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  • Joel Simões chega invicto à decisão do Nacional de Drift

    Joel Simões chega invicto à decisão do Nacional de Drift

    Joel Simões está a protagonizar uma temporada praticamente irrepreensível no Campeonato de Portugal de Drift 2026. Ao volante do BMW 330D n.º 93, o piloto venceu todas as cinco provas já disputadas na categoria Semi-Pro. O percurso começou em Montemor-o-Velho e prosseguiu com triunfos em Campia, Sever do Vouga, Viseu e Pinhel, onde a FPAK confirmou a quinta vitória consecutiva da época.

    A sequência permite a Joel Simões chegar à derradeira jornada com 564 pontos, ocupando o primeiro lugar da classificação e dispondo de 126 pontos de vantagem sobre o mais direto adversário.

    O registo ganha ainda maior significado quando comparado com 2025. Nessa temporada, Joel Simões terminou como Vice-Campeão Nacional de Drift Semi-Pro, distinção recebida na Gala dos Campeões, no Casino Estoril, em janeiro deste ano. Doze meses depois, regressa à fase decisiva do campeonato numa posição bem diferente: líder, invicto e com pleno de vitórias.

    A sexta e última ronda realiza-se nos dias 26 e 27 de setembro, no Eurocircuito de Lousada, onde ficará oficialmente decidido o título nacional.

  • Nuno Pires regressa ao Supercars para lutar pelo título com a Batina Racing

    Nuno Pires regressa ao Supercars para lutar pelo título com a Batina Racing

    Vice-campeão de GT4 em 2023, Nuno Pires regressou esta temporada ao Supercars Endurance e voltou rapidamente à luta pelos lugares da frente. Ao lado de Orlando Batina, no Toyota GR Supra GT4 EVO2 da Batina Racing, o piloto portuense já venceu em Jarama e assume sem rodeios o objetivo: conquistar o título GT4 Pro-Bronze.

    «O campeonato está bastante competitivo, com os dez primeiros dentro do mesmo segundo. Sinto que tenho uma base competitiva, mas a paragem trouxe alguma falta de ritmo e consistência», reconhece o piloto, apontando também a adaptação à nova especificação de pneus como um dos principais desafios.

    O trabalho desenvolvido pela Batina Racing tem sido determinante nesse regresso: «Nesta competição não é só a performance dos pilotos que é importante. A Batina Racing está bastante sólida nas boxes e tenho um companheiro bastante rápido, o que ajuda a manter o foco na melhoria do meu ritmo e da minha performance.»

    A sintonia com Orlando Batina surgiu rapidamente, muito por força de uma filosofia comum: «A Batina Racing foi construída numa base muito forte de humildade, aprendizagem, trabalho, construção e dedicação. Essa é a minha maneira de estar e, dessa forma, a relação e o entendimento têm sido bastante simples.»

    Num campeonato onde décimos podem fazer toda a diferença, Nuno Pires destaca ainda a importância crescente da análise de dados, telemetria, afinações e evolução da pista ao longo dos fins de semana. Com a segunda metade da temporada pela frente, a ambição está totalmente assumida: «O nosso objetivo é a vitória no Iberian Supercars. Sabemos que temos de continuar a trabalhar na nossa performance e consistência e estamos empenhados nesse sentido.»

  • Volvo põe carros a «falar» entre si para antecipar perigos na estrada

    Volvo põe carros a «falar» entre si para antecipar perigos na estrada

    Os Volvo EX60, EX90 e ES90 passam a poder partilhar em tempo real alertas sobre acidentes, obras, animais, peões e ciclistas. As novas funcionalidades chegam através de uma atualização remota e reforçam a aposta da marca sueca na segurança conectada.

    Disponível através de uma atualização de software over-the-air nos Volvo EX60, EX90 e ES90, o sistema pretende permitir uma antecipação maior de situações de risco, particularmente em condições de visibilidade reduzida, mau tempo ou estradas sinuosas.

    As novidades incluem alertas para animais de grande porte, presença de peões ou ciclistas, obras na estrada e acidentes mais à frente no percurso. Neste último caso, a informação pode chegar através de outros Volvo conectados ou de centros de gestão de tráfego. Estes sistemas juntam-se ao Slippery Road Alert, que identifica situações de baixa aderência, e ao Hazard Light Alert, através do qual a ativação dos quatro piscas pode ser comunicada a outros veículos.

    A Volvo introduziu esta filosofia de segurança conectada em 2016 e conta atualmente com mais de um milhão de automóveis ligados à rede. Através do ecossistema europeu Data for Road Safety, algumas destas informações podem ainda ser partilhadas com veículos de outras marcas e centros nacionais de gestão de tráfego.

    «Sempre que um Volvo partilha informação de segurança, ajuda outros condutores a antecipar situações de risco, evitar acidentes e sentir-se mais seguros», salienta Åsa Haglund, responsável pelo Volvo Cars Safety Centre.

    A atualização traz também novidades no entretenimento. Os EX90 e ES90 passam a disponibilizar Spatial Audio através do Apple CarPlay, em combinação com tecnologia Dolby Atmos. Nos modelos equipados com o sistema premium Bowers & Wilkins de 25 altifalantes, a tecnologia procura criar uma experiência sonora mais envolvente e multidimensional dentro do habitáculo.

  • O novo 911 Challenge: para o Motorsport profissional sem compromissos

    O novo 911 Challenge: para o Motorsport profissional sem compromissos

    Porsche cria uma nova ligação entre automóveis desportivos de estrada e automóveis de competição. Características clássicas do 911 complementadas por todos os elementos relevantes de segurança e competição.

    A Dr. Ing. h.c. F. Porsche AG abre uma nova abordagem ao Customer Motorsport: o 911 Challenge combina o ADN do atual 911 GT3 com o de um automóvel de competição. Graças à tecnologia baseada no modelo de produção, a um abrangente conjunto de equipamentos de segurança e a sistemas de dinâmica de condução preparados para o Motorsport, o Challenge proporciona uma porta de entrada para a competição. A estrutura de custos de utilização e de peças de substituição foi desenvolvida especificamente para este objetivo. A Porsche disponibiliza agora o novo automóvel de competição por um preço de 208.800 euros, acrescido do IVA aplicável em cada país.

    Estugarda. A mais recente adição à família Customer Motorsport da Porsche fecha o círculo: a partir de agora, os quatro automóveis de competição GT da ‘Sportwagenschmiede’ têm por base o 911. Ao mesmo tempo, o novo 911 Challenge alarga a gama com um novo modelo de entrada.

    Ao contrário do automóvel de competição Cup apresentado em agosto de 2025, o Challenge utiliza uma proporção significativa de tecnologia do GT3 de produção. Para além da aerodinâmica, esta inclui uma caixa PDK de sete velocidades, o volante do GT3 RS com funções específicas de competição adicionais e ar condicionado.

    Sistemas ajustáveis de assistência ao condutor, como ABS, controlo de tração e Controlo Eletrónico de Estabilidade (ESC), facilitam a entrada no Motorsport, tal como os sistemas variáveis de dinâmica de condução. Estes incluem igualmente o Porsche Torque Vectoring Plus (PTV+), ajustável em vários níveis. A partir da temporada de 2027, o 911 Challenge poderá participar em numerosas competições monomarca em todo o mundo.

    “Desde a sua introdução, os modelos GT3 moldaram a identidade da Porsche enquanto fabricante de automóveis desportivos como praticamente nenhuma outra gama. São concebidos e desenvolvidos em estreita colaboração com o Motorsport”, afirma Thomas Laudenbach, Vice President Porsche Motorsport. “Com o 911 Challenge, esta tradição é agora alargada a um modelo que permite a novos grupos de clientes experimentar a emoção do Motorsport num 911.”

    Michael Dreiser, Head of Sales da Porsche Motorsport: “O 911 Challenge leva a experiência de condução do 911 GT3 homologado para estrada ao Customer Motorsport de uma forma mais direta do que nunca. Os pilotos podem familiarizar-se com ele sem uma longa curva de aprendizagem e completar os seus primeiros quilómetros em circuito num conceito de veículo que lhes é familiar. Seguimos aqui um princípio que remonta à década de 1960: os nossos clientes recebem um automóvel pronto para competir, completo com tecnologia de segurança para Motorsport, aquisição de dados, apoio de peças de substituição e documentação técnica.”

    Motor, chassis e travões: motor de série e caixa PDK do 911 GT3

    O motor boxer de seis cilindros e 4,0 litros, de elevado regime, deriva em grande parte do GT3 de produção, mas desenvolve uma potência máxima de 379 kW (515 cv) às 8.500 rotações por minuto. O regime máximo é de 9.000 rpm. O silenciador traseiro modificado inclui igualmente um catalisador na versão de competição, mas dispensa filtro de partículas.

    A potência é transmitida através de uma caixa PDK de dupla embraiagem e sete velocidades, tal como no automóvel de produção. Mantêm-se funcionalidades como a possibilidade de selecionar passagens de caixa automáticas ou manuais através das patilhas no volante.

    No que diz respeito ao chassis, os clientes do Challenge podem contar com numerosos componentes de competição, como os provenientes do 911 Cup. Os amortecedores funcionam com uma curva característica específica para Motorsport. A barra estabilizadora de série é ajustável em três posições.

    Os pneus slick de competição, sem piso, são montados em jantes de 18 polegadas e fixados através do sistema convencional de cinco furos. Neste aspeto, o Challenge segue a filosofia do recentemente apresentado 911 GT4 R. O sistema de travagem de competição, com discos de aço de 380 mm de diâmetro à frente e atrás, corresponde igualmente à tecnologia utilizada no GT4 R.

    Carroçaria e cockpit: elementos de segurança ao mais alto nível

    As dimensões do 911 Challenge são idênticas às do GT3, tal como todos os principais componentes da carroçaria. Um sistema integrado de macacos pneumáticos, composto por três unidades, faz parte do equipamento de série. Na traseira foi adicionada uma luz de chuva certificada pela FIA, enquanto o capot pode ser aberto através de fechos rápidos integrados. A asa traseira pode ser ajustada mecanicamente em quatro ângulos diferentes.

    No interior, as diferenças relativamente à versão de estrada tornam-se mais evidentes: todos os materiais de insonorização, alcatifas e revestimentos foram removidos.

    Em contrapartida, a estrutura de segurança soldada reforça a estrutura do veículo e protege o piloto em caso de colisão. Entre os restantes equipamentos de segurança encontram-se, por exemplo, um depósito de combustível FT3 de 110 litros, um banco de competição ajustável com arnês de seis pontos e um sistema de extinção de incêndios. O Challenge foi concebido como um automóvel de competição sem homologação para utilização em estrada e não faz concessões na sua especificação orientada para circuito.

    A nova hierarquia de automóveis de competição baseados no 911 da Porsche Motorsport

    Enquanto modelo de entrada, o novo 911 Challenge sucede ao Cayman GT4 Clubsport original e ao mais recente 718 Cayman GT4 RS Clubsport. O automóvel de competição mais acessível da Porsche destina-se tanto a estreantes nas corridas como a pilotos experientes. O seu principal palco serão competições monomarca específicas da marca, como os Porsche Challenges e Trophies.

    Como sucessor direto do 718 Cayman GT4 RS Clubsport, o 911 GT4 R destina-se à categoria internacional GT4. Este é um dos segmentos de crescimento mais rápido no Customer Motorsport mundial.

    O 911 Cup compete na Porsche Mobil 1 Supercup, nos campeonatos nacionais Carrera Cup e noutras competições Porsche. Este versátil automóvel de competição é igualmente popular nas corridas de resistência e em provas GT abertas a várias marcas. O 911 GT3 R é utilizado pelas equipas-cliente nas competições internacionais GT3, de acordo com os regulamentos FIA. O modelo de topo já conquistou vitórias de classe em Le Mans, venceu o Endurance Trophy para equipas e pilotos no Campeonato do Mundo de Resistência e conquistou dois títulos de pilotos e um título de construtores no DTM. No final de junho deste ano, acrescentou ainda ao seu palmarés uma vitória absoluta nas 24 Horas de Spa-Francorchamps.

  • Maria Luís Gameiro regressa à ação na Baja da Polónia com Annett Quandt

    Maria Luís Gameiro regressa à ação na Baja da Polónia com Annett Quandt

    Depois dos cancelamentos consecutivos da Baja de Aragão e da Hungarian Baja, Maria Luís Gameiro regressa finalmente à competição na AKPOL Baja Poland, quarta ronda da Taça Europeia FIA de Bajas de Todo-o-Terreno. A portuguesa estreia-se na Polónia e terá ao seu lado Annett Quandt.

    A ronda polaca surge depois de dois cancelamentos consecutivos, em Aragão e na Hungria, ambos devido ao elevado risco de incêndio, interrompendo o ritmo competitivo da piloto portuguesa.

    Ao volante do MINI JCW T1+, Maria Luís terá desta vez como navegadora Annett Quandt, experiente piloto e navegadora alemã com forte ligação ao Dakar e à X-raid. «Depois de dois cancelamentos seguidos, é com esperança que regressamos à competição. Chegou finalmente essa oportunidade, na Polónia, e estou muito motivada para voltar à ação», afirma.

    A AKPOL Baja Poland apresenta 351,66 quilómetros cronometrados num percurso total de 611,15 km. O prólogo, com 8,85 km, disputa-se na sexta-feira, antes de duas etapas concentradas no sábado e domingo: «A Baja da Polónia é conhecida pelos troços rápidos e pelos terrenos muito específicos. O objetivo passa por adaptarmo-nos rapidamente uma à outra dentro do carro, construir uma boa comunicação e conseguir um bom resultado nas contas da Taça Europeia de Bajas.»

    Depois de semanas condicionadas por fatores externos, Maria Luís Gameiro chega assim à Polónia com motivação renovada e uma nova parceria na navegação.

  • Isuzu D-Max 2026 chega a Portugal com novo motor 2.2 Diesel

    Isuzu D-Max 2026 chega a Portugal com novo motor 2.2 Diesel

    A Isuzu D-Max reforça a gama em Portugal para 2026 com um novo motor Diesel de 2,2 litros, 164 cv e 400 Nm de binário. Há também uma nova caixa automática de oito velocidades, o regresso da transmissão manual de seis relações e preços a partir de 33.188 euros + IVA.

    A Isuzu D-Max 2026 chega ao mercado português com importantes alterações mecânicas, de equipamento e imagem, mantendo a forte vocação profissional e fora de estrada que caracteriza a pick-up japonesa.

    A principal novidade está debaixo do capot. O anterior bloco 1.9 dá lugar a um Diesel de 2,2 litros, mantendo os 164 cv, mas aumentando o binário máximo de 360 para 400 Nm, disponíveis entre as 1.600 e as 2.400 rpm. Logo às 1.000 rpm estão já disponíveis 255 Nm, contra os anteriores 160 Nm, procurando melhorar a resposta em arranque, carga, reboque e condução fora de estrada.

    Segundo a Isuzu, o aumento de cilindrada e binário não penaliza os consumos nem as emissões de CO₂ face ao anterior 1.9. O novo motor recebe ainda bloco, cambota, pistões, bielas, sistema de pós-tratamento dos gases e turbocompressor VGS elétrico revistos.

    Nova automática de oito velocidades

    Outra das grandes novidades é a chegada de uma caixa automática Aisin de oito relações, desenvolvida especificamente para o novo motor, enquanto regressa à gama a caixa manual Isuzu de seis velocidades.

    A capacidade de trabalho mantém-se como argumento central: a D-Max apresenta carga útil até 1.135 kg, capacidade de reboque de 3.500 kg e peso máximo combinado de 6.000 kg. Fora de estrada, consegue atravessar cursos de água até 80 cm de profundidade e apresenta ângulo de ataque de 30,5 graus.

    A atualização inclui ainda nova grelha, óticas redesenhadas, para-choques e jantes revistos, enquanto o habitáculo recebe painel digital de sete polegadas, quatro câmaras com visão 360 graus e novos sistemas como o Driver Monitoring System e chamada automática de emergência 4G e-Call.

    A gama portuguesa mantém versões 4×2 e 4×4, cabinas simples, longa e dupla e variantes orientadas tanto para trabalho como lazer. Haverá ainda uma série especial V-Cross limitada a 20 unidades, baseada na versão 4×4 LSE e equipada com vários acessórios específicos para utilização fora de estrada.

    Em Portugal, a Isuzu D-Max 2026 arranca nos 33.188 euros + IVA com cabina simples. A cabina longa começa nos 36.908 euros + IVA e a dupla nos 38.508 euros + IVA. A garantia é de cinco anos ou 100.000 quilómetros.

  • Martim Ventura conquista primeira vitória absoluta no Rally dos Sertões

    Martim Ventura conquista primeira vitória absoluta no Rally dos Sertões

    Martim Ventura conquistou a sua primeira vitória absoluta numa etapa do Rally dos Sertões, impondo-se nos 511 quilómetros cronometrados da ligação entre Luís Eduardo Magalhães e Mateiros.

    Integrado na Monster Energy Honda HRC, aos comandos de uma Honda CRF450RX e com o apoio da bp Ultimate, o jovem português confirmou o excelente andamento evidenciado desde o início da competição, melhorando a sua posição no terceiro lugar absoluto e mantendo-se no comando da classe MT2. A jornada, com 533 quilómetros no total, marcou ainda o início da etapa Maratona, durante a qual é proibida a assistência externa dos mecânicos. Depois de mais de sete horas em competição, foram os próprios pilotos que tiveram de assegurar a manutenção das motos com as ferramentas transportadas consigo.

    «Esta etapa foi o primeiro dia de maratona e, por isso, fui mais cauteloso para não acontecer nada. Foi tudo tranquilo e espero que continue assim», explicou Ventura.

    O atual líder da categoria Rally2 no Campeonato do Mundo de Rally-Raid (W2RC) mantém, contudo, bem definida a prioridade da temporada: «Tenho sempre de ter em conta que o maior objetivo do ano para mim e para a equipa é conquistarmos o título mundial. Para ir crescendo ao longo da competição é preciso seguir passo a passo.»

    Ventura deixou ainda elogios ao sistema de navegação Trux utilizado no Sertões: «É muito bom, o dispositivo de ultrapassagem é muito útil e, acima de tudo, traz mais segurança.»

    A quarta etapa, disputada esta quarta-feira, 26 de agosto, completa a Maratona e liga Mateiros a Porto Nacional. Serão 572 quilómetros, dos quais 304 cronometrados, seguindo-se uma ligação final de 268 km.

  • Mercedes-Benz 4MATIC Experience ruma a Coimbra e ao Centro para três dias de aventura

    Mercedes-Benz 4MATIC Experience ruma a Coimbra e ao Centro para três dias de aventura

    A 14.ª edição do Mercedes-Benz 4MATIC Experience realiza-se de 16 a 18 de outubro e terá Coimbra como centro nevrálgico. Organizado pela Mercedes-Benz Portugal e pelo Clube Escape Livre, o evento termina na Figueira da Foz depois de três dias de condução, cultura, gastronomia e aventura fora de estrada.

    A edição de 2026 terá como base o Hotel Vila Galé Coimbra e arranca com a receção dos participantes, uma visita guiada à Universidade de Coimbra e o tradicional jantar de boas-vindas.

    O segundo dia será dedicado a um percurso de ida e volta à cidade dos estudantes, passando pela Capela de São João do Deserto, Praia Fluvial da Louçainha e Lousã. Depois do almoço na Quinta das Nogueiras, a caravana enfrentará uma componente fora de estrada mais exigente, com subida ao Alto de Trevim, passagem pela Ermida de Santo António das Neves e pelos históricos Neveiros da Serra da Lousã.

    A jornada fica ainda marcada pela passagem pela Aldeia do Xisto de Gondramaz e por uma visita à centenária loja do Sr. Falcão, antes do regresso a Coimbra.

    Das Buracas do Casmilo à Figueira da Foz

    O último dia levará os participantes até às Buracas do Casmilo, na Serra de Sicó, formações naturais constituídas por pequenas grutas horizontais que chegaram a servir de abrigo aos rebanhos da região.

    O destino final será a Figueira da Foz, não sem antes uma passagem pela Ilha da Morraceira, território marcado pelas salinas, sapais e pela biodiversidade associada ao estuário do Mondego. A passagem será celebrada com ostras e champanhe, a convite da Câmara Municipal da Figueira da Foz, seguindo-se o almoço de encerramento no Centro de Artes e Espetáculos.

    Combinando aventura fora de estrada, história, cultura e gastronomia, o Mercedes-Benz 4MATIC Experience chega assim à sua 14.ª edição, mantendo-se como o encontro anual dos utilizadores dos modelos de tração integral da marca alemã. As inscrições estão abertas nos concessionários Mercedes-Benz e através do Clube Escape Livre.

  • Polestar 4 ganha versão SUV com até 630 km de autonomia

    Polestar 4 ganha versão SUV com até 630 km de autonomia

    A Polestar vai alargar a família Polestar 4 com uma nova variante SUV, disponível para encomenda a partir de 2 de setembro. O novo modelo deriva do Polestar 4 coupé e acrescenta maior versatilidade sem abdicar da componente desportiva.

    A Polestar confirmou o lançamento do Polestar 4 SUV, nova proposta da marca sueca para reforçar a presença no segmento dos SUV elétricos. Desenvolvido a partir do Polestar 4 coupé, o novo modelo aposta numa maior flexibilidade de utilização e em capacidades de carga mais versáteis, mantendo a identidade de design, desempenho e sustentabilidade que caracteriza a gama.

    «O Polestar 4 estabeleceu-se rapidamente como um dos favoritos dos nossos clientes e temos registado uma forte procura por parte de condutores que procuram um design distintivo e elevadas performances, combinados com grande versatilidade», afirma Michael Lohscheller, CEO da Polestar.

    Polestar 5, Polestar 4, Polestar 2, Polestar 7

    Tanto o novo SUV como a mais recente evolução do Polestar 4 coupé recebem componentes de chassis revistos, procurando reforçar o comportamento dinâmico. A arquitetura elétrica de 400 V permite anunciar autonomias de até 630 quilómetros WLTP nas versões Rear motor, enquanto as variantes Dual motor podem atingir 544 cv de potência.

    Produzido em Busan, na Coreia do Sul, o Polestar 4 SUV estará disponível para encomenda a partir de 2 de setembro na maioria dos mercados onde a marca está presente.

  • Mitch Evans lidera aposta da Opel GSE na estreia na Fórmula E

    Mitch Evans lidera aposta da Opel GSE na estreia na Fórmula E

    A Opel fechou a dupla de pilotos com que vai atacar a temporada 2026/27 do Campeonato do Mundo de Fórmula E. Mitch Evans, recordista de vitórias na competição, junta-se ao jovem Théo Pourchaire numa formação que assume desde já um objetivo claro: lutar na frente desde a estreia.

    O neozelandês chega à Opel com 16 vitórias na Fórmula E, sendo apresentado pela marca como o piloto mais vitorioso da história da competição. Ao seu lado estará Théo Pourchaire, numa combinação entre experiência e juventude que a Opel pretende transformar rapidamente em resultados.

    «Mitch Evans foi o candidato preferido para a nossa Opel GSE Formula E Team desde o início», revelou Jörg Schrott, diretor da Opel Motorsport e chefe de equipa, assumindo sem rodeios a fasquia colocada para o novo projeto: «Estamos a entrar no Campeonato do Mundo para lutar pelas primeiras posições.»

    Depois de voltar a ficar muito perto do título mundial na temporada passada, Evans vê a chegada da geração GEN4 como o momento ideal para iniciar uma nova etapa da carreira: «Após dez anos com um fabricante, estava na hora de enfrentar um novo desafio. A transição para os monolugares GEN4 representa o momento perfeito para começar algo novo», afirmou.

    E a ambição está alinhada com a da Opel: «A equipa não está a entrar na série apenas para competir: a Opel está aqui para vencer, e é exatamente isso que eu aspiro.» Evans não esconde também que conquistar o campeonato continua a ser a principal meta pessoal: «O título mundial continua claramente a ser o grande objetivo para mim. Neste aspeto, ainda tenho contas a acertar na Fórmula E.»

    A estrutura contará ainda com Sophia Flörsch como piloto de testes e desenvolvimento. O próximo grande passo do projeto acontecerá a 12 de outubro, no Salão Automóvel de Paris, onde a Opel revelará o design definitivo do monolugar com que disputará a temporada 2026/27.