O novo Hyundai Kauai recebe uma atualização no design
conferindo-lhe um aspeto mais urbano e desportivo com o intuito de reforçar a
sua identidade única. Duplica o seu design desportivo através de detalhes
exteriores aerodinâmicos adicionais.
A Hyundai Motor partilhou um primeiro vislumbre dos novos SUV’s Hyundai Kauai e Kauai N-Line que expressam a tipologia de design “Sensuous Sportiness” da marca sul coreana. O novo Hyundai Kauai possui uma postura mais ampla e uma dianteira inspirada na fisionomia de um tubarão, fornecendo ao modelo um visual mais elegante. As atualizações das luzes de circulação diurna em LED conferem-lhe um design mais tecnológico e sofisticado.
O primeiro Hyundai Kauai N-Line
O novo Hyundai Kauai N-Line incorpora um design mais
aerodinâmico com entradas de ar próximas do solo e um para-choques mais
agressivo. A versão N-Line oferece um ponto de entrada atrativo para a submarca
N e expande o interesse do Kauai a um maior leque de clientes.
Mais detalhes em relação ao design do novo Hyundai Kauai e Kauai N-Line serão revelados nas próximas semanas.
O Rali Alto Tâmega, que entre 1983 e 1992 fez parte, ininterruptamente, do Campeonato de Portugal, foi palco de um marco histórico: a última prova da equipa Diabolique, antes do fecho de portas. Estávamos em Setembro de 1990 e a equipa portuense estreava o novíssimo Ford Sierra Cosworth 4X4 no rali transmontano. A Guerra do Golfo eclodira no mês anterior, criando alguma instabilidade a nível mundial, e acabou por contribuir para o final da equipa mais vitoriosa de sempre dos ralis portugueses.
Fonte: Santos Rally Channel
A dupla Joaquim Santos/Miguel Oliveira trocava o “velho” Sierra RS Cosworth de duas rodas motrizes pelo novíssimo Sierra 4×4, a última arma da Ford no Mundial, para a penúltima prova da temporada, na tentativa de contrariar o domínio de Carlos Bica e do Lancia Delta Integrale 16V. A Diabolique entra nesse Rali Alto Tâmega com o pé direito, já que Santos foi o mais rápido no primeiro troço, mas logo a seguir uma saída de estrada coloca-o fora da luta pela vitória, ao perder quase um minuto. De resto, a competitividade do Sierra 4X4 face ao Lancia também não impressionara em demasia o patrão da equipa.
Joaquim Santos concluiu o rali na quarta posição, a 1m27s do vencedor Carlos Bica, que festejou em Vidago a conquista do “tri”, ao bater António Coutinho (Toyota Celica GT-4) por 41 segundos. “Ainda antes do Rali Alto Tâmega, o Udo Kruse, administrador da Ford Lusitana, a propósito da Guerra do Golfo, confidenciou ao Miguel Oliveira que, face aos efeitos da instabilidade económica resultante daquele conflito, não tinha a certeza se tanto a Ford [norte-americana] como a Castrol [inglesa], duas empresas oriundas de países bastante comprometidos com aquela situação de guerra no Médio Oriente, continuariam a apoiar a Diabolique no ano seguinte. Com o campeonato decidido no fim do rali transmontano, o doutor decidiu que já não iríamos à última prova, no Algarve, e pouco depois entendeu avançar para a extinção da equipa”, recorda Joaquim Santos, ainda hoje o piloto com maior número de vitórias em ralis do campeonato principal: 39.
Embora preferisse os pisos de terra, Joaquim Santos confessa que se sentiu sempre como peixe na água nas classificativas de asfalto do Rali Alto Tâmega. “Basta ver que sou o piloto com maior número de vitórias, para se entender que sempre gostei do rali transmontano. Lembro-me, até, de um ano ter vencido por uma diferença muito pequena, 1 ou 2 segundos. O último troço era o de Boticas e eu tinha apenas um 1 segundo de vantagem para o adversário com quem discutia a vitória, julgo que um dos pilotos da Renault, Inverno Amaral ou Manuel Mello Breyner. Chovia copiosamente e eu lá me ia ‘segurando’ nas bermas, sempre na expetativa de que algopudesse correr mal. Mas valeu a pena arriscar daquela maneira, pois vencei o rali”, contou-nos o piloto de Penafiel, sobre o momento “quente” e decisivo ocorrido na edição de 1987, quando bateu Manuel Mello Breyner, então no Renault 11 Turbo da equipa Renault Galp, por… 2 segundos.
No próximo fim de semana, ao fim de 28 anos, o Rali do Alto Tâmega regressa, pela mão do CAMI Motorsport, ao Campeonato de Portugal, sendo ainda pontuável no Campeonato de Portugal GT de Ralis, Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis, Campeonato Norte de Ralis, Peugeot Rally Cup Ibérica, Challenge R2&YOU e 3º Desafio Kumho Portugal.
Vítor Pascoal regressa no próximo fim de semana a uma prova que venceu à geral em 2019, o Rali Alto Tâmega. Piloto do Baião Rally Team, navegado por Ricardo Faria, vai desta vez focar-se em levar o Porsche 991 GT3 Cup a novo triunfo no Campeonato de Portugal de Ralis GT.
O bicampeão nacional abriu a temporada com uma vitória no
CPRGT em Castelo Branco e agora quer repetir esse feito no asfalto do Rali Alto
Tâmega, uma prova que venceu à geral em 2019. Vítor Pascoal, que este ano
também já ganhou entre os GT na Rampa Porca de Murça, sabe que os veículos R5
deverão agora ocupar os primeiros lugares da geral no Alto Tâmega,
concentrando-se por isso em lutar pela pontuação máxima no CPRGT.
“É um facto que ganhámos o Rali Alto Tâmega em 2019, mas este
ano a prova tem um percurso bastante diferente e só mantém uma secção que é
bastante penalizadora para os Porsche”, referiu Vítor Pascoal. “Em condições normais, os R5
serão carros imbatíveis à geral, por isso o nosso grande objetivo é tentar
ganhar entre os GT e dar mais um passo seguro na luta pelo título. Tem sido uma
fase exigente para todos e a nossa equipa não é exceção. Vamos tentar retribuir
o esforço e dar mais uma vitória aos nossos patrocinadores”, afirmou o
piloto do Baião Rally Team.
A edição de 2020 do Rali Alto Tâmega terá um total de seis classificativas de asfalto (duas no sábado e quatro no domingo), divididas entre os concelhos de Chaves e Boticas, num percurso de 101,04 quilómetros cronometrados.
Miguel Cristóvão vai disputar esta temporada as Ultimate Cup Series na categoria de Protótipos, uma competição com ligações a Le Mans e que tem passagem marcada por Portugal.
O português depois de ter estado na luta pelo ceptro Pro-Am das GT4 European Series em 2018 e de ter conquistado o título de 2019 das GT4 South European Series prossegue a sua carreira com mais um desafio, ascendendo agora aos protótipos, LMP3, que estão na base do caminho de preparação para as 24 Horas de Le Mans e o Campeonato do Mundo FIA de Endurance.
As Ultimate Cup Series serão disputadas ao longo de seis eventos, tendo um deles como palco o Autódromo Internacional do Algarve, agendado para de 26 a 29 de Novembro, e outro o Autódromo do Estoril, de 10 a 13 de Dezembro. Cada um dos fins-de-semana será composto por uma corrida de três ou seis horas de duração, sublinhando a ligação da competição com o espírito de Le Mans. Para além disso, os Campeões da edição deste ano serão premiados com uma inscrição do ACO para a Le Mans Cup.
Miguel Cristóvão mostra-se entusiasmado com o novo capítulo da sua carreira, que representa um passo em frente. “Penso que a maior parte dos pilotos sonha um dia em competir nas 24 Horas de Le Mans! Nos últimos anos tenho vindo a competir em campeonatos que têm algo em comum com esta prova mítica, mas as Ultimate Cup Series é que mais se aproxima, com protótipos, os LMP3, muito competitivos e que tem performances fantásticas – aproximam-se das marcas dos Fórmula 1 do início dos anos 90 – graças a uma aerodinâmica muito evoluída e aos seus 450cv de potência. Esta competição é muito bem organizada e tem um elevado nível, o que, juntamente com o facto de visitar o nosso país, foi determinante para a minha escolha. Para além disso, todas as provas terão transmissão através da internet, permitindo dar retorno mediático aos meus patrocinadores”, afirmou o piloto de Cascais.
Miguel Cristóvão não é estranho à Ultimate Cup Series, tendo no ano passado disputado a derradeira etapa da temporada, em Paul Ricard, tendo estado na luta pelos lugares do pódio aos comandos de um Ligier JS P3 do Team Virage.
Face à boa experiência, o português acabou por aceder ao convite da formação sediada em Espanha, voltando a assumir os comandos do carro francês ao longo da temporada que se avizinha. “Gostei da experiência do ano passado com o Team Virage, que demonstrou ser uma equipa muito profissional com grande atenção ao detalhe, sendo capaz de apresentar um carro muito performante. Julgo que esta época teremos os meios para sermos competitivos e vamos lutar para poderemos garantir bons resultados”, concluiu Miguel Cristóvão.
A temporada deste ano da Ultimate Cup Series terá o seu início nos dias 3-6 de Setembro no Circuito de Dijon, prosseguindo em Magny-Cours. O seu epílogo será em Portugal no final do ano.
CALENDÁRIO 2020 3 a 6 de Setembro – Dijon – França 24 a 27 de Setembro – Magny-Cours – França 15 a 18 de Outubro – Magny-Cours – França 12 a 15 de Novembro – Navarra – Espanha 26 a 29 de Novembro – Algarve – Portugal 10 a 13 de Dezembro – Estoril – Portugal
O Rali do Alto Tâmega, quarta prova do Campeonato de Portugal de Ralis, que o CAMI Motorsport organizará este próximo fim de semana, vai ter lotação esgotada em termos de inscritos, já que foram recebidos 81 pedidos. A lista de inscritos oficial será divulgada esta terça-feira e incuirá a “nata” das equipas que disputam as 7 competições que estarão em ação na prova.
Com a “morte” anunciada do Rali dos Açores, elevou-se ainda
mais a já farta importância que estava assumida pela quarta tirada do CPR 2020.
A região do Alto Tâmega torna-se assim o ringue privilegiado de mais um “mata mata” entre os principais candidatos ao cetro nacional absoluto e aos restantes títulos em discussão. Mais de meia centena (51) dos pilotos inscritos são do Campeonato de Portugal de Ralis, incluindo GT e Clássicos, sendo importante assinalar que nesta sua prova de estreia a Peugeot Rally Cup Ibérica terá nada menos que 16 equipas participantes com os novos 208 R4, entre equipas portuguesas e espanholas.
“Só podemos estar satisfeitos e orgulhosos com esta lista
de inscritos e direi mesmo que melhor seria quase impossível, atendendo à nova
realidade que estamos a viver. O CAMI sente-se recompensado pelo trabalho e
empenho, em parceria com os municípios de Chaves, de Boticas e os nossos
restantes parceiros, para colocar a região do Alto Tâmega no lugar que merece
através de um evento desportivo de referência. Estamos conscientes da
responsabilidade acrescida que temos sob os ombros e apenas prometemos dar o
nosso melhor para que o rali, no próximo fim de semana, alcance o êxito que
todos desejamos”, disse Nuno Loureiro, presidente do CAMI Motorsport.
Para além do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), o rali é
pontuável ainda no Campeonato de Portugal GT de Ralis, Campeonato de Portugal
de Clássicos de Ralis, Campeonato Norte de Ralis, Peugeot Rally Cup Ibérica, Challenge
R2&YOU e para o 3º Desafio Kumho Portugal, nas suas vertentes Asfalto e
Norte.
Num 2020 agridoce, que tem submetido o macambi Racing Team a uma montanha russa de emoções, alternando a vitória com os incidentes e resultados menos bons, o Rali Alto Tâmega assume-se como uma operação fundamental para as aspirações da dupla ao título nos RC2N.
O próximo fim-de-semana, para o regresso a Portugal Continental do Campeonato de Portugal de Ralis. A quarta prova da temporada decorrerá no coração do nordeste transmontano, com o regresso, 28 anos depois, do Rali Alto Tâmega ao calendário do campeonato maior.
A prova
organizada pelo CAMI assume uma importância extrema para a dupla, no que concerne
às aspirações do título entre os RC2N. Depois do resultado negativo no Vinho Madeira,
Fernando Teotónio afirma que é imperativo “vencer os RC2N no Alto Tâmega
para voltarmos à rota do título. Este tem sido um ano de altos e baixos no que
respeita aos resultados, embora estejamos muito satisfeitos por ter estado
sempre na luta pela vitória em todas as provas já realizadas”. O piloto
do Macambi Racing Team antevê uma prova “muito difícil. Primeiro, porque será
a nossa estreia absoluta naquelas estradas, ao contrário de alguns adversários
que já as conhecem. Depois, a nossa concorrência é cada vez mais forte e de
certeza que vamos ter muita luta pelo triunfo, ao longo de toda a prova”.
Para atenuar
o desconhecimento das especiais, Teotónio tem “investido algum tempo a
ver os vídeos que a organização disponibilizou. Parecem-me ser troços muito
desafiantes e que exigem muita concentração, mas é desse tipo de especiais que
gostamos e onde nos sentimos melhor. Depois, a extensão já significativa que
cada um apresenta, também é um fator que nos agrada, pois, usualmente,
conseguimos ser sempre competitivos, sem perder nem o foco, nem a concentração,
nos troços mais longos”.
Este
trabalho de casa foi secundado pelo navegador e team manager Luís
Morgadinho que assume a importância do rali e realça o alto nível de motivação
da equipa. Para ele, este rali “tem tudo para ser o nosso regresso aos
bons resultados e aqui, leia-se às vitórias. Embora seja, uma vez mais, um rali
em território desconhecido e só vamos treinar um dia, estamos confiantes no
nosso valor e no valor da nossa equipa”.
Se na noite que mediou a 1ª da 2ª etapa do Rali Vinho Madeira, a equipa técnica da Domingos Sport assinou um verdadeiro milagre ao colocar o Mitsubishi Lancer EVO X nas mínimas condições para conseguir concluir a estreia madeirense da dupla, no regresso à oficina deu para, segundo Luís Morgadinho, perceber que “os estragos tinham sido muito grandes. Felizmente, a Domingos Sport conseguiu recuperar totalmente o carro, em mais um trabalho técnico notável e vamos para o Alto Tâmega com a confiança no máximo. Queremos vencer, até para lhes dedicar esse triunfo, como forma de lhes agradecer todo o trabalho que têm desenvolvido”.
Pedro Antunes inicia no próximo fim-de-semana, no Rali do Alto Tâmega, a campanha na Peugeot Rally Cup Ibérica competição disputada ao volante do novo Peugeot 208 Rally 4 e com a qual o piloto torrense sonha com a conquista, apesar de uma concorrência onde estão incluídos os melhores pilotos jovens de Portugal e Espanha.
Navegado por Pedro Alves, e depois de já ter somado alguns quilómetros aos comandos da nova viatura de Duas Rodas Motrizes criada pela Peugeot Sport, onde venceu o Rally de Castelo Branco (CPR 2RM) e mostrou todas as suas potencialidades no Rally di Roma Capitale (FIA ERC), o jovem piloto mostra-se motivado para o início da competição onde deposita grandes esperanças.
“Sem dúvida que a Peugeot Rally Cup Ibérica é o nosso grande objetivo para 2020. Devido à pandemia a competição sofreu uma grande remodelação, passando de 6 para 4 corridas, todas em asfalto, o que vai deixar menos margem para erros. Sabemos que só com grande competência podemos superar os nossos adversários, todos com muita qualidade. Entrar a vencer é naturalmente um ótimo indicador e é nesse objetivo que vamos pensar já no Rali do Alto Tâmega”, começou por explicar o piloto torrense sem esquecer o Campeonato de Portugal de Ralis 2RM: “Sabemos que se formos competitivos na copa ibérica também estaremos a lutar pela vitória para o CPR 2RM, o que naturalmente torna este desafio duplamente interessante.”
O Peugeot 208 Rally 4 de Pedro Antunes contará com o apoio técnico e assistência da PT Racing, equipa em quem o piloto deposita toda a confiança. “A PT Racing foi uma das primeiras equipas a receber este novo modelo e é também uma das que melhor conhece todas as suas potencialidades. Prova disso foram os resultados e exibições recentes que conseguimos com o suporte da equipa”, explicou.
O Rali do Alto Tâmega marca o arranque da Peugeot Rally Cup Ibérica que conta, entre outros aliciantes, com um prémio final que permitirá ao vencedor um programa oficial em 2021 aos comandos de uma viatura da categoria R5.
O Rali do Alto Tâmega vai para a estrada nos dias 29 e 30 de Agosto e conta com 6 especiais de classificação, num total de 101,27km cronometrados.
Estes dois protocolos têm o mesmo objetivo: medir os poluentes regulamentados
(CO/HC/Nox/partículas) e o consumo expresso em CO2 de um novo veículo, ao longo do ciclo de condução. Contudo, um dos testes será
substituído pelo outro.
Introduzido em 1992, o protocolo NEDC (New European Driving Cycle) tornou-se desatualizado e, desde setembro de 2017, tem vindo a ser gradualmente substituído pelo protocolo WLTP (Worldwide Harmonized Light Vehicles Test Procedure), o qual está muito mais próximo das condições reais de utilização dos veículos.
O WLTP substituiu oficialmente o protocolo
anterior NEDC em setembro de 2017 para os automóveis de passageiros, e em
setembro de 2018 para os veículos comerciais ligeiros (Classe II e III).
De forma a não provocar situações
dúbias entre os consumidores no que respeita aos valores NEDC e WLTP foi criada
uma fase de transição prolongada em vigor desde setembro de 2017 até janeiro de
2021. Durante este período, e consoante o país, os valores de consumo de combustível
e de CO2 utilizados para classificações
energéticas, em brochuras comerciais, material publicitário e websites podem ser
NEDC, WLTP ou ambos. Contudo, cada país tem de utilizar sempre a mesma opção para
todos os construtores.
Os valores WLTP são utilizados na
Finlândia desde setembro de 2018, em Portugal desde janeiro de 2019 e em França
desde março de 2020. Alguns países europeus continuarão a usar os valores de CO2 em NEDC até dezembro de 2020 (por
exemplo, Itália, Espanha, etc.).
O protocolo World-wide harmonized Light
Vehicle Test Procedure (Procedimento Mundial Harmonizado de Testes em
Veículos Ligeiros), ou WLTP, mede os valores regulamentados de poluentes
(CO/HC/Nox/partículas) e de consumo expresso em CO2, ao longo deste
ciclo de testes.
Este novo método, ou protocolo, estabeleceu
condições de teste mais realistas de forma a fornecer aos clientes informações
mais representativas.
Os testes são supervisionados pelos Serviços Técnicos com base em ciclos de condução padronizados (tempo, velocidade, equipamento presente no veículo, temperatura, etc.) iguais para todos os construtores.
A competir pela primeira vez a norte do Rio Douro, o jovem piloto de Vila Velha de Rodão alcançou um resultado positivo. Navegado pelo experiente Nuno Rodrigues da Silva, deu continuidade à sua evolução e almejou somar pontos fundamentais nas competições em que está envolvido.
O 9º Rali de Mesão Frio revelou-se um desafio difícil ma sonde a dupla formada por Pedro Silva e Nuno Rodrigues da Silva esteve sempre competitiva. Aos comandos do Peugeot 206 Gti, o jovem piloto da Beira Baixa deu conta do recado e rodou sempre entre os mais rápidos da Divisão 2 do Desafio Kumho Portugal.
No fecho, Pedro Silva considerava que tinham “evoluído
bastante ao longo de um rali com um figurino de estradas totalmente novo para
mim. Dado a exigência do mesmo, considero agora que fizemos poucos
reconhecimentos, sendo necessário um conhecimento mais profundo perante a
dificuldade técnica desta magnífica prova”.
Como tal, o “jovem lobo” sente que a equipa não entrou “com um ritmo
suficientemente forte para fazer face da melhor maneira à numerosa e forte
concorrência presente , mas fomos crescendo ao longo de todo o rali, PEC após
PEC , tendo terminado o mesmo já com um ritmo bastante melhor, acabando mesmo a
disputar tempos com pilotos com montadas bastante mais potentes e mais
habituados a disputar ralis a Norte”.
O 9º lugar final entre os Kumho e o 3º no Grupo P1 permitiu “sair satisfeito. Amealhamos
alguns pontos para os Desafios Khumo Asfalto e Centro e Saímos de Mesão Frio
com a consciência plena que vamos para Vouzela bastante mais fortes e
competitivos”.
O piloto não quis deixar de “agradecer à minha família, sempre presente, à minha incansável e cada vez mais competente assistência prestada pelo Team Mateus, ao meu Navegador Nuno, pelos sábios e úteis conselhos que me continua a dar e a todos os restantes amigos e seguidores que estiveram presentes”.
Os ares do Norte sopraram ventos favoráveis às cores do RTS Rallye Team, apoiado pela Óptica Central e LPM Grupo NOV. Depois de um início de época atribulado, a prova nortenha viu a dupla que tripula um Peugeot 206 RC transformar o seu forte andamento num resultado muito positivo.
As duas primeiras provas da temporada tinham sido aziagas para as justas aspirações da dupla constituída pelo piloto leiriense e pela navegadora tripeira. Sempre muito rápidos e na discussão da primazia entre os concorrentes da Divisão 2 Kumho, viram as suas pretensões abaladas por problemas mecânicos que deitaram por terra os seus esforços na Bairrada e em Castelo Branco.
Como tal, chegavam a Mesão Frio com o firme propósito de “terminar o rali, fosse qual fosse o resultado, para fazer esquecer a falta de sorte que nos tem acompanhado”, confessou Pedro Santos. O piloto da capital do Liz não escondeu que “tudo o que nos sucedeu, não só nos limitou nas aspirações a lutarmos pelos títulos nos Desafios Kumho Centro e Asfalto e no Campeonato Centro de Ralis, mas ainda impediu que fossemos melhorando o carro, pois nada como a competição para realmente aquilatar da competitividade. Ter rodado mais de 60 quilómetros a fundo e sem qualquer problema, foi importante para conhecermos melhor o carro e ganharmos confiança”.
Mas a “série negra” teve um fim nas Portas do Douro. O 9º Rali de Mesão Frio mostrou-se, segundo o piloto, uma prova “fabulosa, com troços incríveis, muito técnicos e desafiantes e que nos obrigou a uma concentração máxima, até porque são completamente diferentes das especiais que usualmente enfrentámos nos ralis do Centro. Aqui, enfrentamos um encadeamento de curvas brutal e este desafio foi um momento de enorme aprendizagem para mim e para a Beatriz”.
E esta aprendizagem revelou-se digna de uma nota alta. Ao longo da prova Pedro Santos e Beatriz Pinto foram ficando cada vez mais rápidos e os tempos mostravam isso mesmo.
Com o Peugeot 206 RC do RTS Rallye Team, apoiado pela Óptica Central e LPM Grupo NOV a rugir tal como um leão saudável, a dupla almejou arribar ao palanque de fecho do 9º Rali de Mesão Frio no 5º lugar da Divisão 2 Kumho, entre as 17 equipas que terminaram nesta discussão dos pneus coreanos, alcançando ainda 3ª posição no Grupo P2 e o 2º posto na Classe 3, entre todos quantos participaram na prova.
Em jeito de balanço, Pedro Santos mostrou-se “muito satisfeito e mesmo aliviado. Finalmente terminamos um rali este ano e logo com um bom resultado. Sabemos que podemos e temos de fazer mais e melhor, mas tornou-se claro que terão de contar connosco na discussão pelos lugares de topo em todas as provas. Temos o sonho e o objetivo de ainda chegar às vitórias durante 2020”.
Pedro Santos finalizou destacando “o trabalho magnífico da nossa equipa. na RTS somos uma verdadeira família de adrenalina e vontade de vencer. A RTS tem vindo a crescer não só a nível de resultados como também de pilotos”.