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  • José Lameiro: “vamos a Boticas sobretudo para testar novas soluções”

    José Lameiro: “vamos a Boticas sobretudo para testar novas soluções”

    Já com a conquista do 2º lugar no campeonato garantida, José Lameiro apresenta-se na edição 2024 da Rampa de Boticas sem qualquer pressão. O piloto da Diatosta vai aproveitar para continuar a evoluir o Skoda Fabia Super Car, sem deixar de querer voltar a estar no Top 3 absoluto da Categoria Super Challenge.

    “Estou muito contente pela lista de inscritos!… mais de 90 pilotos, que maravilha!… A Montanha merece!”, releva José Lameiro na abordagem à Rampa de Boticas,  prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Casa cheia na prova organizada pelo Demoporto, num palco desafiante em pleno coração de Trás-os-Montes.

    O piloto da Diatosta encara a rampa “sem pressão alguma. O campeonato está decidido e muito bem entregue… o Luís Nunes é Campeão e com todo o mérito!”.

    Também o seu 2º lugar final na tabela pontual não corre perigo e, por isso, a presença em Boticas será aproveitada para “testar algumas soluções de afinação diferentes. As que temos atualmente não nos permitem evoluir mais e temos de teremos de descobrir como ser mais rápido!”.

    José Lameiro sente-se “extremamente satisfeito com o campeonato, não só pela sua competitividade, que é enorme, pelo impacto junto do público, que cresce a olhos vistos, mas sobretudo pelo ambiente vivido. É mesmo a Família da Montanha e eu, a minha família e a minha equipa adoramos fazer parte desta comunidade!”.

    No entanto, o piloto aveirense ainda não sabe se fará a época de 2025 “a tempo inteiro. Nós teremos de perceber o que fazer para estarmos a altura de ganhar em 2025, se a minha opção passar por fazer o campeonato a tempo inteiro, algo que ainda não esta decidido, mas que não será fácil para mim”.

    O programa competitivo da Rampa de Boticas arranca às 13:30 do próximo sábado, 21 de setembro, com o dia inaugural a ter duas sessões de treinos oficiais e a 1ª Subida de Prova. No domingo, 22 de setembro, arrancará às 10 da manhã, com uma sessão de treinos livres, seguindo-se mais uma sessão de treinos oficiais, antes da 2ª e 3ª Subidas de Prova, estando a entrega de prémios aprazada para meio da tarde.

  • Porsche Sprint Challenge Ibérica: Manuel Alves e Borja Garcia triunfam em Valência!

    Porsche Sprint Challenge Ibérica: Manuel Alves e Borja Garcia triunfam em Valência!

    Num fim-de-semana de grandes batalhas no Circuito Ricardo Tormo, foi finalmente quebrada a invencibilidade de Manuel Alves. Se o veloz piloto português da LOB Motorsport ainda conseguiu exercer o seu domínio na jornada de sábado, vencendo o Qualifying e dominando a Corrida 1, impondo assim o seu Porsche 991.2 GT3 Cup pela sétima vez consecutiva, já o domingo coroou uma espantosa exibição do espanhol Borja Garcia. A jogar em casa e na sua estreia nesta série, o piloto valenciano dominou por completo a corrida, colocando o Porsche 992 GT3 Cup da Equipo GT Corse no degrau mais alto do pódio, entusiasmando os milhares de espetadores presentes no circuito.

    A moldura humana que preencheu de forma bem volumosa as bancadas do Circuito Ricardo Tormo, em Valência, transformou-se num prémio para o espetáculo proporcionado pela Porsche Sprint Challenge Ibérica (PSCI), bem como das outras competições incluídas em mais um NAPA Racing Weekend.

    Quinze equipas comparecerem nesta quarta ronda da época 2024 da Porsche Sprint Challenge Ibérica e, para além de muita animação nas sessões de treinos, as duas corridas foram muito intensas, com o pelotão da ‘armada’ Porsche a discutir taco-a-taco as posições na geral e, em especial, a discussão da supremacia nos Grupos e nas Classes da competição.

    Manuel Alves dominou o primeiro dia

    Na jornada saturnina, apenas a sessão inaugural de treinos livres escapou às garras de Manuel Alves. Depois, o piloto da LOB Motorsport impôs o seu Porsche 991.2 GT3 Cup na 2ª sessão de treinos livres, bem como no Qualifying, disputado ao início da tarde, garantindo a “pole-position” para a Corrida 1, embora o tenha feito perante forte oposição de Gonçalo Fernandes (Porsche 991.2 GT3 Cup), que se quedou a magros 170 milésimos de segundo.

    O modelo 992 GT3 CUP levaria aos três lugares seguintes da grelha o ucraniano Yuri Protazov (Hadeca Racing), o espanhol Jorge Ramirez (RGB Racing Team) e o colombiano Juan Vega (Hadeca Racing), com Vasco Barros a ter uma qualificação menos bem conseguida, não passando do sexto tempo, colocando assim o seu Porsche 991.2 da LOB Motorsport apenas na terceira fila da grelha. Rui Miritta, da Monteiros Competições, foi claramente o melhor do grupo 991.1, registando o 10º tempo.

    E quando, ao cair da tarde, ‘o safety-car’ da PSCI saiu da frente do pelotão, permitindo que acontecesse a partida da primeira refrega do fim-de-semana, a expectativa era enorme quanto a um possível duelo intenso entre os dois portugueses que ocupavam a fila da frente. Mas tal não sucedeu.

    Manuel Alves foi muito mais rápido no arranque do que Gonçalo Fernandes e manteve de forma clara a liderança na saída da primeira curva, enquanto Fernandes se via ‘engolido’ por um pelotão agressivo, caindo mesmo para a terceira posição ao ser ultrapassado por Yuri Protasov. Por sua vez, Vasco Barros protagonizou um arranque canhão e saltou para 4º, colando-se de imediato aos dois pilotos que estavam à sua frente e começou aí um duelo a três, que se transformou num dos destaques da corrida.

    Manuel Alves aproveitou de forma clara essa luta e fez crescer a sua vantagem até 5 segundos, pecúlio que veria desfeito à 7ª volta quando o safety-car foi despoletado devido a um pião e saída de pista de André Fernandes, no Porsche 992 GT3 CUP preparado pela Veloso Motorsport.

    A corrida foi retomada duas voltas mais tarde. Manuel Alves não se deixou surpreender e manteve a liderança, começando logo a afastar-se do trio que voltou ao duelo pelo 2º lugar, sendo de realçar que, com o reagrupamento do pelotão, Protazov, Fernandes e Barros viram aproximar-se mais dois pilotos, o espanhol Jorge Ramirez (RGB Racing Team) e o colombiano Juan Vega (Hadeca Racing).

    Uma volta depois, foi o caos. Numa travagem forte para uma esquerda no miolo do circuito, Vasco Barros mergulha para a curva, ultrapassa Gonçalo Fernandes, mas toca em Yuri Protazov e os dois despistam-se. Felizmente, conseguiram regressar à prova, mas perdendo alguns lugares, com Protasov em sexto e Barros no décimo posto, começando ambos, desde logo, a recuperação.

    Lá na frente, Manuel Alves pilotou de forma firme, mas tranquila, recebendo a bandeira de xadrez com os 5 segundos de vantagem repostos sobre Gonçalo Fernandes que, entretanto, se tinha desenvencilhado dos ataques de Ramirez e Vega, garantindo o 2º lugar na corrida.

    A luta pelo 3º lugar foi mesmo até à linha de meta, com Jorge Ramirez a tudo tentar para suster os ataques de Juan Vega, com o duo a começar a preocupar-se com a aproximação de Yuri Protasov que, entretanto, já tinha subido para 5º. A 2 voltas do fim, rodavam já os três colados e, na última volta, Jorge Ramirez garantiria o 3º lugar mercê do duelo entre os dois pilotos da Hadeca Racing. Protasov passou o seu colega de equipa, com este a devolver-lhe a manobra e a garantir o 4º lugar, na frente do ucraniano.

    Como é óbvio, Manuel Alves juntou ao triunfo da geral, a vitória no grupo 991.2 e na Classe PROAM. Já Gonçalo Fernandes venceu na Classe AM e Jorge Ramirez no Grupo 992.

    6º da geral, o ucraniano Oleksandr Dobik levou um dos Porsche 992 GT3 CUP da Hadeca Racing à supremacia na Classe GD, enquanto Rui Miritta, 8º absoluto, venceu com autoridade no Grupo 991.1, sendo de realçar que Francisca Queiroz voltou não só a ser a melhor piloto feminina, mas também a colocar o 992 GT3 Cup da Orbital Ignition Racing Team no Top 10 da corrida.

    Corrida 2: Borja Garcia vence ‘em casa’ e termina com invencibilidade de Manuel Alves

    À oitava corrida da época, a Porsche Sprint Challenge Ibérica conheceu um novo vencedor: Borja Garcia. O piloto espanhol estava literalmente a correr no “seu quintal”. Valenciano, apresentava-se à partida com o handicap de nem sequer ter tripulado o Porsche 992 GT3 Cup da Equipo GT Corse nos treinos, onde o mesmo esteve sempre a cargo do seu colega de equipa Alejandro Barambio.

    Quis o alinhamento da grelha de partida – com a distribuição dos lugares a ser feita pela classificação da Corrida 1, invertendo-se as 8 primeiras posições – que Borja Garcia ocupasse um dos lugares na primeira fila, ao lado de Vasco Barros, premiado com a ‘pole’, mercê do seu 8º posto na corrida de sábado. Atrás do duo, os ucranianos Dobik e Protasov preenchiam a 2ª fila da grelha, Vega e Ramirez a 3ª e Fernandes e Alves estavam na 4º. Com um naipe deste quilate o arranque prometia ser aceso e a corrida também. E as previsões não desiludiram.

    No arranque, Borja Garcia foi o mais forte, curvando na primeira esquerda na frente de Vasco Barros que, de imediato, perdeu mais uma posição, sendo ultrapassado por Yuri Protasov. Enquanto isso, Manuel Alves galgava quatro posições, subindo a 4º da geral, colando-se a Barros e Protasov, dando a entender que estava já a protagonizar um das suas habituais recuperações imperiais nas segundas corridas da PSCI.

    Mas, de imediato se percebeu que o ritmo de Borja Garcia era impressionante. O valenciano escapou do trio que o perseguia e foi aumentando a vantagem volta após volta, enquanto Manuel Alves subia ao 3º lugar, por troca com o seu colega de equipa, logo no fecho da volta inicial, começando a atacar o 2º posto de Protasov, ultrapassando o piloto ucraniano no início da 3ª volta, conseguindo, de imediato, separar-se do piloto da Hadeca Racing, que tinha agora de enfrentar Vasco Barros, Jorge Ramirez e Juan Vega numa batalha pelo 3º posto.

    1,6 segundos era a diferença que separava o líder, Borja Garcia, do perseguidor, Manuel Alves no final da 3ª volta e ainda havia muita corrida pela frente. Nas voltas seguintes, o português forçou o andamento e ainda conseguiu reduzir até cerca de 1 segundo de distância, à passagem da 6ª volta da corrida, mas, com o passar do tempo e das voltas, os pneus traseiros do 991.2 GT3 Cup da LOB Motorsport começaram a perder eficácia, enquanto Borja Garcia mantinha um andamento forte, sem erros, voltando a distanciar-se até receber a bandeirada de xadrez isolado, com 3,2 segundos de vantagem sobre Manuel Alves, conquistando uma vitória tão preciosa quanto justa nesta sua estreia na PSCI, terminando com a invencibilidade do adversário.

    Borja Garcia juntou à vitória na geral, o triunfo no Grupo 992 e na Classe PROAM, enquanto Manuel Alves juntava ao seu bornal mais um triunfo no Grupo 991.2.

    Entretanto e na mesma volta número 6, Vasco Barros consegue ultrapassar Yuri Protasov e coloca-se no 3º posto, lugar que manteria até final. Já Protasov, Vega e Ramirez passaram a ter a companhia do português Gonçalo Fernandes, formando-se um quarteto na discussão do 4º lugar.

    Com o passar das voltas, também aqui os pneus começaram a ser um fator decisivo. Protasov e Veja sacudiram a pressão dos seus dois adversários, com a dupla da Hadeca Racing a conseguir mesmo chegar novamente perto de Vasco Barros, enquanto Gonçalo Fernandes suplantava Jorge Ramirez e subia ao  6º lugar.

    Yuri Protasov ainda ultrapassou Vasco Barros, cruzando a linha de meta em 3º, mas, uma tripla penalização que somou 15 segundos, por exceder várias vezes os limites de pista, atirou o piloto para o 5º lugar, recuperando Vasco Barros a 3ª posição e Juan Vega a almejar subir ao 4º posto.

    Oleksandr Dobik levou para casa mais um troféu referente a nova vitória na Classe GD, tendo sido 9º absoluto nesta Corrida 2. Rui Miritta voltou a ser o mais forte no Grupo 991.1, fechando a prova o Top 10 da geral, na frente de Francisca Queiroz, a melhor feminina.

    Quanto ao balanço do fim-de-semana, José Monroy, líder da P21 Motorsport destacava “a excelência do espetáculo que o nosso campeonato proporcionou a estes mais de dez mil espetadores que acorreram ao circuito. Tivemos dois vencedores diferentes, grandes batalhas no miolo do pelotão e um excelente nível organizativo. São fins-de-semana cm oste que nos motivam a tentar fazer mais e melhor no futuro!”. A Porsche Sprint Challenge Ibérica muda-se agora de armas e bagagens para Jerez de La Frontera, onde se disputará a 5ª ronda, aprazada para 5 e 6 de outubro.

  • Filipe Nogueira: “este 2ª lugar soube a pouco e condiciona as contas do Campeonato”

    Filipe Nogueira: “este 2ª lugar soube a pouco e condiciona as contas do Campeonato”

    Aos comandos do Renault Clio R3T da CRN, a dupla constituída por Filipe Nogueira e Pedro Teixeira rubricou uma boa exibição no Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves Verin, tendo sido terceiros da geral das duas rodas motrizes nas contas do Promo 2RM e segundos entre as equipas que pontuam para esse campeonato, resultado aquém do ambicionado pelo piloto de Baião.

    Filipe Nogueira chegou ao rali organizado pelo CAMI Motorsport na segunda posição do Campeonato Promo 2RM de Ralis e com o firme propósito de tentar vencer para chegar perto da liderança.

    O desenrolar da prova acabaria por deixar longe tal objetivo: “tinha a ambição de neste Rali da Água poder estar na luta pela vitória, mas, o tempo perdido nas últimas duas especiais de sexta-feira, onde fomos claramente prejudicados por teros disputado as mesmas já de noite e osos nossos adversários ainda de dia. Isso causou-nos um atraso significativo e tornou quase impossível a tarefa de recuperar na segunda e última etapa”, considerando Filipe Nogueira que “foi muito injusto. Não vejo qualquer vantagem em realizar troços de noite, nem para público, que não comparece, pois só vê luzes, nem para pilotos. E, a realizarem-se, não pode ser de dia para uns e de noite para outros, sob pena de ferir a verdade desportiva”.

    No sábado, apesar de terem feito jogo de igual para igual com os adversários diretos, Filipe Nogueira e Pedro Teixeira não lograram fazer desaparecer o atraso acumulado no dia anterior, mantendo o 3º lugar entre todos quantos competiram dentro do Promo 2RM na prova, que correspondeu ao 2º posto entre as equipas que pontuavam para o campeonato.

    “Este segundo lugar sabe a pouco, quando apenas a vitória nos interessava. Assim, Continuamos a ocupar o 2º nesta competição e, os cinco pontos perdidos, tornaram mais difícil chegar ao título. Mas, mesmo sabendo que já não dependemos só de nós, vamos preparar o Rali Vidreiro com a mesma determinação de sempre e espero sinceramente que haja uma alternativa ao Rali de Viana do Castelo para podermos somar pontos, pois esse rali fazia parte dos que elegemos este ano. E caso não se realize são pontos que nos vão fazer falta”, realça Filipe Nogueira.

    O Rali Vidreiro Centro de Portugal irá para a estrada nos próximos dias 11 e 12 de outubro, sendo organizado pelo Clube Automóvel da Marinha Grande.

  • Carlos Fernandes: o ‘Grão-Mestre’ do Templários Rally Classic!

    Carlos Fernandes: o ‘Grão-Mestre’ do Templários Rally Classic!

    Foi uma vitória “sem espinhas” à Geral e no Grupo Sport. Aos comandos de um Mitsubishi Carisma GT, Carlos Fernandes e Luís Boiça dominaram quase por inteiro a 5ª edição do Templários Rally Classic, com o piloto sintrense a vencer as 5 especiais diurnas do programa, sendo apenas suplantados no curto traçado urbano da super especial noturna. A dupla Nuno Pinto/João Jardim Pereira (Citroen C3 Rally2 terminou no segundo posto e venceu o Grupo Open. Por seu lado, Gonçalo Figueiroa e Gonçalo Cunha impuseram o seu Ford Escort MKII entre os Históricos.

    fotos: Vítor Gomes/veddacom

    55 equipas responderam ao desafio lançado pelo Motor Clube de Tomar, estabelecendo, nesta 5ª edição do Templários Rally Classic, um novo recorde de participantes na prova. Distribuídas pelos grupos Open, Sport, Históricos e Show, trouxeram até à cidade templária exemplares de fino recorte que honram o pergaminho de seis décadas de história nos ralis internacionais.

    Pela frente, o plantel tinha duas etapas, com a tirada inaugural de sábado a incluir 3 passagens por Porto de Cavaleiros (9,54 Km) e uma dupla aparição nos 1940 metros da super especial noturna desenhada no coração da cidade de Tomar.

    A história competitiva do rali conta a saga vitoriosa de Carlos Fernandes. O consagrado e talentoso piloto de Sintra voltou a provar porque é considerado um dos mais rápidos e completos pilotos de ralis em Portugal. Acompanhado por Luís Boiça, dominou desde o primeiro quilómetro a prova. Na etapa inicial, fez o pleno nas três passagens por Porto de Cavaleiros, sendo apenas contrariado na super especial de fecho da jornada inaugural, sem que tal fizesse muita mossa à sua supremacia. Conclui a 1ª etapa com 10,1 segundos de vantagem sobre os segundos colocados.

    No domingo, os 7,48 km de Brazões tinham total destaque. Duas passagens pelo troço assumiam a totalidade do percurso contra o cronómetro desta etapa final, antes do regresso definitivo à Várzea Grande, em Tomar.

    Carlos Fernandes voltou a não dar veleidades à oposição e “limpou” a tabela de tempos nas duas classificativas, aumentando assim para 5 o número de vitórias em especiais, fazendo ainda crescer a sua vantagem para os mais diretos opositores para uns significativos 44,5 segundos, regressando a Tomar, para festejar uma justa vitória no Templários Rally Classic!

    Aos comandos de um Citroen C3 Rally2 da Sports & You, Nuno Pinto e João Jardim Pereira demoraram um pouco a aquecer, utilizando a primeira especial do rali para se adaptarem ao potente carro francês, mas saltaram para o 2º posto da geral logo na passagem seguinte por Porto de Cavaleiros, lograram desfeitear Carlos Fernandes na dupla passagem pela super especial noturna em Tomar, mas sem nunca parecer poderem vir a suplantar o líder.

    Na 2ª etapa, Nuno Pinto conseguiu gerir o avanço sobre os perseguidores que ambicionavam o 2º posto, apesar de terem enfrentado alguns problemas no carro francês. O pódio alcançado foi um justo prémio para a sua excelente exibição.

    Logo atrás, a fechar o Top 3, encontrámos outro dos nomes que já fazem parte do “Olimpo” dos ralis nacionais. Paulo Antunes continua numa forma notável. O piloto e “patrão” da PT Racing, acompanhado em Tomar por Paulo Amorim, foi sublime aos comandos de um Peugeot 208 Rally4, conquistado com todo o mérito o 3º lugar absoluto, sendo ainda  melhor entre todos quantos utilizaram carros com duas rodas motrizes.

    Mas, a refrega pelo terceiro lugar foi intensa e, a atestar tal facto, está a presença de Nuno Carreira e Danny Carreira no 4º lugar, a apenas 1,7 segundos da dupla da PT Racing, mercê do ritmo fortíssimo que imprimiram ao seu Renault Clio Rally3.

    Paulo Carvalheiro e Dércio Carvalheiro levaram o imponente Porsche 991 GT3 Cup da Paulcar ao 5º posto da geral, após uma exibição muito consistente e onde lutaram até ao fim pelo pódio absoluto, ficando a escassos 5,1 segundos do 3º posto e a 3,4 do 4º lugar, resultado de grande nível para o piloto e mecenas do evento.

    O vencedor da edição anterior do rali, disputada em 2022, não teve a sorte pelo seu lado. António Cruz Monteiro nunca entrou no ritmo dos da frente, a braços com alguns problemas no seu Peugeot 208 T16 R5. Navegado pela sua irmã Ana, o piloto do Grupo Nov/LPM foi, mesmo assim, recuperando algumas posições, concluindo no 6º lugar.

    A sétima posição foi para o endiabrado Diogo Mil-Homens, que continua a fazer “milagres” com o seu Toyota Starlet 1.3. Com Pedro Oliveira a ditar notas, Mil-Homens lutou taco-a-taco com carros muito mais potentes e o resultado alcançado  é mais uma prova do seu enorme talento.

    Ricardo Domingos, o líder da Domingos Sport, voltou a sentar-se atrás do volante de um dos carros da equipa que lidera. Desta feita, foi um Renault Clio Rally4 que partilhou com o copiloto António Santos. Entrando na prova com as cautelas de quem quer conhecer o carro, foi melhorando os tempos e foi capaz de entrar no Top 10, reclamando o 8º lugar final.

    Logo atrás, encontrámos os vencedores do Grupo Históricos. Gonçalo Figueiroa e Gonçalo Cunha andaram sempre muito forte e, para além da vitória no grupo, levaram o Ford Escort MKII da Lisdrive ao 9º posto da geral.

    A fechar o Top 10 do rali, encontrámos Mariana Alves e Pedro Cardoso, autores de uma prova sólida e sem erros e onde tiveram no Subaru Impresa um aliado fiável.

    Para a memória fica uma edição do Templários Rally Classic marcada pela excelente organização, muito público e um plantel de grande qualidade que elevou o patamar do evento, contribuindo para o seu forte sucesso. A prova do Motor Clube de Tomar assume-se já como uma das referências no panorama dos Ralis “Legend” organizados em Portugal.

  • Pedro Perino ruma a Mugello para a Ultimate Cup Series

    Pedro Perino ruma a Mugello para a Ultimate Cup Series

    Pedro Perino vai competir na quarta prova da Ultimate Cup Series no circuito de Mugello, em Itália, no próximo fim de semana. O jovem piloto de 19 anos volta a partilhar o Ligier LMP3 com o russo Alex Bukhantsov e o britânico Kai Askey, tentando confirmar a rapidez que já demonstrou na época da European Le Mans Series.

    Pedro Perino voltou a demonstrar o seu talento na ronda anterior da European Le Mans Series, em Spa-Francorchamps, onde estava em posição de lutar pela vitória na categoria LMP3 até ser atrasado por um problema nas boxes e pelo facto de ter combustível insuficiente no seu carro para o turno de condução final.

    Agora, o piloto português quer voltar aos bons resultados na Ultimate Cup Series, um campeonato de protótipos onde tem ainda hipóteses de ser campeão, apesar de ter falhado a ronda de Hockenheim, na Alemanha, por coincidir com uma prova da ELMS.

    “Vamos para Mugello para confirmar as boas sensações que tenho tido na Ultimate Cup Series, onde inclusive ainda podemos chegar ao primeiro lugar, apesar de termos falhado uma corrida. A nossa época na ELMS tem sido marcada por falta de sorte e, ao mesmo tempo, por um andamento muito forte quando temos o carro em boas condições. Ou seja, a rapidez está lá. Como a próxima prova da ELMS será em Mugello, eu, o Alex e o Kai também vamos aproveitar para ganhar ritmo e conhecimento nesta pista”, disse Pedro Perino antes da partida para Itália.

    Mugello é a quarta prova da Ultimate Cup Series, que ainda terá rondas em Magny-Cours e Paul Ricard, em França.

  • Montalegre pode coroar português João Ribeiro como campeão da Europa de Ralicross

    Montalegre pode coroar português João Ribeiro como campeão da Europa de Ralicross

    O sueco Kevin Hansen (Hansen WRX Team), o finlandês Niclas Grönholm (CE Dealer Team), a sueca Klara Andersson (CE Dealer Team) e o português João Ribeiro foram algumas das estrelas do Ralicross que marcaram presença na apresentação oficial da prova portuguesa, no Cais de Gaia, que contou também com membros da imprensa e responsáveis do Município de Montalegre, Clube Automóvel de Vila Real e FPAK.

    Um total de 52 pilotos disputam, este fim de semana, a quarta e penúltima prova do Campeonato do Mundo FIA de Ralicross, em paralelo com a derradeira jornada dos Campeonatos da Europa FIA de Ralicross das categorias RX1 (Supercars), RX3 (S1600) e RX2e.

    Hansen, Grönholm e Andersson foram unânimes ao considerar a pista de Montalegre uma das mais espetaculares do calendário mundial, acrescentando que esperam bastante equilíbrio entre os carros a gasolina – de regresso ao Mundial este ano – e os carros 100% elétricos, como é o caso do protótipo da CE Dealer Team que esteve no Cais de Gaia.

    A aguardada “Batalha de Tecnologias” no Campeonato do Mundo opõe os potentes carros a gasolina e as máquinas 100% elétricas, ambos com mais de 600 cv, num duelo que tem sido favorável aos motores de combustão interna (4 vitórias contra 2 dos elétricos). O campeão do Mundo em título Johan Kristoffersson (KMS Horse) chega a Montalegre na frente do campeonato, com 153 pontos, contra 114 pontos do seu companheiro de equipa Ole Christian Veiby e os 110 pontos de Kevin Hansen.

    João Ribeiro fala sobre o fator ‘casa’

    O World RX of Portugal terá um recorde de 13 pilotos portugueses, com João Ribeiro (Audi A1) na discussão pelo título do Euro RX3, depois da vitória na ronda anterior, na Bélgica. O piloto português está a apenas um ponto do líder do campeonato, o alemão Nils Volland (Audi A1).

    “Tenho recebido um apoio fantástico ao longo das últimas semanas, que só posso agradecer. Agora é tempo de me focar e de pensar só na minha corrida e no meu adversário direto. Pode até nem ser preciso ganhar em Montalegre para ser campeão; basta ficar na frente dele. Vamos com toda a motivação até porque, naturalmente, esta é a prova mais especial do ano para mim. Mas temos de ser inteligentes ao longo de todo o fim de semana e dar o máximo na Final”, afirmou o ex-campeão nacional.

    Os portugueses José Oliveira (Peugeot) e César Pereira (Ford Fiesta) vão competir no Europeu de RX1, enquanto André Sousa (Audi A1), Jorge Machado (Peugeot 208), Rogério Sousa (Ford Fiesta), Tiago Ferreira (Peugeot 208), António Sousa (Peugeot 208), Joaquim Machado (Audi A1), Leonel Sampaio (Skoda Fabia) e André Monteiro (Renault Twingo) vão alinhar no Europeu de RX3, ao lado de João Ribeiro. Na categoria RX2e, Portugal estará representado por Sérgio Dias e pelo jovem Gustavo Henriques.

    O próximo fim de semana também fica marcado pela comemoração dos 25 anos do Circuito Internacional de Montalegre. A organização do Município de Montalegre e do Clube Automóvel de Vila Real vai homenagear vários dos pilotos que estiveram na primeira prova oficial no circuito barrosão, em 1999.

    Adicionalmente, estará patente no paddock uma exposição de fotografias históricas do Circuito e alguns carros emblemáticos que correram na pista de Montalegre ao longo deste quarto de século.

    “Temos uma das melhores pistas do mundo, algo reconhecido pela FIA, pelo promotor do World RX e pelos pilotos. É, também por isso, apropriado celebrarmos 25 anos de história do Circuito com uma prova desta envergadura, que pode, inclusive, ser inesquecível para todos nós. Como logo na semana seguinte teremos mais uma Sexta 13 em Montalegre, vão ser dias de muita emoção e animação no nosso concelho”, afirmou Jorge Fidalgo, vereador do Desporto do Município de Montalegre.

  • Pilotos do Caramulo Racing Team a competir em casa

    Pilotos do Caramulo Racing Team a competir em casa

    Fernando Francisco, Fernando Salgueiro e Ricardo Loureiro vão marcar presença, já este fim de semana, em mais uma edição do Caramulo Motorfestival.

    A Rampa Histórica Michelin decorre no traçado da mítica Rampa do Caramulo, ao longo dos três dias do Caramulo Motorfestival, cuja presença dos três pilotos se insere na categoria de competição, Speedmasters – Rampa Regional.

    O diretor desportivo da equipa, Nuno Pinto, mostra-se confiante e a motivação de toda a equipa impera nas vésperas deste grande evento, “Apesar de não ser uma prova integrada no CPM, é sempre um momento especial, uma vez que estamos a competir em nossa casa, na nossa montanha mágica, num traçado que os pilotos tão bem conhecem.”

    Os pilotos são também unanimes em dizer que “é sempre especial participar num evento como o Caramulo Motorfestival, e mais ainda quando acontece em nossa casa”.

    A presença da equipa neste fim de semana está no planeamento do anual desde o primeiro momento, também porque é um fim de semana especial para promover e divulgar os seus patrocinadores. “Grande parte dos apoios que a equipa reúne são desta região, e esta será uma forma de lhes retribuir o voto de confiança e promover as marcas junto das dezenas de milhares de visitantes, que marcam todos os anos presença neste evento.”, acrescenta Nuno Pinto.

    Para a direção do Caramulo Racing Team, “ter a equipa na máxima força e motivada será essencial para tornar este fim de semana desafiador e lutar por tempos que garantam subidas ao pódio final.”

  • Rafaela Barbosa testou um RX2e em Lousada

    Rafaela Barbosa testou um RX2e em Lousada

    Rafaela Barbosa deu hoje mais um passo importante na sua carreira. A jovem piloto de Ralicross teve a oportunidade de pilotar um RX2e na pista de Lousada. Uma oportunidade que surgiu de forma inesperada, mas que foi prontamente agarrada por Rafaela Barbosa.

    O RX2e é um campeonato de rallycross elétrico da FIA, sendo categoria de suporte do Campeonato Mundial de Rallycross, onde se destaca a tecnologia de corridas com carros 100% elétricos. O carro usado nesta competição é o ZEROID X1, com tração às quatro rodas, 270 kW (362 CV) de potência e 510 Nm de binário. Lançado em 2021, o campeonato é fundamental para o desenvolvimento de talentos, demonstração de tecnologia e corridas competitivas, atraindo diversos participantes e avançando o desporto para um futuro mais sustentável.

    Foi a primeira vez que Rafaela Barbosa testou um carro detração integral e a primeira vez num carro de competição 100% elétrico. Apaixonada por competição automóvel e sempre curiosa para experimentar novos carros, Rafaela não podia estar mais feliz no final desta experiência:

    “Este convite surgiu de forma inesperada. O Gustavo Henriques e o Sérgio Dias vieram treinar a Lousada e o responsável da equipa convidou-me para experimentar o carro, o que aceitei prontamente. Adorei a experiência. É um carro muito rápido e, apesar do receio inicial por ser um carro de tração integral, consegui adaptar-me bem. Achei o carro muito fácil de pilotar e gostei muito do seu comportamento. A falta de som do motor fez alguma confusão inicialmente, mas habituei-me depressa. Não arrisquei nada, até porque eles têm prova no próximo fim de semana, mas deu para entender que é uma máquina espetacular. Fica a vontade de voltar a experimentar no futuro e, quem sabe, poder até competir no RX2e. Para já é um sonho apenas.”

  • Luís Martins: “voltamos a não ter sorte, mas o rali foi divertido e testamos muito”

    Luís Martins: “voltamos a não ter sorte, mas o rali foi divertido e testamos muito”

    Um problema técnico na bomba de embraiagem do Peugeot 208 VTI R2, ocorrido logo após a primeira especial, condicionou a prestação de Luís Martins e Laura Marques no Constálica Rallye Vouzela e Viseu 2024.

    A dupla viu-se forçada a abandonar precocemente a 1ª etapa, alinhando no dia de domingo, já sem qualquer pretensão quanto à classificação, mas ostentando um andamento forte que lhes poderia ter proporcionado lutar pelas posições cimeiras nas duas rodas motrizes.

    Os tempos alcançados assim o demonstram, apesar de Luís Martins assumir que “não andamos de faca nos dentes!… A desistência representou uma enorme penalização para a 2ª etapa, onde alinhamos ao abrigo do sistema de ‘Super Rally’ e, como tal, restava-nos andar bem, dar espetáculo e desfrutar do carro e dos troços, bem como do carinho do muito público que esteve presente”.

    O piloto deixou uma palavra “de aplauso à organização. Prova magnífica e muito honrou a nossa região!”.

    Para Laura Marques a estreia revelou-se “uma experiência incrível!… O Luís tinha razão: isto é viciante!”, considerando a navegadora de Carregal do Sal que “foi pena o azar que nos fez abandonar no sábado. Tínhamos andado muito rápido no primeiro troço e foi pena. Felizmente, conseguimos voltar no domingo e andamos muito bem, tendo sido para mim uma jornada de muita aprendizagem. Já só quero que o próximo rali não demore muito a acontecer!”.

    Fechado que está este regresso momentâneo às lides dos ralis, Luís Martins e a equipa PROJETO AUTOMÓVEL 2015 vão “trabalhar no carro para o tornar muito mais competitivo. Irei abdicar da presença na Rampa de Boticas, substituindo essa participação por um teste após introduzirmos algumas melhorias técnicas, para que possa estar muito mais competitivo na Rampa Serra da Estrela Covilhã, ultima prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group”, assumindo o piloto de São Pedro do Sul apoiado pela VISOPARTS que “aproveitaremos o que resta da época para preparar bem 2025, onde queremos andar a lutar pelos lugares da frente na Divisão Turismo 3, uma das mais competitivas na Montanha”.

  • Horário do Estoril Classics conhecido 

    Horário do Estoril Classics conhecido 

    Estamos a cerca de um mês Estoril Classics de 2024, um dos eventos mais importantes da Europa para carros clássicos, estando previstos mais de vinte e quatro horas de acção em pista ao longo de três dias, sendo o recordar da passagem da Fórmula 1 pelo Autódromo do Estoril um dos pontos de grande interesse.

    O fim-de-semana em que se assiste uma autêntica romaria ao histórico circuito português aproxima-se e a 7ª edição, que se realiza entre os próximos dias 4 e 6 de Outubro, promete entusiasmar ainda mais todos os adeptos que participarem no evento.

    O tradicional Classic GP para Monolugares de F1 pre-1986 será o grande cabeça de cartaz, que terá duas corridas, uma no sábado e outra no domingo, realizando-se a qualificação na sexta-feira, o que garante a todos os espectadores competição com monolugares da categoria máxima ao longo dos três dias.

    Será uma oportunidade única para que se possa ver evoluir em pista os carros que marcaram o fim da ‘Era Cosworth’, sendo o Williams FW07 ou o Lotus 78 alguns exemplos dos carros mais competitivos do período.

    Este ano haverá ainda uma novidade na grelha de Classic GP, um carro que nunca competiu em Portugal, mas que é um dos monolugares mais emblemáticos da história da categoria máxima. Brevemente será revelado qual será.

    A Fórmula 1 será ainda representada pela 90’s Formula Demo For F1 Cars, que levará ao Autódromo do Estoril monolugares que foram protagonistas nos anos 1990 para realizar demonstrações em pista, com uma exibição em cada dia.

    Ao longo dos três dias, poder-se-ão ver a evoluir no circuito situado em Cascais os carros atmosféricos de 3,5 litros e 3,0 litros de cilindrada, quando motores como o Renault V10, Honda V10, Ford V8, Judd V8, Yamaha V10 preenchiam todo os espectro sonoro com cantar agudo a mais de 15 mil rpm.

    Para além da Fórmula 1, todas as principais disciplinas do automobilismo estarão representadas na edição deste ano do Estoril Classics, como é o caso dos protótipos e GT, que se dividirão pelo Classic Endurance Racing (1 e 2), Endurance Racing Legends e Sixties´ Endurance.

    As máquinas que se bateram nos grandes circuitos mundiais desde os anos 1960 até ao início dos 1980 (Classic Endurance Racing 1 e Classic Endurance Racing 2) terão as respectivas provas de uma hora no domingo. Os protótipos e GT que foram cabeças de cartaz no final do século passado e no início do actual (Endurance Racing Legends) terão a sua corrida ao cair da tarde de sábado, terminando já de noite, o que oferecerá um espetáculo realmente especial.

    A Sixties’ Endurance, que traz até nós verdadeiras relíquias do período entre 1950 e 1965, terá a sua corrida realizada no sábado, sendo uma oportunidade única para ver algumas verdadeiras obras de arte.

    Os Turismos também terão o seu papel ao longo do fim-de-semana, com o Classic Touring Challenge e Heritage Touring Cup, que cobrem um período desde os anos 1950 até meados dos anos 1980, representando alguns dos períodos mais inebriantes da categoria.

    Os Turismos mais antigos, onde se poderão ver máquinas como os Mini Cooper e os Ford Cortina, terão a sua corrida no sábado, ao passo que os mais recentes, onde se poderá vislumbrar diversos BMW e os imponentes Ford Capri, terá a sua corrida no domingo.

    O Iberian Historic Endurance, a maior competição ibérica de carros clássicos, reunirá os GT e Turismos numa só corrida, que se realiza no domingo, aludindo às memórias dos anos 1970, e décadas anteriores, quando era comum as provas de resistência admitirem as duas categorias.

    Os bilhetes para o paddock estão já à venda, custando o ingresso diário 20 euros para sexta-feira e 35 euros para sábado e domingo. O passe para os três dias fica apenas em 50 euros, ao passo que as crianças até aos 16 anos tem acesso livre ao paddock, desde que acompanhadas por um adulto.

    Os bilhetes podem ser adquiridos através do website oficial BOL.pt ou na FNAC ou Worten. Como tem sido habitual, o número de ingressos está limitado ao espaço físico do paddock do Autódromo do Estoril. 

    Como é tradição desde a primeira edição do Estoril Classics, o acesso à bancada A do Autódromo do Estoril é grátis, permitindo que todos os adeptos possam assistir à grande festa que se celebra no histórico circuito português.