O Centro Porsche Braga foi reconhecido com o Prémio de Melhor Pós-Venda da Península Ibérica em 2024, um feito que reafirma a excelência no serviço e o compromisso absoluto com a qualidade.
A distinção, atribuída pela Porsche Ibérica, valoriza a inovação, a precisão e a dedicação da equipa, garantindo que cada Porsche continua a oferecer ao longo do tempo a experiência de condução única que define a marca. O prémio foi entregue numa cerimónia especial em Barcelona, onde foram apresentados os resultados da rede de concessionários da Península Ibérica. A avaliação baseou-se em rigorosos indicadores-chave de desempenho (KPIs) do programa Porsche Business Excellence, onde participaram 24 Centros Porsche, incluindo cinco em Portugal. O Centro Porsche Braga destacou-se pelo seu compromisso com a inovação, atendimento ao cliente e nível superior de serviço técnico.
O Centro Porsche Braga, integrado no Grupo XRS Holding, superou, assim, todos os outros Centros Porsche em Espanha e em Portugal.
Para Hugo Ribeiro da Silva, Administrador do Grupo, esta distinção é o reflexo do trabalho incansável da equipa: “este prémio é confirmação do nosso compromisso com a excelência e da paixão que colocamos diariamente no nosso trabalho. No Centro Porsche Braga encontramos uma equipa técnica muito experiente composta por alguns elementos que iniciaram connosco este projeto”.
O CEO do grupo fez ainda questão de agradecer à Porsche Ibérica “pela confiança e reconhecimento, bem como a todos os clientes que desafiam diariamente o Centro Porsche Braga a elevar os seus padrões de qualidade. A nossa missão não é apenas manter um Porsche em perfeitas condições. É garantir que toda a experiência de condução se mantém inalterada ao longo do tempo, para que cada cliente continue a sentir em pleno as emoções únicas que um Porsche proporciona.”
O Centro Porsche Braga oferece um serviço de pós-venda que combina tecnologia de ponta com um atendimento altamente especializado. A equipa técnica recebe formação contínua para garantir o domínio absoluto das mais recentes inovações da marca, incluindo os avanços na eletrificação, segurança ativa e construção de carroçaria de baixo peso.
Estão abertas as encomendas em Portugal para a mais recente evolução do SUV Mazda CX-60, modelo que na sua geração 2025 se apresenta no mercado com melhorias ao nível da performance, aprimoramentos no design interior e adopção de tecnologias avançadas. Pretendendo estabelecer um novo padrão na sua classe, o renovado CX-60 de 5 lugares completa as propostas SUV de referência da Mazda, numa oferta sublimada pelo novo Mazda CX-80 de até 7 lugares.
Com chegada aos mercados na próxima Primavera, a renovada gama 2025 do Mazda CX-60 aposta no requinte e refinamento da experiência de condução, assente numa evolução significativa do sistema de suspensão, de braços sobrepostos à frente e multi-link atrás, proporcionando maiores níveis de conforto e de estabilidade. As soluções técnicas entretanto empregues, incluindo molas traseiras macias e amortecedores firmes, asseguram uma condução suave e confortável, enquanto os sistemas de estabilidade recalibrados permitiram uma melhoria no comportamento geral do SUV CX-60, de modo a proporcionar a experiência Jinba Ittai exclusiva da Mazda, em que automóvel e condutor evoluem como uma só entidade.
Ao nível dos interiores, destaque-se o claro upgrade dos conteúdos dos patamares Homura / Homura Plus, que passa a integrar, a partir de agora, bancos em pele Nappa preta e um tipo de pele vinílica no painel interior. O tejadilho interior e os pilares contam com revestimento em preto e os painéis interiores foram actualizados para um moderno preto mate, com acabamento metálico. Em termos exteriores, a elegante pintura Zircon Sand Metallic foi adicionada às opções da palete agora composta por 9 cores.
Continuando a encarnar o compromisso da Mazda para com a estética e o artesanato japoneses, o Mazda CX-60 de 2025 aposta num design único e na perfeita harmonia entre os materiais de elevada qualidade nele empregues, como madeira de ácer verdadeira, pele Nappa e têxteis japoneses, traduzindo-se num SUV que continua a ser um verdadeiro exemplo do conceito Crafted in Japan.
Motores e-Skyactiv 2.5 PHEV e 3.3 Diesel sublinham a Abordagem Multi-Soluções da Mazda
Complementando as actualizações ao nível da condução e dos interiores, também a oferta mecânica da geração 2025 do Mazda CX-60, com base na Abordagem Multi-Soluções da Mazda, vem satisfazer diferentes os diferentes estilos de vida, necessidades e preferências dos clientes da marca de Hiroshima.
Como tem acontecido desde o lançamento do Mazda CX-60 original, a oferta mantém-se dividida entre duas mecânicas – PHEV e Diesel, ambas associadas– que cumprem com os mais recentes requisitos expressos no Regulamento Geral de Segurança e na norma Euro 6e.
Por um lado, destaca-se o grupo motopropulsor híbrido plug-in 2.5 e-Skyactiv PHEV, composto por um bloco Skyactiv-G de 2,5 litros e quatro cilindros, a gasolina, de injecção directa, com um grande motor eléctrico de 129 kW e uma bateria de alta capacidade de 355 V e 17,8 kW/h. Gera uma potência combinada de 241 kW / 327 cv e um abundante binário de 500 Nm, tornando-o no automóvel de estrada mais potente que a Mazda alguma vez produziu.
Associado ao sistema de tracção integral i-Activ AWD da Mazda e a uma transmissão automática de 8 velocidades (8AT), garante-se um desempenho altamente impressionante, acelerando dos 0 aos 100 km/h em apenas 5,8 segundos e atingindo uma velocidade máxima (limitada) de 200 km/h. Em condições ideais, o seu consumo de combustível é de 1,4 l/100 km e o de energia entre os 22,7 e os 23,1 kWh/100 km, para emissões de CO2 contidas entre os 31 e os 33 g/km.
A alternativa é o motor 3.3 e-Skyactiv D, disponível em Portugal numa única configuração de 147 kW / 200 cv, às 3600/4200 rpm, e um binário máximo de 450 Nm, às 1400/3000 rpm, com tracção a duas rodas. Contando com um sistema M Hybrid Boost, mild-hibrid de 48V, da Mazda, com 153 Nm de binário extra, o CX-60 Diesel acelera dos 0 aos 100 km/h em 8,4 segundos e atinge uma velocidade máxima de 212 km/h. Combina essa elevada potência com uma excelente economia e desempenho ambiental, registando consumos médios de combustível de apenas 5,0 a 5,1 l/100 km e gerando emissões de CO2 entre os 129 e os 133 g/km. Conta, igualmente, com uma transmissão automática de 8 velocidades (8AT).
Acrescente-se que alguns mercados contam com uma variante de 254 cv do motor 3.3 Diesel, com AWD, mecânica que não é comercializada em Portugal. Sublinhe-se o capítulo da segurança, um factor primordial do modelo que integra um conjunto de tecnologias i-Activsense que contribuíram para a sua classificação de 5 estrelas pelo Euro NCAP, bem como a integração de caraterísticas avançadas de apoio à condução.
Gama e Preços do Mazda CX-60 2025
A renovada gama do SUV Mazda CX-60 para 2025 está já disponível para encomenda em toda a Rede de Concessionários Mazda, dividindo-se por duas mecânicas (PHEV e Diesel) e por seis níveis de equipamento, do nível de entrada Prime-line, aos luxosos Takumi / Takumi Plus, intercalados pelas dotações Homura Plus / Homura e Exclusive-line.
No capítulo dos PVP, dependendo do equipamento, os novos Mazda CX-60 2.5 e-Skyactiv PHEV têm, em Portugal, os seguintes valores: 58.986 € para a única variante do patamar Prime-line, seguindo-se os intervalos de 63.386€ a 66.286 € entre as variantes Exclusive-line, de 66.586 € a 70.421 € das versões Homura / Homura Plus, e de 70.586 € a 71.521 € dos topo de gama Takumi / Takumi Plus.
Seguindo a mesma lógica, os novos Mazda CX-60 3.3 e-Skyactiv Diesel estão à venda por 70.032 € na única variante Prime-line da gama e depois dos 76.432 € a 79.082 para o nível Exclusive-line, de 79.632 € a 83.232 € das composições Homura / Homura Plus e de 83.382 € a 84.332 € referentes aos patamares Takumi / Takumi Plus. Note-se que os PVP acima variam de acordo com os diferentes packs que estão, ou não, associados a cada nível de equipamento, isoladamente ou em conjunto.
A Sociedade Comercial C. Santos realiza, de 21 a 24 de fevereiro, o evento de vendas 4 Dias Mercedes-Benz Certified, que tem como grande novidade o local onde decorre: o novo showroom da empresa. Estarão disponíveis mais de 500 viaturas a preços únicos, mas agora num ambiente ainda mais premium e confortável. Os interessados devem inscrever-se.
Os eventos VIP de venda de automóveis, iniciativas que juntam centenas de carros com preços especiais durante um curto período (por norma um fim de semana ou pouco mais), são uma tradição iniciada em 2013 pela Sociedade Comercial C. Santos, o que torna a empresa num pioneiro em Portugal em ações deste tipo. As instalações da Sociedade Comercial C. Santos na Maia, junto Aeroporto do Porto, receberam já mais de três dezenas de eventos VIP.
O próximo evento de vendas 4 Dias Mercedes-Benz Certified, a realizar pela Sociedade Comercial C. Santos na próxima semana, de quinta-feira (dia 20) a domingo (dia 23), traz uma grande novidade: será o primeiro a acontecer no novo showroom da empresa (inaugurado no fim de 2023). A grande vantagem para os clientes desta nova localização é o ambiente premium e o conforto, não só das instalações, mas também do facto da quase totalidade das centenas de viaturas disponíveis estarem expostas em perto de 2000 m2 de área coberta.
Este novo evento exclusivo de vendas da Sociedade Comercial C. Santos reúne acima de 500 veículos de passageiros e comerciais ligeiros Mercedes-Benz e smart seminovos e usados com condições únicas. Entre os automóveis disponíveis estão modelos a combustão (gasolina e diesel), mas também híbridos plug-in e 100% elétricos.
Todas as viaturas têm preço de oportunidade, condições especiais de acesso e garantia Mercedes-Benz Certified. Além disso, a avaliação da viatura de retoma (caso exista) é feita no momento.
O evento Dias Mercedes-Benz Certified decorre nas instalações da Sociedade Comercial C. Santos, junto ao Aeroporto do Porto, de 20 a 23 de fevereiro, entre as 10h00 e as 20h00, e é exclusivo para convidados com marcação. Esta marcação pode ser feita online (em diascertified.soccsantos.pt), por e-mail (diascertified@soccsantos.pt) ou por telefone (918 079 851).
“Mais conforto e preços de exceção”
“A Sociedade Comercial C. Santos tem grande tradição na realização de eventos exclusivos de vendas de Mercedes-Benz e smart novos e seminovos. Este próximo 4 Dias Mercedes-Benz Certified traz um fator adicional de interesse, pois o ambiente único do novo showroom da empresa oferecer um ambiente único, com o adicional da maioria das viaturas estar em zona coberta, para maior conforto dos visitantes. Quanto ao resto, a disponibilidade das equipas e, sobretudo, a quantidade, qualidade e preço da oferta mantêm-se num patamar de excelência”, salienta o responsável pelo departamento de usados da Sociedade Comercial C. Santos, Jorge Fernando.
A Mercedes-Benz Certified é a marca dos usados de qualidade da marca. Esta tem características e vantagens especiais, com base em restritos critérios de aprovação, inspeção rigorosa e certificação das condições de cada automóvel: são mais de 100 os pontos de verificação às viaturas. Os automóveis Mercedes-Benz Certified têm até 24 meses de garantia e quilometragem garantida, com manutenções realizadas em oficinas autorizadas e com peças originais da marca. Encontram-se, além disso, com a manutenção efetuada, para que o cliente não tenha qualquer manutenção programada nos primeiros 7500 km ou seis meses.
A Bridgestone, líder global em pneus premium e soluções de mobilidade sustentável, foi escolhida pela Porsche para desenvolver pneus personalizados para os novos modelos Macan Electric e Panamera.
Ambos os veículos estão agora disponíveis com os pneus Bridgestone Potenza Sport, de ultra-alto desempenho, especialmente concebidos para estes modelos. Além disso, a terceira geração do desportivo sedan de luxo Panamera pode ser equipada com os pneus Bridgestone Blizzak LM005 – o primeiro pneu de inverno original da Bridgestone para a Porsche.
“Após a nossa colaboração no Porsche Cayenne, estamos a abrir novos caminhos na nossa parceria, oferecendo pneus premium que elevam a experiência de condução dos novos modelos da Porsche,” afirmou Steven De Bock, Vice President Original Equipment (OE) na Bridgestone EMEA. “É com orgulho que apresentamos dois marcos – o primeiro equipamento original Bridgestone para o Panamera e o nosso primeiro pneu personalizado para um Porsche elétrico, o Macan Electric. É entusiasmante mostrar a nossa capacidade de fornecer uma gama de pneus premium que permitem aos condutores da Porsche aproveitar ao máximo estes dois veículos incríveis e muito diferentes.“
Desempenho otimizado para o primeiro SUV 100% elétrico da Porsche
O pneu Potenza Sport personalizado para o Porsche Macan Electric foi concebido com um design de piso e composto que potenciam o desempenho desportivo dinâmico do veículo, enquanto gerem o elevado peso e torque do SUV elétrico. Este pneu de ultra-alto desempenho maximiza a manobrabilidade em piso seco e molhado e a alta velocidade, enquanto proporciona excelente desempenho de travagem, conforto e resistência ao rolamento otimizada para suportar a autonomia aproximada de 600 km do veículo.
Estas vantagens de desempenho são possíveis graças à ENLITEN Technology, a plataforma de próxima geração da Bridgestone, concebida para oferecer desempenho sem compromissos e com foco na sustentabilidade. Desenvolvidos e fabricados na Europa, os pneus personalizados do Macan Electric estão disponíveis globalmente em seis dimensões, nas versões de 20″, 21″ e 22″.
Desempenho ao longo do ano para o Porsche Panamera
A Bridgestone disponibilizou aos condutores do Porsche Panamera duas opções de pneus exclusivos para maximizar o desempenho do veículo em todas as estações. Os pneus Bridgestone Potenza Sport de 21” para o Panamera, equipados com a ENLITEN Technology, foram concebidos para melhorar o comportamento desportivo e o conforto de condução, oferecendo ainda baixa resistência ao rolamento para maior eficiência energética. Estes pneus de ultra-alto desempenho apresentam um design de piso e uma composição de materiais que maximizam o desempenho em condução em piso seco, molhado e a alta velocidade.
Os pneus de inverno Bridgestone Blizzak LM005 de 20” do Panamera apresentam um design de piso que maximiza o comportamento em piso seco, molhado e na neve para melhorar o desempenho do automóvel em condições de inverno. Todos estes pneus personalizados são concebidos e produzidos na Europa.
Desenvolvimento virtual com impacto real
Ambos os projetos utilizaram a inovadora tecnologia de Desenvolvimento Virtual de Pneus da Bridgestone, que melhora a eficiência e a sustentabilidade no processo de criação de pneus – permitindo uma redução de até 60% no consumo de matérias-primas e nas emissões de CO2 durante a fase de desenvolvimento de equipamentos originais. Esta tecnologia foi essencial para atender aos requisitos da Porsche no desenvolvimento dos pneus para o Macan Electric e para o Panamera.
Em particular, foi utilizada para otimizar as capacidades de travagem em piso seco e assegurar o alinhamento com os sistemas de travagem dos veículos. No caso do Macan Electric, a tecnologia foi fundamental para combinar o comportamento dinâmico desportivo com o elevado peso e binário do SUV elétrico, garantindo uma estabilidade excecional a alta velocidade.
A Sociedade Comercial C. Santos promoveu, dia 17 de janeiro, uma conversa digital de balanço do ano passado e previsão de 2025 para o setor automóvel em Portugal. A mais recente edição das SocTalks reuniu vários especialistas e o balanço é que há sinais positivos, apesar do momento de disrupção por que o setor passa, com alterações tecnológicas e configuração económica.
Dedicada ao tema “Setor automóvel: O que esperar de 2025?”, a conversa, transmitida em direto nos canais da empresa, contou com a participação Fernando Gomes, chefe de redação da Razão Automóvel, Nuno Castel-Branco, diretor-geral do Standvirtual, Paulo Rosa, economista sénior do Banco Carregosa, e Roberto Saavedra Gaspar, secretário-geral da Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel (ANECRA).
O mercado português de automóveis ligeiros de passageiros fechou 2024 com um total de 209 715 matrículas, mais 5,1% do que no ano anterior, de acordo com os dados da Associação Automóvel de Portugal. Os veículos movidos a energias alternativas continuam a liderar as matrículas dos automóveis ligeiros de passageiros novos, representando 57% do mercado. Destaque para os modelos 100% elétricos, com 41 757 matrículas, quase 20% do total de ligeiros de passageiros matriculados (a sexta maior quota da União Europeia).
Ano começa com dinâmica positiva
O secretário-geral da ANECRA salienta que, “do ponto de vista das vendas, o ano passado foi de crescimento, embora ainda ligeiramente abaixo do pré-Covid”, e salienta que “dezembro foi importante para o desempenho global do ano”. Roberto Saavedra Gaspar faz, também, um balanço positivo de outras áreas do setor representadas pela ANECRA, como o pós-venda, que cresceu 8%, para volumes do pré-pandemia.
O mercado de usados em Portugal cresceu na mesma ordem de grandeza, com as transferências de propriedade a evoluírem cerca de 6%, de acordo com o diretor-geral do Standvirtual. “Entrámos em 2025 com uma dinâmica positiva. São excelentes notícias para o arranque deste ano”, indica Nuno Castel-Branco.
Desde outubro estão vigor na União Europeia tarifas de até 35% para automóveis elétricos produzidos na China. Por outro lado, admite-se que, nos Estados Unidos, a Administração Trump possa colocar tarifas a automóveis produzidos fora do país.
Paulo Monteiro Rosa, economista sénior do Banco Carregosa, salienta que “o protecionismo nunca é algo de útil para a economia como um todo. Leva sempre a recuos”. O especialista tem, no entanto, alguma prudência na análise de eventuais tarifas nos Estados Unidos. “Relembro que no primeiro mandato de Donald Trump também existiram tarifas, no entanto, o grau de globalização não sofreu nenhum recuo. Pelo contrário, até. Para o bem da economia esperemos que esse discurso seja mais retórico”, afirma Paulo Monteiro Rosa, antes de recordar que o próprio FMI prevê crescimento para a economia mundial em 2025.
Não obstante o otimismo macroeconómico e para a economia portuguesa, que, afirma, tem bons indicadores, o economista sénior do Banco Carregosa alerta para alguns perigos para a indústria automóvel em face do crescimento das marcas oriundas da China. “A Alemanha e o Japão foram dos mais exportadores do pós-guerra. Hoje, a Alemanha perde competitividade a cada dia que passa e tem custos energéticos elevados. A China posicionou-se bem em termos energéticos e, com BYD, XPeng, Nio, etc., ameaça não só as exportações alemã para outras regiões do mundo, como ameaçam entrar no ‘feudo’ alemão, que são a Europa e os Estados Unidos”.
Fusões e aquisições entre marcas são cenário possível
A competitividade de novas marcas pode, de acordo com o chefe de redação da Razão Automóvel, ter impacto no leque da oferta disponível no mercado nacional. “Temos assistido à chegada de muitos construtores chineses, diria mais de 20 marcas nos últimos dois a três anos. Só a Portugal chegou meia dúzia de marcas chinesas no ano passado. Claro que isto poderá ter um efeito disruptor no mercado e nas marcas ocidentais. Isto porque há a chegada de mais marcas, mas o mercado total não cresce, Portugal teve uma boa performance, mas a Europa estagnou. Por isso, a única forma dos novos construtores vingarem é tirarem quota aos existentes”, afirmaFernando Gomes.
O jornalista acredita que, até ao fim da década, assistiremos a um período de consolidação de grupos. “Algumas marcas europeias, sobretudo as que já estão integradas em grandes grupos, poderão desaparecer. No entanto, isso também poderá acontecer com marcas chinesas. Também há marcas a mais na China, só no ano passado foram registadas mais 300 marcas de automóveis só naquele país. Por isso é que acredito que o mote para os próximos cinco anos serão as fusões e aquisições, como já aconteceu no fim de 2024, com o anúncio dos planos de fusão entre a Honda e Nissan”.
Reintrodução de medida de abate pedida
Para 2025 têm sido defendidas pelas associações do setor a reintrodução do incentivo ao abate de viaturas em fim de vida (vigorou entre 2008 e 2010, com breve regresso em 2017). “Trata-se de uma medida que, a determinada altura, foi utilizada em Portugal, com bastante sucesso. A ANECRA, e outras associações nossas congéneres, tem-se batido pela reintrodução dessa medida, que, no fim de contas, ajudaria à renovação de um parque automóvel muito envelhecido, são mais 13 anos de idade média do parque, com coincidências a vários níveis, a começar pelas emissões de CO2”, indica Roberto Saavedra Gaspar.
No Orçamento do Estado para 2024 estava prevista a introdução da ferramenta, “com quase 120 milhões de euros provenientes do fundo ambiental”, mas o que acabou por suceder foi o lançamento de apoio à mobilidade elétrica, com um valor mais reduzido, que faz um misto entre as duas medidas. No entanto, tem, de acordo com o secretário-geral da ANECRA, “valores muito baixos” e que “não são suficientes para dinamizar as vendas de viaturas novas e, consequentemente, reduzir a idade média do parque”.
Mercado tem de adaptar-se
A Comissão Europeia impõe metas ambientais rigorosas para os automóveis novos. O objetivo é de zero emissões em 2035 (eletrificação total), mas as metas intermédias também são de “travagem”. Já em 2025, as emissões médias de CO2 dos veículos novos têm de ser reduzidas em 15% relativamente ao limite de 2021, o que se traduz numa média de 93,6 g/km (ciclo WLTP). O secretário-geral da ANECRA considera que “o caminho é ambicioso” em demasia. “Aquilo que podem parecer metas exequíveis para o setor, parecem-me um pouco perigosas para aquela que é ainda a maior indústria europeia”, afirma Roberto Saavedra Gaspar, sem colocar em causa a importância das metas ambientais e do parque automóvel ter de ser menos poluente do que é atualmente.
Já Nuno Castel-Branco não antevê grandes alterações às datas previstas pela Comissão Europeia em matéria de redução das emissões de automóveis novos. Avisa, aliás, que “2025 é um ano crucial”, porque o incumprimento das metas de CO2 levará a penalizações sérias aos construtores. “Tem de haver a expectativa de que os elétricos terão de vender mais este ano, mesmo a consumidor final”, afirma o diretor-geral do Standvirtual, antes de deixar o aviso aos operadores de que também “o mercado dos elétricos usados terá de adaptar-se”.
No entretanto, o desafio é que mais consumidores possam ver nesta tecnologia uma opção. “Aqui [na Razão Automóvel] falamos em ‘electrocompatibilidade’. Se a pessoa não puder carregar o carro em casa ou no trabalho, o veículo elétrico pode não ser ainda compensador. O automóvel elétrico já é uma opção, mas não ainda para todos os consumidores. Ainda não permite sempre substituir o único carro da família a combustão”, avisa Fernando Gomes.
Economia é dinâmica
O momento é, portanto, de disrupção, mas também de adaptação, de acordo com o chefe de redação da Razão Automóvel. Porque a economia é dinâmica, os próprios construtores automóveis chineses apostam na produção na Europa, não só com a criação de novas fábricas, como pela possível aquisição de unidades fabris a construtores locais. “Isso até já aconteceu em Espanha, onde a Nissan vendeu uma fábrica, que atualmente está a produzir para o grupo chinês Chery. É provável que possa haver interesse em adquirir fábricas prontas a laborar em vez de ter projetos de raiz, como a BYD está a fazer na Hungria”, refere Fernando Gomes.
Adaptação é a tónica para o setor, como sublinha Nuno Castel-Branco. “Era muito pior iniciarmos 2025 a dizer que o mercado está em queda, que há excesso de oferta e que não há procura. Ou seja, estamos num bom momento. O incentivo ao abate só viria ajudar o mercado. Mas a questão deixo é que termos de pensar de que forma é que os operadores podem influenciar o mercado. Em Portugal, podemos ter opiniões, mas isso vale o que vale, o que temos de fazer é perceber como é que se pode adaptar à nova realidade”, remata. Veja ou reveja a edição das SocTalks “Setor automóvel: O que esperar de 2025?” na seguinte ligação: http://bit.ly/40CzoJS
A Isuzu D-MAX concluiu 2024 na liderança do segmento pick-up em Portugal, com um total de 972 unidades vendidas, o que representa uma quota de mercado de 31,8%.
Com um crescimento de 52,8% face ao ano anterior, a emblemática pick-up da marca japonesa, que tem mais de duas décadas de presença em Portugal, acaba assim de registar o seu melhor ano de sempre, fazendo valer o amplo conjunto de atributos que a tornam apta para as mais diversas e exigentes atividades profissionais e de lazer.
A forte preferência pelo modelo no segmento das pick-up deve-se em grande medida às comprovadas robustez e fiabilidade, associadas a linhas modernas e apelativas e elevados níveis de conforto e de segurança, bem como um alargado leque de opções de configuração, incluindo versões de cabina simples, longa e dupla, com tração traseira ou integral.
De acordo com o diretor da Isuzu Portugal, Luís Esteves, “trata-se de um resultado histórico que sublinha o notável capital de confiança que o mercado tem depositado ao longo dos anos na marca e nos seus produtos. Para este caminho bem-sucedido têm contribuído decisivamente os níveis de excelência no serviço ao cliente e de após-venda assegurados pela nossa extensa rede de concessionários, um fator de grande relevância e muito valorizado no segmento profissional”.
Ainda este ano, a gama Isuzu D-MAX será reforçada com uma versão 100% elétrica, que representa uma resposta da Isuzu às diferentes necessidades e aplicações exigidas pelos clientes deste segmento de veículos e um passo muito relevante da marca rumo à mobilidade sustentável. Com um sistema de tração integral permanente, a D-MAX BEV contará com motores elétricos de elevada potência, a par com o design robusto da estrutura e da carroçaria, o que permite assegurar um desempenho tão elevado quanto os modelos Diesel existentes.
A gama Isuzu D-MAX está disponível em Portugal a partir de €30 964 + IVA. A garantia é de 5 anos ou 100.000 km.
O novo Toyota Urban Cruiser acaba de fazer a sua primeira aparição pública no Salão Automóvel de Bruxelas, AutoSalon/Salon de l’Auto 2025, que abre ao público de 10 a 19 de janeiro na Brussels Expo.
A mais recente adição à crescente gama de modelos elétricos a bateria da Toyota é um SUV compacto que dará à marca uma forte presença, num dos segmentos mais competitivos e de rápido crescimento do mercado europeu de Battery Eletric Vehicles (BEV). O novo modelo 100% elétrico, foi disponibilizado para pré-encomenda em alguns mercados (não é o caso do mercado Português), com as primeiras entregas nesses países prevista para o final do verão.
O Urban Cruiser destaca-se pelo seu poderoso design de influência “Urban Tech”, que exprime a sua qualidade de autêntico SUV. O estilo frontal apresenta a nova linguagem “tubarão cabeça de martelo”. Os para-choques dianteiro e traseiro são poderosos e a impressionante assinatura luminosa estende-se à largura da bagageira, destacando o porte atlético dos guarda-lamas. No interior, graças a uma longa distância entre eixos de 2.700 mm e a uma disposição flexível e deslizante dos bancos traseiros, o espaço interior é extraordinariamente generoso: o espaço para as pernas do banco traseiro pode ser aumentado para rivalizar com o de um modelo do segmento D.
O design do habitáculo é caraterístico dos SUV, com um painel de instrumentos horizontal e baixo e uma posição de condução elevada que proporciona uma visão panorâmica. O ambiente do habitáculo pode ser personalizado com um sistema de iluminação que oferece 12 configurações de cores diferentes.
O Urban Cruiser será oferecido com duas opções de capacidade de bateria e a opção de tração dianteira ou integral.* Ambos utilizam a tecnologia de fosfato de ferro-lítio, com a vantagem da durabilidade, segurança e custo reduzido. A aceleração é rápida e linear, tanto no arranque como em velocidades de ultrapassagem.
Uma bateria de 49 kWh de capacidade estará disponível exclusivamente na versão com tração dianteira (FWD), proporcionando uma potência de 106 kW / 144 cv. Adicionalmente, para o modelo FWD, haverá uma bateria de 61 kWh de capacidade que produz 128 kW / 174 cv. Em determinados mercados Europeus, o Urban Cruiser será também proposto com tração integral. Nesta versão, a bateria de 61 kWh de capacidade debita 135 kW / 184 cv*.
O Urban Cruiser será equipado de série com um vasto conjunto de funcionalidades avançadas de segurança ativa e de assistência ao condutor, incluindo sistemas de pré-colisão, Cruise Control adaptativo e de alerta de saída da faixa de rodagem/assistência à manutenção.
Uma experiência de utilização totalmente digital inclui um ecrã de 10,25 polegadas para o condutor e um ecrã multimédia de 10,1 polegadas, perfeitamente integrados numa unidade única e elegante. Os sistemas Apple CarPlay e Android Auto permitirão uma fácil integração do smartphone. Estarão disponíveis caraterísticas de equipamento de qualidade superior, incluindo uma câmara de 360 graus, sistema de som JBL e ajuste elétrico do banco do condutor. Será também disponibilizado um teto de abrir fixo.*
O Bigster está disponível, em Portugal, a partir dos 24.250 euros, refletindo o posicionamento da Dacia como a marca que oferece a melhor relação qualidade/preço do mercado.
O Novo Bigster pode ser encomendado a partir de hoje, 9 de janeiro de 2025, na Rede de Concessionários Dacia, com as primeiras entregas previstas para maio. Exceção feita para a motorização ECO-G 140, com abertura de encomendas prevista para abril.
O Bigster reflete a ambição da Dacia de implementar gamas simples e facilmente percetíveis, que satisfaçam as necessidades de todos os clientes e está disponível em quatro níveis de equipamento: Essential, Expression e dois níveis topo de gama com conteúdos diferentes, mas complementares, pelo mesmo preço. O Extreme foi concebido para os entusiastas das atividades ao ar livre, com um teto de abrir panorâmico, barras de tejadilho modulares, estofos em TEP sintético microcloud laváveis, tapetes de borracha e o sistema YouClip 3 em 1 de série; enquanto o Journey para os clientes que preferem viajar com estilo, incluindo revestimentos dos bancos com um conforto aprimorado, banco do condutor com ajuste elétrico e porta traseira elétrica de série. A nova cor de carroçaria Azul Índigo e a cor de carroçaria bi-tom opcional (disponível nas versões Extreme e no Journey) são exclusivas do Bigster.
O Bigster vem equipado com uma gama alargada de grupos propulsores, todos eletrificados e alguns novos. Disponível pela primeira vez na gama Dacia, com este nível de potência, o TCe 140 combina um motor a gasolina de 1.2 litros e 3 cilindros, turbo, de nova geração, com um sistema mild-hybrid de 48V, otimizando o prazer de condução e reduzindo os consumos médios de combustível e as emissões de CO2. Com o Bigster Eco-G 140, a Dacia volta a inovar, com um grupo propulsor que combina uma configuração biocombustível gasolina/GPL, com um sistema mild-hybrid de 48V. O Dacia Bigster é o primeiro automóvel do Grupo Renault a ser comercializado com o novo grupo propulsor Hybrid 155, associado a uma caixa de velocidades automática, disponível a partir do nível de equipamento Expression.
O Bigster TCe 130 4×4 foi concebido para se aventurar fora dos circuitos habituais, com um sistema de tração integral, associado a uma caixa manual de 6 velocidades e a um sistema mild-hybrid de 48V, para maximizar a eficiência. Introduzido com o Novo Duster, este grupo motopropulsor está disponível a partir do nível de equipamento Expression.
A Lexus em 2024 cresceu mais 47,3%, com 679 unidades matriculadas de janeiro a dezembro de 2024. O melhor ano de sempre da marca em Portugal. Todos os modelos da gama Lexus vendidos em Portugal são eletrificados. Com uma oferta de híbridos, híbridos plug-in e 100% elétricos.
O SUV médio, Lexus NX 450h+, continua a ser dos modelos mais vendidos da Lexus graças à motorização Híbrida plug-in, e o ano de 2024 fica também marcado pelo ano completo de vendas do elétrico a bateria – o Lexus RZ. Fruto do sucesso da introdução, em 2024, do muito aguardado B-SUV eletrificado, – o Lexus LBX – a marca regista o melhor ano de sempre de matrículas em Portugal.
Apesar do novo LBX ser o Lexus mais compacto até à data, eletrificado com a tecnologia híbrida da Lexus, merece o estatuto de modelo de referência que quebra com a hierarquia tradicional do luxo. Sendo o LBX um SUV compacto, é dos modelos Lexus mais procurados pelos portugueses, apelando não só a um público mais jovem como àqueles que anteriormente não consideravam ter um Lexus. Foi concebido e desenvolvido sem compromisso, oferecendo a qualidade artesanal “Takumi” e as características de equipamento mais típicas de um modelo maior, bem como o tipo de experiência de condução gratificante, proporcionado por todos os novos modelos da marca.
O Lexus NX é também um dos modelos mais apetecidos, sobretudo na versão híbrida plug-in de carregamento externo. Com a possibilidade de realizar cerca de 70 km com uma só carga, o suficiente para a grande maioria dos clientes realizar os seus trajetos diários, após esgotar a bateria de carregamento externo, passa a ser um híbrido de elevada eficiência, capaz de circular numa grande percentagem do tempo em modo 100% elétrico – zero emissões. O sucesso da versão Executive do Lexus NX, é em boa parte devido ao sucesso de vendas a empresas uma vez que se insere no patamar fiscal dos 50 mil euros + IVA, em sede de tributação autónoma.
O prazer de condução e o conforto dos passageiros foram aperfeiçoados no Lexus RZ, graças ao sistema inteligente de controlo de tração às quatro rodas, DIRECT4. Introduzida no RZ, esta tecnologia, exclusiva da Lexus, ajusta automaticamente a distribuição da força motriz entre os eixos dianteiro e traseiro (e-Axles) em milissegundos, em resposta às condições de condução. Para além disso, ajusta automaticamente a força de travagem nas quatro rodas de acordo com a distribuição do peso e reforça a eficiência energética do SUV elétrico a bateria.
Graças à experiência da Lexus em veículos eletrificados premium, uma experiência construída ao longo de mais de 15 anos, a gama de SUV de luxo estabeleceu-se imediatamente como ponto de referência nos seus segmentos pela conjugação de desempenho e eficiência.
A Sociedade Comercial C. Santos promove, no dia 17 de janeiro (sexta-feira da próxima semana), uma conversa digital de balanço de 2024 e previsão de 2025 para o setor automóvel em Portugal no mundo. Com transmissão em direto nas redes sociais do representante Mercedes-Benz e smart, esta nova SocTalks irá contar com especialistas no setor automóvel e em macroeconomia.
A próxima SocTalks está marcada para 17 de janeiro de 2025, às 15h30 (com duração aproximada de uma hora). Terá como tema “Setor automóvel: O que esperar de 2025?”.
Os participantes são Fernando Gomes, chefe de redação da Razão Automóvel, Nuno Castel-Branco, diretor-geral do Standvirtual, Paulo Rosa, economista sénior do Banco Carregosa, e Roberto Gaspar, secretário-geral da ANECRA – Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel. A conversa será moderada por Aquiles Pinto, relações públicas da Sociedade Comercial C. Santos.
A ação será transmitida em direto nas redes sociais do representante Mercedes-Benz, em concreto na nova página de Facebook, no LinkedIn e no YouTube da Sociedade Comercial C. Santos. O público poderá, através daqueles canais, colocar questões aos participantes.
“O início dos anos é sempre de balanço e perspetiva. Neste arranque de 2025 isso faz ainda mais sentido, com uma nova redução obrigatória das emissões médias de CO2 dos construtores em relação a 2021, para 93,6 g/km (ciclo WLTP), e a eletrificação em curso (mais de metade das vendas em Portugal no ano passado foram de elétricos, híbridos e híbridos plug-in). Para ajudar a esclarecer o público, contaremos com especialistas automóvel e em macroeconomia”, refere o relações públicas da Sociedade Comercial C. Santos, Aquiles Pinto.
As SocTalks são um formato criado pela Sociedade Comercial C. Santos no final de 2020. A empresa valoriza a discussão isenta e genérica de temas importantes para a economia e para a mobilidade. Mais, considera que as empresas têm um papel fundamental na discussão do presente e futuro de áreas-chave para economia e sociedade.
Foi com base nesta premissa que o representante Mercedes-Benz e smart implementou estas conversas digitais e presenciais. Trata-se de conversas informais que têm como objetivo esclarecer, de forma simples, o público. As SocTalks estão, também, disponíveis em formato podcast. Trata-se de uma mais plataforma onde podem ser encontradas pelo público, juntando-se ao Facebook, YouTube e LinkedIn da empresa (onde são transmitidas em direto).