Categoria: Montanha

  • Luís Silva está imparável nos Legends e conquista na Arrábida terceira vitória consecutiva da época!

    A Rampa Pêquêpê Arrábida 2022 transformou-se em mais um palco onde Luís Silva levou à cena mais um capítulo do seu talento para tripular nos limites o BMW M3 da Famaconcret. Nem um pequeno problema técnico obstou a que o famalicense dominasse os Legends e voltasse a rodar bem perto do Top 10 absoluto da tabela de tempos.

    Três provas, três vitórias e domínio avassalador nas lides do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group 2022. O “Canhão de Famalicão” está claramente em “velocidade cruzeiro” rumo ao título nacional.

    Na Arrábida foram 16,6 segundos a separar Luís Silva e o seu BMW M3 do segundo classificado, rodando sempre com uma intensidade tal que rapidamente travou quaisquer intensos da oposição.

    No entanto, a prova na Arrábida não foi senta de problemas: “logo na subida inicial, avariou o display que me permite ver qual a velocidade que levo engrenada. Isso fez com que ao longo do fim-de-semana trocasse sempre caixa sem saber em que velocidade, sendo forçado a utilizar o ouvido, o instinto e a experiência, mas limitando obviamente a minha segurança e capacidade para ir ao limite. Mas o problema ficará agora debelado e vamos para a Falperra a cem por cento”.

    Mas, mesmo com esse handicap, Luís Silva logrou bater o seu recorde pessoal da rampa, ao estabelecer 2:00.434, numa das subidas de treino de sábado, tempo que, curiosamente, deixou o piloto com um sentimento agridoce: “fiquei satisfeito por ter batido o meu recorde, mas também um pouco triste porque queria baixar dos dois minutos, embora seja uma rampa em que o meu conhecimento do traçado não seja o melhor. Fica para 2023!”.

    Agora, foco na Rampa Internacional da Falperra, onde o famalicense correrá praticamente “em casa”. Será a 6, 7 e 8 de maio e Luís Silva quer dar continuidade à sua senda vitoriosa.

  • Joaquim Rino conquista Top 5 absoluto e novo pódio nos Protótipos B

    A Rampa Pêquêpê Arrábida 2022 foi palco de mais uma excelente exibição de Joaquim Rino. Aos comandos do BRC BR49 Evo da Articimentos, conquistou o 2º lugar nos Protótipos B, terminando ainda no 5º posto da geral do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    A “faena” de Joaquim Rino na Arrábida levou o piloto a estar sempre na luta pela vitória na Divisão Protótipos B e pelos lugares cimeiros da geral do evento.

    No sábado ainda teve de enfrentar um pequeno, mas arreliador, problema técnico: “partiu o cabo do acelerador, mas a FRPOWER rapidamente resolveu o problema e o BRC esteve impecável ao longo do fim-de-semana, permitindo-me ir evoluindo nos tempos subida após subida”.

    Garantida que ficou a presença na classificação final com os dois bons tempos realizados nas duas primeiras subidas de prova, o piloto da Articimentos partiu ao ataque na última, realizando a sua melhor marca da prova, ao colocar no cronómetro 1:51.664, reconhecendo que “arrisquei um bocado, mas sentia-me bem e seguro do potencial do carro. Foi uma boa subida e bati o meu recorde pessoal nesta rampa”.

    Rino considera que “alcançamos dois bons resultados, quer à geral, quer na Divisão e, sobretudo saímos muito contentes desta jornada por termos conseguido andar tão depressa e bem”, reconhecendo que “gosto muito do traçado da Arrábida e da forma como somos aqui recebidos. Quero dar os parabéns à organização por mais uma excelente prova”.

    Joaquim Rino enfrenta já no próximo fim-de-semana a 1.ª Rampa do Reguengo do Fétal, na Batalha, concelho onde tem residência. Depois, logo a 7 e 8 de Maio, estará na sempre espetacular Rampa Internacional da Falperra, quarta prova do ano do CPM JC Group.

  • Alexandra Rino foi eficaz e voltou a pontuar na Arrábida

    Naquela que foi apenas a segunda prova da sua carreira “entre os grandes”, Alexandra Rino suplantou o enorme desafio causado pelo desafiante traçado da Rampa Pêquêpê Arrábida. O 9º posto final entre os Legends premiou uma exibição capaz e em crescendo.

    2022 é a primeira época de Alexandra Rino no seio da “família da Montanha”. A jovem teve assim, na Rampa Pêquêpê Arrábida, o segundo desafio enquanto “rookie”, depois de ter assinando uma exibição muito positiva na Rampa Porca de Murça.

    Perante um pelotão do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group em que todos os seus adversários têm mais experiência e correm com carros potencialmente mais competitivos, Alexandra Rino deitou “mãos à obra” e subida após subida, foi revelando uma segurança cada vez mais refletida nos tempos averbados.

    Três subidas oficiais de prova e três tempos muito consistentes, apesar da “rookie” de Porto de Mós assumir que “poderia ter sido em melhor em todas elas, já que cometi aqui e ali pequenos erros que, em subidas tão curtas e com tanto equilíbrio entre pilotos, se pagam sempre caro. Saio da Arrábida com a certeza de que posso fazer muito melhor, mas também sei que só com a experiência serei mais rápida e consistente”.

    No final, o 9º lugar na geral dos Legends foi “o resultado possível. Queria mais, mas também tenho noção que luto contra carros muito mais potentes, pilotados por grandes pilotos, todos com muito mais experiência do que eu. Voltar a pontuar foi muito positivo e espero conseguir ainda a melhor nas próximas corridas”.

    Quanto à adaptação à exigência e ambiente do campeonato, a jovem piloto afirma que “está a ser uma experiência ótima. Fui muito bem recebida por todos e estou feliz por poder correr entre os melhores”.

    O desafio que se segue será pleno de emoção. Alexandra Rino e o VW Golf III estarão presentes na Rampa Internacional da Falperra, que se realiza nos dias 6, 7 e 8 de maio, em Braga. À sua espera todo o colorido construído pelas muitas dezenas de milhar de espetadores que, ano após ano, rumam à rampa para saborear a única prova do ano em que a Montanha nacional tem encontro marcado com o europeu da modalidade.

  • Problema no motor do Toyota Carina forçou Arlindo Beça a desistir na Arrábida

    Apesar de ter rubricado uma boa exibição no sábado, dia inicial da Rampa Pêquêpê Arrábida 2022, Arlindo Beça ver-se-ia impedido de dar continuidade à prestação na jornada dominical, devido a uma falha no motor do Toyota Carina E.

    Já diz a sabedoria popular que um simples erro e é “a morte do artista”. De forma figurada, eis uma forma sinótica de contar o momento que ditou um desfecho frustrante para Arlindo Beça na Arrábida.

    O piloto da MNE Sport fez na prova sadina a segunda prova da sua temporada de Montanha, integrado no pelotão do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group, chegando a Setúbal muito motivado pela excelente prestação que tinha rubricado no Estoril, na abertura de época da Velocidade.

    E as subidas de sábado até “correram bem pois, apesar das condições meteorológicas que, a espaços nos trouxeram chuva, consegui ir me adaptando à pista e senti que a confiança na condução também estava cada vez mais forte”.

    De tal forma que entre o seu pior e o seu melhor da prova, Arlindo Beça conseguiu colocar uma diferença de 18,2 segundos, isto em apenas 3,9 quilómetros, algo que o deixou “satisfeito, por provar no cronómetro que consigo evoluir imenso ao longo de uma prova”.

    Mas, depois de ter conseguido um bom tempo na subida oficial, veio o veredito fatal: “eu tinha a noção que na última subida falhei uma mudança de caixa e que esse pequeno erro poderia ter consequências. Infelizmente foi o que aconteceu e, já na manhã de domingo, a equipa detetou um problema no motor e a prudência ditou que abandonássemos a rampa”.

    Arlindo Beça estará presente na Falperra, próxima prova do campeonato. No entanto, segundo o piloto “deverei utilizar outro carro, pois vamos fazer reconstrução do motor com calma, para que fique tudo perfeito”.

    A Rampa Internacional da Falperra será disputada a 6, 7 e 8 de Maio, em Braga.

  • Daniela Ferreira suplanta prova difícil na Rampa Pêquêpê Arrábida

    Um toque numa das subidas de prova condicionou performance e resultado da jovem “Guerreira da Montanha”. O 5º posto que alcançou na geral do Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group nesta edição da Rampa Pêquepê Arrábida foi magro pecúlio para a sua ambição.

    A jovem piloto da Covilhã é clara e direta na análise à terceira prova da época: “um erro meu condicionou o resultado e a exibição. A jornada de sábado foi muito positiva e demonstrei que tinha capacidade para lutar pelo Top 4 do CPM1300 e pelo pódio na Divisão Modernos, com a FRPOWER a entregar-me o Citroen C1 muito bem afinado para o traçado da rampa”.

    Só que na tirada dominical e já depois de ter rubricado duas boas subidas na sessão de “warm up” e na única de treinos do programa, Daniela Ferreira foi para as duas subidas finais de prova ao ataque e “na 2ª subida oficial de prova bati nos jerseys de betão a meio do percurso, o que fez com que o carro fica se instável e difícil de conduzir não curvava para a direita e para a esquerda fugia muito ainda assim continuei até ao fim”.

    Mesmo assim, já na derradeira subida e depois da “FRPOWER ter feito um trabalho fantástico a arranjar o carro”, Daniela Ferreira lograria “bater o meu recorde pessoal da rampa, mas sempre com a sensação que poderia ter feito muito melhor. Os nervos já eram muitos devido ao acontecimento anterior, pois nunca tinha batido e limitou um pouco a minha prestação”.

    Fiquei triste pois provavelmente chegava ao meu objetivo de tempo se não tivesse batido. Mas as corridas têm destas coisas!”, desabafou a jovem piloto covilhanense, que reconheceu que “não saí da Arrábida com o pódio, como tanto desejava, mas saí com várias aprendizagens e deu para melhorar os tempos no fim de semana. Agora resta levantar a cabeça e pensar no resto do campeonato”. Daniela Ferreira volta a competir já a 6, 7 e 8 de maio, na Rampa Internacional da Falperra, quarta prova da temporada.

  • Vitória escapa por pouco a Hélder Silva na Arrábida

    Num fim-de-semana algo atribulado, o campeão nacional absoluto em título lutou até ao fim pelo triunfo. O 2º posto final na Rampa Pêquêpê Arrábida sabe a pouco, mas mantém Hélder Silva na luta pelo título absoluto.

    Chegado à Rampa Pêquêpê Arrábida 2022 na coliderança da tabela pontual absoluta do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, Hélder Silva assumia claramente que queria levar a Osella PA2000 EVO2 PA.30 da Power House à segunda vitória da temporada.

    Mas, um pequeno erro na 1ª Subida Oficial, disputada na tarde de sábado, acabaria por ser fundamental para que o consagrado piloto da Póvoa de Varzim não atingisse o seu propósito. Numa das zonas mais técnicas do percurso, Hélder Silva fez “um pião por ter sido um pouco otimista na abordagem a uma curva. Felizmente não bati em nada, mas a subida estava arruinada”.

    O incidente fazia aumentar a pressão e a importância das duas subidas oficiais de domingo. Hélder Silva partia para a jornada final e decisiva ciente de que “tinha obrigatoriamente de estabelecer dois tempos nas duas subidas, para poder pontuar. Isso, obviamente, condicionou um pouco a nossa abordagem, porque num campeonato tão competitivo, sair de uma prova sem pontos é quase atirar a toalha ao chão na luta pelo campeonato”.

    Aproveitou da melhor forma as duas subidas de treinos matinais para reganhar confiança e reconhece que “mal recebi o semáforo verde para a 2ª Subida Oficial, consegui imprimir um bom ritmo e estava a correr muito bem até que um pequeno erro me fez perder cerca de um segundo, embora sem arruinar de vez a subida”. Registou 1:39.748, correspondente à segunda melhor marca.

    Na derradeira subida, Hélder Silva foi “com tudo” e cravou no cronómetro a marca de 1:38.834, que seria o seu melhor registo de todo o fim-de-semana e a melhor marca dessa derradeira vez que o pelotão percorreu os 3,9 quilómetros da Arrábida.

    No entanto, a performance de grande nível não seria suficiente e, no agregado das duas melhores marcas, Hélder Silva ficaria apenas a 107 milésimas de segundo do triunfo, tendo de se contentar com o 2º lugar final.

    Para o piloto da Power House o resultado “é positivo, mas deixa-nos com um sentimento agridoce. Os dois pequenos erros que cometi acabaram por nos condicionar. Mas as corridas são assim mesmo. Parabéns ao José Correia pela vitoria e à organização pela excelente rampa que nos proporcionou”. Agora é tempo de “focar já na Rampa Internacional da Falperra. Temos duas semanas de intervalo, pois a prova em Braga é já a 7 e 8 de maio. Isto dá muito pouco tempo para trabalhar na Osella. Basicamente será fazer uma revisão e adaptar as afinações para o traçado da Falperra. Temos sido sempre muito competitivos lá e vamos fazer tudo para regressar às vitórias!”, prevendo Hélder Silva que “vamos ter luta emocionante em todas as provas deste ano”.

  • 107 milésimas selaram a vitória de José Correia na Arrábida!

    O piloto da Norma FC20 alcançou a segunda vitória da temporada na Rampa Pêquêpê Arrábida powered by Caetano Power Setúbal, após um duelo intenso com Hélder Silva (Osella PA2000 EVO2 PA.30) que entusiasmou os milhares de espetadores que rumaram à serra sadina.

    Emocionante de fio a pavio. Eis a expressão que melhor define o novo duelo que foi travado pelos dois pilotos que se destacam na discussão dos triunfos nas provas do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e que são claramente os dois candidatos ao título. Na prova do Clube de Motorismo de Setúbal, José Correia voltou a suplantar Hélder Silva, mas, uma vez mais, por uma diferença mínima, o que reforça a competitividade que vai existir ao longo da época entre os dois.

    Ambos saem da Arrábida com razões para lamentarem problemas. Hélder Silva fez um pião na 1ª Subida de Prova, realizada na tarde do sábado, não tendo realizado qualquer tempo e José Correia sentiu problemas de turbo na 3ª e derradeira Subida de Prova.

    O piloto da Norma FC20 que ostenta as cores da JC Group Racing Team construiu a sua vitória com os tempos das duas primeiras subidas oficiais, com Hélder Silva a ser cauteloso na segunda subida, mercê da necessidade de registar tempos para se classificar. Conseguiu fazer o seu melhor tempo do fim-de-semana na última subida, mas, mesmo assim, o piloto da Power House apenas conseguiu diminuir a diferença e estabelecê-la em apenas 107 milésimas de segundo!

    José Correia adicionou à vitória na prova, que o coloca isolado na frente do campeonato, a melhor subida do fim-de-semana, quando rodou na 2ª Subida de Prova em 1:38.804, a uma média horária superior a 127 km/h.

    O pódio absoluto da Rampa Pêquêpê Arrábida powered by Caetano Power Setúbal voltou a contar com Nuno Guimarães, que assim assina a terceira presença consecutiva entre os três primeiros da geral.

    Rápido e eficaz com o Silvercar S2 da Divisão Protótipos B, o “Capitão da Montanha” impôs-se com naturalidade na sua divisão, e venceu Vítor Pascoal (Porsche 991 GT3 CUP) na luta pelo 3º lugar da geral, com os dois pilotos a entregarem-se a uma refrega muito intensa e interessante ao longo de todo o fim-de-semana.

    Pascoal registou ainda novo e natural triunfo na Categoria GT, sendo secundado na Arrábida pelo espanhol Bernardo Garcia de Castro Porsche 997 GT3). Este assinou a sua melhor performance da época, sendo 7º da geral.

    Quanto às contas dos Turismo, Luís Nunes impôs de forma firme o seu Skoda Fabia R5. Num fim-de-semana sem qualquer erro, o “Foguete de Valpaços” juntou às vitórias na categoria e na Divisão T1, um bom 5º posto da geral.

    Como sempre, quem mais réplica deu a Nunes foi Joaquim Teixeira. Fazendo jus ao seu cognome de “Demolidor de Trás-os-Montes” esteve sempre muito perto do piloto do Skoda e colocou o seu Cupra TCR na 2ª posição da categoria, vencendo com naturalidade a Divisão T2 e ficando bem dentro do top 10, ao concluir no 8º posto.

    Um dos “pilotos do dia” da Rampa Pêquêpê Arrábida powered by Caetano Power Setúbal foi Bruno Carvalho. O piloto gosta da rampa e alcançou a primeira vitória da temporada na Divisão 1, estando sempre mais forte do que os seus adversários.

    Mário Silva “rei e senhor” entre os Clássicos

    A luta pela supremacia no Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group foi residual.

    Mário Silva conhece o traçado da Arrábida como poucos e não perdeu qualquer faculdade como piloto. Almejou ser sempre o mais rápido com o seu Porsche Carrera RS e juntou ao seu longo pecúlio mais uma vitória na Arrábida, terminando com 11,3 segundos de vantagem sobre o mais direto dos adversários

    Interessante foi a luta pelo segundo posto entre Flávio Saínhas, a estrear um novo Ford Escort MKI e Luís Moutinho, em carro idêntico.

    Moutinho ainda foi mais rápido no sábado, mas Saínhas acabou por puxar dos galões e ser mais rápido nas duas subidas de prova de domingo, conquistando com toda a justiça o 2º posto. Moutinho fechou assim o pódio, a 1,3 segundos do seu adversário.

    Luís Silva continua imparável nos Legends

    Três provas, três vitórias e domínio avassalador. Na Arrábida foram 16,6 segundos a separar Luís Silva e o seu BMW M3 do segundo classificado, nas lides competitivas reservadas aos Legends. Mesmo tendo sofrido alguns problemas técnicos, triunfou na Arrábida e o “Canhão de Famalicão” está claramente em “velocidade cruzeiro” rumo ao título nacional.

    Quem mais perto conseguiu chegar foi Carlos Alberto Oliveira. A Power House voltou a entregar ao piloto poveiro um Ford Sierra RS Cosworth com um alto índice competitivo e sem falhas técnicas, permitindo-lhe assim explorar toda a potência do carro americano e vencer o duelo que travou com João Macedo (BMW 328is), terceiro classificado, a apenas meio segundo de Oliveira.

    Daniel Rolo assinou triunfo sólido nos 1300

    Naquela que foi a primeira aparição na época de 2022 do Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group, Daniel Rolo voltou a fazer o que melhor sabe: levar o Datsun 1200 Coupé à vitória.

    E, justiça seja feita. O triunfo foi suado pois Armando Freitas, vencedor das duas provas anteriores, deu tudo para desfeitear o piloto do Datsun, atacando até ao fim com o Toyota Starlet e terminando apenas a 3,9 segundos do vencedor. O 2º posto permitiu-lhe reforçar a liderança do campeonato.

    Para gáudio dos muitos sadinos presentes, o pódio dos 1300 seria preenchido com a presença de Eva Laranjeira. A setubalense rubricou uma exibição sem mácula aos comandos do seu Peugeot 205 Rallye e saboreou o seu primeiro pódio da temporada.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group vai regressar a norte. Será já nos próximos dias 6,7 e 8 de maio que decorrerá a Rampa Internacional da Falperra, quarta prova da temporada.

  • José Correia coloca Norma FC20 no comando após dia inaugural na Arrábida

    O “patrão” e piloto da JC Group Racing Team foi o mais rápido na única subida oficial de prova do programa de sábado da Rampa Pêquêpê Arrábida powered by Caetano Power Setúbal e dormirá assim na liderança, estando na linha da frente para a vitória absoluta na decisiva jornada de amanhã.

    Uma palavra inicial para o Clube de Motorismo de Setubal. Além de ter introduzido o “Arrabida Revival Tour”, que potenciou a animação do evento, a agremiação sadina melhorou significativamente o conforto dos espetadores e intervenientes na prova, assinando ainda uma organização de grande nível ao longo de todo este primeiro dia, marcado pela “roleta” meteorológica. Chuva intensa, mas a espaços, com o sol, felizmente a triunfar nos momentos mais importantes do programa.

    Quanto à história competitiva, José Correia sai da jornada de sábado como o grande vencedor.

    O piloto da “barchetta” Norma FC20 deu o mote ao triunfar na subida inaugural de “warm up” e na 1ª Subida Oficial de Treinos, mas a refrega pela liderança ficou garantida quando Hélder Silva ripostou e colocou a sua Osella PA2000 EVO2 PA.30 no comando da tabela de tempos da 2ª Subida Oficial de Treinos, ficando logo prometido discussão acesa para a subida de prova que fazia cair o pano sobre o programa.

    Partindo primeiro, José Correia chegou ao fim dos 3,9 quilómetros, galgando as retas e as 19 curvas do percurso em 1:39.671, à média horaria de 126,41 km/h, com o muito publico presente a ficar “em pulgas” para ver qual a resposta de Hélder Silva. Este partiu ao ataque, mas faria um peão e não concluiria a subida, ficando assim sem tempo averbado.

    José Correia levava assim de vencida a Subida Oficial de Prova e poderá encarar o dia de amanhã com menos pressão do que aquela que Hélder Silva sentirá, pela necessidade de terminar obrigatoriamente as duas subidas de prova de domingo.

    Quem esperou pelo momento certo, leia-se “subida a contar” foi Vítor Pascoal. O baionense do Porsche 991 GT3 CUP dominou a tabela de tempos entre os GT nas quatro subidas do dia, embora sempre com Bernardo Garcia de Castro (Porsche 997 GT3 CUP) e Gabriela Correia (Mercedes AMG GT4) por perto, mas focou-se sobretudo em tentar rodar entre os que vão discutir o pódio absoluto, objetivo que persegue desde o início da temporada.

    Acabou este primeiro dia com o 2º melhor tempo entre todos quantos lograram terminar a subida oficial de prova, batendo por 0,3 segundos Nuno Guimarães (Silvercar S2), terceiro da geral e melhor da Divisão Protótipos B., reeditando o duelo que ambos têm assumido desde o arranque da temporada.

    Logo atrás, com o 4º melhor tempo, encontrámos Luís Nunes. Aos comandos do Skoda Fabia R5 logrou ser sempre o mais rápido da Categoria Turismos, sendo obviamente também o mais lesto da Divisão 1.

    A cerca de um segundo do piloto de Valpaços ficou Joaquim Teixeira, o seu tradicional adversário na luta pela primazia na categoria. O piloto do Cupra TCR foi, sem oposição, o melhor da Divisão 2, almejando ainda ser 2º da categoria e 7º de geral.

    Ainda entre os Turismos, realce para a espantosa exibição de Bruno Carvalho, que dominou por completo a Divisão 3. O piloto do Citroen Saxo tem tudo para alcançar amanhã a sua primeira vitória do ano.

    Na Taça de Portugal de Kartcross de Montanha, Sérgio Mateus e Nelson Rocha, ambos em Semog, digladiaram-se à décima de segundo, com Mateus a levar a melhor na subida de prova. O duelo promete!

    Mário Silva foi “rei” nos Clássicos

    O consagrado piloto conhece o traçado da Arrábida como ninguém, continua rápido como poucos e o seu Porsche Carrera RS é muito superior às “montadas” dos mais diretos adversários.

    Foi por isso natural o seu domínio nas lides do Campeonato de Portugal de Clássicos JC Group Clássicos. Terminou o dia de sábado com 4,4 segundos de vantagem sobre um endiabrado Luís Moutinho (Ford Escort MKI), com este a deter apenas seis décimas de segundo de pecúlio sobre Flávio Saínhas, terceiro colocado.

    O Covilhanense estreou hoje o seu novo Ford Escort MKI e quererá amanhã dar luta a Moutinho pelo segundo posto.

    Luís Silva o melhor entre os Legends

    Quanto ao Campeonato de Portugal Legends de Montanha, Luís Silva e o seu BMW M3 ainda sofreram alguma réplica nos treinos por parte de Bernardo Sá Nogueira (Alfa Romeo 156), mas sempre mantendo uma liderança sólida.

    Com a ausência do piloto do carro transalpino na subida de prova, o famalicense voltou a focar-se mais em tentar fazer parte do top 10 da tabela absoluta de tempos, realizando o 11º tempo da geral, terminando, nas contas particulares dos Legends, a subida “a doer” com 10 segundos de vantagem sobre João Macedo (BMW 328is).

    Carlos Alberto Oliveira logrou rodar sem problemas de maior no Ford Sierra RS Cosworth e concluiu o dia 1 da rampa com o 3º melhor tempo entre os Legends, a 13,6 segundos de Luís Silva.

    Daniel Rolo lidera entre os 1300

    A jornada de sábado da Rampa Pêquêpê Arrábida powered by Caetano Power Setúbal foi a melhor do ano em termos de discussão da superioridade no Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group.

    Tal como antevisto, dois pilotos apresentavam credenciais para discutir a liderança: Daniel Rolo (Datsun 1200 Coupé) e Armando Freitas (Toyota Starlet).

    No fecho do dia, Rolo superiorizou-se, feito que logrou assumir em todas as subidas, mas Freitas rodou sempre perto, baqueando só na subida de prova, onde terminou a 4,5 segundos do piloto do Datsun.  Mas, amanhã, é certo que vai tentar chegar mais perto e o duelo promete.

    Dia de grande relevo foi aquele que viveu Eva Laranjeira. A setubalense esteve sólida ao volante do seu Peugeot 205 Rallye e terminou a jornada no 3º posto do CPM1300, tendo tudo para conquistar amanhã, na rampa “da casa”, o seu primeiro pódio da temporada

    Domingo, segundo e decisivo dia da Rampa Pêquêpê Arrábida powered by Caetano Power Setúbal, arrancará com novo “warm-up”, às dez da manhã, cabendo ainda na manhã dominical a 3ª subida de treinos do fim-de-semana, pelas 11.15.

    A parte da tarde reserva-se para as duas últimas Subidas Oficiais: às 13.00 e 14.15 horas, respetivamente, com a entrega de prémios a decorrer no pódio instalado junto da Secil.

  • Arlindo Beça regressa ao palco da sua estreia em Portugal e quer andar rápido na Arrábida

    Foi na edição de 2021 da Rampa Pêquêpê Arrábida que o piloto lusitano radicado no Canadá fez a sua estreia competitiva em terras portuguesas. Agora regressa ao traçado sadino com o objetivo de continuar a evoluir com o Toyota Carina E Troféu.

    O piloto fará assim a sua segunda prova do ano integrado no forte pelotão do Campeonato de Portugal de Montanha Legends JC Group, sendo grande a sua expectativa quanto à evolução que vai conseguir ostentar quanto ao seu maior entrosamento com o Toyota Carna E Troféu da MNE Sport, “montada” que escolheu para a sua época de 2022 na Montanha e na Velocidade.

    Ausente da Penha, exatamente por ter participado no arranque de época de velocidade, Arlindo Beça chega a Setúbal com o forte compromisso de se focar “em dar continuidade à minha aprendizagem enquanto piloto. Agora que tenho mais conhecimento do carro, será interessante regressar ao traçado onde foi o início da minha carreira em Portugal, e ver como me saio, pois sendo um carro novo, bem diferente do Citroen Saxo que tripulei em 2021, o desafio será enorme”, prometendo o piloto que “não sendo o principal objetivo, tudo faremos para terminar no Top 6 entre os Legends”.

    A Arrábida será importante para “continuamos a adaptar o carro à minha condução o mais possível”, revelando Arlindo Beça que “sobretudo depois dos muitos quilómetros que fiz na prova anterior no Estoril, começo a sentir que o carro é como uma luva que me serve quase na perfeição”.

    As lides competitivas da Rampa Pêquêpê Arrábida powered by Caetano Power Setúbal arrancarão na manhã de sábado com um “warm up” às 10.00 da manhã, seguindo-se às 11.00 horas a 1ª subida de treinos oficiais. Duas da tarde é o horário previsto para a 2ª subida de treinos, com a primeira Subida Oficial às 14.15, fazendo cair o pano sobre a jornada.

    Domingo arrancará com novo “warm-up”, às dez da manhã, cabendo ainda na manhã a 3ª subida de treinos do fim-de-semana, pelas 11.15. A parte da tarde reserva-se para as duas últimas Subidas Oficiais: às 13.00 e 14.15 horas, com a entrega de prémios a decorrer no pódio instalado junto da Secil.

  • Rita Matos quer conseguir mais um bom resultado entre os 1300 na Arrábida

    A “rookie” pacense que tem rubricado grandes prestações com o seu Fiat Uno 45S quer dar seguimento à evolução que ousou assumir nas duas primeiras provas da temporada. Pontuar forte entre os 1300 é o grande objetivo na Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida 2022.

    E Rita Matos dirige-se no próximo fim-de-semana a sul “desejosa desta prova. Dizem ser muito bonita e com algumas dificuldades técnicas, coisas que gosto, pois ainda me dá mais “gozo” e vontade de competir!”.

    Os 3,9 quilómetros do traçado erguido na icónica serra fronteira com o Sado e o Atlântico representam “um desafio novo para mim. Como é a primeira vez, tudo será uma experiência intensa. Tentarei ser cautelosa nas primeiras subidas, para poder conhecer bem todos os detalhes da pista e, depois, nas subidas oficiais, ser o mais rápida possível”, como assume a piloto de Paços de Ferreira,

    Rita Matos irá para a prova do CMS-Clube de Motorismo de Setúbal “sempre focada em dar o máximo, tentando melhorar e fazer o meu melhor. Estou a ganhar experiência e sinto-me cada vez mais capaz de tentar levar o Fiat Uno aos limites. O carro é único, uma verdadeira paixão!”.

    No entanto, a pressão aumenta ou não esteja a piloto atualmente num excelente 5º lugar da tabela pontual absoluta do novo CPM 1300, mercê de duas excelentes exibições nas duas primeiras provas da época.

    A posição no campeonato deixa a piloto “surpresa, dado o alto nível competitivo, com muitos e bons pilotos. Sinto-me orgulhosa e agora há que continuar neste caminho, tentando sempre pontuar o máximo possível, para tentar terminar a época numa boa posição final!”.

    No período que mediou desta a última prova na Penha, a MNE Sport apenas teve de fazer “uma verificação geral para ver se tudo está em ordem com o Uno. Como viemos a verificar ao longo das provas anteriores o carro encontra se muito fiável. E à feição da piloto!”.

    Rita Matos terá pela frente um fim-de-semana em cheio.

    A Rampa Pêquêpê Arrábida powered by Caetano Power Setúbal arrancará amanhã, sábado, com um “warm up” às 10.00 da manhã, seguindo-se às 11.00 horas a 1ª subida de treinos oficiais. Duas da tarde é o horário previsto para a 2ª subida de treinos, com a primeira Subida Oficial às 14.15, fazendo cair o pano sobre a jornada.

    Domingo arrancará com novo “warm-up”, às dez da manhã, cabendo ainda na manhã a 3ª subida de treinos do fim-de-semana, pelas 11.15. A parte da tarde reserva-se para as duas últimas Subidas Oficiais: às 13.00 e 14.15 horas, com a entrega de prémios a decorrer no pódio instalado junto da Secil.