Sem muito a acontecer no mundo do automobilismo, devido à pandemia do COVID-19, Fábio Mota e Henrique Chaves, resolveram lançar um desafio nas respectivas redes sociais.
A disseminação do novo coronavírus teve um impacto brutal no mundo, no nosso país e no desporto automóvel com praticamente todas as competições paradas, enquanto milhões de pessoas estão confinadas às suas casas na esperança de contribuir para que esta crise passe o mais depressa possível.
Na generalidade, o comportamento dos portugueses tem sido exemplar, seguindo as directivas das entidades competentes, mas é preciso encontrar forma para ocupar o tempo durante este período de resguardo sanitário, tendo Fábio Mota e Henrique Chaves decidido lançar um desafio aos seus fãs e seguidores das respectivas rede sociais – o Time Trial Challenge.
Assim, desde as 00h00 do passado dia 24, entraram em competição com os seus adeptos através do jogo de telemóvel Real Racing 3, disponível gratuitamente para os sistemas operativos Android e IOS, sendo necessário apenas ter um smartphone e uma ligação à internet, dispensando outro tipo de equipamento.
Tanto Fábio Mota, que construiu uma carreira internacional sustentada nas corridas de carros de Turismo, como Henrique Chaves, que no ano passado esteve na luta pelo título do International GT Open, oferecerão um prémio ao seguidor que assinar a melhor volta deste Time Trial Challenge.
O regulamento deste desafio está disponível nas páginas de Facebook. Agora, é preciso que todos os fãs tenham o jogo disponível nos respectivos telemóveis e comecem a treinar para o Time Trial Challenge que terá a duração de uma semana.
Elegante e espaçoso, o novíssimo Ford Kuga apresenta um design distintivo, uma abrangente gama de motorizações híbridas e novas tecnologias de assistência ao condutor, tornando-se mais eficiente, confortável e gratificante na sua utilização.
O novo Kuga dispõe da maior oferta
de opções de propulsores electrificados de sempre na Ford, proporcionando até
menos 30 por cento de consumos. O Kuga Plug-In Hybrid oferece uma condução
totalmente eléctrica e permite aos condutores escolherem quando e como accionar
a propulsão por bateria, graças aos modos de condução, incluindo modo o EV Now.
A vasta e abrangente gama de
propulsores do Kuga inclui as variantes Kuga Plug-In Hybrid, (PHEV), Kuga
EcoBlue Hybrid (mild-hybrid) e Kuga Hybrid (full-hybrid), juntamente com as
versões diesel EcoBlue, de 2,0 litros e 1,5 litros, e a motorização a gasolina
EcoBoost de 1,5 litros, a que se junta ainda uma nova transmissão automática
inteligente de oito velocidades.
A silhueta elegante acolhe o
habitáculo mais espaçoso da classe, com capacidade incrementada graças aos
bancos traseiros deslizáveis. A avançada arquitectura contribui para reduzir o
peso em até 80 kg
Reforço da conectividade graças às
novas funcionalidades dos veículos electrificados, tais como a app FordPass e
sistema de modem FordPass Connect
As sofisticadas tecnologias incluem
o inovador Detecção de Ângulo Morto (BLIS), a nova função de Cruzamentos do
Assistente de Pré-Colisão, Travagem Ativa e painel de instrumentos LCD de 12,3
polegadas com “cores reais”
O Kuga é o SUV Ford mais vendido na
Europa e o 3o modelo Ford com mais registos na região, a seguir ao Fiesta e ao
Focus. Em 2019, os clientes adquiriram 161.400 unidades Kuga, um aumento de
quase 5%, contribuindo para o aumento superior a 6% nas vendas de SUV Ford
durante o ano passado.
Como refere Stuart Rowley,
Presidente da Ford Europa, “O novo Kuga é, até agora, o nosso melhor
exemplo da nossa abordagem de design centrada no ser humano. Foi desenvolvido
em estreita colaboração com os clientes SUV, de forma a oferecer um estilo
distinto, um leque de opções de motorização sem precedentes, um conforto
premium e as mais avançadas tecnologias que facilitam a vida aos proprietários,
dentro e fora do carro.”
O novo Kuga estará disponível em 11 cores, incluindo as novas tonalidades Diffused Silver e Sedona Orange, numa palete que se destaca pelas cores premium de tripla camada Lucid Red e Star White Pearl.
Na sequência da pandemia global do novo Coronavírus, o WRC Vodafone Rally de Portugal 2020, quinta ronda do Campeonato Mundial de Ralis da FIA, foi adiado.
A notícia não é, de todo, inesperada pois, a progressão da pandemia fazia prever este desfecho.A prova portuguesa, queestava marcada para decorrer nas regiões do Norte e do Centro do País, entre 21 e 24 de maio, fica adiada para data a definir. Após a entrada em vigor do Estado de Emergência em Portugal, e com o acordo unânime das autoridades nacionais, da FIA e do promotor, o Automóvel Club de Portugal solicitou o adiamento do WRC Vodafone Rally de Portugal.
“Queremos agradecer a todos os nossos patrocinadores e parceiros pela compreensão e esperamos contar com todos numa data posterior este ano”, declarou Carlos Barbosa, presidente do ACP.
Para o promotor do WRC, Oliver Ciesla, “estamos todos a trabalhar para identificar possíveis datas alternativas no final da temporada, caso a situação do COVID-19 melhore, levando em consideração a logística do campeonato, a capacidade de as equipas viajarem novamente e a capacidade dos respetivos países organizarem o WRC nessa altura.”
O piloto da Bracardox assinou uma bela exibição na Rampa Porca de Murça, coroada com um pódio absoluto nos Turismos e a vitória na Divisão 2.
Foi com um 6º lugar à geral,
correspondente ao 3º posto entre os Turismos e a vitória na sua divisão, que
Hugo Araújo iniciou a sua campanha, na Rampa Porca de Murça, prova inaugural do
Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2020.
A” família” da Montanha viveu um
arranque triste da época, em terras transmontanas
A rampa ficou obviamente marcada
pelo desfecho trágico do acidente ocorrido já na fase final da prova e que
enlutou toda a família da Montanha. Como tal, Hugo Araújo, começa por “deixar
as minhas sentidas condolências aos familiares das vítimas e os votos de total
e rápida recuperação aos feridos. Mas o meu pensamento fica também com o piloto
e amigo Luís Silva a quem deixo um fortíssimo abraço de solidariedade. Não
posso deixar de agradecer também às equipas de Bombeiros, polícias e equipa
médica pela rápida intervenção no acidente. Foi um momento muito triste para
todos nós”.
Passando à competição pura e
dura, Murça marcava o início da segunda temporada de Hugo Araújo ao serviço da Bracardox.
Novamente aos comandos do seu
Subaru Impreza, conhecido pela arrojada alcunha de “Bugzilla”, o piloto de
Braga sentia-se “muito confiante pois este ano, partimos para a quase
totalidade das Rampas com um maior conhecimento sobre as mesmas, coisa que o
ano passado não tínhamos e mesmo assim estivemos na luta pelo título. Isto também
me permite e à equipa, estar mais concentrado em testar e melhorar as afinações
de Setup ao longo de cada prova”.
Ao longo do fim-de-semana, Hugo
Araújo esteve sempre entre os mais rápidos, liderando a tabela de tempos da
Divisão 2 e assinando tempos que o colocavam entre os candidatos ao pódio
absoluto nos Turismos.
A marca de 2.17,920, estabelecida
na 2º subida oficial de prova, foi a sua melhor durante o fim-de-semana e Hugo
Araújo preparava-se para “tentar o derradeiro assalto ao primeiro posto
na última subida, que foi anulada pelas trágicas razões interromperam de vez a
prova”.
O resultado final é ”positivo,
sobretudo porque nos garante que temos argumentos para lutar pelos objetivos
que a Bracardox tem para a época”.
O bracarense quer “voltar rápido aos comandos do Subaru. Esperemos que esta fase de paragem motivada pelo Covid-19 passe rápido, para em breve voltarmos a atacar as rampas nacionais com a garra que nos reconhecem. Vamos estar na luta!”.
Instalações a nível global reduzem volumes de produção nos meses de Março e Abril. Produção será parcialmente transferida para o segundo trimestre do próximo Ano Fiscal.
Em resposta à disseminação global
do novo coronavírus, muitos países têm vindo a reforçar, rápida e
extensivamente, um conjunto de medidas de prevenção de infecções, incluindo a
implementação de recolher obrigatório, suspensões das actividades de retalho e
restrições de acções corporativas. Nesse sentido, a Mazda decidiu ajustar os
volumes de produção nas suas instalações a nível global, fruto das dificuldades
na aquisição de peças, da queda das vendas nos mercados externos e pela
incerteza em termos de vendas futuras.
Para as fábricas de Hiroshima e
Hofu, a Mazda planeia, assim, suspender a produção por 13 dias e operar, ao
longo de 8 dias, apenas em turnos diurnos, no período compreendido entre 28 de Março
e 30 de Abril. A Mazda pretende transferir parte da produção originalmente
programada para este período para o segundo trimestre do Ano Fiscal que termina
a 31 de Março de 2021, ou mesmo para mais tarde, estando a acompanhar de perto a
situação, à medida dos seus desenvolvimentos. Durante esse período apenas as
operações administrativas serão realizadas normalmente.
No que se refere às suas fábricas
além-fronteiras, as instalações da Mazda de Mexico Vehicle Operation ficarão
paradas por cerca de 10 dias, a partir de 25 de Março, enquanto a AutoAlliance
(Thailand) Co., Ltd., irá suspender a produção num período similar, a partir do
dia 30 de Março.
No domínio das vendas, a Mazda
irá manter as suas operações em determinados países, incluindo o Japão e a China.
Nas restantes regiões, nomeadamente na Europa, serão tomadas as medidas
apropriadas que respeitem as políticas que estão a ser implementadas para
evitar a propagação do vírus, para minimizar o impacto nas operações de vendas
e serviços junto dos seus clientes. Adicionalmente, a Mazda continuará a trabalhar
para minimizar o impacto do coronavírus nos seus parceiros de negócios.
A Mazda coloca a saúde e a segurança das comunidades, clientes e funcionários como prioridade absoluta, adoptando as medidas de prevenção adequadas.
O comunicado oficial da entidade federativa assinala ainda que a situação será reavaliada nessa data.
A atual situação de pandemia, provocada pelo coronavírus Covid 19, continua a fechar portas a qualquer atividade desportiva.
A FPAK anunciou o prolongamento da suspensão total de atividade, para 30 de Abril, seguindo as recomendações do Governo Português, da Organização Mundial de Saúde e da Direção Geral de Saúde.
Nessa altura, a FPAK irá reavaliar a situação e agir em conformidade com as autoridades de saúde.
A FPAK informou ainda que as suas delegações da FPAK em Lisboa, Porto e Funchal ficarão encerradas por igual período.
Nos países da Europa, em que os governos não decretaram a paragem da atividade económica, devido à pandemia do Covid 19, a procura de bicicletas e e-bikes disparou, o que está a provocar uma procura elevada na produção nacional, estando algumas empresas a trabalhar a cem por cento, mantendo estritamente as regras de segurança para conter a propagação do vírus.
A necessidade de novas respostas no que à
micro-mobilidade diz respeito, nomeadamente nos mercados centro e
norte-europeus está a criar uma enorme pressão nos pontos de venda e
como tal também na produção de bicicletas e e-bikes.
O público não confia nos transportes
públicos, pois o ato de evitar concentração de pessoas e proximidade
social é fundamental para controlar a propagação do novo Coronavirus.
Por outro lado o uso, ou mesmo a aquisição do automóvel não se apresenta
como opção para deslocações curtas e não só e por isso os mercados, com
enfoque na Alemanha, aumentaram significativamente a procura de
bicicletas e e-bikes.
Portugal é assim o local óbvio para
responder às necessidades do mercado. Cadeias de distribuição curtas,
capacidade de produção e a qualidade do produto final, são fatores que
provocam e sobretudo aumentam a procura do nosso mercado, enquanto
fornecedor.
Segundo Gil Nadais, Secretário-Geral da ABIMOTA,
“neste momento o “cluster” das duas rodas tem empresas que, não
descurando as preocupações com o combate ao Covid 19, estão a trabalhar a
cem por cento da capacidade, para satisfazer a procura que algum
mercado exige.”
“A capacidade de resposta e a criatividade das nossas empresas e empresários, está a ser testada e a resposta ao teste está a ser plenamente positiva.” Afirma o dirigente da ABIMOTA, que diz também “não podemos deixar de referir que este é o caso de algumas empresas que exportam para mercados onde as pessoas têm possibilidade de ir trabalhar, porque onde as restrições são maiores, o mercado está fechado e as empresas estão a paralisar”.
Com a proclamação do novo PEUGEOT 208 como ‘Carro do Ano 2020’ na Europa, a marca do Leão foi distinguida, pela sexta vez, com o mais prestigiado galardão automóvel no Velho Continente, troféu anualmente atribuído por um júri constituído por jornalistas especializados do setor automóvel. Além de eleger este ano um modelo compacto urbano como o novo 208, o ‘Car of the Year’ já distinguiu, ao longo da sua história, diversos PEUGEOT de diferentes segmentos: berlinas topo de gama ou de gama média-alta, como o PEUGEOT 504 (1969) e o PEUGEOT 405 (1988), compactos de vocação familiar, como o PEUGEOT 307 (2002) e de elevado conteúdo tecnológico, como o PEUGEOT 308 (2014), bem como propostas que representam uma abordagem inovadora ao segmento SUV, espelhada pelo PEUGEOT 3008.
O novo PEUGEOT 208 tornou-se, recentemente, no sexto modelo da PEUGEOT a receber a cobiçada distinção de ‘Carro do Ano’ na Europa, uma distinção prestigiada resultante dos votos de um júri composto por jornalistas especializados no setor automóvel, incluindo os jurados portugueses. O novo compacto urbano da Marca cumpre todos os requisitos tácitos para conquistar este prémio: esteticamente, destaca-se por um design inovador no seu segmento, revelando-se atraente, elegante e desportivo; na vertente tecnológica conta com as mais avançadas funcionalidades do seu segmento, que o inserem no nível 2 de condução autónoma. Sob o capô, o novo 208 oferece três tipos de motorização diferentes, a gasolina e diesel e a proposta elétrica, do PEUGEOT e-208.
O PEUGEOT e-208 inaugura uma nova etapa no mundo e na generalização da mobilidade elétrica, oferecendo uma potência de 136 cv (100 kW), 340 km de autonomia (WLTP) e as performances de um desportivo, sendo capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 8 segundos. O e-208 oferece também três modos de condução: Sport, Normal e Eco.
Para conhecer o primeiro PEUGEOT galardoado com o troféu ‘Carro do Ano na Europa’ há que recuar mais de meio século. Foi em 1969 que o PEUGEOT 504 fez a estreia da Marca no troféu, uma berlina que definiu a viragem para o estilo moderno na Marca do Leão. A estética inconfundível, assinada por Pininfarina, deixou a sua marca nos modelos que se lhe seguiram. Como elementos de destaque, temos o seu capô e faróis trapezoidais inspirados nos olhos da atriz italiana Sophia Loren, como então revelou o seu designer, Gérard Welter.
Além de romper com as normas estabelecidas em matéria de design, o PEUGEOT 504 oferecia uma dinâmica excecional em estrada, motores de elevado desempenho e uma caixa de velocidades precisa, suave e fácil de utilizar, características que, juntamente com seu conforto e habitabilidade, tornaram-se numa forte característica da PEUGEOT. A tudo isso, devemos juntar uma robustez e fiabilidade que tornaram o modelo numa verdadeira lenda em África.
Quase duas décadas depois, em 1988, era o PEUGEOT 405, outra berlina da Marca, a ser eleita ‘Carro do Ano na Europa’, reunindo um consenso quase absoluto entre o painel de jurados, já que dos seus 57 elementos, nada menos de 54 atribuíram-lhe a pontuação máxima.
Com características estéticas estreadas no PEUGEOT 205, este modelo colocou a tónica no prazer de condução e no conforto dinâmico, com suspensões sofisticadas mesmo nas versões mais simples. Incorporou novidades como os travões com ABS e um motor 1.9 turbodiesel com 90 cv. O PEUGEOT 405 dispunha também de uma versão com tração integral equipada com suspensão hidropneumática. No plano desportivo, o modelo distinguiu-se com vitórias no Rali Dakar em 1989 e 1990, e na rampa de Pikes Peak em 1988 e 1989.
Em 2002, o PEUGEOT 307 representou o equilíbrio perfeito
entre a nova geração de berlinas compactas, altas, espaçosas e com vocação
familiar, que, então, surgiam no mercado. Reunindo características muito
próprias nestes campos, o modelo recebeu a distinção europeia de ‘Car of the
Year’. Este modelo optou por um design exterior atraente e dinâmico, muito
semelhante ao do PEUGEOT 206, estando dotado de um habitáculo que integrava a
funcionalidade, o espaço interior e a versatilidade dos monovolumes. Ao
volante, destacavam-se a sua suavidade em rolamento e o seu poder de travagem.
Dispunha ainda do motor diesel menos poluente da época, o bloco 2.0 HDi de 110
cv, equipado com filtro de partículas.
A PEUGEOT e o mundo automóvel entravam numa nova era em 2014, com
o lançamento do PEUGEOT 308. O seu design
elegante e equilibrado, a flexibilidade, a tecnologia e a eficiência da
plataforma EMP2, bem como o seu arsenal tecnológico revolucionário, comando
pelo PEUGEOT i-Cockpit® e pelo ecrã tátil de 9,7 polegadas, definiram novos
padrões no segmento das berlinas compactas, integradas num habitáculo amplo e
espaçoso, argumentos que lhe valeram ser distinguido com o mais prestigiado
troféu europeu.
Uma inovadora combinação de design, conforto e comportamento dinâmicos, aliada a uma nova abordagem ao segmento SUV: foram estes os elementos que tornaram possível a eleição do PEUGEOT 3008 como ‘Carro do Ano’ em 2017 no Velho Continente.
Reinventando a posição de condução ideal, oferecendo uma experiência intuitiva e sensorial, este modelo estreou uma nova geração do PEUGEOT i-Cockpit®, para além de abrir o caminho a novas e avançadas funções de ajuda à condução e de conectividade permanente. Como qualquer SUV que se preze, o 3008 destacou-se pelas suas qualidades off road, graças ao sistema Advanced Grip Control, com cinco modos de aderência, que permitem ao modelo adaptar-se a qualquer tipo de terreno. A versão 3008 DKR havia, entretanto, no início de 2017, alcançado uma tripla vitória no Dakar, prova que se transferira para a América do Sul, registando-se nova vitória do modelo no ano seguinte.
Toda a gama Hyundai financiada através do produto Open Drive possui, desde 1 de março, a oferta do contrato de manutenção. O Hyundai Open Drive é a solução mais flexível para ter um Hyundai.
A Hyundai Portugal reforçou, ainda mais, os já de si fortes
argumentos do Hyundai Open Drive ao oferecer, desde de 1 de março, o contrato
de manutenção programada durante o período de vigência do contrato (máximo 48
meses e 80.000 kms).
Toda a gama Hyundai beneficiará desta oferta sempre que
financiada através do produto Hyundai Open Drive, continuando, assim, a dar
passos firmes na estratégia de fidelização e no desenvolvimento de ferramentas
que consolidem a relação e vínculo com os clientes.
O Hyundai Open Drive, é uma solução de financiamento que
oferece total liberdade de decisão ao cliente, sem riscos e sem compromissos ao
cliente.
É simples, flexível e sem complicações. Num contexto de
incerteza e de transição, o Hyundai Open Drive é o produto ideal para que o
cliente não fique comprometido com a aquisição de uma viatura nem vinculado a
apenas um modelo específico, podendo optar no final de cada período de contrato
se pretende continuar, comprar, trocar ou mesmo entregar a viatura. Esta
solução permite adequar às necessidades de mobilidade de cada pessoa e em cada
etapa da sua vida, sejam pessoais ou profissionais.
Todas as viaturas Hyundai matriculadas a partir de 1 de
setembro de 2019, beneficiam, ainda, da garantia líder de mercado de 7 anos sem
limite de quilómetros.
Uma abordagem mais musculada na primeira curva da final colocou o piloto fora da discussão da vitória, depois de um fim-de-semana em que o seu andamento pressionou os demais favoritos.
Sever
do Vouga representava para Pedro Rosário “o arranque de uma época em que
queremos lutar prova a prova pelo título perdido em 2018 e 2019”. O
piloto chegava à prova inaugural do Campeonato de Portugal de Kartcross 2020,
como um dos grandes favoritos à vitória, integrado num grupo restrito de
pilotos com reais pretensões a tal.
E logo nos treinos deu o mote, ao garantir o segundo melhor tempo, entre as duas dezenas de participantes. As três corridas de qualificação para a final mostraram um Pedro Rosário ao mais alto nível, lutando sempre pelo domínio e, chegando ao fim dessa fase da prova, num sólido 2º lugar, que lhe dava uma posição na primeira fila da grelha de partida para a hora “de todas as verdades”. Esta exibição deixava o piloto “muito satisfeito. Afinal parece que não estou assim tão velho e que consigo ombrear com todos os jovens valores que começam a despontar na modalidade!”.
A final acabaria por ser dramática para as aspirações do piloto. Ordem de partida e Pedro Rosário até arranca “muito bem, estando a discutir a liderança quando sofri um toque de corrida danificando o meu Kartcross. Fiquei com uma manga de eixo partida e a direção completamente desalinhada, caindo para último com o pião que fiz e com o tempo que perdi até voltar a arrancar”.
Mesmo
com o kartcross afetado, Pedro Rosário foi “em busca do prejuízo e ainda
consegui recuperar quatro posições, isto num pelotão extremamente competitivo,
mas, apesar de todo o meu esforço, já não deu para chegar aos lugares da
frente, que, em circunstâncias normais, estavam ao nosso alcance”. A
11ª posição final é assim “um amargo de boca, mas, ao contrário do ano
passado, acreditamos que podemos lutar pelas vitórias”.
Como
nota positiva, Pedro Rosário assume estar “muito contente com o desempenho
do carro e com o ritmo de corrida que impomos ao longo de todo o
fim-de-semana”. No entanto, sente que “temos muito a trabalhar para melhorar
alguns pontos do carro e melhorar o meu ritmo de corrida. Acreditamos que este
tempo de paragem, irá permitir fazer pequenas melhorias, no entanto estamos com
muitas limitações impostas para nos proteger da pandemia que nos aflige”.
Agora é esperar que “o campeonato seja retomado. Seria um bom sinal, porque significaria que esta pandemia tinha sido debelada, para bem da saúde de todos. Julgo que, e quando voltarmos a competir, o campeonato será muito disputado e que estaremos na luta pelos lugares da frente”.