Na prova em que os Legends registaram a maior lista de participantes da época, o craque famalicense aplicou-se a fundo para levar o BMW M3 da Famaconcret a mais um triunfo. Liderança do campeonato está cada vez mais consolidada.
Os 5200 metros do traçado internacional da Falperra foram bordejados por milhares de espetadores ao longo dos dois dias de competição da rampa organizada pelo Clube Automóvel do Minho e que correspondeu à quarta jornada do ano do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group, fechando assim a primeira metade da época.
E foi um fecho com chave de ouro para Luís Silva e o BMW M3. Perante um naipe de adversários forte e em grande número, o “Canhão de Famalicão” voltou a dar um recital de condução que entusiasmou os fãs da modalidade, já completamente rendidos à condução do famalicense e ao “rugido” do motor do carro bávaro pintado com as cores da Famaconcret.
De realçar que a 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra se transformou na prova onde Luís Silva enfrentou uma oposição mais forte, sobretudo nas subidas de treino, tendo sido mesmo a ser suplantado numa delas.
Mas chegados ao triplo “momento da verdade”, a hierarquia ficou reposta e bem vincada. Luís Silva foi elevando o andamento, rodando nas duas primeiras subidas de prova na casa dos dois minutos e meio, o que o colocou logo na liderança da prova, reservando para a última o melhor do fim-de-semana, ao estabelecer o fantástico “crono” de 2:28.689, terminando a Falperra com a quarta vitória consecutiva de 2022, mantendo a invencibilidade e subindo mais um degrau rumo ao pedestal do título nacional.
“Foi uma vitória muito saborosa. Primeiro, porque mantivemos a nossa invencibilidade e demos mais um passo importante rumo ao título nacional. Depois, este triunfo foi ainda mais satisfatório porque a nossa concorrência aqui esteve muito forte e isso só valoriza a nossa vitória”, assumindo o piloto que “a luta nos Legends está a ficar cada vez mais bonita e é de realçar a presença de cada vez mais pilotos. É bom para o campeonato”.
Luís Silva destacou ainda que “o BMW M3 esteve sempre fantástico e pude ir aumentando sempre o meu ritmo. Fiquei muito satisfeito com os tempos que fiz e esta foi a melhor maneira de terminar a primeira parte da época”.
Agora, são três semanas de interregno até o CPM JC Group rumar à Covilhã para disputar a Rampa da Serra da Estrela.
O consagrado piloto transmontano do Cupra TCR da JT59 Racing Team/Bompiso foi um dos “pilotos do dia” na 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra. Autor de uma exibição de gala tudo conquistou: Categoria, Divisão, Grupo e Classe, estando no comando de todos os campeonatos.
28 anos depois da sua estreia no traçado de 5200 metros da Rampa da Falperra, Joaquim Teixeira escreveu uma página de outo no seu palmarés, ao brilhar ao mais alto nível na edição 2022 da prova organizada pelo Clube Automóvel do Minho.
O “Demolidor de Trás-os-Montes” desde muito cedo que deu o mote e colocou-se no comando da Categoria Turismo logo na primeira subida de prova, realizada a meio da tarde de sábado, com um tempo excecional: 2:18.847.
A excelência da marca vê-se pelos mais de 4 segundos a que ficou toda a farta e forte concorrência, ficando logo ali bem encaminhado o triunfo a toda a linha.
Na jornada final de domingo, Joaquim Teixeira ainda enfrentaria alguns problemas técnicos, que o levaram a realizar uma marca menos boa na segunda subida de prova, mas retificou na terceira, com um tempo mais do que suficiente para terminar com uns sólidos 3,8 segundos de vantagem sobre o concorrente mais direto.
Com esta vitória, Joaquim Teixeira regressa ao comando da tabela pontual da Categoria Turismo e consolida ainda mais o seu domínio na Divisão Turismo 2 e no Grupo e na Classe onde o Cupra TCR está inserido.
Cumpri os objetivos com que vim para a Rampa da Falperra. Consegui vencer novamente a categoria Turismos, e a Divisão Turismos 2 alem das vitorias no grupo e classe. Foi um pleno vitorioso. Não foi fácil devido à competitividade dos meus adversários e os problemas no Cupra nas duas subidas de domingo. Estou satisfeito, e agora vamos partir para a próxima prova com objetivo de nova vitoria”, resumiu o piloto e “patrão” do JT59 Racing Team/Bompiso.
Agora o foco vira-se para a Velocidade: “Depois de conseguir a vitoria nesta 4 prova o nosso objetivo passa por rever bem o Cupra TCR e, já no próximo fim-de-semana, levar o meu filho Daniel a um resultado de topo no arranque do Campeonato de Portugal de Velocidade, que acontecerá no Circuito de Jarama, em Madrid”.
Para além dos problemas mecânicos que enfrentou, o bracarense sofreu um delicado problema de saúde que o afetou profundamente no domingo e quase o impedia de competir. Mas, mesmo muito debilitado fisicamente, Hugo Araújo ainda levou o BMW M3 ao 4º lugar da Divisão Turismo 2.
A 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra ficará para sempre na memória de Hugo Araújo e não pelas melhores razões, mesmo que as mesmas nada tivessem a ver com a entrega, rapidez e eficácia do jovem talento bracarense.
E o fim-de-semana até começou de forma auspiciosa, com Hugo Araújo a colocar o BMW M3 no comando da tabela de tempos dos carros da Divisão Turismo 2 na primeira subida de treinos.
Mas, de forma inglória, a sorte terminou aí: “a embraiagem cedeu na segunda subida de treinos o que nos impossibilitou de ver que tempo seria possível fazer quando aumentássemos o ritmo, pois, apesar de termos ficado com o melhor tempo dos T2 na subida inicial, eu tinha noção de que tinha ido muito controlado e com pneus velhos”, revelou o piloto.
O problema mecânico inviabilizaria a participação na única subida de prova incluída no programa de sábado da rampa, pois a equipa foi forçada a levar o BMW M3 para as instalações e fazer “horas extraordinárias” para substituir a embraiagem, de forma que Hugo Araújo alinhasse no domingo.
O piloto tinha um foco claro: “o meu objetivo era colocar a fasquia na casa dos 2:25 na subida inaugural de treinos, para depois, já com pneus novo, tentar atingir a marca de 2.19, nas duas subidas de prova, batendo assim o meu melhor tempo na Falperra, com o Subaru, que é na casa dos 2:20”.
E na referida subida de treinos até fez melhor, 2:24. e ficou montado um cenário que parecia ser muito favorável. Só que o pior aconteceu.
Hugo Araújo teve uma súbita indisposição, com dores muito fortes e só a sua garra e espírito de sacrifício o levaram a estar presente nas duas subidas finais a contar para a classificação. Assim, o piloto fez as subidas decisivas “sempre com dores cada vez mais fortes e foi um sacrifício físico e mental tremendo concluir as subidas”. Mesmo assim, os tempos alcançados levaram-no ao 4º lugar final na Divisão Turismo 2.
Depois, já à noite o cenário mais grave ficou confirmado quando num exame complementar de diagnóstico lhe foram diagnosticadas uma cólica renal e uma pedra nos rins, estando agora o piloto em repouso e sob medicação.
Em jeito de balanço e reflexão, Hugo Araújo enfatizou que “é nas adversidades que geramos sabedoria e aprendizagem e é isso que nos levará ao sucesso. Não ter nada por garantido. E assim foi, com o apoio de todos os amigos que estiveram presentes fisicamente, mas também “online”, com um grupo de amigos, pilotos e respetivas assistências sempre ao nosso lado tudo se tornou mais merecedor do sacrifício!”.
Como tal, o bracarense agradece “à equipa técnica que nos acompanhou e que encarou todos os desafios de sorriso no rosto e aos patrocinadores que tornaram possível esta participação: À Recife Peças Usadas, Trama Arquitetos e RVP Construções, o meu muito obrigado”, reservando uma palavra especial para “o meu grande amigo Rui Pinheiro, por me confiar o seu carro e mover as montanhas necessárias para me fazer conseguir alinhar”, terminando com a sua pública expressão de “uma enorme gratidão para com a equipa médica que me assistiu, Dr. Pedro Leão, Dra. Márcia Machado, Dra. Catarina e Enfermeira Ana Costa. Foram incríveis. Bem hajam!”.
O mítico traçado da Falperra recebeu a quarta prova do Campeonato de Portugal de Montanha e Sérgio Nogueira ficou muito próximo do pódio na divisão Protótipos A, onde conseguiu o 4.º lugar.
Sérgio Nogueira é um dos mais populares pilotos portugueses de Montanha e recebeu o apoio dos aficionados da Rampa Internacional da Falperra, sempre o ponto alto da temporada. O piloto de Braga, que este ano se estreia ao volante de um protótipo, tinha estabelecido como objetivo bater o tempo de 2m17s no traçado da Falperra, algo que superou logo na primeira subida de prova de domingo, onde conseguiu o registo de 2m16,198s.
No final, Sérgio Nogueira ficou a escassos 0,1s de um lugar no pódio nos Protótipos A do Campeonato de Portugal de Montanha, terminando no 4.º posto da divisão e no top 5 dos pilotos que pontuam para o CPM, resultados que confirmam a sua evolução com a barchetta italiana.
“Tal como eu esperava, foi uma emoção muito grande fazer esta rampa com este carro”, afirmou Sérgio Nogueira, que nos últimos anos pilotou um Renault Clio 2.0 RS. “São milhares e milhares de pessoas a puxar por nós ao longo de toda a rampa. É simplesmente fantástico, mesmo quando vamos àquela velocidade! Infelizmente, não tivemos o Osella a 100 por cento, mas tentámos sempre superar as dificuldades e até consegui baixar aos 2m16s, quase um segundo mais rápido do que o meu objetivo inicial. Um obrigado muito especial à minha família, aos meus patrocinadores e a todos os fãs”, agradeceu o piloto da NSF Racing Team.
Depois da Falperra, o Campeonato de Portugal de Montanha ruma ao traçado da Covilhã, para a Rampa Serra da Estrela, agendada para os dias 28 e 29 de maio.
O campeão nacional absoluto em título foi até à 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra rubricar uma sólida exibição, premiada com um 2º lugar na geral do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, recuperando a liderança da tabela pontual do campeonato.
Prometeu e cumpriu. O piloto da Power House tinha afirmado na antevisão ao evento organizado pelo Clube Automóvel do Minho que gostava do traçado da Falperra e que, a exemplo de anos anteriores, sabia poder ser muito competitivo na Falperra.
E assim foi. Hélder Silva e a Osella PA2000 EVO2 PA.30 rubricaram uma exibição onde a rapidez e a consistência estiveram sempre presentes e, numa prova em que competiram nove protótipos, os tempos obtidos ao longo de todas as subidas indicavam que a presença no pódio final seria uma consequência tão lógica quanto provável, com as marcas alcançadas a premiarem o campeão em título com o 2º lugar final.
De destacar ainda que essa capacidade de Hélder Silva em levar a consistência a um patamar tão elevado fez com que entre o melhor e o pior tempo que o piloto obteve nas três subidas de prova do fim-de-semana, a diferença fosse de apenas 414 milésimos de segundo!
“Estou muito feliz com este resultado. Foi uma rampa muito intensa e muito dura. Optamos por um andamento forte, mas sempre dentro dos limites. O nosso foco foi sempre tentar vencer entre os que disputam o campeonato e cedo percebi que o Pedro Salvador estava com um andamento impressionante. Parabéns ao Pedro pela fantástica vitória”, disse no final, com o seu habitual fairplay.
Hélder Silva realçou ainda que “este segundo lugar e a recolha da totalidade dos pontos, pois o Pedro Salvador não está inscrito no campeonato e eu tinha noção prévia disso, acabou por tornar a Falperra numa prova perfeita para os nossos objetivos. Estamos novamente no comando do campeonato, em igualdade de pontos e com todas as condições para renovar o título absoluto no fecho da época!”.
Concluída esta frenética primeira metade do campeonato, com quatro provas em seis semanas, o CPM JC Group vai ter um hiato de três semanas até ao próximo desafio, que será a Rampa Covilhã Serra da Estrela, que se disputará nos dias 28 e 29 de maio.
A 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra transformou-se em mais um recital de condução do piloto do BMW M3 da Famaconcret que, prova após prova, esta a provar de forma ainda mais vincada esta época porque é conhecido pelo “Canhão de Famalicão.
Mas na prova bracarense João Pires, também aos comandos de um M3, mas de uma geração mais recente, ainda “assustou” Luís Silva, ao ser o mais lesto na 2ª subida de treinos e forçou claramente o “Canhão de Famalicão” a elevar o ritmo nas três subidas de prova.
Aí, não deu veleidades ao único adversário que ousou, a espaços, se aproximar dos seus tempos e foi paulatinamente baixando os registos, terminando com o seu melhor tempo do fim-de-semana na terceira e derradeira subida de prova, cravando no cronómetro 2:28.689 e colocando no agregado dos dois melhores tempos uma margem final que se cifrou nuns confortáveis 7,6 segundos.
“Foi uma vitória muito saborosa. Primeiro, porque mantivemos a nossa invencibilidade e demos mais um passo importante rumo ao título nacional. Depois, este triunfo foi ainda mais satisfatório porque a nossa concorrência aqui esteve muito forte e isso só valoriza a nossa vitória. O BMW M3 esteve fantástico e pude ir aumentando sempre o meu ritmo. Fiquei muito satisfeito com os tempos que fiz e esta foi a melhor maneira de terminar a primeira parte da época”, destacou Luís Silva.
O aplauso estende-se também a João Pires que, nesta primeira presença do ano, revelou um andamento forte, coroado com um excelente 2º posto final.
Já Carlos Alberto Oliveira viveu um fim-de-semana sem qualquer problema no seu Ford Sierra Cosworth e pode assim colocar no asfalto o potencial do carro americano, assinando sempre o terceiro tempo mais rápido nas subidas oficiais, terminando num justo e recompensador 3º lugar e conquistando mais um pódio nesta época.
Saliência para a presença de 13 pilotos na Falperra integrados no Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group.
Foi total a supremacia que Salvador exerceu com a sua “barchetta” Silver Car CS, vencendo e convencendo em todas as subidas do fim-de-semana reservadas à competição reservada ao Campeonato de Portugal JC Group.
Uma palavra para a lista de participantes particular do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. 86 pilotos, distribuídos pelas diversas vertentes, marcam assim um recorde para a presente temporada que está a decorrer sob o signo da expansão para a modalidade.
E um nome sobressaiu por inteiro: Pedro Salvador.
Não é à toa que é considerado um dos melhores pilotos de montanha de sempre e, de cada vez que regressa à luta no CPM JC Group, traz consigo um talento extraordinário que o transforma num crónico candidato às vitórias.
Na Falperra, o piloto natural de Chaves rubricou o que gíria se intitula como “barba, cabelo e unhas”, ao levar a sua Silver Car CS à vitória na geral absoluta, sendo, de longe, o mais rápido nas seis subidas do programa e, logicamente, conquistando o tempo mais rápido, ao rodar na derradeira subida de prova em 1:53.895.
Foi com imenso prazer que voltei à Falperra e ao Silver Car CS. Encontrei a barchetta num estado evoluído de set up, de acordo com o trabalho que tinhamos feito no Masters. É um carro fabuloso na relação preço/ competitividade.Uma prova fantástica, em conseguimos um nível de performance assinalável, com uma moldura humana incrível. Obrigado a todos pelo apoio e muitos parabéns ao CAM por mais uma edição memorável. De momento esta foi uma participação esporádica. Confesso que gostava de fazer a Rampa de Boticas com este carro, pois para além de ser uma prova que se disputa mto próximo de casa, tem também um traçado mto interessante
Numa prova em que o naipe de protótipos era alargado e de grande qualidade, a conquista da segunda posição absoluta seria alcançada por um rápido e eficaz Hélder Silva, na Osella PA2000 EVO2 PA.30.
O Campeão nacional absoluto em título esteve sempre mais forte do que todos os restantes adversários e, como Salvador não está inscrito no campeonato, saiu de Braga com a pontuação máxima, o que o recoloca na coliderança, após as quatro provas já realizadas.
No final, Hélder Silva sentia-se “muito feliz com este resultado. Foi uma rampa muito intensa e muito dura. Optamos por um andamento forte, mas sempre dentro dos limites. O nosso foco foi sempre tentar vencer entre os que disputam o campeonato e cedo percebi que o Pedro Salvador estava com um andamento impressionante. Parabéns ao Pedro pela fantástica vitória. Este segundo lugar e a recolha da totalidade dos pontos acabou por tornar a Falperra numa prova perfeita para os nossos objetivos. Estamos novamente no comando do campeonato, em igualdade de pontos e com todas as condições para renovar o título absoluto no fecho da época.
Carlos Vieira (Nova 03 GSXR 1000) voltou a competir na Montanha e de novo na Falperra. Desconhecendo a barchetta, foi aumentando paulatinamente de ritmo e logrou reclamar um lugar no pódio absoluto final.
Nas contas da Divisão Protótipos B, quarto triunfo da temporada para Nuno Guimarães (Silver Car S2), que voltou a suplantar um aguerrido Joaquim Rino (BRC BR49 EVO), segundo colocado.
Na Categoria GT assistimos a uma verdadeira “batalha de gigantes”.
Se no dia inicial José Silvino Pires impôs o seu mais potente Porsche 911 GT3 R, a manhã de domingo apareceu com a confirmação da ausência do bracarense no segundo dia de competição, deixando a discussão do triunfo entregue a um duo: Gabriela Correia e Vítor Pascoal.
Este chegava invicto à Falperra e foi mais rápido do que a “Princesa da Montanha” na subida de prova realizada no sábado.
Mas a talentosa jovem de Braga esteve imparável no domingo, impondo um ritmo infernal ao seu Mercedes AMG GT4 e sendo mais rápida do que o Porsche do seu oponente nas duas subidas de prova, conquistando com todo o mérito a sua primeira vitória desta época.
“É sempre bom subir ao pódio na Falperra, mas tivemos alguns problemas no carro, desde logo o rapport de caixa, que era demasiado curto e que esgotava nas retas. Para qualquer piloto, disputar esta prova é uma emoção especial e, além disso, saímos daqui com mais uma pontuação importante para o nosso campeonato”, afirmou na final a jovem piloto do JC Group Racing Team.
Pascoal terminou em segundo, um bom resultado operacional sobretudo pela recolha de pontos que o solidifica na liderança da tabela pontual dos GT. Já o regressado Pedro Marques (Porsche 991 GT3 CUP) rubricou uma boa exibição, premiada com o terceiro posto final.
Nas lides competitivas da Categoria Turismo, a Falperra voltou a trazer de volta um Joaquim Teixeira verdadeiramente imperial.
O piloto transmontano do Cupra TCR construiu o seu justo triunfo na Categoria e, logicamente na Divisão T2, mercê sobretudo de uma subida inicial de prova fantástica, onde colocou os opositores a mais de 4 segundos.
“Cumpri os objetivos com que vim para a Rampa da Falperra. Consegui vencer novamente a categoria Turismos, e a Divisao Turismos 2 alem das vitorias no grupo e classe. Foi um pleno vitorioso. Nao foi facil devido à competitividade dos meus adversários e os problemas no Cupra nas duas subidas de domingo. Estou satisfeito, e agora vamos partir para a próxima prova com objetivo de nova vitoria”, afirmou Joaquim Teixeira.
No domingo geriu a vantagem e conquistou assim a segunda vitória da temporada, na frente de Luís Nunes (Skoda Fabia R5), que dominou a Divisão T1 e de Pedro Silva (Audi RS3 LMS) que para além do pódio na categoria, foi 2º na Divisão 2.
Quanto às referidas divisões, Manuel Pereira (Mitsubishi Lancer EVO) e Pedro Marques (Subaru Impreza WRX) secundaram Luís Nunes na T1, enquanto Paulo Silva (Audi RS3 LMS) garantiu o 3º posto na T2.
Na Divisão Turismo 1, voltamos a assistir a um duelo incrível entre Bruno Carvalho (Citreon Saxo) e Parcídio Sumavielle (Renault Clio RS R3), com Carvalho a triunfar com apenas 1,4 segundos. O regressado Carlos Silva (Renault Clio RS R3) assinou uma exibição de fino recorte, coroada com o 3º lugar final.
O Campeonato ruma agora até ao “teto” de Portugal Continental. No último fim-de–semana de Maio será tempo de iniciarmos a segunda metade do campeonato, com a Rampa Covilhã Serra da Estrela.
Foi total a supremacia que Salvador exerceu com a sua “barchetta” Silver Car CS, vencendo e convencendo em todas as subidas do dia e colocando-se assim na “pole” para sair vitorioso amanhã da competição reservada ao Campeonato de Portugal JC Group.
Uma palavra para a lista de participantes particular do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. 86 pilotos, distribuídos pelas diversas vertentes, marcam assim um recorde para a presente temporada.
O programa a eles reservado contemplava neste sábado duas subidas oficiais de treinos e uma de prova que decorreram sob um sol intenso, que brindou os milhares de espetadores que vibraram com uma jornada de intensa competição.
E apesar da espetacularidade que foi sempre intensa, a discussão pelos três primeiros lugares da geral não aconteceu nem entre eles, nem em relação aos demais contendores.
Isto porque, Pedro Salvador reservou para si e por larga margem as melhores marcas em todas as subidas, estabelecendo na subida de prova 1:57.088, à excelente média horária de 159,87 km/h e vai para o descanso antes da jornada de domingo já com 6,3 segundos de vantagem sobre Hélder Silva.
Por seu lado, o campeão nacional absoluto em título logrou também sacudir a pressão de José Correia e colocar a sua Osella PA2000 EVO2 PA.30 no 2º posto provisório, com 4 segundos de vantagem sobre o bracarense da Norma FC 20, terceiro classificado no fecho deste dia, resultado muito importante na luta pela liderança do campeonato absoluto, que chega à Falperra presa por seis pontos.
Em termos de tempos absolutos, uma palavra para mais uma performance de grande nível protagonizada pelo jovem vimaranense Miguel Matos. Único concorrente inscrito na Taça de Portugal de Monolugares de Montanha, o talentoso piloto do GRIIIP G1-17 focou-se mais em medir forças com os mais rápidos do CPM JC Group e logrou cravar no cronómetro a quarta melhor marca global da única subida de prova.
Luta interessante está a acontecer na Divisão Protótipos B, com Nuno Guimarães (Silver Car S2) a só conseguir sacudir a pressão que lhe foi feita por Joaquim Rino (BRC BR49 EVO) na subida de prova, conseguindo aí uma confortável vantagem de 6 segundos, isto depois das diferenças nas subidas de treino serem medidas à décima.
Nas contas da Categoria GT, José Silvino Pires impôs com naturalidade o seu “musculado” Porsche 991 GT3 R, guiando com maestria e fazendo valer a maior capacidade competitiva do seu carro.
A luta pelo segundo posto neste primeiro dia foi intensa. Protagonistas, Vítor Pascoal (Porsche 991 GT3 CUP) e Gabriela Correia (Mercedes AMG GT4), com a “Princesa da Montanha” a ser mais rápida nas duas subidas de treinos, mas a ceder 2 segundos na subida de prova, momento em que Pascoal elevou o ritmo e foi quem mais perto conseguiu rodar de Pires.
Nos Turismos, é Joaquim Teixeira que vai para o descanso após esta tirada de sábado no comando da categoria e logicamente da sua Divisão 2. O transmontano foi fortíssimo na subida “a contar”, deixando Luís Nunes (Skoda Fabia R5) a 4 segundos de distância, com este a colocar o seu carro checo na frente da tabela de tempos da Divisão 1.
O bracarense Paulo Silva levou o seu Audi RS3 LMS ao 3º lugar provisório na Categoria, sendo ainda de realçar que Parcídio Summavielle (Renault Clio RS R3) esteve imperial na refrega pela liderança na Divisão 1.
Este dia de sábado fica marcado por, pela primeira vez, Luís Silva (BMW M3) ter sentido alguma oposição forte na luta pela supremacia nas lides do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group.
João Pires, também aos comandos de um M3, mas de uma geração mais recente, ainda “assustou” Luís Silva, ao ser o mais lesto na 2ª subida treinos e forçou claramente o “Canhão de Famalicão” a elevar o ritmo na subida de prova.
Aí, Luís Silva baixou de forma significativa o seu melhor tempo do dia e construiu uma vantagem sobre Pires que se cifrou em 3,4 segundos. Mas, a luta vai certamente continuar amanhã.
Carlos Alberto Oliveira viveu um dia sem qualquer problema no seu Ford Sierra Cosworth e pode assim colocar no asfalto o potencial do carro americano, assinando o terceiro tempo mais rápido, embora já distante dos dois primeiros.
Entre os Clássicos um nome se destacou: Jorge Loures. Tripulando um Lotus Elan Coupé, logrou vencer numa das subidas de treino e repetiu o feito na subida final, suplantando o esforço dos dois Ford Escort MKII dos homens do Caramulo Racing Team.
Entre estes, Fernando Salgueiro, líder do campeonato, foi melhor, conquistando o segundo tempo a meio segundo de Loures, amealhando 2,7 segundos sobre o seu colega de equipa Ricardo Loureiro, terceiro classificado.
A discussão da liderança nos 1300 foi muito animada. Armando Freitas, que é apontado como o grande candidato a conseguir na Falperra a terceira vitória da temporada, terminou o dia a impor o seu Toyota Starlet, mas sofreu forte oposição ao longo de toda a jornada por parte do Mini Cooper S de João Pedro Peixoto, com este a rodar na subida de prova a 2,5 segundos de distância e conseguindo ter sido o mais rápido numa das subidas de treinos.
Mais dado às lides da velocidade, o bracarense Arnaldo Marques foi melhorando os tempos e terminou o dia no terceiro posto, colocando o seu Datsun 1200 a rodar a 3,8 segundos de Freitas.
O dia de domingo tem um programa madrugador, com a primeira subida para todos os concorrentes desta 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra a estar marcada para as oito da manhã.
Depois do fantástico pódio em Setúbal, a “Dama de Aço” da MNE Sport tem pela frente um desafio enorme na mítica Falperra, onde chega na segunda posição da tabela pontual do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
A 41ª edição da Altice Rampa Internacional da Falperra assume-se como “um momento único para qualquer piloto de Montanha. A Falperra tem um ambiente único, com dezenas de milhar de espetadores e o cunho internacional que a todos nos honra”, destaca Eva Laranjeira.
A setubalense tem consciência de que “a luta nos 1300 vai ser ainda mais intensa. Quase dezena e meia de pilotos, com muitos a possuírem carros muito mais recentes e muito mais potentes do que o meu Peugeot 205 Rallye, mas não enjeitamos um combate duro. Temos consciência de onde nos posicionamos e esta prova tem de ser feita com o pensamento nos pontos para o campeonato”, com a “Dama de Aço” a assumir que “num campeonato com 8 provas, é importante pontuar bem em todas elas e tem sido esse o segredo para estarmos agora no 2º lugar da geral pontual. O pódio no final da época não é uma miragem e vamos fazer tudo para o obter!”.
Quanto ao traçado da Falperra, Eva Laranjeira lembra que “apesar do começo técnico, a segunda parte da rampa é muito rápida, o que me prejudica face aos pilotos com carros mais potentes. Mas vou desfrutar e dar o meu máximo”, considerando que “um lugar nos cinco, seis primeiros lugares dos 1300 seria muito bom”. Em termos de programa competitivo, a 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra terá apenas 6 subidas para o CPM JC Group. 3 de treino no sábado, marcadas, respetivamente, para as 9.00, 11.30 e 13.30 horas, com as 3 subidas oficias de prova a decorrerem exclusivamente no domingo, com horários previstos para as 8.00, 10.00 e meio-dia.
O “team manager” da MNE Sport tem como missão coordenar a presença de 6 carros assistidos pela estrutura na Falperra. Pelo meio, volta a viver como piloto a festa única desta prova, aos comandos do Fiat Punto R3D
Está a ser mais um fim-de-semana de grande azáfama para José Carlos Magalhães. Nesta 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra, a MNE Sport irá assistir seis carros, incluindo o do próprio “patrão”.
A José Carlos Magalhães, Eva Laranjeira, Rita Matos e Arlindo Beça, o habitual quarteto de serviço, juntam-se agora Celso Fonseca e Tiago Pinto, fazendo com que “eu tenha de me focar sobretudo na gestão da equipa, para que nada falte aos pilotos que em nós confiam.”, destacou o piloto e líder da MNE Sport.
Mas haverá tempo para colocar capacete, fato, botas, luvas e balaclava, para se sentar na baquet do Fiat Punto R3D: “vai ser mais uma participação nesta rampa mítica, embora limitado pelas capacidades do carro. Vou principalmente desfrutar deste ambiente incrível e, claro, tentar extrair todo o potencial do Fiat para subida após subida, melhorar nos tempos e chegar-me o mais acima na classificação da Divisão Turismo 2, mesmo sabendo que nada posso fazer contar o maior poderio dos vários TCR e M3 presentes”.
Em termos de programa competitivo, a 41ª Altice Rampa Internacional da Falperra terá apenas 6 subidas para o CPM JC Group. 3 de treino no sábado, marcadas, respetivamente, para as 9.00, 11.30 e 13.30 horas, com as 3 subidas oficias de prova a decorrerem exclusivamente no domingo, com horários previstos para as 8.00, 10.00 e meio-dia.