A dupla feminina do Team Motivo JCB terminou a Baja de Marrocos 2025 vencendo entre as senhoras, feito ao qual juntou o segundo lugar na categoria Automóveis e sétimo na geral. Um resultado que confirma a evolução e a consistência da dupla, preparando o caminho para o Dakar 2026.
Após cinco intensos dias de prova, Maria Luís Gameiro e a sua navegadora Rosa Romero fecharam a edição 2025 da Baja de Marrocos com uma excelente recuperação, vencendo entre as senhoras e conquistando o segundo lugar nos Automóveis, sétimo posto na classificação geral. Este resultado confirma a qualidade do trabalho desenvolvido ao longo do ano e a preparação para os desafios futuros.
A prova marroquina, na sua quinta edição, apresentou terrenos exigentes e diversificados, desde pistas rápidas a dunas e setores técnicos, incluindo uma etapa maratona que colocou à prova toda a resistência da dupla.
Depois de um início sólido, com um terceiro lugar nos Automóveis (nona posição da geral), Maria Luís e Rosa enfrentaram algumas dificuldades na segunda jornada, caindo para a sétima posição da categoria (13.ª geral). A partir daí, a dupla do Team Motivo JCB protagonizou uma recuperação consistente, culminando com a subida ao pódio nos Automóveis e consolidando a sétima posição na geral.
Apesar do excelente resultado, Maria Luís estava apenas focada na evolução e na aprendizagem nesta prova, que serviu de preparação para o Dakar:
“Estou muito feliz com o que conseguimos nesta exigente Baja. Enfrentamos dias longos e pistas técnicas. O segundo lugar nos automóveis, sétimo na geral e o triunfo entre as mulheres é um resultado muito positivo, fruto de trabalho, consistência e experiência. Conseguimos recuperar depois de um início difícil e terminar a prova de forma forte, o que me deixa muito satisfeita”, afirmou Maria Luís Gameiro.
“A etapa maratona foi particularmente exigente, mas conseguimos manter o foco e a estratégia, capitalizando cada quilómetro para nos aproximarmos do pódio. Apesar do resultado, que merece ser festejado, o nosso foco esteve sempre na preparação para o Dakar. Esse é o nosso grande desafio e, apesar de motivador, este resultado não muda o nosso plano nem a nossa motivação.”, acrescentou a piloto portuguesa.
Não poderia ter havido melhor palco para encerrar uma temporada verdadeiramente notável do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2025. A 34.ª Rampa da Arrábida, organizada exemplarmente pelo Clube de Motorismo de Setúbal, foi uma autêntica romaria popular durante todo o fim de semana, juntando milhares de adeptos que encheram as encostas da serra e as ruas da cidade.
A tradicional parada de sexta-feira à noite, nas avenidas Luísa Todi e José Mourinho, voltou a ser um dos momentos altos do evento, proporcionando o contacto direto entre o público e os protagonistas da montanha. Um ambiente de festa que reforçou o enorme impacto mediático e popular desta prova. O sucesso organizativo foi total, com a equipa do CMS a responder com profissionalismo e eficácia aos pequenos incidentes naturais de uma competição deste nível.
A edição 2025 da Rampa da Arrábida encerrou uma época marcada por emoção e competitividade. Ainda havia títulos por atribuir — incluindo o cetro nacional da Categoria Turismo e a vitória na Divisão de Protótipos B, garantindo luta intensa até à última subida.
Domínio de José Correia
Na luta pela vitória absoluta na Arrábida, José Correia, piloto e líder da JC Group Racing Team, foi o mais forte e consistente ao longo de todo o fim de semana. Mesmo um susto na única subida de treinos de domingo — com a quebra de uma transmissão no seu Osella PA30 — não o impediu de impor o seu ritmo e confirmar a vitória absoluta. Assim, José Correia sagrou-se “Rei da Arrábida 2025”, encerrando a temporada com chave de ouro.
O bracarense travou um duelo direto com Nuno Caetano, da Power House, em Osella PA21S EVO, com ambos a mostrarem um nível competitivo elevadíssimo. Caetano terminou apenas 3,5 segundos atrás, confirmando a sua enorme evolução e ambição dentro da modalidade.
O pódio absoluto ficou completo com o jovem Tomás Pinto, piloto de Peso da Régua, que voltou a brilhar ao volante do seu BRC CM05 EVO da Famaconcret.
O piloto dominou a Divisão Protótipos B, intrometendo-se na luta pelos lugares da frente e assinando um notável 3.º lugar da geral. Tomás Pinto confirma assim o estatuto de uma das grandes revelações do automobilismo nacional e perfila-se como futuro candidato ao título absoluto do Campeonato de Portugal de Montanha.
Protótipos B: Nuno Guimarães mantém o trono
Na Divisão Protótipos B, o título ainda estava em aberto e a luta foi intensa. Logo atrás de Tomás Pinto, Hélder Silva, pentacampeão nacional absoluto voltou a competir com um SilverCar S3, terminando em 4.º da geral e 2.º da divisão.
Afonso Santos, também da Power House, foi 5.º absoluto e 3.º da divisão, ao volante do seu BRC B49. Contudo, o destaque final pertenceu a Nuno Guimarães (SilverCar S2), que terminou em 7.º da geral e 4º entre os Protótipos B, resultado suficiente para confirmar a renovação do título na divisão.
Super Challenge: José Lameiro quebra a invencibilidade de Luís Nunes
Depois de várias épocas de domínio, Luís Nunes (Skoda Fabia R5 SC) foi finalmente suplantado. O piloto aveirense José Lameiro, ao volante do seu Skoda Fabia MKIII preparado pela DM Motorsport e representando a Diatosta, realizou um fim de semana perfeito e conquistou uma vitória histórica, a primeira desde que trocou o Rallycross pela Montanha.
Depois de se aproximar de Nunes na primeira subida de prova, Lameiro foi imbatível nas duas subidas de domingo, vencendo a categoria Super Challenge e a Divisão SC-A. Nunes foi 2.º, enquanto João Pires (BMW E36 M3) brilhou ao alcançar o 3.º lugar da geral e a vitória na Divisão SC-B.
Na SC-C, Bruno Carvalho (Citroën Saxo) impôs-se após duelo emocionante com Luís Fernandes (Peugeot 106), e na SC-D, Bruno Gomes (Fiat Punto 85 Sport) voltou a vencer, selando também o título da divisão.
GT: Bernardo García de Castro imbatível na reta final da temporada
Na Categoria GT, o galego Bernardo García de Castro (Porsche 991.2 GT3 Cup) confirmou a sua superioridade nesta reta final da época e conquistou a terceira vitória consecutiva — depois das rampas do Caramulo e de Boticas. O piloto espanhol repetiu a estratégia que lhe tem dado sucesso: discreto nos treinos e explosivo nas subidas de prova.
Venceu o já campeão nacional José Rodrigues (Porsche 997.2 GT3 Cup) por apenas 0,1 segundos, num duelo intenso e espetacular. O regressado José Carlos Pouca Sorte (Porsche 991.2 GT3 Cup) completou o pódio. O rápido piloto da Megamotors assinou o seu melhor resultado da época.
Turismos: um título decidido por 107 milésimos!
A Categoria Turismos proporcionou um dos finais mais emocionantes dos últimos anos. Empatados em pontos, Pedro Alves (Cupra Leon TCR) e Gonçalo Inácio (Kia Ceed TCR) sabiam que o vencedor da Arrábida seria também o novo campeão nacional.
O duelo foi épico e decidido à décima: na última subida de prova, Pedro Alves conseguiu impor-se por apenas 107 milésimos de segundo, sagrando-se Campeão Nacional de Turismos e vencedor da Divisão Turismo 2.
Gonçalo Inácio foi 2.º, confirmando o vice-campeonato, enquanto Nuno Madeira (Caterham Seven 420 R) foi o melhor da Turismo 3, à frente de Filipe Ferreira (Honda Civic Type R) e Carlos Silva (Renault Clio RS). O 3.º lugar da Divisão Turismo 2 coube a Parcídio Summavielle (Peugeot 208 Rally4), muito eficaz ao longo da prova.
Clássicos e Legends: espetáculo e surpresas
Nos Clássicos, Ricardo Pereira (Ford Escort RS 2000) dominou do princípio ao fim, batendo o já campeão Flávio Sainhas (Ford Escort MKI) por 3,9 segundos, com Luís Moutinho (Ford Escort) a fechar o pódio, longe do duo da frente. José Carlos Magalhães (Toyota Starlet) regressou, lutou por um lugar nos Top3, quedando-se num positivo 4º posto, bem perto do degrau mais baixo do pódio. O Top 5 fechou com Abílio Machado, O piloto do BMW 1602 comemorou 20 anos de participações na Arrábida, premiando a sua dedicação à rampa setubalense.
Nos Legends, o desfecho foi mais imprevisível. Depois de dominar o sábado, Filipe Macedo (Citroën Saxo Cup) cometeu um erro na 2ª subida de prova e foi forçado a ser mais cauteloso na derradeira, vendo escapar a vitória. Telmo Costa (Citroën Saxo), que recuperou de problemas de caixa, aproveitou e conquistou com muito mérito o primeiro triunfo da carreira, garantindo também o vice-campeonato. Macedo foi 2.º, seguido de Miguel Gonçalves (BMW E36 Coupé), Gonçalo Janeira (Citroën AX GTI) e Carlos Delgado (Mercedes 190 2.3 16V).
1300 e FPAK Júnior Team: tradição e juventude
Nas lides dos 1300, viveu-se um belo duelo familiar entre pai e filho: Daniel Rolo (Datsun 1200 Coupé) levou a melhor sobre o seu progenitor Aníbal Rolo (Datsun 1200) por 2,6 segundos. José Pedro Figueiredo (Datsun 1200) completou o pódio, enquanto Eva Laranjeira (Peugeot 205 Rallye), a correr em casa, foi penalizada por problemas mecânicos que a impediram de terminar.
No FPAK Júnior Team, o jovem Nuno Guimarães (Citroën C1) encerrou a época em grande estilo, somando a sexta vitória em sete provas e conquistando o troféu com autoridade. André Brás (Citroën C1) foi 2.º e Carolina Martins (Citroën C1) completou o pódio.
Festa, público e futuro promissor
A Rampa da Arrábida 2025 foi um sucesso total, em organização, espetáculo e adesão popular. Milhares de pessoas assistiram às subidas e viveram três dias de grande festa do automobilismo, desde a parada de sexta-feira até às decisões de domingo. Num cenário ímpar, o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group encerrou uma temporada “de ouro”, consolidando o estatuto da Montanha como uma das disciplinas mais apaixonantes e competitivas do desporto motorizado português.
Com novas equipas, jovens talentos e o público cada vez mais presente, 2026 promete ainda mais espetáculo e emoção nas rampas lusitanas!
O terceiro e último dia do Estoril Classics 2025 foi o culminar perfeito de um fim-de-semana de pura celebração do automobilismo. As bancadas voltaram a encher-se no Autódromo do Estoril e o paddock fervilhou de entusiasmo, num ambiente de consagração com 40.000 espectadores ao longo de quatro dias.
O rugido dos motores ecoou sem tréguas, compondo a banda sonora de um museu vivo que se moveu em alta rotação. O público vibrou com máquinas lendárias como o Lola T70, o De Tomaso Pantera ou o Porsche 908/3, protagonistas de corridas intensas que evocaram as grandes páginas da história do desporto motorizado.
A demonstração de Fórmula 1, integrada nas comemorações dos 75 anos da categoria máxima, voltou a emocionar os espectadores, encerrando o evento com a mesma reverência e espanto que o marcaram desde o primeiro dia. Contudo, foi a corrida do Classic GP, para monolugares de Fórmula 1 até 1986, que levou o público ao rubro.
Classic GP: Toriba domina a corrida final
A segunda corrida do Classic GP ofereceu vinte minutos de drama, velocidade e intensidade. O britânico Steven Brooks, em Lotus 91, partindo da pole-position, viu-se surpreendido no momento da largada e caiu para terceiro. O japonês Yutaka Toriba, Williams FW07C, assumiu de imediato o comando, impondo um ritmo fortíssimo.
Brooks ainda recuperou momentaneamente o segundo posto, mas problemas técnicos no seu Lotus obrigaram-no a recolher às boxes na sétima volta, abandonando depois do triunfo de ontem. Atrás, Steve Hartley subiu a segundo caminhando para um bom resultado aos comandos do McLaren MP4/1 ex-John Watson, enquanto Jonathan Holtzman, Lotus 87B, subiu a terceiro, resistindo à investida de Dan Gore, Tyrrell 010, até à bandeira de xadrez.
No final, vitória incontestável do nipónico Toriba, coroando um fim-de-semana em que demonstrou velocidade e consistência apresentando um excelente cartão de visita, e ainda agradeceu em português ao público pelo apoio.
O triunfo da diversidade e da história
As restantes categorias, organizadas pela Peter Auto, proporcionaram um desfile de emoções e contrastes. Na 2.0 Litre Cup, dedicada aos Porsche 911 de dois litros idênticos aos que dominaram os circuitos nos anos 1960, a vitória coube à dupla Vincent Kolb / Max Moritz, após uma exibição de consistência e ritmo.
No Classic Endurance Racing 2, reservado aos protótipos e GT de 1972 a 1981, Maxime Guenat levou o Lola T286 de 1976 à vitória, num verdadeiro hino à velocidade, superiorizando-se ao seu pai, Dominique Guenat, em TOJ SC303 de 1978. No degrau mais baixo do pódio ficou a dupla Tony Sinclair e Nick Padmore em Lola T292 de 1973.
Já no Classic Endurance Racing 1, o triunfo foi para Armand Mille, num Lola T70, depois de resistir à pressão impiedosa do ex-piloto de F1, Jan Magnussen, pai de Kevin Magnussen, que, em equipa com Chris Ward, recuperou várias posições e terminou a menos de dois segundos do vencedor após uma última volta electrizante também aos comandos de um imponente protótipo da marca de Eric Broadley.
A Lotus voltou a demonstrar a sua supremacia entre os desportivos anteriores a 1966, assinando um pódio na The Gentlemen Challenge totalmente dominado pela marca britânica. Kyle Tilley, ao volante do Lotus XV de 1960, repetiu o triunfo de sábado com uma exibição de classe e consistência. Jakob Viggo Holstein, em Lotus 15 de 1959, terminou na segunda posição, enquanto Serge Kriknoff, com um elegante Lotus XI 1500 de 1956, completou o trio vencedor, numa corrida que celebrou o génio técnico e estético de Colin Chapman.
Maxime Guenat voltou a brilhar no Estoril Classics, triunfando de forma convincente na Heritage Touring Cup, categoria que revive o espírito indomável dos grandes carros de turismo das décadas de 1970 e 8190. Ao volante de um potente Ford Capri RS3100, o piloto suíço dominou uma corrida vibrante, repleta de ultrapassagens e sons que fizeram ecoar a era dourada do turismo europeu. Atrás dele, Armand Mille, também em Capri RS3100 Cologne, manteve a pressão até final, enquanto Yvan Mahé, num BMW 3.5 CSL de andamento consistente, completou o pódio.
O programa terminou com uma excelente corrida do Iberian Historic Endurance, vencida pelo alemão Christian Oldendorff, ao volante de um Ford GT40, que na sua terceira tentativa com este carro triunfou no Estoril Classics. O jovem britânico Tom Canning, na sua primeira prova ao volante de um clássico — neste caso, um Ginetta G10 —, foi o segundo classificado, superando Oliver Muyjens, também ao volante de um Ford GT40, num “sprint” final em que os dois terminaram separados por três centésimas de segundo.
Foi um dia de encerramento à altura da reputação do evento: corridas emocionantes, ritmo elevado e um público que viveu cada momento com a paixão de quem reconhece estar diante da história em movimento.
Foi oficialmente apresentada a edição de 2025 do Rallye Vidreiro Centro de Portugal. A cerimónia decorreu no emblemático Edifício da Resinagem, na Marinha Grande, onde o Clube Automóvel da Marinha Grande anunciou todos os detalhes da prova que volta a encerrar o Campeonato de Portugal de Ralis. A grande novidade desta edição é a criação da Arena Rallye Vidreiro, em conjunto com o Rally Series Promoter, que irá transformar o Expocentro, em Pombal, num palco único para o espetáculo dos ralis, aproximando ainda mais o público da competição.
O Rallye Vidreiro Centro de Portugal arranca na sexta-feira, 17 de outubro, com a realização do Shakedown às 08h00, num troço de 3,13 km. Às 15h30, junto ao imponente Mosteiro de Alcobaça, realiza-se a Cerimónia de Partida, que dará início oficial à prova. Segue-se a primeira especial em Alfeizerão (16h00, 12,28 km), o sempre exigente troço de São Pedro de Moel (17h10, 14,13 km) e, já à noite, a Super Especial de Pombal (21h00, 1,50 km), que promete encher as ruas de espetáculo e emoção. No sábado, 18 de outubro, as decisões ficam guardadas para uma jornada intensa. A manhã abre novamente em São Pedro de Moel (11h00, 14,13 km), prossegue em Pombal (12h15, 14,80 km) e Mata Mourisca (13h00, 16,47 km), antes da estreia da aguardada Super Especial Arena Expocentro (13h30, 1,50 km). Durante a tarde, repetem-se as passagens em Pombal (15h15, 14,80 km) e Mata Mourisca (16h00, 16,47 km), culminando tudo no Show Final da Arena Expocentro, agendado para as 16h30.
Para o presidente do Clube Automóvel da Marinha Grande, Ferdinando Barros, “é um orgulho apresentar mais uma edição do Rallye Vidreiro Centro de Portugal, que já é um dos momentos altos do Campeonato de Portugal de Ralis. Em 2025 damos um passo em frente com a criação da Arena, em parceria com o Rally Series Promoter, oferecendo uma experiência inédita ao público. Será um fim de semana de grandes emoções, com toda a segurança e paixão que caracterizam esta prova e a nossa região.”
O presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Aurélio Ferreira, destacou “o orgulho em termos conseguido consolidar o Rallye Vidreiro Centro de Portugal nesta dimensão, graças a uma parceria sólida com Alcobaça e Pombal. É um privilégi voltarmos a receber a decisão do Campeonato Nacional, algo que muito engrandece a nossa terra. Quero agradecer a todos os parceiros institucionais, às forças de segurança e, em particular, ao Clube Automóvel da Marina Grande pela competência com que organiza esta prova.O desafio que deixo é que continuemos neste modelo tripartido, que se tem revelado tão positivo para toda a região.”
Já o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Hermínio Rodrigues, sublinhou que “o Rallye Vidreiro será sempre o rali da Marinha Grande, mas é com enorme satisfação que conseguimos projetá-lo também para os territórios vizinhos de Alcobaça e Pombal. Este é um evento que traz felicidade às pessoas: vemos multidões a vibrar com o rali e isso é impagável. Desde o início sabíamos que este era um caminho em prol do desenvolvimento do distrito de Leiria e estou certo de que é apenas o primeiro de muitos projetos que podemos desenvolver em conjunto.”
O presidente da Câmara Municipal de Pombal, Pedro Pimpão, reforçou “a importância do espírito de cooperação entre os três municípios, que são liderados há quatro anos por autarcas que construíram entre si uma relação de confiança e amizade. Este é um rali feito de competência, profissionalismo e, sobretudo, de pessoas. Apoiamo-lo porque sabemos o impacto que tem na vida da nossa população: o desporto automóvel apaixona, mobiliza multidões e projeta o território. Quero ainda enaltecer o trabalho das forças de segurança e reafirmar o nosso compromisso em continuar a apoiar esta prova, que tanto significa para a região.”
Tal como em anos anteriores, o Rallye Vidreiro Centro de Portugal 2025 será palco da decisão do Campeonato de Portugal de Ralis. Este ano, três nomes de peso discutem o título nacional: o espanhol Dani Sordo, o britânico Kris Meeke e o português Armindo Araújo. A luta promete ser intensa até ao último quilómetro, reforçando o estatuto do Rallye Vidreiro como a prova mais aguardada do calendário.
Porto Santo receberá fechará com chave de ouro a edição de 2025 do CISET 4×4 e definirá campeões. Trial 4×4 não vai sozinho: Super SSV também vão e ainda levam o campeão das Moto 4 consigo
O Challenge Ibérico Super Extreme Trial 4×4 (CISET 4×4) vai escrever uma nova página da sua história com a realização da primeira prova na ilha de Porto Santo fim de semana de 23 de Novembro. Conhecida pelas suas praias douradas, paisagens vulcânicas e ambiente paradisíaco, a ilha madeirense surge como um palco surpreendente e inédito para uma competição tão exigente como o trial 4×4.
Organizar uma prova destas em pleno Atlântico é um desafio logístico de grande dimensão. Contudo, graças ao empenho da organização, ao apoio de parceiros estratégicos e à colaboração das autoridades locais, tornou-se possível transformar esta ideia ousada em realidade. Porto Santo prepara-se assim para receber máquinas e pilotos que irão pôr à prova a sua técnica e resistência em terrenos completamente distintos daqueles onde a competição costuma decorrer.
A novidade foi recebida com enorme entusiasmo pela comunidade do trial 4×4. Mais de duas dezenas de equipas já confirmaram o interesse em alinhar à partida, entre elas várias espanholas e até uma formação irlandesa que participou na última ronda, em Vila Nova de Cerveira. A juntar-se estão também alguns dos nomes mais sonantes da edição de 2025 do CISET 4×4, garantindo desde já uma lista de inscritos com sabor internacional e uma competição intensa.
A X-Adventure, promotora do CISET 4×4 e também do troféu TH Clothes Super SSV, decidiu dar um passo pioneiro: levar os SSV até Porto Santo. Será a primeira vez que esta competição viaja para fora do território continental português e, em simultâneo, uma estreia absoluta para a ilha, que receberá pela primeira vez estas máquinas velozes e espetaculares. A prova, de caráter extra troféu, servirá como um teste tanto para a organização como para os pilotos, marcando mais um momento histórico para o desporto motorizado nacional.
E porque as estreias não ficam por aqui, a X-Adventure convidou o consagrado piloto de Quad e campeão nacional de todo-o-terreno, Luís Fernandes, que irá levar a sua moto 4 até Porto Santo para uma exibição de demonstração. Será um espetáculo adicional que promete surpreender público e pilotos, juntando ainda mais emoção ao programa oficial.
A XPENG, marca chinesa de veículos elétricos líder em mobilidade de Inteligência Artificial, celebrou em setembro 1 ano de atividade em Portugal e alcançou o marco inédito das 102 unidades matriculadas em apenas um mês.
Com um crescimento sólido em Portugal, a XPENG conta com o SUV Coupé XPENG G6 como o maior representante da marca com cerca de 70% do mix de vendas da gama, e também com a excelente prestação do XPENG G9 um SUV familiar com presença constante no Top de vendas dos E-SUV no mercado nacional. A XPENG completa a gama com o sedan desportivo P7, proporcionando uma experiência completa de mobilidade inteligente e tecnologicamente avançada que pretende redefinir a experiência de condução.
A nível mundial o crescimento da XPENG pauta-se por contínuo recorde de crescimento. Em setembro a XPENG entregou 41.581 novos veículos elétricos inteligentes em todo o mundo, um aumento de 95% face ao período homologo de 2024.
O primeiro dia de competição da 34.ª Rampa da Arrábida, prova que encerra o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2025, ficou marcado por um ambiente de verdadeira festa.
Sob um sol ameno, o público acorreu em grande número às encostas da serra para assistir ao dia inaugural da rampa, sendo e realçar que, tanto em termos de espetáculo como de organização, a cargo do Clube de Motorismo de Setúbal, o nível foi alto, contribuindo assim para reforçar o estatuto de uma das provas mais emblemáticas do calendário nacional.
José Correia e Nuno Caetano separados por 1,2 segundos
Com três subidas de treinos — uma livre e duas oficiais — a antecederem a primeira subida de prova, o dia serviu de aquecimento para o grande duelo deste domingo, onde se disputarão as duas derradeiras subidas oficiais.
No fecho da jornada inaugural, a diferença entre os dois primeiros classificados da geral é mínima: José Correia (Osella PA30) terminou o dia na frente, com o tempo de 1m45.132s, batendo por apenas 1,2 segundos o seu principal adversário, Nuno Caetano (Osella PA21S EVO), que continua a mostrar uma notável evolução e consistência ao longo da temporada.
O grande destaque do dia foi, no entanto, o jovem Tomás Pinto, que ao volante do BRC CM05 EVO brilhou entre os Protótipos B e assinou o terceiro melhor tempo absoluto, confirmando o apelido de “Super Tomás” com mais uma exibição de grande nível. Logo atrás, Hélder Silva (SilverCar S3) e Nuno Guimarães (SilverCar S2) fecharam o top 5 provisório, mantendo acesa a luta na divisão e dentro do Top 5 à geral.
Na categoria Super Challenge, o campeão em título Luís Nunes (Skoda Fabia R5 SC) voltou a ser o mais rápido, terminando o dia na sexta posição da geral. Nas contas da categoria está frente de José Lameiro (Skoda Fabia MKIII) e de Luís Silva (BMW E30 M3), confirmando o domínio habitual.
Entre os GT, Bernardo Garcia de Castro (Porsche 991.2 GT3 Cup) mostrou novamente a sua rapidez, escondendo o jogo nas subidas de treino para depois atacar na subida de prova, onde foi o mais forte, superando o regressado José Carlos Pouca Sorte (Porsche 991.2 GT3 Cup). O já campeão nacional José Rodrigues (Porsche 997.2 GT3 Cup) concluiu o dia na terceira posição.
Nos Turismos, a luta pelo título nacional continua ao rubro. Gonçalo Inácio (Kia Ceed TCR), a correr praticamente em casa, foi o mais rápido e assumiu vantagem sobre Pedro Alves (Cupra Leon TCR), numa disputa direta em que quem vencer será campeão. Guilherme Silva (Peugeot 208 Rally4) completou o top 3 provisório da categoria.
O Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group teve domínio absoluto de Filipe Macedo (Citroën Saxo Cup), que parece caminhar para a segunda vitória consecutiva da temporada, enquanto Miguel Gonçalves (BMW E36 Coupé) e Gonçalo Janeira (Citroën AX GTI) ocupam as posições seguintes.
Nos Clássicos, Ricardo Pereira (Ford Escort RS2000) lidera confortavelmente, apesar da pressão do campeão já coroado Flávio Sainhas (Ford Escort MKI), que conseguiu reduzir ligeiramente a diferença na subida de prova. Luís Moutinho (Ford Escort) é terceiro.
O Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group viveu um duelo familiar emocionante: Daniel Rolo (Datsun 1200 Coupé) superou o pai, Aníbal Rolo (Datsun 1200), por 2,6 segundos, com José Pedro Figueiredo (Datsun 1200) a fechar o pódio.
Na Taça de Portugal de Kartcross de Montanha JC Group, Nelson Rocha (Semog Bravo Sport) foi o único piloto em prova, garantindo assim presença assegurada na consagração final. Já no FPAK Júnior Team, Nuno Guimarães confirmou a sua superioridade, terminando o dia com 3,9 segundos de vantagem sobre André Brás, com Carolina Martins em terceiro.
A decisão final fica reservada para este domingo, 5 de outubro, com arranque marcado para as 10h00, com a última subida de treinos, seguida das duas restantes subidas de prova normalmente decisivas.
De 3 a 5 de outubro, Setúbal volta a acolher a Rampa da Arrábida, uma das provas mais emblemáticas do automobilismo nacional, que cumpre este ano a sua 34ª edição e encerra o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2025.
Organizada pelo Clube de Motorismo de Setúbal (CMS), a prova vai decidir os grandes títulos da época no exigente traçado de 3,5 quilómetros que liga o Outão à serra, com a Serra da Arrábida como cenário de fundo e milhares de adeptos esperados na estrada e online, através de uma cobertura em livestreaming sem precedentes, com mais de 10 horas de emissão, nove câmaras fixas e dois drones. O programa arranca já esta sexta-feira, dia 3, com as verificações técnicas e a exposição de viaturas no Largo José Afonso, seguida da partida simbólica e desfile pelas avenidas centrais de Setúbal. No sábado têm lugar os treinos e a primeira subida de prova, ficando reservadas para domingo as duas derradeiras subidas oficiais, decisivas para a consagração dos campeões.
No plano desportivo, a luta pelo domínio absoluto tem em José Correia (Osella PA30) o grande favorito depois do triunfo absoluto em Boticas, mas com a oposição séria de Nuno Caetano, em Osella PA21S EVO, cada vez mais competitivo. Carlos Gonçalves, em Osella PA21S, continua a evoluir, mas, não deverá ombrear com os dois adversários.
Já nos Protótipos B, a luta pelo título está ao rubro: Sérgio Nogueira, em SilverCar, comanda, mas sente a pressão de Nuno Guimarães, em SilverCar S2, que está a apenas quatro pontos, e de Afonso Santos, em BRC B49 Protótipo, a oito pontos do topo. Tomás Pinto, em BRC CM05 EVO, é sempre candidato à vitória e pode baralhar as contas, enquanto Hélder Silva, em SilverCar S3, traz para esta divisão a experiência e o estatuto de ser já pentacampeão absoluto.
Na categoria GT, o agora campeão José Rodrigues, em Porsche 997.2 GT3 Cup, quer fechar a época com chave de ouro, mas terá pela frente a forte oposição de Bernardo Garcia de Castro, em Porsche 991.2 GT3 Cup, que vem moralizado por duas vitórias consecutivas no Caramulo e em Boticas. Também Vítor Pascoal, em Porsche 991.2 GT3 Cup, procura a primeira vitória da temporada, enquanto Daniel Vilaça, em Porsche 997 GT3 Cup, e José Carlos Pouca Sorte, em Porsche 991.2 GT3 Cup, regressado à competição, completam uma grelha de luxo.
Nos Turismos, a emoção atinge o auge com o título em aberto e um duelo taco-a-taco: Pedro Alves, em Cupra Leon TCR, e Gonçalo Inácio, em Kia Ceed TCR, chegam empatados à Arrábida, prometendo uma luta eletrizante até ao último metro. Juntam-se a eles Parcídio Summavielle, em Peugeot 208 Rally4, Beatriz Correia, em Cupra TCR, Guilherme Silva, em Peugeot 208 Rally4, e Eduardo Santos, em Renault Clio RS, todos prontos para animar a discussão.
Em Turismo 3, o título já pertence a Martim Pereira, em Peugeot 208 R2, mas a grelha é extensa e competitiva, com Aníbal Pinto, em Renault Clio, Diana Martins, em Peugeot 208 VTI R2, Carlos Ferreira, em Citroën Saxo, Paulo Oliveira, em Kia Picanto, Filipe Ferreira e Joel Reis, ambos em Honda Civic Type R, Nuno Madeira, em Caterham Seven 420 R, Carlos Silva, em Renault Clio RS, e Bruno Rodrigues, também em Honda Civic Type R, todos determinados em terminar a época em alta.
A Categoria Super Challenge traz igualmente motivos de grande interesse. Na Luís Nunes, em Skoda Fabia R5, já consagrado campeão, procura manter a invencibilidade perante José Lameiro, em Skoda Fabia MKIII, em clara progressão, e o estreante Jorge Arvana, em BMW 325 IX.
Na Divisão SC-B, antevê-se um duelo direto entre Luís Silva, em BMW E30 M3, e João Pires, em BMW E36 M3, embora Vera Sequeira, em Seat Leon TDI, e Rui Almeida, em VW Golf GTI, também possam intrometer-se. Na SC-C, o favoritismo recai sobre Bruno Carvalho, em Citroën Saxo, mas Vera Cardoso e Jorge Costela, também em Citroën Saxo, Pedro Neves, em Honda Civic SC, e Luís Fernandes, em Peugeot 106, querem aproveitar qualquer deslize. Já na SC-D, Bruno Gomes, em Fiat Punto 85 Sport, é apontado como principal favorito, com Luís Silva Jr., em Toyota Starlet, Rui Ralha, em Citroën AX, e Salvador Coelho, em Fiat Uno 45 S, prontos para discutir o pódio.
A Taça de Portugal de Kartcross de Montanha JC Group apresenta-se como um frente a frente de grande intensidade entre Nelson Rocha, em Semog Bravo Sport, e Bruno Oliveira, em Kamikase K3.
O Campeonato de Portugal Clássicos de Montanha JC Group encerra a temporada com Flávio Sainhas, em Ford Escort MKI, já coroado campeão e favorito natural, mas terá a oposição de Ricardo Pereira e Luís Moutinho, também em Ford Escort, de José Carlos Magalhães, em Toyota Starlet KP62, de Abílio Machado, em BMW 1602, e de Carlos Fava, em VW 1303.
No Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group, Filipe Macedo, em Citroën Saxo Cup, moralizado pela vitória em Boticas, parte como favorito, mas terá de enfrentar Miguel Gonçalves, em BMW E36 Coupé, Carlos Delgado, em Mercedes 190 2.3 16V, Gonçalo Janeira, em Citroën AX GTI, e Telmo Costa, em Citroën Saxo.
Já o Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group tem como grande atração o regresso da popular Eva Laranjeira, em Peugeot 205 Rallye, que corre em casa. A vitória, contudo, promete ser disputada entre os Datsun 1200 de Daniel Rolo, em versão Coupé, de regresso à competição, e do seu pai Aníbal Rolo, sem esquecer José Pedro Figueiredo, também em Datsun 1200, e Tiago Teixeira, em Peugeot 106 XSI.
Por fim, no FPAK Júnior Team, também aqui se decide o título. Nuno Guimarães, em Citroën C1, lidera com cinco vitórias em seis provas e cinco pontos de vantagem, mas André Brás, igualmente em Citroën C1, motivado pelo triunfo em Boticas, ainda sonha com a conquista. Carolina Martins, também em Citroën C1, quer fechar em alta a temporada, confirmando a evolução ao longo do ano.
Com títulos em aberto e um forte plantel em todas as categorias e campeonatos, a 34ª Rampa da Arrábida promete uma edição memorável, em que a beleza da serra se junta à paixão do automobilismo e à consagração dos campeões nacionais de montanha de 2025.
O Rally Raid Portugal não terminou da forma esperada, o resultado não foi o ambicionado, mas os triunfos obtidos em etapas e a clara confirmação de competitividade ao volante da Toyota Hilux T1+ preparada pela Toyota Gazoo Racing South Africa e SVR, deixaram João Ferreira e Filipe Palmeiro motivados para os próximos desafios.
A dupla portuguesa arrancou para a prova organizada pelo Automóvel Club de Portugal com enorme motivação e cedo mostrou a sua ambição: logo nas primeiras etapas, João Ferreira e Filipe Palmeiro impuseram um ritmo muito forte, conquistando duas vitórias em especiais (segunda e quinta etapa) e assumindo a liderança da classificação geral. Perante os melhores pilotos do mundo, a resposta foi clara – lutar pela vitória em solo nacional era possível e estava ao alcance. Contudo, e infelizmente, na terceira etapa surgiu um problema mecânico após uma saída de pista que obrigou a equipa a parar durante largos minutos. A perda de tempo foi determinante e retirou a possibilidade de luta direta pelo triunfo.
“Mostrámos, mais uma vez, que temos velocidade e consistência para vencer ao mais alto nível. Liderámos o Rally Raid Portugal, vencemos duas etapas e estávamos na luta direta pela vitória. Infelizmente, um problema na terceira etapa condicionou o resultado final, mas não apaga o excelente trabalho da equipa nem a confiança que levamos daqui para as próximas provas. Vamos continuar a lutar, a acreditar e a trabalhar para conquistar mais vitórias”, destacou João Ferreira.
O Rally Raid Portugal termina assim com o sabor agridoce de uma exibição marcada pela velocidade e determinação, mas também pela dureza típica destas provas. O balanço, ainda assim, é muito positivo: a dupla portuguesa reafirma-se entre os protagonistas do Campeonato do Mundo e segue de cabeça erguida para os próximos desafios.
A 34ª Rampa da Arrábida, última prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2025, terá entre os seus protagonistas o recém-coroado campeão nacional da categoria GT, José Rodrigues, que estará aos comandos do seu Porsche 997.2 GT3 Cup, preparado pela Monteiros Competições.
Depois de uma época intensa e consistente, que lhe permitiu conquistar de forma antecipada o título nacional, o piloto bracarense encara a sua participação em Setúbal como um momento especial. “Depois de uma temporada intensa no Campeonato de Portugal de Montanha, que culminou com a conquista antecipada do título nacional na categoria GT, participarei na mítica Rampa da Arrábida para encerrar o ano de forma especial”, sublinha José Rodrigues.
A prova marcará a estreia absoluta do piloto no traçado da Arrábida, um dos mais icónicos do automobilismo português, e será também uma oportunidade de celebrar em ambiente de festa o sucesso alcançado em 2025. “esta prova será, acima de tudo, um momento para celebrar com o público, a família e os patrocinadores, que tornaram possível alcançar este objetivo. Ainda assim, mantenho a atitude competitiva de sempre: entrar ao ataque, mesmo consciente de que partimos em desvantagem, pois será a minha estreia absoluta neste traçado, desconhecido para mim, e voltaremos a competir com um carro menos competitivo face aos principais adversários, como sucedeu ao longo da época.”
A presença do piloto minhoto na Arrábida será um tributo a todos os que o acompanharam nesta caminhada de sucesso. Como faz questão de reforçar: “mais do que um desafio técnico, será uma homenagem a todos os que acreditaram neste projeto e uma forma de fechar com chave de ouro um ano inesquecível.”
Com o título já assegurado, José Rodrigues promete manter a competitividade até ao fim, procurando encerrar a temporada em alta naquela que será a sua primeira experiência no traçado setubalense.