Miguel Cristóvão regressa às European Le Mans Series para competir na etapa do Autódromo Internacional do Algarve, palco da sua vitória na categoria LMP3 em 2024, com o intuito de defender as cores portuguesas na mais importante prova de resistência disputada no nosso país.
O piloto de Lisboa regressa a uma categoria que conhece bem novamente aos comandos de um Ligier JS P320 da Eurointernational, a equipa com a qual competiu em 2022 no evento luso e no de Spa-Francorchamps.
Miguel Cristóvão reencontra, assim, um ambiente familiar, mas terá pela frente um desafio exigente, depois de quase um ano afastado da categoria, regressando para enfrentar um pelotão altamente competitivo, acompanhado por dois novos colegas de equipa, o francês Fabien Michel e o mexicano Ian Aguilera.
Num momento em que está a disputar o Iberian Supercars aos comandos de um Porsche Cayman CS RS da Veloso Motorsport que divide com Patrick Cunha, Miguel Cristóvão torna ao palco da sua mais recente vitória internacional com uma motivação clara de representar o automobilismo português ao mais alto nível. “Vai ser um regresso muito especial, mas também desafiante”, começou por referir. “Estive praticamente um ano sem competir em LMP3 e, num campeonato com o nível das European Le Mans Series, isso pesa. No entanto, é um enorme prazer voltar a estar presente e poder defender as cores portuguesas perante o nosso público. Portimão é uma pista que me traz excelentes recordações, e competir em casa, com o apoio dos adeptos, tem sempre um significado especial”.
O piloto sublinha ainda que, apesar de conhecer bem a estrutura técnica da Eurointernational, o contexto competitivo é completamente novo. “Conheço a equipa e sei da sua competência, mas terei dois novos colegas de equipa, o Fabien Michel e o Ian Aguilera, com quem será importante criar uma boa sintonia desde o início. São pilotos rápidos e experientes, e juntos queremos tirar o máximo do carro. Será uma corrida longa e exigente, tendo como objectivo representar Portugal da melhor forma e lutar por um bom resultado num dos campeonatos mais fortes do mundo nesta categoria”, concluiu Miguel Cristóvão.
As 4 Horas de Portimão realizam-se entre os dias 16 e 18 de Outubro no Autódromo Internacional do Algarve.
O Honda Day está de regresso já a 11 de outubro com ofertas especiais para os clientes da Marca, como check-ups gratuitos, lavagem exterior e vales de desconto em serviços de oficina.
O Honda Day está de regresso já este mês. Depois do sucesso de edições anteriores, a Rede de Concessionários da Marca volta a abrir as suas portas para clientes Honda a 11 de outubro. Com o slogan “A nossa família é a sua”, a Marca convida quem já é cliente a dirigir-se até aos espaços Honda e usufruir de oportunidades únicas que estarão disponíveis apenas neste dia, como check-ups gratuitos, lavagens exteriores grátis e ainda um conjunto de ofertas exclusivas e descontos de até 15% em vários serviços de após-venda.
O Honda Day é uma oportunidade única para os clientes reencontrarem ou redescobrirem a Marca, com a visita aos concessionários e/ou marcação de test-drives, tomando contacto com as mais recentes novidades eletrificadas da Honda. Durante o Honda Day, os clientes da Marca poderão usufruir do programa SWAP ON, criado para apoiar e incentivar a substituição de viaturas Honda antigas por modelos mais modernos, seguros e sustentáveis. Quem adquirir uma viatura nova da Marca e entregar a antiga, receberá um apoio extra à retoma de até 1500 euros e oferta da primeira manutenção.
Para tornar a experiência exclusiva e garantir um atendimento de excelência durante o evento, os clientes terão de efetuar obrigatoriamente a marcação no site hondaday.pt, escolhendo a concessão mais próxima e conveniente, assim como o horário de preferência. Para que os clientes possam usufruir de todas as ofertas do Honda Day, terão de estar inscritos no myHONDA, uma plataforma exclusiva para quem tem um Honda que permite consultar informações sobre a viatura, aceder a novidades da Marca e usufruir de benefícios exclusivos.
Após duas edições que revelaram a beleza inebriante dos dezanove concelhos abraçados pela Comunidade Intermunicipal do Douro (CIMDouro), o Raid Jeep TT Douro regressa ao ponto de partida. Quer isto dizer que a terceira edição do evento organizado pela CIMDouro e pelo Clube Escape Livre com a Jeep como marca oficial do passeio, regressa a Freixo de Espada à Cinta para cumprir o percurso feito na primeira edição. Razões para isso? O desgosto de muitos interessados que ficaram de fora da primeira edição foi razão suficiente para nos próximos dias 24 a 26 de outubro, o Raid Jeep TT Douro estar na estrada, de novo, com lotação esgotada.
Todos sabem onde fica a região do Douro, esta área abençoada que está na origem dos melhores vinhos e da mais deliciosa gastronomia portuguesa. Mas desde a primeira edição do Raid Jeep TT Douro, que perdura a questão: será que os portugueses conhecem, verdadeiramente, a região do Douro?
A Comunidade Intermunicipal do Douro e o Clube Escape Livre uniram esforços para dar a conhecer o Douro como nunca se viu, tendo como pretexto a celebração da vitória da candidatura da região como “Cidade Europeia do Vinho”. O entusiasmo gerado levou à promessa de uma segunda edição que finalizou a viagem pelos dezanove concelhos da CIMDouro.
Porém, muitos foram os que, infelizmente, ficaram de fora de ambas as edições e, dessa maneira, a CIMDouro e o Clube Escape Livre lançaram as bases para a terceira edição, regressando ao ponto de partida. Ou seja, a Freixo de Espada à Cinta.
O Hotel Freixo Douro Superior será o ponto de partida para uma aventura que muitos vão experimentar pela primeira vez e outros vão repetir, com visita à Quinta dos Castelares com prova dos seus excelentes vinhos. Depois a caravana irá passar pela Quinta do Gravançal, pelo Pocinho e almoçar na famosa Pousada do Barão de Forester.
Adega de Favaios e Miradouro de Casal de Loivos antes da descida para o Pinhão e o salto para a outra margem até Tabuaço, servem o programa deste segundo dia do Raid Jeep TT Douro. Armamar e as maças de altitude são o pano de fundo para a visita ao Museu da Mulher e às Caves da Murganheira, antes de chegar à Régua e ao Museu do Douro, onde será o almoço de encerramento com a entrega dos Troféus SPAL.
O Raid Jeep TT Douro conta com o apoio da Comunidade Intermunicipal do Douro, das Câmaras Municipais de Freixo de Espado à Cinta, Armamar e Tabuaço, com a Jeep como marca oficial e o patrocínio da Bridgestone, First Stop, Valorpneu e SPAL.
No termo do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group (CPM), cuja jornada de encerramento teve como palco a Rampa da Arrábida, dois jovens pilotos do FPAK Júnior Team festejaram, de forma efusiva, a conquista dos respetivos títulos: Nuno Guimarães (16 anos) e Martim Pereira (17 anos).
Curiosamente, ambos têm um denominador comum e que se revelou decisivo para o êxito alcançado. Além de serem filhos de pilotos consagrados da Montanha, como Nuno Guimarães e Martine Pereira, juntaram ao seu ADN um grande empenho, profissionalismo e preparação minuciosa de cada prova.
“O Peugeot 208 R2 revelou-se o carro ideal para quem vinha de guiar um Citroen C1, por ser tração à frente com motor atmosférico sem demasiada potência e ter um ótimo chassis. Não é o carro mais competitivo da sua categoria, mas proporcionou-me uma época de sonho, em termos de aprendizagem, evolução e desempenho. Dificilmente a época poderia ter corrido melhor”, destaca Martim Pereira, o vencedor do FPAK Júnior Team de Montanha em 2024 e que esta época trocou o Citroen C1 pelo Peugeot 208 R2 para se sagrar campeão da classe Turismos 3 do CPM. Recorda que a maior dificuldade, pelo menos no início, foi adaptar-se ao carro e conhecer o seu limite em cada momento, face às caraterísticas dos diferentes traçados das rampas.
Martim não tem dúvidas que o êxito de um piloto, seja em que área automobilística for, não depende apenas do talento… “Considero-me um bom piloto, mas não deixo de treinar imenso no simulador, o que é resultado da minha paixão, desde longa data, pelo automobilismo, e julgo que no cômputo geral, esse trabalho e dedicação também ajudam a fazer a diferença”, sublinha. Em relação ao futuro, Martim Pereira, que completará 18 anos em março de 2026, ainda não tem planos: “Não sou eu que decido e ainda nem falámos, a nível familiar, na próxima época, mas claro eu gostaria de continuar…”
Nuno Guimarães, filho do piloto duriense que compete no CPM com um Silvercar S2, estreou-se esta época (completará 17 anos em novembro próximo) nas provas de montanha e venceu de forma categórica o FPAK Júnior Team (FJT), sucedendo a Martim Pereira. Ganhou 6 das 7 provas.
“Não foi propriamente fácil. Impus sempre um ritmo bastante forte em todas as provas e a maior parte das vezes os nossos colegas de equipa não conseguiram acompanhar-me. De qualquer modo, houve bastante disputa por parte da concorrência”, começa por recordar o novo campeão do FJT de Montanha. Nuno adianta que nunca viveu momentos complicados, excetuando quando deu um “toque” nos rails na Rampa da Falperra, o único e verdadeiro percalço. “O meu foco incidiu sempre em tentar ser rápido, adaptar-me às condições da pista e acumular aprendizagem, para depois, no final do fim de semana, concluir a prova em primeiro”, acrescentou, não esquecendo também alguns sustos apanhados em Murça, na abertura da temporada: “Era a minha estreia e a prova decorreu praticamente toda à chuva, o que aumentou as dificuldades, mas também a aprendizagem. Em resumo, direi que a época foi muito ‘limpa’ a nível de incidentes”, refere Nuno Guimarães.
E não esconde que o seu trabalho antes de cada prova pode ter feito a diferença para os adversários: “Uma semana antes de cada rampa dedicava-me a ela a 100 por cento, memorizando tudo o que era possível, em termos de pontos de referência, para depois tirar partido desse conhecimento no fim de semana. Talvez tenha sido aí que me destaquei dos adversários”. Já com planos definidos para 2026 (“em princípio está tudo acertado para continuarmos no CPM”), Nuno fez questão de deixar elogios à equipa Befast, responsável pela logística do FPAK Júnior Team de Montanha: “Fizeram um excelente trabalho, nunca nos faltando com nada. Devo um agradecimento especial ao engenheiro Miguel Cunha e também ao Filipe Barbosa, patrão da Befast”.
Final emocionante com apenas 21 segundos a separar os dois primeiros classificados. Paradela e Cristelo recebem a única prova nortenha da temporada. Gonçalo Guerra assina a volta mais rápida do dia.
O Minho voltou a respirar velocidade e adrenalina com a realização da terceira prova da temporada do Troféu TH Clothes Super SSV, disputada no dia 4 de outubro em Barcelos. Como única ronda do campeonato a norte do país, o evento atraiu equipas, pilotos e público às freguesias de Paradela e Cristelo, com o paddock instalado junto ao Grupo Desportivo “Os Moinhos de Paradela”.
O percurso de 10 quilómetros combinava caminhos agrícolas e trilhos florestais, com longas passagens estreitas entre muros de pedra que exigiam concentração máxima dos pilotos. A novidade foi o “Open Space”, uma zona mais ampla onde cada piloto podia escolher a sua própria trajetória, proporcionando alguns dos momentos mais espetaculares da prov
Após a volta de reconhecimento, o prólogo serviu para ordenar os pilotos nos dois setores da prova. Rui Pereira / Miguel Antunes (Electrex Racing Team – CAN AM X3) foram os mais rápidos com 9m39,600s, seguidos de Mauro Gomes / Pedro Figueiredo (9m43,327s) e Luís Martins / Bruno Martins (9m46,243s). Gonçalo Guerra / Micael Vitória terminaram apenas em sétimo lugar com 10m10,459s, mais de 30 segundos atrás dos líderes, numa estratégia conservadora que se revelaria fundamental.
O primeiro setor confirmou a velocidade de Rui Pereira, que completou as quatro voltas em 37m22,470s, com uma melhor volta de 9m15,605s. Gonçalo Guerra ficou em segundo a 37,171s, mas já mostrava sinais de recuperação com uma volta rápida de 9m22,751s. João Paulo Santos / Letícia Santos surpreenderam ao terminarem em terceiro (38m05,739s), enquanto Ruben Rosa / Gonçalo Frazão ocupavam a quinta posição (38m54,241s).
No segundo setor, Gonçalo Guerra e Micael Vitória desencadearam uma remontada espetacular. Venceram o setor com 37m31,383s e assinaram a volta mais rápida de toda a prova: 9m17,769s. Rui Pereira completou o setor em 37m46,997s, com melhor volta de 9m22,129s. A diferença entre as duas equipas reduziu-se drasticamente, mas Pereira conseguiu manter a liderança por escassos metros. Ruben Rosa / Gonçalo Frazão mantiveram a regularidade no setor 2 (38m22,091s), consolidando o terceiro luga
Após mais de 80 quilómetros de competição intensa, a vitória pertenceu a Rui Pereira / Miguel Antunes (Electrex Racing Team – CAN AM X3) com o tempo final de 1h15m09,467s.Gonçalo Guerra / Micael Vitória (Bit Racing – CAN AM Maverick R) terminaram em segundo lugar, a apenas 21,557s dos vencedores, depois de uma recuperação notável desde o sétimo lugar no prólogo. Ruben Rosa / Gonçalo Frazão (BRM Racing Team – CAN AM X3) fecharam o pódio a 2m06,865s dos vencedores, numa prestação sólida e consistente.
Esta prova foi igualmente válida para o Campeonato Nacional de Mini-Baja, promovido pela FMP. O jovem Duarte Vaz, acompanhado por Nídia Martins como navegadora, voltou a subir ao pódio e somou mais um triunfo na presente temporada, reforçando a sua posição entre os principais protagonistas da categoria.
Top 5 absoluto:
Rui Pereira / Miguel Antunes – 1h15m09,467s
Gonçalo Guerra / Micael Vitória – 1h15m31,024s (+21,557s)
Ruben Rosa / Gonçalo Frazão – 1h17m16,332s (+2m06,865s)
Mauro Gomes / Pedro Figueiredo – 1h17m23,468s (+2m14,001s)
Jorge Silva – 1h18m05,206s (+2m55,739s)
Vencedores por classe
Federados T1: Gonçalo Guerra / Micael Vitória dominaram a classe e estabeleceram a volta mais rápida absoluta da prova (9m17,769s). Terminaram em segundo na classificação geral.
Hobby T1: Rui Pereira / Miguel Antunes controlaram a classe do prólogo à bandeira de xadrez, vencendo também a classificação geral.
Hobby T2: Diogo Francisco / Daniel Andrade (BRM Racing Team – Yamaha YXZ1000 RSS) venceram com 1h22m14,768s, terminando em sétimo na geral.
Mini Baja: Duarte Vaz / Nídia Martins (Caramulo Team Junior – Polaris 200) completaram quatro voltas em 1h16m15,245s, demonstrando maturidade apesar da juventude.
Barcelos: desporto e promoção regional A prova proporcionou uma excelente montra para Barcelos, permitindo aos visitantes conhecer o mercado semanal, o artesanato local, o galo de Barcelos e a gastronomia minhota. A cidade confirmou a sua vocação para receber eventos desportivos de qualidade.
Próximo encontro: Viana do Alentejo O Troféu TH Clothes Super SSV prossegue com a quarta prova da temporada no dia 8 de novembro em Viana do Alentejo, num traçado inédito que promete novos desafios às equipas.
Nuno Madeira protagonizou um dos momentos altos da edição de 2025 da Rampa da Arrábida, prova integrada no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, ao vencer de forma convincente a Divisão 3 da Categoria Turismo e alcançar ainda o 3.º lugar absoluto entre os Turismos.
Ao volante de um Caterham, o piloto — mais habituado aos circuitos de Velocidade — fez uma aparição pontual na Montanha, mas deixou a sua marca, superando alguns dos habituais candidatos ao triunfo.
“Esta rampa foi um regresso às origens, inserido numa estrutura tão clássica como a do Luís Moutinho e da Moutinho Motorsport, que já recebeu lendas como o Mário Silva e o próprio Luís Moutinho. Voltar aqui, com um carro com 12 anos, e conseguir vencer é algo muito especial”, afirmou Nuno Madeira no final da prova.
A ligação do piloto à Arrábida é antiga e carregada de simbolismo:
“Com duas semanas de vida, vi o meu pai subir aqui na Arrábida, e por coincidência do destino fiz também aqui a minha primeira rampa. E pela primeira vez consegui vencê-la na Divisão Turismos 3. É incrível, com material emprestado — isso mostra o bom ambiente e a camaradagem que existe no Motorsport”, acrescentou.
Com o seu estilo rápido e determinado, Nuno Madeira confirmou o seu talento fora do seu habitual território competitivo, demonstrando a polivalência e a paixão que sempre marcaram a sua carreira.
“A Arrábida é sempre espetacular. Terminar com uma vista sobre Troia é impagável. Para o ano espero poder voltar — se não for no meu carro, que seja num carro um bocadinho mais potente. Sempre a crescer… mas é sempre espetacular!”, concluiu o piloto.
A Rampa da Arrábida voltou a oferecer um cenário de sonho e competição intensa, e a prestação de Nuno Madeira foi uma das notas mais marcantes desta edição.
Coube ao Iberian Historic Endurance as honras de encerrar a nona edição do Estoril Classics, com os espectaculares e carismáticos carros de Turismo, GT e protótipos até 1976 a oferecerem à entusiasmada moldura humana presente no Autódromo do Estoril uma corrida animada e repleta de pontos de interesse.
Num dos eventos mais aguardados do ano – afinal, trata-se de um dos maiores eventos de clássicos de competição a nível mundial -, no início da tarde de sábado, o numeroso pelotão, ostentando o emblema da Liqui Moly, disputou a sessão de qualificação que definiu a grelha de partida para a corrida de 50 minutos.
Christian Oldendorff, que trocou o seu Alfa Romeo Giulia TZ2 por um igualmente espectacular Ford GT40, registou o melhor tempo do treino cronometrado e partilhou a primeira linha da grelha com o Porsche 911 3.0 RS de Carlos Brízido/Miguel Lobo, os mais rápidos da classe H-1976. A segunda linha foi ocupada pelo belga Olivier Muytjens, em Ford GT40, e por britânico Tom Canning, ao volante de um Ginetta G10, ao passo que atrás de si alinharam o Chevrolet Corvette LS8 da dupla Pedro Bethencourt/Jorge Nogueira Pinto e o pequeno protótipo de construção inglesa Merlyn MK4 de Carlos Barbot/Filipe Vieira de Campos.
Pelas 17h15 de domingo, num fim de semana de bom tempo e temperaturas aprazíveis no concelho de Cascais, os quarenta e cinco carros — o número máximo autorizado neste circuito de Grau 1 da FIA — alinharam na grelha de partida para uma corrida com forte componente estratégica, decorrente da obrigatoriedade de paragem nas boxes.
Christian Oldendorff fez um bom arranque, ao passo que o Porsche de Carlos Brízido/Miguel Lobo teve um início de corrida bastante mais cauteloso, ficando a oposição ao pole-position a cargo de Olivier Muytjens. Na segunda volta, devido à entrada do Safety-Car para retirar um carro imobilizado na pista, o pelotão reagrupou-se. No recomeço, o Ginetta de Tom Canning, o Jaguar E-Type de Rhea Sautter/Andrew Newall, o Corvette de Pedro Bethencourt/Jorge Nogueira Pinto e o Merlyn de Carlos Barbot/Filipe Vieira de Campos iam mantendo o público ao rubro numa batalha a quatro, ao passo que mais atrás infindáveis lutas e trocas de posições iam modelando a classificação.
Ainda na primeira metade da contenda, Olivier Muytjens acabou por se atrasar na classificação, devido a um pião na Curva 1, e o Corvette sucumbiu. Com o tempo de prova a passar, a corrida estabilizou-se naturalmente com o GT40 de Christian Oldendorff na frente, seguido pelo Ginetta de Tom Canning e o Jaguar de Rhea Sautter/Andrew Newall. Logo atrás, o Porsche de Carlos Brízido/Miguel Lobo, o elegante 275 GTB de Andreas Rolner/Pierre Alain Thibaut e o E-Type de Laurent Jaspers mantinham o interesse do muito público num duelo de gigantes da indústria automóvel: Porsche, Ferrari e Jaguar.
A corrida desenrolou-se sem percalços até às paragens nas boxes, que iriam alterar ligeiramente a anatomia da corrida, mas sem comprometer o interesse, dado que os concorrentes mais rápidos iniciaram a fase de dobragens, que em nada foi fácil devido às diversas trocas de posições no meio do aguerrido, mas muito correcto, pelotão.
Se Christian Oldendorff geria agora a sua corrida, Olivier Muytjens recuperava até ao terceiro lugar, ao passo que o Porsche de Carlos Brízido/Miguel Lobo, que não parecia saciado com o primeiro lugar entre os H-1976, ultrapassava o “Big Cat” de Rhea Sautter/Andrew Newall, que passava a defender-se do carro semelhante de Laurent Jaspers, com este último a levar a melhor, assumindo a liderança dos H-1965 à 15.ª volta.
Um Safety-Car nos momentos finais da corrida antecipou o final competitivo da prova. Christian Oldendorff, que fez a volta mais rápida, foi o primeiro a ver a bandeira de xadrez, mas uma penalização de 40 segundos por não ter cumprido o tempo mínimo de paragem nas boxes custou-lhe a vitória. O jovem Tom Canning, a correr com um clássico pela primeira vez, sagrou-se vencedor, cortando a linha de meta com três centésimos de segundo de avanço sobre Olivier Muytjens, que no final da prova reconheceu que, em condições normais, seria muito difícil lutar pela vitória devido a problemas de alimentação no seu carro. Estes três intervenientes selaram o pódio dos SC & GTP. Ainda dentro desta categoria, Carlos Barbot/Filipe Vieira de Campos terminaram fora dos lugares do pódio, mas obtiveram um meritório quinto lugar da geral, ao passo que o Lotus Seven de João Mira Gomes/Nuno Afoito, que teve vários duelos interessantes ao longo da corrida, foi o sétimo.
Após uma contenda a subir posições, Laurens Jaspers foi o quarto a cruzar a linha de meta, sendo promovido a terceiro, e triunfou na categoria H-1965, tendo sido acompanhado no pódio por Rhea Sautter/Andrew Newall e por Brice Pineau, no Shelby Cobra Daytona da HY Racing.
Carlos Brízido/Miguel Lobo conquistaram uma indiscutível vitória nos H-1976. João Santos e José Carvalhosa, também com um Porsche 911 3.0 RS, foram segundos classificados, o melhor resultado desta dupla no Historic Endurance, enquanto Robin Ellis, em Porsche 911 2.8 RSR, completou os lugares do pódio.
Nos H-1971, o domínio inicial foi dos carros de Turismo, neste caso dos Alfa Romeo GT AM, com quatro unidades da marca de Arese na cabeça deste renhido pelotão. No final, Henry Wegener foi o mais forte e o único que não perdeu posições, superando o Porsche 911 2.5 ST do trio Piero Dal Maso/Guilherme Dal Maso/José Carvalhosa. O lugar mais baixo do pódio foi ocupado, graças a uma boa estratégia de corrida e paragem nas boxes, por Carlos e Nuno Matos, no Porsche 914/6 GT.
Na Gentlemen Driver Spirit (GDS), que engloba todas as viaturas equipadas com motores até 1300 cc e todos os carros de Turismo até 2000 cc, Nuno Nunes tinha ritmo para levar o seu Porsche 911 SWB a um triunfo confortável, fruto de uma condução irrepreensível, mas um “Drive Through” relegou-o para o segundo posto. João Neves e Francisco Gonçalves, que vinham a fazer uma corrida muito interessante, ombreando com carros teoricamente mais rápidos, não desperdiçaram a oportunidade e obtiveram um triunfo justo. O terceiro posto foi bastante disputado, com Vincent Tourneur, também em Porsche 911 SWB, a levar a melhor sobre o trio constituído por Rui Bevilacqua/António Magalhães/Nuno Veiga, em Alfa Romeo Giulia Ti Super.
Como não há prova do Historic Endurance sem a classificação do Index de Performance, que é calculada com base num coeficiente aplicado a cada modelo, onde se valorizam os carros mais antigos e de menor cilindrada, Fabiano Vivacqua Jr, em Porsche 365 B, celebrou o seu primeiro triunfo na competição da Race Ready, recebendo um magnífico exemplar do prestigiado relojoeiro Cuervo y Sobrinos — a única marca relojoeira suíça com um legado genuinamente latino. O pódio desta classificação, que premeia aquele que consegue extrair o máximo rendimento da sua máquina, ficou completo com Rui Bevilacqua/António Magalhães/Nuno Veiga, os vencedores desta classificação em 2024, e João Neves e Francisco Gonçalves.
Depois da grande festa do Estoril Classics, que teve 40 mil espectadores ao longo de quatro dias, a mais prestigiada competição de carros clássicos do sul da Europa ruma ao Algarve Classic Festival, de 24 a 26 de Outubro, para quatro corridas que prometem animar o rejuvescido evento algarvio. Com a lista de inscritos do Historic Endurance a ultrapassar as setenta inscrições, a grelha de partida, da competição de referência para carros de Turismo e GT até 1976, será dividida em duas: Historic Endurance 1 e Historic Endurance 2.
A 26 de setembro, durante o Salão Automóvel de Turim 2025, a CHANGAN venceu a primeira edição do Torino Automotive Design Award (TADA) 2025 com dois modelos 100% elétricos, elegantes e modernos: o modelo CHANGAN DEEPAL S07 foi premiado com o prémio “Best Exterior Design” e o modelo CHANGAN DEEPAL S05 foi distinguido com o prémio “Best Human-Centric Intelligent Integration”.
Com uma história que remonta há 163 anos, a CHANGAN consolidou-se como um dos maiores grupos automóveis da China, combinando tradição industrial e mais de 40 anos de experiência na produção automóvel. Hoje, a marca conta com 21 fábricas e 39 instalações em todo o mundo, exportando veículos para mais de 100 países e territórios em seis mercados regionais.
A CHANGAN está a expandir rapidamente a sua presença na Europa. Sob o lema “Na Europa, para a Europa”, a marca prevê estar presente em mais de dez mercados europeus até ao final de 2025, incluindo Itália e Espanha.
Em Itália, a CHANGAN conta com uma equipa dedicada ao lançamento da National Sales Company e da rede de vendas italiana: alguns grupos importantes e de destaque já estão em contacto com a CHANGAN e apresentaram a sua candidatura para fazer parte da rede de vendas italiana. Estão atualmente em curso todas as avaliações necessárias para que as atividades comerciais se iniciem até ao final de 2025.
Com sede em Chongqing (China), a CHANGAN começou a construir a sua presença na Europa em 2001, com um centro de design em Turim e um centro de investigação e desenvolvimento em Birmingham.
E foi precisamente em Turim, no passado 26 de setembro, durante o Salão Automóvel de Turim 2025, que a CHANGAN foi distinguida com dois importantes prémios nos Torino Automotive Design Awards (TADA) 2025. O CHANGAN DEEPAL S07 conquistou o prémio “Best Exterior Design”, enquanto o CHANGAN DEEPAL S05 foi reconhecido na categoria “Best Human-Centric Intelligent Integration”.
Ambos os modelos foram projetados no Changan Design Center Europe, em Turim, que é uma parte fundamental da rede Global Design da CHANGAN. Fundado em 2003, o Changan Design Center Europe está localizado na Itália, em Rivoli (perto de Turim), e é uma estrutura de 3.100 metros quadrados que recebe mais de 300 designers de 31 países.
E foi precisamente em Turim, no dia 26 de setembro, durante o Salão Automóvel de Turim 2025, que a CHANGAN recebeu dois importantes prémios no 2025 Turin Automotive Design Award (TADA), com os seguintes dois modelos: o CHANGAN DEEPAL S07 recebeu o prémio “Best Exterior Design” e o CHANGAN DEEPAL S05 recebeu o prémio “Best Human-Centric Intelligent Integration”.
Ambos os modelos foram projetados no Changan Design Center Europe, em Turim, uma parte fundamental da rede global de design da CHANGAN. Fundado em 2003, o Changan Design Center Europe está localizado em Rivoli (Itália), nos arredores de Turim, e é uma estrutura com 3.100 metros quadrados que acolhe mais de 300 designers de 31 países.
A cerimónia de entrega dos prémios TADA decorreu em Turim, no Palazzo Madama, a 26 de setembro. O prémio TADA para “Best Exterior Design”, atribuído ao CHANGAN DEEPAL S07, foi recebido por Liu Zhengxing, Diretor da CHANGAN DEEPAL Automobile Technology Co., Ltd., e por Hu Wang, Design Manager do CHANGAN DEEPAL S07.
Projetado no Changan Design Center Europe, em Turim, o CHANGAN DEEPAL S07 destaca-se pelas suas linhas elegantes e design moderno. O SUV elétrico combina o requinte do design italiano, a experiência da engenharia britânica e tecnologias de ponta. A silhueta desportiva, as linhas fluidas e os impressionantes elementos luminosos LED conferem-lhe um aspeto dinâmico e elegante.
Liu Zhengxing, Diretor CHANGAN DEEPAL Automobile Technology co. ltd.: “É uma grande honra receber este prestigioso prémio de ‘Best Exterior Design’ pelo CHANGAN DEEPAL S07. O Turin Automotive Design Award (TADA) reúne o melhor do design automóvel global e ser distinguido com este prémio, aqui mesmo, é realmente um privilégio. Um reconhecimento ao CHANGAN DEEPAL S07, que encarna plenamente a nossa filosofia de design ‘Symbiosis Aesthetics’. Receber este reconhecimento em Turim, neste terreno fértil para o design, que nos proporcionou inspiração e criatividade infinitas, representa a máxima confirmação da nossa visão global e da fusão do saber chinês-italiano em matéria de design.”
Hu Wang, Design Manager do CHANGAN DEEPAL S07: “A Changan sempre atribuiu ao design um papel estratégico dentro da empresa, reunindo equipas de talentos e recursos de alto nível de todo o mundo para criar modelos de automóveis de grande sucesso, liderando as tendências do design chinês. Estamos muito orgulhosos de que hoje o CHANGAN DEEPAL S07 tenha recebido o prémio de ‘Best Exterior Design’, um reconhecimento muito importante para o nosso SUV de design moderno, que combina uma estética excecional com uma mobilidade inteligente e agradável. Com uma silhueta fluida e uma configuração potente, o CHANGAN DEEPAL S07 expressa da melhor forma a nossa filosofia de design com um visual arrojado e imediatamente reconhecível.”
O prémio TADA para a “Best Human-Centric Intelligent Integration” atribuído ao CHANGAN DEEPAL S05 foi recebido por Jakob Pettersson, Diretor de Design Exterior da CHANGAN DEEPAL. O CHANGAN DEEPAL S05 é um SUV elétrico elegante e moderno que combina um design de vanguarda com as mais recentes tecnologias. Concebido no Changan Design Center Europe, em Turim, o CHANGAN DEEPAL S05 é um companheiro elegante, inovador e confortável para o dia a dia, pensado para clientes atentos ao design e apaixonados por tecnologia.
O Piloto de Baltar foi o primeiro piloto português a conquistar um título no Campeonato da Europa de Ralicross FIA, aos comandos de um Audi S1 1600
Ao fim de três épocas no Campeonato da Europa de Ralicross, João Ribeiro fez história para Portugal, ao sagrar-se campeão na categoria RX3, aos comandos de um Audi A1S1600, depois de, na jornada de encerramento, em Istambul, superar o letão Rytis Gurklys (Audi S1 1600) por uma diferença de 9 pontos. Nunca até então um piloto português tinha levado tão alto a bandeiras das “Quinas” na competição FIA de ralicross, muito embora um familiar [tio] do agora campeão, Luís Ribeiro de seu nome, tivesse arrebatado o título de 2003 na classe rainha (Super Buggy) do autocross europeu. Natural de Baltar, João Ribeiro, agora com 42 anos, nasceu no seio de uma família com fortes tradições nas corridas em pistas de terra.
Começou a acelerar nas motos, mas aos 24 anos dava os primeiros passos no ralicross, para alguns anos depois estruturar uma carreira que o levou aos títulos (4) nacionais, até voar para as andanças internacionais. Em 2024 já discutiu o Europeu RX3, fruto da experiência adquirida nas duas épocas anteriores.
– A conquista do título europeu RX3 foi a concretização de um sonho antigo?
“Sem dúvida, foi a concretização de um sonho que eu alimentei com o meu envolvimento crescente no ralicross. No início, nunca tal coisa me passou pela cabeça, pois a intenção era apenas disputar corridas e divertir-me. Percebi que poderia ser campeão nacional, consegui conquistar o título quatro anos consecutivos e depois, de forma natural, surgiu a ambição de dar o salto para o Europeu. Nas primeiras corridas além-fronteiras vi que, eventualmente, poderia ter capacidades de lutar de igual para igual com aqueles pilotos. Adquirimos um carro idêntico [Audi A1 S1600] ao deles, na altura considerado o mais competitivo, e ao fim da terceira época começamos a discutir as vitórias. A partir de então, foi sempre a acreditar que um dia poderia sagrar-me campeão”.
– Digamos que agora, com o sonho concretizado, o João Ribeiro já pode afastar-se das corridas…
“Não, de modo algum. Essa é uma hipótese de está afastada dos meus horizontes! Quero e vou continuar a correr. Gostava de ter a oportunidade de competir noutra classe, não sei, por questões económicas, se vai possível, porque estão em causas valores monetários muito elevados. Mas quero continuar, como é óbvio, ligado às corridas, embora não tenha intenção de repetir a mesma classe no Europeu”.
– O que é necessário para ser campeão europeu de ralicross?
“Muito trabalho de logística, muito conhecimento para ajustar o carro, em termos de afinação, às caraterísticas de cada pista, de modo a tirar o máximo partido do seu potencial. As condições de tração variam muito de pista para pista. O que sentimos em Portugal, por exemplo, é completamente diferente daquilo que vamos encontrar na Suécia, em cuja pista, devido ao frio, há muito menos aderência. Quem conseguir chegar ao compromisso correto, entre o carro e as condições da pista, é quem vai andar na frente”.
– No universo do desporto automóvel, qual é o piloto que mais admira e porquê?
“O sueco Johan Kristoffersson. É a frieza em pessoa e um piloto talhado para vencer. Consegue adaptar-se facilmente a qualquer pista, é rápido em todas as circunstâncias e com o tipo de carros. É um piloto extremamente agressivo e ao mesmo tempo respeita os adversários, o que é fantástico”.
– A partir de agora, e com este título europeu, o que falta ao João Ribeiro para se sentir plenamente realizado no desporto automóvel?
“Conseguir discutir a vitória numa corrida de Super Car do Europeu. Estamos a trabalhar nesse sentido em relação a 2026. Claro que um dos entraves reside na parte económica, mas estamos a tentar chegar lá. Se conseguirmos dar esse passo, será com um carro que nos permita lutar pelos triunfos”.
A Carby reforça a sua presença em Almada com a chegada das marcas CUPRA e SEAT, elevando a oferta automóvel da região a um novo patamar de inovação e exclusividade.
A Carby acaba de reforçar a sua presença em Almada e em toda a região da Península de Setúbal com duas marcas de referência no universo automóvel – CUPRA e SEAT.
Com esta aposta estratégica, a Carby volta a elevar a fasquia, oferecendo à comunidade de toda a região a sul do Tejo uma proposta mais completa e inovadora. Estas novas representações juntam-se à Volkswagen e à Audi, já presentes no concelho, consolidando Almada como um dos polos mais emergentes do universo Carby.
“É com grande satisfação que passamos a representar estas duas marcas em Almada, reforçando o nosso compromisso com os clientes a sul do Tejo. Esta expansão permite-nos oferecer uma proposta mais ampla, diversificada e alinhada com as necessidades de quem nos procura. Contar com estas duas marcas, que contrastam história e irreverência, é, para a Carby, motivo de grande orgulho”, refere Pedro Santos, Diretor de Marketing da Carby.