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  • Cerca de 50 inscritos no Rali Vinho da Madeira

    Apesar do prazo fixado para inscrições só terminar na próxima segunda-feira, 19 de julho, são cerca de 50 os concorrentes que já formalizaram a sua inscrição no Rali Vinho da Madeira.

    A prova organizada pelo Club Sports da Madeira volta a reunir um excelente lote de inscritos, no qual cerca de duas dezenas são provenientes de fora do arquipélago.

    À partida do evento, que estará na estrada entre os dias 5 e 7 de agosto, deverão se apresentar o espanhol Jan Solans bem como aqueles que nesta altura são os primeiros classificados no Campeonato de Portugal de Ralis. Armindo Araújo em Skoda Fabia Rally2 Evo, Ricardo Teodósio em viatura idêntica e ainda Bruno Magalhães, ao volante de um Hyundai i20 R5, deverão voltar a entusiasmar um público fervoroso e dedicado.

    Para aquela que é a mais importante prova do calendário local estão também inscritos os pilotos que habitualmente disputam os lugares do pódio nos ralis regionais e ainda José Pedro Fontes, em Citroën C3 Rally2, e Pedro Meireles, num VW Polo GTi R5, que começarão a preparar a sua participação no Rali Vinho da Madeira no evento que o antecede no calendário da modalidade na ilha.

  • Pedro Almeida e Hugo Magalhães no Rallye de Ourense

    Pedro Almeida volta a ter Hugo Magalhães como co-piloto no Rallye de Ourense, prova a realizar na cidade espanhola nos dias 16 e 17 de julho e pontuável para a Peugeot Rally Cup Ibérica.

    É também uma passagem dos pisos de terra para o asfalto. «Tem sido engraçado porque andamos em constante mudança de pisos e por consequência na configuração do carro, da terra para o asfalto ou o inverso. O que poderia ser um handicap acaba por nos dar novos conhecimentos, alguma ‘bagagem’ e versatilidade, que me parece ser relevante nesta fase da carreira» começa por apontar o piloto.

    Depois do Terras D’Aboboreira e Rally de Portugal, Pedro Almeida procura melhor rendimento no Peugeot Rally4 para somar pontos na Cup Ibérica. «As duas primeiras provas não nos deixaram satisfeitos porque entendemos que podemos fazer mais e melhor, e é isso que vamos procurar fazer aqui». O Rallye de Ourense tem 10 Provas Especiais de Classificação (SS), com 150km cronometrados. «É um rali muito rápido, muito exigente e com o qual os pilotos espanhois estão mais familiarizados do que nós, mas os últimos ralis em França já nos mostraram que estamos melhor e que o trabalho preparatório que temos feito, com reconhecimentos e afinação do carro, nos permitem estar mais próximos dos pilotos mais rápidos» acrescentou Pedro Almeida. «Há ainda duas especiais à noite, que será também um grande desafios para nós».

    Esta é a terceira prova da Peugeot Rally Cup Ibérica, a primeira do calendário a realizar em Espanha. O Rallye de Ourense começa na sexta-feira com 4SS e tem mais 6SS a disputar ao longo do dia de sábado.

  • Hugo Lopes enfrenta novo desafio em Orense

    Hugo Lopes e Tiago Lopes enfrentam pela primeira vez os troços do Rallye de Ourense, em Espanha, naquela que é também a estreia aos comandos do Peugeot 208 Rally4 em pisos de asfalto, naquela que próxima prova da Peugeot Rally Cup Ibérica e primeira prova em asfalto de 2021.

    E depois de um início de época em destaque e com exibições de alto nível nas duas primeiras provas, a equipa procura um bom resultado. “Garantir a presença em mais uma prova da Peugeot Rally Cup Ibérica é desde já uma vitória para nós. Estamos desde já satisfeitos por estar a competir e continuar na luta pelo objetivo final!”, refere Hugo Lopes, que sublinha: “Em termos competitivos será necessária uma aprendizagem natural do carro em asfalto e que não nos permite saber qual o andamento que teremos em relação aos nossos adversários com mais experiência neste piso”.

    “Porém o primeiro contacto será durante a próxima semana nos testes que antecedem o rali e iremos trabalhar bem para que seja encontrado um bom compromisso com as afinações do carro que nos permita ter um bom ritmo competitivo”, acrescenta o piloto já a pensar no Rali de Orense, que tem lugar dentro de uma semana, contando com 150,12 kms cronometrados divididos por cinco troços com dupla passagem. Na manhã do dia de sexta-feira será ainda realizado o ‘shakedown’ que servirá como último teste antes da prova.

  • Peugeot Rally Cup Ibérica ataca em Orense

    Corre-se neste fim de semana o Rally Ourense, terceira prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021, evento que se estreia na competição coorganizada pela PEUGEOT Portugal e PEUGEOT Espanha, com a logística da Sports & You.

    No acumulado dos resultados alcançados nas duas primeiras provas desta Temporada 4 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA (Rally Terras d’Aboboreira e Vodafone Rally de Portugal), as tabelas de pontuações apresentam Alberto Monarri (37,63 pontos), Miguel Campos (29,34 pontos) e Óscar Palomo (27,76 pontos) no ranking de Pilotos, e os respetivos co-pilotos Ángel Vela, Paulo Lopes e José Pintor no alinhamento de Navegadores. São os componentes destes dois top-3 que não só irão tentar manter-se no pódio provisório, como fazer evoluir as suas pontuações, de modo a poderem abordar, com menos pressão, a segunda metade da época 2021.

    Desta feita serão 15 os PEUGEOT 208 Rally4 que irão alinhar no Rally Ourense, terceira prova dainiciativa coorganizada pela PEUGEOT Portugal e PEUGEOT Espanha, e explorar, nos pisos locais de asfalto, todas as potencialidades do modelo com assinatura PEUGEOT Sport, que registou elevados índices de competitividade e de fiabilidade nos troços de terra dos dois ralis já corridos este ano.

    Terceira jornada da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021, primeira corrida do ano em Espanha e também primeira de 2021 em pisos de asfalto, esta 54ª edição do Rally Ourense divide-se em dois dias (16 e 17 de julho), integrando um total de 10 Especiais de Classificação (150,12 km cronometrados), quatro corridas na tarde de sexta-feira e as restantes divididas pelo dia de sábado, para um percurso total de 547,74 km.

    Será, assim, a terceira das seis jornadas da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021, num total de três ralis em solo português, todos em terra e do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), e outros tantos do lado oposto da fronteira, todos em asfalto e integrantes do novo Supercampeonato de Espanha de Ralis (SCER).

    Coorganizada pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT Espanha e com a gestão logística a cargo da Sports & You, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021 mantém a parceria com a Pirelli, no domínio dos pneus, entre outros apoios: Vodafone, RACC e ACP. Acrescente-se que, à semelhança do que sucedeu nas anteriores duas jornadas da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021, dar-se-á aqui em Ourense continuidade à parceria com a iniciativa Race for Good, movimento dinamizado pelo treinador de futebol André Villas-Boas e que recorre ao desporto motorizado como plataforma de comunicação e promoção de ações de cariz social e humanitário.

  • Gustavo Moura vai participar na prova do TCR Europe em Barcelona

    Muito embora a sua aposta esta época incida na SuperCars Endurance Series, a nova competição ibérica que junta na grelha carros da classe TCR e da classe GT4, Gustavo Moura vai participar na etapa de encerramento do TCR Europe, em Barcelona, a 9 e 10 de outubro próximo. “É uma pista que eu já começo e como quando competi anteriormente no TCR Europe tive problemas no carro, agora quero ver onde me situo, em termos de ‘performance’, face aos pilotos desse campeonato”, explicou o piloto de Paços de Ferreira.

    Atual segundo classificado na classe TCR da SuperCars Endurance Series, que teve no último fim de semana a segunda ronda no Autódromo do Estoril, Gustavo Moura faz um balanço positivo dessa jornada, mesmo tendo somado uma desistência, devido à quebra de um amortecedor (corrida 1), e um segundo lugar (corrida 2) com o Hyundai Elantra N.

    “Conseguimos conquistar uma ‘pole’, demonstrando, de um modo geral, que temos andamento, mas claro que ainda há detalhes a afinar. É evidente que, à partida, esperávamos fazer melhor. Contudo, para ganhar é necessário, primeiro, concluir a corrida. Tivemos alguns problemas, porque quisemos arriscar, mas no futuro há que seguir uma estratégia diferente na gestão dos componentes do carro. Mesmo com o BOP desfavorável, significando um acréscimo de 30 quilos a nível de peso, ganharíamos a primeira corrida em condições normais, ou seja, sem o problema do amortecedor. Na segunda entreguei o carro ao meu colega em primeiro lugar e depois ainda surgiram alguns problemas técnicos”.

    Ao contrário do sucedido na abertura da SuperCars Endurance Series, na pista espanhola de Jarama, em que correu “a solo”, no Estoril Gustavo Moura partilhou os comandos do Hyundai com Luís Cidade, ex-campeão nacional júnior de TT, cuja adaptação ao carro decorreu sem sobressaltos.

    “Agora, vou fazer testes em Portimão, para preparar a próxima jornada, mas ainda não está decidido se o Luís Cidade continua na equipa. Eu gostava que sim, pois fazer uma corrida de 45 minutos sozinho é bastante diferente. Já o fiz e até venci em Jarama, mas preferia que o Luís se mantivesse. Vamos aguardar…”

  • EFC Rally Team confiante para o asfalto da Madeira

    É já no próximo fim de semana que a EFC Rally Team volta à estrada, desta vez na ilha da Madeira, para disputar o Rali do Marítimo Município de Machico, prova inserida no Campeonato de Ralis Coral da Madeira. Servindo como preparação para o calendário de provas anunciado no início da época, a participação da dupla do 208 Rally4, foca-se em aumentar o ritmo competitivo e servir de aperitivo para o Rali Vinho da Madeira, no início de Agosto.

    Ernesto Cunha, habitualmente navegado por Rui Raimundo, será excecionalmente acompanhado por Nuno Mota Ribeiro por indisponibilidade do seu habitual co-piloto devido a questões pessoais. Depois de algumas semanas de pausa na competição, o piloto do Peugeot mostra-se com bastante entusiasmo na chegada a esta prova e refere que “esta vai ser uma excelente preparação para chegarmos aos troços rapidíssimos do Rali Vinho da Madeira com o estado de espírito certo” e que “depois de sairmos de Castelo Branco sabendo que nos estamos a aproximar dos pilotos da frente, esta prova extra-campeonato é precisamente o que precisamos nesta fase.”

    Sem traçar um objetivo de ambição desmedida, a EFC Rally Team mantem a habitual atitude positiva e Ernesto Cunha deixa claro que “a oportunidade de realizar este rali aparece de forma a aproveitar a operação logística de deslocar a equipa e os meios para a Madeira para a próxima prova do campeonato. Esse será sempre o nosso foco e, desta vez navegado pelo Nuno, será também uma nova aprendizagem para mim”.

    A prova pontuável para o Campeonato de Ralis Coral da Madeira e Troféu da Madeira de Ralis, vai ter lugar entre os dias 16 e 17 de julho na região de Machico e conta com cerca de 63 quilómetros de especiais.

  • PKS Cause, a luta contra o Parkinson à volta do mundo

    O último dia de Julho vai ser o primeiro da nova vida de Ricardo Oliveira, que no dia 31 vai iniciar a Volta ao Mundo com Parkinson 2021/2025.  

    PKS Cause – Volta ao Mundo com Parkinson 2021/2025 é o nome do projeto com que Ricardo Oliveira pretende despertar consciências e fundamentalmente apoiar outros que, como ele, sofrem de Parkinson e dessa forma, no dia 31 de Julho parte para uma viagem de quatro anos, à volta do Mundo:  “Parkinson não é uma sentença. Parkinson é uma viagem. Parkinson é um contratempo invertido.” É com este espírito que Ricardo Oliveira encara o Parkinson e esta é a mensagem que quer levar por todo o mundo, ou quase.  

    A viagem vai começar pela Europa e não tem um plano completamente definido. Neste momento apenas tem a certeza de que vai atravessar Espanha e depois França. “Não quero fazer planos, pois pretendo estar muito disponível para todos quantos como eu sofrem de Parkinson. Quero estar perto das comunidades portuguesas espalhadas pelo Mundo e disponível para levar a minha mensagem a todo o lado.” Realça Ricardo Oliveira, que acrescenta ainda que “neste momento só tenho a certeza de que vou começar pela Europa, além disso, a actual situação pandémica, também não nos permite planear a longo prazo.”  

    Nos próximos quatro anos, uma van vai ser a casa de Ricardo Oliveira, o meio de transporte que o levará ao encontro de tantos e o local onde será acompanhado pelo seu médico assistente, que à distância vai monitorizar a saúde do aventureiro. “Sim parto à aventura, com a certeza de que vou estar sempre acompanhado e a ser monitorizado. As tecnologias actuais permitem-no e dessa forma vou reduzir os riscos desta viagem.”  

    PKS Cause – Volta ao Mundo com Parkinson 2021/2025 é apoiada por NORS, PRIO, ALANOL, NASAMOTOR, PMC Madeira, WORK VIEW, CADEINOR, CNS, MEDTRONIC, JMSEGUROS, COSTAPAIVA, FOCO CRIATIVO, BERCI e muitos outros que ainda se vão juntar a este projeto.   

  • Group 1 faz a festa no Autódromo do Estoril

    Calor e Vento juntaram-se às grelhas do Group 1 no Estoril. Ricardo Pereira e Paulo Vieira dividem vitórias nas corridas.

    O pelotão de Group 1 Portugal chegou ao Autódromo do Estoril deparando-se com um dia de temperaturas mais amenas comparando com o dia anterior. As 40 equipas ainda presentes tinham pela sua frente dois desafios de 20 minutos. Conforme a hora da corrida se aproximava os nervos no Paddock subiam a olhos vistos. Na hora do semáforo verde, os cintos ajustados, os capacetes apertados e os pilotos prontos para mais um desafio daquele que é o espetáculo do Group 1 Portugal.

    Na Corrida 1 Francisco Freitas estreou-se a vencer na categoria H81-2000 após uma prova bem disputada entre este, Rui Azevedo e Paulo Vieira. No entanto Paulo Vieira foi declarado vencedor, pois o piloto de Lisboa aquando das verificações técnicas pós-corrida acusava uns quilos a menos do permitido pelo regulamento. Paulo Vieira completou o pódio da categoria. Azar de uns, sorte de outros, Nuno Breda, quarto a cruzar a meta terminou no terceiro lugar conseguindo finalmente transformar o seu excelente andamento num pódio, depois do azar de Jarama onde perdeu o pódio na última volta.

    A prova não foi só Escort, já que André C. Pinheiro triunfa plenamente na categoria H81-Max, intrometendo-se ainda na luta dos Ford Escorts e deixando Guilherme dal Maso sem argumentos para discutir a categoria. António Fresco completou o pódio da categoria. Em H81-1600 a vitória sorriu a Vasco Ferreira, que levou a melhor sobre Manuel M. Breyner e Rafael C. Pinto. Estes, disputaram uma luta bastante acesa, com várias trocas de posição durante toda a corrida recebendo a bandeirada de xadrez com uma diferença de apenas 4 décimos de segundo. O belo Alfa Romeo Giulia de João Miguel Ribeiro triunfou nos H71-1600 levando a melhor sobre o estreante Paulo Lima em BMW 1600Ti que sentiu problemas na embraiagem e Luis Sousa Costa, vencedor dos H71-1300 mas que na ultima volta acabou por ter um erro e perder muitas posições.

    António Veiga Lopes, em Ford Escort RS2000, não teve mãos a medir com o endiabrado Danel Rolo no seu Datsun 100A, estes dois experientes pilotos venceram as suas categorias. O primeiro em H75-2000 e o segundo a triunfar entre os 1052. Francisco Cardoso no seu pequeno Peugeot 104ZS subiu ao segundo lugar do pódio acompanhado por Manuel Ferrão em Autobianchi A112 Abarth, que muito se divertiu a trocar de posições com os Production Cup. Quem triunfou nesta categoria dedicada a Datsun 1200, foi Pedro Reis que dominou a primeira prova. Assim a luta mais interessante esteve entre Rui Castro, que subiu ao lugar intermédio do pódio da categoria e João Posser, depois de uma luta onde também esteve envolvido confessando-se bastante satisfeito com a sua luta e mais um podium.

    O relógio aproximava-se das 17h45 quando o diretor de corrida deu ordem de apagar o semáforo e os 40 carros que compõe a grelha de Group 1 aceleraram no Autódromo do Estoril pela última vez no fim de semana, enfrentando o desafio da Corrida 2.

    Na Production Cup, Tomás Pinto Abreu partiu de forma eximia e desde cedo construiu uma forte liderança sobre Paulo Costa que lutou afincadamente com João Posser e Rui Castro. Desta vez, foi Paulo Costa que conseguiu ganhar uma pequena vantagem pela segunda posição com João Posser a conquistar a terceira posição por 0.2 decimas de segundo sobre Rui Castro. Isto ao fim de 20 minutos de corrida em constantes trocas de posições. Daniel Rolo, em Datsun 100A mostrou que não é o tamanho que importa e com o seu pequeno carro nipónico demonstrou a sua mestria atrás do volante e travou uma brilhante luta com o vencedor da H81-MAX, Piero dal Maso, recebendo a bandeira de xadrez num excelente sétimo lugar, seguido por Francisco Cardoso no seu ultra-rotativo Peugeot 104ZS e Manuel Ferrão que aproveitou este fim de semana para tirar o seu Autobianchi A112 Abarth da garagem e juntar-se à festa que é o Group 1. O vencedor dos H71-1300, H71-1600 e H75-2000 receberam a bandeirada de xadrez de forma seguida ocupando as 12ª, 13ª e 14ª posições. Desta forma Luís S. Costa trouxe o seu Datsun 1200 “Full “Group 1 desde Vila Real até ao Estoril para se divertir e disputar curva após curva com António Veiga Lopes em Ford Escort RS2000 e João Miguel Ribeiro em Alfa Romeo Giulia ocupando excelentes classificações finais.

    Os H81-1600 deram espetáculo nas curvas do Circuito do Estoril, os VW Golf MKI GTI mostraram-se mais competitivos que nunca. Manuel C. Menezes mostrou um andamento muito forte todo o fim de semana. O piloto assistido pela RP Motorsport venceu a categoria seguido da batalha épica entre Rafael C. Pinto e Madalena Mayer Gaspar que devido a um problema mecânico no dia anterior foi obrigada a partir de último. No entanto a experiente piloto de Cascais mostrou toda a sua mestria ao volante do seu pocket rocket alemão e recuperou até ao décimo lugar sendo o Rafael C. Pinto a sua maior oposição. O piloto apoiado pela Squadra aguentou de forma exemplar Madalena nos seus espelhos, conseguindo terminar a corrida num excelente nono lugar.

    O líder da classificação categoria H81-2000, Ricardo Pereira mostrou todo o seu talento atrás do belíssimo Ford Escort RS2000, liderando a categoria e todo o pelotão da primeira à última volta. Quem protagonizou um espetáculo de ultrapassagens, ataques e defesas foram Rui Azevedo e Paulo Vieira. Os dois pilotos do norte levaram os Ford Escort RS2000 ao limite curva após curva. No final o piloto da CAR-Trofa levou a melhor sobre o piloto de Matosinhos. Rui Azevedo subiu assim ao lugar intermédio do pódio com Paulo Vieira no terceiro posto em foto finish!

    A acompanhar Piero dal Maso no pódio da H81-MAX ficou José Fresco em Ford Capri MKIII. O experiente piloto ainda andou na luta com o vencedor, mas um pequeno erro fez com que a distância que o piloto do Porsche 924 Turbo abriu fosse demasiado grande para diminuir. Já Ernesto Vieira completou este pódio repleto de potentes carros, o piloto do Jaguar XJS V12 completou assim a sua terceira prova, mantendo-se na liderança da categoria.

    Para Francisco Pinto Abreu, responsável do Group 1 : “ Foi um fim de semana incrível. Com emoção do início ao fim. É deveras espetacular ver uma grelha com 40 carros para duas corridas e ainda termos perspectivas de crescer ainda mais. Agora vamos para “férias de verão” com uma pausa de alguns meses que servirá para recarregar energias e quem sabe motivar mais pilotos a juntarem-se a nós na visita a Jerez de la Frontera!”

    O Group 1 Portugal retoma a sua atividade em Jerez La Frontera a 06 e 07 de Novembro para o já clássico evento Jerez La Leyenda.

  • Manuel Espirito Santo corre em casa este fim-de-semana

    Manuel Espirito Santo vai disputar este fim-de-semana de 16 e 17 de Julho a terceira jornada da Formula 4 Espanhola no Autódromo Internacional do Algarve. O jovem piloto de 17 anos que este ano se estreia nos monolugares depois de um percurso bem sucedido no karting nacional, espera conseguir bons resultados nas três corridas que compõem o fim-de-semana.

    Naquele que poderá ser um dos circuitos mais exigentes do calendário do Campeonato, Manuel está muito optimista e confiante quanto a um bom resultado. As duas primeiras rondas mostraram o potencial do piloto português e os resultados dos últimos testes realizadas em Portimão e em Valência abrem boas perspectivas para um fim-de-semana bem sucedido.

    “Nunca me senti tão confiante para uma corrida este ano como para esta em Portimão. Sinto que estou bem preparado, o andamento nos testes foi sempre bom e parece que está tudo bem encaminhado. O Circuito de Portimão é desafiante e exigente, os testes que lá realizei foram determinantes para conhecer a pista e para me sentir confortável e entusiasmado com este fim-de-semana de competição”, começou por explicar Manuel Espirito Santo que é acompanhado bem de perto por Pedro Lamy, o seu mentor neste projecto a nível internacional e que lhe dá as orientações necessárias para atingir metas.

    A ocupar a 11ª posição no Campeonato, 8º entre os pilotos estreantes, Manuel tem objectivos muito concretos para a jornada algarvia: “Terminar as corridas nos cinco primeiros é o objectivo, mas não escondo que acredito termos andamento e potencial para chegar aos lugares do pódio. Não tenho estado longe destes resultados por isso são objectivos muito concretos que espero atingir. Subir posições na tabela é também algo que pretendo conseguir”, referiu.

    A jornada da F4 Espanhola noa Autódromo do Algarve vai ser compacta. Na sexta-feira 17 de Julho decorrem os treinos livres, as qualificações (15h e 15.40h) e a primeira corrida às 17.30h. No sábado terão lugar a corrida 2 e a corrida 3 às 9h e 11.30h. Pode acompanhar tudo em:https://f4spain.org/.

  • Supercars Endurance: José Correia e Gabriela Correia com jornada de evolução

    José Correia e Gabriela Correia disputaram no último fim de semana a segunda ronda dos Supercars Endurance, que teve como palco o Autódromo do Estoril. Uma jornada onde a equipa alcançou um duplo pódio na classe GT4 Bronze e deu continuidade ao trabalho de adaptação a esta nova realidade.

    No sábado, problemas eletrónicos no Mercedes AMG GT4 impediram a dupla de alinhar nas duas sessões de Treinos Cronometrados. Um dissabor que colocaria a equipa a partir do último lugar da grelha nas duas corridas de domingo, concluídas na sétima e décima  posições da geral, que se traduziram por dois terceiros lugares na classe GT4 Bronze.

    Para José Correia, à luz do contexto, este foi um evento positivo. “Estou satisfeito, pois melhorámos bastante na nossa adaptação ao carro e isso reflete-se nos tempos conseguidos. Obviamente que partir de trás acabou por nos condicionar em termos de resultados na geral. No entanto, este é acima de tudo um ano de aprendizagem e evolução e, nesse sentido, cumprimos os objetivos traçados para esta ronda.”

    Um prisma reforçado por Gabriela Correia, que somente no domingo teve oportunidade de estar ao volante do Mercedes AMG GT4. “Foi desafiante ir para as corridas sem qualquer volta dada. Ao mesmo tempo, são situações como esta que nos colocam perante cenários que nos obrigam a evoluir ainda mais”, começou por afirmar. “Senti-me bem ao volante e melhorei em vários aspetos, em particular, na leitura dos pontos de travagem, o que me permitiu baixar os tempos ao cronómetro. Partir mais de trás acabou por ser também um bom desafio, pois envolvi-me em algumas disputas em pista e realizei várias ultrapassagens, o que foi positivo. Quanto mais rodamos, mais fácil e natural tudo se torna e sinto que demos um importante passo em frente já para a próxima jornada.”

    Num olhar sobre a época até aqui, José Correia afirma: “Este é um campeonato em que há uma dinâmica coletiva maior face à montanha. Desde logo porque funcionamos em dupla e com trocas de piloto. Por isso, tudo o que fizermos em pista é apenas parte do trabalho. E acho que, em termos competitivos, está a ser uma grande e benéfica aprendizagem para toda a equipa.”

    O Supercars Endurance entra agora na pausa veranil e regressa em outubro, dias 16 e 17, para a jornada que tem como casa o Autódromo Internacional do Algarve.