Mesmo perante a ameaça de um fim-de-semana em que a chuva se torne um obstáculo de respeito, o “Capitão da Montanha” quer dar seguimento ao arranque notável que rubricou esta temporada. O triunfo nos Protótipos B e nova presença no pódio absoluto são objetivos assumidos pelo notável piloto duriense.
Duas provas, duas vitórias na sua divisão e duas presenças no Top 3 absoluto. Eis o pecúlio e respetiva façanha de Nuno Guimarães em 2022. O craque da NJ Racing apareceu este ano com um Silvercar S2 “no ponto” e tem feito do protótipo uma “arma” capaz de o guindar a um protagonismo tão forte quanto merecido.
Agora, é tempo de enfrentar a Arrábida. E Nuno Guimarães chega ao evento organizado pelo CMS-Clube de Motorismo de Setúbal “muito motivado pelos resultados obtidos em Murça e na Penha. Felizmente o Silvercar tem estado perfeito, o que me tem dado muita confiança para andar depressa!”.
Mas a prova do próximo fim-de-semana poderá transformar-se num desafio ainda mais difícil: “estou um pouco apreensivo, pois as previsões de chuva vão condicionar um pouco o andamento, visto estes protótipos perderem um pouco de performance à chuva, mas daremos o nosso melhor para continuar a ser competitivos, seja em que circunstâncias venha a prova a desenrolar-se”.
Por outro lado, Nuno Guimarães assume que está “bastante contente pelo retorno do meu amigo e “rival” direto Joaquim Rino, estando certo de que iremos ter mais uma “luta” saudável pela vitória na Divisão Protótipos B”.
O consagrado ”Capitão da Montanha” termina a sua antevisão destacando que está “muito feliz por voltar a Setúbal, para uma das provas mais bem organizadas do Campeonato, com um traçado desafiante e uma paisagem deslumbrante. Os meus parabéns ao CMS pelo trabalho realizado nos últimos anos!”.
As lides competitivas da Rampa Pêquêpê Arrábida powered by Caetano Power Setúbal arrancarão na manhã de sábado com um “warm up” às 10.00 da manhã, seguindo-se às 11.00 horas a 1ª subida de treinos oficiais. Duas da tarde é o horário previsto para a 2ª subida de treinos, com a primeira Subida Oficial às 14.15, fazendo cair o pano sobre a jornada.
Domingo arrancará com novo “warm-up”, às dez da manhã, cabendo ainda na manhã a 3ª subida de treinos do fim-de-semana, pelas 11.15. A parte da tarde reserva-se para as duas últimas Subidas Oficiais: às 13.00 e 14.15 horas, com a entrega de prémios a decorrer no pódio instalado junto da Secil.
O Campeonato de Portugal de Montanha ruma, este fim de semana, a um dos seus cenários mais emblemáticos e José Correia quer chegar à terceira vitória consecutiva na Rampa da Arrábida. Jovem Gabriela Correia estreia-se com o Mercedes AMG GT4 na prova setubalense e aposta em novo pódio nos GT.
A segunda prova do Campeonato de Portugal de Montanha, a Rampa da Penha, marcou a primeira vitória de José Correia ao volante do Norma M20 FC. Um momento importante para o piloto e fundador da JC Group Racing Team, que está cada vez mais adaptado ao protótipo francês, depois de vários anos ao volante de um Osella. Uma das provas que José Correia venceu com a barchetta italiana foi a Rampa PêQuêPê – Arrábida, que o bracarense ganhou em 2020 e 2021.
“De facto, o resultado na Penha deu-nos maior confiança com o Norma e queremos continuar a lutar pela vitória na Arrábida”, referiu o campeão nacional de Montanha de 2020. “Estamos na frente do campeonato, em igualdade pontual com o Hélder Silva, por isso prevejo mais uma prova equilibrada e onde teremos de estar muito concentrados”, concluiu José Correia.
Gabriela Correia tem sido uma das grandes figuras deste início de temporada, já que a jovem piloto de Braga tem conseguido levar o Mercedes AMG GT4 aos pódios (2.º lugar) na categoria GT, apesar da diferença de performance para os Porsche GT3 Cup.
“Só corri na Arrábida com o SEAT e sei que a pilotagem com o Mercedes será muito mais traiçoeira, devido às características desta rampa. Há partes do traçado onde pensamos que podemos andar a fundo, mas na realidade não se pode, é preciso gerir muito bem o risco. Além disso, o piso escorregadio vai obrigar-nos a ter outras cautelas com o Mercedes, por isso vou utilizar as subidas de treinos para estudar bem a rampa e perceber as melhores trajetórias e pontos de travagem com o GT4”, afirmou a promissora Gabriela Correia, com a sua habitual maturidade.
O Clube de Motorismo de Setúbal preparou um programa muito especial para receber os 47 inscritos na Rampa Pêquêpê Arrábida powered by Caetano Power Setúbal, 3ª prova do Campeonato de Portugal JC Group, aos quais se juntarão 15 convidados que, extra competição, alinharão integrados no “Arrábida Revival Tour”, comemorando os 40 anos da prova desde que foi realizada pela seção de automobilismo do Vitória Futebol Clube.
A exemplo do que fez em edições anteriores, o CMS prepara “festa rija” para o fim-de-semana que se avizinha, assinalando a ida até Setúbal da “Família da Montanha”.
A Rampa Pêquêpê Arrábida powered by Caetano Power Setúbal arrancará na sexta-feira, com as verificações documentais e técnicas a realizarem-se no Parque Urbano de Albarquel, em Setúbal a partir das 15h00, com o fim-de-tarde e noite a serem palco na mesma zona de uma exposição de veículos de competição e de um desfile noturno, ações pensadas para premiar os aficionados da Montanha e a comunidade setubalense.
As lides competitivas arrancarão na manhã de sábado com um “warm up” às 10.00 da manhã, seguindo-se às 11.00 horas a 1ª subida de treinos oficiais. Duas da tarde é o horário previsto para a 2ª subida de treinos, com a primeira Subida Oficial às 14.15, fazendo cair o pano sobre a jornada.
Domingo, segundo e decisivo dia, arranca com novo “warm-up”, às dez da manhã, cabendo ainda na manhã dominical a 3ª subida de treinos do fim-de-semana, pelas 11.15. A parte da tarde reserva-se para as duas últimas Subidas Oficiais: às 13.00 e 14.15 horas, respetivamente, com a entrega de prémios a decorrer no pódio instalado junto da Secil.
Quanto à antevisão competitiva, à espera das quase cinco dezenas de pilotos estarão os 3,9 quilómetros e as 19 desafiantes curvas do traçado plantado na paisagem protegida da Serra da Arrábida, num cenário único e idílico, tendo o Sado e o Atlântico como testemunhas de uma luta que tem todos os condimentos para ser acesa, juntando-se aos ingredientes muito particulares desta rampa a forte possibilidade de a chuva fazer uma aparição “musculada”, pelo menos a espaços, durante o fim-de-semana.
Por isso, tudo indica que não será um “duelo ao sol”, mas continuará a ser uma refrega de “pistoleiros” a discussão pelo triunfo absoluto.
Aqui, José Correia (Norma FC20) e Hélder Silva (Osella PA2000 EVO2 PA.30) assumem-se como favoritos, chegando a Setúbal empatados no comando da tabela absoluta do CPM JC Group, depois de terem registado uma vitória e uma segunda posição, nas duas primeiras provas da temporada.
Ainda dentro da Divisão Protótipos A, Sérgio Nogueira terá na Arrábida o capítulo número três da aprendizagem que está a assumir para poder evoluir aos comandos da sua Osella PA21 S EVO.
Numa segunda linha de favoritismo, mas motivado por um início de temporada a roçar a perfeição, Nuno Guimarães (Silvercar S2) quererá continuar a saborear o pódio absoluto, apontando ainda na manutenção da invencibilidade na Divisão Protótipos B, enfrentando aqui o regressado Joaquim Rino, ausente na Penha, que está cada vez mais afoito com o seu BRC BR49 EVO.
Nos GT a questão é saber se Gabriela Correia (Mercedes AMG GT4) ou Bernardo Garcia de Castro (Porsche 997 GT3 CUP) conseguirão impedir que Vítor Pascoal mantenha a invencibilidade que ostenta em 2022.
No entanto, o ritmo que o piloto baionense tem assinado com o seu Porsche 991 GT3 Cup tornará árdua a tarefa da “Princesa da Montanha” e do piloto espanhol.
Nos Turismos, saliência para a Arrábida voltar a ser palco de um primeiro “tira teimas” quanto à liderança pontual na classificação da Categoria.
Joaquim Teixeira (Cupra TCR) e Luís Nunes (Skoda Fabia R5) estão empatados e no traçado sadino o favoritismo poderá pender para Nunes, sobretudo se a chuva fizer a aparição prevista. Nestas circunstâncias, torna-se mesmo candidato aos lugares do pódio absoluto, mercê da tração total do carro checo, mas Teixeira tem argumentos para disputar o triunfo de forma intensa.
Ambos são, com toda a lógica, favoritos a mais um triunfo nas duas respetivas Divisões. Na T1, onde compete, Luís Nunes, a oposição virá da cada vez mais rápida Daniela Marques, Num Subaru Impreza WRX.
Já na T2, Joaquim Teixeira enfrentará um trio de respeito: Paulo Silva (Audi RS3 LMS), Manuel Rocha e Sousa (Cupra TCR) e José Carlos Pouca Sorte (VW Golf GTi). A divisão contará ainda com as presenças de José Carlos Magalhães (Fiat Punto R3D), José Salgado (Mini Cooper S) e de António Ferreira (VW Golf V GTI).
Na Divisão Turismo 1, Parcídio Summavielle fará tudo para manter a invencibilidade na época. O fafense faz o que quer do seu Renault Clio RS R3. mas sabe que terá opositores fortes, com Bruno Carvalho (Citroen Saxo) a assumir-se como o principal rival, sendo ainda expectável que, a exemplo do que fez em anteriores aparições na Arrábida, Gonçalo Inácio (Honda Civic Type R) tenha uma palavra a dizer quanto ao triunfo, estando ainda na liça José Borges (Citroen C2 R2) e Cláudio Alves (Toyota Carina 2000).
A Rampa Pêquêpê Arrábida powered by Caetano Power Setúbal será palco da primeira prova do ano da Taça de Portugal de Kartcross de Montanha. Nelson Rocha e Sérgio Mateus, ambos em SEMOG, serão os protagonistas de serviço.
Mário Silva comanda pelotão dos Clássicos
O consagradíssimo piloto marca sempre “o ponto” na Arrábida. E, a exemplo do que tem acontecido nesta nova fase da prova, traz o seu imponente Porsche Carrera RS que, em circunstâncias normais, não terá oposição, tal a diferença competitiva que o carro alemão tem sobre os demais, sendo ainda de salientar a forma como Mário Silva “espreme todo o sumo” do carro.
Mais focado em somar forte pontuação para manter a liderança da tabela pontual dos Clássicos, Fernando Salgueiro (Ford Escort MKII) será óbvio candidato ao pódio, assim como Flávio Saínhas e Luís Moutinho, ambos em Ford Escort MKI.
Os carismáticos Carlos Fava (VW 1303) e Rui Gama (Austin Clubman) completam o plantel dos Clássicos nesta Rampa Pêquêpê Arrábida powered by Caetano Power Setúbal.
Luís Silva aponta ao terceiro triunfo entre os Legends
Nas contas do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group, o favoritismo total vai para o BMW M3 de Luís Silva. O famalicense tem estado “intratável”, tendo dominado por completo em Murça e na Penha, mas vai enfrentar um pelotão vasto e “furioso” na Arrábida.
São 9 os seus opositores, estando na linha da frente Carlos Oliveira (Ford Sierra Cosworth), João Macedo (BMW 328is), Miguel Gonçalves (BMW E36 Coupé), Gonçalo Antunes “Janeira” (Citroen AX GTi) e o regressado Bernardo Sá Nogueira (Alfa Romeo 156).
Arlindo Beça dará continuidade à adaptação ao Toyota Carina E, o mesmo fazendo Celso Fonseca com o Citroen Saxo e Alexandra Rino no VW Golf GTI, com esta “rookie” do clã Rino a ser uma estreante na Arrábida. O plantel dos Legends fica completo com o Peugeot 106 GTI de Luis Santos.
“Duelo de Titãs” nos 1300
Vai ser lindo de se ver: de um lado, Armando Freitas (Yoyota Starlet), do outro Daniel Rolo (Datsun 1200 Coupé).
Ambos tem por “assinatura” vencer e convencer sempre que atacam as provas reservadas aos 1300. Como tal, estão na linha da frente do favoritismo para discutir a vitória na Arrábida, no que concerne ao Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group, sendo alta a curiosidade para ver qual dos dois se irá impor.
Quem também estará na Arrábida com motivação redobrada é a setubalense Eva Laranjeira. Confiando no seu bem preparado Peugeot 205 Rallye, a “Dama de Aço” almeja conquistar “em casa” o primeiro pódio da temporada.
Num campeonato onde o “poder feminino” é intenso, Daniela Ferreira (Citroen C1) e Rita Matos (Fiat Uno 45S) vão querer dar continuidade aos excelentes resultados que estão a alcançar na presente época, o mesmo sucedendo com José Pedro Figueiredo (Datsun 1200)
“Arrábida Revival Tour”é novidade festiva no programa da rampa
Quanto ao “Arrábida Revival Tour”, não podemos deixar de referir, entre os 15 pilotos que vão percorrer o traçado da prova, sem as pressões da competição, o nome de Ferreira da Silva. O campeão de Portugal de Montanha por nove vezes e vencedor da prova por cinco vezes, ao volante de um Ford Escort RS Cosworth, vai regressar à Arrábida.
Entre os quinze pilotos inscritos no “Arrábida Revival Tour”, destaque ainda para José Grosso (Ford Escort RS), Rui Madeira (Ford Sierra Cosworth) e Nuno Madeira (Ford Cortina Lotus), Cipriano Antunes e Alexandre Lourenço, ambos em Audi Quattro, Anibal Rolo que regressa à Arrábida com o seu espetacular Datsun 260Z e Jorge Faria com um Porsche 911 ST 2.7. Daniel Santos (Ford Escort RS) e um trio de pilotos franceses (Georges Guebey, Laurent Schultz e Michel Giraldo), preenchem o plantel.
Ni Amorim, campeão de Portugal de Velocidade e piloto com extenso palmarés internacional, atual presidente da FPAK, estará presente no “Arrábida Revival Tour” para fazer duas subidas no sábado ao volante do Opel Kadett GT/E que Pedro Queiroz Pereira, mais conhecido como Pêquêpê, conduziu. Já no domingo, será a vez de Jorge Mira Amaral se sentar no Opel Kadett GT/E e cumprir um par de subidas.
Joaquim Teixeira: “este excelente começo de época prova que posso lutar pelo título nos Turismos!”
Depois de ter vencido a categoria e a sua divisão em Murça, o homem forte da JT59 Racing Team/Bompiso voltou a brilhar na Penha, dominando novamente na divisão T2 e conquistando o 2º posto global dos Turismos.
O palmarés que tem vindo a construir com o seu Cupra TCR fala por si e 2022 colocou no seu bornal já um par de corridas bafejadas por muito sucesso.
Joaquim Teixeira prometeu no início da época que daria “o litro” para tentar chegar ao título nacional da Categoria Turismos do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2022 e, pelas duas provas já realizadas, a sua candidatura é muito sólida.
O “Demolidor de Trás-os-Montes” sai da 43ª Rampa da Penha Paisagem Protegida na coliderança dessa demanda pelo título de Turismos e plenamente na frente das contas referentes à Divisão Turismos 2.
O feito ficou consolidado na bela serra fronteira a Guimarães. O resultado na Penha, num traçado que Joaquim Teixeira assume que “não é do meu particular agrado nem se adapta às características do meu Cupra TCR, mas todas as rampas do campeonato têm de merecer o nosso respeito”.
Ora, atendendo a todas as circunstâncias destacadas pelo piloto, é claro “que o que aqui alcançamos é muito positivo. 2º da Categoria, vitória na Divisão T2 e um 6º lugar à Geral, são resultados de grande nível e tenho que ficar satisfeito. As corridas são assim. Numas ganham uns, noutras ganham outros e, neste caso parabéns a quem me ganhou. Teve mérito e eu não consegui fazer melhor. Na jornada de sábado ainda estive perto, mas no domingo já não consegui e até fiz a última subida a gerir pois o carro estava destinado a competir no Estoril, com o meu filho, na corrida que esteve marcada para o fim-de-semana que se avizinha”.
Como tal e fazendo uma avaliação desta fase inicial do campeonato, Joaquim Teixeira considera que “tal como sempre assumimos, estamos em condições de lutar pelo título e vamos tentar com toda a nossa capacidade chegar a esse objetivo”, assumindo que “quero tentar tudo para voltar a ganhar já na próxima prova, na Arrábida!”.
Joaquim Teixeira nunca esquece a sua função de Presidente da APPAM e quis realçar o facto de “a exemplo do que já tinha sucedido em Murça, a Rampa da Penha correu muito bem. Excelente lista de inscritos, muito público, muita competitividade e emoção e é isso que queremos na Montanha em particular e em todo o desporto automóvel!”.
O CPM JC Group terá essa terceira rodada da época nos dias 23 e 24 de abril. Será a Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida, em Setúbal.
A “Dama de Aço” voltou a rodar forte no Peugeot 205 Rallye da MNE Sport, conquistando preciosos pontos na para a discussão do campeonato.
Eva Laranjeira foi até à 43ª Rampa da Penha Paisagem Protegida rubricar mais uma sólida exibição. Mesmo continuando a sentir-se “muito casada, pois a intensidade profissional não abrandou, a piloto de Setúbal foi muito consistente ao longo de todo o fim-de-semana, contando também com um Peugeot 205 Rallye a funcionar que nem um relógio suíço.
Para a piloto da MNE Sport, esta segunda prova do ano “foi um desafio. Esta rampa tem um traçado que exige muita concentração. Não dá grande margem para erro. Foram dois dias de grandes desafios, e que chegou ao fim com um resultado que acaba por me deixar satisfeita”.
No entanto, a setubalense volta a lembrar que “esta época temos pela frente um desafio muito difícil, pois lutámos com armas desiguais. Tal como já referi anteriormente, a mudança regulamentar que atirou o meu Peugeot 205 Rallye pra a Divisão Modernos, competindo assim com carros quase quatro décadas mais recentes, torna a luta desigual, mas não baixarei os braços e tudo farei para conquistar o pódio no final do campeonato”, estando presentemente na terceira posição do CPM1300 JC Group, com 35 pontos.
A próxima prova é muito especial para Eva Laranjeira: “chegou o momento de correr na Arrábida. É sempre uma emoção enorme correr em Setúbal e, ainda para mais na prova organizada pelo clube que represento. Vou dar o meu melhor a defender as cores de Azeitão e de Setúbal!”.
Começou de forma positiva a campanha 2022 do piloto do Fundão. Num Campeonato de Portuga Legends de Montanha JC Group onde a competitividade é intensa.
A exibição de Gonçalo Janeira na 43ª Rampa da Penha Paisagem Protegida aos comandos do seu Citroen AX GTi voltou a provar a capacidade que o piloto tem de andar muito rápido.
Nada “assustado” com o facto de desempenhar o papel de “David” face aos “Golias”, leia-se, pilotos com carros muito mais potentes do que o seu AX GTi, o craque do Fundão realça, mesmo assim que “este ano a lista de inscritos no campeonato Legends, é de se lhe tirar o chapéu, com carros bons e muito competitivos. Vai de certeza ser um campeonato muito bem disputado, como já se percebeu na Rampa da Penha e, mesmo sabendo a dificuldade, vamos querer estar na luta pelo pódio final”.
Realçou ainda que “só o facto de estar de regresso a fazer aquilo que tanto gosto já é bom, mas ao fim do primeiro dia e verificar que consegui baixar cerca de 10 segundos em relação ao ano anterior, foi para mim fantástico!”.
E, para lá do bom resultado que alcançou, Gonçalo Janeira destaca “a satisfação que senti mal cheguei à Penha por estar de regresso. Não pudemos estar em Murça por motivos de força maior e estava com uma vontade enorme de competir e encontrar essa gente boa da Família da Montanha”.
O piloto serrano do Citroen AX GTI terminou agradecendo “aos meus patrocinadores, Fundão 365 dias à descoberta, Freguesia do Castelejo, Mepisurfaces, Quinta do Carvalho, X-power, TCC Transportes, Agreste, J.JANEIRA, Create by JF Auto Peças e A.Mingote Motorsport. A eles, à minha equipa e à minha família dedico este bom resultado”.
A 43ª rampa Internacional da Penha Paisagem Protegida representou para a jovem “Guerreira da Serra” mais uma estreia com sucesso, desta feita num dos traçados mais icónicos da Montanha.
Já não é novidade para ninguém que Daniela Ferreira “espreme todo o sumo” que o pequeno Citroen C1 da FR Power tem para dar.
A aguerrida jovem piloto da Covilhãfaz da sua garra e do foco que coloca no trabalho para evoluir, sendo sempre de salientar que, na prova organizada pelo Demoporto na serra fronteira a Guimarães, Daniela Ferreira fez apenas a quinta prova da sua carreira de piloto!
E foi ver a forma como ao longo do fim-de-semana foi colocando valores cada vez mais baixos na tabela de tempos, começando a merecer uma intervenção “musculada” nas capacidades técnicas do C1 que, por enquanto, está limitado na performance por obedece religiosamente ao nível de preparação do Troféu C1 Learn & Drive de velocidade.
O seu Top 10 nas contas do Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group, correspondente ao 8º lugar entre os carros da Divisão 1300 Modernos, permitiu-lhe recolher mais alguns preciosos pontos, nesta caminhada rumo a uma época que tem tudo para ser muito positiva.
“Sobre a minha exibição na Rampa da Penha, estou satisfeita com a minha exibição. Fui ganhando confiança no carro e, com o traçado cada vez mais decorado, comecei a colocar em prática o que me iam ensinando para melhorar os tempos ao longo do fim de semana. Superei os tempos em cada subida ao volante do Citroen C1, já conseguindo andar mais rápido e em segurança. Esta a ser uma aprendizagem positiva e começo a desejar ter um carro mais preformante!”, resumiu a “Guerreira da Serra”. Concluída a segunda jornada da época, Daniela Ferreira aponta já a outra estreia: “estamos já a pensar na Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida, prova que há muito queria fazer”, e que decorrerá nos dias 23 e 24 de abril.
O piloto de Fafe esteve verdadeiramente irrepreensível impondo-se na Divisão Turismos 3 na prova vimaranense, tirando todo o ‘sumo’ possível do seu Renault Clio, mostrando que ainda está aí ‘para as curvas’, apesar da continuidade na totalidade do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2022 ainda não estar assegurada.
Consistente, rápido e senhor dos seus objetivos, Parcidio Summavielle mostrou que é um dos valores seguros da montanha, suplantando uma concorrência que não deu tréguas, ainda que fora de pista uma grande amizade ligue todos os concorrentes. Isto apesar do piloto fafense não esquecer a realidade difícil que o país e o mundo atravessam.
“A primeira nota que quero deixar é que dedico esta segunda vitória do ano à Ucrânia. Não podemos ficar indiferentes ao que está a viver aquele povo, cujo sacrifício é em nome da liberdade e da democracia de todos nós. Por isso acho que temos de estar solidários com o sofrimento que aquela população está a viver”, assinala Parcídio Summavielle.
O piloto-edil destaca também o estado de graça que vive o Campeonato de Portugal de Montanha: “A competição deu mais uma vez prova da sua vitalidade, da sua pujança. Quer pela qualidade e quantidade dos inscritos, com destaque para a presença de sete mulheres, quer pela organização fabulosa”.
Quando à sua prestação, Summvielle realça que “correu muito bem, com o Clio a mostrar que está muito bem preparado. E aí assinalo o trabalho fantástico da equipa, a Retificadora de Guimarães. Preparamos muito bem esta rampa e o resultado está à vista”.
Para o piloto de Fafe este triunfo na Penha foi valorizado pela luta que os seus adversários na Divisão 3 lhe deram. “Ganhamos bem, face a adversários fortes, que nos deram luta. Por isso foi uma vitória muitíssimo saborosa. Somos amigos fora de pista, mas lá dentro, é clar, todos queremos ganhar e sermos os mais rápidos”, considera.
Não obstante este êxito o futuro e a continuidade no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group é uma incógnita, porquanto Parcídio Summavielle ainda não reuniu os ‘sponsores’ que lhe permitam fazer face à totalidade da temporada.
“Está a ser muito complicado reunir apoios, pelo que a época está a fazer-se passo a passo. Para já vou fazer a Arrábida, com a ajuda da minha equipa, pois trata-se já de uma deslocação muito onerosa. Além disso tenho o Clio à venda e a Penha serviu também para surgissem mais alguns interessados. Por isso vou a mais uma prova, tentando dar mais alegrias e usufruir, e depois veremos o que se segue”, remata o piloto de Fafe. O CPM JC Group terá a sua terceira da época nos dias 23 e 24 de abril. Será a Rampa PÊQUÊPÊ Arrábia, organizada pelo CMS.
O “Canhão de Famalicão” tem estado com a pontaria tão afinada em 2022 que as vitórias nas duas primeiras provas entre os Legends foram “assunto arrumado” e sem oposição. Como tal, busca na “guerra” dos tempos à geral motivação extra para ir em busca de mais rapidez e competitividade.
Não existem dúvidas de que Luís Silva e o seu imponente BMW M3 formam um binómio popular dentro do vasto e rico plantel da Montanha nacional. Em 2022, rumaram para o Campeonato de Portugal Legends de Montanha e Luís Silva refere que tal opção “se deu por querer um desafio diferente dos Turismos, tendo até em vista a possível participação no mesmo Campeonato Legends mas de velocidade”.
O famalicense estava “à espera de muita oposição, mas nestas duas primeiras provas o ritmo a que rodamos foi muito mais intenso do que o dos nossos principais concorrentes e as duas vitórias acabaram por ser a consequência lógica do domínio que exercemos”.
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No que se refere particularmente à 43ª Rampa da Penha Paisagem Protegida, o triunfo nos Legends foi avassalador. Fazendo jus ao seu cognome de “Canhão de Famalicão”, o piloto do BMW M3 rodou num patamar inalcançável para os demais, ficando mais focado na luta por uma presença no top 10 absoluto da tabela absoluta de tempos da prova. Iria terminar em 11º.
A sua melhor subida de prova foi a segunda, cravando no cronómetro a marca de 1:36.739, com mais nenhum dos muitos contendores dos Legends a lograr baixar do 1:50. No agregado dos tempos das duas melhores subidas, Luís Silva terminou com um avanço de 27,3 segundos!
O piloto do BMW M3 da Famacroncret tem assim “via aberta” para o título no Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Grou
Olhando para mais esta exibição e consequente resultado de topo, Luís Silva sente que “mesmo sabendo que ainda faltam seis provas para o términus da época e que tudo pode acontecer, desejando eu que a oposição nos Legends venha a ficar muito mais forte, pois gosto de competir taco-a-taco, no presente momento busco um extra de motivação na tentativa de ficar dentro do Top 10 na tabela absoluta de tempos e será com esse objetivo suplementar que abordarei a próxima prova na Arrábida”, que acontecerá nos dias 23 e24 de abril.
Quanto aos planos para a velocidade tiveram de ser alterados: “como este ano, ao contrário do que sucedeu em épocas anteriores, a Montanha e as provas de velocidade que incluem os Legends vão ter duas datas coincidentes, já não poderei disputar o CPLV como pretendia, pois, darei sempre prioridade à montanha durante esta época”. No entanto, o craque da Famaconcret não coloca de lado “fazer uma ou duas provas, se se proporcionar”.
Rita Matos voltou a cumprir todo o plano de ação traçado para aquela que era apenas a segunda prova enquanto piloto. Ao longo dos dois dias da 43ª Rampa da penha Paisagem protegida, a piloto de Paços de Ferreira mostrou segurança e capacidade para ir sempre em busca de mais velocidade e de melhores tempos.
E foi notória a sua progressão e a cada vez maior confiança para levar mais perto dos limites o Fiat Uno 45S da MNE Sport.
Ao longo das sete subidas do programa da rampa, Rita Matos logrou baixar mais de 11 segundos (!) desde a marca de referência na subida de treinos inicial, até à sua melhor marca, 2:12.986, que rubricou na derradeira subida de prova.
“Foi uma prova maravilhosa. Estou quase sem palavras. Consegui melhorar praticamente em todas as subidas. Hesitei um bocadinho na segunda subida oficial e aí o tempo foi menos bom, mas na terceira dei tudo e estou muito feliz por ter conseguido chegar aos 2:12 e ter voltado a pontuar forte nos 1300!”, salientou Rita Matos.
Desafiada a fazer um balanço destas duas primeiras provas da sua carreira desportiva, a pacense confessa que está a “adorar a experiência e sobretudo muito feliz com o facto de me estar a adaptar bem a toda este mundo, a esta tensão e vontade de competir e melhorar. Eu consigo controlar muito bem o sistema nervoso e acho que isso também ajuda imenso. E depois, é claro, é o gosto pelos carros que me fascina e faz sempre conseguir o melhor”.
Rita Matos nunca olvida o agradecimento que tece “ao Celso, à minha equipa e aos meus patrocinadores, Junta Freguesia de Raimonda, Celso Fonseca Automóveis, Douro Alves Automóveis, Auto Rufino, Capital dos Leitões, BestSofa, DeSono, Ervanaria S.Pedro de Rita Matos, MarguiLusi Construções Lda, VilaDouro e GuestHouse”. A terceira prova da temporada decorrerá a Sul.
A “Família da Montanha desloca-se para Setúbal, para disputar a edição 2022 da Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida, nos dias 23 e 24 de abril.