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  • The Yeatman: estão de regresso os eventos vínicos

    O hotel de luxo do Porto reata a agenda de eventos vínicos, que além dos habituais jantares de quinta-feira somam agora um novo formato, interrompido pelo confinamento, o “Meet The Winemaker”. 

    6 de julho de 2021 – É tempo de voltar a brindar no The Yeatman. O hotel vínico, debruçado sobre a margem sul do Rio Douro, volta a ser ponto de encontro dos apreciadores de vinho, com uma agenda semanal de eventos que apresentam os melhores produtores das várias regiões vitivinícolas nacionais, dos Vinhos Verdes ao Alentejo, com ponte para os arquipélagos da Madeira e Açores. Ao leme desta viagem está Elisabete Fernandes, atual  Diretora de Vinhos do hotel. “O The Yeatman tem, desde o início, assumido a sua missão enquanto embaixada de vinhos portugueses, dando a conhecer a diversidade de regiões, perfis e projetos que compõem o mapa vitivinícola nacional. Nestes eventos são dados a conhecer os projetos, na primeira pessoa, por quem lhes dá corpo e alma.”

    “Para além dos jantares vínicos, que organizamos todas as quintas-feiras, temos agora um novo formato de prova mais exclusiva, num estilo masterclass, onde cada produtor se apresenta em nome próprio, dando a conhecer as histórias, curiosidades e detalhes por detrás de cada marca e de cada vinho. Mais do que provas, queremos que sejam momentos de partilha.”, acrescenta a responsável.

    O calendário dos jantares vínicos já retomou, tendo como próximos anfitriões, Poças (8 de julho), Niepoort (15 de julho), Churchill’s (a 29 de julho), Picowines (a 5 de agosto) e Valados de Melgaço (a 12 de agosto). O menu, de quatro pratos, é desenhado em exclusivo para cada jantar pelo Chefe Ricardo Costa (2 Estrelas Michelin), de acordo com a seleção de vinhos apresentada por cada produtor, entre novos lançamentos e colheitas antigas, que ajudam a contar a história singular de cada marca. Os jantares têm o custo de 80 euros por pessoa, vinhos incluídos.

    O “Meet the Winemaker” é a grande novidade do hotel, criada por altura do seu décimo aniversário em 2020, mas interrompida pela pandemia. Este novo formato convida a provar uma seleção de vinhos do produtor convidado, acompanhada de uma tábua de queijos e enchidos, num ambiente de “masterclass”, com vista panorâmica sobre o Rio Douro e a cidade do Porto. Uma oportunidade para visitar o hotel recentemente premiado com “Chave de Platina” e “Garfo de Platina” nos prémios Boa Cama Boa Mesa e “World Class Luxury Boutique Hotel” e “World-Class Scenic View Hotel” nos 2021 Muse Hotel Awards (EUA). Garantindo o distanciamento físico e as regras de higiene e segurança, a prova é limitada a 20 pessoas e tem o custo de 50 euros por pessoa.

    Para além dos eventos vínicos, que têm agendamento contínuo até dezembro, existem ainda vários formatos de provas disponíveis no The Yeatman desde wine flights e provas de vinhos para diferentes níveis, incluindo as masterclasses clássicas, lecionadas por um membro da equipa de vinhos e cujas informações podem encontrar-se online no site do The Yeatman – www.theyeatman.com na seção sobre vinho.

    As reservas para os eventos vínicos do The Yeatman (os jantares vínicos e os Meet The Winemaker podem ser feitas diretamente através do site dedicado a eventos – https://eventos.theyeatman.com/ ou através do e-mail winecellar@theyeatman.com.

  • Nelson Andrade assinou uma “tempestade perfeita” em Santa Marta!

    O ‘Furacão da Madeira’ continuou o seu trilho triunfante na 6ª edição da Rampa de Santa Marta, onde para lá de deixar bem longe a concorrência na Taça de Portugal de Kartcross de Montanha se imiscuiu mais uma vez no top dez absoluto da tabela de tempos do campeonato.

    Na prova do Clube Automóvel da Régua Nelson Andrade e o AG 1000 foram, uma vez mais, aclamados por um público entusiasta, que ficou rendido aos seus dotes de condução ao longo dos mais de 3200 metros do percurso. O piloto madeirense assinou mais uma exibição imaculada, dominando a sue belo prazer as lides da Taça de Portugal de Kartcross de Montanha, apesar de, desta feita, ter contado com muito mais concorrência, o que diz bem da vitalidade crescente desta nova vertente da montanha.

    O domínio do “Furacão da Madeira” seria claro ao longo de todas as oito subidas do programa do fim-de-semana, registando sempre o melhor tempo. A sua “faena” acabaria por resultar numa vantagem final de 8,9 segundos sobre o segundo classificado – também ele aos comandos de um AG1000 – no cômputo do somatória das duas melhores subidas de prova. O mesmo é dizer que, em três provas já realizadas naquele que é o primeiro “ataque” da carreira do craque de Porto Moniz ao Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, somou outros tantos triunfos na TPKM, conseguindo na prova voltar a reclamar uma posição dentro do Top 10 absoluto da prova, terminando no 8º lugar. Notável!

    “Foi um fim-de-semana muito bom. O AG 1000 não teve nenhuns problemas mecânicos e a afinação revelou-se sempre eficaz. Fui sempre tentando melhorar os tempos, subida após subida e esta vitória tem um sabor ainda mais especial, pois tive em Santa Marta muito mais concorrência. Parabés a todos, principalmente ao Márcio (Araújo) pelos excelentes tempos que fez”, referiu Nelson Andrade em jeito de balanço sobre a sua participação nesta Rampa de Santa Marta, numa prova em que deu claramente o passo decisivo rumo ao título na Taça de Portugal de Kartcross de Montanha, feito que já não lhe vai fugir.

    O piloto contou mais uma vez com um AG 1000 bem preparado pela FR Power, que dessa forma lhe permitiu exprimir todo o potencial na prova realizada em pleno Douro Vinhateiro. Esta terceira prova espelhou um crescendo de forma de Nelson Andrade, numa época que na sua opinião “está a exceder as expetativas”. E reitera: “Não me arrependo de maneira nenhuma da decisão que tomei quando decidi vir cá. Tanto a nível da competição como do ambiente que encontrei, das pessoas em si, da família da montanha e do público. Tem sido magnífico. E para o ano, se me for permitido, irei cá estar novamente”, promete o piloto madeirense, totalmente conquistado pela modalidade, apesar do esforço a que a insularidade o obriga.

  • Armando Carvalho é o vencedor do Rali Alitém

    Piloto vence prova organizada pela Escuderia Castelo Branco. Rui Madeira termina em segundo no regresso a provas de terra. André Cabeças completa pódio e consolida liderança no campeonato.

    Armando Carvalho e Ana Santos foram os maiores protagonistas do Rali Alitém, prova do Campeonato Centro de Ralis que a dupla do Mitsubishi Lancer Evo V venceu. A equipa ganhadora deixou Rui Madeira e Liliana Costa, em Mitsubishi Lancer Evo IX, na segunda posição. Os dois primeiros classificados venceram todas as especiais desta ronda organizada pela Escuderia Castelo Branco e terminaram separados por 7,3 segundos. André Cabeças, que chegou a Albergaria dos Doze na liderança da competição, saiu com o seu estatuto reforçado depois de ter fechado a sua participação com um pódio.

    Num fim-de-semana de calor, as equipas inscritas no Rali Alitém competiram em troços desenhados pela Escuderia Castelo Branco no concelho de Pombal que se apresentavam em excelentes condições. Armando Carvalho mostrou, desde a primeira especial, que estava em Albergaria dos Doze para lutar pela vitória. Foi o mais rápido na classificativa inaugural e nunca mais deixou o comando da prova.

    Fernando Peres assumiu-se como adversário mais direto mas, um acidente ainda no primeiro dia, fez com que o antigo campeão nacional ficasse pelo caminho. A partir daí, a discussão pela vitória resumiu-se a um duelo entre Carvalho e Rui Madeira.

    Os dois foram os únicos a vencer especiais no Rali Alitém, mas foi o homem do Lancer Evo V que terminou com vantagem.

    “O fim-de-semana foi quase perfeito. Correu muito bem. Entrámos bem na prova. Soubemos gerir e atacar nos momentos chave. Houve alturas em que defendemos, houve outras em que atacámos. Tivemos adversários de grande nível, como são os casos do Fernando Peres e do Rui Madeira que dispensam apresentações. Isso dá-nos uma motivação ainda maior. Foi um bom resultado. Divertimo-nos imenso. Os troços são muito giros e a organização está de parabéns”, afirmou o vencedor do Rali Alitém, Armando Carvalho.

    Pouco à vontade em ralis de terra, devido à menor experiência de pilotagem neste tipo de pisos, André Cabeças fez um Rali Alitém em crescendo. O piloto do Mitsubishi Mirage Evo começou na décima posição da classificação absoluta.

    Paulatinamente, melhorou o seu rendimento e fechou a sua participação no terceiro posto da geral. Foi, também, o melhor da categoria X3.

    O melhor concorrente em carros com duas rodas motrizes foi Paulo Correia. O piloto do Renault Twingo R2 também fez um rali sempre a melhorar e, depois de ter arrancado na nona posição, fechou no quarto lugar absoluto e primeiro da categoria P1.

    Com o triunfo na classificação geral, Armando Carvalho também venceu em P3, enquanto Luís Almeida, em Fiat Stilo, foi o primeiro P2. Entre os X1, Gonçalo Figueira impôs-se com o Citroën AX e Paulo Ferraz foi o melhor X2 com o BMW E30 320i. No Desafio Kumho, Armando Carvalho foi o melhor dos pilotos com carros de tracção total e Gonçalo Figueira triunfou entre os duas rodas motrizes.

    A Escuderia Castelo Branco faz, agora, uma pausa na organização de provas e regressa ao activo em outubro com a organização da Baja TT do Oeste (15 a 17 de outubro) que pontua para o Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno.

  • Hélder Silva bisa em Santa Marta

    O piloto do BRC BR53 foi o grande vencedor da prova organizada pelo Clube Automóvel da Régua na bonita região do Alto Douro Vinhateiro, dominando os dois dias desta quinta prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e tornando-se o primeiro piloto a alcançar duas vitórias numa época marcada pelo equilíbrio.

    Sob uma temperatura excelente, muito embora com o tempo encoberto, típica da região do Alto Douro Vinhateiro, recebeu este segundo dia de prova nos 3,300 metros do serpenteante e exigente traçado do evento organizado pelo Clube Automóvel da Régua. Uma jornada onde o público acorreu em bom número, premiando o esforço feito pela agremiação duriense para levar a bom porto a prova, sendo de assinalar que o CAR ostentou um bom nível organizativo.

    Em termos desportivos, este foi um fim-de-semana carregado de competição acesa e de emoções ao rubro. Na luta pela glória absoluta, Hélder Silva, em BRC BR53, foi o grande vencedor desta 6ª edição da Rampa de Santa Marta. O piloto-preparador da Póvoa de Varzim voltou a ser o mais forte ao longo de praticamente todo o fim-de-semana, construindo aquele que é o seu segundo triunfo absoluto consecutivo nesta época de 2021 e o terceiro da sua carreira na montanha. Foi o mais forte na primeira subida oficial de prova, mas apanhou um susto na segunda subida, já na tarde de domingo, quando o galego César Alonso, num Osella PA 21 JRB, conseguiu ser o mais rápido, fazendo com que todos ficassem na expetativa para a terceira subida sobre quem seria o vencedor da prova.

    Mas na derradeira e decisiva subida o piloto de Orense não foi feliz, já que, logo ao negociar a primeira curva, teve um problema mecânico no Osella, obrigando-o a desistir quando tentava tirar Hélder Silva do ‘trono’ desta Rampa de Santa Marta. O piloto do BRC BR53 limitou-se assim a ter uma subida final de consagração, saindo assim de terras do Douro Vinhateiro como grande candidato ao título absoluto no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2021.

    A segunda posição, a 0,5s de Silva, foi então para o galego de Ourense César Alonso, nesta sua segunda vinda ao campeonato de 2021 – após ter alinhado na Serra da Estrela. Quanto ao campeão em título, José Correia, num Osella PA 2000 Evo2 da JC Group Racing Team, teve uma prova regular, mas sem aquela rapidez a que já nos habituou. Por isso não passou da terceira posição da geral a 2,8 segundos do vencedor.

    Na Divisão Protótipos B a decisão da vitoria foi uma questão quase de família, porque o duelo ao longo de todo o fim-de-semana foi entre António Rodrigues e Nuno Guimarães, os dois pilotos da NJ Racing. E se a ‘Bala do Douro’ – que estava a jogar em casa – ainda ficou na frente, ao ser o mais rápido na primeira subida oficial, no domingo Nuno Guimarães esteve claramente ao ataque e realizou a melhor exibição da época aos comandos do SilverCar S2.

    O ‘Capitão da Montanha’ chegou ao triunfo indo para a última subida oficial apenas com 8 milésimas de vantagem sobre António Rodrigues.  Este atacou a fundo, não apenas para vencer a Divisão Protótipos B pela quinta vez consecutiva, mas ainda para tentar chegar ao pódio absoluto. Um erro na parte mais técnica da rampa, fez o piloto de Santa Marta bater forte e ficar-se por aí, tendo de contentar-se com a segunda posição na Divisão e a quarta da classificação geral. Na terceira posição da Divisão ficou uma vez mais Joaquim Rino, que está cada vez mais rápido aos comandos do seu BRC BR49 EVO.

    Na categoria GT, o atual campeão em título, Vítor Pascoal, impôs pela segunda prova consecutiva o seu Porsche 991 GT3 Cup, face ao carro idêntico de Pedro Marques. Este, que tinha vencido as três primeiras provas da temporada, não teve uma presença facilitada em Santa Marta, já que um pião na primeira subida de prova na tarde de sábado, colocou o piloto sob pressão para as subidas de domingo. Aí, apesar de ter melhorado substancialmente a sua performance, nunca conseguiu rodar ao nível de Pascoal, que acabou por vencer com 9,7 segundos de vantagem, diminuindo assim a diferença pontual na tabela classificativa do campeonato.

    Para Luís Nunes e para o seu Ford Fiesta ST R5 esta deslocação significou mais uma vitória. O chamado ‘Foguete de Valpaços’ voltou a não dar veleidades aos adversários, quer na categoria Turismos quer na Divisão Turismos 1, construindo assim aquele que foi o quinto duplo triunfo consecutivo da temporada, estando claramente a caminho do título nacional da categoria e da vitória nesta divisão, onde se salienta a segunda posição de Daniela Marques, que na sua estreia na Rampa de Santa Marta revelou um excelente andamento aos comandos do Subaru Impreza WRX.

    Na Divisão Turismo 2 nada a dizer à quinta vitória consecutiva de Joaquim Teixeira no Cupra TCR da JT 59 Racing Team/Bompiso.

    O piloto transmontano apenas teve alguma oposição em algumas subidas de treinos, porque nas três subidas oficiais de prova impôs-se sempre, melhorando paulatinamente os seus tempos ao longo do fim-de-semana. Teixeira venceu com 1,8 segundos sobre um cada vez mais seguro Luís Silva, que no seu BMW M3 chegou a dar a entender que podia vir a triunfar. Terceira posição para o aniversariante Manuel Rocha e Sousa, que assim levou o seu Cupra TCR a um bom pódio nesta divisão. De destacar que Joaquim Teixeira e Luís Silva foram também segundo e terceiro da categoria de Turismos.

    Mais do mesmo na Divisão Turismo 3. Parcídio Summavielle e Sérgio Nogueira voltaram a protagonizar um duelo sem tréguas pela primazia.

    Os dois pilotos dos Renault Clio RS foram-se alternando na liderança dos tempos, mas no cômputo das três subidas de prova, se Nogueira foi o mais rápido no sábado, Parcídio «deu o litro» nas duas subidas de domingo e foi superior ao seu principal adversário. Com isso o piloto de Fafe somou a sua segunda vitória da temporada, suplantando Sérgio Nogueira por 1,7 segundos no somatório de todas as subidas. Que com este segundo lugar continua a liderar a tabela de pontos no campeonato.  Destaque ainda para a presença de Carlos Silva no pódio, que foi assim monopolizado pelos pilotos dos Renault Clio RS.

    Nelson Andrade voltou a fazer mais do mesmo na Taça de Portugal de Kartcross de Montanha. O piloto de Porto Moniz contina a impor-se, mesmo quando a concorrência alarga em qualidade e quantidade, como foi o caso desta 6ª Rampa de Santa Marta.

    O ‘Furacão da Madeira” e o seu AG 1000 foram sempre mais fortes e rodaram bem a salvo dos demais concorrentes dos kartcross, tendo terminado com 8,9 segundos de vantagem sobre o luso-brasileiro Márcio Araújo, também ele aos comandos de um AG 1000. Sendo que Nelson Andrade voltou a registar tempos bem dentro do top dez absoluto. O pódio dos Kartcross ficou completo com o galego Jesus Otero, num AG Sport com motor de apenas 600 cc, mas já a 25,5 segundos do primeiro.

    No Campeonato Legends de Montanha os problemas mecânicos sentidos no primeiro dia arredaram da competição Manuel Pereira, que era o grande favorito aos comandos do Mitsubishi Lancer Evo VI.

    E com tudo isto o líder do campeonato, José Carlos Magalhães, regressou da melhor forma aos comandos do BMW M3 Compact da MNE Sport, para selar o triunfo. O que o coloca cada vez mais como o principal candidato a este título. Magalhães foi melhorando os seus tempos ao longo das três subidas de prova, e com isto impôs-se diante de um endiabrado Rui Meireles. O piloto de Peso da Régua, a estrear um Porsche 986, na sua primeira época, logrou ser segundo a apenas 9 décimas de segundo do vencedor. O pódio foi completado por Renato Piairo, que alinhou aos comandos de um Toyota Carina E e terminou já a 11,9 segundos de José Carlos Magalhães.

    Flávio Saínhas não causou qualquer surpresa ao impor-se no Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha.

    O ‘famoso diabo amarelo’, aos comandos do habitual Ford Escort MKI, dominou a seu belo prazer todas as subidas de prova dos dois dias de competição e selou assim mais um triunfo na sua vasta carreira. Depois dos problemas sentidos na primeira subida oficial de prova, Fernando Salgueiro recuperou da melhor forma este domingo, realizando dois bons tempos e garantiu assim a segunda posição, reforçando assim a sua liderança na tabela pontual do campeonato.  O terceiro lugar foi para Luís Moutinho, que no Ford Escort MKI esteve sempre muito consistente, logrando o seu primeiro pódio da época.

    Armando Freitas esteve, uma vez mais, imparável na Taça de Portuga de Montanha 1300 JC Group.

    3 subidas de prova, ao longo do fim-de-semana, três melhores tempos e nova vitória incontestável para o piloto do Toyota Starlet, a exemplo do que já tinha acontecido na Penha. Já Francisco Milheiro (Peugeot 106) logrou construir um fim-de-semana em crescendo que o levou até ao segundo posto final, que lhe serviu de forma quase perfeita para reforçar a liderança pontual da taça, estando assim no bom caminho para renovar o ceptro que conquistou em 2020. O regressado João Diogo Santos colocou o seu Fiat Punto 85 Sport no último degrau do pódio.

    Na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300 a história é fácil de contar, com um domínio avassalador de Eva Laranjeira, que nem precisou da terceira subida oficial de prova para arrumar a questão de mais uma vitória.

    A quarta consecutiva da piloto do Peugeot 205 Rallye da MNE Sport. Eva foi demasiado forte para a concorrência, e logo após as duas primeiras subidas oficiais tinha mais de 20 segundos de vantagem sobre o seu mais direto adversário, José Pedro Figueiredo, que não teve dificuldades em assegurar a segunda posição aos comandos do seu Datsun 1200, enquanto Domingos Fernandes fez jus à sua regularidade conseguindo mais um pódio ao volante do Autobianchi A112 Abarth.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora novamente ao centro de Portugal para assentar arraiais na Rampa do Caramulo. Sob a batuta do Targa Clube, a sexta prova da temporada está aprazada para os dias 24 e 25 de Julho.

  • Hélder Silva lidera no final do primeiro dia em Santa Marta

    Aos comandos do BRC BR 53, o piloto preparador esteve mais forte, dando assim continuidade ao momento forte que está a atravessar e que o fez vencer na prova anterior. Parte para o dia decisivo como favorito.

    Bom tempo e muito público emolduraram este primeiro dia da 6ª edição da Rampa de Santa Marta, onde participam 56 concorrentes – um novo recorde do ano para o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group – que enfrentaram o desafiante traçado de 3,200 metros desta quinta prova da temporada. Quatro subidas estavam no programa competitivo, com três delas a serem referentes às diversas fases de treino, ficando guardada para o fecho da jornada a 1ª subida oficial de prova.

    Depois de não ter sido o mais rápido apenas numa das subidas de treinos, Hélder Silva foi o mais forte na subida “a doer”, registando a marca de 1:47.742, à média de 106.92 Km/h, estabelecendo uma fasquia alta para a concorrência que terá de superar para o derrotar na batalha decisiva de domingo. Quem mais perto rodou dele foi Cesar Alonso. Munido da nova barchetta PA 21 JRB da Osella, Alonso logrou suplantar os restantes protótipos e termina num justo 2º lugar, a 1,1 segundos de Hélder Silva. Tudo indica que o espanhol ainda não atirou “a toalha ao chão”. José Correia (Osella PA2000 EVO 2) é 3º na divisão Protótipos A, num dia agridoce para o campeão nacional absoluto e título que, em termos absolutos, não logrou melhor do que o 5º lugar.

    Na Divisão Protótipos B dois destaques. Um para a extraordinária exibição de Nuno Guimarães. O ‘Capitão da Montanha’ esteve imparável e com o seu SilverCar S2 fez figura de protagonista principal, conseguindo sempre os melhores tempos durante as subidas de treinos, enquanto o seu colega de equipa, António Rodrigues, teve alguns problemas, incluindo uma ligeira saída de pista numa das subidas de treinos, devido a problemas de travões no BRC CM O5 EVO. Mas na subida de prova, a ‘Bala do Douro’ esteve ao nível a que nos habituou e acabou por ser o mais rápido da divisão, ainda que por escassas cinco décimas de segundo em relação a Nuno Guimarães, almejando ainda colocar-se no pódio absoluto provisório, a 3,3 segundos do líder Hélder Silva. Joaquim Rino, muito regular no BRC CM 05 EV da Articimentos, está no 3º posto entre os Protótipos B.

    Entretanto nos GT foi um duelo, como sempre, à décima entre Vítor Pascoal e Pedro Marques, nos dois Porsche 991 GT3 CUP, com primazia repartida durante as subidas de treino. Na subida oficial de prova, Pascoal realizou um tempo incrível, enquanto um problema fez Marques perder muito tempo e terminar o dia a 31 segundos do seu rival, o que o obriga a partir à procura do prejuízo na jornada de domingo, nas duas subidas oficiais que o pelotão ainda tem pela frente.

    Luís Nunes continua a dominar nas lides dos Turismos. O ‘Foguete de Valpaços’ fez bom uso do seu Ford Fiesta ST R5+ – ‘nascido’ nas oficinas de Malcolm Wilson e preparado pela ARC – e foi sempre o mais rápido da Categoria e da Divisão Turismos 2. Terminou este primeiro dia com uma excelente subida oficial de prova, com um tempo dentro do top sete absoluto, terminando na divisão com uma vantagem de 9,2s sobre Daniela Marques, no seu Impreza 4WD.

    Na Divisão Turismos 2, Joaquim Teixeira e Luís Silva entregaram-se a um duelo sem tréguas pela primazia. Nos treinos Teixeira foi o mais rápido no seu Cupra TCR numa das subidas, Silva respondeu com o seu BMW M3, vencendo as outras duas, mas no “momento da verdade”, durante a 1ª subida oficial de prova, o piloto da JT59 Racing Team/Bompiso “voou” rampa acima e foi 4 décimas mais rápido que o famalicense. No pódio provisório da divisão ficou ainda Manuel Rocha e Sousa (Cupra TCR) muito regular ao longo das quatro subidas do dia. Quedou-se a 8,3 segundos de Joaquim Teixeira.

    Na Divisão Turismos 3 o primeiro dia confirmou o já tradicional duelo entre Sérgio Nogueira e Parcídio Summavielle. Nas subidas de treino, ora venceu um, ora venceu o outro. O piloto de Fafe ainda enfrentou um susto com a corrente do alternador do Renault Clio RS, mas chegaram os dois em igualdade de circunstâncias à única subida oficial de prova. E aí Nogueira, também em Clio RS, foi o mais forte com um avanço de meio segundo sobre Summavielle. Noutro Clio RS Carlos Silva colocou-se no terceiro posto, a 3,2s do mais rápido. Menos sorte teve Alberto Pereira, que devido aos problemas mecânicos no Honda Civic Type R não pôde estar na luta por um lugar no pódio. Ele que chegou mesmo a ser o mais rápido numa das subidas de treinos.

    Quanto à Taça de Portugal de Kartcross de Montanha, o destaque vai o recorde de inscritos de participantes neste primeiro ano. Mas como de costume, Nelson Andrade esteve intratável no andamento que coloca no seu AG 1000. O ‘Furacão da Madeira’ está mais focado no top 10 absoluto já em relação aos outros concorrentes de Kartcross tem já um grande avanço na conclusão desta primeira jornada. Rodou 3,7 segundos mais rápido do que Márcio Araújo, noutro AG 1000, enquanto a terceira posição provisória foi para António Gonçalves, que no seu AG Suzuki ficou já a 11,7s de Nelson Andrade. Na geral da prova, foi simplesmente o nono mais rápido!

    Campeonato de Portugal Legends de Montanha assistimos a um ‘golpe de teatro’ na subida oficial de prova de hoje. Manuel Pereira, que tinha dominado as subidas de treinos com o seu Mitsubishi Evo VI, viu um problema mecânico forçá-lo a parar logo no arranque, ficando assim impedido de registar um tempo, o que o condiciona a fazer dois tempos nas duas subidas oficiais agendadas para domingo. Com tudo isto, José Carlos Magalhães, no BMW M3 Compact da MNE Sport, ‘puxou dos galões’ – apesar de ter também enfrentado alguns problemas – e foi o mais forte. Terminou o dia no comando, com 1,2s de vantagem sobre Gonçalo Janeira, em Citroën AX GTi. O pódio provisório completa-se com Renato Piairo, em Toyota Carina E, que ficou a 2,5 segundos de Magalhães.

    No Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha houve também um momento de ‘frisson’, já que antes da partida para a primeira subida oficial de prova Fernando Salgueiro, viu um dos travões do seu Ford Escort MK II falhar. E já nem sequer arrancou. Mas que quem dominou este primeiro dia foi Flávio Saínhas, que no ‘diabo amarelo’ – o seu Ford Escort MKI – foi o mais rápido na maioria das subidas, incluindo naquela que ‘mais interessava’. Superou por 0,6 segundos Ricardo Loureiro, o campeão de 2019, segundo melhor no Ford Escort MKII do Caramulo Racing Team, sempre muito consistente ao longo da jornada. Fechou este top três provisório Luís Moutinho, em Ford Escort MKI, a 4,7 segundos de Saínhas.

    Armando Freitas pura e simplesmente ‘pulverizou’ todos os tempos ao nível da TPM 1300, quer nas três subidas de treinos, quer na de prova, onde ombreou sobretudo com concorrentes em carros de cilindradas e potências superiores. Foi o mais rápido com 6 segundos exatos de vantagem sobre Francisco Milheiro, o líder da tabela pontual, que conseguiu colocar o seu Peugeot 106 na segunda posição. João Diogo Santos, no Fiat Punto 85 Sport, completou o pódio provisório após a primeira subida oficial, a 10,3 de Freitas.

    Destaque pela negativa para os problemas mecânicos no Citroën AX Sport de Tiago Santos, que era um dos candidatos ao pódio, mas que nem sequer conseguiu alinhar na única subida de prova realizada hoje. Na Taça de Portugal Clássicos 1300, domínio colossal de Eva Laranjeira. Quatro subidas, ‘warm-up’, treinos e a primeira de prova, onde a piloto de Setúbal foi sempre a mais rápida aos comandos do Peugeot 205 Rally da MNE Sport, acabando por bater por 9,6s José Pedro Figueiredo, o segundo melhor ao volante de um Datsun 1200. Domingos Fernandes, no Autobianchi A112, foi terceiro, a 29,2s da líder da competição.

    O programa competitivo do dia de domingo 6ª Rampa de Santa Marta começará pelas 9,30 horas, com mais um warm up a abrir as “hostilidades” competitivas, com este segundo e decisivo dia a incluir ainda mais uma subida oficial de treinos antes das duas subidas de prova finais.

  • Armando Carvalho lidera o Rali Alitém

    Piloto do Mitsubishi Lancer comanda a prova desde o início. Fernando Peres venceu a City Stage mas abandonou no segundo troço. Líder do campeonato, André Cabeças, é oitavo.

    Aos comandos de um Mitsubishi Lancer Evo V, Armando Carvalho e Ana Santos, estão no comando do Rali Alitém, após a realização da etapa inaugural da competição organizada pela Escuderia Castelo Branco. A dupla lidera a classificação geral, com 6,6 segundos de vantagem sobre os segundos classificados, Rui Madeira e Liliana Costa, que também correm com um Mitsubishi Lancer, mas a versão Evo IX. Rui da Silva Santos e João Sebastião, em Subaru Impreza, ocupam o terceiro lugar da classificação absoluta.

    A manhã cinzenta e a chuva miúda que caiu antes da hora de almoço ainda deixou as equipas na expectativa. Os reconhecimentos tinham sido feitos com o tempo e o piso secos e esta alteração da meteorologia podia implicar mudanças na forma de abordar as participações de cada formação no Rali Alitém. Contudo, o sol impôs-se e a tarde de competição foi marcada pelo tempo seco e o muito pó que se levantou nos troços de terra na região de Albergaria dos Doze.

    A acção começou com a City Stage que animou o público na Pista de TT do Arnal. Ao longo de pouco mais de 600 metros as equipas concorrentes no Rali Alitém preocuparam-se em dar espectáculo, pois esta classificativa não contava para as contas da prova.

    Assim, e cumprida esta especial, que foi ganha pela dupla Fernando Peres/José Pedro Silva (Mitsubishi Lancer Evo IX), a caravana mudou entrou em modo contra o cronómetro. Aí, Armando Carvalho foi quem levou a melhor. O piloto entrou a todo o gás e venceu na primeira passagem por S. Simão de Litém. Contudo, a vantagem conquistada foi de apenas um segundo para Peres e 3,3 segundos para Rui Madeira, que estabeleceu a terceira melhor marca.

    Com diferenças tão curtas, a segunda passagem por este troço seria decisiva para definir a classificação da primeira etapa. Neste, Fernando Peres acabou por não ser feliz. O portuense deu sofreu um acidente, felizmente sem consequências para piloto e co-piloto, e teve de abandonar. Logo atrás, Carvalho e Madeira não puderam fazer a especial em condições normais e receberam tempos nominais. Perante este incidente, os dois pilotos receberam tempos nominais e, posto isso, mantiveram as duas primeiras posições no Rali Alitém.

    No final do dia, Armando Carvalho, líder da prova, fazia um balanço positivo da primeira etapa. “O dia correu-nos bem. Conseguimos entrar num bom ritmo. O carro está a portar-se de forma impecável. Há uns pequenos acertos que temos de fazer mas que são normais nas corridas. Saiu-nos muito bem e só foi pena, na segunda passagem, termos apanhado um concorrente que saía à nossa frente porque teve a infelicidade de dar um pequeno toque e tivemos de parar. Mas estamos a gostar muito. O rali é muito giro, os troços são muito bonitos.”

    Se na classificação geral, o destaque vai para Armando Carvalho, que também lidera a categoria P3, em P1 é Paulo Correia (Renault Twingo R2) quem está na frente. Em P2 é Luís Almeida (Fiat Stilo) quem ocupa o primeiro lugar. Em X1, Gonçalo Figueira (Citroën AX) supera a concorrência, enquanto Gonçalo Henriques faz o mesmo mas em X2. Rui da Silva Santos leva o seu Subaru ao topo da classificação X3.

    Amanhã, dia 4 de julho, as equipas têm mais quatro especiais pela frente. Os pilotos vão passar duas vezes nos dois troços escolhidos pela organização, Albergaria dos Doze e Santiago de Litém. Este é o dia de prova mais longo com um total de 46,64 km contra o cronómetro. O primeiro piloto a ir para a estrada sai do parque fechado às 9h30 e o vencedor deverá ser conhecido ainda antes das 15 horas.

  • Chaves e Ramos vitoriosos em Itália

    Henrique Chaves e Miguel Ramos regressaram aos triunfos na primeira corrida da ronda de Misano do GT World Challenge Europe.

    O duo português já tinha dado boas indicações nos treinos e pré-qualificação de ontem e hoje confirmaram as expectativas com um resultado que lhes permite subir ao segundo lugar do Campeonato de Pilotos Pro-Am do GT World Challenge Europe Sprint Cup a meio ponto dos líderes.

    Miguel Ramos realizou a qualificação e, apesar de ter sido prejudicado por um adversário durante a sua volta mais rápida, conseguiu um bom terceiro lugar próximo dos dois primeiros da classe Pro-Am. O colega de equipa de Henrique Chaves efectuou, igualmente, o primeiro turno de condução, aproveitando a confusão das primeiras voltas para subir ao primeiro lugar, rodando confortavelmente à frente dos seus perseguidores.

    Miguel Ramos entregou o Lamborghini Huracán GT3 Evo da Barwell Motorsport ao piloto de Torres Vedras na liderança e este conseguiu criar uma vantagem que chegou a ser de mais de cinco segundos. No entanto, uma situação de Safety-Car anulou a margem de conforto que tinha e, para agravar a situação, algo cedera na direcção do carro da Sant’Agata Bolognese numa das passagens obrigatórias pelos correctores de Misano.

    Com o seu rival na sua traseira e com um carro que apresentava um comportamento anormal, Henrique Chaves teve de dar o máximo sem cometer erros ao longo de cerca de vinte minutos de corrida para conseguir a terceira vitória da temporada. Apesar de todas as contrariedades, o português, com uma prestação notável, conseguiu manter sob respeito o seu rival, cruzando a linha de meta no primeiro lugar dos Pro-Am e assegurando mais um triunfo.

    A prova de hoje foi vencida pelo Audi R8 LMS GT3 da Team WRT, que foi dividido por Charles Weerts e Dries Vanthoor. A qualificação de amanhã terá o seu início às 8h00 e a corrida às 13h00, Hora de Lisboa, podendo toda a acção ser seguida no website da competição.

  • Mike Halder dominou na abertura do TCR Ibérico Sprint Trophy em Jarama

    O alemão Mike Halder (Halder Motorsport, Honda Civic Type R FK7) foi o grande triunfador, este sábado, no circuito de Jarama, na jornada de abertura do TCR Ibérico Sprint Trophy, competição integrada na segunda ronda do TCR Espanha, ao ganhar duas das três corridas do programa. A jovem Alba Cano (Monlau Competición, Cupra Leon) também esteve em destaque, ao assinar a vitória na segunda corrida.

    Halder começou bem o seu fim de semana na pista dos arredores de Madrid, já que ao final da tarde de sexta-feira bateu claramente a “armada Peugeot”, liderada por Fernando Navarrete, autor da “pole position”, e por Isidro Callejas na primeira corrida. Alejandro Cutillas, no segundo Peugeot 308 TCR da SMC Motorsport, perderia o quarto lugar para Alba Cano na penúltima volta, enquanto Michelle Halder, irmã do vencedor, se debatia com problemas elétricos no Honda Civic Type R que estariam, depois, na origem da sua ausência nas duas corridas do dia seguinte.

    E a manhã deste sábado ficou marcada pelo brilhante triunfo de Alba Cano na segunda corrida do programa. A piloto de Málaga soube tirar partido do facto de largar da “pole” para assumir o comando face a Halder, que com pneus usados não resistiu ao ataque do jovem Callejas logo no início, acabando, deste modo, no último lugar do pódio, mas destacado de Navarreta e de Cutillas.

    No encerramento da jornada, Mike Halder, mesmo partindo da segunda fila da grelha, não teve dificuldades em chegar rapidamente à liderança, até porque Navarrete, autor da “pole”, ficou parado na grelha, tal como Alba Cano. O piloto do Honda dominou a terceira corrida a seu belo prazer e Callejas nunca foi uma verdadeira ameaça.

    Com duas pontuações máximas no arranque do TCR Ibérico Sprint Trophy – em cada jornada contam os dois melhores resultados das três corridas –, Halder assume, já destacado, o comando da classificação.

    Corrida 1

    1º, Mike Halder (Halder Motorsport, Honda Civic Type R FK7 TCR), 21.56.267

    2º, Fernando Navarrete (SMC Motorsport, Peugeot 308 TCR), + 6.727s

    3º, Isidro Callejas (Escuderia Costa Daurada, Peugeot 308 TCR), + 13.455

    Corrida 2

    1º, Alba Cano (Monlau Competicion, CUPRA Leon Competicion TCR), 21.58.349

    2º, Isidro Callejas (Escuderia Costa Daurada, Peugeot 308 TCR), + 1.956s

    3º, Mike Halder (Halder Motorsport, Honda Civic Type R FK7 TCR), + 7.037

    Corrida 3

    1º, Mike Halder (Halder Motorsport, Honda Civic Type R FK7 TCR), 22.05.806

    2º, Isidro Callejas (Escuderia Costa Daurada, Peugeot 308 TCR), + 3.837s

    3º, Alejandro Cutillas (SMC Motorsport, Peugeot 308 TCR), + 4.253

    CLASSIFICAÇÕES

    Pilotos: 1º, Mike Halder, 50 pontos; 2º, Alba Cano, 37; 3º, Isidro Callejas, 36; 4º, Fernando Navarrete, 30; 5º, Alejandro Cutillas, 25; 6º, Michelle Halder, 8.

    Equipas: 1ª, SMC Motorsport, 65 pontos; 2ª, Halder Motorsport, 58; 3ª, Monlau Competición, 37; 4ª, Escuderia Costa Daurada, 36.

    A próxima jornada do TCR Ibérico Sprint Trophy está agendada para 18 e 19 de setembro, no Circuito Ricardo Tormo, em Valência.

  • Mais um pódio para Filipe Albuquerque no Campeonato Norte Americano de Resistência

    A corrida do Watkins Glen, sexta jornada do Campeonato Norte Americano de Resistência foi atípica, com o mau tempo a condicionar o trabalho de pilotos e equipas. Filipe Albuquerque e Ricky Taylor no Acura #10 da Wayne Taylor Racing saíram da ‘pole position’ mas viriam a terminar, uma vez mais, no terceiro lugar do pódio.

    Este é um resultado que já tinham registado nesta mesma pista a semana passada. Apesar de terem a vitória na mente, este desfecho acaba por ser positivo em termos de campeonato uma vez que ficaram à frente dos mais directos adversários na luta pelo titulo: “Foi uma corrida difícil mesmo saindo da ‘pole’. A chuva complicou, a bandeira vermelha não ajudou na estratégia e na repartida, não estávamos tão à vontade com as condições como os nossos adversários. Apesar de rápidos, não tínhamos o andamento dos Cadillac e o terceiro lugar acaba por ser bom, dadas as circunstâncias”, começou por explicar o piloto de Coimbra.

    Filipe Albuquerque e Ricky Taylor consolidam a primeira posição nas contas do Campeonato quando se alcança a primeira metade da temporada: “Estamos na posição que queríamos estar. Claro que mais vitórias iria ajudar bastante, mas mesmo assim temos feito um óptimo percurso e está tudo no caminho certo. Vamos continuar a trabalhar para melhorar o carro porque a próxima corrida já está aí à porta”, concluiu.

    A 16 e 17 de Julho, Lime Rock Park recebe a sétima jornada da época.

  • Rui Nunes com missão ambiciosa em Sever do Vouga

    A terceira jornada do Campeonato de Portugal de Kartcross Diatosta vai ter lugar na pista do Alto do Roçário. Rui Nunes chega a este fim-de-semana altamente motivado para dar continuidade aos bons resultados. O pódio é o objetivo principal.

    A viagem desde o Alentejo até Sever do Vouga vai ser feita por rui Nunes e a sua equipa sob o signo da motivação e da confiança.

    Vindos de um excelente resultado na prova anterior, querem dar continuidade a “esta bela campanha que temos feito em 2021. Estamos muito felizes quer pelo andamento muito competitivo que temos colocado nas pistas, quer pelos resultados muito positivos que temos alcançado. São fruto do trabalho que a equipa coloca na preparação das provas e é meu objetivo continuar a retribuir em pista o seu esforço”, com Rui Nunes a desejar que “em Sever do Vouga consiga ser rápido e consistente”.

    O piloto reconhece que a pista do centro do país não é “uma das minhas favoritas, mas isso não me vai impedir de dar o máximo para estar na luta pelos melhores lugares, a exemplo do que sucedeu na prova anterior, onde fomos quintos, mas com a sensação de que poderíamos ter alcançado um lugar no pódio”.

    Ora esse será “o nosso objetivo principal. Sentimos que é possível, mesmo sabendo que este campeonato é duro, com muitos pilotos a poderem terminar na frente”, com Rui Nunes a garantir que “estaremos na luta e sentimos que esta é a hora de aumentar o nível e atacar forte. O campeonato entra agora na sua fase decisiva”.