Autor: VMotores

  • Triplo pódio premeia grande exibição do Bompiso Racing Team na abertura do Open

    Sempre muito eficazes e combativos, Daniel Teixeira e Joaquim Teixeira levaram o Cupra TCR a conquistar 3 pódios nas corridas que abriram a época em Portimão,

    Pai e filho apresentavam-se em Portimão para enfrentar a tripla tirada inaugural da edição 2020 do Open de Velocidade. Normalmente, nestas lides, o Bompiso Racing team faz alinhar Joaquim Santos com Daniel Teixeira, já que Joaquim Teixeira é o “ponta de lança” da equipa no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. A dupla escalada para este arranque de época apresentou-se no Autódromo Internacional do Algarve confiante e focada em pontuar forte para começar da melhor forma a luta pelo título entre os Turismo, um dos dois que serão atribuídos nesta época do OPEN.

    Sabiam, no entanto, que Portimão representava também um momento de adaptação ao Cupra TCR pois, na época de 2019, a equipa utilizava um Seat Leon MKIII, sendo substanciais as diferenças entre as duas “montadas”. O novo Cupra só tinha sido utilizado uma vez em competição, até este fim-de-semana, e já nos idos de Março, na Rampa Porca de Murça, altura em que Joaquim Teixeira brilhou ao mais alto nível, estreando o Cupra com um triunfo absoluto entre os Turismos, no arranque da época de Montanha.

    Nas duas qualificações, com Daniel ao volante na primeira e Joaquim na segunda, a equipa colocou o Cupra no Top 6 absoluto, sendo segundos nos Turismo na Q1 e terceiros na Q2. Estes resultados foram positivos e, segundo Daniel Teixeira, deixaram-nos “muitos felizes porque não tínhamos rodado com o Cupra em circuito, antes desta prova e não esperávamos ser logo tão competitivos”.

    Quanto à estratégia de escolha de pilotos para as duas corridas Sprint, foi decidido que Daniel Teixeira estaria ao volante da corrida inicial de sábado, cabendo a Joaquim Teixeira tomar o volante na Corrida 2.

    Após uma partida cautelosa, Daniel Teixeira teve de utilizar todos os seus dotes de piloto para evitar um incidente na curva 3, mas, ao fazê-lo, o jovem craque transmontano foi forçado a “alargar a trajetória e, ao sair largo, caí para 3º entre os TCR, tendo, de imediato, ido em busca do prejuízo”. E se bem o pensou, melhor o fez, pois rapidamente suplantou o Honda Civic TCR de José Rodrigues, regressando ao 2º lugar e, quando partia no encalço do líder, encontrou pela frente o Porsche 991 GT3 de Pedro Marques. Aqui, o piloto viveu a dificuldade de “tentar ultrapassar com armas diferentes. Foi um duelo incrível, mas, perante a potência e velocidade do Porsche, demorei imenso tempo a consumar a ultrapassagem e, quando o fiz, já estávamos na parte final da corrida e eu tinha os pneus muito degradados, tendo optado por manter a posição”.

    O Dia de Domingo, segundo da jornada algarvia, reservava aos pilotos duas corridas: a segunda de Sprint e a de Endurance. Joaquim Teixeira assumiu os comandos para a Corrida 2. Com o Cupra novamente “calçado” com pneus já usados, o galardoado piloto optou por um arranque tranquilo e logo se viu envolvido numa luta “fantástica com colegas da Montanha e esta durou quase até meio da corrida. Felizmente aí, forcei ainda mais e consegui me isolar, assegurando um excelente 3º lugar, além de levar o carro sem problemas até ao final, objetivo também importante tendo em conta a corrida de Endurance que ainda havia para disputar”.

    Para o fecho do fim-de-semana, estavam reservados 40 minutos de competição, tendo a equipa decidido que Daniel faria o turno inicial, passando depois o volante a Joaquim Teixeira.

    A Corrida 3 seria atribulada. Logo na primeira volta, na curva 5, um incidente levou à entrada do “safety car” e o mesmo esteve em pista durante muito tempo, condicionando “praticamente todo o turno pois acabei por só fazer 3 ou 4 voltas limpas e, ainda na sequência da confusão, tinha caído para 3º dos TCR, lugar que consegui manter até ao fim do turno”. Daniel Teixeira revela ainda que se sentiu “menos confiante no Cupra nesta última corrida, pois não me adaptei à mudança de setup que decidimos fazer e, como tal, optei por gerir bem e não estragar nem pneus nem mecânica”.

    Joaquim Teixeira saiu o seu turno final com a missão de “manter a posição e conquistar mais um pódio e mais pontos para o campeonato”, ficando o piloto satisfeito por “ter cumprido esse duplo objetivo”. No rescaldo, o piloto realçava “a excelente operação pontual que fizemos e os 3 pódios obtidos. Para arranque de época, temos de considerar muito positivo e, para além disso, ficámos com a certeza de que, com um maior conhecimento do carro, a equipa será ainda mais competitiva!”

    O Open de Velocidade terá a sua segunda jornada no Circuito de Braga, que se disputará nos dias 12 e 13 de setembro.  

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  • José Correia e Kiko Mora dominaram 2ª dia do Open de Portugal de Velocidade by Michelin

    O segundo dia de competição do Super Racing Weekend Portimão, foi o pano de fundo para as duas últimas corridas do Open de Portugal de Velocidade by Michelin disputadas no Autódromo Internacional do Algarve.

    José Correia (Nissan GT-R GT3), depois de ter conhecido um problema de suspensão que destruiu o pneu da frente do lado direito e o atirou para último da classificação final da primeira corrida disputada no sábado, dominou da luz à bandeira a segunda manga do Open de Portugal de Velocidade by Michelin.

    O piloto de Braga fez pleno uso da superioridade técnica do seu carro para manter um andamento impossível de acompanhar pelos Porsche 911 GT3 Cup, nomeadamente, os pilotados por Pedro Marreiros e por Fábio Mota, que completaram o pódio à geral por esta ordem. Porém, a distância final para o vencedor não reflete a imagem correta, pois Pedro Marreiros optou por poupar ao máximo os pneus do 911 991 GT3 Cup para a terceira corrida. Se na frente não houve luta pela vitória, nas classes que compõem o Open de Portugal de Velocidade by Michelin, o discurso foi semelhante, o que não quer dizer que não existissem lutas aguerridas por posição na classificação geral final.

    Assim, no G1 a vitória ficou, claro, para José Correia (Nissan GT-R GT3), enquanto Pedro Marreiros (Porsche 911 991 GT3 Cup) ganhou a G2, na frente de Fábio Mota (Porsche 911 997 GT3 Cup), Nuno Baptista (Porsche 911 997 GT3 Cup) e Pedro Marques (Porsche 911 991 GT3 Cup). Nos Turismos, Gabriela Correia (Cupra TCR DSG) levou de vencida a T1, Paulo Martins (VW Golf GTI) a T2 e Jorge Silva levou o Renault Clio RS ao primeiro lugar. Finalmente, nos TCR, vitória para Francisco Mora (Cupra TCR Seq) na frente de José Rodrigues (Honda Civic TCR), Daniel Teixeira (Cupra TCR Seq) e Luís Silva (Cupra TCR Seq). José Fafiães levou o Honda Civic Type R à vitória no TCS.

    A terceira corrida agendada para o Open de Portugal de Velocidade by Michelin tinha a particularidade de recuperar a fórmula “endurance”, oferecendo aos pilotos 40 minutos de prova com oportunidade de paragem nas boxes para troca de piloto. Isto depois das duas corridas de 20 minutos que já tinham sido realizadas anteriormente, oferecendo, assim, uma hora de competição em cada um dos Super Racing Weekend calendarizados para 2020.

    Devido aos resultados obtidos nas duas corridas anteriores – recordamos que houve duas sessões de qualificação que definiram a grelha para as duas primeiras mangas – Pedro Marreiros e Paulo Pinheiro com a “pole position” para a terceira e última corrida da jornada de Portimão, foram obrigados a largar do pitlane, enquanto que José Correia saiu da quarta fila da grelha de partida, prejudicando a sua média devido ao último lugar da classificação na primeira corrida. Infelizmente, um desentendimento em pista que originou um acidente na descida para a Curva 5 do Autódromo Internacional do Algarve entre Gabriela Correia (Cupra TCR DSG), Paulo Martins (VW Golf GTI) e Luís Silva (Cupra TCR Seq), atirou este último para a lista de abandonos e fez entrar o “Safety Car” em pista.

    Esta situação prolongou-se por algum tempo e a corrida teve apenas 18 voltas em 40 minutos de prova. José Correia impôs o seu Nissan GT-R GT3 e numa mão cheia de curvas chegou, naturalmente, ao comando da corrida, aí se mantendo apesar dos repetidos e fortes ataques de Pedro Marreiros e Paulo Pinheiro, ao volante do Porsche 911 GT3 Cup. As paragens nas boxes não trouxeram alterações e José Correia ganhou a segunda corrida do dia. O pódio ficou fechado com o Cupra TCR Seq de Francisco Mora que conseguiu superiorizar- se ao outro TCR, o Honda Civic de José Rodrigues. Esta classificação ficou assim ordenada, depois do Colégio de Comissários Desportivos penalizarem em 30 segundos José Rodrigues, Fábio Mota (Porsche 911 GT3 Cup) e Pedro Marques (Porsche 911 GT3 Cup).

    No que toca às classes, não houve muitas diferenças em relação a segunda corrida. No G1 vitória para José Correia (Nissan GT-R GT3), enquanto Pedro Marreiros (Porsche 911 991 GT3 Cup) ganhou a G2, na frente de Fábio Mota (Porsche 911 997 GT3 Cup), Nuno Baptista (Porsche 911 997 GT3 Cup) e Pedro Marques (Porsche 911 991 GT3 Cup). Nos Turismos, Gabriela Correia (Cupra TCR DSG) levou de vencida a T1, Paulo Martins (VW Golf GTI) a T2 e Jorge Silva levou o Renault Clio RS ao primeiro lugar. Finalmente, nos TCR, vitória para Francisco Mora (Cupra TCR Seq) na frente de José Rodrigues (Honda Civic TCR), e de Joaquim e Daniel Teixeira (Cupra TCR Seq). José Fafiães levou o Honda Civic Type R à vitória no TCS. O Open de Portugal de Velocidade by Michelin está de regresso nos dias 11 e 12 de setembro no Circuito de Braga.

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  • Termas Classic Car espalha charme em setembro

    O passeio mais relaxante do calendário do Clube Escape Livre faz-se por asfalto e acontece de 18 a 20 de setembro. O Termas Centro Classic Cars é um encontro de carros clássicos e históricos que permite descobrir algumas das instâncias da Rede Termas Centro, percorrer as belas paisagens da Beira Interior, e reforçar os laços de amizade entre os que sentem a paixão pelos automóveis com história.

    Este é um evento pensado para os que apreciam a vida ao volante de um clássico. O Termas Centro Classic Cars 2020 tem o centro de operações instalado no Cró Hotel Rural & Termal SPA, na freguesia raiana de Rapoula do Côa, uma unidade hoteleira moderna e luxuosa rodeada de paisagens naturais, por entre ruínas antigas, ribeiros e serranias, e com uma história termal de utilização milenar e reconhecimento oficial desde o Séc. XVIII. Ainda na sexta feira é possível desfrutar de alguns dos seus serviços.

    Devido às condicionantes ligadas com a pandemia, o hotel estará exclusivamente reservado para os participantes deste encontro, que poderão desfrutar, com todas as normas em vigor, da piscina aquecida e de uma experiência termal ainda na sexta feira, antes do jantar de boas vindas. A possibilidade de cada um viajar na sua viatura e o cumprimento das regras de distanciamento e higiene em vigor permitem um passeio com toda a segurança.

    Ao longo do fim de semana, o pano de fundo serão as paisagens do território beirão. No sábado, a caravana conhece as Termas Fonte Santa de Almeida e visita o Museu Fronteira da Paz. Depois de almoço no Hotel Termas de Santiago, em Penamacor, faz passagem pelas Termas de Águas de Penamacor e estaciona nas Termas de Monfortinho, para visita. No Sabugal, visita o castelo e termina este périplo nas Termas do Cró, com novos momentos de relaxamento.

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    No domingo, o passeio até às Termas de Unhais da Serra revela, através da visita e na experiência termal, o luxo e a qualidade da instância, reconhecida internacionalmente. O programa termina com o almoço de encerramento e entrega de troféus. 

    Luís Celínio, presidente do Clube Escape Livre, refere sobre este evento: “encaramos este passeio como uma oportunidade de desfrute de algumas das grandes experiências que a vida nos possibilita, e que nesta ocasião têm um sabor especial para os que têm ficado privados da sua liberdade. No entanto, é importante referir que teremos todos os cuidados para que seja também um evento seguro. Depois, é também uma oportunidade de dar vida aos Clássicos, que estão parados há tantos meses.”

    O Termas Centro Classic Cars está reservado aos proprietários de veículos com matrícula de 1990 ou anteriores, podendo, no entanto, participar modelos especiais ou desportivos mais recentes, a avaliar pelo Clube Escape Livre. Pelas condicionantes atuais, o evento é limitado a 20/25 viaturas.

    O Termas Centro Classic Cars é organizado pelo Clube Escape Livre em parceria com a Rede Termas Centro e conta com vários apoios e colaborações como o Turismo do Centro de Portugal e a Câmara Municipal do Sabugal.

  • 7 vencedores distintos no arranque do Super Seven by Toyo Tires

    Primeiras quatro corridas da temporada 2020 deixaram em evidência a elevada competitividade do Troféu monomarca promovido pela CRM Motorsport

    Depois de um Sábado ao mais alto nível, o segundo dia do arranque da temporada 2020 do Super Seven by Toyo Tires no Autódromo Internacional do Algarve acrescentou mais um nome à incrível lista de vencedores desta visita a Portimão. Mas trouxe, sobretudo, duas corridas em que a incerteza esteve sempre em cima da mesa, comprovando o espírito incrível e a qualidade que o Troféu promovido pela CRM Motorsport apresenta nesta fase da sua vida, volvidos 11 anos e 12 temporadas sobre o seu lançamento.

    Na primeira corrida do dia, o piloto da Atomic-Mageltech (Pires) começou por afirmar os seus intentos com uma sucessão de voltas rápidas e muita pressão sobre o comandante e eventual vencedor da prova. Só que Pedro Salvador (Speedy Motorsport) voltou a conseguir contê-los de forma magistral para vencer pela segunda vez em dois dias.

    Ainda nos 420R, Diogo Costa (Team Nuoorte) deu mais uma prova cabal do seu andamento, arrematando um merecido 2º lugar no pódio e superando pelo caminho o colega de equipa
    J. J. Magalhães, Sérgio Saraiva (Atomic-Mageltech), Gonçalo Lobo do Vale (BCM Sports) e Paulo Macedo (CRM Motorsport).

    Já Diogo Tavares (CRM Motorsport) teve de se contentar com a 7ª posição, embora tenha estado na luta pelo comando até à penúltima volta da corrida. Seguiram-se-lhe Luís Calheiros Ferreira (CRM Motorsport) e a tripla do Team Nuoorte formada por Paulo Costa, Luís Lisboa e Duarte Lisboa. Mas também Nuno Afonso (Atomic-Mageltech), José Kol Almeida (BCM Sports), André Matos (BCM Sports) e Nélson Gomes (Speedy Motorsport).

    Nos S1600 Pro, Bernardo Bello voltou a ver-se envolvido num animado confronto com Pedro Lacerda (Garagem 19) e António Nunes Almeida (BS Motorsport), pilotos que por sua vez ficaram à frente de Francisco Figueiredo (Figueiredo Racing) e de Miguel Couceiro (CRM Motorsport).

    Por sua vez na Business, o triunfo sorriu novamente a Frederico Brion Sanches (BS Motorsport), que continuava, desta forma, a usufruir de um grande fim-de-semana a nível desportivo. Destaque, ainda, para o 2º lugar do jovem José Maria Marreiros (CRM Motorsport), ilustrativo da sua evolução no Super Seven by Toyo Tires, bem como para a 3ª posição de Bruno Martins (Speedy Motorsport), de regresso ao pódio pela segunda vez neste fim-de-semana.

    Embora muito rápidos, a dupla da CRM Motorsport Nuno Santos e Manuel Fernandes acabou por não ver a bandeirada de xadrez no final da corrida.

    Na derradeira corrida, o “poleman” José Carlos Pires segurou como pôde o comboio que seguia atrás de si formado por 8 pilotos com hipóteses de terminar no pódio e almejar, com isso, o triunfo. Após uma série de voltas extasiantes e grandes ultrapassagens, o piloto do Caterham #53 acabaria mesmo por celebrar um triunfo desejado há mais de um ano, embora, como sempre no Super Seven by Toyo Tires, a confirmação tivesse chegado pela margem mínima: apenas 0,013s separaram Pires do segundo classificado, David Saraiva, que voltou a apresentar-se em excelente momento de forma no Caterham preparado pela Speedy Motorsport.

    A menos de nove décimos de segundo, Diogo Tavares somou mais um pódio a esta visita a Portimão, concluindo a derradeira corrida do fim-de-semana à frente de J. J. Magalhães, Diogo Costa e Pedro Salvador, que à entrada da última volta se encontrava precisamente na 3ª posição.

    Tal como em muitas ocasiões ao longo desta primeira jornada do Super Seven by Toyo Tires, Luís Calheiros Ferreira contou com a ameaça sempre presente de Paulo Costa e nesta corrida de Duarte Lisboa, com os três pilotos a cruzarem a linha da meta separados por apenas 3 décimos de segundo. Logo a seguir surgiram Ricardo Araújo, Tiago Sousa e José Kol Almeida, com os dois pilotos da BCM Sports a trocarem diversos galhardetes de forma muito amigável durante toda a prova.

    Já sobre a tabela relativa aos S1600 Pro, Bernardo Bello acabou mesmo por comemorar o 3ª triunfo do fim-de-semana, mas sempre sob a ameaça de Pedro Lacerda, que pela primeira vez ficou de fora do pódio. Lacerda concluiu a corrida atrás de António Nunes Almeida, 2ª classificado da categoria, e de Francisco Figueiredo, que assim se despediu em grande do Autódromo do Algarve.

    Na categoria Business, João Rebelo Martins voltou a saborear o champanhe relativo ao 1º lugar, dividindo honras quanto ao número de triunfos com Frederico Brion Sanches, 2º classificado, ao passo que José Maria Marreiros voltou a terminar no 3º e último lugar do pódio. De fora desta discussão, depois de ter impressionado nas duas primeiras corridas, ficou o jovem Manuel Fernandes, assim como Miguel Couceiro — ambos por contratempos alheios.

    Na opinião de Tiago Raposo Magalhães, esta jornada do Super Seven by Toyo Tires tem tudo para ficar na história da competição: “Em primeiro lugar, voltámos a assistir a um ambiente de grande união e camaradagem entre todos os pilotos, incluindo-se os que agora se juntaram ao Troféu e todos os que regressaram sem conseguirem resistir à vontade de pertencerem, novamente, a esta enorme família!”, começou por dizer.

    “Depois, tivermos a possibilidade de assistir a quatro corridas de tal forma incríveis que acabámos o fim-de-semana com 7 vencedores diferentes e 15 pilotos que foram ao pódio — algo que muito provavelmente será mais um recorde de um Super Seven by Toyo Tires que não para de surpreender. Obrigado a todos os pilotos e equipas por nos ajudarem a crescer ao continuarem a apoiar este projeto!”, concluiu.

    Concluída esta primeira jornada, a comitiva do Super Seven by Toyo Tires regressa ao Autódromo Internacional do Algarve entre 23 e 25 de Outubro para a segunda ronda da temporada 2020.

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  • Pedro Almeida e Hugo Magalhães vencem 2R2M na Calheta

    Pedro Almeida e Hugo Magalhães, aos comandos do Peugeot 208 Rally4 foram os melhores entre os carros de duas rodas motrizes no Rali da Calheta.

    A prova do Campeoanto Regional de Ralis da Madeira serviu de ensaio à participação da equipa para o Rali de Roma – pontuável para o Europeu de Ralis (ERC) e a disputar dentro de uma semana – e para o Rali da Madeira, a próxima corrida do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR).

    «Viemos ao Rali da Calheta acima de tudo para preparar as próximas competições, trabalhar nas afinações do carro e para evoluir, objetivos totalmente cumpridos e acabamos premiados com a vitória entre os carros de 2RM e na categoria RC4» começou por referir o piloto.

    «Gostamos muito do Rali, tiramos prazer da condução e fizemos uma corrida sempre a melhorar o andamento, sem arriscar muito e tomando diversas experiências com diferentes afinações no carro, o que nesta fase é muito importante para enfrentar as corridas que se aproximam nos campeonatos que estamos a disputar» afirmou Pedro Almeida depois da passagem pelo pódio do Rali da Calheta.

    «Obviamente que ser o mais rápido entre os carros da nossa categoria é motivo de satisfação, consolida o trabalho que estamos a fazer, dá-nos confiança para o futuro e estamos muito contentes por isso, embora saibamos que há ainda muito para evoluir quer na nossa condução quer no Peugeot 208 Rally4».

    Pedro Almeida volta à Ilha da Madeira dentro de três semanas para disputar o Rali Vinho Madeira (CPR) mas antes disso vai estar já no próximo fim-de-semana no Rali de Roma, prova que marca o regresso do ERC à competição. «Será tudo novo para nós mas partimos com muita confiança. O trabalho que temos desenvolvido, tanto com o Hugo Magalhães como com a The Racing Factory, dá- nos bons indicadores, embora saibamos que cada rali é um novo desafio e que andamos sempre no limite do risco. Vamos ver como decorrem os reconhecimentos e depois encarar com toda a garra a exigência da prova em Roma» rematou o piloto famalicense.

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  • Filipe Albuquerque 3º em Paul Ricard

    Tudo estava no caminho certo para que Filipe Albuquerque e Phil Hanson conseguissem a primeira vitória do ano na jornada inaugural do European Le Mans Series em Paul Ricard. A dupla do Oreca com o número 22 estava no comando da prova quando um furo obriga a uma entrada extra nas boxes e consequente perda de posições. O quarto lugar na pista acabou por ser o resultado possível num fim-de-semana que estava a correr na perfeição.

    A saírem da ‘pole position’ perderam e ganharam posições mas quando a corrida entrava na parte final, depois de terem feito a última paragem nas boxes, um furo deitou tudo a perder e a vantagem de 10 segundos para o segundo classificado viria a não ser suficiente para chegarem aos lugares do pódio: “Foi uma pena e muito frustrante. Estava tudo a correr como planeado. Estávamos confortavelmente na frente. Só tínhamos de gerir o andamento até à bandeira xadrez. Mas, o azar bateu-nos à porta e o furo obrigou a uma ida às boxes não planeada. As nossas ambições caíram por terra e tivemos que nos conformar com o resultado”, começou por explicar Albuquerque.

    Mas Filipe Albuquerque e Phil Hanson acabariam por ascender ao terceiro lugar do pódio na primeira corrida do European Le Mans Series depois de ter sido imposta uma penalização de três voltas ao segundo classificado por incumprimento do regulamento desportivo no que toca ao tempo em pista de um dos pilotos.

    Albuquerque vê assim minimizado o furo que lhe roubou a vitória: “No meio do nosso azar, esta penalização acaba por nos ajudar a subir ao pódio. Regras são regras e temos todos que as cumprir. São pontos importantes que recuperamos”, referiu o piloto português, satisfeito ainda por ter ficado demonstrado que “temos andamento para ganhar o campeonato. Perdemos esta batalha mas a guerra não está perdida. Há muitos pontos em jogo e vamos continuar na luta. A próxima corrida é em Spa em Agosto e vamos entrar para ganhar. Já percebemos que sem problemas somos candidatos à vitória. Isso dá-nos a confiança necessária para não esmorecer”, concluiu o piloto de Coimbra.

    O resultado das 4h de Le Castellet assim como a pontuação no Campeonato podem ser consultadas em: https://www.europeanlemansseries.com/

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  • 1º dia do Super Racing Weekend com forte competitividade nos Clássicos, Clássicos 1300 e Legends

    O primeiro dia de competição do Super Racing Weekend Portimão foi dedicado às sessões de treinos livres e de qualificação do Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos 1300, Clássicos e Legend. Foi o desejado regresso á competição com listas de inscritos recheadas de pilotos ansiosos por colocar os seus carros em pista.

    Os Clássicos realizaram uma sessão de treinos livres que foi dominada por Rui Costa (Ford Escort RS 1600) na frente de Rui Azevedo (Ford Escort RS 1600) e de Joaquim Jorge (Ford Escort RS 1600). Muitos problemas para João Macedo Silva (Porsche 911 RSR) e para Carlos Vieira (Ford Escort RS 1600), que por essa razão não conseguiram cumprir uma única volta lançada. José Fafiães (Datsun 1200) foi o mais veloz entre os Clássicos 1300, seguido de Carlos Cruz e Pedro Barbosa, ambos em Datusn 1200.

    Os pilotos dos Legends também só disputaram uma sessão de treinos livres, com Pedro Fernandes (BMW 320d) a ser o mais rápido na frente dos BMW M3 de António Barros e Joaquim Soares. Seis pilotos conheceram problemas nesta sessão e não marcaram um tempo durante a sessão. Na Qualificação, intensificou-se o domínio de Manuel Fernandes, que assim rubricou a “pole position” para a primeira corrida de amanhã. Joaquim Soares (BMW M3) ocupa o segundo lugar da grelha seguido de Nuno Figueiredo (Volvo 850 T5 Estate), Tiago Ribeiro (Honda Integra Type R) e António Barros (BMW M3).

    Resolvidos os problemas no Ford Escort RS1600, Carlos Vieira dominou a sessão de qualificação dos Clássicos, rubricando a “pole position” para a primeira corrida de amanha, com o tempo de 2m01,328s. Um tempo excelente que não foi acompanhado por Rui Azevedo (Ford Escort RS 1600), que se superiorizou a João Macedo Silva, ainda a contas com problemas no seu Porsche 911 RSR, Rui Costa (Ford Escort RS 1600) e Joaquim Jorge (Ford Escort RS 1600). José Fafiães (Datsun 1200) foi o mais rápido nos Clássicos 1300, seguido de Carlos Cruz e Carlos Barbosa, ambos em Datsun 1200.

    A qualificação dos Legends não foi diferente da sessão de treinos livres, pois Pedro Fernandes dominou a seu belo prazer com o BMW 320d, com o tempo de 2m04,028s, seguido de Joaquim Soares com o BMW M3 e de Nuno Figueiredo com a exótica Volvo 850 T5 Estate. As primeiras cinco posições da grelha de partida para a corrida de amanhã ficaram completas com Tiago Ribeiro (Honda Integra Type R) e António Barros (BMW M3).

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  • Racing268 regressou em Lousada

    Lousada marcou o regresso da equipa Racing268 à competição, debaixo de um sol abrasador e sem público e aplausos para “refrescar o espírito” dos pilotos. Cumpridas as normas devidas, e com algumas dificuldades acrescidas pelas limitações de circulação nas bancadas e no paddock, foi uma jornada com nota positiva e com uma fantástica adição: a transmissão em live stream de toda a competição.

    Jorge Gonzaga partia na liderança do campeonato e na esperança de um resultado positivo. Na verdade, apenas um lapso no regulamento impediu a demonstração de superioridade que os tempos atestam e onde apenas o treino cronometrado destoa – e mesmo neste condicionado por um piloto atrasado.

    Segundo o piloto, “foi um fim de semana excelente em termos competitivos, pois venci mangas com mais de 4 segundos para os meus adversários diretos, que bati em pista em todas as corridas de qualificação. Mas infelizmente, e mesmo sendo o único piloto com 3 vitórias em 3 corridas, um regulamento injusto atirou-me para a 2ª linha na final”.

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    No final da prova, desportivamente, foram vários os adversários que reconheceram este erro regulamentar e a superioridade no andamento do piloto lousadense, que nos refere ainda que “o que importa agora é trabalhar para Castelo Branco, onde queremos continuar fortes e finalmente ver traduzida na classificação final o valor da nossa prestação em pista”.

    Ainda que não seja o resultado desejado pela equipa, fica uma nota para a competitividade entre pilotos, numa jornada marcada por boas corridas e respeito entre todos os intervenientes que demonstra bem o nível a que o kartcross pode almejar no panorama desportivo nacional Assim haja vontade de todos…

    Após esta prova Jorge Gonzaga viu ligeiramente reduzida a vantagem pontual no campeonato, mantendo ainda uma margem que tentará seguramente dilatar em Castelo Branco, nos dias 1 e 2 de agosto.

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  • Paulo Pinheiro e “Kiko” Mora vencem na primeira corrida do Open de Portugal

    Nos GT, José Correia (Nissan GT-R GT3) dominou sessões de qualificação mas foi Paulo Pinheiro a vencer a primeira corrida do Open de Portugal de Velocidade by Michelin, enquanto “Kiko” Mora dominava entre os Turismos.

    Finalmente ecoaram os motores no impressionante complexo do Autódromo Internacional do Algarve, com a realização das sessões de treinos livres, qualificações e a primeira corrida do programa do Open de Portugal de Velocidade by Michelin, contando com uma recheada lista inscritos onde pontificaram carros de qualidade como o Nissan GT-R GT3, diversos Porsche 911 GT3 Cup e vários Cupra TCR.

    As sessões de treinos livres e as duas qualificações deixaram evidente a superioridade do Nissan GTR GT3 de José Correia. Perdendo algum tempo na única sessão de treinos livres realizada, com Pedro Marreiros e Paulo Pinheiro a liderar a tabela de tempos com o seu Porsche 911 GT3 Cup, José Correia esteve inalcançável na qualificação.

    Aproveitando as qualidades do Nissan GT-R GT3 num circuito que serve as características do carro nipónico, José Correia rubricou a “pole position” em ambas as sessões, com Francisco Mora (Cupra TCR) a repetir a dose nos Turismos.

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    A primeira corrida dos GT no Open de Portugal de Velocidade by Michein acabou por ser um espelho do que se passou nas sessões de qualificação, ou seja, José Correia verteu a seu favor as características do Nissan GT-R GT3 e dominou as ténues investidas de Fábio Mota e de Paulo Pinheiro com relativo à vontade.

    Porém, o desporto automóvel tem os seus desígnios e o domínio de José Correia terminou quando um furo o fez perder muito tempo, forçando uma paragem nas boxes e o fim da possibilidade de começar a temporada com uma vitória.

    Após várias voltas atrás do Porsche de Fabio Mota, Paulo Pinheiro conseguiu passar para a frente e rumar a uma vitória que acabou por ser tranquila, pois atrás de si Fábio Mota conheceu alguns problemas com o seu Porsche e viu-se ultrapassado por Francisco Mora (Cupra TCR), fechando o pódio.

    Já na luta pela primazia no campeonato de Turismos, “Kiko” Mora dominou de fio a pavio, enquanto Daniel Teixeira colocava o Cupra do Bompiso Racing Team no segundo posto, cabendo a Gabriela Correia reclamar o terceiro lugar no pódio, aos comandos do Cupra do JC Group Racing team

    Amanhã realizar-se-ão mais duas corridas do Open de Portugal de Velocidade by Michelin, as 10.05 horas e às 17.30.

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  • Leonel Sampaio sem sorte na final

    O lousadense Leonel Sampaio, piloto da TopCar, atravessou a rua para se deslocar até ao Eurocircuito da Costilha. Local onde se realizou a primeira prova de Ralicross, após Covid. Num circuito deserto, sem público, mas com transmissão via internet e finais na televisão, a prova decorreu debaixo de temperaturas muito altas.

    Sampaio e o Citroën Saxo, assistido pela Kaxa & Motor, foram um dos participantes da Nacional A1.6, divisão que contava com meia dúzia de concorrentes.

    Após corridas de qualificação, o nosso piloto estava no terceiro lugar. O que lhe dava o pior lugar, na linha da frente da grelha de partida. Dada a partida, era de Sampaio o comando do pelotão. No entanto um toque atirou o piloto para o quinto lugar. Lutador, como nos habitou, Sampaio não desmoralizou e foi atrás do prejuízo, lutando pelo melhor lugar possível. A joker foi madrasta, uma entrada demasiado rápida e o salto, deixou o piloto sem embraiagem no Saxo. Terminou assim a sua final, com duas voltas completadas. A classificação foi revista pelo colégio de comissários, mas Sampaio terminou em sexto lugar.

    A próxima corrida está marcada par o primeiro fim de semana de agosto, dias 1 e 2, em Castelo Branco.

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