Autor: VMotores

  • Um Alto Tâmega de “luxo” no ano do regresso à ribalta

    Seis classificativas, dois dias de prova e seis competições distintas na luta contra o cronómetro, eis o menu do Rali do Alto Tâmega (29/30 agosto), que foi apresentado, na tarde desta sexta-feira, no Centro de Arte Nadir Afonso, em Boticas, por Nuno Loureiro, presidente do CAMI Motorsport, que esteve ladeado por Fernando Queiroga, presidente da Câmara Municipal de Boticas, e Nuno Vaz, presidente da Câmara Municipal de Chaves.

    Será o regresso, volvidos 28 anos, da prova transmontana ao Campeonato de Portugal de Ralis, como enfatizou o responsável do clube organizador: “É com um enorme sentimento de orgulho que o CAMI Motorsport vai colocar na estrada, e pela terceira época consecutiva, o Rali do Alto Tâmega, mas esta edição 2020 terá, por motivos óbvios, um significado muito especial. Nos últimos dois anos, com o precioso e inestimável apoio das autarquias da Região do Alto Tâmega e dos nossos patrocinadores, unimos esforços com o objetivo de recolocar o rali no patamar que lhe era devido. A história da prova assim o exigia e as condições ímpares desta região convidavam ao desafio de a trazer de volta ao mapa do campeonato mais mediático do automobilismo português”.

    Nuno Vaz, presidente da edilidade de Chaves, não deixou de destacar a importância de receber um evento desta dimensão: “Acreditamos, desde o primeiro momento, neste projeto, como forma de afirmar a nossa identidade e, nesta altura, também de responder aos desafios colocados pela pandemia, tanto a nível social como desportivo. É um momento único para mostrar as potencialidades, tanto naturais como paisagísticas, de património e também humanas desta região”.

    “Queremos fixar uma marca e é nosso desejo que ela fique neste território, atraindo novas gentes. São eventos como este que mostram e fazem a promoção das potencialidades da região do Alto Tâmega”, afirmou, por seu turno, Fernando Queiroga, presidente da edilidade de Boticas, vila que volta a ser o palco das grandes decisões no desfecho da prova, tal como já sucedeu nas décadas de 80 e de 90. É que a segunda passagem por aquela prova especial de classificação será o último troço do rali e tem o estatuto de Power Stage, garantindo aos três pilotos mais rápidos pontos suplementares para a classificação no campeonato.

    A edição 2020 do Rali do Alto Tâmega, que terá o seu centro nevrálgico no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, em Chaves, onde vai funcionar o Secretariado e também o Parque de Partida (e Parque Fechado) de cada uma das etapas. O Parque de Assistência está localizado no Aeródromo de Chaves.

    Na manhã de sábado, a partir das 08h45, os pilotos do Campeonato de Portugal de Ralis terão oportunidade de fazer os últimos acertos na afinação dos seus carros em duas passagens do shakedown no troço de S.Pedro de Agostém-Chaves (3,9 km), estando o Qualifying, no mesmo traçado, agendado para ter início às 10h38. Os dez pilotos mais rápidos nessa qualificação terão o privilégio de escolher a sua ordem de partida para o primeiro dia de prova, que tem o seguinte horário:

    SÁBADO (29 agosto)

    Partida (Parque Nadir Afonso)                  15h30

    PEC 1 – Alto Tâmega (15,06 Km)              16h10

    PEC 2 – Chaves (18,72 km)                       16h53

    Final: Parque Nadir Afonso                       18h35

    DOMINGO (30 agosto)

    Partida       (Parque Nadir Afonso)           09h00

    PEC 3 – Chaves/Boticas 1 (19,40 km)      09h48

    PEC 4 – Boticas 1 (14,23km)                     11h09

    PEC 5 – Chaves/Boticas 2                         13h15

    PEC 6 – Boticas 2 – POWER STAGE          14h36

    Final (Parque Nadir Afonso)                     15h39

    Para além do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), o rali é pontuável ainda no Campeonato de Portugal GT de Ralis, Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis, Campeonato Norte de Ralis, e Challenge R2&YOU, merecendo destaque especial o Peugeot Rally Cup Ibérica. A competição monomarca que estreia o Peugeot 208 R4 e se divide, a nível de calendário, entre dois ralis em Portugal e outros tantas no país vizinho, tem a sua primeira prova da época em terras transmontanas, prometendo um duelo bastante cerrado e alargado pela discussão da vitória.

    As inscrições para o Rali do Alto Tâmega, limitadas a um número total de 80 equipas, encerram no dia 19 de agosto, pelas 23h30, no portal da FPAK.

  • André Cabeças em Mesão Frio com evoluções no DS3 R5

    O piloto que defende as cores da Shore, vai estar na prova mesãofriense para, juntamente com o seu navegador Bino Santos, testar em competição as evoluções introduzidas pela Sports & You no Citroen. Vencedores da edição 2019, num dos triunfos que os conduziu ao título brilhantemente conquista no Campeonato Norte de Ralis da época transata, André Cabeças e Bino Santos estão de volta à prova organizada pelo Clube Automóvel da Régua, mas, desta feita, com objetivos e argumentos técnicos completamente diferentes.

    O Team Shore Racing decidiu que a época de 2020 seria de transição para outros voos e de adaptação a novas exigências. Foi adquirido um Citroen DS3 R5 e, como nos refere André Cabeças, os objetivos seriam sempre “muito diferentes do que estávamos habituados. Entramos num mundo novo, que, sabíamos à partida, iria exigir de mim, do Bino e de toda a equipa um longo período de adaptação. Como tal, 2020 passou a ser uma época de aprendizagem do que é pilotar um R5 e tínhamos noção de que não seria tarefa fácil”.

    A presença em Mesão Frio insere-se “na estratégia que delineamos. Vamos extracampeonato, inseridos no grupo X5 e, até pelas características do rali, muito exigente e muito técnico, será um longo teste em competição e que nos permitirá ganhar muita experiência. Queremos terminar, fazendo assim muitos quilómetros contra o cronómetro”.

    “Castelo Branco foi uma lição para não esquecer!”

    A dupla vem de um momento menos positivo. No Rali de Castelo Branco e ainda numa fase inicial da prova da Escuderia, o Citroen DS3 R5 da Shore acabou fora de estrada, com danos suficientes para atirar precocemente André Cabeças e Bino Santos para fora do rali.

    O piloto assume que “cometi um erro básico que pagamos muito caro. Não foi, de todo, qualquer excesso de entusiasmo. Foi simplesmente um momento menos bom no ataque a uma curva e acabamos fora de estrada. Pilotar um R5 leva-nos a estar sempre no fio da navalha, no limite e exige total concentração e uma longa e profunda adaptação que ainda não temos. É uma lição que não vamos esquecer!”.

    DS3 R5 com evolução já em Mesão Frio

    O tempo que mediou desde Castelo Branco até este novo desafio, não serviu apenas para resolver os danos causados pelo acidente. O carro foi alvo de “um trabalho profundo, feito em conjunto pela nossa equipa e pela Sports & You. Finalmente, decidimos e tivemos tempo para colocar o Kit de Evolução que a Citroen desenvolveu em 2017 para este DS3 R5. Até agora, o meu carro estava com especificações de 2014, o que limitava muito a sua performance e o seu equilíbrio”.

    André Cabeças revela que este “upgrade dá mais potência e binário ao motor e melhora a refrigeração, tornando-o mais fiável e mais competitivo, dando-me também mais segurança para poder, paulatinamente, tirar todo o seu potencial”. O objetivo da dupla da Shore passa agora por “e já em Mesão Frio, andar mais rápido que em Castelo Branco e tentar rodar nos ralis que vamos fazer abaixo de 1 segundo por quilómetro em relação aos R5 da nova geração, que são tripulados pelos pilotos mais rápidos do nosso campeonato principal. É esse o nosso objetivo para 2020”.

    O 9º Rali de Mesão frio terá início ao início da noite de sábado, 15 de agosto, sendo disputada uma única especial, nesse primeiro dia. No domingo, 16 de agosto, serão 7 as especiais a disputar. O rali terá 65,22 quilómetros de PEC’s e 59,88 kms de ligação. Em termos de calendário 2020, o Team Shore Racing vai ainda marcar presença nos Ralis Vidreiro, Montelongo; Casinos do Algarve e Camélias.

  • Pedro Silva e Nuno Rodrigues da Silva no Rali de Mesão Frio

    Pedro Silva e Nuno Rodrigues da Silva vão marcar presença no Rali de Mesão Frio, a disputar já neste fim de semana, dias 15 e 16 de agosto, sendo a estreia da dupla do RRT num Rali disputado em zonas mais a Norte do País.

    Este Rali não pontua para o CCR, competição que a dupla se encontra a disputar, mas, sendo uma prova pontuável para o Desafio Kumho, os objetivos, com esta participação, são bem claros e estão traçados: Lutar pelos lugares cimeiros no referido Trofeu.

    Em jeito de antevisão,Pedro Silva confessa que “a participação neste Rali de Mesão Frio, não fazia parte dos nossos planos, quando programámos a nossa Época desportiva de 2020. No entanto e, como todos sabem, a pandemia Covid 19 veio alterar uma serie de circunstâncias e também o nosso planeamento inicial. Tratando-se de uma prova pontuável para o Desafio Kumho e, tendo nós a possibilidade de participar, não vamos enjeitar a oportunidade e vamos com toda a garra e determinação participar neste Rali de Mesão Frio, lutando pelos lugares cimeiros da classificação, de modo a reforçar a nossa classificação no Desafio Kumho, na qual nos encontramos atualmente no segundo lugar”.

    O piloto destaca ainda “todo o trabalho desenvolvido pela nossa Assistência “Team Mateus” pois fizeram um trabalho notável de recuperação e afinação do nosso 206 Gti que tão maus tratos sofreu nas duras e difíceis classificativas do Rali de Castelo Branco”.

    O 9º Rali de Mesão frio disputa-se já no próximo fim-de-semana, sábado e domingo.

  • Hyndai Kauai Electric estabelece recorde de 1.026 quilómetros de autonomia

    No âmbito da visão e esforço de investigação da Hyundai para a ecomobilidade, três modelos KAUAI Electric estabeleceram um recorde de autonomia para automóveis elétricos. O desafio era simples: com um único carregamento, cada carro seria capaz de percorrer mais de 1.000 quilómetros.

    Os SUVs sub-compactos totalmente elétricos dominaram o teste, conhecido também como “hypermiling”, com facilidade, e só pararam por estarem sem energia exatamente a partir dos 1.018,7, 1.024,1 e 1.026,0 quilómetros. Em relação à capacidade da bateria de 64 kWh, cada valor individual representa outro recorde, uma vez que o consumo de energia do veículo de 6,28, 6,25 e 6,24 kWh/100Km foram muito inferiores ao valor padrão de 14.7 kWh/100Km determinado pelo WLTP.

    Todos os veículos KAUAI Electric utilizados no teste eram veículos de produção em série quando chegaram a Lausitzring, pelo que a sua autonomia WLTP anunciada é de 484 quilómetros. Além disso, os três automóveis foram controlados alternando os condutores durante os seus três dias de utilização e o sistema de assistência dos veículos permaneceu intocado. Estes dois fatores são pré-requisitos fundamentais para a importância da missão de autonomia da Hyundai. A Dekra, a organização especializada que desde 2017 tem vindo a operar em Lausitzring, assegurou que tudo ocorresse dentro do planeado durante a tentativa bem- sucedida de registo de eficiência. Os engenheiros da Dekra asseguraram-se que tudo correu bem, monitorizando os veículos usados e mantendo um registo de cada uma das 36 mudanças de condutor.

    A poupança de energia como um desafio

    Uma vez que nenhum outro fabricante alguma vez realizou um teste tão prático como este, as estimativas avançadas foram correspondentemente cautelosas. Os técnicos da Hyundai a trabalhar com Thilo Klemm, Chefe do Centro de Formação Após-Venda, tinham calculado uma autonomia teórica entre 984 e 1.066 quilómetros para uma condução simulada à velocidade média de trânsito na cidade. Isto foi um desafio para as equipas, porque conduzir de forma a poupar energia exigiu concentração e paciência.

    Três equipas competiram entre si em Lausitzring: uma equipa de condutores teste da conceituada revista Auto Bild, uma com técnicos do Departamento de Após-Venda da Hyundai Motor Deutschland e outra equipa com membros do Departamento de Comunicação e Marketing de Produto. Apesar do uso do ar condicionado não ter sido proibido, nenhuma das equipas quis correr o risco de uma condução com ar condicionado com uma temperatura exterior de 29oC para não prejudicar os resultados de autonomia. Pela mesma razão, o sistema de entretenimento do KAUAI Electric permaneceu desligado todo o tempo, sendo a energia disponível utilizada exclusivamente para a propulsão. Apenas a luz de condução diurna permaneceu ligada, de modo a cumprir com os requerimentos legais de condução. Foram utilizados os convencionais pneus de baixa resistência Nexan Nfera SU1 no tamanho 215/55R17.

    A velocidade média das equipas após percorrerem uma distância de mais de 1.000 quilómetros foi entre 29 e 31 km/h. Apesar de, à primeira vista parecer uma velocidade reduzida, o teste teve que ser realizado nas típicas condições de trânsito na cidade, incluindo horas de ponta e semáforos, assim como o limite de velocidade de 30Km/h em áreas de residência. “Com este teste, o KAUAI Electric demonstrou o seu potencial e eficiência como um SUV de estilo de vida ecológico,” afirma Jürgen Keller, Diretor Executivo da Hyundai Motor Deutchland GmbH. “Isto prova a sua aptidão para o uso diário e mostra que, no que refere aos nossos veículos elétricos, a ansiedade relacionada à autonomia deve ser algo do passado.”

  • Hyundai apresenta as diferenças entre Híbridos e Elétricos

    As tecnologias Híbrida e Elétrica são semelhantes em algumas caraterísticas, mas nem sempre é fácil distinguir um automóvel híbrido de um elétrico. A Hyundai Portugal criou uma plataforma, a Blue Academy, com o objetivo de esclarecer e responder a todas as dúvidas: como saber optar por uma das duas tecnologias, quais as diferenças entre as mesmas e quanto é possível poupar com elas. Tecnologia Híbrida A tecnologia híbrida agrega diferentes tipos de tecnologias: Híbridos convencionais, 48V/Mild- Hybrid e Híbrido Plug-in.

    A Hyundai é a única marca a disponibilizar a mais vasta gama de soluções eletrificadas e, por isso, na gama Hyundai, encontramos vários modelos que incorporam estas tecnologias. O Hyundai Kauai está disponível na versão híbrida e o Hyundai IONIQ está disponível com motorização híbrida e híbrida plug-in. Por fim, podemos encontrar o 48V/Mild-Hybrid disponível no Hyundai Tucson.

    Os veículos híbridos convencionais conjugam dois tipos de motores: o motor elétrico e o motor a combustão. A função do motor elétrico é auxiliar o motor a combustão. A principal vantagem deste tipo de tecnologia é a redução no consumo de combustível e na emissão de gases poluentes, pois o motor elétrico acaba por diminuir o tempo de funcionamento do motor a combustão. Os veículos com tecnologia 48V/Mild-Hybrid, conjugam o funcionamento do motor a combustão com o “motor” elétrico, mas não permitem uma condução exclusivamente elétrica. O motor elétrico de 48V deste sistema é simplesmente um auxiliar do motor a combustão, permitindo a diminuição do consumo de combustível e a emissão de gases poluentes ao auxiliar o arranque e a aceleração do veículo, e ao acrescentar até 12kW de potência ao automóvel. Estes veículos não podem ser carregados externamente. A energia do motor elétrico é regenerada nos momentos de desaceleração ou travagem do veículo, tal como acontece por exemplo no Hyundai Tucson 48V.

    Os veículos com tecnologia Plug-in, ao contrário dos automóveis mild hybrid, conseguem circular exclusivamente com a energia do motor elétrico. Após esgotada a energia do motor elétrico, este circulará com a energia gerada pelo motor a combustão. Tal como os automóveis com a tecnologia mild hybrid, também a energia do motor dos híbridos plug-in é regenerada nos momentos de desaceleração ou travagem do veículo. Para além de poderem circular exclusivamente em modo elétrico, os híbridos plug-in têm ainda outra grande diferença face aos mild hybrid: podem ser carregados externamente, ou seja, através de uma ligação à rede elétrica.

    Tecnologia Elétrica

    Ao contrário dos veículos híbridos, os veículos elétricos só têm um motor elétrico. Assim, circulam sempre em modo elétrico, não havendo consumo de combustível ou emissão de gases poluentes.

    Tal como acontece com os veículos híbridos, também a energia do motor elétrico dos veículos 100% elétricos é regenerada quando o veículo se encontra em desaceleração ou travagem. Porém, o meio de carregamento deste tipo de veículos é através da conexão do automóvel à rede de energia elétrica, uma vez que alguns destes veículos já apresentam autonomias superiores a 400 quilómetros, como é o caso do novo Hyundai KAUAI Electric que apresenta uma autonomia de cerca de 450 km.

    Dependendo da capacidade do automóvel e da potência da rede elétrica, a carga total de um veículo elétrico pode ser atingida em cerca de uma hora ou até menos, como acontece no Hyundai IONIQ Eletric que possibilita um carregamento rápido em cerca de 23 minutos.

    Os veículos a Hidrogénio, como o Hyundai Nexo, são considerados veículos elétricos porque utilizam energia elétrica, combinando oxigénio e hidrogénio para criar um fluxo de eletrões que, por sua vez, dão energia ao motor elétrico e carregam a bateria.

    Existem diferenças entre os veículos totalmente elétricos e veículos a hidrogénio: os veículos elétricos carregam-se, principalmente, através da rede elétrica, enquanto que os veículos a hidrogénio são abastecidos com hidrogénio. Os automóveis a hidrogénio são ainda mais amigos do ambiente pois, para além de não consumirem combustível ou emitirem gases poluentes, ainda purificam o ar ao emitirem vapor de ar.

  • Rali Alto Tâmega será apresentado amanhã, dia 14, com transmissão em live streaming

    O CAMI Motorsport, em parceria com as Câmaras Municipais de Chaves e de Boticas, vai apresentar o Rali do Alto Tâmega’2020, quarta prova do Campeonato de Portugal de Ralis (29/30 agosto), na próxima sexta-feira, 14 agosto.

    A cerimónia está agenda para as 14h30, no Centro de Arte Nadir Afonso, em Boticas, e vai ser transmitida em live streaming na rede social Facebook, podendo ser acompanhada por todos os interessados através do endereço https://www.facebook.com/clubeaventuradominho.

    Nuno Loureiro, presidente do clube organizador, e Jorge Castanheira, diretor de prova, darão a conhecer os contornos gerais de um rali com muita história que regressa ao campeonato principal ao fim de 28 anos.

    O rali é pontuável ainda no Campeonato de Portugal GT de Ralis, Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis, Campeonato Norte de Ralis, Peugeot Rally Cup Ibérica e Challenge R2&YOU.

    De assinalar que as inscrições, limitadas a um número total de 80 equipas, encerram no dia 19 de agosto, pelas 23h30, no portal da FPAK.

  • NJ Racing presente no Rali de Mesão Frio com a dupla formada por João Guimarães e Nuno Pinto

    A prestigiada equipa que normalmente compete ao mais alto nível na Montanha, vai correr no rali “de casa”, com dois dos seus pilotos a trazerem os seus dotes para um desafio totalmente diferente, mas que encaram com ambição.

    Para João Guimarães, que tomará as rédeas do volante do Peugeot 206 Gti 2.0, é o regresso “a uma modalidade onde comecei a minha carreira. O último rali que disputei foi no longínquo ano de 2009, então com um Toyota Corolla 1.6 GTI”. Segundo o piloto de Peso da Régua, este regresso “está a ser feito com alegria. Tinha saudades dos ralis e, como tal, era uma coisa que queria fazer há já algum tempo e estou ansioso que a prova comece!”.

    Esta participação concretizou-se depois de “ter surgido a oportunidade de alugar um Peugeot 206 2.0 GTI à HSperformance. É um carro parecido ao meu habitual Peugeot 206 RC. Com que corro no CPM JC Group, o que facilita a adaptação e poderei assim desfrutar melhor do rali”.

    Novidade será a estreia de Nuno Pinto como co-piloto. Habituado a dar espetáculo com o seu brutal Maxda RX-5 na Montanha, Nuno Pinto vai agora enfrentar a dura tarefa de cantar notas ao seu amigo e colega de equipa na NJ Racing, João Guimarães. Foi este que desafiou “o Nuno e ele aceitou sem hesitar!”. Já Nuno Pinto destaca que “está a ser desafiante, pois estou a aprender a linguagem própria dos ralis, o “cantar” notas sem olhar para a estrada e o ritmo certo, mas, com a ajuda do João, estou a chegar lá rapidamente. Já sei que vou apanhar alguns sustos, mas confio no meu amigo João, pois ele tem experiência neste tipo de provas. A emoção e nervosismo vai ser grande, mas confiante nesta aventura!”.

    Quanto aos objetivos para este regresso, João Guimarães diz que passam “em primeiro lugar, por chegar ao último troço do Rali, pois passa à porta de casa do Nuno e está lá a nossa família e os amigos para nós apoiar! Em segundo lugar divertimo-nos e desfrutar de uma prova lindíssima com paisagens magníficas do Douro Vinhateiro e que muito nos diz, até porque é organizada pelo Clube Automóvel da Régua, a que orgulhosamente pertencemos enquanto sócios”. Mas, mesmo com a diversão em primeiro lugar, o piloto não enjeita “lutar pela melhor classificação possível, tanto à geral, como na classe”.

    João Guimarães não quis deixar de agradecer “o apoio dos patrocinadores que, mesmo nesta altura tão difícil, não deixaram de nos apoiar. Para este desafio contamos com o Apoio do Clube Automóvel da Régua, Saniregua, Farmácia da Ponte, Nuno Pinto arquitetura e engenharia, Fisioponte clínica médica e 100hectares. Sentimos muito orgulho por uma vez mais, confiarem na NJ Racing!”.

    O 9º Rali de Mesão Frio terá início ao início da noite de sábado, 15 de agosto, sendo disputada uma única especial, nesse primeiro dia. No domingo, 16 de agosto, serão 7 as especiais a disputar. O rali terá 65,22 quilómetros de PEC’s e 59,88 kms de ligação.

  • João Vieira em bom plano em Portimão

    João Vieira voltou ao Campeonato Portugal de Clássicos ao volante do seu bonito Porsche 914-6 GT Aurora, na qual não faria a sessão de treinos privados na sexta feira de tarde neste carro. Chegou na sexta-feira mas rodou em treino privado com o seu saudoso VW Karmann Ghia de 1959, parado há mais de um ano “é uma loucura este carro é mesmo muito divertido e fácil de guiar” disse-nos com um sorriso no rosto.

    Assim, apenas no sábado de manha entrou em pista com o 914-6 Aurora, para a sessão de treinos livres onde fez o tempo 2.12.312sec, rodando com pneus com rasto “Toyo”. Nos cronometrados conseguiu melhorar para 2.092.78sec com o 9º melhor tempo para a primeira corrida.

    Na 1ª corrida, largou muito bem chegando ao final da reta da meta na quarta posição, começando logo a lutar por ganhar vantagem e lutar por posições mais acima, acabando ver a bandeira de xadrez na 7ª posição final, com a melhor volta feita em 2.092.28 à média de 104,43 km/h e vencedor em termos da sua categoria. Para a segunda corrida, acaba por fazer de novo o 7º lugar na classificação geral, com a melhor volta feita em 2.10.269, sendo de novo o melhor na sua categorias H 71.

    Depois de colocar o seu Porsche 914 no parque fechado no final da segunda corrida, João Vieira teve de ser auxiliado pois perdeu os sentidos. Sendo de imediato assistido pelos médicos de prova, rapidamente acabaria por recuperar, explicando o que se passou “ fui alvo duma intoxicação por inalação de gases de gasolina, pois ao abastecer o carro, acabou por derramar para o chão do carro alguma gasolina, que rapidamente começou a espalhar os odores pelo habitáculo, começando a provocar a intoxicação associado ao muito calor, foi mau, então as ultimas três voltas custaram-me imenso mas não podia desistir porque tinha andado satisfatoriamente em grande parte da corrida. Trouxe o carro até final mas sabia quando me pusesse em pé que não iria ser fácil e viria o desmaio, agora estou recuperado. Em relação às duas corridas o balanço foi muito positivo, sem espetativas, com pneus usados com várias corridas do ano passado o carro esteve bem, em termos de tempos nas duas corridas foram muito semelhantes. Um dos objectivos era melhorar o conjunto (o carro e eu) e acho que conseguimos com a ajuda do Eduardo e sua grande equipa, objectivo completamente alcançado.
    Agora há que continuar a aperfeiçoar pormenores, eu quero andar melhor e o carro também. os resultados logo acontecerão, se conseguir-mos andar bem ficamos mais à frente e é o meu lema. por isso é já preparar a próxima prova que será em Braga, gosto muito de ir a Braga, não pelo circuito mas pelo convívio
    “. conclui João Vieira.

  • Nortaluga Racing em estreia no Campeonato Norte de Ralis

    A equipa Nortaluga Racing irá participar nos próximos dias 15 e 16 de Agosto na 2ª prova do Campeonato Norte de Ralis. A dupla António Alves/ João Bompastor Ferreira tripularão o seu habitual Peugeot 106, integrados como sempre na estrutura da JJ Team.

    A prova erguida pelo Clube Automóvel da Régua, em parceria com o Município de Mesão Frio.
    O rali tem vindo a estabelecer-se como uma das mais acarinhadas por equipas e aficionados, apresentando fortes argumentos para tal predileção: troços muito técnicos e desafiantes, disputados em pleno Douro Vinhateiro, nível organizativo que, ano após ano, se revela alto e a tradicional hospitalidade mesãofriense, numa receita que tem imposto o rali e esta na base da crescente procura que tem ostentado.

    Aos comandos do Peugeot 106, António Alves e João Bompastor Ferreira colocam ainda as cores da Nortaluga Racing dentro do plantel do 3º DESAFIO KUMHO PORTUGAL. Será a primeira época a tempo inteiro da dupla e, como tal, encaram-na sem pressão de resultados, tendo como principal objetivo conseguir evoluir ao longo das provas.

  • Fábio Santos e Ricardo Sismeiro otimistas para a estreia em Mesão Frio

    A dupla leiriense que defende as cores do FS Rally Driver Prototype Team prepara-se para um “assalto” a Norte. 0 9º Rali de Mesão Frio será o palco de mais uma jornada onde piloto e navegador continuam a defesa da liderança dos desafios Kumho Asfalto e Centro.

    É com enorme expectativa e entusiasmo que a dupla do Citroen Saxo prepara a sua estreia nas difíceis e técnicas estradas mesãofrienses. Vão integrar um fantástico pelotão de 80 unidades que confirmaram presença na prova organizada pelo Clube Automóvel da Régua e que, para além de contar para o campeonato Norte de Ralis, tem triplo destaque no 3º Desafio Kumho Portugal, ao contar para as contas do Kumho Norte, Kumho Centro e Kumho Asfalto.

    Líderes das competições Centro e Asfalto o troféu organizado pela ASR Tyres e pela marca coreana, Fábio Santos e Ricardo Sismeiro querem dar continuidade a uma época que tem sido bem-sucedida. Bairrada e Castelo Branco foram as duas provas que disputaram e, como lembra o piloto, ambas se saldaram por “excelentes resultados, tendo sido ainda importantes para ganharmos mais experiência com Citroen Saxo e, sobretudo, para podermos aquilatar das melhorias que quisemos introduzir com algumas alterações. Foram duas provas muito positivas e que nos colocaram na liderança de duas competições Kumho”.

    A presença em Mesão Frio é encarada como “uma experiência excelente. Vamos poder medir forças não só com os nossos adversários habituais, mas também com equipas do Norte, que sabemos serem também muito fortes e rodar em classificativas com características muito diferentes. Depois, o facto de ser no Douro dá uma beleza única à prova e estamos muito entusiasmados”. Mas, assim que comece a competição, o foco “vai ser na defesa das lideranças Kumho e, como tal, teremos como objetivo impor um bom ritmo e tentar vencer, apesar das dificuldades de ser a nossa primeira participação em Mesão Frio”, assumiu Fábio Santos.

    Por seu lado Ricardo Sismeiro, co-piloto e Team Manager, revela que “temos estado a trabalhar continuamente na evolução do Saxo e, para Mesão frio, introduzimos mais algumas alterações no Setup e vamos confiantes de que irá melhorar o comportamento do carro. Estamos desejosos de que chegue o rali, ara dar continuidade a esta nossa época que tem sido optima”.

    O 9º Rali de Mesão frio terá início ao início da noite de sábado, 15 de agosto, sendo disputada uma única especial, nesse primeiro dia. No domingo, 16 de agosto, serão 7 as especiais a disputar. O rali terá 65,22 quilómetros de PEC’s e 59,88 kms de ligação.

    Joaquim Amândio Santos

    fotos: zé miguel motorsport photography