Categoria: + Motores

  • MotoGP: moto e capacetes em sorteio no GP de Portugal

    MotoGP: moto e capacetes em sorteio no GP de Portugal

    Todos aqueles que adquirirem bilhete para o GP de Portugal 2024, a realizar entre os dias 22 e 24 de Março, vão estar automaticamente habilitados a 11 prémios bem especiais, entre eles uma fantástica Yamaha R7.

    A desportiva da marca japonesa será o prémio maior desta iniciativa levada a cabo pelo Autódromo Internacional do Algarve que irá juntar a este fantástico prémio dez (10) capacetes réplica Miguel Oliveira que terão mesmo as respectivas viseiras assinadas pelo piloto da Aprilia.

    ‘Em ano de 15º aniversário do Autódromo Internacional do Algarve, queremos igualmente premiar aqueles que ano após ano nos visitam e que compram bilhete para estar na bancada a acompanhar as nossas provas. Dessa forma no final do GP de Portugal, o nosso maior evento do ano, vamos proceder ao sorteio e entrega destes 11 fantásticos prémios. Penso que será mais um aliciante para todos aqueles que estejam no circuito no final do evento no dia 24 de Março, poder regressar a casa como vencedores de um destes fantásticos prémios.’ comenta Paulo Pinheiro, o CEO da Parkalgar.

    Os 11 prémios serão sorteados no final do GP de Portugal – logo após a derradeira corrida e os portadores dos bilhetes anunciados irão receber em pleno pódio do GP de Portugal os seus respectivos prémios, sendo a Yamaha R7 sorteada entre todos os possuidores de bilhete para o evento e os capacetes à razão de um por bancada e Torre VIP num total de 10 capacetes Shark Race R Pro GP Oliveira Signature.

    Segunda prova do campeonato do mundo MotoGP 2024 a prova terá assim mais um aliciante motivo para ser acompanhada ao vivo, ou melhor…mais 11 motivos.

  • Mário Patrão e Crédito Agrícola juntos em mais um grande sucesso

    Mário Patrão e Crédito Agrícola juntos em mais um grande sucesso

    Vencedor na edição de 2024 do Rally Dakar ao triunfar pelo terceiro ano consecutivo no Veteran Trophy, Mário Patrão regressou a Portugal e fez ontem um balanço da sua participação na mais importante competição mundial de todo-o-terreno numa conferência de imprensa que teve lugar no edifício do Crédito Agrícola, em Lisboa.

    Nesta que foi a sua 11ª participação na grande maratona disputada na Arábia Saudita o piloto luso, que competiu aos comandos de uma Honda CRF 450 RS2 Rally, venceu 11 das 12 etapas disputadas, numa competição que percorreu um total de 7.881 quilómetros, dos quais 4.727 cronometrados.

    ““Fizemos um bom Dakar onde quase tudo correu muito bem. Foi um Dakar duro, com muitos quilómetros, muito cansativo, com muitos perigos, muita areia, muita pedra, mas a mota portou-se à altura, não tivemos registos de problemas de maior. Houve algumas quedas, mas das quais recuperei bem. Foi bom para mim e importante para os patrocinadores. Estivemos muito seguros, não arriscámos demasiado. Arriscámos quando foi necessário, mas sempre com alguma cautela, porque a qualquer momento a corrida pode acabar se algo correr mal e podemos vir para casa mais cedo. É preciso ter algum cuidado. Tivemos esse cuidado e as coisas acabaram por correr bem. Ganhámos alguma vantagem, algum conforto desde os primeiros dias e a dada altura a preocupação já não era com os adversários, mas comigo e com a máquina””, explica Mário Patrão.

    Sobre a sua primeira experiência desportiva aos comandos da experimental Honda CRF 450 RS2 Rally salienta: “fomos contactados pela Honda no final de novembro no sentido de saber se queríamos fazer parte do projeto. Tentámos perceber que mota seria e qual o objetivo. Fomos convidados a ir testar a mota em Itália em meados de dezembro, mas tal acabou por não ser possível. O que custou mais foi ir para o Dakar sem conhecer a mota. Quando chegámos fizemos um shakedown de 60 km.  No prólogo senti muita dificuldade com a mota, na primeira etapa também, mas depois tudo foi acontecendo naturalmente, fui-me habituando. A mota é boa, tem condições, este projeto da Honda dava garantias de qualidade e sabia que estaria bem com a mota que me iam entregar. Daí termos arriscado fazer um Dakar sem testar a mota. Estive confiante, e tudo correu bem”, salientou o piloto que conta com mais de duas dezenas de títulos nacionais, repartidos entre  todo-o-terreno e enduro”.

    Com uma carreira desportiva desde 2006 ligada ao Crédito Agrícola onde se destacam muitos títulos e sucessos conquistados Mário Patrão agradece todo o apoio que tem recebido e assume que tem dificuldade em imaginar como teria sido o seu percurso sem este importantíssimo contributo. Uma parceria que, para o Crédito Agrícola, tem sido também muito positiva:

    “Esta experiência tem sido muito positiva para o Crédito Agrícola que tem elevado a nossa marca. O nome do Crédito Agrícola tem sido levado aos quatro cantos do mundo através da prestação do Mário Patrão. Este igualmente divulga a nossa marca por todo o país, que está em linha com a aposta na valorização e desenvolvimento regional, uma vez que o Crédito Agrícola é o banco português com a maior rede bancária”, referiu Licínio Pina, Presidente do Grupo Agrícola que, sobre a performance do piloto acrescentou que “Acompanhámos o percurso do Mário com muito entusiasmo e o piloto demonstrou ser resiliente e cons

  • Maria Luís Gameiro distinguida pela FPAK

    Maria Luís Gameiro distinguida pela FPAK

    Teve lugar na noite do último Sábado mais uma Gala do Campeões FPAK, cerimónia que anualmente reúne os licenciados do Desporto Automóvel português e onde são distinguidos todos os campeões, bem como aqueles que mais distinguiram ao longo da última temporada em outras áreas de ação da Federação Portuguesa da modalidade.

    Maria Luís Gameiro subiu ao palco para receber das mãos do Dr. António Cabeço – Membro da Comissão Médica da FPAK – o prémio referente ao primeiro lugar entre as senhoras no Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno 2023.

    A piloto do Team Motivo/JCB, que em 2023 se destacou também pelo facto de ter conseguido assegurar diversos resultados em Portugal e fora de portas, revelava no final da cerimónia do passado Sábado, que “este é um prémio de que me orgulho muito. Esta taça, materializa o árduo trabalho de uma equipa altamente motivada, que me acompanhou sem reservas e me apoiou do primeiro ao último quilómetro. Este prémio é deles também.”

    Em jeito de balanço da temporada de 2023, mas também levantando o véu sobre o futuro, Maria Luís Gameiro acrescentou que “foi um ano exigente, mas no qual conseguimos subir um degrau. Sinto-me cada vez mais capaz e é nisso que eu e a minha equipa vamos apostar este ano. Dentro em breve teremos novidades importantes, e que refletem bem este nosso propósito!”

    Neste momento, Maria Luís Gameiro encontra-se em fase de recuperação de uma lesão sofrida já a preparar a nova temporada. Apesar deste revés, a sua vontade e determinação não foram abaladas e a piloto conta estar de novo no pico das suas capacidades, num espaço de tempo que não deverá exceder as quatro semanas.

    O Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno de 2024 arranca dentro de sensivelmente um mês e meio com a ESC Online Baja TT Montes Alentejanos (29 de Fevereiro a 2 de Março)

  • Época de estreia para Campeonato Nacional de Motocross Feminino

    Época de estreia para Campeonato Nacional de Motocross Feminino

    Numa estreia absoluta a nível nacional, a Federação de Motociclismo de Portugal vai organizar, em parceria com os promotores regionais e com o patrocínio da Liqui Moly, o 1º Campeonato Nacional de Motocross Feminino – Liqui Moly.

    A competição contará com um total de seis jornadas, distribuídas de abril a outubro e integrando o programa de rondas do Campeonato Regional Centro-Sul MX Ribatejo em quatro ocasiões, bem como uma ronda do Campeonato Nacional de Motocross – Jogos Santa Casa em Tarouca e outra na Final do Motocross das Regiões em outubro, segundo o calendário publicado abaixo.

    Cada corrida é exclusiva para as Senhoras, funcionando em regime Open para praticantes dos 11 aos 60 anos de idade. As cilindradas admitidas são de 85 cc a 500 cc para as motos a dois tempos e de 150 cc a 650 cc para as motos a quatro tempos.

    Tudo a postos para o arranque desta nova competição que esperamos venha a ser um sucesso e a atrair mais praticantes femininas para a modalidade!

    Calendário

    Campeonato Nacional Motocross Feminino – Liqui Moly
    7 de abril – Aveiras de Baixo

    28 de abril – Cortelha

    19 de maio – Póvoa de São Miguel

    22/23 de junho – Tarouca

    15 de setembro – Alqueidão

    12/13 de outubro – Carvoeira 

  • Marco Martins apresentou o seu novo Mini Pick-up Proto

    Marco Martins apresentou o seu novo Mini Pick-up Proto

    O “Mágico de Porto de Mós” tem-se assumido nestes últimos anos como o verdadeiro “piloto espetáculo” dos eventos onde leva toda a sua arte de pilotagem. Em 2024, vai estrear uma original Mini Pick-up Proto que promete fazer as delícias dos aficionados.

    A nova máquina é um Mini Pickup Autograss Class7. Construído no passado mês de dezembro de 2023, está equipado com bimotor Honda 1000 com 220cv cada, diferencial John Gay , transmissões Bennett built, suspensão frente Xtrac , suspensão traseira Evans Motorsport USA , jantes compomotive AUTOGRASS e pesa apenas 600 kg.

    A designação Autograss Class 7 deriva da origem destes verdadeiros “monstros” britânicos que competiam numa modalidade chamada Autograss, que começou na Inglaterra em 1960 e que era protagonizada por pilotos que fabricavam os seus próprios carros e que competiam em pistas ovais em terrenos agrícolas. Esta modalidade ganhou tantos fãs que 1970 tinha 3 mil licenças e 600 carros a competir, separados por 10 classes, sendo a Class 7 reservada aos carros com mais potência.

    A edição 2024 da Rampa da Arrábida, prova inaugural do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, que decorrerá nos dias 16 e 17 de Março, será a primeira ocasião para vermos o binómio em atuação. No programa de Marco Martins para 2024 estão já confirmadas as presenças no Guarda Racing Days e na passagem do Campeonato de Portugal de Perícias por Figueira de Castelo Rodrigo.

  • Sérgio Dias: “ainda não sabemos se vamos estar no campeonato”

    Sérgio Dias: “ainda não sabemos se vamos estar no campeonato”

    Depois de uma época de 2023 frustrante, o lousadense Sérgio Dias repensa a sua participação na edição 2024 do Campeonato de Portugal de Ralicross. O piloto do belo e competitivo Renault Twingo S1600 não esconde a amargura nascida dos muitos problemas e incidentes que condicionaram os seus resultados na passada temporada, onde foi 6º no campeonato. O pódio obtido com o 3º lugar na Taça de Portugal assume-se como o melhor momento de 2023.

    No início da temporada, o que esperava de 2023?

    “No início da temporada estávamos muito motivados e, depois do triunfo na Taça de Portugal de 2022, queríamos fazer um campeonato ao mais alto nível e defender esse título. Logo na primeira corrida, em Montalegre, chegamos à final com a pole-position e saímos de lá no top 3 do campeonato. As duas corridas seguintes foram também muito positivas, mas, depois, a parte final da época foi para esquecer!”.

    Qual foi o maior desafio que enfrentou?

    “O maior desafio da temporada foi gerir a competição e os problemas pessoais ao mesmo tempo, não foi fácil. Também, não posso deixar de referir os problemas que nos afetaram e que condicionaram muito a nossa prestação”.

    Qual foi o melhor momento e o momento mais despontante?

    “Esta época não tive bons momentos e o mau momento foi a final de Sever do Vouga 2. Sou agressivo, como é claro, mas sempre dentro dos limites. Ora, em Sever do Vouga, passei esses limites, de forma completamente inaceitável e, uma vez mais, como fiz prontamente na altura, quero publicamente pedir desculpa aos meus adversários e à organização”.

    Que balanço faz da temporada?

    “Uma época com sabor agridoce. Começamos muito bem, mas os toques cirúrgicos de velhas raposas do Rallycross no início da temporada e alguns problemas de alternador e transmissões transformaram uma época que poderia ser fantástica numa péssima época”.

    Já tem os seus planos definidos para 2024?

    “Na verdade, está tudo em aberto. Ainda não temos certezas quanto a nossa presença no campeonato nacional e, o mais provável, é fazer uma pausa e repensar o futuro”.

  • Temporada do Mundial de Superbike “aquece” em Portimão

    Temporada do Mundial de Superbike “aquece” em Portimão

    Com a primeira prova do ano agendada para o final do mês de Fevereiro as principais equipas do campeonato do mundo Superbike irão mais uma vez cumprir o seu derradeiro programa de testes nos 4.592 metros do Autódromo Internacional do Algarve.

    Agendado para os derradeiros dois dias de Janeiro, 29 e 30, este teste colocará em pista todas as novidades das Superbike – motos e pilotos – e ao mesmo tempo alguns pilotos do pelotão do MotoGP confirmaram já a sua presença para também eles entrarem em pista aos comandos de motos de série como obriga o regulamento do MotoGP no que será um motivo  extra para os seguidores do motociclismo que poderão acompanhar os mesmos, seja na bancada principal como no paddock.

    A bancada principal terá acesso livre e o paddock terá um custo diário de 5 euros e será vendido na loja do Kartódromo Internacional do Algarve durante os dias de realização do teste que será de pista aberta entre as 10 e as 17 horas em ambas as jornadas.

    Nomes como os de Jonathan Rea, agora com a Yamaha, Toprak Razgatlioglu, com a BMW, Álvaro Bautista com a Ducati ou Axel Bassani com a Kawasaki estarão em Portimão em conjunto com o restante lote de 23 pilotos que alinham no campeonato a tempo inteiro em 2024 e onde está igualmente incluído Sam Lowes, que regressa a este paddock em 2024 depois de no mesmo ter conquistado o seu único título mundial, então com as Supersport. Do pelotão do mundial MotoGP esperam-se pilotos como Marc Márquez, Franco Morbidelli ou Marco Bezzecchi, estes com as Ducati Panigale que habitualmente utilizam para treinar.

  • Santag Racing recebeu título nacional absoluto de Todo-o-Terreno

    Santag Racing recebeu título nacional absoluto de Todo-o-Terreno

    A Santag Racing recebeu este sábado o galardão do Título Nacional Equipas de Todo-o-Terreno, entregue na Gala dos Campeões de Automobilismo e Karting, realizada no Casino do Estoril. A Gala homenageou ainda o piloto João Dias e premiou Armindo Araújo e Rui Farinha, que com a Santag Racing conquistaram os títulos nacionais.

    “É para nós um momento de celebração, de uma época que foi muito significativa para todos nós, um título que representa o excelente trabalho de toda a nossa estrutura, que se dedicou de forma muito empenhada no que foram os objetivos de todos os nossos pilotos e que resultou nesta conquista coletiva, que muito nos orgulha”, aponta David Vieira, manager da Santag Racing depois de receber o troféu.

    Ao título nacional a Santag juntou em 2023 a conquista do Troféu FIA European Cup for Cross-Country Bajas for Team, pela participação no Taça Europeia de Bajas.

    Na Gala dos Campeões João Dias, piloto da Santag foi homenageado com o prémio ‘Piloto Internacional’, resultado do título conquistado na FIA European Cup for Cross-Country Bajas, assim como Armindo Araújo e Luís Ramalho, campeões nacionais de Todo-o-Terreno na categoria T3 e Rui Farinha e Rui Pita, que conquistaram o título nacional na categoria T4. João Dias e João Miranda subiram ao palco para receber o prémio do terceiro lugar absoluto do CPTT. “É por momentos como estes que trabalhamos e ver o João, o Armindo e o Rui celebrar as suas conquistas dá-nos um prazer especial, porque neles está refletido o que é o projeto da Santag Racing. Cabe-nos dar todas as condições para que eles possam dar o seu melhor e conquistar os títulos que tanto ambicionam, e vê-los ali no palco é para nós uma enorme satisfação, foi para isto que todos trabalhamos” acrescenta David Vieira.

    Se 2023 foi um ano de ouro, para 2024 a equipa já está a trabalhar para que o sucesso dos seus pilotos possa ser repetido. “Estamos a preparar a temporada focados em criar todas aas condições para que os pilotos que connosco trabalham possam conquistar os seus objetivos. A estrutura da Santag Racing está a preparar 2024 para participar no FIA World Championship e no FIA European Champioship of Bajas nas categorias T3 e T4, e naturalmente o Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno, onde queremos repetir as conquistas que fizemos no último ano” refere o responsável da Santag Racing.

  • Dakar com desfecho inglório para Rui Gonçalves

    Dakar com desfecho inglório para Rui Gonçalves

    Foi fatídica a penúltima etapa do Dakar 20204 para Rui Gonçalves obrigado a abandonar devido a queda.

    A apenas um dia do final da prova os 480 km da penúltima etapa, encurtados para 430 por motivos de segurança, colocaram um ponto final da prova de Rui Gonçalves. Foi ao km 12 da especial que o piloto da Sherco iria sofrer uma violenta queda que o levaria ao abandono. Na altura Rui Gonçalves não tinha a noção exata das lesões que tinha sofrido, vendo-se obrigado a chamar assistência médica do Dakar que prontamente o levou para o hospital onde foi posteriormente avaliado.

    Não tendo os exames médicos confirmado nenhuma fratura, a lesão mais preocupante foi um corte profundo no braço que obrigou Rui a ser inclusivamente submetido a uma demorada intervenção cirúrgica com anestesia geral. Rui Gonçalves já se encontra a caminho de Portugal depois dos últimos exames médicos terem confirmado que o piloto de Vidago já estava apto para viajar.

    “Não era assim que tinha planeado terminar este Dakar. Infelizmente ao km12 da penúltima etapa sofri uma violenta queda que me obrigou a abandonar e a ser evacuado para o hospital. É difícil aceitar que tudo termine assim, após tanto esforço, dedicação e empenho durante estes dias para conseguir continuar em prova depois de tantos percalços. Por alguma razão esta é a prova mais dura e difícil por isso temos que estar cientes das dificuldades e desafios deste rally. Ainda assim, estou de consciência tranquila porque dei o meu melhor a cada km, tendo conseguido terminar várias etapas nos dez primeiros o que me deixou muito satisfeito e confirmam que todo o meu trabalho durante o ano não foi em vão. Um agradecimento muito especial a todo o departamento médico, do Dakar e da Arábia Saudita, que me tratou e me acompanhou sempre, assim como a minha equipa Sherco. Agora é hora de voltar a casa e em breve darei mais notícias, obrigado por todas as vossas mensagens.”

  • Mário Franco e Daniel Jordão terminam Dakar no 8º lugar do Campeonato do Mundo

    Mário Franco e Daniel Jordão terminam Dakar no 8º lugar do Campeonato do Mundo

    A equipa Franco Sport concluiu a sua participação no Rali Dakar 2024 averbando hoje o 7º lugar entre os pilotos e equipas do Ranking Challenger inscritos no Campeonato do Mundo, depois de ter registado o 5º melhor tempo na classificação W2RC na 12ª e derradeira etapa que se disputou em Yanbu, na Arábia Saudita e que dá por concluída esta 46ª edição da prova rainha do todo-o-terreno mundial.

    Em ano de estreia aos comandos de um Yamaha YXZ 1000R Turbo T3, Mário Franco e Daniel Jordão alcançaram o Top 10 do novo Ranking Challenger em duas das etapas: O 8º lugar no derradeiro setor seletivo que hoje se disputou e o 7º melhor tempo na segunda etapa. 

    Foram 14 dias da mais pura competição, que contou com uma etapa maratona e com a novidade da etapa 48H Crono. Foi um total de 7.881 quilómetros, dos quais 4.727 disputados em contrarrelógio. Para Mário Franco e Daniel Jordão foram mais de 100h aos comandos do Yamaha, num percurso marcado por alguns furos, alguns contratempos mecânicos e pedidos de assistência, a utilização do Joker, que após a ausência na 10ª etapa lhes permitiu prosseguir com a competição, mas acima de tudo, por muita aprendizagem e a satisfação de ter concluído com sucesso este duro Rali, cumprindo assim o objetivo a que se propunham à partida desta competição que não deu tréguas a pilotos e equipas.

    ““Não foi o Dakar que desejávamos, mas tendo em conta a dureza deste rally e todos os imprevistos que tivemos, podemos dizer que foi concluído com sucesso! Aprendemos muito e há muito a melhorar em todos os aspetos para que no próximo se consiga o resultado desejado. A todos os que nos apoiaram e a toda a equipa, muito obrigado! Agora o merecido regresso a casa””, salientou Mário Franco sobre a performance da Franco Sport na prova.