Autor: VMotores

  • Promolafões celebra distinção na Gala do Desporto

    Promolafões celebra distinção na Gala do Desporto

    Os ralis em Portugal receberam um prestigiado reconhecimento oficial durante a Gala do Desporto, realizada no passado sábado, em Carregal do Sal. Esta distinção constitui um marco significativo na história da modalidade e confirma que a equipa Promolafões segue no caminho certo para elevar cada vez mais o nome do desporto motorizado nacional.

    Este reconhecimento é fruto do empenho contínuo de todos os parceiros e de uma equipa que, ao longo dos anos, tem trabalhado com dedicação, paixão e profissionalismo. Ver este esforço traduzido em distinção oficial é motivo de orgulho e inspiração para continuar a inovar.

    A Gala destacou ainda a importância de um desporto pensado para todos: um ambiente familiar, que proporciona emoções únicas e experiências inesquecíveis. A Promolafões tem vindo a afirmar-se pelo dinamismo dos seus eventos, criando momentos que aproximam pessoas, comunidades e regiões, reforçando a ligação entre o desporto, a cultura local e o espírito de partilha.

    De sublinhar que a Promolafões, através do seu projeto RACE4ECO, assume também uma responsabilidade social e ambiental de relevo, promovendo a consciencialização para a pegada ecológica e para a prevenção rodoviária. Em cada evento, este compromisso traduz-se em práticas sustentáveis, sensibilização do público e ações que procuram aliar a paixão pelo desporto automóvel ao respeito pelo ambiente e à segurança nas estradas. Este reconhecimento não é apenas uma conquista desportiva, mas também um reflexo do impacto positivo que a Promolafões tem vindo a gerar na comunidade, no território e no panorama dos ralis em Portugal.

  • José Lameiro pronto para o grande espetáculo da Arrábida

    José Lameiro pronto para o grande espetáculo da Arrábida

    O piloto aveirense José Lameiro volta a estar em destaque na lista de inscritos da 34.ª Rampa da Arrábida, última prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2025, onde alinhará com o seu Skoda Fabia MKIII, preparado pela DM Motorsport e com as cores da Diatosta.

    Depois de uma época de clara evolução, confirmada em Boticas com mais uma exibição consistente, José Lameiro chega a Setúbal com a confiança em alta. O piloto da região de Aveiro tem vindo a reduzir distâncias para o principaL adversário da Categoria Super Challenge, mostrando ritmo e regularidade, e encara agora a mítica prova setubalense como uma oportunidade para dar continuidade ao bom momento e, quiçá, chegar à primeira vitória.

    “Temos feito um caminho de crescimento ao longo do ano, sempre com o objetivo de estar cada vez mais perto da frente. A Rampa da Arrábida é um palco especial, muito acarinhado pelo público e de grande exigência técnica, onde quero dar tudo para lutar pelo melhor resultado possível. Representar a Diatosta e todos os que acreditam neste projeto numa prova tão emblemática é um orgulho enorme”, sublinha José Lameiro.

    Num traçado rápido e técnico de 3,5 quilómetros entre o Outão e a Serra da Arrábida, com público sempre em grande número e uma cobertura mediática reforçada, o piloto aveirense promete empenho máximo para encerrar a temporada em grande estilo e manter a trajetória de evolução que marcou o seu ano de 2025

  • “Dakar” veio a Portugal para consagrar um português campeão do mundo

    “Dakar” veio a Portugal para consagrar um português campeão do mundo

    O bp Ultimate Rally Raid Portugal consagrou o jovem Bernardo Oliveira Campeão do Mundo de Navegadores Rally-Raid, na categoria SSV – um feito inédito no desporto nacional – e atribuiu a Daniel Sanders (KTM) o título de pilotos nas motos, com o australiano a também ser o vencedor da prova organizada pelo ACP.

    Nos carros, depois de mais de 12 horas ao volante e de 1.119 quilómetros de percurso disputados, ao cronómetro, em estradões de terra do Alentejo, Ribatejo e Estremadura Espanhola, os dois primeiros classificados terminaram separados por escassos 53 segundos. Vantagem do brasileiro Lucas Moraes sobre o sul-africano Henk Lategan, ambos em Toyota Hilux T1+ EVO. Sébastien Loeb (Dacia) fechou o pódio. Mas igualmente destaque para as vitórias dos portugueses Gonçalo Guerreiro (Challenger) e João Dias (SSV) nas respetivas categorias. O “Dakar europeu” está de regresso a Portugal, entre os dias 17 e 22 de março de 2026. 

    Natural de Fafe, Bernardo Oliveira tem apenas 20 anos, mas já está a tirar o mestrado de economia, em Boston. Pelo meio consegue arranjar tempo para se sentar ao lado de Alexandre Pinto nas provas que integram o calendário do Campeonato do Mundo de Rally Raid (W2RC). Hoje, com o Padrão dos Descobrimentos como pano de fundo, o português sagrou-se Campeão do Mundo de Navegadores Rally-Raid, na categoria SSV – uma conquista inédita na história do automobilismo nacional. “Honestamente, ainda não caí na realidade. É a primeira época no campeonato do mundo e estou feliz por ser campeão em Portugal. Acredito que vamos fechar o título de pilotos em Marrocos”, afirmou Bernardo Oliveira. 

    Quanto ao seu piloto, Alexandre Pinto, só mesmo a matemática o impediu de viver a mesma felicidade, embora até já possa ser virtual campeão, se se confirmar a ausência do italiano Enrico Gaspari, na última prova da época, em Marrocos. 

    A segunda edição do bp Ultimate Rally Raid Portugal foi pródiga em animação e emoção, com várias mudanças de líder, nas diferentes categorias, nos cinco dias de prova; mas também vários dramas; uma vitória nos automóveis que esteve suspensa até ao controlo final instalado em Belém; e a confirmação de que há uma nova geração de pilotos portugueses com talento e condições para lutar por vitórias e títulos mundiais nos próximos anos. 

    Depois de cinco dias de intensa competição e três líderes diferentes (Henk Lategan, João Ferreira e Lucas Moraes), a luta entre os carros no bp Ultimate Rally Raid Portugal terminou com dramatismo e muita emoção. A última etapa, com 103 quilómetros de extensão, foi uma autêntica corrida sprint para a vitória, entre os dois pilotos da Toyota Gazoo Racing W2RC. O brasileiro Lucas Moraes e o sul-africano Henk Lategan partiram separados por apenas 34 segundos, mas o primeiro voou na procura da sua primeira vitória no Campeonato do Mundo de Rally-Raid (W2RC) e terminou o setor seletivo com 53 segundos de vantagem sobre o colega de equipa.

    Foi um triunfo com pronúncia portuguesa: “Gosto muito desta prova e é muito bom vencer e poder falar português. O carro não teve qualquer problema e isso permitiu-me ser rápido e escolher uma boa estratégia. No final, a equipa pediu para reduzir o andamento, mas eu também tenho hipótese de vencer o campeonato e decidi manter o ritmo. Enquanto tiver chance de ganhar não vou tirar o pé”, afirmou Lucas Moraes, que venceu uma prova que foi do agrado dos pilotos: “Parabéns à organização, que montou uma prova incrível”, fez questão de sublinhar. 

    Henk Lategan terminou na segunda posição e marcou importantes pontos para o Mundial de Rally-Raid. “Tentei marcar o máximo de pontos para o campeonato. A prova teve bons pilotos e o resultado deixa tudo em aberto para a luta pelo título em Marrocos”, explicou. 

    Apesar de alguns problemas que condicionaram o andamento, Sébastien Loeb fechou o pódio do bp Ultimate Rally Raid Portugal. “Fiz uma etapa final sem correr riscos e aproveitei para ver a paisagem. Tínhamos velocidade para fazer melhor, mas os problemas dos dias anteriores ditaram o resultado”, disse o francês.  

    João Ferreira (Toyota Hilux T1+ Evo) tinha prometido que ia dar espetáculo e cumpriu! O piloto português esmagou os adversários no derradeiro setor seletivo e mostrou que tinha andamento e carro para vencer a prova. Em 103 km, ganhou 1m13s a Nasser Al Attiyah (Dacia Sandrider) e 1m16S a Carlos Sainz (Ford Raptor T1+). “Senti-me muito bem com o carro. É sempre bom vencer um setor seletivo e mostrar o nosso ritmo perante os melhores pilotos do mundo. Não era o que esperava, mas estou contente com o resultado da etapa. Agora é pensar em Marrocos”, disse João Ferreira, após obter a segunda vitória em etapas no W2RC, na categoria Ultimate. 

    Depois desta prova, a luta pelo título mundial está ao rubro, com três pilotos separados por 10 pontos. Nasser Al Attiyah (140), Henk Lategan (131) e Lucas Moraes (130) vão decidir, em Marrocos, o campeão do mundo 2025. 

    Orgulho nacional 

    Os pilotos nacionais alcançaram resultados notáveis no bp Ultimate Rally Raid Portugal. Depois do excelente segundo lugar no Dakar 2025, Gonçalo Guerreiro (Taurus Evo Max) venceu a categoria Challenger, em Portugal. O piloto foi o mais rápido em três das cinco etapas e terminou num excelente 6º lugar, à frente de vários carros da categoria superior Ultimate. “Foi uma boa prova, diverti-me, apesar de alguns contratempos. É um grande resultado”, frisou. 

    Os pilotos portugueses dominaram nos SSV, com nove pilotos no top 10! João Dias (Polaris RZR) venceu a categoria com 18 minutos de avanço sobre o segundo classificado. “É um orgulho enorme vencer esta categoria em Portugal. O carro esteve sempre ótimo e permitiu-me atacar”, disse o piloto, que pensa já no Dakar 2026.   

    Alexandre Pinto (Polaris RZR) ficou em segundo lugar e deu um passo decisivo para a conquista do título mundial em SSV. “Estou muito feliz pela prova que realizei. Fomos um pouco conservadores, mas ainda assim ficámos em segundo lugar, marcámos o máximo de pontos para o campeonato e estamos muito perto de o conquistar”, disse Alexandre Pinto. Já Bernardo Oliveira garantiu o título de navegadores, aos 20 anos, uma vez que Enrico Gaspari trocou de navegador a meio da época.  

    A quinta e última etapa do bp Ultimate Rally Raid Portugal foi histórica para Daniel Sanders (KTM 450 Rally). O piloto confirmou a vitória na prova organizada pelo ACP e sagrou-se, pela primeira vez, campeão do mundo na categoria RallyGP. O australiano está num fantástico momento de forma, já que foi o mais rápido em 50% das etapas do calendário, e venceu as quatro provas do Mundial de Rally-Raid já realizadas este ano. O próximo objetivo é triunfar em Marrocos para fazer o Grand Slam. Em Portugal, foi o mais rápido no prólogo e venceu três das cinco etapas, “O foco estava na etapa e não no campeonato. Nos últimos quilómetros tive uma boa luta e o sentimento é muito bom. Foi uma grande prova, tive sempre um bom feeling, a estratégia certa e diverti-me bastante. O final foi espetacular, com bandeiras e muita gente” disse o novo campeão do mundo no final. “Estou muito feliz com a época que fiz. É a concretização de um sonho, agora vamos celebrar”.  

    O pódio das motos ficou completo com o espanhol, Tosha Schareina (Honda CRF 450 Rally). “Queria vencer a etapa e estive sempre ao ataque. Era muito difícil ganhar a prova depois do erro de percurso de ontem, mas estou satisfeito com o segundo lugar. Fizemos um bom trabalho”. O argentino Luciano Benavides (KTM 450 Rally), que venceu a derradeira etapa, foi o terceiro classificado da geral. “A etapa foi muito bonita. Estava muito vento, mas como tinha uma boa aderência consegui ser rápido e divertir-me bastante. Foi a primeira vez que corri em Portugal e estou muito feliz com este pódio”, afirmou. 

    O espanhol Edgar Canet (KTM 450 Rally) venceu a categoria Rally2, pela terceira vez, esta época, enquanto Thomas Zoldos (Beta 430) foi o melhor em Rally3. O francês Gaëtan Martínez venceu entre os Quads, um triunfo que valeu a conquista antecipada da Taça do Mundo de Rally-Raid, uma vez que a prova de Marrocos não conta com esta categoria. 

    Classificação final Autos 
    1º Lucas Moraes/Armand Monleon (Toyota Hilux T1+ Evo), com 12h13m05s 
    2º Henk Lategan/Brett Cummings (Toyota Hilux T1+ Evo), a 53s 
    3º Sebastien Loeb/Edouard Boulanger (Dacia Sandrider), a 10m05s 
    4º Christian Baumgart/Luís Felipe Eckel (Toyota Hilux T1+ Evo), a 17m43s  
    5º Nasser Al Attiyah/Fabian Lurquin (Dacia Sandrider), a 24m13s 
    6º Gonçalo Guerreiro/Bruno Jacomy (Tauris Evo Max), a 23m53s (1º Challenger e 1º português) 
    11º João Dias/Rui Pita (Polaris RZR), a 43m33s (1º SSV) 

    Classificação final Motos 
    1º Daniel Sanders (KTM 450 Rally), com 12h39m39s 
    2º Tosha Schareina (Honda CRF 450 Rally), a 3m40s 
    3º Luciano Benavides (KTM 450 Rally), a 12m41s 
    4º Ricky Brabec (Honda CRF 450 Rally), a 14m34s 
    5º Edgar Canet (KTM 450 Rally), a 21m57s (1º Rally2) 
    8º Bruno Santos (Husqvarna FR450 Rally), a 27m18s (1º português) 
    15º Thomas Zoldos (Beta 430), a 1h16m33s (1º Rally3) 
    25º Gaëtan Martinez (CF Force 1000), a 3hm05,41s (1º Quad) 

    Campeonato de Pilotos Autos 
    1º Nasser Al Athiyah, 140 pontos 
    2º Henk Lategan, 131 
    3º Lucas Moraes, 130 
    4º Seth Quintero, 84 
    5º Yazeed Al Rajhi, 77 

    Campeonato de Construtores Autos 
    1º Toyota Gazoo Racing W2RC, 397 pontos 
    2º Dacia Sandrider, 287 
    3º Ford M-Sport, 217 

  • Novo Polestar 3 de 800 Volts: carregamento mais rápido, maior potência e ainda mais inteligente

    Novo Polestar 3 de 800 Volts: carregamento mais rápido, maior potência e ainda mais inteligente

    A Polestar, marca sueca de performance elétrica, apresenta melhorias significativas no hardware do seu SUV top de gama Polestar 3, para o MY26. O desempenho geral do modelo melhora significativamente graças a uma nova arquitetura elétrica de 800 Volts, capaz de proporcionar não só um aumento substancial de potência mas também carregamentos mais rápidos e maior capacidade de processamento do computador central.

    Michael Lohscheller, CEO da Polestar, afirma: “As melhorias no Polestar 3 são tão profundas que é como estar a falar de um automóvel completamente novo. Com esta atualização, continuamos a cumprir o nosso compromisso de acrescentar valor aos nossos clientes através de atualizações de software e de hardware over-the-air. O Polestar 3, já de si impressionante, está agora ainda melhor.”

    O MY26 marca um salto tecnológico significativo para o Polestar 3 e para a sua plataforma SPA2 com a introdução de uma nova arquitetura elétrica de 800 Volts. Esta atualização permite carregamentos DC significativamente mais rápidos, com uma potência máxima de até 350 kW, o que significa que o carregamento da bateria dos 10 aos 80% pode demorar agora apenas 22 minutos — 25% mais rápido do que antes. A nova arquitetura traz também uma maior eficiência energética, até 6% segundo o ciclo WLTP, e permite a integração de novas baterias de iões de lítio fornecidas pela CATL: um pack de bateria de 92 kWh para a versão de tração traseira e um pack de 106 kWh para as versões Dual motor e Performance. Em conjunto, o carregamento DC mais rápido e a maior eficiência reforçam ainda mais as já impressionantes características de condução de longas distâncias do Polestar 3.

    Todas as versões do Polestar 3 beneficiam agora de um novo motor traseiro síncrono de ímanes permanentes, desenvolvido internamente, que oferece uma potência superior. Em combinação com um motor dianteiro assíncrono, esta nova configuração permite atingir até 500 kW de potência total na variante Performance.

    O motor dianteiro passa a contar também com uma funcionalidade de desconexão automática quando não é necessário — tal como nas versões Dual motor do Polestar 2 — o que melhora a eficiência e a autonomia na condução diária. O novo motor traseiro altera também o equilíbrio de potência, agora com uma maior predominância traseira. Combinado com barras estabilizadoras atualizadas e uma refinação extensiva do software da direção, o resultado é uma experiência de condução ainda mais direta e envolvente em todas as versões do modelo.

    O Polestar 3 continua a ser referência, como o primeiro veículo definido por software da Europa, e apresenta agora uma grande atualização no seu sistema de computação central. O processador NVIDIA DRIVE AGX Orin substitui a anterior unidade Xavier, aumentando a potência de processamento de 30 para 254 trilhões de operações por segundo (TOPS). Este salto — com uma capacidade de computação 8 vezes maior — permite uma gestão mais rápida e inteligente dos sistemas de segurança ativa, desempenho da bateria e dados dos sensores.

    Em linha com o compromisso da Polestar com a melhoria contínua, esta atualização de hardware será também oferecida gratuitamente como uma modificação retroativa a todos os atuais clientes do Polestar 3 [1], estando previsto o início das atualizações início de 2026.

    O MY26 apresenta também uma nova nomenclatura de versões: Polestar 3 Rear motor, Dual motor, e Performance — A anterior convenção de nomes foi substituída, tornando mais clara a diferenciação entre versões. Parte desta nova estrutura inclui uma bateria otimizada para a versão de entrada com motor traseiro, e a suspensão ativa com controlo de altura passa a ser opcional na versão Dual motor, mantendo-se como equipamento de série na versão Performance. Estas versões passam também a ser identificadas pelo design dos cintos de segurança: Preto sólido para a versão Rear moto, preto com faixa em Swedish Gold para a versão Dual motor, cintos totalmente em Swedish Gold para a versão Performance, reforçando o seu estatuto como a expressão mais potente do Polestar 3.

    A nova estratégia de packs e opcionais facilita a configuração do Polestar 3 dos clientes. O novo Pack Climate inclui bancos traseiros aquecidos, volante aquecido e escovas do para-brisas com aquecimento. O novo Pack Prime combina os packs Pilot, Plus e Climate, e inclui também vidros traseiros escurecidos. O sistema de som Bowers & Wilkins, com colunas nos encostos de cabeça e cancelamento ativo de ruído da estrada, passa a estar disponível como opção individual ou integrado no Pack Plus.

    O design foi atualizado com a nova opção de cor exterior Storm, um cinzento metálico escuro que substitui a cor Thunder, e os grafismos nas portas foram atualizados para agora incluírem a variante do modelo e uma tipografia maior para o nome Polestar 3. No interior, o estofos de série recebem também a versão Bio-attributed MicroTech na cor Charcoal, com acabamentos em alumínio reaproveitado, que eram anteriormente,  um extra opcional.

    As vendas do Polestar 3 MY26 começarão numa data posterior, e os preços locais serão comunicados aquando do início das vendas.

  • Gonçalo Janeira entusiasmado para encerrar a época na mítica Rampa da Arrábida

    Gonçalo Janeira entusiasmado para encerrar a época na mítica Rampa da Arrábida

    O piloto do Fundão Gonçalo Janeira, em Citroën AX GTI da J. Janeira Sport, prepara-se para disputar, de 3 a 5 de outubro, a 34.ª Rampa da Arrábida, derradeira jornada do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group.

    Depois de uma época marcada pela evolução constante e por prestações sólidas, Gonçalo Janeira chega a Setúbal com motivação reforçada para enfrentar uma das provas mais emblemáticas do automobilismo português.

     “É uma rampa que gosto muito, muito técnica e rápida, a cada subida somos premiados com uma paisagem magnífica e onde a organização prima pela excelência. Vou tentar dar o meu melhor e não só vencer o Grupo Legends Especial, mas também conseguir um lugar no Top 5 da geral dos Legends”, sublinha o piloto da Beira Interior.

    A competir num traçado exigente de 3,5 quilómetros entre o Outão e a Serra da Arrábida, o representante da J. Janeira Sport quer fechar a temporada em grande estilo, levando o seu Citroën AX GTI ao limite e voltando a dar visibilidade à região do Fundão num dos palcos mais mediáticos do Campeonato de Portugal de Montanha.

    Com público sempre numeroso nas estradas da Arrábida e uma transmissão em livestreaming sem precedentes, Gonçalo Janeira promete dar espetáculo e encerrar o ano de 2025 com a mesma dedicação e entusiasmo que marcou toda a sua temporada.

  • Estoril Classics celebra 75 anos da Fórmula 1 com grelha do Classic GP de luxo

    Estoril Classics celebra 75 anos da Fórmula 1 com grelha do Classic GP de luxo

    O Classic GP, integrado no programa do Estoril Classics, apresentará em 2025 a melhor lista de inscritos de sempre, reunindo alguns dos carros emblemáticos da história da Fórmula 1 para celebrar os 75 anos da disciplina. O evento volta a transformar o Autódromo do Estoril num autêntico museu vivo, onde a história da modalidade é reconstituída com fidelidade histórica.

    Do Surtees TS9 de 1971 ao Tyrrell 012 de 1983, a grelha de vinte e seis carros percorre doze anos de evolução que moldaram a Fórmula 1 moderna. É um verdadeiro desfile de soluções técnicas: monocoques de alumínio, motores atmosféricos que rugem até regimes vertiginosos, a revolução do efeito de solo e, já no final deste período, a transição para os primeiros materiais compósitos. No Estoril, esta metamorfose tecnológica será sentida na pista, num espetáculo em que cada carro é testemunho de uma época de ousadia e engenho.

    Um dos monolugares a destacar é o Lotus 78 de 1977, inscrito por Marc Devis, o carro que revolucionou a aerodinâmica ao introduzir os túneis venturi para gerar efeito de solo. Este modelo foi o precursor do Lotus 79, com o qual a equipa britânica conquistou os títulos de 1978, consagrando Mario Andretti como campeão do mundo.

    Seguem-se dois exemplares que marcaram o início da era dourada da Williams. O FW07B de 1980, que será conduzido por Mark Hazell, deu à equipa de Grove o seu primeiro título de construtores e de pilotos, este através de Alan Jones. O seu sucessor, o FW07C de 1981, estará também em pista, pilotado por Yutaka Toriba, uma máquina que prolongou a competitividade da equipa.

    Outro marco tecnológico presente no Classic GP será o McLaren MP4 de 1982, inscrito para Steve Hartley, o primeiro Fórmula 1 a utilizar um chassis monobloco inteiramente em fibra de carbono, inovação que redefiniu os padrões de segurança e performance da categoria.

    Finalmente, o Tyrrell 012 de 1983, pilotado por Ian Simmonds, encerra esta sequência histórica. Este foi o último carro a vencer um Grande Prémio com o lendário motor DFV Cosworth, quando Michele Alboreto triunfou no Grande Prémio de Detroit.

    Com uma grelha que inclui ainda Ligier, Shadow, Arrows, Surtees e outros modelos que marcaram gerações, o Classic GP oferece uma oportunidade única para ver e ouvir ao vivo as máquinas que escreveram algumas das páginas mais memoráveis do desporto.

    Os motores vão rugir logo na sexta-feira, 3 de Outubro, com treinos-livres e qualificação, realizando-se a primeira corrida no sábado, às 17h05, e a segunda no domingo, às 14h05. 

    A entrada para a bancada da recta da meta será gratuita, mas o acesso ao Paddock é limitado e sujeito a bilhete. A venda decorre online até às 23h59 do dia 2 de Outubro e, se ainda existirem ingressos, poderão ser adquiridos nas bilheteiras do Autódromo entre 3 e 5 de Outubro, das 09h00 às 18h00.

    Os bilhetes de Paddock têm o custo de 20 € para sexta-feira, 35 € para sábado ou domingo e 60 € para o passe válido para os três dias. Estes ingressos dão acesso às áreas reservadas do paddock, permitindo acompanhar de perto a preparação dos carros e viver o ambiente singular dos bastidores. As crianças até aos 15 anos terão entrada gratuita no paddock, desde que acompanhadas por um adulto portador de bilhete válido.

  • GTC & Turismos –quem são os candidatos aos títulos do Supercars España? 

    GTC & Turismos –quem são os candidatos aos títulos do Supercars España? 

    A temporada do Supercars Endurance caminha para o seu epílogo e, em Jerez, a próxima etapa, decidem-se os títulos do Supercars España, sendo inúmeros os candidatos aos títulos, o que promete momentos de grande emoção de 31 de Outubro a 2 de Novembro.

    Na etapa andaluza o pelotão da mais importante competição da Península Ibérica terá grelhas divididas, tendo os GT4 uma só para si, ao passo que a GTC e os Touring Cars terão outra, o que tornará as lutas pelos ceptros ainda mais interessantes. Desta feita, debruçamo-nos sobre a situação pontual das categorias GTC e Turismos, e respectivas divisões, e a perspectiva de grandes lutas e de jogos de estratégia é entusiasmante.

    Campeonato GTC – Tudo em jogo e poucas certezas

    A luta pelo ceptro da GTC afunilou-se a três protagonistas principais, embora haja ‘outsiders’ à espreita de um deslize. No topo da tabela pontual, surge Rui Miritta (Monteiros Competições, Porsche 911 Cup), com 94 pontos e uma vitória obtida em Portimão que cimentou a candidatura. Em Jerez, o português, pode adoptar o ‘modo gestão de risco’ – para defender sua vantagem pontual, e evitar um erro que poderá valer tanto como arriscar tudo pela vitória. Mas conhecendo o português, dificilmente não irá à Andaluzia para juntar mais dois triunfos ao seu pecúlio e, assim, assegurar o seu segundo ceptro no Supercars España.
     
    A dupla Alba Vázquez / Alfonso Colomina (McLaren Barcelona – SMC Motorsport, McLaren 570S GT4) segue a doze pontos do topo, com 82. Não venceram ainda este ano, mas têm sido muito consistentes nas três rondas já realizadas, o que lhe poderá permitir virar o jogo a seu favor, muito embora tenham de, obrigatoriamente, bater Rui Miritta.

    Logo atrás, com 80 pontos, também com trunfos claros, estão Ángel Santos / Alejandro Iribas (Chefo Sport by Petrogold, Ligier JS2R). Foram os grandes dominadores de Jarama, onde assinaram dois triunfos que os recolocaram no encalço do título. Se repetirem em Jerez a execução clínica de Jarama, obrigam Miritta e a dupla do McLaren a reagir sob pressão.
     
    Entre os que ainda podem sonhar, mas precisam que os três primeiros encontrem dificuldades, destacam-se Duarte Camelo / Pompeu Simões (Speedy Motorsport, Porsche Cayman CS), que estiveram ausentes da ronda de Jarama, com 64 pontos com o triunfo na segunda corrida de Portimão no seu registo e Marcus Fothergill (Tockwith Motorsports, Porsche 911 Cup) com 55. Também António Almeida (Tockwith Motorsport, Ginetta G55), na sua primeira temporada em carros de GT, chega a Jerez com possibilidades matemáticas graças ao triunfo em Valência, mas, na prática, dependerá de uma combinação improvável de resultados alheios.
     
    Jerez promete uma luta directa entre Miritta, Vázquez / Colomina e Santos / Iribas pelo título absoluto da GTC. Os restantes perseguidores terão de capitalizar quaisquer contratempos do trio da frente.

    Divisão GTX – Duelo espanhol com portugueses à espreita

    A GTX chega ao Circuito de Jerez com tudo por decidir e com a perspectiva de uma batalha intensa pelo ceptro. Após Valência, Alba Vázquez / Alfonso Colomina e Ángel Santos / Alejandro Iribas como principais candidatos ao sucesso, com 93 e 87 pontos, respectivamente; todos os demais entram para o fim-de-semana como ‘outsiders’ à espera de um passo em falso das duas duplas do topo.
     
    Alba Vázquez / Alfonso Colomina construíram a vantagem numa temporada de consistência, tendo iniciado a temporada com uma vitória. Para Jerez, o duo do carro inglês não poderá jogar na defesa, dada proximidade dos seus perseguidores.
     
    Ángel Santos / Alejandro Iribas apresentam um pacote competitivo muito distinto. O duo da Chefo Sport foi devastador em Jarama, onde venceram ambas as provas. Chegam a Jerez com 87 pontos e se repetirem a execução do evento de Madrid, o título pode estar ao seu alcance.
     
    Numa posição menos favorável está o jovem português Henrique Moura Oliveira, inscrito pela Monteiros Competições num BMW M4 GT4 (F82), com 73 pontos. Sem vitórias até aqui, mas com alguma consistência precisa de um fim-de-semana praticamente perfeito para forçar as contas e conquistar triunfos, voltando em Jerez a fazer o equipa com Rúben Silva, o seu habitual colega de equipa
    .
    Com os mesmos pontos está a dupla Duarte Camelo / Pompeu Simões. O duo que compete com um Porsche Cayman CS da Speedy Motorsport e já conhecem o sabor da vitória, com triunfos na segunda corrida de Portimão e na segunda de Valência, o que comprova a sua rapidez. Para poderem sonhar com o título necessitam de outro golpe de autoridade para transformar possibilidade em probabilidade.
     
    A Tockwith Motorsports tem por perto a sua armada com os Ginetta G55 de Steve Kirton / Jonathan Elsworth a totalizarem 72 pontos, e os estreantes Gracie Mitchell / Luca Staccini somam 69. Ainda nenhuma das duplas venceu, mas a regularidade de pódios significa que qualquer turbulência dos líderes os coloca na luta do título.
     
    António Almeida, também num Ginetta G55 da Tockwith Motorsports, e vencedor da primeira corrida de Valência, está mais longe (57 pontos), mas as suas esperanças encontram-se matematicamente vivas, apesar de não ter competido na prova de Jarama.
     
    Em suma, a coroa da GTX vai decidir-se numa grande luta a dois – Vázquez / Colomina versus Santos / Iribas — com Henrique Moura Oliveira e Camelo / Simões prontos a aproveitar qualquer contratempo desse par. Num domingo com duas corridas e quatro pontos extra disponíveis, uma pole-position ou uma volta mais rápida pode ser o detalhe que escreve a última linha da temporada.

    Divisão Cup – Miritta parte em vantagem

    A Cup chega ao Circuito de Jerez com um enredo de alto drama: dois pilotos separados por 26 pontos vão discutir o título num domingo que vale 54 pontos, entre corridas e pole-positions e voltas mais rápidas em corrida. O campeonato está, por isso, em aberto, mas a margem de manobra é curta para quem persegue.

    No comando está Rui Miritta, com 132 pontos. O piloto português construiu esta vantagem com uma sequência notável: vitórias nas duas corridas de Portimão, novo triunfo em Jarama e diversas pole-positions e voltas mais rápidas. Em Valência, voltou a vencer, consolidando uma liderança que o coloca no papel de favorito à entrada para a ronda decisiva. Para Miritta, Jerez não é apenas gestão, uma vitória na primeira corrida poderá bastar para fechar matematicamente o campeonato.
     
    O último adversário capaz de travar o líder é Marcus Fothergill (Tockwith Motorsports, Porsche 911 Cup) com 106 pontos. O britânico soma uma vitória importante em Jarama e pódios sucessivos que lhe permitem chegar à ronda final com esperança. Para reverter os vinte e seis pontos de desvantagem, Fothergill precisa de um domingo quase perfeito, ajudado por um deslize de Miritta numa das corridas.
     
    Os restantes pilotos da Cup estão já fora do raio prático do título. Ángel Lanchares (Lan GP Racing, Porsche 911 Cup) ocupa o terceiro posto com 71 pontos, depois da vitória na primeira corrida de Valência. Esta é a dupla mais próxima dos dois primeiros, mas sem possibilidade de os alcançar em termos matemáticos. Ainda assim, será um protagonista a ter em conta, capaz de roubar pontos decisivos aos dois da frente.
     
    Vítor Costa (Monteiros Competições, Porsche 911 Cup), com 69 pontos, e Dave Bennet, 62, que faz equipa com Marcus Fothergill, são ainda candidatos a um lugar no pódio do campeonato, estando o terceiro posto de Ángel Lanchares em risco
     
    Tudo aponta, assim, para uma disputa de alto nível entre Miritta e Fothergill, num duelo de Porsches, em que a mínima falha pode decidir o título.

    Campeonato Turismo – Batalha da juventude

    A Categoria Turismo chega ao Circuito de Jerez com seis jovens talentos da FPAK Junior Team, ao volante dos Ginetta G40 preparados pela Monteiros Competições, a separar-se por diferenças mínimas na classificação. A época foi uma lição de aprendizagem para estes pilotos, que ao longo do ano foram alternando companheiros de equipa e partilhando os três carros da formação.

    No topo, Tomás Martins lidera com 93 pontos, depois de uma época marcada por consistência e vitórias em Portimão e Jarama. Martins tem margem, mas não pode relaxar: um mau resultado na primeira corrida de Jerez pode colocar o título em aberto até à bandeira de xadrez da segunda.
     
    O seu principal rival é João Faria, segundo classificado com 87 pontos. Faria assinou uma época de grande regularidade, pontuando alto em todas as corridas e vencendo em Jarama. Se voltar a evidenciar a performance em Jerez que mostrou até agora, tem argumentos para roubar o título ao líder.
     
    Também Tomás Gomes, com 80 pontos, está matematicamente na luta. Gomes foi um dos mais rápidos da temporada, com uma vitória na primeira prova de Portimão e presença constante no pódio, e precisa de um fim-de-semana irrepreensível para se colocar na disputa.
     
    Logo atrás, Martim Romão (75 pontos) pode não ter vencido ainda, mas soma pódios sucessivos que o mantêm na discussão. O cenário é semelhante para Rodrigo Vilaça (57) e Diogo Castro (56), que precisam de um domingo quase perfeito e de uma combinação de resultados favorável para se intrometerem na luta direta.
     
    A situação na Divisão TC é um espelho da própria classificação geral dos Turismos. Tomás Martins lidera com 100 pontos, seguido de João Faria (92) e Tomás Gomes (83), com Martim Romão (80) ainda dentro do alcance matemático do título. Rodrigo Vilaça (64) e Diogo Castro (59) precisam de um domingo perfeito para se manterem na equação. Tal como na geral, as margens são curtas e cada ponto extra – uma pole-position ou uma volta mais rápida – pode transformar a luta pelo título num verdadeiro duelo à décima de segundo no Circuito de Jerez.
     
    Tudo aponta para um fecho de temporada vibrante. Se Martins vencer a primeira corrida, poderá chegar à segunda em posição de ‘match-point’; se Faria ou Gomes reduzirem a diferença para menos de cinco pontos no domingo de manhã, o campeonato poderá decidir-se com os pontos da pole-position ou da volta mais rápida. Jerez promete um braço-de-ferro de uma geração que promete carreiras interessantes.
     
    A composição das duplas de pilotos para o fim-de-semana de Jerez ainda não é conhecida, podendo o seu escalonamento ter impacto nas possibilidades de alguns deles.
     
    O Circuito de Jerez será o palco de todas as decisões, numa ronda que conta igualmente para o Iberian Supercars e para o Campeonato de Portugal de Velocidade. De 31 de Outubro a 2 de Novembro, será na Andaluzia que se conhecerão os campeões de 2025 do Supercars España.

  • Chegou a Portugal o novo Mazda6e

    Chegou a Portugal o novo Mazda6e

    A nova berlina 100% elétrica espelha a nova era da filosofia de condução Jinba Ittai, bem com uma reinterpretação do conceituado design Kodo – A Alma do Movimento.

    Transferindo a ligação perfeita entre o automóvel e o seu condutor para a mobilidade elétrica, cada detalhe nele empregue foi desenvolvido para proporcionar uma condução precisa, uma resposta intuitiva e uma sensação natural de controlo, criando a sensação de unidade entre a viatura e a pessoa que o conduz, base dessa inegável filosofia Mazda.

    “A transição energética é hoje e inegavelmente uma realidade no mercado nacional, respondendo a Mazda aos seus clientes portugueses que apostam em novas soluções de mobilidade com uma proposta credível, traduzida no novo Mazda6e 100% elétrico, uma berlina de linhas suaves e fluidas, com características arrojadas, numa silhueta coupé de visual desportivo que mantém a funcionalidade de um ‘hatchback’ de 5 portas”, refere Luis Morais, Diretor Geral da Mazda Motor de Portugal.

    Os clientes poderão optar entre duas motorizações elétricas – Standard e Long Range – que proporcionam conduções eficientes e suaves. A versão Standard conta com um motor elétrico de 190 kW (258 cv), com um binário de 320 Nm, e uma bateria LFP de 68,8 kWh, para uma autonomia geral de até 479 km (combinada WLTP) e de até 605 km em ambiente urbano (combinada Cidade WLTP).  Já na sua versão Long Range, de valor de binário idêntico, a potência é gerada por um motor elétrico de 180 kW (245 cv), associado a uma bateria NCM de 80 kWh, permitindo-lhe uma autonomia geral de até 552 km (combinada WLTP) e de até 692 km em ambiente urbano (combinada Cidade WLTP).

    Destaque ainda para os consumos energéticos globais de 16,6 e 16,5 kWh/100 km, respetivamente, e de 12,6 e 12,7 kWh/100 km em ambiente urbano, para emissões de dióxido de carbono naturalmente nulas (classe de CO2: A; valores combinados WLTP). A aceleração dos 0 aos 100 km/h faz-se em menos de 8 segundos, atingindo-se uma velocidade máxima de 175 km/h. Os sistemas de carregamento rápido permitem passar de 10% a 80% em apenas 24 minutos no Mazda6e, ou em 47 minutos no Mazda6e Long Range, com um carregador rápido DC[1], sendo que 15 minutos serão suficientes para uma autonomia adicional de 235 quilómetros. Caso se recorra a uma wallbox de 11 kW, as duas versões carregam as suas baterias dos 0 aos 100% em 7 horas e 30 minutos e em 8 horas e 30 minutos, respetivamente.

    A dinâmica de condução deste hatchback de cinco portas foi aperfeiçoada para inspirar confiança e proporcionar um prazer de condução duradouro. O layout do cockpit focado no condutor e os bancos de conceção ergonómica garantem clareza, conforto e controlo, mesmo em viagens mais longas. O novo Mazda6e oferece três modos de condução — Normal, Sport e Individual — permitindo aos condutores personalizar a sua experiência de condução de acordo com o seu estilo individual. O modo Normal garante uma condução suave, harmonizando autonomia e desempenho, tornando-o ideal para uma utilização no quotidiano. Neste modo, a aceleração é suave, a travagem regenerativa é definida para um nível padrão e a resistência da direção assistida é também standard. Já o modo Sport foi concebido para proporcionar uma experiência mais envolvente e dinâmica. Oferece uma aceleração forte, travagem regenerativa intermédia e maior resistência da direção, para uma melhor sensação na estrada. O modo Individual permite aos condutores configurar as características de aceleração, travagem regenerativa e direção de acordo com as suas preferências pessoais. A aceleração pode ser definida como média ou forte, a travagem regenerativa está disponível em quatro níveis — baixo, padrão, médio e forte — e a resistência da direção pode ser ajustada entre as configurações standard e sport.

    Combinando o artesanato japonês, um design cuidadoso e tecnologia de ponta, o novo Mazda6e representa a evolução da filosofia Jinba Ittai na era da eletrificação. Mantém a experiência de condução distintiva dos seus antecessores, introduzindo novos níveis de precisão, de capacidade de resposta e de requinte. Todos os aspetos do seu design contribuem para uma experiência de condução dinâmica, envolvente e inconfundivelmente Mazda.

    Se o seu design exterior exibe uma reinterpretação do design Kodo – A Alma do Movimento, nos interiores o o Mazda6e inspira-se no conceito japonês de ma, que enfatiza a simplicidade e a organização dos espaços, subjacente a um ambiente de características premium. A versão Takumi apresenta estofos em leatherete, em bege ou em preto. Na versão Takumi Plus os estofos são em pele castanha e suede, com acabamentos em pele e pele sintética, contando no tejadilho com um ocultador elétrico para o teto panorâmico em vidro escurecido. Os bancos dianteiros têm ajuste elétrico, podendo ser aquecidos ou arrefecidos, contando o do condutor com função de memória. A capacidade da bagageira, cuja porta tem acionamento elétrico, ascende aos 465 litros (até 1.074 litros com os bancos da segunda fila rebatidos), complementando-se com um prático compartimento frontal (frunk) de 72 litros de capacidade.

    No domínio tecnológico, o modelo integra um painel de instrumentos digital de 10,2 polegadas por detrás do volante e um avançado head-up display que projeta as informações principais no para-brisas. Ao centro um ecrã tátil de 14,6 polegadas dá acesso às funções de comunicação, entretenimento e demais sistemas. Controlo climático automático de zona dupla, estação de carregamento wireless de smartphone, bem como a sua integração, também sem fios, no sistema da viatura através de Apple CarPlay® e Android Auto™, ou o sistema de som Sony®, com 14 altifalantes, incluindo os dos apoios de cabeça dianteiros para o condutor, assegurando uma experiência envolvente, completam o pacote.

    A segurança é, naturalmente, uma prioridade no novo Mazda6e, equipamento que inclui nove airbags, Sistema Avançado de Assistência ao Condutor da Mazda com Travagem de Emergência Autónoma, Aviso de Saída da Faixa de Rodagem, Reconhecimento de Sinais de Trânsito e uma série de outras funcionalidades, concebidas para ajudar o condutor a evitar e mitigar potenciais situações de perigo. Os faróis LED asseguram uma ótima visibilidade noturna, o Monitor de 360° facilita o estacionamento e as manobras em espaços mais apertados e a função See-Through View revela áreas ocultas pela carroçaria. Já o novo Sistema de Monitorização de Ocupantes utiliza uma câmara interior para detetar e alertar para a presença de crianças nos bancos traseiros, apresentando a sua imagem no ecrã central, quando o condutor desliga a viatura e se prepara para sair do automóvel.

    Depois do pré-lançamento em março último, chegam agora a Portugal as primeiras unidades do novo Mazda6e, para ser entregues a esses primeiros clientes, tornando-se no mais recente modelo do catálogo da marca de Hiroshima. Destaque-se a Campanha de Lançamento, em vigor de agora até final do presente ano, para um modelo com preço de entrada de 40.047,83 €, numa gama simplificada, com um diferencial de preços entre os dois níveis de equipamento – Takumi e Takumi Plus – de 1.950,00 € e um intervalo de valores entre as duas variantes mecânicas – Standard (190 kW / 258 cv) e Long Range (180 kW / 245 cv) – de 2.500,00 €.

  • Adamastor Furia presente na edição de 2025 do Estoril Classics

    Adamastor Furia presente na edição de 2025 do Estoril Classics

    O Adamastor Furia, o primeiro supercarro português da história, volta a estar presente num dos maiores festivais de desporto motorizado realizados no nosso país. Depois de ter feito as delícias dos fãs e entusiastas no Caramulo Motorfestival, o Furia aponta agora ao Autódromo do Estoril, circuito que voltará a ser o palco de algumas das mais importantes corridas de automóveis clássicos, nas suas mais variadas categorias.

    A Adamastor tem o prazer de anunciar que estará presente na edição de 2025 do Estoril Classics. O Furia voltará, assim, a pisar solo sagrado para toda a comunidade de entusiastas de corridas de clássicos, não só nacionais, mas também internacionais, naquela que será a nona edição do evento organizado pela Race Ready.

    Esta será uma nova oportunidade de conhecer de perto o impressionante Furia, pois o supercarro nascido na cidade do Porto estará em exposição num espaço dedicado em pleno paddock do Autódromo do Estoril. Os visitantes poderão assim ficar a par de todos os detalhes do Furia, bem como conhecer os membros da equipa que todos os dias trabalha no desenvolvimento do projeto, materializando o sonho do primeiro supercarro português.

    A nona edição do Estoril Classics realiza-se entre 3 e 5 de outubro de 2025, no Circuito do Estoril, e reúne quatro disciplinas de corridas de automóveis clássicos: Monolugares de Fórmula 1, Sports Cars, GT e Turismos.

  • 1º protótipo de veículo com um inovador sistema integrado de bateria inteligente inicia testes em condições reais

    1º protótipo de veículo com um inovador sistema integrado de bateria inteligente inicia testes em condições reais

    A Stellantis, em parceria com a Saft (uma subsidiária da TotalEnergies), revelou um protótipo de veículo inovador com tecnologia IBIS — um projeto de pesquisa colaborativa com sede em França que visa desenvolver um sistema de armazenamento de energia e conversão elétrica mais eficiente, sustentável e económico. Com testes reais em estrada já em andamento, este feito representa um grande avanço na promoção da eletrificação para aplicações de energia móveis e estacionárias. 

    Uma nova era na conceção de motores elétricos 

    O primeiro veículo elétrico a bateria (BEV) totalmente funcional equipado com IBIS é um Peugeot E-3008 de nova geração, construído sobre a plataforma STLA Medium. Este protótipo é o resultado de anos de desenvolvimento, modelagem e simulação pela Stellantis e Saft, com o apoio da E2-CAD, Sherpa Engineering e instituições de investigação francesas líderes na área, como CNRS, Université Paris-Saclay e Institut Lafayette. 

    Desde meados de 2022, está em funcionamento um primeiro demonstrador IBIS para aplicações estacionárias, que permiu validar conceitos técnicos fundamentais e gerar inúmeras patentes. A transição para um protótipo móvel representa um grande avanço no desenvolvimento do sistema. 

    Como funciona: integração que simplifica tudo

    O IBIS repensa o trem de propulsão elétrico ao incorporar as funcionalidades de inversor e carregador diretamente na bateria, independentemente da sua composição química ou aplicação. Esta arquitetura suporta corrente alternada (CA) e corrente contínua (CC), fornecendo energia elétrica diretamente ao motor ou à rede, enquanto simultaneamente alimenta a rede de 12 V do veículo e os sistemas auxiliares. 

    Principais benefícios

    • Eficiência e desempenho: até 10% de melhoria na eficiência energética (ciclo WLTC) e 15% de ganho de potência (172 kW vs. 150 kW) com o mesmo tamanho de bateria. 
    • Poupança de peso e espaço: reduz o peso do veículo em cerca de 40 kg e liberta até 17 litros de volume, permitindo uma melhor aerodinâmica e flexibilidade de design. 
    • Carregamento mais rápido: os primeiros resultados mostram uma redução de 15% no tempo de carregamento (por exemplo, de 7 para 6 horas num carregador CA de 7 kW), juntamente com uma economia de energia de 10%. 
    • Manutenção simplificada: manutenção mais fácil e maior potencial para reutilização de baterias em segunda vida, tanto em aplicações automóveis como estacionárias. 

    O IBIS também simplifica a manutenção e facilita a reutilização de baterias em fim de vida em aplicações automotivas estacionárias, reduzindo a necessidade de recondicionamento extensivo. 

    Ned Curic, Diretor de Engenharia e Tecnologia da Stellantis: “Este projeto reflete a nossa convicção de que a simplificação é inovação. Ao repensar e simplificar a arquitetura do grupo propulsor elétrico, estamos a torná-lo mais leve, mais eficiente e mais económico. Este é o tipo de inovação que nos ajuda a oferecer veículos elétricos melhores e mais acessíveis aos nossos clientes.”

    Hervé Amossé, Vice-Presidente Executivo de Sistemas de Armazenamento de Energia da Saft: “O projeto IBIS é uma prova consistente da liderança da Saft em termos de inovação. Ao incorporar a tecnologia IBIS nas nossas aplicações de última geração, estamos a inaugurar uma nova era de soluções energéticas inteligentes, flexíveis e sustentáveis. A Saft continua a liderar o caminho na investigação avançada, oferecendo soluções de longo prazo e económicas, adaptadas às necessidades em constante evolução do mercado.”

    Próximos passos: A fase 2 do projeto teve início em junho de 2025, com o apoio contínuo do governo francês por via do programa France 2030. A atenção foco transita agora para testes em condições reais de condução, o que pode abrir caminho para a integração da tecnologia IBIS nos veículos de produção da Stellantis até ao final da década. 

    Além do setor automóvel, a arquitetura IBIS é promissora para uma ampla gama de aplicações, incluindo a ferrovia, exploração aeroespacial, transportes marítimos e centros de dados, reforçando o empenho da Stellantis e da Saft numa eletrificação escalável e sustentável.