carreira e Danny Carreira (Subaru Impreza WRX STi) começaram na frente, vencendo as duas primeiras especiais,, mas na terceira classificativa, foi a vez de Luís Mota e Alexandre Ramos passarem para a liderança da prova, começando a dominar o duelo com a dupla do Subaru, embora sempre com alguma alternância no domínio quanto à supremacia nas especiais.

    Mota venceria as PEC’s 3, 4, 6 e 7, enquanto Carreira juntava aos triunfos nas especiais nº 1 e 2, igual feito na PEC 5. No fecho da prova, as duplas ficaram separadas por apenas 23,3 segundos. Ambas rubricaram exibições de grande nível.

    Nuno Mateus e Roberto Santos (Mitsubishi Lancer Evo VI) subiram até terceiros, a mais de um minuto dos vencedores, depois de rubricarem uma prova isenta de falhas e com um ritmo sempre forte.

    Foram mesmo os mais rápidos na última especial e venceram a Divisão 1 do Desafio Kumho Portugal, que tinha uma jornada a ser disputada neste primeiro dia de prova, em Fafe.

    Rui Salgado e Luís Godinho (Peugeot 306 GTi) mantiveram um duelo animado pela liderança das duas motrizes, vencendo nesta categoria e reclamando o 5º lugar da geral.

    Uma palavra para a presença de 16 equipas à partida da jornada de Clássicos, número que representa o melhor plantel das provas deste ano.