A Festa de Encerramento da época 2019 terá lugar em Santa
Marta de Penaguião. O Fórum penaguiense será ainda palco da
apresentação oficial do CPM JC Group 2020.
Consagração e pontapé de saída. Eis a dupla atracção que nos oferece a
Gala da Montanha, promovida pelo promotor do Campeonato de Portugal de
Montanha JC Group, constituído pelos clubes organizadores das provas que
integram o campeonato e pela APPAM.
A gala desloca-se para terras do douro vinhateiro. Acontecerá a 11 de
janeiro e será realizada em Santa Marta de Penaguião, utilizando o
moderno Forum local, numa parceira com o Município penaguiense.
Momento de festa e consagração, a gala vai premiar todos quantos
alinharam ao longo do ano, nas provas do campeonato 2019, galardoando
ainda algumas figuras e parceiros que contribuíram de forma vincada para
o sucesso alcançado pela última edição do CPM JC Group.
Será ainda o momento para divulgar oficialmente todas as novidades regulamentares e de calendário para a época 2020.
Luís Nunes foi um dos grandes protagonistas do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2019.
O piloto transmontano levou o seu Ford Fiesta R5+ ao título de Turismos, numa época em que esteve sempre forte e competitivo.
A VMotores fez o rescaldo da época, numa entrevista de Joaquim Amândio Santos, com edição de imagem de Armando Leitão.
Sem
surpresas, João Fonseca chegou aos títulos nacionais absoluto e de protótipos,
conquistando logo nos treinos o ponto que lhe faltava para cumprir essa dupla
façanha. Resolvida a questão, o piloto da Covilhã encetou um duelo sem tréguas
com José Correia na luta pela vitória na prova, vencendo por apenas 0,5
segundos!
Um simples ponto separava João Fonseca dos dois títulos nacionais que buscava, à partida da ultima prova da temporada. Para almejar tal, o piloto tinha de cumprir as três subidas oficiais de treinos, duas no sábado e uma na manhã de domingo, conquistando esse minguo ponto mágico, atribuído a quem participa nessas três sessões.
Eram muitos os nervos no arranque da terceira subidao
de treinos, mas o piloto do Silver Car EF 10 rodou então com todas as cautelas,
sem qualquer preocupação com o tempo obtido, cruzando a linha de meta e dando, de
imediato, asas à sua emoção, logo que percebeu que os títulos eram seus.
João Fonseca agradeceu “à equipa, aos patrocinadores e
aos amigos que me permitiram, quase prova a prova e com grandes dificuldades de
meios e de orçamento, lutar por estes dois títulos nacionais agora
conquistados. Estou muito feliz. São o corolário de um enorme esforço e julgo
que são inteiramente justos”.
O novo campeão nacional teve ainda uma palavra para os
“meus
adversários mais diretos, o Hélder Silva e o José Correia, que deram muita luta
e foram sempre evoluindo prova a prova e sei que vão ser um caso sério na luta
pelos títulos em 2020”, garantindo desde logo que “já estamos a trabalhar para ter
melhores condições e estar na próxima época com tudo para defender estes dois
títulos agora conquistados!”.
Resolvida a questão do título, ficava ainda em aberto
a luta pela vitória nesta Rampa de Boticas, oitava e ultima prova da temporada.
E que luta!
Fonseca tinha sido o mais rápido na 1ª subida oficial,
ao fim da tarde de sábado, então com 0,9 segundos de vantagem sobre Hélder
Silva (Juno CN 09) e 2,1 segundos em relação a José Correia (Osella PA2000
EVO2).
Na segunda subida oficial, José Correia esteve
imparável, rodando em 2:19.869, à espantosa média horária de 131,52 Km/h, no
que viria a ser a melhor marca absoluta do fim de semana. Com este resultado,
Correia subiu a segundo e reduziu a diferença para Fonseca para apenas 1,5
segundos. Hélder Silva caia para terceiro, agora a 3,1 segundos do líder.
Ficou tudo em aberto para a subida final. Aqui Fonseca voltaria a ser mais forte. 2:20.051 foi o tempo que cravo no cronómetro, correspondente à sua melhor subida em Boticas, enquanto José Correia não conseguia melhor do que 2:21.204, sendo ambos dignos de triunfar mas levando João Fonseca a melhor e conquistando assim mais um triunfo absoluto na temporada.
José Correia colocou as cores do JC Group Racing Team
novamente no segundo posto, sendo claro que está cada vez mais forte e será um
alvo a abater na próxima época.
Hélder Silva concluiu num excelente 3º lugar, juntando
mais um pódio ao palmarés da desta sua época muito positiva.
Luís Nunes voltou a ser imperial aos comandos do seu
Ford Fiesta ST R5. O “Furacão de Valpaços” não deu veleidades na luta pelo
lugar logo após os 3 protótipos, voltando a obter um excelente 4º posto
absoluto, vencendo claramente a Divisão Turismo 2, numa prova onde chegava já
campeão nacional da sua categoria.
Numa das suas participações esporádicas na Montanha,
Luís Delgado voltou a provar toda a sua rapidez. Estreando um KIA CEE’D TCR, o
piloto de Chaves dominou a Divisão turismo 4 e levou a “máquina” coreana ao 5º lugar da geral, ombreando com
os melhores da categoria Turismo, onde foi segundo.
Nuno Guimarães (BRC CM 02) voltou a ser muito rápido
em Boticas, prova onde, normalmente, é sempre bastante competitivo. O 6º lugar final
foi mais do que justo e fê-lo terminar o campeonato em alta.
7º posto muito positivo para o estreante António
Rodrigues. Subida após subida, foi revelando maior habituação ao CM 05 Evo,
sendo recompensado com um lugar de destaque na classificação absoluta.
Logo atrás, o 8º lugar da geral foi alcançado por
Joaquim Teixeira que, uma vez mais, não deu veleidades aos adversários na
Divisão Turismo 3, levando o Seat Leon Supercopa Mk3 a mais uma vitória. Este
resultado permitiu ainda ao transmontano ser terceiro nas contas finais da
categoria Turismo.
Logo atrás de si, na nona posição, terminou Hugo Araújo. No primeiro dia da prova, o bracarense tinha enfrentado problemas no turbo do Subaru Impreza que quase o forçaram a desistir. O trabalho dos mecânicos durante a noite recuperou o carro e o piloto conseguiu realizar bons tempos e terminar no Top 10.
O quadro de honra dos dez primeiros encerrou com a
sempre espetacular Gabriela Correia.A “Princesa da Montanha” levou o seu Seat Leon
Supercopa a mais uma sólida exibição, terminando a época já não como promessa
mas sim como uma das grandes do plantel.
O vencedor da Divisão Turismo 1 foi Parcídio
Summavielle. O piloto do Skoda Fabia R5 encerrou assim a época com mais uma
vitória e a que junto o 11º lugar na geral.
Pedro Marques estreou o Porsche 991 GT3 Cup com uma
vitória na Categoria GT e um positivo 12º lugar absoluto, que deixa boas
indicações para a próxima época.
Já no Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha, os treinos também consagram o campeão absoluto. Ricardo Salgueiro, a quem bastava alinhar, chegou ao título tão almejado de já não participou no resto da jornada.
Com tudo isto assistimos ao domínio total de Carlos
Oliveira, num Ford Sierra Cosworth RS, sendo acompanhado no pódio absoluto dos
clássicos e da Divisão 5, por Paulo Teixeira (Ford Escort MKI) e Luís Coelho
(BMW 325i), que se estrearam a saborear a consagração, na cerimónia final.
Rui Gama, num Austin Clubman Salloon venceu a Divisão
6.
De Boticas chega a história que conta o primeiro
triunfo da temporada do jovem vimaranense Francisco Milheiro (Peugeot 106) na
TPM1300.
Com as contas finais da taça já seladas por João Diogo
Santos, que esteve ausente em Boticas, Francisco Milheiro levou de vencida João
Silva (Fiat Punto) e conquistou a sua primeira vitória da temporada.
Nos clássicos 1300, José Pedro Figueiredo (Datsun
1200) dominou, na frente de Domingos Fernandes, num Autobiachi A112.
Para a história ficam agora gravados os títulos
alcançados.
João Fonseca eleva-se como a figura maior do campeonato.
Levou para a Covilhã as coroas de campeão absoluto e de protótipos.
O transmontano Luís Nunes inscreveu o seu nome nos
detentores do título de campeão de Turismos, que agora reside em Valpaços.
A mítica montanha do Caramulo já pode juntar ao seu
bornal de histórias épicas a saga de Ricardo Loureiro que se ergueu herói para
reclamar o cetro de campeão entre os Clássicos.
Já nas divisões, Parcídio Summavielle é o novo
vencedor da Turismo 1, cabendo a Luís Nunes juntar mesma façanha na Turismo 2.
Por seu lado, Joaquim Teixeira renovou a vitória na Turismo 3, sendo Pedro
Marques quem almejou chegar ao triunfo na turismo 4.
Entre os Clássicos, Carlos Oliveira vê a sua época
recompensada com a vitória na Divisão 5, o mesmo sucedendo com Ricardo loureiro
na Divisão 6.
O Campeonato de Portugal de Monta JC Group entra agora
no habitual defeso de inverno. Serão cerca de seis meses de interregno até os
motores voltarem a ecoar nas mais míticas montanhas de Portugal.
O regresso da Arrábida ao Campeonato de Portugal de
Montanha JC Group foi um autêntico “duelo ao sol” entre dois “pistoleiros”.
João Fonseca e José Correia protagonizaram uma batalha que levou a rubro o
muito público presente, num fim-de-semana em que o campeonato voltou a provar
toda a sua competitividade.
A bela e altiva serra da Arrábida, única pelo panorama que proporciona, encantou todos quantos foram até terras sadinas para saborear a sétima e penúltima prova da temporada 2019 do campeonato de Portugal de Montanha JC Group. O seu traçado desafiante que, ainda para mais, era novidade total para muitos dos pilotos do plantel, cobrou um “preço” caro traduzido pelos muitos erros e toques consequentes que foram sucedendo.
Terão sido algumas as cutículas e unhas roídas, tendo
sido muitos mais os aplausos com que o público brindou os dois grandes
protagonistas da prova: João Fonseca e José Correia, autênticos “pistoleiros”
aos comandos, respectivamente, de um Silver Car EF 10 e de um Osella PA2000
EVO-2 PA30.
A sua luta foi sem tréguas e elevou a “performance”
dos dois a um patamar à parte.
No final, a vitória pendeu para o lado de Fonseca, que esteve imperial nas duas subidas finais de prova, com realce para a derradeira, onde “voou” até ao alto em 1:44.921, à média horária de 123,52 km/h, selando mais uma vitória que o coloca de novo no comando do campeonato. Com esse “tempaço” final, João Fonseca regressou ainda a terras beirãs com o estatuto de novo recordista deste também novo traçado da Arrábida.
Dois pequenos erros na segunda subida de prova, quando
rodava em modo “full attack”, foram
condicionantes da progressão de José Correia que esteve na liderança da tabela
de tempos , durante quase todo o programa competitivo. O patrão da JC Group
Racing Team foi recompensado com um excelente 2º lugar que, pelo andamento
registado, lhe terá sabido a pouco.
À melhoria da sua condição física, ultrapassado que está o período de recuperação de uma intervenção cirúrgica, adiciona a cada vez maior adaptação ao Osella, ameaçando cada vez mais chegará à vitória que tanto almeja conquistar. Para o piloto de Braga ficou a satisfação de ter sido o mais rápido em 4 das sete subidas realizada, assumindo na Arrábida a sua melhor exibição da temporada.
Logo atrás dos dois protagonistas da jornada, quedou-se Hélder Silva. Cedo verificou que não conseguiria colocar o seu Juno CN 09 na discussão do triunfo e apontou a mira ao 3º lugar absoluto final, que o mantém na luta pelo cetro nacional absoluto.
O regressado Joaquim Rino colocou o seu BRC EVO 05 no
4º lugar, ficando logo atrás de si Luís Nunes, o melhor entre os carros de
Turismo.
Nunes e o seu Ford Fiesta ST R5 voltaram a rubricar
uma exibição vibrante, sendo quintos da geral e dominando as contas da Divisão
Turismos 2, onde foi secundado por Luís Silva (BMW M3), com este a assegurar
ainda o 10º posto global e por João Guimarães (Peugeot 206 RC), terceiro na
divisão.
Nuno Guimarães (BRC CM 02) foi 6º da geral, depois de
uma prova muito eficaz.
O 7º posto o prémio mais do que justo para a “faena”
de Parcídio Summavielle. O fafense está a tornar-se num caso sério de
competitividade, formando com o seu Skoda Fabia R5 um conjunto extremamente
competitivo. Venceu ainda a Divisão Turismo 1, na frente de Manuel Rocha e
Sousa (Seat Leon Tdi).
O 8º classificado registou na Arrábida o sexto triunfo
consecutivo na Divisão Turismo 3. Joaquim Teixeira foi até à Arrábida assinar mais uma
prestação de grande nível, coroada com esse triunfo e uma presença no Top 10.
Sempre muito competitivo na pilotagem do Seat Leon Supercopa
do Bompiso Racing Team, Teixeira construiu mais um resultado de grande nível.
O alinhamento dos dez mais incluiu a 2ª classificada
da divisão, Gabriela Correia, uma vez mais a provar que a sua juventude (17
anos) lhe dá garra e ganas, a que junta uma maturidade impressionante. Em
apenas um ano de carreira desportiva, a “Princesa da Montanha” tem já um
palmarés invejável. As contas do pódio da divisão fecharam com Sérgio Nogueira
(Renault Clio RS).
Pedro Marques (Cupra TCR) voltou a dominar a Divisão Turismos
4.
Também de regresso às lides da montanha, Edgar Reis
assegurou o 11º lugar final, vencendo ainda a batalha que travou com Mário
Silva na Categoria GT, com ambos a usarem dos Porsche 997 GT3 Cup.
A discussão pela primazia entre os clássicos voltou a ver um Flávio Saínhas sem rival. Aos comandos do seu Ford Escort MKI o piloto impôs o seu talento, reclamando mais uma justa vitória na geral dos clássicos, triunfando também na Divisão 5.
Também desta divisão veio o seu principal oponente, Aníbal Rolo. O veterano voltou a rodar forte no seu Renault 5 Turbo e foi recompensado com um justo 2º lugar.
O pódio absoluto dos clássicos fechou com o vencedor da Divisão 6. Fernando Salgueiro (Ford Escort MKII) chegou ao ultimo degrau do pódio depois de uma luta titânica com o seu colega de equipa Ricardo Loureiro. Este protagonizou uma forte saída de pista na ultima subida, que maltratou o Ford Escort MKII e lhe provocou ferimentos, sendo transportado de imediato para o hospital, estando já em franca e total recuperação. Com tudo isso, Loureiro conseguiu ser 2º da Divisão 6, tabela onde Carlos Fava (VW 1303) reclamou o 3º posto.
Daniel Rolo não só dominou de forma imperial a luta
pelo triunfo na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300,m como ousou
colocar o seu Datsun 1200 Coupé sempre na primeira metade da tabela de tempos,
isto entre 34 participantes.
Bem longe de si, José Pedro Figueiredo (Datsun 1200)
assegurou o 2º posto na TPCM1300, levando de vencida Domingos Fernandes
(Autobianchi), que foi 3º.
Nas contas da Taça de Portugal de Montanha 1300, João
Diogo Santos voltou a impor o seu Fiat Punto 85 Sport, sendo novamente
secundado por Francisco Milheiro (Peugeot 106).
O campeonato ruma agora a norte, para o clímax final.
Em pleno coração de Trás-os-Montes, Boticas vai receber a oitava e última prova da temporada. Momento de todas as decisões, a prova organizada pelo Demoporto vai ter ainda o aliciante de receber ser candidata a tornar-se o palco da edição 2020 do FIA Hill Climb Masters, competição que é uma autêntica taça das nações para a modalidade.
A realizar uma época em crescendo, Hélder Silva vinha a “ameaçar” conquistar a sua primeira vitória ainda este ano. E aconteceu.Ao estar na hora certa, na posição certa, o piloto do Juno CN 09 não vacilou e tornou-se o novo “rei da montanha” da Porca de Murça.
A sexta prova da temporada 2019 do Campeonato de
Portugal de Montanha JC Group colocou no registo histórico mais um novo
vencedor absoluto nesta modalidade.
A proeza na Rampa Porca de Murça, organizada pelo CAMI
Motorsport, foi assinada por Hélder Silva, em Junho CN 09. Triunfo justo e já
merecido por tudo quanto tem feito no campeonato,O piloto da Póvoa do Varzim esteve rápido e
consistente ao longo de todo o fim-de-semana e viu, desde muito cedo, João Fonseca,
um dos principais candidatos à vitória, a ficar de fora da mesma. O piloto da
Covilhã, líder do campeonato, foi mesmo forçado a desistir, já na manhã de
domingo, ao não conseguir resolver os problemas electrónicos que afetaram o
SilverCar EF10 ao longo de todo o fim-de-semana.
Assim sendo, o duelo pelo triunfo ficou circunscrito a
Hélder Silva e a José Correia (Osella PA2000 EVO2) que, em algumas das sessões
de treinos, ainda chegou a ser o mais rápido, acabando o primeiro dia a menos
de meio segundo de Hélder Silva que já comandava.
Nas subidas decisivas de domingo, o “patrão” do JC
Group Racing Team viu os seus esforços por terra, com um toque na segunda
subida oficial de prova e uma ultima subida galgada com um tempo menos bem
conseguido, saindo, no entanto de Murça, com mais um 2º lugar, resultado
positivo para quem está a fazer a época de estreia aos comandos da potente
“barchetta” italiana.
O pódio absoluto consagrou Luís Nunes que, uma vez mais, ostentou uma condução irrepreensível ao volante do Ford Fiesta ST R5. O “furacão transmontano” chegou assim, finalmente, ao pódio absoluto que tanto procurava, sendo ainda o grande dominador da refrega brava pela vitória na categoria Turismo, onde levou de vencida uma “armada” fortíssima, com vários pilotos a lutarem até ao fim pelo pódio da categoria e pelas posições cimeiras da classificação global. Nunes foi também logicamente, o vencedor da Divisão Turismo 2, onde foi secundado pelo endiabrado Hugo Araújo que, uma vez mais, tudo fez para suplantar o transmontano, dando tudo com o Subaru Impreza da Bracardox, sendo recompensado com o 4º lugar da geral da rampa e o 2º posto entre todos os Turismo.
Quem também cumpriu de forma brilhante os objectivos traçados antes da Rampa Porca de Murça, foi Joaquim Teixeira. A correr numa prova onde se sente como “peixe na água”, o transmontano do Seat Leon Supercopa Mk3 do Bompiso Racing Team deu tudo e esteve brilhante, sendo 5º da geral, 3º da categoria e o dominador da Divisão Turismo 3. Na classificação particular da sua divisão, foi, uma vez mais, acompanhado no pódio por Gabriela Correia (Seat Leon Supercopa Mk3), que juntou este 2º lugar a um excelente Top 8 na geral, cabendo a Sérgio Nogueira, desta feita pilotando um Citroen Saxo Cup, assegurar mais um pódio, ao ser 3º.
Também não podem ser regateados aplausos à “performance” de Parcídio Sumavielle. Duas provas com o Skoda Fabia R5, duas vitórias na Divisão Turismo 1 e duas ocasiões em que, finalmente, se viu com material para lutar pelo pódio da categoria. Desta feita, foi 4º entre todos os Turismo, assinando ainda a 6º posição da geral da prova, tendo logo atrás de si Ricardo Gomes, 7º e segundo da divisão, no regresso à opção pelo Citroen DS3 R5.
Nas contas dos Turismo 1, foi Alberto Pereira que colocou o Mitsubishi EVO VII no 3º posto, garantindo assim continuar na luta pela vitória final na divisão.
Já na Divisão Turismo 4, Pedro Marques (Cupra TCR) venceu, juntando ainda um excelente 9º lugar absoluto na competição, mercê de uma exibição de bom nível.
A época 2019 de Flávio Saínhas segue o mote do “ou vai ou racha!”. Em todas as provas em que o seu Ford Escort MKI não cedeu, o piloto da Covilhã venceu e dominou as lides do Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group, assinando a sua terceira vitória da temporada.
Atrás de si mas sem conseguirem chegar perto, Fernando
Salgueiro e Ricardo Loureiro, colocaram, respectivamente, os seus Ford Escort
MKII no 2º e no 3º lugar, garantindo assim mais um excelente resultado para as
cores do Caramulo Racing Team.
Nas classificações das duas divisões dos clássicos,
Saínhas foi, obviamente, vencedor da Divisão 5, sendo aqui secundado por Carlos
Oliveira (Porsche 911 SC) e por Paulo Teixeira (Ford Escort MKI).
Salgueiro e Loureiro foram 1º e 2º da Divisão 6, com
Rui Gama (Austin Clubman Sallon) a ser 3º. O veterano piloto do Austin saiu
ainda de Murça com a taça de vencedor na Fans Cup, organizada pelos Hill Climb
Fans.
Murça assistiu a uma magnífica “invasão” de carros com
motores de cilindrada inferior a 1300cc. Sete deles competiram na TPM1300,
animando muito a rampa, com os duelos que protagonizaram.
Só não existiram “espinhas” no que respeita à vitória. A “jogar em casa”, o regressado Leonel Brás dominou com o seu Citroen AX Sport, não dando veleidades aos restantes.
João Diogo Santos recolheu pontos precisos e cimentou a sua liderança nas contas da taça, ao ser segundo, conduzindo o habitual Fiat Punto 85 Sport. Também num Fiat, João Silva coroou a sua presença em Murça com uma presença no pódio, ao ser terceiro.
Na TPCM1300, José Pedro Figueiredo (Datsun 1200)
venceu, na frente de Domingos Fernandes (Autobiachi A122 Abarth).
O campeonato vai agora “a banhos” com as merecidas férias de verão. A competição voltará em setembro, nos dias 7 e 8. A “caravana” rumará a sul, para disputar a Rampa da Arrábida PêQuêPê, mítico evento que está de volta ao CMP JC Group.
A 29º
edição da Rampa do Caramulo coroou o piloto do Sporting Clube da Covilhã. O seu
conterrâneo Flávio Saínhas vingou o desaire da prova anterior, chegando à sua
segunda vitória da temporada entre os Clássicos.
O título começa a estar logo ali. À vista. Após a discussão das cinco primeiras provas da época 2019 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e, quando estamos a apenas três do fecho do ano, João Fonseca deu um passo importante rumo ao título absoluto e nos Protótipos, vencendo a Rampa de Caramulo, no que correspondeu à quinta vez em que coloca no seu bornal o máximo número de pontos.
Aos comandos do SilverCar EF10, o piloto do Sporting Clube da Covilhã dominou a prova do Targa Clube desde o arranque, sendo o mais rápido em todas as subidas de prova. Fonseca não logrou bater, nas duas subidas de prova que realizou na jornada final de domingo, o seu tempo de sábado. Para o seu tempo final, contaram essa primeira subida e a última que realizou, vencendo com um total de 2:37.278.
Atrás de si, honras de presença no segundo degrau do
pódio para Hélder Silva (Juno CN 09), que sai ainda mais motivado do Caramulo,
por ter encurtado a diferença para Fonseca nos duelos diretos, subida a subida.
No fecho, ficou a apenas 2,6 segundos de distância e “ameaça” chegar a um
triunfo ainda esta época.
Também cada vez mais forte está José Correia. A
habituação ao Osella PA2000 EVO2 do JC Group Racing Team continua a dar frutos
e o piloto garantiu mais um pódio absoluto, terminando no 3º lugar, a 5,4
segundos do vencedor.
Quem saiu do Caramulo “cliente” das rampas foi Vítor
Pascoal. O bicampeão nacional de ralis, na categoria GT, deu espetáculo com o
seu Porsche 911 GT3 Cup, vencendo a categoria GT e garantindo o 6º lugar na geral
absoluta. Promete voltar mais vezes.
Na luta entre os muitos “galos” para o poleiro entre
os Turismo, a competição foi brava e emocionante.
No Caramulo, Luís Nunes voltou às vitórias. O
autêntico “foguete” de Valpaços esteve imparável com o Ford Fiesta ST R5 e foi
o justo vencedor global da categoria e na Divisão Turismo 2, garantindo ainda o
4º lugar da geral absoluta.
Nesta quinta prova, Hugo Araújo e o Subaru Impreza da
Bracardox não conseguiram contrariar o domínio de Luís Nunes. Saíram do Caramulo
com o 2º lugar na divisão e na categoria, bem como com um excelente 5º posto
absoluto. Registo para a 3ª posição na Divisão 2 do BMW M3 de Luís Silva, que
reclamou ainda um 10º posto na geral final da prova.
O jovem bracarense José Rodrigues voltou ao CPM JC
Group, depois de ter corrido na Falperra. Esteve sempre muito competitivo ao
longo do fim-de-semana e juntou desta feita o triunfo da Divisão 4 ao 3º lugar
global dos Turismo. Forma com o seu Honda Civic TCR uma dupla de respeito.
Quanto às contas da Divisão Turismo 3, destaque para a
quarta vitória consecutiva de Joaquim Teixeira e do Seat Leon Supercopa Mk3 do
Bompiso Racing Team. Não deu veleidades na luta pela divisão, sendo sempre o
mais forte, ao longo de toda a prova. Gabriela Correia (Seat Leon Supercopa
Mk3) voltou a ser segunda, cabendo novamente a Sérgio Nogueira fechar o pódio,
tripulando um Renault Clio RS.
Na Divisão Turismo 1, temos novo vencedor na época. Rendido ao poderio das quatro rodas motrizes, Parcídio Summavielle compareceu à partida da Rampa do Caramulo com um Skoda Fabia R5.
Foi tiro e queda. Ninguém o conseguiu parar e não só
venceu a divisão como terminou num magnífico 4º lugar da categoria, provando,
uma vez mais todo o seu enorme talento.
Sem capacidade para contraria o domínio do fafense,
Alberto Pereira levou o seu Mitsubishi EVO VII ao 2º posto, na frente de
Ricardo Gomes, 3º classificado no seu regresso ao volante do Mitsubishi EVO X.
Faltou às duas primeiras provas da temporada, na Penha e na Falperra. Desistiu, com problemas de motor, na Serra da Estrela. Nas duas únicas provas que fez até ao momento, sem qualquer problema, venceu e convenceu. De seu nome Flávio Saínhas e, prova após prova, ostenta um talento na condução que o transforma num crónico candidato aos lugares de relevo do Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group.
No Caramulo, resistiu à pressão e ao duelo aceso que protagonizou com Ricardo Loureiro e Fernando Salgueiro, ambos a “jogar em casa” e sempre muito fortes com os Ford Escort MKII do Caramulo Racing Team. Na subidas de prova não deu hipótese e o seu Ford Escort MKI foi sempre o mais rápido. Vitória imperial na geral dos clássicos e na Divisão 5, onde foi secundado por Carlos Oliveira (Porsche 911 SC) e por Luís Moutinho (Ford Escort RS 1800), 2º e 3º, respectivamente. Loureiro foi um justo 2º classificado da geral dos clássicos, sendo ainda premiado com a vitória na Divisão 6, onde Salgueiro foi segundo e Rui Gama (Austin Clubman) terceiro.
Nas contas das taças para os carros com cilindrada até
1300, João Diogo Santos (Fiat Punto 85 Sport) voltou a vencer a TPM 1300, na
frente de Francisco Milheiro, (Peugeot 106). Domingos Fernandes levou o
Autobiachi A122 Abarth ao triunfo na TPCM1300.
O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group
prossegue já dentro de 15 dias. A 6º prova decorrerá em Murça, sob a égide
organizativa do CAMI.
A
correr perante o seu público, João Fonseca assinou o quarto triunfo em outras
tantas contas do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. É, cada vez mais,
o principal favorito ao título absoluto de 2019.
No momento em que a instalação sonora anunciou que João Fonseca era o vencedor da Rampa Serra da Estrela – Covilhã, foi audível o aplauso do muito público presente, feliz com mais um feito do “filho da terra”. João Fonseca foi sempre o mais rápido nas subidas decisivas, terminando na liderança da prova, com um agregado de 5:42.886, correspondentes ao somatório das duas melhores subidas e um avanço de 11,347 segundos sobre José Correia que fez valer a sua cada vez maior adaptação ao Osella PA2000 EVO2 para levar de vencida o duelo que encetou com Helder Silva (Juno CN 09) pelo segundo degrau do pódio. Muito regular, Hélder Silva almejou garantir o 3º posto, 1 segundo atrás de José Correia.
O pódio absoluto correspondeu assim ao pódio da
categoria Protótipos.
Nas contas das 4 divisões da Categoria Turismos, assistimos
a alguns duelos entusiasmantes.
Entre os Turismo 1, Ricardo Gomes impôs o Citroen DS3 R5 com que apareceu na Covilhã, na frente de Nelson Trindade que, nesta sua incursão fora dos ralis, foi sempre muito rápido aos comandos do Mitsubishi Lancer EVO X. 3º lugar foi alcançado por Parcídio Summavielle, num Peugeot 208 R2B.
Na divisão 2, assistimos a um autêntico duelo de titãs. Protagonistas, Hugo Araújo, no Subaru Impreza da Bracardox e Luís Nunes, em Ford Fiesta ST R5. Nunes foi o mais rápido na primeira subida de prova, parecendo caminhar para mais um triunfo na categoria e na classificação absoluta dos Turismo.
Mas as subidas de domingo foram palco de uma exibição
magistral de Hugo Araújo que, foi paulatinamente baixando os tempos, arrancando
com todo o mérito uma vitória magistral na sua divisão e na geral da categoria.
Quem também esteve ao mais alto nível foi, uma vez mais, Joaquim Teixeira. Com o Seat Leon Supercopa Mk3 do Bompiso Racing Team, dominou as lides da Divisão 3, reclamando para si a terceira posição absoluta dos Turismo. Já Gabriela Correia (Seat Leon Supercopa Mk3) voltou a ser segunda na divisão.
A luta pela vitória no Campeonato de Portugal de
Clássicos de Montanha JC Group foi uma autêntica “batalha” por eliminação.
Primeiro foi Flávio Saínhas a ser forçado a abandonar,
ainda durante os treinos de sábado, com problemas de motor no Ford Escort MKI.
Depois, já no domingo de manhã, foi a vez da mecânica
do Ford Sierra RS Cosworth de Carlos Oliveira ceder, isto já depois do piloto
ter sido o mais rápido na primeira subida de prova.
Com tudo isto, Aníbal Rolo levou o seu Renault 5 Turbo
ao triunfo absoluto e na Divisão 5, na frente dos dois Ford Escort MKII do
Caramulo Racing Team. Nesta luta de colegas de equipa, foi Fernando Salgueiro a
superiorizar-se a Ricardo Loureiro, terminando respectivamente em segundo e
terceiro da geral. Salgueiro venceu ainda a Divisão 6.
João Diogo Santos voltou a triunfar na TPM1300. O piloto de Amarante começou da pior forma. Um problema no diferencial do Fiat Punto 85 Sport impediu-o de assinar tempo na 1ª subida oficial de prova. Uma reparação relâmpago, realizada durante a noite, colocou-o em condições de discutir o triunfo, sendo o mais rápido nas duas subidas de prova de domingo e está a caminho da vitória final na taça. Francisco Milheiro (Peugeot 106) foi 2º classificado.
Daniel Rolo repetiu o feito do seu pai Aníbal,
vencendo o duelo de Datsun 1200 para assegurar o triunfo na TPCM1300. Atrás de
si, o 2º posto foi garantido por João Pedro Figueiredo.
O CPM JC Group ruma agora ao Caramulo. A quinta prova da temporada, a cargo do Targa Clube, é já dentro de duas semanas.
Dura.
Eis a melhor forma de descrever uma Rampa de Santa Marta que voltou a “cobrar
imposto” ao pelotão da Montanha. O seu desafiante percurso entregou-nos um
fim-de-semana cheio de toques e de cedências mecânicas, que proporcionaram
emoção e incerteza até ao fim. João Fonseca venceu em termos absolutos, com Flávio
Saínhas a repetir o feito nas contas entre os Clássicos.
João Fonseca voltou a impor o Silver Car numa prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2019. Desta feita, o piloto do Sporting Clube da Covilhã, sentiu a concorrência mais próxima, sobretudo por parte de Hélder Silva, com este a estar cada vez mais rápido a retirar todo o potencial do seu Juno CN 09. Helder Silva logrou segurar o 2º lugar na rampa, a 4,1 segs do vencedor, mesmo abraços com problemas na bomba de água do seu Juno CN 09.
José
Correia colocou o Osella PA2000 Evo2 no último degrau do pódio, mercê de duas
subidas finais muito rápidas e onde deitou para trás algumas dificuldades que
sentiu na afinação do seu protótipo. Concluiu a 6,1 segs de Fonseca.
Com
esta vitória, Fonseca reforçou ainda mais a liderança dos campeonatos Absoluto
e da Categoria Protótipos.
Luís Nunes e o Ford Fiesta R5+ voltaram a rodar a um ritmo “estratosférico”. O piloto de Valpaços impôs a sua lei entre os Turismos, vencendo a categoria e, claro, dominando a Divisão 2, sendo ainda 4º da geral.
Atrás
de si, Hugo Araújo, também inscrito na Divisão 2, colocou o Subaru Impreza da
Bracardox no segundo lugar entre os Turismo e na divisão, rodando perto de
Nunes e assinando uma excelente prestação, mesmo que tendo de estar a contas
com alguns problemas de transmissão no seu carro. Nesta Divisão, Manuel Pereira
colocou o seu Mitsubishi Lancer EVO VI no 3º lugar, que correspondeu ao 4º
posto na Categoria Turismos.
Top
5 nesta categoria e autor de uma “faena” impressionante, Luís Silva conduz o
seu potente mas “temperamental” BMW M3 como poucos e foi ainda recompensado com
o 3ª posto na Divisão 2 e um top 5 entre os Turismo.
Na
Divisão 3, Joaquim Teixeira, impôs a sua lei, levando o Seat Leon Eurocopa da
Bompiso Racing Team a um triunfo sem mácula, liderando agora isolado a
classificação da divisão no campeonato. O piloto almejou ainda chegar ao pódio
absoluto entre os Turismos, sendo 3º da geral desta categoria.
Gabriela
Correia (Seat Leon Eurocopa) esteve, uma vez mais, na luta pelo triunfo,
assegurando o 2º lugar para as cores do JC Group Racing Team. Sérgio
Nogueira (Renault Clio RS) reclamou mais um pódio nesta divisão, alcançando um
tranquilo 3º posto.
Verdadeiramente endiabrado ao longo de toda a prova esteve Alberto Pereira. O edil de Mesão Frio foi rápido e eficaz em todas as subias de prova e reclamou uma merecida vitória na Divisão Turismo 1, na frente de Parcídio Summavielle, outro autarca, este de Fafe, que continua muito competitivo com o Renaul Clio RS. O 3º posto foi para Ricardo Gomes (Mitsubishi Lancer EVO X), que enfrentou um fim-de-semana cheio de problemas, que incluíram um capotanço e uma quebra de motor.
Já
Pedro Marques (Cupra Leon) venceu a Divisão 4, sendo 10 da geral.
À ausência nas duas provas anteriores, Flávio Saínhas respondeu com uma vitória tão fantástica quanto suada nas contas absolutas do campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group. Natural da Covilhã, tal como João Fonseca, o piloto esteve sempre na luta pelo triunfo em Santa Marta, apresentando-se na prova com seu habitual Ford Escort MKI e rodando sempre entre os melhores desde a primeira subida. No final e após um duelo sem tréguas com Carlos Oliveira, levou de vencida o piloto do Ford Sierra Cosworth RS por apenas 250 milésimas de segundo!
Assinaram
o duelo do fim-de-semana.
Na 3ª posição terminou Luís Moutinho (Ford Escort RS 1800), que fez da regularidade a arma para chegar a este pódio. Ricardo Loureiro, que chegava a Santa Marta na liderança do campeonato, viu-se abraços com problemas eléctricos no seu Ford Escort MKII. Limitou os prejuízos com um 5º lugar final, que correspondeu ainda à vitória na Divisão 6.
Na
Taça de Portugal 1300, João Diogo Santos voltou a impor a sua lei. O
fim-de-semana até começou mal, com problemas no Fiat Punto 85 mas, na hor adas
decisões, foi sempre mais rápido e é cada vez mais líder da taça.
Pedro
Nogueira veio desde Braga para levar o seu Toyota Starlet ao 2º lugar,, cabendo
a Francisco Milheiro fechar o pódio, sendo terceiro com um Peugeot 106.
Também de regresso às lides da Montanha está José Pedro Figueiredo. E fê-lo em boa hora já que saiu de Santa Marta com um vitória tranquila nas contas da Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300, tendo sido sempre o mais rápido aos comandos do Datsun 1200.
Atrás
de si, Domingos Fernandes (Autobianchi A112 Abarth) foi segundo na prova e, com
este resultado, segurou a liderança das contas da taça.
A 5ª Rampa de Santa Marta integrou no seu programa uma competição regional. Vitória sem oposição para o BMW M3 de José Almeida. Sónia Pereira (Seat Leon 2.0 Tfsi) garantiu o 2º lugar, cabendo a Tiago Fontão, em Toyota Starlet, assegurar o 3º lugar.
O campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora ao “teto” de Portugal Continental. No último fim-de-semana de junho, será tempo de disputarmos a Rampa da Serra da Estrela, sob a batuta organizativa do CAMI. Quarta prova da temporada, marcará assim o meio da época 2019 da Montanha.
O italiano Christian Merli e o espanhol César Rodriguez brilharam perante uma enchente recorde. João Fonseca triunfou nas contas do Campeonato de Porutgal de Montanha JC Group.
A 40ª Edição da MEO Rampa Internacional da Falperra
voltou a transformar-se numa festa popular, registando, uma vez mais, números
verdadeiramente impressionantes de espetadores que, quer sábado, quer domingo e
sem receio da muita canícula, assentaram arraiais rampa acima, não perdendo
pitada de uma rampa marcada por muita competição e emoção máxima.
Na luta pela vitória absoluta na prova do Campeonato de
Portugal de Montanha JC Group, veio da Galiza um autêntico “foguete” para
triunfar num “mano-a-mano” em que
“armas” utilizadas foram dois protótipos Silver Car EF 10. De seu nome, César Rodriguez, piloto de Pontevedra,
assinou uma bela vitória na Falperra, após um duelo sem tréguas com João
Fonseca, que esteve sempre a “morder os calcanhares” do galego.
João Fonseca sai da Falperra ainda mais líder das contas absolutas e na Categoria Protótipos. Esteve sempre na luta pela vitória mas, um despiste na sessão de treinos da manhã de domingo, provocou estragos no seu protótipo e condicionou fortemente a sua prestação nas duas subidas de prova finais. Como Rodriguez não está inscrito no CMP JC Group, o piloto do Sporting Clube da Covilhã juntou ao seu bornal os pontos totais para os campeonatos que lidera.
Na categoria GT, foi o bracarense Patrick Cunha a
dominar, aos comandos de um Mercedes AMG GT.
As 4 Divisões de Turismo foram alvo de domínios individuais ao longo de todo o fim-de-semana. José Rodrigues (Honda Civic Type R), foi sempre o mais forte na Divisão 4, enquanto Joaquim Teixeira (SEAT Leon Eurocup), liberto dos problema s que o condicionaram na Penha, exercia idêntico domínio na Divisão 3, sendo de realçar aqui o 2º lugar de Gabriela Correia (SEAT Leon MK3), que se despediu dos seus 16 anos de idade com mais uma excelente exibição. Na Divisão 2, Luís Nunes (Ford Fiest R5+) levou de vencida o duelo com Hugo Araújo (Subaru Impreza) e foi um justo vencedor. Alberto Pereira levou o seu Mitsubishi Lancer EVO VII à vitória na Divisão 1, sendo o mais rápido nas duas subidas que fez.
Imperial. Esta é a melhor forma de definir a
“performance” de Rui Costa e do seu potente Ford Escort RS 1600.
Venceu e convenceu na luta pela geral do Campeonato de
Portugal de Clássicos de Montanha JC Group, terminando com mais de 22 segundos
de vantagem sobre o concorrente mais direto, Jorge Loures (Lotus Elan
26 R).
Magnífica exibição de Carlos Oliveira. Cada vez mais adaptado ao Ford Sierra RS, alcançou a 3ª posição da geral, amealhando pontos essenciais na luta pelo título nacional. Ricardo Loureiro, vencedor da primeira prova, na Penha, foi 4º e mantém o comando do campeonato.
Na Taça de Portugal, foi Rui Amorim e o seu Citroen AX Sport a levar a melhor, na frente do FIAT Punto de João Santos e do Peugeot 106 XSI de Rafael Pereira, segundo e terceiro, respectivamente.
Nos clássicos 1300cc, apenas um participante. João Peixoto (MINI COOPER S) foi, mesmo sem oposição, sempre muito forte e acabou mesmo por ser o mais rápido entre todos os concorrentes com motorizações até esta cilindrada.
01:46.944 Esta passa a ser a nova marca recorde para “voar” no traçado da Falperra. O já recordista da rampa, Christian Merli, juntou assim uma justa vitória nesta 4oª MEO Rampa Internacional da Falperra, ao elevar da fasquia no que respeita ao recorde da subida mais rápida, que já lhe pertencia. O tempo agora registado, corresponde a uma média horária de 175,04 Km/h, atestando a capacidade técnica destes bólides e o talento do piloto para fazer uma subida a rondar a perfeição.
Merli foi
sempre o mais forte, ao longo de todo o fim-de semana, e é cada vez mais
candidato a revalidar o título europeu.
José Silvino Pires assinou a melhor exibição nacional
no Europeu, ao ser 3º classificado nas contas da Categoria I. Sempre muito
eficaz aos comandos do Porsche 997 GT3, Silvino Pires juntou esse resultado ao
2º lugar na Categoria GT, isto nas contas do CPM JC Group.
O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group vai
rumar agora ao Douro Vinhateiro.
A 15 e 16 de Junho, o belo traçado da Rampa de Santa
Marta, leva-nos até terras de Penaguião, sendo o Clube Automóvel da Régua, uma
vez mais, o anfitrião da prova.
Regressar, competir e vencer.
Eis a saga de João Fonseca na 41ª Rampa da Penha Paisagem Protegida. Está de
volta ao CPM JC GROUP e vem para lutar pelo título absoluto!
A tradição ainda é o que era. O
Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2019 foi recebido pela Penha com
chuva, frio, vento, nevoeiro e, a espaços, até granizo. Começa a ser um
clássico a prova de abertura do campeonato ser disputada debaixo de mau tempo,
condicionando a “performance” dos protagonistas.
Quase quatro dezenas responderam à chamado do Demoporto para esta abertura da época. O campeonato apresenta-se com um plantel rico em qualidade e em quantidade, prometendo uma época de grandes emoções.
Subida de prova mais rápida, domínio total nas subidas decisivas, eis o resumo da “faena” assumida por João Fonseca na prova de regresso à montanha, agora tripulando um SilverCar EF10. O “filho pródigo” não se deixou afetar pelo piso traiçoeiro e demonstrou sempre que estava na Penha para vencer, reclamando a vitória com um avanço superior a 2,9 segundos sobre o seu mais direto adversário.
Depois desta primeira prova, não
subsistem dúvidas de que será um forte candidato ao cetro de 2019.
Hélder Silva emerge da Penha como mais um justo candidato ao título absoluto. O seu Juno CN 09 apareceu renovado e muito mais competitivo. O piloto poveiro retribuiu com uma motivação reforçada e ostentou ao longo de toda a prova um ritmo endiabrado, coroado com um excelente 2º lugar absoluto final.
Chegou à Penha com um merecido estatuto de “Princesa da Montanha”. Mas que não subsistam dúvidas. Sai da Penha com uma coroação plena, justa e saída do aplauso dos seus pares e do público.
De seu nome e graça Gabriela Correia. Ainda sem ter 17 anos, foi coroada “Rainha da Montanha” mercê de uma exibição fenomenal que se tornou histórica no resultado. A saber, Gabriela Correia levou o seu SEAT Leon Supercopa MK3 ao 3º lugar absoluto da rampa, à vitória absoluta entre os turismos, ao triunfo na Divisão Turismos 3, vencendo ainda grupo e classe.
Com classe. Com muita classe,
tornou-se mais jovem piloto a subir a um pódio absoluto e a primeira mulher a
almejar tal feito. Temos rainha e todos aclamam!
Também em destaque esteve Pedro Marques. Mais solto, mais confiante e mais veloz, o piloto colocou o seu Seat Leon MK3 no quarto posto da geral, sendo o legítimo vencedor da Divisão Turismos 4. Nuno Guimarães (BRC CM-02) apareceu em Guimarães com ganas e ambição, sendo 5º da geral e 3º entre os protótipos.
Já Luís Nunes estreou o Ford
Fiesta R5+ ex-Manuel Correia com um triunfo na Divisão Turismos 2, cabendo a Ricardo
Gomes reclamar a vitória na Divisão Turismos 1, mercê de uma exibição de grande
nível ao volante de um Mitsubishi EVO X.
Veio desde a mítica montanha do Caramulo até à não menos idílica serra da Penha para saborear um doce quanto suado triunfo. Falamos de Ricardo Loureiro (Ford Escort MKII) que saiu da Penha com uma vitória no Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group arrancada praticamente a ferros, tal foi a oposição feroz que lhe foi movida por um endiabrado Parcídio Summavielle que trouxe de volta o brutal Datsun 240 Z, cujo branco imaculado da pintura é irónico, tal a bravura que carro e piloto ostentam.
Menos de um segundo separaram os
dois, no pódio absoluto entre os clássicos.
O 3º lugar foi para António
Torres da Silva. Aos comandos de um potente e difícil BMW 323i o piloto rodou
sempre ao mais alto nível. Pela negativa, fica o toque na ultima subida,
danificando severamente o carro alemão e forçando o piloto a ser assistido no
hospital. Foi alvo de uma intervenção cirúrgica, está fora de perigo e o
prognóstico aponta para uma recuperação total.
A Taça de Portugal de Montanha
1300 assistiu a um duelo intenso entre João Diogo Santos (FIAT Punto 85 Sport)
e Paulo Pereira (Suzuki Swift) que foram alternando a liderança, que acabou por
cair para o lado de Diogo Santos. Francisco Milheiro (Peugeot 106) foi 3º na
TPM1300.
Com a desistência do espanhol Juan
Carlos Gonzalez, Domingos Fernandes venceu entre os clássicos com cilindrada
até 1300cc, sendo o único a conseguir inscrever o nome na classificação final
da prova.
O Campeonato de Portugal de
Montanha JC Group 2019 viaja agora até à cidade dos arcebispos para, nos idos
de Maio, disputar a 40ª Rampa Internacional da Falperra,
nos dias
10, 11 e 12, numa organização do Clube Automóvel Do Minho. Será o sempre aguardado duelo
entre a “armada” lusitana e os pilotos do Campeonato da Europa de Montanha.