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  • Adiada a prova da GT3 Cup em Portimão

    Devido à situação atual da pandemia da COVID 19 e à sua variante Delta, a organização da GT3 Cup decidiu adiar a terceira ronda da época (16/17 julho), agendada para o Autódromo Internacional do Algarve, na sequência das restrições a que ficou exposta para realizar o evento.

    “Muito embora mesmo depois do promotor das 24 Horas Creventic, que era o evento principal do fim de semana de corridas no Autódromo de Portimão, anunciar o adiamento da sua prova, nós mantivemos a GT3 Cup no programa, que seria complementada com a Fórmula 4 Espanha. Contudo, ao longo dos últimos dias fomos sendo confrontados com constantes limitações de diversa ordem, levando-nos a concluir que não estavam reunidos os pressupostos mínimos, quer para os pilotos, seus acompanhantes e respetivas equipas, quer para o próprio ‘staff’ da organização do troféu, para que o nosso habitual programa pudesse ser cumprido”, explica José Monroy, CEO da P21 Motorsport, promotora da GT3 Cup, acrescentando:

    “Não foi uma decisão fácil optar pelo adiamento da prova, mas, face ao exposto e depois de ouvir a opinião dos pilotos da GT3 Cup, concluímos que esta é a melhor solução. Já estamos a estudar alternativas, tanto a nível de local como de datas pós-Verão, para dar continuidade a este projeto desportivo”.

    O calendário da GT3 Cup prevê, agora, a realização da próxima jornada nos dias 25 e 26 de setembro, no Autódromo do Estoril.

  • Super Daniel Teixeira domina Supercars Endurance no Estoril!

    O piloto da JT59 Racing Team/Bompiso teve um fim-de-semana em grande ao somar uma vitória «à geral» e duas na categoria TCR na segunda ronda do SuperCar Endurance Series realizada no passado fim-de-semana no Autódromo do Estoril.

    Aos comandos do Cupra TCR Daniel Teixeira esteve simplesmente imparável ao longo dos dois dias da competição da Race Ready no traçado dos arredores de Lisboa, vincando desde os treinos cronometrados a sua firme intenção de «levar para casa» a vitória.

    “No sábado consegui fazer a «pole-position» para a corrida 1, para na qualificação 2 ficar a 32 centésimas de segundo da «pole». O que nos deixava antever que tínhamos ritmo e que estaríamos na luta pela vitória. Muito embora o nosso carro fosse o terceiro com pior velocidade de ponta na reta”, conta o piloto transmontano. Mas Daniel Teixeira sabia de antemão que a sua tarefa não seria fácil, pois como recorda, já sabia “que esta pista favorecia os carros de três volumes e isso ficou comprovado pelas velocidades de ponta registadas”, mas mesmo assim conseguiu ”encontrar um bom ritmo e compensar isso no resto da pista”.

    As provas eram um outro desafio. Mas tudo acabou por correr de feição “O dia de domingo foi quase perfeito. Na primeira corrida fizemos o pleno. Fiz a volta mais rápida à geral, venci à geral e, logicamente, nos TCR”, destaca o piloto da JT59 Racing Team/Bompiso, salientando que “não foi uma corrida fácil. Foi uma prova, sobretudo na primeira parte, muito disputada, não só com os TCR, mas também com os GT4. Apanhei mesmo um susto, ao começar a sobreaquecer os travões, por andar na luta com os carros da frente. Isto porque, devido à diferença de potência, acabei por ser ultrapassado por dois GT4. Tive de gerir um bocado durante algumas voltas, para voltar a arrefecer tudo e ter os travões nas condições mais ou menos perfeitas”.

    Felizmente, depois na segunda parte da corrida, o piloto do Cupra TCR da JT59 racing Team/Bompiso conseguiu “imprimir um ritmo muito forte, ultrapassar em pista os adversários e, a partir do momento em que cheguei ao primeiro lugar, gerir o avano e os pneus e vencer com mérito!”.

    O segundo confronto do dia permitiu ao piloto do Cupra TCR repetir a “dose” e assinar mais uma exibição ao mais alto nível. Como o próprio explica “dei tudo na segunda corrida e, mais uma vez, fiz a volta mais rápida à geral, o que não deixou dúvidas quanto à nossa rapidez”, conta Daniel Teixeira, que mais uma vez optou “por gerir os pneus. O Gustavo (Moura) também estava com um andamento muito forte e ambos acabamos por abrir um fosso considerável para os restantes. Infelizmente depois o «Safety-Car» acabou por nos retirar essa vantagem. De qualquer forma a gestão dos pneus foi a acertada. O que me permitiu, após a paragem na box, fazer um segundo turno muito rápido, onde registei a volta mais rápida da corrida e assumir a liderança, conseguindo abrir uma vantagem para o Hyundai e depois gerir”, salienta o piloto transmontano.

    Porém Daniel Teixeira não conseguiria repetir o triunfo absoluto, porque desta vez o carro não deixou, como explica: “A cerca de três voltas do fim, comecei a sentir um problema técnico no Cupra e tive que baixar um bocado o ritmo, sendo ultrapassado na última volta pelo Mercedes GT4”, mas rematando um fim-de-semana de sonho com um 2º lugar à geral e novo triunfo entre os TCR.

    “Não vencemos à geral, que seria sempre bom terminar o mais à frente possível. Faltou-nos esse pormenor para ser um fim-de-semana perfeito. Mas ganhamos entre os TCR, que era o mais importante. O que nos deixa na liderança do campeonato, após esta jornada, e bastante motivados”, salienta o piloto do JT59 Racing Team/Bompiso. O piloto transmontano também não esquece a sua equipa: “Fizeram um grande trabalho ao longo de todo o fim-de-semana. Conseguiram encontrar um melhor acerto para o carro e depois o meu trabalho foi o mais fácil”.

    Daniel Teixeira não deixa de agradecer também à Race Ready, pela forma como montou uma competição como a SuperCars Endurance Series. “Quero dar os parabéns ao Diogo Ferrão e ao Paulo Ferreira, extensíveis a todo o conjunto de pessoas que com eles trabalham, na organização deste campeonato, porque têm sido de facto de um profissionalismo notável ao longo de todo o evento”, sublinhou. O piloto da JT59 Racing Team/Bompiso acentua a tónica da validade do conceito que residiu à criação do campeonato: “Se dúvidas havia que esta fórmula – juntando GT4 e TCR – era o caminho e uma forma de sucesso, acho que neste momento não existem nenhumas. Jarama deu-nos duas grandes corridas. E agora o Estoril voltou a ser palco de duas corridas emocionantes, com muita luta em pista, sempre saudável e justa, que proporcionou um grande espetáculo a quem teve a oportunidade de assistir, com várias ultrapassagens e tempos sempre muito parecidos”.

    Daniel Teixeira remata elogiando a Race Ready pela sua preocupação “em não beneficiar qualquer tipo de carro, sejam um GT4 ou TCR, mas sim ter um andamento justo e um tratamento equilibrado para toda a gente. Isso não se vê muito hoje em dia”.

  • Miguel Correia venceu Guarda Racing Days

    Foi a todo o gás que a cidade mais alta conheceu dois dias de corridas no último fim de semana, com vários tipos de carros de competição a evoluir no traçado misto de 1,5 km. Com a presença permitida de um milhar de espectadores na orla do muito interessante e competitivo traçado de terra e asfalto, as mangas finais foram verdadeiramente competitivas. Fernando Teotónio ganhou nos Ralis, António Matias foi o melhor nos “Off Road”, Manuel Correia superou-se entre os Todo Terreno e Miguel Correia entre os SSV. Miguel Correia que ao volante do Can-Am Maverick X3 seria mesmo o vencedor absoluto desta competição organizada pela Câmara Municipal da Guarda e Clube Escape Livre.

    Temperaturas elevadas marcaram o Guarda Racing Days, formatado pela pandemia de Covid-19 num horário compacto, com o dia de sábado a receber as sessões de treinos livres e o domingo a acolher o “warm up”, duas mangas de competição, mais as finais e a Super Final. Esta encontraria o vencedor absoluto, o mais rápido após três voltas ao traçado de 1,5 km. Quatro categorias estiveram em competição: Ralis, Off Road, Todo Terreno e SSV.

    Nos Ralis, apesar do esforço de Gil Antunes ao volante do muito interessante Dacia Sandero R4, o poderoso Mitsubishi Lancer Evolution X de Fernando Teotónio acabou por vencer a categoria com um tempo total de 4m24,411s. O terceiro lugar ficou na posse de Paulo Domingos (Mitsubishi Lancer Evo), seguido de Eduardo Santos (Peugeot 208 R2) e Diogo Mil Homens (Fiat Uno), Flávio Alves (VW Bora) e Fernando Pereira (Citroen DS3), fechando a classificação o Toyota Starlet de Fernando Morgado.

    A categoria Off Road foi ganha por um filho da Guarda, António Matias, no seu Mitsubishi Lancer Evo perante os muitos aplausos dos seus conterrâneos. Matias registou um tempo final de 4m48,072s. Com carros de potência e características bem diferentes, a categoria de Todo Terreno contou com a ISUZU D Max do antigo campeão de Todo Terreno, Rui Sousa, e do Mitsubishi de Manuel Correia que, sem surpresa, foi sempre não só o mais rápido, mas também o mais espetacular.

    A categoria SSV é uma das que maior e mais rápido desenvolvimento tem experimentado e no Guarda Racing Days os pequenos modelos todo-o-terreno deram espetáculo. O Guarda Racing Days foi o palco para a estreia, em competição, de Miguel Correia ao volante de um SSV. E se o pai deu espetáculo no Todo Terreno, o filho não ficou atrás e com o prémio final da vitória na categoria, ao rubricar o tempo de 4m23,317s. Seguiram-se Luca Tavares (Can-Am) e Filipe Campos (Rage), outro ex-campeão nacional de TT a render-se à prova do Clube Escape Livre, com Bruno Martins a ficar com o derradeiro lugar.

    Encontrados os vencedores das diversas categorias, as semifinais e a final encarregaram-se de fazer brotar o vencedor da edição 2021 do Guarda Racing Days. A primeira semifinal, foi discutida entre Fernando Teotónio e o piloto da Guarda António Matias. Com um tempo de 4m27,506s, Teotónio superiorizou-se ao piloto egitaniense o que lhe deu o passaporte para a final.

    A luta entre pai e filho na segunda semifinal foi um dos momentos altos destes Guarda Racing Days. Vencedores das categorias Todo-o-Terreno e SSV, Manuel e Miguel Correia lançaram-se para a meia-final com desejo de alcançar o troféu. O filho Miguel não deu hipóteses ao pai Manuel, com os dois Correia a oferecerem um grande espetáculo ao público.

    Ficava marcado o encontro para a Grande Final entre o poderoso Mitsubishi Lancer Evo X de Fernando Teotónio e o ágil e veloz Can-Am SSV de Miguel Correia. Levou a melhor o jovem Miguel Correia, por uma margem inferior a cinco segundos, face a Fernando Teotónio, tornando-se no segundo vencedor do Guarda Racing Days, sucedendo a Alexandre Borges, o primeiro vencedor da competição ao volante de um “kartcross”.

    Carlos Monteiro, presidente da Câmara da Guarda, que teve a oportunidade de estar no recinto e andar ao lado de pilotos com a craveira de Rui Sousa em ISUZU ou Manuel Correia em Mitsubishi, salientou: “o Guarda Racing Days é um projeto vencedor e a prova  é a qualidade dos pilotos e das suas máquinas que vêm até à cidade da Guarda competir numa pista única onde o público se sente verdadeiramente parte deste espetáculo.”

    Já Luís Celínio, presidente do Clube Escape Livre afirmou: “Não posso deixar de respirar fundo e mostrar a minha felicidade no final desta edição 2021 do Guarda Racing Days. Tudo correu segundo o planeado e tivemos uma competição compacta, mas muito bem disputada. Foi magnífico voltar a ter público que, espalhado pelas encostas do recinto, assistiu em segurança às provas com o respeito das normas sanitárias. Parabéns ao Miguel Correia, fez uma prova espetacular e ganhou na sua estreia com o SSV, o que deixará o Guarda Racing Days gravado a letras de ouro no seu palmarés.” No final, todos os pilotos receberam o troféu SPAL alusivo ao evento e uma lembrança da Câmara Municipal da Guarda.

  • Felix da Costa 3º em Nova Iorque

    Garantindo o terceiro lugar na Corrida 2 do E-Prix de Nova Iorque, António Félix da Costa  ascendeu ao segundo lugar do Campeonato de Pilotos.

    Nova corrida no domingo nas ruas de Nova Iorque e novo pódio para a DS Automobiles e a sua parceira TECHEETAH. Depois do segundo lugar alcançado por Jean-Éric Vergne na jornada da véspera, António Félix da Costa terminou na terceira posição a 11.ª ronda do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula E. Este resultado mantém intactas as pretensões do piloto português na corrida à renovação do título de campeão, ascendendo ao segundo lugar do ‘ranking’ de Pilotos, tendo apenas cinco pontos a separá-lo do atual líder do campeonato.

    Partindo do sétimo lugar da grelha de partida, no entanto, a tarefa não se afigurou fácil para o campeão em título, prova em que se destacou o momento em que António Félix da Costa ativou o seu “Attack Mode”, elevando o seu DS E-TENSE FE21 ao top-3. “Um pódio nos EUA é um fantástico resultado! Esta é a melhor forma de concluir o fim de semana. Para além disso, regressei ao segundo lugar do campeonato”, sorri o piloto da DS TECHEETAH. “A luta continua e vai ser muito renhida até ao final da época. Agradeço aos meus engenheiros e mecânicos pelo maravilhoso trabalho de equipa! Tivemos um dia complicado ontem, mas trabalhámos muito para esta performance de hoje.”

    (Photo by Sam Bloxham / LAT Images)

    Uma opinião partilhada por Mark Preston, Diretor de Equipa da DS TECHEETAH. “Estamos muito contentes por terminar o fim de semana com um pódio para o António, resultado que nos permite manter a dinâmica em véspera das últimas jornadas. Conquistar pontos em todos os fins de semana será a chave para o sucesso neste campeonato. Quer o António, quer o JEV, cumpriram com o que lhes foi pedido. A batalha vai ser difícil, mas estamos prontos para esse desafio.”

    Em vésperas da reta final da presente temporada, a DS TECHEETAH ocupa o segundo lugar do Campeonato de Equipas. Estão agendadas duas corridas em Londres, nos dias 24 e 25 de julho, para um campeonato que terminará em Berlim, nos dias 14 e 15 de agosto.

  • SuperCars Endurance no Estoril: dupla Patrick/Monti vence a corrida 2

    A dupla Stephen Pattrick/Romain Monti, no Mercedes AMG da Bullitt Racing, triunfou “in extremis”, na tarde deste domingo, na segunda corrida da segunda jornada da SuperCars Series, no Autódromo do Estoril, ao chegar à vitória na última volta, quando ultrapassou Daniel Teixeira, no CUPRA TCR da JT59 Racing Team, para cortar a linha de meta com 0.754s de vantagem. Teixeira concluiu esta ronda em beleza, ao garantir mais um triunfo na classe TCR, depois de ter ganho, à geral e na classe, a corrida da manhã.

    Viveram-se emoções fortes aos longo dos 45 minutos desta segunda corrida, que desde a partida teve a dupla Luís Cidade/Gustavo Moura (P&B Racing, Hyundai Elantra N TCR) na frente, perdendo essa posição já depois de feita a troca de pilotos obrigatória. A entrada do safety car em pista, depois do Ginetta G50 da Tockwith Motorsport de Jeema Moore e Paulo Sousa ficar parado na pista com problemas de motor, ao juntar, durante quase duas voltas, todos os pilotos, acabou por ser determinante para o futuro desenrolar da prova, como reconheceu Romain Monti no final:

    “Estava longe de imaginar esta vitória, especialmente depois de termos partido do fim da grelha de partida, por não termos feito a segunda qualificação, devido a problemas no turbo do Mercedes. A verdade é que foi uma sorte a entrada do safety car, ‘ajudando-nos’ a recuperar e o meu colega também teve um bom desempenho. De resto, o carro esteve perfeito, graças ao trabalho da equipa”, disse o piloto das Bullit Racing.

    Monti, que fez o segundo turno de condução, tirou o “rebuçado” da boca de Daniel Teixeira mesmo na última volta…

    “Foi pena não repetir a vitória à geral, mas o meu objetivo era vencer o TCR e concretizei-o. Saio daqui na liderança do campeonato, o que me deixa radiante. Houve luta e emoção, sendo justo endereçar os parabéns aos meus adversários: Gustavo Moura, Jorge Silva, Pedro Silva e ainda ao Manuel Sousa”, declarou o piloto da JT59 Racing Team, sem dúvida a figura do fim se semana da SuperCars Racing Series no Estoril.

    Luís Cidade e Gustavo Moura terminaram no terceiro lugar do pódio absoluto e segundos do TCR. “Não foi um fim de semana fácil, pois o BOP (balance of performance) do Hyundai Elantra recebeu um reajustamento, o que significou mais 30 quilos de peso. E se na primeira corrida tivemos problemas com um amortecedor, agora não deu para ser melhor do que segundo. Os adversários foram mais fortes. Só nos restam continuar a trabalhar…”, desabafo de Gustavo Moura. Quem esteve de novo em bom plano foi a dupla do Audi RS3 LMS da Veloso Motorsport constituída por Jorge Silva e Pedro Silva, terceiros da classe TCR e quartos da classificação absoluta. Na segunda metade da corrida, Pedro travou um animado despique com António Coimbra, no Mercedes AMG da Sports & You, mas este último, vencedor da classe GT4 Bronze, não acabou muito satisfeito…

    “Levei um toque de traseira do Audi na parabólica interior e fiz um ‘pião’, necessitando de fazer inversão de marcha. Enfim, a minha corrida ficou estragada aí, pois até estava a travar uma luta gira com o McLaren”. Apesar de tudo, o “sprint” final deste piloto ainda lhe permitiu ganhar uma posição ao carro da dupla espanhola da SMC Motorsport, segunda classificado final na classe GT4 Pro.

    Pedro Marques, no Porsche 911 Cup da Moby Motorsport, acabou como triunfador da classe GTC, enquanto Manuel Sousa e Luís Silva, no CUPRA TCR do Grupo TDS, que na primeira corrida subida ao pódio na sua classe (TCR), concluiu esta segunda na frente da dupla José Correia/Gabriela Correia, no Mercedes AMG da JC Group Racing Team. A jovem Gabriela, largando do último lugar, até começou bem a prova, mas um ‘pião’ acabaria por condicionar o resultado final.

    Corrida 2

    1º, Bullitt Racing, Romain Monti/Stephen Pattrick (Mercedes AMG/GT4 PRO), 45.02.011

    2º, JT59 Racing Team, Daniel Teixeira (CUPRA TCR/TCR), + 0.754

          3º, P&B Racing, Gustavo Moura/Luís Cidade (Hyundai Elantra N TCR/TCR), + 6.448

    4º, Veloso Motorsport, Pedro Silva/Jorge Silva (Audi RS 3 LMS/TCR), + 32.769

    5º, Sport & You, Luís Silva/António Coimbra (Mercedes AMG/GT4 BRONZE), + 47.043

    6º, SMC Motorsport, Gonzalo de Andrés/Guillermo Aso (McLaren 570S/GT4 PRO), + 52.894

    7º, Moby Motorsport, Pedro Marques (Porsche 911 Cup/GTC), + 1.00.773

    8º, PROGT, Andrius Zemaitis (Porsche 981 Cayman/GT4 BRONZE), + 1.07.721

    9º, Grupo TDS, Manuel Sousa/Luís Silva (CUPRA TCR), + 1 volta

    10º, JC Group Racing Team, Gabriela Correia/José Correia (Mercedes AMG/GT4 BRONZE), + 1 volta

    A próxima jornada (3ª) da Supercars Endurance Series terá como palco o Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, a 16 e 17 de outubro próximo.

  • SuperCars Endurance: Daniel Teixeira vence corrida 1 no Estoril!

    Daniel Teixeira (JT59 Racing Team, CUPRA TCR) foi o grande triunfador da primeira corrida de 45 minutos da segunda jornada da SuperCars Endurence Series, na manhã deste domingo, no Autódromo do Estoril, ao bater por mais de 6 segundos a dupla Jorge Silva/Pedro Silva (Audi RS 3 LMS), numa manhã em que os veículos da classe TCR se superiorizaram aos GT4 na classificação absoluta, à semelhança do sucedido na qualificação.

    “Desde a qualificação que sentia ter carro para ganhar, ainda que com os outros TCR próximos. No arranque, devido à diferença de potência, perdi para ao GT4 e ao andar muito próximo deles sobreaqueci os travões. Tive que levantar um pouco o pé, para poder atacar na segunda metade da corrida. A partir do momento que passei para a frente, limitei-me a gerir a vantagem. Mas não foi uma corrida fácil”, explicava Daniel Teixeira, que dominou claramente entre os TCR e se o Hyundai Elantra N de Gustavo Moura e Luís Cidade ainda chegou a andar na luta, na segunda parte da corrida seria forçado a desistir, na sequência da quebra do amortecedor traseiro direito. Mas nessa mesma classe a dupla Jorge Silva/Pedro Silva, no Audi RS 3 LMS da Veloso Motorsport, revelou-se uma agradável surpresa e nunca deu muita folga a Teixeira.

    “Na mudança de piloto consegui sair bem, mas o Hyundai Elantra fez um ‘pião’ à minha frente e fez-me perder algum tempo, sendo ultrapassado pelo Daniel Teixeira. Depois, consegui manter o ritmo e alcançar, no final, um resultado muito bom”, contava Paulo Silva.

    Quem não esperaria começar o dia no Estoril com uma vitória na classe GT4 Pro foi a dupla espanhola da SMC Motorsport, terceira classificada absoluta. “Claro que estou muito contente com este triunfo. No início atrasámo-nos, e éramos sextos absolutos, mas a entrada do safety-car ajudou-nos, em duas voltas, a reduzir a diferença. E quando assumi o comando do carro adotei um ritmo forte que nos permitiu ganhar. Não esperava, sinceramente…”, confidenciava Gonzalo de Andrés.

    Vencedor da classe GT4 Bronze, a dupla António Coimbra/Luís Silva, no Mercedes AMG da Sports & You, aspirava a algo mais, em termos absolutos, depois de ter liderado praticamente metade da corrida, na frente do Mercedes AMG da Bullitt Racing. “Ainda não consegui perceber o que se passou, pois desde que o António [Coimbra] me entregou o carro, numa altura em que estaríamos no primeiro lugar absoluto, e saí para a pista, apenas foi ultrapassado por um carro…”, lamentava Luís Silva.

    Mesmo sem ter oportunidade de fazer os treinos, devido a problemas elétricos no Mercedes AMG da JC Group Racing Team, a dupla José Correia/Gabriela Correia saiu do último lugar da grelha e apenas parou na sétima posição e no último lugar do pódio da classe GT4 Bronze, atrás do lituano Andrius Zemaitis (PROGT, Porsche 981 Cayman).

    O Ginetta G50 da Tockwith Motorsport guiado por Paulo Sousa e Gemma Moore, apesar de alguns percalços no início (um pião que o levou até à gravilha), acabou por vencer a classe GTC, destacado de Pedro Marques (Moby Motorsport, Porsche 911 Cup), que se debateu com problemas, enquanto Francisco Gonçalves viu o Lotus Exige da 888_Motorsport deixar, pura e simplesmente, de funcionar na curva 1, motivando a entrada do safety car.

    De referir que o Porsche 981 Cayman da Garagem João Gomes, da classe GT4 Pro, entregue à dupla João Silva/Nicolas Pino, acabou por arrumar as malas e seguir para casa, já que na sequência de um pequeno incêndio no sistema de escape, uma parte da cablagem ficou bastante danificada, tornando infrutíferos os esforços da equipa, que ainda esteve a tentar solucionar o problema até à madrugada de domingo.

    Corrida 1

    1º, JT59 Racing Team, Daniel Teixeira (CUPRA TCR/TCR), 45:41.740

    2º, Veloso Motorsport, Jorge Silva/Pedro Silva (Audi RS 3 LMS/TCR), + 6.960

    3º, SMC Motorsport, Guillermo Aso/Gonzalo de Andrés (McLaren 570S/GT4 PRO), + 13.785

    4º, Sport & You, António Coimbra/Luís Silva (Mercedes AMG/GT4 BRONZE), + 21.234

    5º, PROGT, Andrius Zemaitis (Porsche 981 Cayman/GT4 BRONZE), + 33.837

    6º, Bullitt Racing, Stephen Pattrick/Romain Monti (Mercedes AMG/GT4 PRO), + 38.337

    7º, JC Group Racing Team, José Correia/Gabriela Correia (Mercedes AMG/GT4 BRONZE), + 44.078

    8º, Tockwith Motorsport, Paulo Sousa/Gemma Moore (Ginetta G50/GTC), + 1.09.03

    9º, Grupo TDS, Manuel Sousa/Luís Silva (CUPRA TCR), + 2 voltas

    10º, º, Moby Motorsport, Pedro Marques (Porsche 911 Cup/GTC), + 2 voltas

  • FR Power sempre forte na Rampa de Santa Marta

    A equipa da Covilhã esteve mais uma vez em destaque na prova do Clube Automóvel da Régua, com quatro pilotos envolvidos em três frentes diferentes, três deles a lutar pelas primeiras posições nas divisões e categorias em que se encontram envolvidos.

    A FR POWER mostrou mais uma vez o seu ecletismo, ao conseguir estar preparada para assistir tecnicamente nesta 6ª edição da Rampa de Santa Marta máquinas muito diferentes, mas sempre muito competitivas, com o foco naturalmente a ir para o piloto da ‘casa’, António Rodrigues, que tentava mais uma vitória na Divisão Protótipos B, onde Joaquim Rino pretendia mais um pódio. Infelizmente, desta vez a sorte não ajudou o piloto de Santa Marta de Penaguião, que conheceu alguns percalços.

    “O carro do António Rodrigues teve de sofrer uma reparação, devido a um toque, ficando pronto para alinhar nas restantes subidas”, começou por explicar Paulo Ferreira. O líder da formação covilhanense explica que os problemas com o BRC azul e branco não se ficaram por aqui, pois a equipa irá ter “um longo trabalho a reparar o carro, devido ao toque na última subida de domingo, para estar a 100% para a próxima rampa, sendo ainda necessário revermos de forma cuidada a parte mecânica”.

    Já o BRC de Joaquim Rino não deu grandes problemas, sendo que Rui Ferreira prometeu ainda mais empenho para o melhorar. “Por ser um carro novo continuamos a evolução do chassis. Já começamos a notar grandes melhorias, mas mesmo assim ainda estamos a estudar outras possibilidades, que permitam colocar um Setup que, por sua vez, vai nos deixar apostar num novo composto de pneus”, adiantou.

    Quanto ao AG 1000 de Nelson Andrade, que proporcionou ao piloto madeirense mais um êxito na Taça de Portugal de Kartcross de Montanha, o responsável máximo pela FR POWER esclareceu que “o trabalho feito antes da competição, a nível de afinações, deixou-o mesmo eficaz”, e que apenas foi necessário “ajustá-lo ao nível da suspensão”. No que respeita ao Citroën C1 de Daniela Ferreira, que fez a sua segunda participação deste ano na Taça de Portugal de Montanha 1300, esteve perfeito. Paulo Ferreira diz que “somente foi necessário o ajuste da pressão dos pneus, visto não ser igual à usada em competição no Troféu C1”.

    A FR POWER vai agora utilizar de forma intensa o tempo que nos separa da próxima prova para voltar a rever tudo nas máquinas que prepara, de modo que tudo esteja a postos daqui a três semanas, quando a 24 e 25 de julho se disputar a edição 2021 da Rampa do Caramulo, cuja organização está mais uma vez a cargo do Targa Clube.

  • Daniela Ferreira assinou exibição positiva em Santa Marta

    A piloto da Covilhã regressou ao Campeonato de Portugal de Montanha JC Group com uma exibição muito positiva, onde já demonstrou um maior à vontade ao volante do Citroën C1 da FR POWER inscrito na Taça de Portugal de Montanha 1300.

    Em Santa Marta de Penaguião Daniela Ferreira evidenciou uma clara evolução, melhorando o seu desempenho ao longo do fim-de-semana, mostrando que mais quilómetros de competição lhe dão a prática necessária para ser mais competitiva. No fundo o seu maior objetivo na prova do Clube Automóvel da Régua. Apesar de não estar no seu ambiente, e de descobrir os 3200 metros do sinuoso percurso ‘desenhado’ entre as vinhas do Alto Douto, a piloto serrana não se sentiu tão intimidada como na sua estreia na Serra da Estrela.  E essa foi a ‘chave’ para a evolução demonstrada.

    “Foi um fim-de-semana muito positivo, com a melhoria a acontecer a cada subida que realizava”, começou por avaliar Daniela Ferreira, destacando já conseguir “arriscar mais com o carro”, muito embora reconheça “estar ainda” a habituar-se a ele. “Mas já tenho outras noções. O medo também não é tanto e consigo andar mais rápido, queimar mais as travagens e optar por trajetórias mais ousadas. Sinto que estou a evoluir e isso deixa-me muito feliz e como muita vontade de aprender mais”, observou.

    A piloto da FR Power também destaca o facto de se estar a estrear na Rampa de Santa Marta: “Era um traçado desconhecido e isso dificultava-me um pouco a tarefa, mas o Citroën C1 Troféu da FR POWER portou-se muito bem e fui ganhando cada vez mais confiança, sentindo que estou a evoluir”.

    A jovem piloto destacou ter conseguido “cumprir os meus objetivos. Agora vamos ver o que ditará o futuro, mas se os patrocinadores e a FR Power me continuarem a apoiar, vou querer alinhar em mais rampas”, acrescentou Daniela Ferreira, que mais uma vez contou com os importantes apoios deA Oficina, Create Business, Valvoline, The Chico’s, Nuno Pinto-Arquitetura e Engenharia, 100Hectares, RA-Mediação de Seguros Peso, Graph&Co, Pastelaria/Padaria Dias, Clínica Dentária-Dr. João Coelho, Francesinhas & Companhia, Telepizza Covilhã, PinkeMeUp e Parouimpar.

  • Dupla da Motofil esteve muito forte ‘em casa’

    Os dois pilotos da equipa Motofil estiveram em destaque em Sever do Vouga, rodando sempre forte na segunda prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, com Gonçalo Novo a conseguir novo pódio na categoria de Iniciação, apesar de uma penalização, e João Novo a sofrer um toque na Super 1600, que o impediu de chegar à final.

    Para Gonçalo Novo, este terceiro desafio da época foi um autêntico carrossel de emoções, com o piloto a viver uma jornada marcada pela polémica. Depois do pódio conquistado em Montalegre, o piloto do Toyota Starlet tinha fundadas espetativas de estar de novo na luta pelos lugares cimeiros na sua categoria na pista do Alto Roçário.

    E foi exatamente isso que sucedeu. Gonçalo Novo foi dos pilotos mais fortes durante o fim-de-semana, mostrando que têm de contar com ele para os lugares do pódio: “Como tínhamos previsto, andamos sempre a discutir os lugares da frente, provando ter condições ara chegar à vitória e acabei por ser segundo na final, depois de uma árdua batalha”, diz o piloto da Motofil, que posteriormente, recebeu um balde de água fria, ao ser penalizado, descendo para terceiro. Uma punição que considera “bastante injusta”, dada a forma como se bateu em pista, até porque “no rallycross há um certo contacto, sempre o houve e sempre haverá, sem maldade”.

    Já João Novo alinhou na categoria ‘rainha’ novamente aos comandos do Citroën C2 S1600 e, como sucedera nas duas provas anteriores, voltou a bater-se pelas posições cimeiras. Foi sempre rápido e consistente, lutando por chegar à ambicionada final: “Na semifinal arranquei dos últimos lugares, andei sempre a fundo e consegui estar em posição de acesso à final. Mas um toque na última curva do circuito acabou com as minhas aspirações, fazendo o meu fim-de-semana terminar precocemente e de forma inglória”, contou o jovem piloto da Motofil.

    “Tínhamos tudo para estar na luta até pelo pódio, mas o toque na deitou tudo a perder. Fica no entanto e uma vez mais, a certeza de que somos competitivos”, lamenta ainda João Novo, focando já “na vontade ainda maior de brilhar em Montalegre, já na próxima prova”, que acontecerá no último fim-de-semana de julho.

  • José Carlos Magalhães voltou às vitórias em Santa Marta

    Em boa hora o piloto e patrão da MNE Sport decidiu regressar aos comandos do BMW M3 Compact. Na 6ª edição da Rampa de Santa Marta, levou a máquina bávara a uma tão deliciosa quão importante vitória nas lides do Campeonato de Portugal Legends de Montanha.

    Foi um fim-de-semana perfeito aquele José Carlos Magalhães conheceu na prova do Clube Automóvel da Régua. Isto num fim-de-semana marcado pela opção que tomou, voltando a confiar no primeiro automóvel que tripulou esta época, depois de, entretanto, ter levado a “combate” um Toyota Starlet de Grupo 5 e um Toyota Carina E GTi. Apesar de enfrentar adversários com carros mais competitivos na defesa da liderança do campeonato, o piloto da MNE Sport logrou atingir dois objetivos. Mercê de um fm-de-semana em que claramente optou por uma estratégia de aumento progressivo do ritmo, focando primeiro na garantia de um resultado positivo para depois, quando se viu perante a forte possibilidade de vencer, atacar.

    José Carlos Magalhães assinou assim uma exibição a raiar as fronteiras da perfeição, almejando sair do Douro Vinhateiro com um resultado pleno: vitória entre os Legends na Rampa de Santa Marta e reforço decisivo da sua vantagem na tabela classificativa, num passo fundamental rumo ao título nacional.

    Contudo nem tudo foi fácil para José Carlos Magalhães, sobretudo no primeiro dia desta Rampa de Santa Marta. “Tivemos um percalço com os travões, que durante a noite de sábado conseguimos substituir e agradeço muito aos mecânicos da equipa, que foram incansáveis no seu trabalho até às 4h00 da manhã, para que depois conseguisse minimizar os tempos menos conseguidos da jornada de sabado”.

    O piloto do BMW M3 Compact destaca “esta capacidade da MNE Sport para suplantar todas as dificuldades. Assim, uma vez mais, permitiram-me estar na luta e esta foi muito interessante com o Rui Meireles, no Porsche Boxter, que me forçou a rodar muito forte, para conseguir, já na última subida, ganhar”. José Carlos Magalhães também não fica indiferente do facto de ter saído do Douro Vinhateiro com a liderança do campeonato consolidada: “Estava um bocado mais complicado antes desta prova, pois seria mais contabilizado até ao fim. Agora, e apesar de faltarem ainda duas provas, penso que é muito mais simples e tranquilo chegar ao título”.

    Três semanas separam agora o líder da tabela pontual dos Legends do próximo desafio. Será nos dias 24 e 25 de julho que o Targa Clube terá a responsabilidade de organizar a edição 2021 da Rampa do Caramulo, sexta prova da temporada. Esta pode vir a ser decisiva para que José Carlos Magalhães reclame o cetro de campeão.