Categoria: Montanha

  • Joaquim Teixeira: “na Falperra, seja no europeu, seja no CPM, queremos estar no pódio final!”

    É com enorme ambição que o piloto do Cupra TCR da JT59 Racing Team/Bompiso encara a edição 2022 da 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra.

    Foi em 1994 que Joaquim Teixeira correu pela primeira vez na Falperra. Então, aos comandos de um pequeno Toyota Starlet, este consagrado nome forte da Montanha iniciava uma relação intensa com o traçado bracarense em particular e com a modalidade em geral, que dura até hoje e com pleno sucesso.

    Desta feita, o “Demolidor de Trás-os-Montes” apresenta-se à partida da 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra como uma dupla missão, pois para além da habitual refrega pelo domínio na Categoria Turismo e na Divisão 2 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, o piloto e “patrão” da JT59 Racing Team/Bompiso vai enfrentar o musculado pelotão do Europeu de Montanha, tendo o seu Cupra TCR inscrito no Grupo 3 da Categoria 1 do EHC.

    E é assertivo nos seus alvos: “o objetivo é lutar pelos pódios no EHC e no CPM. Sei que não será fácil. NO Europeu terei adversários muito fortes no Grupo e na categoria. Quanto à luta no CPM, a Categoria Turismo e a minha Divisão 2 vão estar ainda mais fortes, pois novos pilotos se juntam à discussão. Fico muito feliz, como piloto e como dirigente. A lista de inscritos é de luxo e o nosso campeonato bem o merece!”, referindo ainda que “claro que a minha atenção prioritária está centrada na discussão dos títulos em que estou envolvido no CPM. O Europeu é um extra, mas não enjeitarei as oportunidades que surjam”.

    O laureado craque transmontano gosta muito “da Falperra. O traçado é muito rapido e é necessário muito coração para fazer algumas zonas. A moldura humana é o principal, porque são entusiastas e passam-nos o calor da emoção, motivando-nos a dar o melhor espetáculo possível!”.

    Em termos de programa competitivo, a 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra terá apenas 6 subidas para o CPM JC Group. 3 de treino no sábado, marcadas, respetivamente, para as 9.00, 11.30 e 13.30 horas, com as 3 subidas oficias de prova a decorrerem exclusivamente no domingo, com horários previstos para as 8.00, 10.00 e meio-dia.

  • Luís Silva: “foi na Falperra que percebi ser mais rápido na Montanha do que nos circuitos”

    O famalicense procura na 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra a quarta vitória consecutiva da época entre os Legends. Tripulando o BMW M3 da Famaconcret, Luís Silva quer ainda tentar bater o seu record pessoal da rampa.

    O craque recorda com emoção “o fascínio que desde muito jovem sempre me provocou toda a festa na Falperra. Eu vibrava intensamente com os pilotos, especialmente com o Andrés Vilariño e sonhava um dia participar”.

    Tal oportunidade aconteceria em 2010, então aos comandos de um FIAT Punto 85, carro utilizado no saudoso Desafio Único FEUP2.

    “Foi a minha estreia na Falperra e logo no ano em que assinalou o regresso da rampa, após vários anos sem esta festa única. Curiosamente, logo nessa estreia, percebi que eu era mais forte na montanha do que nos circuitos e que adorava competir neste tipo de provas”, lembra Luís Silva.

    Nascia assim uma carreira fulgurante que transformou Luís Silva nos dos consagrados da modalidade. Ninguém fica indiferente à fabulosa condição do agora designado “Canhão de Famalicão”, sendo de realçar que o seu belo BMW M3 pintado com as cores da Famaconcret é também hoje um carro icónico da modalidade.

    Para esta 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra, Luís Silva assume que tem como objetivos primordiais “continuar invicto nos Legends e, se possível, melhorar os tempos das edições anteriores”, revelando que “o traçado da Falperra é um desafio muito particular para mim. É muito rápido e quero aproveitar a parte inicial para ganhar terreno à concorrência, pois a parte mais rápida não é nada favorável do meu carro”.

    Será um fim-de-semana intenso pois “é uma rampa especial porque é mítica, com uma mole humana impressionante a apoiar e, por ser perto, vou ter amigos e família presentes”.

    Em termos de programa competitivo, a 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra terá apenas 6 subidas para o CPM JC Group. 3 de treino no sábado, marcadas, respetivamente, para as 9.00, 11.30 e 13.30 horas, com as 3 subidas oficias de prova a decorrerem exclusivamente no domingo, com horários previstos para as 8.00, 10.00 e meio-dia.

  • Arlindo Beça: “A Falperra é novidade para mim em tudo: nunca vi nem nunca corri e estou com muita expectativa!”

    Arlindo Beça prepara-se para conhecer o ambiente único da já mítica prova bracarense. Será aos comandos de um Peugeot 106 S16 que o piloto português radicado no Canadá se estreará no próximo fim-de-semana na 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra.

    E, para além do tremendo desafio que será tentar conhecer a fundo os 5,2 quilómetros da rampa, Arlindo Beça ainda terá que “voltar a aprender um carro, pois, o Toyota Carina E ainda não está pronto, estado a ser reconstruído o motor, depois do problema que nos surgiu na Arrábida e, em conjunto com a equipa MNE Sport, decidi alinhar com um Peugeot 306 S16, pois não queria, de forma alguma, faltar a este evento”.

    O piloto não esconde que “estou curioso e até ansioso por sentir todo o ambiente que me dizem rodear esta prova. Nunca corri em Braga, nem nunca tive a oportunidade de ver a rampa. Como tal, vou tentar aproveitar ao máximo o fim-de-semana e dar o meu melhor em pista, esperando conseguir um resultado bem dentro do top 10 entre os Legends, que, atendendo à concorrência reforçada que vamos ter, já seria um resultado muito positivo”.

    Em termos de programa competitivo, a 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra terá apenas 6 subidas para o CPM JC Group. 3 de treino no sábado, marcadas, respetivamente, para as 9.00, 11.30 e 13.30 horas, com as 3 subidas oficias de prova a decorrerem exclusivamente no domingo, com horários previstos para as 8.00, 10.00 e meio-dia.

  • Nuno Guimarães: “foi na Falperra que começou a minha paixão pelos protótipos!”

    Já lá vão 12 anos desde que o “Capitão da Montanha” se estreou no traçado internacional da Falperra. Daí para cá, foi sempre em crescendo a construir uma carreira notável, a que quer dar continuidade nesta edição, apontando ao triunfo nos Protótipos B.

    O craque de Peso da Régua não esconde a emoção quando lhe vem à lembrança “a primeira vez que participei nesta autêntica festa da Montanha. Foi em 2010 e a prova era a primeira do campeonato nacional. Ia alinhar com o Mazda MX5, mas o carro não ficou pronto e tinha na garagem o BRC CM02, que tinha comprado 1 ou 2 anos antes. Em boa hora isso aconteceu, pois fiquei completamente apaixonado pelos protótipos e o resto da história já é conhecido!”.

    A 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra, o “Capitão da Montanha” chega com o vínculo da invencibilidade nas lides da Divisão Protótipos B do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e destaca o facto da “Rampa da Falperra marcar o meio do CPM, pois vai ser a 4ª prova de 8 que compõem o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Após os 3 pódios da Geral e respetivas vitórias na Divisão Protótipos B, acho que chegou a hora de começar a gerir o Campeonato, até porque a Falperra é uma prova de ´velocidade´, onde o Silver Car S2 não consegue acompanhar os potentes GT ́s e muito menos os Protótipos A”.

    Como tal, Nuno Guimarães não tem dúvidas de que o segredo para o sucesso na época passa por “saber quando atacar e quando defender, e neste fim de semana a defesa vai ser a melhor forma de atacar. Um lugar nos 5 primeiros da Geral do CPM JC Group, já seria um bom resultado e como é óbvio lutar pela vitoria nos Protótipos B, onde se adivinha mais um duelo com o meu amigo Rino”.

    Quanto à prova em si, o craque da NJ Racing saliente que “vamos enfrentar um traçado rápido, onde é necessário ter muita confiança e acima de tudo ter muita “alma. Mas, para mim, o melhor da Falperra é o público. É uma honra poder correr para todas as pessoas que durante o fim de semana puxam por nós ao longo de todo o traçado. Sinceramente, acho que quem deu protagonismo à Falperra foi o seu público ao longo de todos estes anos, isto sem querer tirar qualquer valor ao CAM e seus parceiros que todos os anos organizam esta prova emblemática do desporto automóvel nacional”.

    Em termos de programa competitivo, a 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra terá apenas 6 subidas para o CPM JC Group. 3 de treino no sábado, marcadas, respetivamente, para as 9.00, 11.30 e 13.30 horas, com as 3 subidas oficias de prova a decorrerem exclusivamente no domingo, com horários previstos para as 8.00, 10.00 e meio-dia.

  • Nuno Guimarães soma e segue a brilhar na geral e a vencer nos Protótipos B!

    O “Capitão da Montanha” está verdadeiramente imparável, rubricando rampa após rampa exibições de alto nível, sempre coroadas com resultados de topo. Na Arrábida repetiu “a dose” das duas provas anteriores: triunfo pleno na Divisão Protótipos B e novo pódio absoluto.

    O craque da NJ Racing começou a sua análise à terceira prova da temporada por salientar que tinha sido “um fim-de-semana fabuloso. Parabéns à organização e às gentes de Setúbal. Fizemos 1000 quilómetros nas viagens de ida e volta para estar na prova mais a sul do campeonato, mas vale sempre a pena!”.

    Na pista, Nuno Guimarães retribuiu o carinho e a receção com uma exibição de luxo.

    O piloto já “trata por tu” o seu Silvercar S2 e contando com o seu protótipo de boa saúde, elevou o seu ritmo, subida após subida, devorando cada vez mais rápido os 3,9 quilómetros da Rampa Pêquêpê Arrábida 2022, estabelecendo na derradeira subida de prova o tempo de 1:49.375, sua melhor marca na rampa e recorde dos Protótipos B.

    A “faena” garantiu-lhe novo sucesso duplo.

    Levou de vencida a luta com Joaquim Rino pela vitória na Divisão Protótipos B e venceu ainda o “combate” que travou com Vítor Pascoal pelo pódio absoluto, terminando no 3º lugar.

    No final, a sua justa felicidade era patente: “estou muito feliz, não só pelos resultados, mas sobretudo por ter batido na última subida de prova o recorde da pista dos protótipos B!”.

    O “capitão da Montanha” realçou ainda o facto do “Silvercar ter funcionado que nem um relógio suíço. O carro mais uma vez não deu problema, o setup foi sendo ´trabalhado´ durante o fim de semana e quero agradecer aos meus mecânicos, aos meus amigos e família, mas acima de tudo aos meus patrocinadores, que têm permitido que esta época esteja a ser fantástica!”.

    O consagrado piloto de Peso da Régua quis ainda “dar os parabéns ao Vítor Pascoal, que é sempre um digno adversário. Tripulamos máquinas muito diferentes, mas com andamentos muito parecidos e o que mais nos motiva para correr é este tipo de duelos. Uma palavra para o Sérgio Nogueira que está cada vez mais rápido e a meter-se nesta luta. Ainda bem porque quanto mais competição melhor e não esquecer que o Joaquim Rino também está por cá e o meu colega de equipa António Rodrigues vai regressar muito forte!”.

    Quanto a uma possível ambição de chegar mais acima na geral, o “Capitão da Montanha” lembra que “quer o José Correia, quer o Hélder Silva utilizam duas barchettas com outro nível de performance e ambos são magníficos pilotos. O título absoluto será disputado entre eles e qualquer um deles será um digno campeão”.

    Para Nuno Guimarães, toda esta competitividade é “sinal de que o nosso campeonato está bem, está vivo e recomenda-se”. Agora, é tempo de focar já na quarta prova do ano, a Rampa Internacional da Falperra, que se realiza nos dias 6, 7 e 8 de maio, em Braga.

  • Eva Laranjeira conquistou um saboroso duplo pódio “em casa”!

    Para gáudio dos muitos sadinos presentes entre os milhares de espetadores da edição 2022 da Rampa Pêquêpê Arrábida, o pódio absoluto dos 1300 seria preenchido com a presença de Eva Laranjeira. A setubalense rubricou uma exibição sem mácula aos comandos do seu Peugeot 205 Rallye e terminou no terceiro lugar.

    A passagem da “Família da Montanha” por Setúbal é sempre um momento mágico para Eva Laranjeira. A “Dama de Aço” da modalidade viveu “um fim de semana de “coração cheio. Desfrutar de três dias em casa, na rampa do meu clube e do meu coração, com as pessoas da família, os amigos e os conterrâneos é de uma gratificação inigualável.”

    Desportivamente, a terceira jornada do ano correu de forma quase perfeita para as pretensões da craque que representa as cores da MNE Sport e do Clube de Motorismo de Setúbal.

    Ao longo de todas as subidas, cedo se percebeu que Eva Laranjeira e o Peugeot 205 Rallye assegurariam o 3º lugar nas contas globais dos 1300, almejando ainda reclamar o 2º posto na Divisão Modernos. Mais seria impossível exigir à “Dama de Aço” pois os adversários que ficaram em posições mais cimeiras, tripulavam carros com um nível competitivo muito maior.

    Como tal, no final Eva Laranjeira só poderia considerar que “a prova correu muito bem, excelente mesmo em termos de resultados para o campeonato. Os pontos obtidos são extremamente importantes para o alcance do objetivo para a época 2022, que passa por terminar no pódio absoluto dos 1300”, saindo Eva Laranjeira da Arrábida num magnifico 2º lugar da classificação geral do CPM1300 JC Group.

    Mas, o que a piloto de Azeitão não esquecerá foram os muitos gestos de carinho que recebeu: ”tive o privilégio de ser muito “mimada”, por toda a organização e pela equipa de comissários de pista. Desde ter a surpresa de ter uma curva com um placard a dizer “Curva da Eva. Go Eva Go!!!”, até receber um ramo de flores entregue em mão por todos os comissários de pista no final da prova, foi de facto um “derreter de coração”. Fiquei emocionada com a atenção e carinho que toda a equipa CMS me dedicou neste fim de semana. Uma palavra especial a esta equipa CMS que ano após ano nos congratula com um fim de semana cheio de novidades e inovações e com uma dedicação que cada vez mais é difícil encontrar!”.

    Eva Laranjeira foca agora na Rampa Internacional da Falperra, quarta prova da temporada, que acontecerá em Braga, de 6 a 8 de maio.

  • Joaquim Teixeira: “o resultado na Arrábida foi positivo e vou estar na luta pelo título!”

    Mesmo correndo num traçado pouco favorável para as características do Cupra TCR da JT59 Racing Team/Bompiso, Joaquim Teixeira logrou lutar taco-a-taco pelo triunfo na Categoria Turismo, dominando uma vez mais na Divisão 2.

    A terceira jornada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group foi construída a sul, em terras sadinas, com Joaquim Teixeira a rubricar mais uma excelente exibição.

    O “Demolidor de Trás-os-Montes” levou o Cupra TCR ao domínio nas lides da Divisão Turismo 2, destinada a carros de duas rodas motrizes com cilindrada superior a 2000cc, logrando ainda disputar taco-a-taco a supremacia na Categoria Turismo e terminar no Top 8 absoluto.

    À chegada a Setúbal, Joaquim Teixeira sabia que “a Rampa Pêquêpê Arrábida não é a mais adequada para as características do Cupra, porque o piso é muito escorregadio e sinuoso e por isso os carros de tração total têm muita vantagem”.

    Mas, isso não limitou o piloto e voltou a mostrar toda a sua competitividade, rodando sempre cada vez mais rápido, até estabelecer 1:53.906 na segunda subida oficial de prova, registo que viria a ser o seu melhor de toda a jornada: “acho que correu bem, porque baixei em segundo e meio o meu recorde pessoal na Arrábida. Nada está perdido em termos de título na Categoria, porque ainda faltam cinco provas e algumas são favoráveis ao Cupra”, realçou Joaquim Teixeira.

    “Sei que tenho estado em bom ritmo porque tenho obtido os melhores tempos entre os TCR em todas as provas do CPM, seja nos registos desta época, seja desde que estes carros correm no campeonato”, afirmou.

    Joaquim Teixeira aponta já para o que falta da época: “nas restantes provas vou continuar a lutar para vencer, sabendo que não será fácil, porque tenho uma viatura limitada mecanicamente, que não pode ser desenvolvida. Uma certeza tenho. Vão ter de contar comigo na luta pelo título até à última prova!”.

    Agora foca já na Rampa Internacional da Falperra, que decorre nos dias 6, 7 e 8 de maio, onde tudo fará para regressar às vitórias.

  • Gonçalo Janeira conquista Top 6 entre os Legends na sua estreia absoluta na Arrábida

    Num fim-de-semana sem incidentes nem problemas mecânicos, o piloto do Fundão levou o seu Citroen AX GTi ao 6º lugar final entre os Legends, conquistando precisos pontos para o campeonato.

    À chegada a Setúbal, Gonçalo Janeira tinha noção de que “esta rampa era um grande desafio para mim, não só por ser a primeira vez que corri na Arrábida, mas também pela lista de concorrentes dos Legends ser farta e forte. Correr com o AX GTI contra tantos “canhões” é obra!”.

    Cedo o piloto ficou a saborear “um traçado brutal, rápido e técnico, que compreendi subida após subida e que me deu bastante gozo fazer”, lamentando apenas que “num fim-de-semana em que, sobretudo no sábado, a chuva fez a sua aparição de quando em vez, foi pena que não tivesse aparecido nas subidas oficiais de prova, pois ter-me-ia favorecido bastante na classificação.”

    No que respeita à performance pura e dura, Gonçalo Janeira fez uma exibição em crescendo, melhorando paulatinamente as suas marcas, até estabelecer 2:15.726 na derradeira subida do programa, destacando o facto “do carro ter colaborado sempre, sem problemas de maior, fruto de um excelente trabalho da minha equipa”.

    O 6º lugar final na geral dos Legends, a que juntou a vitória no Grupo Legends Especial e o 2º posto na Classe 14, foram “os resultados possíveis, atendendo ao alto nível competitivo do campeonato. É positivo, mas não nos deixa completamente satisfeitos e queremos conseguir melhor nas próximas provas”.

    O piloto do Fundão não estará presente na Rampa Internacional da Falperra, mas regressará “na Serra da Estrela, onde estaremos a correr em casa”.

  • Rita Matos conquistou na Arrábida primeiro pódio da carreira!

    Bastaram apenas 3 provas para a pacense saborear a sempre única subida dos degraus do pódio. Na Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida 2022 levou o o seu Fiat Uno 45S a uma exibição de grande nível, conquistando o 3º lugar na Divisão Modernos e o Top 4 na geral do CPM1300 JC Group.

    Tão cedo a “rookie” pacense esquecerá o seu fim-de-semana competitivo por terras sadinas.

    Rita Matos estreou-se nos 3,9 quilómetros Rampa da Arrábida e rubricou uma exibição onde rapidez e consistência deram sempre as mãos.

    Desde cedo se percebeu que o ritmo que estava a imprimir ao Fiat Uno 45S preparado pela MNE Sport a colocava no naipe de pilotos capazes de lutar pelo 4º posto absoluto do Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group, estando ainda na liça para ficar no pódio da Divisão Modernos.

    5ª classificada na 1ª Subida Oficial, realizada na tarde de sábado, a irreverente pacense imprimiu nas subidas de domingo um ritmo incrível no “pequeno” Uno 45S, tirando mais de 8 segundos à marca de sábado!

    Tal feito levou-a a alcançar o almejado pódio na divisão e o 4º lugar entre todos os 1300, que passa a ser o seu melhor resultado de sempre.

    Com um sorriso de orelha a orelha, Rita Matos confessou, após a cerimónia do pódio, que “acabei de cumprir um sonho, ao ir ao pódio. Foi maravilhoso alcançar o objetivo do 3 lugar na divisão e o top 4 no campeonato!”, realçando ainda que “o carro esteve simplesmente impecável e senti-me capaz de forçar o andamento”.

    A piloto quer mais e vinca que “vou continuar a evoluir. Sei que ainda preciso de andar mais, mas também sei que vou conseguir!”.

    Rita Matos sai da Arrábida no 3º posto das tabelas pontuais da geral do CPM1300 e da Divisão Modernos, algo que a deixa “muito orgulhosa e motivada. Agradeço muito ao Celso Fonseca por me ajudar nesta aventura maravilhosa e estar sempre a meu lado. Estou ansiosa para a próxima rampa. Tudo será novidade na Falperra, mas também sei que tudo será possível!”.

  • Vítor Pascoal soma e segue com novo triunfo na Arrábida entre os GT

    A terceira prova da temporada 2022 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group transformou-se em mais um cenário onde Vítor Pascoal exerceu o seu domínio sobre a forte concorrência da categoria GT. O baionense esteve ainda até ao fim na luta pelo pódio absoluto, terminando em 4º da geral.

    Foi sempre em crescendo na exibição que Vítor Pascoal levou o seu Porsche 991 GT3 CUP a mais um fim-de-semana a roçar a perfeição.

    Na Rampa Pêquêpê Arrábida, Pascoal logrou ser sempre o mais rápido entre a forte armada de GT’s, sendo e destacar que o piloto foi sempre melhorando os tempos que realizou no traçado de 3,9 quilómetros da pista sadina, culminando com o seu melhor tempo, 1:49.755, na derradeira subida de prova.

    “Foi um excelente fim-de-semana. O carro esteve sempre impecável e quero dar os parabéns à minha equipa pelo excelente trabalho que tem vindo a fazer. Consegui sempre rodar muito rápido, mesmo nas poucas ocasiões em que a pista não estava seca. O traçado da Arrábida é muito desafiante e exige uma condução limpa para que se consiga ser rápido. Foi o que fizemos ao longo de toda a prova e a vitória foi mais do que justa”, realçando Pascoal ainda “o facto de a concorrência estar cada vez mais forte. Isso é bom para o campeonato e motiva-me. Os meus adversários são grandes pilotos, capazes d evencer e isso faz com que tenha sempre de dar o meu máximo em cada prova. Está a ser um campeonato emocionante!”.

    Mas, para lá das lides dos GT, Pascoal tem estado desde o arranque da época entre os pilotos que se têm destacado na luta pelos lugares de topo na geral.

    Uma vez mais, o baionense almejou imiscuir-se entre os protótipos para lutar pelo pódio absoluto, quedando-se a pouco mais de dois segundos do 3º posto, após mais um duelo com Nuno Guimarães.

    Essa “batalha” foi “uma vez mais muito interessante. Mesmo com carros tão distintos, eu e o Nuno temos lutado taco-a-taco, o que me deixa muito orgulhoso porque o meu GT é muito diferente dos protótipos concebidos para serem dominantes nas provas de Montanha. Quero dar os parabéns ao Nuno por ter, uma vez mais, conseguido. Foi por pouco, mas vamos continuar a tentar na Falperra”.

    A quarta etapa do CPM JC Group será já a 6, 7 e 8 de maio, em Braga. A Falperra será palco da única jornada comum do ano entre o campeonato principal de Portugal e o Europeu da modalidade.